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Novas tendências em turismo e hotelaria   adeliaçor th2 2016
workshop_novas tendências em turismo
fevereiro 2016
Catarina Varão
workshop_novas tendências em turismo
fevereiro 2016
agenda
• o universo das experiências
• slow travel & slow food
• o culto da viagem no contexto das mudanças
de hábitos
• antecipar tendências e modas em turismo
• a importância das viagens de familiarização,
lançamentos, eventos e outras iniciativas de
Relações Públicas
Resultados 1.º semestre 2015 | 1
Resultados 1.º semestre 2015
Portugal
Algarve lidera em termos de dormidas (31,3% de quota) e cresceu 1% face a 2014.
Lisboa no 2.º lugar com 5,6 milhões de dormidas, contribuiu com o maior acréscimo absoluto
(+504,3 mil dormidas).
Receitas turísticas atingiram 4,6 mil milhões de € (+12,2% que em 2014), dos quais 17,2%
foram gerados pelo mercado britânico.
Madeira (69%) e Lisboa (66,7%) registaram médias de ocupação-quarto superiores à média
nacional que foi de 55,3% (+4,2 p.p. que em 2014).
Estada média dos estrangeiros no País fixou-se em 3,3 noites e dos nacionais em 1,8 noites.
Mais rentabilidade na hotelaria, com proveitos a crescerem acima das dormidas (exceto nos
Açores).
2015 2015
jan-jun Var. % Var. Abs. Quota
Hóspedes (milhares) 7.706,2 8,5 603,7 100,0
Residentes Portugal 3.224,0 8,0 239,3 41,8
Residentes estrangeiro 4.482,2 8,9 364,4 58,2
Dormidas (milhares) 20.703,9 7,3 1.405,3 100,0
Residentes Portugal 5.822,0 6,8 371,9 28,1
Residentes estrangeiro 14.881,9 7,5 1.033,4 71,9
Proveitos (milhões €) 994,3 12,0 106,3 100,0
Aposento 694,1 13,8 84,3 69,8
Outros 300,2 7,9 22,0 30,2
RevPar (€) 29,7 11,2 3,0
2015/14
2015 2015
jan-jun Var. % Var. Abs Quota
Total 14.881,9 7,5 1.033,4 100,0
Reino Unido 3.520,9 5,5 183,1 23,7
Alemanha 2.274,7 11,5 234,9 15,3
Espanha 1.271,5 1,0 13,1 8,5
França 1.466,4 15,0 191,3 9,9
Holanda 991,7 5,7 53,3 6,7
Brasil 650,2 4,2 26,0 4,4
Irlanda 506,0 6,0 28,7 3,4
Itália 405,1 27,9 88,4 2,7
EUA 403,2 15,4 53,9 2,7
Bélgica 350,2 14,7 44,8 2,4
Outros 3.042,0 4,0 115,9 20,4
2015/14
2015 2015
jan-jun Var. % Var. Abs Quota
Total 4.584,2 12,2 498,2 100,0
Reino Unido 790,1 10,5 75,1 17,2
Alemanha 512,4 17,8 77,3 11,2
Espanha 553,7 15,5 74,3 12,1
França 678,5 7,1 44,7 14,8
Holanda 207,5 21,8 37,1 4,5
Brasil 192,0 6,9 12,4 4,2
Irlanda 105,5 -2,1 -2,3 2,3
Itália 87,6 32,9 21,7 1,9
EUA 208,1 3,5 7,1 4,5
Bélgica 130,0 21,2 22,7 2,8
Outros 1.118,8 12,9 128,1 24,4
2015/14
Norte
Valor 2.614,5
Var 15/14 +14,2%
Var abs 15/14 +325,7
Quota12,6%
4.ª posição
Quota estrangeiros 52,3%
A. M. Lisboa
Valor 5.575,7
Var 15/14 +9,9%
Var abs 15/14 +504,3
Quota 26,9%
2.ª posição
Quota estrangeiros 75,9%
Algarve
Valor 6.469,7
Var 15/14 +1,0%
Var abs 15/14 +62,4
Quota 31,3%
1.ª posição
Quota estrangeiros 81,0%
Alentejo
Valor 575,6
Var 15/14 +7,9%
Var abs 15/14 +42,2
Quota 2,8%
6.ª posição
Quota estrangeiros 34,0%
Açores
Valor 509,2
Var 15/14 +23,0%
Var abs 15/14 +95,1
Quota 2,5%
7.ª posição
Quota estrangeiros 52,8%
Madeira
Valor 3.085,8
Var 15/14 +5,3%
Var abs 15/14 +154,4
Quota 14,9%
3.ª posição
Quota estrangeiros 91,4%
Centro
Valor 1.873,2
Var 15/14 +13,4%
Var abs 15/14 +221,3
Quota 9,0%
5.ª posição
Quota estrangeiros 40,2%
Dormidas totais em
estabelecimentos
hoteleiros, aldeamentos e
apartamentos turísticos e
outros
Jan-jun [milhares]
Dados provisórios
(14/08/2015)
Fonte: INE
Principais indicadores
em estabelecimentos
hoteleiros, aldeamentos e
apartamentos turísticos e
outros
Dados provisórios
(14/08/2015)
Fonte: INE
Dormidas do
estrangeiro em
estabelecimentos hoteleiros,
aldeamentos e
apartamentos turísticos e
outros
[milhares]
Dados provisórios
(14-08-2015)
Fonte: INE
Receitas Turísticas,
rubrica “Viagens e Turismo”
da Balança de Pagamentos
[milhões €]
Dados provisórios
(20/08/2015)
Fonte: Banco de Portugal
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
experiências tema 1
novas tendências:
porquê?
• viagens já viajadas

• turista viajado e experiente

• globalização

• low cost

• internet

• hábitos, mentalidades,
consumos

• rotina de trabalho: múltiplos
trabalhos

• preocupação ambiental

• preocupação física
LONDRES
SUÍÇA
HOTEL BURJ AL ARAB – 7 ESTRELAS
Ein Bett in Kornfeld
Propeller Island City Lodge Berlim
Library Hotel New York
Sleepbox- Aeroporto Paris
que novas
tendências e
oportunidades?
experiências

viagens de mota

unidades rurais, de charme

classificação hoteleira distinta

associação a um clube ou soft-brand

taking the slow road, slow food
estado flow

novos geradores de negócio

turismo sénior

solo traveller

bleisure

casamentos no estrangeiro
_Os valores sociais mudaram: “mudam-se os
tempos, mudam-se as vontades”
!
millennials

!
self-sufficient
travellers

!
sustainability: eco-
friendly practices

!
emerging new
business: Uber, Airbnb

!
global worldview:
transparency, human
migration, skilled &
trained employees

!
fewer people more
data

>> Hospitality NET
tendências 2015
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enhanced
tendências 2014
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!
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>> Global Hospitality Insights
2015 - Ernst & Young
tendências 2015
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!
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Social Media power (ie:
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!
SoMo: Social Mobile

!
Targeting (if this, than
that, cross interests)

>> Leonardo
tendências 2015
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descontos, experiências
slow tema 2
Slow Food unites the pleasure of food, with responsability,
sustainability and harmony with nature
Carlo Petrini- Slow Food president
•conceito fundado em 1986
como contraposição ao Fast Food

•preservação da cozinha regional
e tradicional

•encorajamento de agricultura,
plantação própria e auto-
subsistência

•desencoraja a utilização de
pesticidas, fomentando
agriculturas biológicas

•ensina técnicas de jardinagem e
agricultura

•selo “Snail”

Slow Food
definição
•refeições biológicas

•espaços confortáveis para se
estar

•tempo para estar, sem pressas

•vários pratos e entradas

•usufruto do tempo, sem stress

•ambiente

•staff disponível

•slow food ≠ desespero
restaurant

Slow Food- como é?
espaços slow
sagamorehotelmiami
•conceito inventado em itália para
melhorar condições das cidades e a
sua atractividade

•pensado em 1999 com base no slow
food

•enaltecer diversidade de culturas,
riqueza de património, usufruto dos
espaços, tempo para apreciar a cultura
e a cidade
Cittaslow
espaços slow
•melhoria da qualidade de vida
principalmente para os residentes, mas
coincidentemente também para os
turistas

•resistência ao domínio económico
que prioriza a globalização,
standartização e a racionalização ≠
distinção individual, valirização local,
etc

•city break? low cost? rush
commotion

•derivação para o slow movement
Cittaslow
espaços slow
•enfoque no stress do dia a dia das
pessoas

•relembra que as pessoas estavam
ligadas à terra

•produziam trabalhos da terra

•tudo desaparece em prol do trabalho

•ninguém se envolve nos trabalhos de
cultivo e desconhecem-se formas de
trabalho agrícola

•já ninguém se envolve no trabalho de
fazer crescer os alimentos

•perdem-se valores de união de
trabalho conjunto, de reunião de
conversa à mesa (sem gadgets, nem tv)

•ajuda mútua no fim da refeição, onde
se arrumam as coisas alegremente
Slow Movement
Slow Travel o que é?
Slow travel is an emerging conceptual framework which
offers an alternative to air and car travel, where people travel
to destinations more slowly overland, stay longer and travel
less
Dickinson et at (2010a)
•melhoria da qualidade de vida
principalmente para os residentes, mas
coincidentemente também para os
turistas

•a ideia que “tempo e espaço” são
comprimidos na sociedade rápida que
vivemos, pondo de parte a peculiaridade
de cada sítio e de cada pessoa:
abrandar é a solução

•combate à “mcdonalização” que se
expande em vários sectores

•atravessamos muitas vezes um
corredor de “nada”
Slow Travel
•slow travel representa:

•devagar significa tempo de
qualidade

•abrandar fisicamente para apreciar
melhor o que é oferecido

•uma experiência de qualidade

•significância e compromisso/
envolvimento

•em sintonia com ecologia e
diversidade

• hábitos reflectem o turismo de hoje:
egoismo, alto consumo, arrogância,
pressa... slow travel combate essas
tendências
Slow Travel
•impacto dos transportes para o
turismo

•a dependência de meios de
transporte motorizados para viagens
são impedimentos de turismo
sustentável 

•viajar mais longe é a tendência

•viajar mais vezes é a tendência

•viajar por menos tempo é tendência

•o slow travel sugere o oposto
Slow Travel
•avião

•combóio

•carro

•barco

•a pé

•bicicleta
Slow Travel
meios de transporte
•contribui para a diminuição da
pobreza

•gera postos de trabalho

•gera poluição

•para se ter turismo sustentável tem
que se abraçar meios low-carbon
Slow Travel
impactos do turismo
•optimizar recursos do
ambiente, contribuindo para a
sua conservação e bio-
diversidade

•respeitar a autenticidade e
aspectos sócio-cultuais das
comunidades
Slow Travel
turismo sustentável
•meios urbanos

•distância a percorrer

•infra-estructuras disponíveis

•custos

•variáveis sócio-demográficos
(com quem viaja)

•atitudes individuais
Slow Travel
o que busca?
•eficiência do tempo

•viajar mais longe custa mais

•viajar mais tempo custa mais

•slow travel como um
comportamento ético de compra

•experiência

•rentabilização da experiência

•optimização da viagem

•a distância faz parte da
experiência, não apenas uma
viagem ou uma deslocação
Slow Travel
chave: tempo
•como as viagens são cada vez
mais rápidas, pouco tempo sobra
para se fazer outras coisas

•aventura

•independência

•controlo

•status
•cenário (taking the long way)

•amenities

•uma história para contar (aventura)

•relaxar

•alcançar objectivos/desafios

•relação e interacção com pessoas
e locais
Slow Travel
quereres
“(...) travelers choose particular forms of travel to affirm who
they are”
Duffy, 2004; Lassen, 2009
•está o turista disposto a
abdicar do seu tempo em prol de
prácticas meio-ambientais
positivas?

•comportamento: representa
uma atitude em função de
determinada informação
assimilada
Slow Travel
comportamento
•non-typical: rurais, charme, AL

•slow traveller experiente

•pé-descalço? Não, de todo!

•pode ser exigente: veja-se o tipo
de equipamento e o lifestyle que tem*

•maior partido do tempo e das
infra-estructuras para socializar com
quem viaja (tempo de qualidade,
mesmo que seja pouco)

•sozinho :conhecer os locais-
conhecer novas formas de viver

•an escape from home but also a
search for homes- Larsen 2006,p44
Slow Travel
hotelaria
walking  gives  you  time  to  think

Caru & Cova, 2003
•lugar para guardar bicicleta

•serviço

•conforto

•sensação de “acolhido”

•actividades que o entretêm pois
não quer sair

•políticas meio-ambientais

•poucas regras
Slow Travel
hotelaria
traveling lifestyle tema 3
O cliente é cada vez mais viajado e
experiente e consequentemente mais
exigente!

!
mais cultos

!
com mais inquietudes

!
querem produtos alternativos

!
tendências, modas

!
conhecedores
procedimentos,
intermediários, sistemas de
comissões...

!
mais activos, buscam re-
afirmar a sua presença

!
preocupações ambientais

!
mais para fazer e contar
(divertir-se mais que
descansar...)

!
subjectividade palavra
“divertir” e “descansar”

!
quer estabelecer relações
com o sítio onde vão (feel
and touch), sentir os
elementos, relacionar-se,
criar amigos (sociável)
exigências do “novo turista”
1. city-break, weekend-break
2. low cost
3. globalization
4. hedonism: travel to show
5. tempo de qualidade, quando não há
tempo
_papa quilómetros
1.instagramador implacável
2.online e live reporter
3.facilitar o processo de
partilha (para acabar com a sua
ansiedade e até a nosso favor
com hashtags)
_ver e ser visto
perguntas?
obrigada :)
workshop_novas tendências em turismo e hotelaria
fevereiro 2016
_catarina varão
_catarina.varao@th2.com.pt
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Novas tendências em turismo e hotelaria adeliaçor th2 2016

  • 2. workshop_novas tendências em turismo fevereiro 2016 Catarina Varão
  • 3. workshop_novas tendências em turismo fevereiro 2016
  • 4. agenda • o universo das experiências • slow travel & slow food • o culto da viagem no contexto das mudanças de hábitos • antecipar tendências e modas em turismo • a importância das viagens de familiarização, lançamentos, eventos e outras iniciativas de Relações Públicas
  • 5. Resultados 1.º semestre 2015 | 1 Resultados 1.º semestre 2015 Portugal Algarve lidera em termos de dormidas (31,3% de quota) e cresceu 1% face a 2014. Lisboa no 2.º lugar com 5,6 milhões de dormidas, contribuiu com o maior acréscimo absoluto (+504,3 mil dormidas). Receitas turísticas atingiram 4,6 mil milhões de € (+12,2% que em 2014), dos quais 17,2% foram gerados pelo mercado britânico. Madeira (69%) e Lisboa (66,7%) registaram médias de ocupação-quarto superiores à média nacional que foi de 55,3% (+4,2 p.p. que em 2014). Estada média dos estrangeiros no País fixou-se em 3,3 noites e dos nacionais em 1,8 noites. Mais rentabilidade na hotelaria, com proveitos a crescerem acima das dormidas (exceto nos Açores). 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs. Quota Hóspedes (milhares) 7.706,2 8,5 603,7 100,0 Residentes Portugal 3.224,0 8,0 239,3 41,8 Residentes estrangeiro 4.482,2 8,9 364,4 58,2 Dormidas (milhares) 20.703,9 7,3 1.405,3 100,0 Residentes Portugal 5.822,0 6,8 371,9 28,1 Residentes estrangeiro 14.881,9 7,5 1.033,4 71,9 Proveitos (milhões €) 994,3 12,0 106,3 100,0 Aposento 694,1 13,8 84,3 69,8 Outros 300,2 7,9 22,0 30,2 RevPar (€) 29,7 11,2 3,0 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 14.881,9 7,5 1.033,4 100,0 Reino Unido 3.520,9 5,5 183,1 23,7 Alemanha 2.274,7 11,5 234,9 15,3 Espanha 1.271,5 1,0 13,1 8,5 França 1.466,4 15,0 191,3 9,9 Holanda 991,7 5,7 53,3 6,7 Brasil 650,2 4,2 26,0 4,4 Irlanda 506,0 6,0 28,7 3,4 Itália 405,1 27,9 88,4 2,7 EUA 403,2 15,4 53,9 2,7 Bélgica 350,2 14,7 44,8 2,4 Outros 3.042,0 4,0 115,9 20,4 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 4.584,2 12,2 498,2 100,0 Reino Unido 790,1 10,5 75,1 17,2 Alemanha 512,4 17,8 77,3 11,2 Espanha 553,7 15,5 74,3 12,1 França 678,5 7,1 44,7 14,8 Holanda 207,5 21,8 37,1 4,5 Brasil 192,0 6,9 12,4 4,2 Irlanda 105,5 -2,1 -2,3 2,3 Itália 87,6 32,9 21,7 1,9 EUA 208,1 3,5 7,1 4,5 Bélgica 130,0 21,2 22,7 2,8 Outros 1.118,8 12,9 128,1 24,4 2015/14 Norte Valor 2.614,5 Var 15/14 +14,2% Var abs 15/14 +325,7 Quota12,6% 4.ª posição Quota estrangeiros 52,3% A. M. Lisboa Valor 5.575,7 Var 15/14 +9,9% Var abs 15/14 +504,3 Quota 26,9% 2.ª posição Quota estrangeiros 75,9% Algarve Valor 6.469,7 Var 15/14 +1,0% Var abs 15/14 +62,4 Quota 31,3% 1.ª posição Quota estrangeiros 81,0% Alentejo Valor 575,6 Var 15/14 +7,9% Var abs 15/14 +42,2 Quota 2,8% 6.ª posição Quota estrangeiros 34,0% Açores Valor 509,2 Var 15/14 +23,0% Var abs 15/14 +95,1 Quota 2,5% 7.ª posição Quota estrangeiros 52,8% Madeira Valor 3.085,8 Var 15/14 +5,3% Var abs 15/14 +154,4 Quota 14,9% 3.ª posição Quota estrangeiros 91,4% Centro Valor 1.873,2 Var 15/14 +13,4% Var abs 15/14 +221,3 Quota 9,0% 5.ª posição Quota estrangeiros 40,2% Dormidas totais em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros Jan-jun [milhares] Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Principais indicadores em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Dormidas do estrangeiro em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros [milhares] Dados provisórios (14-08-2015) Fonte: INE Receitas Turísticas, rubrica “Viagens e Turismo” da Balança de Pagamentos [milhões €] Dados provisórios (20/08/2015) Fonte: Banco de Portugal Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  • 7. novas tendências: porquê? • viagens já viajadas • turista viajado e experiente • globalização • low cost • internet • hábitos, mentalidades, consumos • rotina de trabalho: múltiplos trabalhos • preocupação ambiental • preocupação física
  • 9. HOTEL BURJ AL ARAB – 7 ESTRELAS
  • 10. Ein Bett in Kornfeld
  • 11. Propeller Island City Lodge Berlim
  • 14. que novas tendências e oportunidades? experiências viagens de mota unidades rurais, de charme classificação hoteleira distinta associação a um clube ou soft-brand taking the slow road, slow food estado flow novos geradores de negócio turismo sénior solo traveller bleisure casamentos no estrangeiro
  • 15. _Os valores sociais mudaram: “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”
  • 16. ! millennials ! self-sufficient travellers ! sustainability: eco- friendly practices ! emerging new business: Uber, Airbnb ! global worldview: transparency, human migration, skilled & trained employees ! fewer people more data >> Hospitality NET tendências 2015
  • 18. ! rise selected services: value proposition ! new all-inclusive offering: cost-centric product, budget-cost vacationers, experimental vacation ! alternative lodgings: lifestyle, design, trending ! customer demands changing: milleniels, mobile (m-commerce) >> Global Hospitality Insights 2015 - Ernst & Young tendências 2015
  • 19. ! Bleisure ! Video, video ! Rise of Local ! Content Marketing: Storytelling, Narrativa Visual, Season Offers, Local events & happenings ! Social Media power (ie: buclet challenge, selfie) ! SoMo: Social Mobile ! Targeting (if this, than that, cross interests) >> Leonardo tendências 2015
  • 24. Slow Food unites the pleasure of food, with responsability, sustainability and harmony with nature Carlo Petrini- Slow Food president
  • 25. •conceito fundado em 1986 como contraposição ao Fast Food •preservação da cozinha regional e tradicional •encorajamento de agricultura, plantação própria e auto- subsistência •desencoraja a utilização de pesticidas, fomentando agriculturas biológicas •ensina técnicas de jardinagem e agricultura •selo “Snail” Slow Food definição
  • 26. •refeições biológicas •espaços confortáveis para se estar •tempo para estar, sem pressas •vários pratos e entradas •usufruto do tempo, sem stress •ambiente •staff disponível •slow food ≠ desespero restaurant Slow Food- como é? espaços slow sagamorehotelmiami
  • 27. •conceito inventado em itália para melhorar condições das cidades e a sua atractividade •pensado em 1999 com base no slow food •enaltecer diversidade de culturas, riqueza de património, usufruto dos espaços, tempo para apreciar a cultura e a cidade Cittaslow espaços slow
  • 28. •melhoria da qualidade de vida principalmente para os residentes, mas coincidentemente também para os turistas •resistência ao domínio económico que prioriza a globalização, standartização e a racionalização ≠ distinção individual, valirização local, etc •city break? low cost? rush commotion •derivação para o slow movement Cittaslow espaços slow
  • 29. •enfoque no stress do dia a dia das pessoas •relembra que as pessoas estavam ligadas à terra •produziam trabalhos da terra •tudo desaparece em prol do trabalho •ninguém se envolve nos trabalhos de cultivo e desconhecem-se formas de trabalho agrícola •já ninguém se envolve no trabalho de fazer crescer os alimentos •perdem-se valores de união de trabalho conjunto, de reunião de conversa à mesa (sem gadgets, nem tv) •ajuda mútua no fim da refeição, onde se arrumam as coisas alegremente Slow Movement
  • 30. Slow Travel o que é?
  • 31. Slow travel is an emerging conceptual framework which offers an alternative to air and car travel, where people travel to destinations more slowly overland, stay longer and travel less Dickinson et at (2010a)
  • 32. •melhoria da qualidade de vida principalmente para os residentes, mas coincidentemente também para os turistas •a ideia que “tempo e espaço” são comprimidos na sociedade rápida que vivemos, pondo de parte a peculiaridade de cada sítio e de cada pessoa: abrandar é a solução •combate à “mcdonalização” que se expande em vários sectores •atravessamos muitas vezes um corredor de “nada” Slow Travel
  • 33. •slow travel representa: •devagar significa tempo de qualidade •abrandar fisicamente para apreciar melhor o que é oferecido •uma experiência de qualidade •significância e compromisso/ envolvimento •em sintonia com ecologia e diversidade • hábitos reflectem o turismo de hoje: egoismo, alto consumo, arrogância, pressa... slow travel combate essas tendências Slow Travel
  • 34. •impacto dos transportes para o turismo •a dependência de meios de transporte motorizados para viagens são impedimentos de turismo sustentável •viajar mais longe é a tendência •viajar mais vezes é a tendência •viajar por menos tempo é tendência •o slow travel sugere o oposto Slow Travel
  • 36. •contribui para a diminuição da pobreza •gera postos de trabalho •gera poluição •para se ter turismo sustentável tem que se abraçar meios low-carbon Slow Travel impactos do turismo
  • 37. •optimizar recursos do ambiente, contribuindo para a sua conservação e bio- diversidade •respeitar a autenticidade e aspectos sócio-cultuais das comunidades Slow Travel turismo sustentável
  • 38. •meios urbanos •distância a percorrer •infra-estructuras disponíveis •custos •variáveis sócio-demográficos (com quem viaja) •atitudes individuais Slow Travel o que busca?
  • 39. •eficiência do tempo •viajar mais longe custa mais •viajar mais tempo custa mais •slow travel como um comportamento ético de compra •experiência •rentabilização da experiência •optimização da viagem •a distância faz parte da experiência, não apenas uma viagem ou uma deslocação Slow Travel chave: tempo
  • 40. •como as viagens são cada vez mais rápidas, pouco tempo sobra para se fazer outras coisas •aventura •independência •controlo •status •cenário (taking the long way) •amenities •uma história para contar (aventura) •relaxar •alcançar objectivos/desafios •relação e interacção com pessoas e locais Slow Travel quereres
  • 41. “(...) travelers choose particular forms of travel to affirm who they are” Duffy, 2004; Lassen, 2009
  • 42. •está o turista disposto a abdicar do seu tempo em prol de prácticas meio-ambientais positivas? •comportamento: representa uma atitude em função de determinada informação assimilada Slow Travel comportamento
  • 43. •non-typical: rurais, charme, AL •slow traveller experiente •pé-descalço? Não, de todo! •pode ser exigente: veja-se o tipo de equipamento e o lifestyle que tem* •maior partido do tempo e das infra-estructuras para socializar com quem viaja (tempo de qualidade, mesmo que seja pouco) •sozinho :conhecer os locais- conhecer novas formas de viver •an escape from home but also a search for homes- Larsen 2006,p44 Slow Travel hotelaria
  • 44. walking  gives  you  time  to  think Caru & Cova, 2003
  • 45. •lugar para guardar bicicleta •serviço •conforto •sensação de “acolhido” •actividades que o entretêm pois não quer sair •políticas meio-ambientais •poucas regras Slow Travel hotelaria
  • 47. O cliente é cada vez mais viajado e experiente e consequentemente mais exigente! ! mais cultos ! com mais inquietudes ! querem produtos alternativos ! tendências, modas ! conhecedores procedimentos, intermediários, sistemas de comissões... ! mais activos, buscam re- afirmar a sua presença ! preocupações ambientais ! mais para fazer e contar (divertir-se mais que descansar...) ! subjectividade palavra “divertir” e “descansar” ! quer estabelecer relações com o sítio onde vão (feel and touch), sentir os elementos, relacionar-se, criar amigos (sociável) exigências do “novo turista”
  • 48. 1. city-break, weekend-break 2. low cost 3. globalization 4. hedonism: travel to show 5. tempo de qualidade, quando não há tempo _papa quilómetros
  • 49. 1.instagramador implacável 2.online e live reporter 3.facilitar o processo de partilha (para acabar com a sua ansiedade e até a nosso favor com hashtags) _ver e ser visto
  • 52. workshop_novas tendências em turismo e hotelaria fevereiro 2016
  • 54. TH2- Turismo & Hotelaria, Lda Av. Álvaro Pais, 12 D 1600-007 Lisboa | [t] (+351) 210 994 958 training@th2.com.pt | www.th2.com.pt #atelierth2 | facebook: atelier.th2 Próximas Formações • Yield & Revenue Management • Etiqueta e Protocolo • Luxo em Serviços •Escrita de Viagens