Pós-Graduação Marketing e
Competitividade em Turismo
Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
Enquadramento Turismo a
nível nacional e internacional
Sessão 1, Lisboa
Resultados 1.º semestre 2015 | 1
Resultados 1.º semestre 2015
Portugal
Algarve lidera em termos de dormidas (31,3% de quot...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
14,2%
13,4%
9,9...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
49,9% 56,8% 48,...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
4.287,8
23.615,...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
113.082,0
109.5...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
2.243,2
6.909,1...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
58.011,5
53.699...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
Taxas de ocupaç...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
70,9% 71,5% 71,...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
Arrivals reache...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
International T...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
Inbound tourism...
Marketing Online en el Sector Hotelero
ADPROSUMER
advertiser + producer + consumer
1.0: publicação unilateral, uso comercial. Páginas web
informativas. Eu publico- tu lês.
1.5: redes sociais com criação de...
Ingredientes de um bom website
•non-flash

•boas fotos

•possibilidade de reserva rápida

•acessibilidade e navegabilidade
...
transparência na informação; preços claros, objectivos sem esquemas
C2C: potenciar laços de CRM vestindo a pele de consumi...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
link a link
adprosumer
keywords, metadata, tags e hashtags (Instagram, twitter) # e @
cloud
Turismo 2.0: princípios de suc...
redes e ferramentas...
Video Marketing 

youtube, podcasts, tendências
Vídeo exemplo: InterContinental, design
hotels made by originals, small luxury...
viagens já viajadas... pré-viagens
era da informação: trade, revistas
especializadas, newsletters
era do “especialism” (ex: wikitravel)
podcasts: itunes, app...
youtube, vimeo, tripfilms
forum, blog, website próprio
marketing relacional
redes sociais
publicidade boca-a-boca
cartaz: e...
Redes sociais

ferramentas, utilização, gestão
cliente: comercial
fidelizar é mais barato que
angariar
página de fãs
merchandising sim... mas “on
request”
relação com pro...
tendências em turismo
(hotelaria, animação & restauração)
Sessão 2, Lisboa
• classe executiva/ turística
• és mais feliz agora?
• quanto mais sabemos,
mais infelizes somos...
• clientes mais sabem,...
_O cliente é cada vez mais viajado e experiente
e consequentemente mais exigente
!
mais cultos

!
com mais inquietudes

!
querem produtos alternativos

!
tendências, modas

!
conhecedores
procedimentos,
...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
LONDRES
SUÍÇA
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
HOTEL BURJ AL A...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
Ein Bett in Kor...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
Propeller Islan...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
Library Hotel N...
Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
Sleepbox- Aerop...
novas tendências:
porquê?
• viagens já viajadas

• turista viajado e experiente

• globalização

• low cost

• internet

•...
que novas
tendências e
oportunidades?
experiências

viagens de mota

unidades rurais, de charme

classificação hoteleira di...
_Os valores sociais mudaram: “mudam-se os
tempos, mudam-se as vontades”
!
millennials

!
self-sufficient
travellers

!
sustainability: eco-
friendly practices

!
emerging new
business: Uber, Airbn...
!
rise selected services:
value proposition

!
new all-inclusive
offering: cost-centric
product, budget-cost
vacationers,
e...
!
Bleisure

!
Video, video

!
Rise of Local

!
Content Marketing:
Storytelling, Narrativa
Visual, Season Offers,
Local even...
modelos de exploração &
rentabilidade em turismo
Sessão 3, Lisboa
!
estabelecimentos
hoteleiros de 1, 2, 3,
4, 5*

!
aldeamentos turísticos

!
apartamentos
turísticos

!
alojamento local

...
50
Modalidades de integração
vertical: agências, hotéis, companhia de aviação
horizontal: a hotelaria: cadeias e consórcio...
51
Modalidades de integração
complementar: semelhante à diagonal, mas não oferece serviços fora
da indústria turística. Ex...
52
franshising: Estratégia utilizada pela administração que tem como
propósito um sistema de venda de licença, onde o fran...
53
Integração contratual
consórcios
centrais de reservas
cadeias hoteleiras
•arrendamento
•tipo de contrato pelo qual uma das partes
concede à outro o usufruto temporário de
um bem imóvel, mediante ...
•contrato de gestão ou management
•Difere do de Arrendamento pelo facto de a empresa proprietária de um ou
vários estabele...
56
1. Contratos de Exploração perdem o atractivo da remuneração fixa
2. Contratos de Exploração perdem o atractivo da garan...
descortinando a palavra yield
definições
yielder n.
Synonyms: yield, relent, bow, defer2, submit, capitulate, succumb
These...
•Preocupações no yield
•Disponibilidade é fixa

•Disponibilidade é percível

•Mercado é segmentado

•Venda antecipada de
di...
• Custos & Dados na Hotelaria:
• Bife da vazia; 9€/kg; 180gr em
prato, custo do bife 3€, prato de 22
cm de diametro pode s...
•Principios Gerais

• A capacidade esgota-se no próprio
dia!

• Right Service, Right Customer, Right
Time, Right Price
• U...
Etapas do Yield Management

! Recolha de informação e Previsões

! Optimização do mix de mercado

! Tecnologia adequada

!...
situações
• Cliente telefona para departamento de reservas
pedindo desconto sobre tarifa single para a
próxima Quarta-Feir...
O termo Yield Management está ligado à indústria aérea, tendo como objectivo:

- gerir inventário de produtos (airline/flig...
O custo adicional de venda de um quarto é baixo...
• Gestão da Capacidade: aceitar mais
do que se tem

• selected overbooking: praticar em
categorias inferiores

• capacidad...
• Controlo de Duração:
Conhecimentos de planning e recurso
a sistemas ou folhas de cálculo

• O hotel deverá proteger os ú...
• Supply Control: um hotel pode não
conseguir modificar capacidade mas
consegue modificar tipologia

• O YM não gera procura...
• Quando a procura é alta: requere-se
um número de noite mínimo; fecham-
se ou reduzem-se o número de
quartos disponíveis ...
• Automatismos que fecham antes do
tempo

• Baixa de tarifas quando se devia subir
(últimos quartos)

• Históricos que se ...
•procura

•concorrência

•evolução da reserva

•objectivos

•revpar

•história

•on the book

•envolvente

•eventos

•over...
• Antigamente: casa-cheia
representava o máximo de
revenue que um hotel
poderia ter...

• Discursos “durante o
mesmo perío...
Revenue Máximo de
uma tarifa
400
200
50 100 unidades
preço €
revenue perdido dos
clientes dispostos a
pagar tarifa superio...
more money is spent on travel
than anything else online
•como ganhar dinheiro e
gastar o mínimo possível?
•cada unidade de
alojamento precisa de
manutenção/refreshment
cada 5 ano...
•a partir de 10 quartos já
compensa ter lavandaria
interna com 2 máquinas de
10kg
•Basta 1/2 mulher p controle
de roupas. ...
clubes hoteleiros
& soft brands
Sessão 4, Lisboa
IDS– Internet Distribution Systems
1)Boutique Hotel

2)Lifestyle Hotel

3)Luxury Boutique
Hotel

4)Trendy/Modern
Hotel

5)Design Hotel

6)All Suites Hotels

...
descontos, experiências
•Percepção: interpretação de realidades
•Maslow
•Aprendizagem: alterações em resultado da
experiência/ vivência
•Atitude: ...
Revisão
Avaliação
Pós-Graduação Marketing e
Competitividade em Turismo
Análise Global do Turismo
Professora: Catarina Varão
skype: catarina....
Análise global do turismo  pg inp
Análise global do turismo  pg inp
Análise global do turismo  pg inp
Análise global do turismo  pg inp
Análise global do turismo  pg inp
Análise global do turismo  pg inp
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Análise global do turismo pg inp

495 visualizações

Publicada em

Módulo de Análise Global do Turismo enquadrado na Pós-Graduação 2015/16 INP de Marketinge e Competitividade em Turismo.
Professora: Catarina Varão

Publicada em: Estilo de vida
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
495
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
7
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
12
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Análise global do turismo pg inp

  1. 1. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  2. 2. Enquadramento Turismo a nível nacional e internacional Sessão 1, Lisboa
  3. 3. Resultados 1.º semestre 2015 | 1 Resultados 1.º semestre 2015 Portugal Algarve lidera em termos de dormidas (31,3% de quota) e cresceu 1% face a 2014. Lisboa no 2.º lugar com 5,6 milhões de dormidas, contribuiu com o maior acréscimo absoluto (+504,3 mil dormidas). Receitas turísticas atingiram 4,6 mil milhões de € (+12,2% que em 2014), dos quais 17,2% foram gerados pelo mercado britânico. Madeira (69%) e Lisboa (66,7%) registaram médias de ocupação-quarto superiores à média nacional que foi de 55,3% (+4,2 p.p. que em 2014). Estada média dos estrangeiros no País fixou-se em 3,3 noites e dos nacionais em 1,8 noites. Mais rentabilidade na hotelaria, com proveitos a crescerem acima das dormidas (exceto nos Açores). 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs. Quota Hóspedes (milhares) 7.706,2 8,5 603,7 100,0 Residentes Portugal 3.224,0 8,0 239,3 41,8 Residentes estrangeiro 4.482,2 8,9 364,4 58,2 Dormidas (milhares) 20.703,9 7,3 1.405,3 100,0 Residentes Portugal 5.822,0 6,8 371,9 28,1 Residentes estrangeiro 14.881,9 7,5 1.033,4 71,9 Proveitos (milhões €) 994,3 12,0 106,3 100,0 Aposento 694,1 13,8 84,3 69,8 Outros 300,2 7,9 22,0 30,2 RevPar (€) 29,7 11,2 3,0 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 14.881,9 7,5 1.033,4 100,0 Reino Unido 3.520,9 5,5 183,1 23,7 Alemanha 2.274,7 11,5 234,9 15,3 Espanha 1.271,5 1,0 13,1 8,5 França 1.466,4 15,0 191,3 9,9 Holanda 991,7 5,7 53,3 6,7 Brasil 650,2 4,2 26,0 4,4 Irlanda 506,0 6,0 28,7 3,4 Itália 405,1 27,9 88,4 2,7 EUA 403,2 15,4 53,9 2,7 Bélgica 350,2 14,7 44,8 2,4 Outros 3.042,0 4,0 115,9 20,4 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 4.584,2 12,2 498,2 100,0 Reino Unido 790,1 10,5 75,1 17,2 Alemanha 512,4 17,8 77,3 11,2 Espanha 553,7 15,5 74,3 12,1 França 678,5 7,1 44,7 14,8 Holanda 207,5 21,8 37,1 4,5 Brasil 192,0 6,9 12,4 4,2 Irlanda 105,5 -2,1 -2,3 2,3 Itália 87,6 32,9 21,7 1,9 EUA 208,1 3,5 7,1 4,5 Bélgica 130,0 21,2 22,7 2,8 Outros 1.118,8 12,9 128,1 24,4 2015/14 Norte Valor 2.614,5 Var 15/14 +14,2% Var abs 15/14 +325,7 Quota12,6% 4.ª posição Quota estrangeiros 52,3% A. M. Lisboa Valor 5.575,7 Var 15/14 +9,9% Var abs 15/14 +504,3 Quota 26,9% 2.ª posição Quota estrangeiros 75,9% Algarve Valor 6.469,7 Var 15/14 +1,0% Var abs 15/14 +62,4 Quota 31,3% 1.ª posição Quota estrangeiros 81,0% Alentejo Valor 575,6 Var 15/14 +7,9% Var abs 15/14 +42,2 Quota 2,8% 6.ª posição Quota estrangeiros 34,0% Açores Valor 509,2 Var 15/14 +23,0% Var abs 15/14 +95,1 Quota 2,5% 7.ª posição Quota estrangeiros 52,8% Madeira Valor 3.085,8 Var 15/14 +5,3% Var abs 15/14 +154,4 Quota 14,9% 3.ª posição Quota estrangeiros 91,4% Centro Valor 1.873,2 Var 15/14 +13,4% Var abs 15/14 +221,3 Quota 9,0% 5.ª posição Quota estrangeiros 40,2% Dormidas totais em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros Jan-jun [milhares] Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Principais indicadores em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Dormidas do estrangeiro em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros [milhares] Dados provisórios (14-08-2015) Fonte: INE Receitas Turísticas, rubrica “Viagens e Turismo” da Balança de Pagamentos [milhões €] Dados provisórios (20/08/2015) Fonte: Banco de Portugal Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  4. 4. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão 14,2% 13,4% 9,9% 7,9% 1,0% 23,0% 5,3% 7,3% 22,9% 15,3% 14,9% 11,8% 8,6% 22,3% 11,0% 13,8% Norte Centro A. M. Lisboa Alentejo Algarve Açores Madeira Portugal Dormidas totais Proveitos aposento 54,6% 59,9% 57,1% 47,4% 43,6% 63,9% 48,9% 55,3% 33,8 € 61,4 € 33,5 € 22,3 € 19,2 € 27,5 € 41,3 € 29,7 € H H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P TOTAL Taxa ocupação- quarto (%) RevPar (€) Taxas de ocupação- quarto e RevPar por tipologias de alojamento 2015 (jan-jun) Dados provisórios (14/08/2015) 2.486,8 6.093,8 2.770,5 1.233,4 2.940,7 181,8 790,0 1.674,9 2.737,1 6.640,7 3.082,6 1.388,4 2.987,3 209,2 834,8 1.690,2 H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P ALD APT 2014 2015 Quota da procura externa 2015 (jan-jun) 243,9 285,7 99,7 38,3 98,0 14,0 31,6 34,9 276,7 326,8 109,3 44,9 103,2 16,6 33,0 40,3 H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P ALD APT 2014 2015 Resultados 1.º semestre 2015 | 2 Fonte: INE Fonte: INE Resultados 1.º semestre 2015 Portugal Quota proveitos de aposento 2015 (jan-jun) 68,7%79,9%70,2%61,5% 84,2% 74,1%60,8% 78,2% 78,8%83,2%66,9%50,5%83,5% 60,2%72,8% 80,3% Proveitos totais por tipologias de alojamento Jan-jun [milhões €] Dados provisórios (14/08/2015) Dormidas totais por tipologias de alojamento Jan-jun [milhares] Dados provisórios (14/08/2015) Dormidas totais e proveitos de aposento por NUTS II Var.% 2015/14 (jan-jun) Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Fonte: INE
  5. 5. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão 49,9% 56,8% 48,9% 48,8% 49,1% 49,4% 47,9% 49,9% 27,2 € 56,4 € 30,2 € 18,8 € 18,3 € 21,7 € 46,1 € 25,2 € H H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P TOTAL Taxa de ocupação- quarto (%) RevPar (€) Taxas de ocupação- quarto e RevPar por tipologias de alojamento 2015 (jan-jun) Dados provisórios (14/08/2015) 25.585,1 38.730,5 16.951,8 11.378,4 1.302,2 4.007,0 49,3 242,5 28.980,4 48.161,2 19.124,2 14.101,2 1.448,3 4.829,0 276,3 441,7 H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P ALD APT 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) 273,4 773,6 494,9 409,6 38,5 45,3 2,2 9,0 297,5 920,1 569,2 476,1 40,9 50,7 4,6 16,3 H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P ALD APT 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) Quota da procura externa (2015) Resultados 1.º semestre 2015 | 3 Resultados 1.º semestre 2015 Norte 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs. Quota Hóspedes (milhares) 1.516,0 13,9 184,6 100,0 Residentes Portugal 848,6 9,3 72,4 56,0 Residentes estrangeiro 667,4 20,2 112,2 44,0 Dormidas (milhares) 2.614,5 14,2 325,7 100,0 Residentes Portugal 1.246,0 10,3 116,4 47,7 Residentes estrangeiro 1.368,5 18,1 209,3 52,3 Proveitos (milhões €) 124,5 18,1 19,1 100,0 Aposento 90,7 22,9 16,9 72,9 Outros 33,8 6,9 2,2 27,1 RevPar (€) 25,2 20,0 4,2 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 1.368,5 18,1 209,3 100,0 Reino Unido 86,1 22,2 15,7 6,3 Alemanha 124,5 14,4 15,7 9,1 Espanha 281,1 18,1 43,1 20,5 França 219,4 29,6 50,1 16,0 Holanda 51,8 26,3 10,8 3,8 Brasil 134,0 2,1 2,8 9,8 Irlanda 9,7 39,2 2,7 0,7 Itália 60,0 13,6 7,2 4,4 EUA 48,3 26,5 10,1 3,5 Bélgica 42,7 16,7 6,1 3,1 Outros 310,9 16,9 45,0 22,7 2015/14 57,0%30,2%69,2%46,1%70,2% 46,7%59,0% 58,1% Quota proveitos de aposento (2015) 87,7%81,2%72,5%63,0% 85,6% 48,5%58,0% 92,9% Fonte: INE Proveitos totais por tipologias de alojamento [milhares €] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Dormidas totais por tipologias de alojamento [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Principais indicadores em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Dormidas do estrangeiro em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Fonte: INE Fonte: Turismo de Portugal; INE Hóspedes nacionais em maior número nas unidades hoteleiras do Norte (56% do total), mas foram os estrangeiros que permaneceram mais tempo (52,3% das dormidas); 2,1 noites foi a estada média registada pelo mercado externo, no semestre. Dormidas de estrangeiros originaram o aumento relativo mais acentuado do País (+18,1%), que se traduziu em mais 209,3 mil dormidas, face ao período homólogo de 2014. Espanha, França, Brasil, Alemanha e Reino Unido foram responsáveis por 845 mil dormidas na região (+18% face a 2014) e mantêm neste semestre a quota de 62%, face ao total de dormidas de estrangeiros. Hotéis de 5* e pousadas assinalaram os rácios de RevPar mais elevados (56,4€ e 46,1€, respetivamente) e com crescimentos homólogos significativos (+10,7€ e +7,4€, respetivamente). Foram também os hotéis de 5* que registaram a média de ocupação-quarto mais alta (56,8%).
  6. 6. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão 4.287,8 23.615,4 22.355,0 5.858,8 2.421,8 2.148,6 1.062,5 685,3 6.848,6 27.839,2 24.120,2 6.865,2 2.554,9 2.967,7 1.417,6 1.049,4 H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P ALD APT 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) 50,0 474,2 624,2 197,4 58,1 31,5 29,9 23,8 57,3 555,9 680,3 230,6 62,6 42,7 31,9 30,9 H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P ALD APT 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) Quota da procura externa (2015) 34,8% 39,1% 40,0% 30,9% 31,8% 37,1% 44,5% 35,0% 15,7 € 35,2 € 20,3 € 13,6 € 10,4 € 22,7 € 29,4 € 15,0 € H H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P TOTAL Taxa de ocupação- quarto (%) RevPar (€) Resultados 1.º semestre 2015 | 4 Resultados 1.º semestre 2015 Centro 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs. Quota Hóspedes (milhares) 1.134,7 15,5 152,2 100,0 Residentes Portugal 737,6 15,2 97,1 65,0 Residentes estrangeiro 397,1 16,1 55,1 35,0 Dormidas (milhares) 1.873,2 13,4 221,3 100,0 Residentes Portugal 1.119,4 14,6 143,0 59,8 Residentes estrangeiro 753,8 11,6 78,3 40,2 Proveitos (milhões €) 80,6 17,0 11,7 100,0 Aposento 53,2 15,3 7,1 66,0 Outros 27,4 20,5 4,6 34,0 RevPar (€) 15,0 8,7 1,2 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 753,8 11,6 78,3 100,0 Reino Unido 33,4 26,0 6,9 4,4 Alemanha 55,2 14,2 6,9 7,3 Espanha 185,1 -1,0 -1,8 24,6 França 107,4 30,5 25,1 14,2 Holanda 22,5 33,6 5,7 3,0 Brasil 58,6 10,5 5,6 7,8 Irlanda 9,8 9,2 0,8 1,3 Itália 40,5 16,3 5,7 5,4 EUA 24,7 -16,0 -4,7 3,3 Bélgica 18,3 11,5 1,9 2,4 Outros 198,3 15,3 26,2 26,3 2015/14 34,2%37,6%40,6%34,9%63,4% 46,1%37,0% 39,4% Quota proveitos de aposento (2015) 74,4%71,3%64,3%42,5% 80,7% 67,2%60,0% 59,8% Principais indicadores em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Dormidas do estrangeiro em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Fonte: INE Proveitos totais por tipologias de alojamento [milhares €] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Dormidas totais por tipologias de alojamento [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Taxas de ocupação- quarto e RevPar por tipologias de alojamento 2015 (jan-jun) Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Fonte: Turismo de Portugal; INE Residentes em Portugal foram maioritários, quer em hóspedes (65% do total), quer nas dormidas que originaram no semestre (60% do total) mas estada média dos estrangeiros supera a dos residentes (respetivamente 1,8 e 1,5 noites). Dormidas de nacionais assinalaram o aumento absoluto mais acentuado do País (+143 mil dormidas, ou seja, +14,6% que em 2014). Espanha, França, Brasil, Alemanha e Itália foram os 5 principais mercados emissores de dormidas da região. As 446,8 mil dormidas que originaram representaram 59% do mercado externo e subiram 20%. Pousadas registaram a média de ocupação mais elevada (44,5%), mas foram os hotéis de 5* a evidenciarem o RevPar mais acentuado (35,2€).
  7. 7. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão 113.082,0 109.513,8 35.698,9 14.566,9 14.286,0 2.988,3 2.429,7 1.219,0 130.902,5 124.270,5 41.354,5 16.787,2 15.213,1 3.347,7 2.580,1 1.111,4 H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P ALD APT 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) 920,8 2.110,4 912,4 416,5 277,7 27,0 61,8 25,5 1.024,8 2.289,5 1.065,9 458,6 298,5 32,4 62,0 27,7 H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P ALD APT 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) Quota da procura externa (2015) 67,1% 64,3% 67,8% 68,8% 69,5% 60,1% 55,7% 66,7% 51,1 € 75,6 € 46,0 € 41,0 € 33,6 € 33,2 € 62,0 € 48,1 € H H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P TOTAL Taxa de ocupação- quarto (%) RevPar (€) Resultados 1.º semestre 2015 | 5 Resultados 1.º semestre 2015 Área Metropolitana de Lisboa 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs. Quota Hóspedes (milhares) 2.419,2 7,4 166,2 100,0 Residentes Portugal 773,2 3,1 23,4 32,0 Residentes estrangeiro 1.646,0 9,5 142,8 68,0 Dormidas (milhares) 5.575,7 9,9 504,3 100,0 Residentes Portugal 1.342,5 4,6 59,0 24,1 Residentes estrangeiro 4.233,2 11,8 445,3 75,9 Proveitos (milhões €) 345,1 13,8 41,9 100,0 Aposento 253,6 14,9 32,9 73,5 Outros 91,5 10,9 9,0 26,5 RevPar (€) 48,1 11,3 4,9 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 4.233,2 11,8 445,3 100,0 Reino Unido 337,9 25,0 67,5 8,0 Alemanha 463,6 24,1 90,0 11,0 Espanha 433,1 -5,7 -26,3 10,2 França 517,0 17,7 77,7 12,2 Holanda 149,1 21,2 26,1 3,5 Brasil 404,3 5,1 19,5 9,6 Irlanda 66,8 19,4 10,8 1,6 Itália 249,5 45,3 77,8 5,9 EUA 234,4 17,9 35,5 5,5 Bélgica 115,5 14,3 14,4 2,7 Outros 1.262,0 4,3 52,3 29,8 2015/14 75,5%64,9%84,4%65,5%86,9% 76,5%75,0% 76,8% Quota proveitos de aposento (2015) 73,9%87,0%76,4%63,3% 86,4% 76,8%60,4% 97,5% Principais indicadores em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Dormidas do estrangeiro em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Fonte: INE Proveitos totais por tipologias de alojamento [milhares €] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Dormidas totais por tipologias de alojamento [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Taxas de ocupação- quarto e RevPar por tipologias de alojamento 2015 (jan-jun) Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Fonte: Turismo de Portugal; INE Lisboa foi a 1.ª região do País em termos de dormidas de residentes (23% do total nacional) e a 2.ª quando a referência é o mercado externo (28,4%). Dormidas de estrangeiros assinalaram o aumento absoluto mais acentuado do País (+445,3 mil dormidas, ou seja, +11,8% que em 2014) e representaram 75,9% face ao movimento global na região . A estada média do mercado externo foi de 2,6 noites (1,7 noites no caso do mercado interno). França, Alemanha, Espanha, Brasil e Reino Unido constituíram o TOP 5 da região de Lisboa no 1.º semestre deste ano com 2,2 milhões de dormidas. Este grupo, com 51% de quota na procura externa, subiu 11,8%, face ao mesmo período de 2014. Hotéis de 5 e 4* da região geraram, em conjunto, 255,2 milhões de € de proveitos, que representaram 42% dos proveitos em Portugal, nessas duas categorias .
  8. 8. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão 2.243,2 6.909,1 3.808,5 2.817,6 4.216,9 2.654,2 905,2 3.186,6 7.970,3 4.110,1 2.899,4 4.351,2 2.970,7 842,0 H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P ALD (a) APT 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) 29,6 125,5 113,4 80,7 85,5 42,4 18,4 42,7 146,2 119,6 83,3 82,5 46,2 21,4 H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P ALD (a) APT 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) Quota da procura externa (2015) 38,6% 34,7% 47,0% 34,4% 38,7% 43,9% 46,2% 39,4% 20,2 € 31,4 € 27,3 € 13,7 € 17,4 € 24,6 € 36,3 € 18,1 € H H 5* H 4* H 3* H 2* e 1* H A P TOTAL Taxa de ocupação- quarto (%) RevPar (€) Resultados 1.º semestre 2015 | 6 Resultados 1.º semestre 2015 Alentejo 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs. Quota Hóspedes (milhares) 344,3 9,7 30,6 100,0 Residentes Portugal 234,7 9,0 19,5 68,2 Residentes estrangeiro 109,6 11,3 11,1 31,8 Dormidas (milhares) 575,6 7,9 42,2 100,0 Residentes Portugal 379,8 8,6 30,0 66,0 Residentes estrangeiro 195,8 6,7 12,2 34,0 Proveitos (milhões €) 27,9 10,9 2,7 100,0 Aposento 18,8 11,8 2,0 67,4 Outros 9,1 9,0 0,7 32,6 RevPar (€) 18,1 8,4 1,4 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 195,8 6,7 12,2 100,0 Reino Unido 16,7 32,9 4,1 8,5 Alemanha 15,3 3,8 0,6 7,8 Espanha 33,5 -10,8 -4,0 17,1 França 25,6 -6,4 -1,7 13,1 Holanda 12,5 51,4 4,2 6,4 Brasil 18,9 -10,0 -2,1 9,7 Irlanda 1,3 6,3 0,1 0,7 Itália 5,7 30,2 1,3 2,9 EUA 12,4 23,7 2,4 6,3 Bélgica 6,2 35,0 1,6 3,2 Outros 47,7 13,9 5,7 24,4 2015/14 32,1%45,0%62,1%33,1%26,5% 28,1%40,5% 27,2% Quota proveitos de aposento (2015) 72,4%79,1%61,8%55,0% 75,9% 83,9%63,1% 90,6% Principais indicadores em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Dormidas do estrangeiro em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE (a) Valor confidencial Fonte: INE Proveitos totais por tipologias de alojamento [milhares €] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Dormidas totais por tipologias de alojamento [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Taxas de ocupação- quarto e RevPar por tipologias de alojamento 2015 (jan-jun) Dados provisórios (14/08/2015) (a) Valor confidencial Fonte: INE Fonte: Turismo de Portugal; INE Residentes em Portugal predominaram na região, quer em hóspedes (68,2% do total), quer nas dormidas que originaram no semestre (66% do total). Contudo, a estada média dos estrangeiros supera a dos residentes (1,8 e 1,6 noites, respetivamente). Dormidas de nacionais ascenderam a 379,8 mil dormidas e aumentaram 8,6% (+30 mil dormidas), quando se compara com o período homólogo de 2014. Espanha, França, Brasil, Reino Unido e Alemanha foram os 5 principais mercados emissores de dormidas e as 110 mil dormidas que originaram representaram 56% do mercado externo. Este grupo registou, contudo, uma diminuição de 2,8% nas dormidas do semestre. Pousadas e hotéis de 5* apresentaram o RevPar mais elevado (36,3 e 31,4€, respetivamente), mas foram os hotéis de 4* que atingiram a média de ocupação -quarto mais alta (47%).
  9. 9. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão 58.011,5 53.699,8 14.184,0 2.024,3 43.043,4 1.818,8 27.053,7 30.259,6 59.651,6 60.578,9 13.127,3 2.036,1 44.344,4 2.018,7 27.736,3 34.617,2 H 5* H 4* H 3* H 2* H A P ALD APT 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) 655,7 1.321,4 406,0 79,7 1.609,7 28,6 666,7 1.536,2 680,3 1.368,5 399,2 77,3 1.583,9 30,1 703,0 1.518,8 H 5* H 4* H 3* H 2* H A P ALD APT 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) Quota da procura externa (2015) 52,3% 49,3% 54,8% 51,3% 42,8% 68,7% 55,7% 54,0% 33,3 € 50,0 € 29,4 € 22,3 € 15,8 € 24,8 € 50,1 € 25,2 € H H 5* H 4* H 3* H 2* H A P TOTAL Taxa de ocupação- quarto (%) RevPar (€) Resultados 1.º semestre 2015 | 7 Resultados 1.º semestre 2015 Algarve 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs. Quota Hóspedes (milhares) 1.540,3 0,2 2,7 100,0 Residentes Portugal 431,2 1,9 8,1 28,0 Residentes estrangeiro 1.109,1 -0,5 -5,4 72,0 Dormidas (milhares) 6.469,7 1,0 62,4 100,0 Residentes Portugal 1.228,3 -1,2 -14,9 19,0 Residentes estrangeiro 5.241,4 1,5 77,3 81,0 Proveitos (milhões €) 247,1 6,2 14,3 100,0 Aposento 169,7 8,6 13,5 68,7 Outros 77,4 1,1 0,8 31,3 RevPar (€) 25,2 9,1 2,1 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 5.241,4 1,5 77,3 100,0 Reino Unido 2.282,8 -0,2 -4,4 43,6 Alemanha 708,1 6,3 42,0 13,5 Espanha 289,3 0,6 1,8 5,5 França 234,3 18,7 36,9 4,5 Holanda 623,1 0,3 1,9 11,9 Brasil 22,1 5,8 1,2 0,4 Irlanda 406,3 2,5 9,8 7,8 Itália 25,0 1,7 0,4 0,5 EUA 43,2 8,1 3,2 0,8 Bélgica 86,6 12,9 9,9 1,7 Outros 520,6 -4,7 -25,4 9,9 2015/14 81,1%86,7%86,0%61,1%81,6% 65,8%85,4% 79,2% Quota proveitos de aposento (2015) 73,0%72,3%64,3%60,3% 89,5% 74,5%67,3% 76,9% Principais indicadores em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Dormidas do estrangeiro em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Fonte: INE Proveitos totais por tipologias de alojamento [milhares €] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Dormidas totais por tipologias de alojamento [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Taxas de ocupação- quarto e RevPar por tipologias de alojamento 2015 (jan-jun) Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Fonte: Turismo de Portugal; INE Algarve foi a 1.ª região do País em termos de dormidas de estrangeiros (35,2% do total nacional) e a 2.ª relativamente às dormidas de residentes em Portugal (21,1%). 81% das dormidas do semestre tiveram origem no mercado externo (5,2 milhões de dormidas), que aumentaram 1,5% face ao 1.º semestre de 2014 (+77,3 mil dormidas). O mercado externo originou uma estada média de 4,7 noites, contra 2,8 dos nacionais. Reino Unido, Alemanha, Holanda, Irlanda e Espanha constituíram o TOP 5 da região com 4,3 milhões de dormidas (+1,2%, ou seja, + 51,1 mil dormidas que em 2014). Este grupo representa 82,2% do total de dormidas de estrangeiros. A quebra do Reino Unido (-4,4 mil dormidas) determinou a evolução apresentada no conjunto destes países. Hotéis-apartamentos registaram a taxa de ocupação mais elevada (68,7%) e hotéis de 5* e pousadas alcançaram o maior valor de RevPar (50€).
  10. 10. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão Taxas de ocupação- quarto e RevPar por tipologias de alojamento 2015 (jan-jun) Dados provisórios (14/08/2015) (a) Valor confidencial 45,4% 44,0% 47,4% 35,8% 47,4% 36,4% 45,5% 19,9 € 22,7 € 17,9 € 13,6 € 34,9 € 25,1 € 20,1 € H H 5* (a) H 4* H 3* H 2* H1* (a) H A P TOTAL Taxa de ocupação- quarto (%) RevPar (€) 11.422,2 2.956,5 1.059,1 573,0 13.974,7 3.153,1 1.273,3 637,2 H 5* (a) H 4* H 3* H 2* H 1* (a) H A P (a) APT (a) 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) 260,4 79,9 31,8 14,3 323,6 94,7 38,2 16,0 H 5* (a) H 4* H 3* H 2* H 1* (a) H A P (a) APT (a) 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) Quota da procura externa (2015) Resultados 1.º semestre 2015 | 8 Resultados 1.º semestre 2015 Açores 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs. Quota Hóspedes (milhares) 177,0 25,9 36,4 100,0 Residentes Portugal 101,6 27,0 21,6 57,4 Residentes estrangeiro 75,4 24,4 14,8 42,6 Dormidas (milhares) 509,2 23,0 95,1 100,0 Residentes Portugal 240,2 30,1 55,5 47,2 Residentes estrangeiro 269,0 17,2 39,6 52,8 Proveitos (milhões €) 20,4 20,4 3,5 100,0 Aposento 14,8 22,3 2,7 72,5 Outros 5,6 15,8 0,8 27,5 RevPar (€) 20,1 19,6 3,3 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 269,0 17,2 39,6 100,0 Reino Unido 17,3 45,1 5,4 6,4 Alemanha 78,5 24,2 15,3 29,2 Espanha 13,3 3,2 0,4 4,9 França 11,9 28,4 2,6 4,4 Holanda 24,7 6,3 1,5 9,2 Brasil 2,1 13,0 0,2 0,8 Irlanda 1,3 81,8 0,6 0,5 Itália 6,7 84,7 3,1 2,5 EUA 30,7 37,2 8,3 11,4 Bélgica 9,2 12,2 1,0 3,4 Outros 73,3 1,6 1,2 27,2 2015/14 81,1%86,7%86,0%40,3%55,3% 51,1%65,9% 79,2% Quota proveitos de aposento (2015) 100,0%85,3%67,3%65,6% 77,6% 60,3%96,2% 88,9% Principais indicadores em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Dormidas do estrangeiro em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE (a) Valor confidencial Fonte: INE Proveitos totais por tipologias de alojamento [milhares €] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Dormidas totais por tipologias de alojamento [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) (a) Valor confidencial Fonte: INE Fonte: Turismo de Portugal; INE Açores registou o maior aumento percentual do País em relação aos hóspedes nas unidades hoteleiras (+25,9%) e às dormidas geradas (+23%). A estada média de estrangeiros na região foi de 3,6 noites e a de nacionais de 2,4 noites. Liberalização do espaço aéreo e o início das companhias aéreas low cost em S. Miguel justificam aumentos alcançados. Destaca-se, contudo, que ao contrário das restantes regiões, o aumento das dormidas (+23%) foi superior ao dos proveitos gerados (+20,4%). Alemanha, EUA, Holanda, Reino Unido e Suécia foram responsáveis por 167,8 mil dormidas na região (+21,8% face ao 1.º semestre de 2014) e incrementaram a sua representação para 62,4%, face ao total de dormidas de estrangeiros. Hotéis de 3* e hotéis-apartamentos registaram as taxas de ocupação superiores (47,4%), com esta última tipologia mencionada a alcançar o RevPar mais elevado (34,9€).
  11. 11. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão 70,9% 71,5% 71,2% 66,4% 13,5% 65,2% 68,5% 41,6 € 60,3 € 34,6 € 23,4 € 21,3 € 31,6 € 38,3 € H H 5* H 4* H 3* H 2* H1* (a) H A P (a) TOTAL Taxa de ocupação- quarto (%) RevPar (€) Taxas de ocupação- quarto e RevPar por tipologias de alojamento 2015 (jan-jun) Dados provisórios (14/08/2015) (a) Valor confidencial 1.028,3 139,9 11,8 856,8 1.036,9 153,7 15,1 903,0 H 5* (a) H 4* H 3* H 2* H 1* (a) H A P (a) APT (a) 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) Quota da procura externa (2015) 41.846,1 3.766,2 390,7 32.169,1 44.024,1 4.275,1 550,8 34.959,3 H 5* (a) H 4* H 3* H 2* H 1* (a) H A P (a) APT (a) 2014 (jan-jun) 2015 (jan-jun) Resultados 1.º semestre 2015 | 9 Resultados 1.º semestre 2015 Madeira 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs. Quota Hóspedes (milhares) 574,8 5,7 31,1 100,0 Residentes Portugal 97,2 -2,8 -2,7 16,9 Residentes estrangeiro 477,6 7,6 33,8 83,1 Dormidas (milhares) 3.085,8 5,3 154,4 100,0 Residentes Portugal 265,6 -6,1 -17,1 8,6 Residentes estrangeiro 2.820,2 6,5 171,5 91,4 Proveitos (milhões €) 148,8 9,6 13,0 100,0 Aposento 93,3 11,0 9,2 62,7 Outros 55,5 7,3 3,8 37,3 RevPar (€) 38,3 10,7 3,7 2015/14 2015 2015 jan-jun Var. % Var. Abs Quota Total 2.820,2 6,5 171,5 100,0 Reino Unido 746,8 13,3 87,9 26,5 Alemanha 829,6 8,4 64,6 29,4 Espanha 36,0 0,1 0,0 1,3 França 350,8 0,2 0,6 12,4 Holanda 108,1 3,0 3,2 3,8 Brasil 10,2 -10,6 -1,2 0,4 Irlanda 10,8 55,9 3,9 0,4 Itália 17,6 -28,9 -7,1 0,6 EUA 9,6 -9,0 -0,9 0,3 Bélgica 71,6 16,0 9,9 2,5 Outros 629,1 1,7 10,6 22,3 2015/14 70,9%94,8%92,5%61,6%92,1% 81,8%92,2% 93,9% Quota proveitos de aposento (2015) 61,4%75,7%64,6%60,1% 66,3% 43,2%58,6% 89,1% Principais indicadores em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE Dormidas do estrangeiro em estabelecimentos hoteleiros, aldeamentos e apartamentos turísticos e outros [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: INE (a) Valor confidencial Fonte: INE Proveitos totais por tipologias de alojamento [milhares €] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Dormidas totais por tipologias de alojamento [milhares] 2015 Dados provisórios (14/08/2015) Fonte: Turismo de Portugal; INE (a) Valor confidencial Fonte: INE Madeira ocupou o 3.º lugar no ranking nacional , com 2,8 milhões de dormidas de estrangeiros, que representam 19% das dormidas de não residentes em Portugal. Evolução da região foi favorável face ao período homólogo do ano passado (+5,3%, ou seja, +154,4 mil dormidas), assenta unicamente no aumento do mercado externo (+6,5%), que representou 91,4% da procura global. Os nacionais apresentaram um decréscimo de 6,1%. Alemanha, Reino Unido, França, Holanda e Dinamarca foram responsáveis por 2,1 milhões de dormidas e uma quota na procura externa de 76%. Face a 2014 este grupo de mercados cresceu 9% (+177,7 mil dormidas), fundamentalmente devido à evolução da Alemanha e do Reino Unido que concentraram 56% das suas dormidas. Hotéis de 5* com os valores mais elevados de ocupação quarto e de RevPar (71,5% e 60,3€).
  12. 12. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão Arrivals reached 1,138 millions 2014 with 4.7% increase over 2013. Forecast grow 3-4% in 2015 Europe: 588 millions (4%) Asia Pacific: 263 millions (7%) Americas: 181 millions (7%) Middle East: 50 millions (4%) Africa: 56 millions (3%)
  13. 13. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  14. 14. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão International Tourist Arrivals Market Change Average annual (million) share (%) (%) growth (%) 1990 1995 2000 2005 2010 2013 2014* 2014* 12/11 13/12 14*/13 ‘05-’14* World 435 527 674 809 949 1,087 1,133 100 4.2 4.6 4.3 3.8 Advanced economies¹ 296 336 420 466 513 586 619 54.7 4.0 4.7 5.8 3.2 Emerging economies¹ 139 191 253 343 435 501 513 45.3 4.4 4.5 2.4 4.6 By UNWTO regions: Europe 261.5 304.7 386.4 453.0 488.9 566.4 581.8 51.4 3.9 4.9 2.7 2.8 Northern Europe 28.7 36.4 44.8 59.9 62.8 67.4 71.3 6.3 1.5 2.9 5.9 2.0 Western Europe 108.6 112.2 139.7 141.7 154.4 170.8 174.5 15.4 3.6 2.8 2.2 2.3 Central/Eastern Europe 33.9 58.1 69.3 95.1 98.4 127.3 121.1 10.7 9.1 7.7 -4.9 2.7 Southern/Medit. Europe 90.3 98.0 132.6 156.4 173.3 201.0 214.9 19.0 1.9 5.6 6.9 3.6 - of which EU-28 230.1 268.0 330.5 367.9 384.3 433.8 455.1 40.2 3.0 4.0 4.9 2.4 Asia and the Pacific 55.8 82.1 110.3 154.0 205.4 249.8 263.3 23.2 6.9 6.8 5.4 6.1 North-East Asia 26.4 41.3 58.3 85.9 111.5 127.0 136.3 12.0 6.0 3.4 7.3 5.3 South-East Asia 21.2 28.5 36.3 49.0 70.5 94.3 96.7 8.5 8.7 11.3 2.6 7.9 Oceania 5.2 8.1 9.6 10.9 11.4 12.5 13.2 1.2 4.2 4.6 5.7 2.1 South Asia 3.1 4.2 6.1 8.1 12.0 16.0 17.1 1.5 5.9 11.4 6.8 8.6 Americas 92.8 109.1 128.2 133.3 150.1 167.5 181.0 16.0 4.5 3.1 8.0 3.5 North America 71.8 80.7 91.5 89.9 99.5 110.2 120.4 10.6 4.1 3.6 9.2 3.3 Caribbean 11.4 14.0 17.1 18.8 19.5 21.1 22.4 2.0 3.1 2.8 6.2 2.0 Central America 1.9 2.6 4.3 6.3 7.9 9.1 9.6 0.8 7.3 2.6 5.6 4.8 South America 7.7 11.7 15.3 18.3 23.1 27.1 28.6 2.5 6.3 1.5 5.4 5.1 Africa 14.7 18.7 26.2 34.8 49.5 54.4 55.7 4.9 4.8 4.7 2.4 5.4 North Africa 8.4 7.3 10.2 13.9 18.8 19.6 19.8 1.7 8.7 6.0 0.9 4.0 Subsaharan Africa 6.3 11.5 16.0 20.9 30.8 34.7 35.9 3.2 2.8 4.1 3.3 6.2 Middle East 9.6 12.7 22.4 33.7 54.7 48.4 51.0 4.5 -5.3 -3.1 5.4 4.7 Source: World Tourism Organization (UNWTO) © (Data as collected by UNWTO May 2015) ¹ Classification based on the International Monetary Fund (IMF), see the Statistical Annex of the IMF World Economic Outlook of April 2015, page 150, at www.imf.org/external/ns/cs.aspx?id=29.
  15. 15. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão Inbound tourism by mode of transport, 2014* (share) Source: World Tourism Organization (UNWTO) © Air 54% Road 39% Rail 2% Water 5% Inbound tourism by purpose of visit, 2014* (share) Source: World Tourism Organization (UNWTO) © VFR, health, religion, other 27% Leisure, recreation and holidays 53% Business and professional 14% Not specified 6% International Tourism Local currencies Market Population Expenditure Rank Expenditure (US$ billion) change (%) share (%) (million) per capita (US$) 2013 2014* 13/12 14*/13 2014* 2014 2014* 1 China 128.6 164.9 23.8 27.1 13.2 1,368 121 2 United States 104.1 110.8 3.8 6.4 8.9 319 347 3 Germany 91.4 92.2 5.7 0.9 7.4 81 1,137 4 United Kingdom 52.7 57.6 3.5 3.8 4.6 65 893 5 Russian Federation 53.5 50.4 28.9 13.7 4.0 144 351 6 France 42.9 47.8 3.9 11.3 3.8 64 747 7 Canada 35.2 33.8 3.2 3.3 2.7 35 951 8 Italy 27.0 28.8 -1.0 6.9 2.3 60 481 9 Australia 28.6 26.3 9.4 -1.7 2.1 24 1,114 10 Brazil 25.0 25.6 24.1 11.7 2.1 203 126 Source: World Tourism Organization (UNWTO) © (Data as collected by UNWTO May 2015)
  16. 16. Marketing Online en el Sector Hotelero ADPROSUMER advertiser + producer + consumer
  17. 17. 1.0: publicação unilateral, uso comercial. Páginas web informativas. Eu publico- tu lês. 1.5: redes sociais com criação de grupos de discussão. Páginas web dinâmicas. Eu publico, tu respondes. 2.0: publicação multi-direccional.Páginas web interactivas, online e em directo. Nós publicamos, nós lemos. webs Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  18. 18. Ingredientes de um bom website •non-flash •boas fotos •possibilidade de reserva rápida •acessibilidade e navegabilidade •línguas •currency •photo gallery •postcard send •integração redes sociais •integração google maps Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  19. 19. transparência na informação; preços claros, objectivos sem esquemas C2C: potenciar laços de CRM vestindo a pele de consumidor e com a força de outros consumidores- força positiva, colaboração economia de tempo velocidade, navegabilidade previsibilidade: recurso a informação previsível Turismo 2.0: princípios de sucesso Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  20. 20. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  21. 21. link a link adprosumer keywords, metadata, tags e hashtags (Instagram, twitter) # e @ cloud Turismo 2.0: princípios de sucesso Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  22. 22. redes e ferramentas...
  23. 23. Video Marketing 
 youtube, podcasts, tendências
  24. 24. Vídeo exemplo: InterContinental, design hotels made by originals, small luxury...
  25. 25. viagens já viajadas... pré-viagens
  26. 26. era da informação: trade, revistas especializadas, newsletters era do “especialism” (ex: wikitravel) podcasts: itunes, apple, ipod tripadvisor forums clubes hoteleiros, associações, grupos páginas web próprias: layout novas tendências web
  27. 27. youtube, vimeo, tripfilms forum, blog, website próprio marketing relacional redes sociais publicidade boca-a-boca cartaz: estar/existir consumidor manda Canais de Distribuição/ Posicionamento Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  28. 28. Redes sociais
 ferramentas, utilização, gestão
  29. 29. cliente: comercial fidelizar é mais barato que angariar página de fãs merchandising sim... mas “on request” relação com profissionais em rede redes e foruns como intranet rss feed: economizador tempo já encontro tudo mas quero...fazer-me ver posicionamento natural vs adwords google analytics facebook, twitter… Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  30. 30. tendências em turismo (hotelaria, animação & restauração) Sessão 2, Lisboa
  31. 31. • classe executiva/ turística • és mais feliz agora? • quanto mais sabemos, mais infelizes somos... • clientes mais sabem, mais exigem ignorância produz felicidade
  32. 32. _O cliente é cada vez mais viajado e experiente e consequentemente mais exigente
  33. 33. ! mais cultos ! com mais inquietudes ! querem produtos alternativos ! tendências, modas ! conhecedores procedimentos, intermediários, sistemas de comissões... ! mais activos, buscam re- afirmar a sua presença ! preocupações ambientais ! mais para fazer e contar (divertir-se mais que descansar...) ! subjectividade palavra “divertir” e “descansar” ! quer estabelecer relações com o sítio onde vão (feel and touch), sentir os elementos, relacionar-se, criar amigos (sociável) exigências do “novo turista” Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  34. 34. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão LONDRES SUÍÇA
  35. 35. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão HOTEL BURJ AL ARAB – 7 ESTRELAS
  36. 36. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão Ein Bett in Kornfeld
  37. 37. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão Propeller Island City Lodge Berlim
  38. 38. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão Library Hotel New York
  39. 39. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão Sleepbox- Aeroporto Paris
  40. 40. novas tendências: porquê? • viagens já viajadas • turista viajado e experiente • globalização • low cost • internet • hábitos, mentalidades, consumos • rotina de trabalho: múltiplos trabalhos • preocupação ambiental • preocupação física
  41. 41. que novas tendências e oportunidades? experiências viagens de mota unidades rurais, de charme classificação hoteleira distinta associação a um clube ou soft-brand taking the slow road, slow food estado flow novos geradores de negócio turismo sénior solo traveller
  42. 42. _Os valores sociais mudaram: “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades”
  43. 43. ! millennials ! self-sufficient travellers ! sustainability: eco- friendly practices ! emerging new business: Uber, Airbnb ! global worldview: transparency, human migration, skilled & trained employees ! fewer people more data >> Hospitality NET tendências 2015 Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  44. 44. ! rise selected services: value proposition ! new all-inclusive offering: cost-centric product, budget-cost vacationers, experimental vacation ! alternative lodgings: lifestyle, design, trending ! customer demands changing: milleniels, mobile (m-commerce) >> Global Hospitality Insights 2015 - Ernst & Young Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão tendências 2015
  45. 45. ! Bleisure ! Video, video ! Rise of Local ! Content Marketing: Storytelling, Narrativa Visual, Season Offers, Local events & happenings ! Social Media power (ie: buclet challenge, selfie) ! SoMo: Social Mobile ! Targeting (if this, than that, cross interests) >> Leonardo Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão tendências 2015
  46. 46. modelos de exploração & rentabilidade em turismo Sessão 3, Lisboa
  47. 47. ! estabelecimentos hoteleiros de 1, 2, 3, 4, 5* ! aldeamentos turísticos ! apartamentos turísticos ! alojamento local ! parques de campismo ! turismo rural (hotel rural) ! turismo de habitação ! turismo de natureza tipologias de alojamento Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  48. 48. 50 Modalidades de integração vertical: agências, hotéis, companhia de aviação horizontal: a hotelaria: cadeias e consórcios hoteleiros; aviação: alianças estratégicas das operadoras) ex: Star Alliance diagonal: união empresas distintas, interdependência de bens e serviços em simultâneo, complementaridades de serviços, aproveitamento de sinergias; Imobiliárias, Seguros. Ex: Espírito Santo (aviação, operadores turísticos, bancos, hotelaria, termas.
  49. 49. 51 Modalidades de integração complementar: semelhante à diagonal, mas não oferece serviços fora da indústria turística. Ex: Iberia- Avis, Hertz, Companhia aérea, Hoteis (Meliá, Ocidental) franshising
  50. 50. 52 franshising: Estratégia utilizada pela administração que tem como propósito um sistema de venda de licença, onde o franqueador oferece a sua marca, infra-estrutura e conhecimento do negócio ao franqueado, que por sua vez, investe e trabalha na franquia e paga parte do facturamento ao franqueador sob a forma de royalities. Relação económica/empresarial em que o franchisador (detentor da marca) concede os seus direitos ao franchisado (autorizado a explorar a marca), mediante o pagamento de uma verba previamente acordada no contrato. Através deste contrato o franchisador pode utilizar a marca e tudo ao que à mesma está associado (produtos, serviços e infra-estruturas). As vantagem que resultam deste acordo são para ambos os partidos, pois o franchisado usufrui da reputação já alcançada pela marca sem ter a preocupação e o risco de iniciar o seu próprio negócio; e o franchisador expande o seu negócio para outros países e áreas de negócio.Forma de integração horizontal no sector de alojamento para aumentar as áreas de negócios. Ex: Choice
  51. 51. 53 Integração contratual consórcios centrais de reservas cadeias hoteleiras
  52. 52. •arrendamento •tipo de contrato pelo qual uma das partes concede à outro o usufruto temporário de um bem imóvel, mediante retribuição. •O contrato de arrendamento concede a um empresário a hipótese de explorar estabelecimentos que pertençam a outra empresa. A empresa proprietária de um imóvel cede por um preço e um período determinado as suas instalações à empresa hoteleira para que esta última desenvolva a actividade assumindo os riscos e o controle da exploração Definições e conceitos 1.1 definições
  53. 53. •contrato de gestão ou management •Difere do de Arrendamento pelo facto de a empresa proprietária de um ou vários estabelecimentos contratar apenas os serviços de gestão e administração. Neste caso é nomeado um director pela empresa gestora que se responsabiliza pelos resultados obtidos, enquanto a proprietária assume os riscos de exploração. ex: origem anos 70 Intercontinental Definições e conceitos 1.1 definições
  54. 54. 56 1. Contratos de Exploração perdem o atractivo da remuneração fixa 2. Contratos de Exploração perdem o atractivo da garantia 3. Contratos de Exploração não dão poder ao investidor 1. Contratos de Gestão dão um maior retorno ao investidor 2. Contratos de Gestão dão um maior poder ao investidor 3. Contratos de Gestão dão algumas garantias ao investidor 1. Contratos de Franchise dão maior autonomia ao investidor 2. Contratos de Franchise dão maior flexibilidade ao investidor algumas conclusões sobre contratos
  55. 55. descortinando a palavra yield definições yielder n. Synonyms: yield, relent, bow, defer2, submit, capitulate, succumb These verbs all mean to give in to what one can no longer oppose or resist. Yield has the widest application: My neighbor won't yield to reason. "The child ... soon yielded to the drowsiness" (Charles Dickens). in: thefreedictionary.com Yield management is the process of understanding, anticipating and influencing consumer behavior in order to maximize yield or profits from a fixed, perishable resource (such as airline seats or hotel room reservations). As a specific, inventory-focused branch of Revenue Management, Yield Management involves strategic control of inventory to sell it to the right customer at the right time for the right price. This process can result in price discrimination, where a firm charges customers consuming otherwise identical goods or services a different price for doing so. Yield management is a large revenue generator for several major industries; Robert Crandall, former Chairman and CEO of American Airlines, gave Yield Management its name and has called it "the single most important technical development in transportation management since we entered deregulation." [1] in: wikipedia.org
  56. 56. •Preocupações no yield •Disponibilidade é fixa •Disponibilidade é percível •Mercado é segmentado •Venda antecipada de disponibilidade •Procura é variável •Custos variáveis muito fracos (fixos enormes) •Preço é uma poderosa alavanca •Complexo de dumping em porl da sobrevivência yield management conceito & aplicação
  57. 57. • Custos & Dados na Hotelaria: • Bife da vazia; 9€/kg; 180gr em prato, custo do bife 3€, prato de 22 cm de diametro pode ser vendido a 10€, 20€, 35€---> guarnição? ambiente? serviço? qualidade confecção? • terreno não pode ultrapassar 7% do valor global do hotel • unidade de 5 milhões de euros= 200 quartos • valor de cada quarto: 120.000 numa unidade 3* (valor padrão) • se o valor for de 150.000 por quarto já estou próximo nível risco • PME- pequeno material de exploração tem aproximadamente 10 anos de vida útil • Material de decoração: 5 anos • Máquinas e Ar Condicionados: aproximadamente 15 anos (dependendo da humidade, manutenção, calcário, etc) yield management relativização dos números e valores
  58. 58. •Principios Gerais • A capacidade esgota-se no próprio dia! • Right Service, Right Customer, Right Time, Right Price • Utilização de estratégias com vista à obtenção do perfeito equilíbrio entre preço, disponibilidade e capacidade • Definição de uma estrutura de preços a aplicar • Calendar: capacidade de prever • Clock: altura em que a reserva é solicitada • Capacity: optimização da capacidade • Cost: fixação do (s) preço (s) adequados • Customer: a nossa razão de existir! • Os critérios de aplicação do YM variam consoante o tipo de unidade • Resort: tendência para um planeamento a longo prazo • Cidade: tendência para um planeamento a curto prazo yield management conceito & aplicação
  59. 59. Etapas do Yield Management ! Recolha de informação e Previsões ! Optimização do mix de mercado ! Tecnologia adequada ! Pricing ! Formação ! Esquemas de incentivo Riscos do Yield Management ! Incompreensão do mercado ! Mudança do mix para um nível de rentabilidade inferior ! Desconto não significa um aumento proporcional da receita ! Desmotivação do pessoal pelas limitações de preço impostas yield management etapas & riscos
  60. 60. situações • Cliente telefona para departamento de reservas pedindo desconto sobre tarifa single para a próxima Quarta-Feira. • Pergunta: Aceitamos esta reserva? • Se era o nosso último quarto, provavelmente NÃO • Não estaremos a perder oportunidade de vender um quarto de Quarta a Domingo? • Como irá o Dep. Reservas Saber que reservas aceitar para que tipos de quartos e que datas? Isto é Yield Management!
  61. 61. O termo Yield Management está ligado à indústria aérea, tendo como objectivo: - gerir inventário de produtos (airline/flight seats) - maximizar recursos Na hotelaria... nada de novo, toda a vida se aplicaram tarifas de época alta, média, baixa Disciplina de economia aplicada à indústria dos serviços (não “stockáveis”) com base em: - segmentação preços (diferenciação de tarifas) - análise estatística - incremento do revenue por unidades de medida/capacidade - técnicas de previsão de procura - modelos de optimização - procedimentos de optimização - procedimentos de implementação 3- Aviação & Hotelaria: Inventários
  62. 62. O custo adicional de venda de um quarto é baixo...
  63. 63. • Gestão da Capacidade: aceitar mais do que se tem • selected overbooking: praticar em categorias inferiores • capacidade gerida em função também da disponibilidade em hotéis “irmãos” Controlo de Yield
  64. 64. • Controlo de Duração: Conhecimentos de planning e recurso a sistemas ou folhas de cálculo • O hotel deverá proteger os últimos quartos de Quarta-Feira por forma a abranger pedidos de reserva de Terça a Quinta, em vez de vender isoladamente • Minimum nights; Multi-nights= mais revenue Controlo de Yield
  65. 65. • Supply Control: um hotel pode não conseguir modificar capacidade mas consegue modificar tipologia • O YM não gera procura- isso é tarefa do Marketing! Apenas prevê, aceita, rejeita ou re-direcciona a procura Controlo de Yield
  66. 66. • Quando a procura é alta: requere-se um número de noite mínimo; fecham- se ou reduzem-se o número de quartos disponíveis (allotment) de categoria inferior/tarifas mais baixas • Quando a procura é baixa: criar pacotes e tarifas especiais; procurar grupos de empresas sensíveis a tarifas; promover “disponibilidade limitada” ou “last chance” de tarifas mais baixas Políticas, Estratégias e Tácticas
  67. 67. • Automatismos que fecham antes do tempo • Baixa de tarifas quando se devia subir (últimos quartos) • Históricos que se perdem/apagam • Planos táctico: não olhar só o “retrovisor” e ter manual de procedimentos • Um grupo que pague 70€ em procura baixa é mais valioso que um grupo que pague 100€ em época alta (hotel ia vender de qq forma...) Considerações sobre sistemas de reservas
  68. 68. •procura •concorrência •evolução da reserva •objectivos •revpar •história •on the book •envolvente •eventos •overbooking O que influencia tarifas? tarifas
  69. 69. • Antigamente: casa-cheia representava o máximo de revenue que um hotel poderia ter... • Discursos “durante o mesmo período o ano passado tínhamos 55% quando este ano temos 59% de ocupação” mostram que não se considera que a ocupação tem que ser paga pela rentabilidade líquida e contribuição para os custos fixos Ocupação e Revenues Janeiro Fevereiro Março Ocupação 40 50 75 Tarifa Média 300 240 160 Revenue 12.000 12.000 12.000
  70. 70. Revenue Máximo de uma tarifa 400 200 50 100 unidades preço € revenue perdido dos clientes dispostos a pagar tarifa superior a 200€ revenue perdido dos clientes dispostos a pagar tarifas abaixo 200€
  71. 71. more money is spent on travel than anything else online
  72. 72. •como ganhar dinheiro e gastar o mínimo possível? •cada unidade de alojamento precisa de manutenção/refreshment cada 5 anos • lençol pode ser lavado 700 a 800 vezes (produtos químicos externos estragam roupa reduzindo para 300 lavagens os lençóis) CONSIDERAÇÕES Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  73. 73. •a partir de 10 quartos já compensa ter lavandaria interna com 2 máquinas de 10kg •Basta 1/2 mulher p controle de roupas. Uma máquina faz 6 cliclos/dia (cada ciclo 40 min). Qto pesa cada quarto em roupa? 6 a 8 kg daily basis •tempo de limpeza de quarto: 25 min/quarto; cada mulher faz média 18 quartos •terreno não pode ultrapassar 7% do valor global do hotel •unidade de 5 milhões de euros= 200 quartos •valor de cada quarto: 120.000 numa unidade 3* (valor padrão) CONSIDERAÇÕES Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo_ Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão
  74. 74. clubes hoteleiros & soft brands Sessão 4, Lisboa
  75. 75. IDS– Internet Distribution Systems
  76. 76. 1)Boutique Hotel 2)Lifestyle Hotel 3)Luxury Boutique Hotel 4)Trendy/Modern Hotel 5)Design Hotel 6)All Suites Hotels 7)Architectural Hotels 8)Artistic Hotels 9)Avant-Garde Hotels 10)City Hotels 11)Classic Hotels 12)Classy Hotels 13)Comfortable Hotels 14)Conference Hotel 15)Contemporary HotelsCorporate Hotels 16)Country Hotels 17)Designer Hotels 18)Distinctive Hotels Definições
  77. 77. descontos, experiências
  78. 78. •Percepção: interpretação de realidades •Maslow •Aprendizagem: alterações em resultado da experiência/ vivência •Atitude: tendências de actuação perante um objecto/ ideia •AIDA: Attention, Interest, Desire, Acquisition/ Action •Comportamento dos consumidores: Factores sociais, pessoais, psicológicos Marketing para o Turismo e Hotelaria motivações Uma motivação é uma necessidade que alcança um nível de intensidade suficientemente elevado. O estudo de tensão gerado, faz com que a pessoa actue para diminui-lo. A satisfação da necessidade reduz a tensão- Philip Kotler (...)
  79. 79. Revisão
  80. 80. Avaliação
  81. 81. Pós-Graduação Marketing e Competitividade em Turismo Análise Global do Turismo Professora: Catarina Varão skype: catarina.varao email: catarina.varao@th2.com.pt about.me/catarinavarao

×