Roteiro audiovisual - PJM e Tribos

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Material da Videconferência - 15/06/2011

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Roteiro audiovisual - PJM e Tribos

  1. 1. I OFICINA DE PRODUÇÃO DE VÍDEO EDUCACIONAL NO FORMATO DIGITAL Uma iniciativa do Núcleo SEMENTE Departamento de Química – UFRPE Roteiro Audiovisual: Teoria e Prática Facilitador: Thiago Araújo da Silveira
  2. 2. A IDÉIA: O pontapé inicial! <ul><li>É preciso partir de alguma coisa, de alguma IDÉIA. </li></ul><ul><li>A idéia pode surgir de uma experiência, de uma dificuldade... </li></ul>=
  3. 3. Como encontrar uma idéia? <ul><li>Qual a melhor maneira de se encontrar uma agulha no palheiro? </li></ul><ul><li>Rey (1989) afirma que as idéias surgem de três fontes principais: </li></ul><ul><li>VIVÊNCIA, LEITURA e IMAGINAÇÃO </li></ul>
  4. 4. VIVÊNCIA <ul><li>Experiências podemos tirar de vários lugares: </li></ul><ul><ul><li>Experiências próprias; </li></ul></ul><ul><ul><li>Experiências de colegas; </li></ul></ul><ul><ul><li>Outras experiências sociais. </li></ul></ul>
  5. 5. LEITURA <ul><li>A leitura abre as possibilidades e aumenta as vivências. </li></ul><ul><li>É possível até dizer que: </li></ul><ul><li>Quem lê mais ↔ Quem produz mais </li></ul>
  6. 6. IMAGINAÇÃO <ul><li>É a maneira mais fugaz de surgimento de idéias. Talvez por isso que a grande maioria dos roteiristas confie pouco nela. </li></ul><ul><li>Não é necessário descartá-la, é preciso estar aberto à ela, e saber que a mesma pode tornar seu vídeo mais original. </li></ul>
  7. 7. A PRÉ-PRODUÇÃO DO VÍDEO <ul><li>Aspectos importantes: </li></ul><ul><ul><li>Quem será o meu público? </li></ul></ul><ul><ul><li>Em que contexto ele será utilizado? </li></ul></ul><ul><ul><li>Qual o objetivo que terá seu vídeo? </li></ul></ul><ul><li>Nesta fase, você deve escolher o(s) conteúdo(s) que serão transmitidos e analisar as estratégias de como transformar esse conteúdo específico em uma obra audiovisual. </li></ul>
  8. 8. STORY-LINE <ul><li>É a “linha da história”, o resumo dela. </li></ul><ul><ul><li>Ex: Homem-Aranha. </li></ul></ul><ul><li>História contada em, no máximo, um parágrafo (BAYÃO, 2002:26). </li></ul><ul><li>Se você não consegue resumir sua história, algo nela não está bem definido para você, a idéia ainda não está pronta. </li></ul>
  9. 9. ARGUMENTO <ul><li>É a história com maior riqueza de detalhes. Aqui, você pormenoriza os personagens principais e secundários e os ambientes onde a história se passa. </li></ul>
  10. 10. TRATAMENTO <ul><li>É importante pensar no tratamento que seu vídeo dará ao determinado tema/conceito. </li></ul><ul><li>Os tipos de tratamento são: </li></ul><ul><ul><li>Cronológico </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Concentra-se na história do tema/conceito. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exemplo </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Analítico </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Concentra-se na análise (científica) do tema/conceito. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exemplo </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Cotidiano </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Concentra-se no olhar cotidiano do tema/conceito. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exemplo </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Semi-ficcional </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Cria-se um enredo ficcional que serve de pano fundo para falar do tema/conteúdo (tratamento avançado). </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exemplo </li></ul></ul></ul>
  11. 11. ROTEIRIZAÇÃO <ul><li>Agora é necessária a transformação do texto de conteúdo específico (argumento) para a linguagem audiovisual (o vídeo propriamente dizendo). </li></ul><ul><li>Sadek (2002) afirma que esta é uma das etapas mais importantes e difíceis da construção de um vídeo didático, pois é agora que as idéias e o conhecimento científico serão convertidos em audiovisual. </li></ul>
  12. 12. ROTEIRIZAÇÃO <ul><li>O QUE É UM ROTEIRO?? </li></ul><ul><li>Vários autores tentam conceituar ROTEIRO: </li></ul><ul><ul><li>O roteiro é a forma escrita de qualquer audiovisual. É uma forma literária efêmera, pois só existe durante o tempo que leva para ser convertido em um produto audiovisual. (Comparato, 1995). </li></ul></ul><ul><ul><li>É uma história contada em imagens, diálogo e descrição, localizada no contexto da estrutura dramática. Field (1994) </li></ul></ul>
  13. 13. ROTEIRIZAÇÃO <ul><li>PARA QUE SERVE O ROTEIRO??? </li></ul><ul><ul><li>O roteiro serve para organizar as idéias do escritor, para descrever todas as imagens, diálogos, tempo e movimentos de câmera. </li></ul></ul>
  14. 14. TÉCNICAS DE ROTEIRIZAÇÃO <ul><li>Entrevistas </li></ul><ul><li>Gráficos </li></ul><ul><li>Narrações em off </li></ul><ul><li>Cenas cotidianas reais </li></ul><ul><li>Dramatizações </li></ul><ul><li>Banco de imagens (fotos ou filmes) </li></ul>
  15. 15. TÉCNICAS PARA A PRODUÇÃO DE UM ROTEIRO <ul><li>Existem várias técnicas, e até mesmo softwares para a produção de um roteiro, mas aqui vamos utilizar somente a técnica de TRATAMENTO. </li></ul><ul><ul><li>Esta técnica consiste em organizar as informações em duas colunas. Na primeira coluna, o professor descreverá as imagens do seu filme, ou seja, todo que será exibido na tela. Enquanto que na segunda coluna, ele especificará os sons que serão escutados. </li></ul></ul>
  16. 16. Imagens Som/Diálogos Externa, Dia. Plano Geral na frente do Boteco do Seu Zé. Grupo de pagode animado, gente bonita e alegre dançando em volta dos pagodeiros. Som Ambiente. Conversa, gargalhadas e Pagode. Câmera passeia pelo grupo tocando e dançando, logo depois mostra cenário interno do Boteco do Seu Zé. Até encontrar Reginaldo de costas. Som Ambiente. Conversa, gargalhadas e Pagode. (que neste momento vai diminuindo). Reginaldo olha para o relógio, toma um gole de sua cervejinha, aparentemente tímido, de óculos, um pouco desengonçado. Ele tenta mostrar um certo balanço ao som do pagode que vem de fora do Boteco. Som ambiente. Pagode ao fundo Reginaldo olha para o lado, de repente percebe que uma linda morena olha para ele e lhe dá uma piscadela de olho. No momento ele olha para trás para ver se não é com outra pessoa. Faz sinal com o dedo para si próprio para ter certeza que é consigo mesmo. Som Ambiente. Pagode ao fundo Por iniciativa própria Marina se levanta e vai até ele, que mostra ansiedade e tira um lenço do bolso e limpa a testa quando percebe que a linda morena se aproxima. Som Ambiente. Pagode ao fundo
  17. 17. TÉCNICAS PARA A PRODUÇÃO DE UM ROTEIRO <ul><li>Melo (2006) lembra que a etapa de pré-produção não se limita somente a escrever o argumento e o roteiro. Ele enfatiza as várias tarefas que precisam ser realizadas mesmo antes de começar efetivamente a filmar, dentre elas: pesquisa de locação, aluguel de equipamentos (se necessário), pré-entrevistas (pesquisa), pesquisa bibliográfica ou histórica (se precisar), agendamento de entrevistas, etc. </li></ul>

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