Palestra hábitos de consumo 2

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Projeto que está sendo apresentado nas diversas áreas sociais de Juiz de Fora - Minas Gerais

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Palestra hábitos de consumo 2

  1. 1. Conselho Municipal dos Direitos do IdosoCMDI - JFJUIZ DE FORAAPRESENTAHÁBITOS DE CONSUMOEOS DIREITOSDO CONSUMIDOR IDOSOColaboração
  2. 2. HÁBITOS DE CONSUMOEOS DIREITOSDO CONSUMIDOR IDOSO
  3. 3. Rememorando...O CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR – CDCInstituído pela Lei Nº 8.078, de 11 de setembro de 1990.Quase dois anos após ser promulgada a nossa Constituição.Com a redemocratização do país, a partir da promulgação daConstituição de 1988, houve um fortalecimento das entidades nãogovernamentais e através do clamor popular por umaregulamentação dos direitos sociais, o que se fez sentir também nacriação deste corpo normativo.O CDC foi promulgado em 1990, gerando importantes mudançasque, no decorrer dos anos 90 e na primeira década do século XXI,mudaram consideravelmente as relações de consumo, impondouma maior qualidade na fabricação dos produtos e no próprioatendimento das empresas de um modo geral em relação à suaclientela.
  4. 4. OBJETIVO DESTE PROGRAMAEsta apresentação tem como objetivo permitir que os assuntostratados neste trabalho sejam discutidos com o público idoso nascomunidades de Juiz de Fora.O trabalho poderá, pela importância do seu conteúdo, seradaptado e dirigido a diferentes grupos sociais tais como:• crianças, adolescentes e adultos até 59 anos. A ideia é que emcada grupo sejam desenvolvidas atividades de acordo com arealidade de cada um deles.O objetivo maior é buscar a melhor maneira de multiplicar asinformações relativas às relações de consumo com foco noconsumidor e que poderão ser realizadas também, medianteleituras e estudos de casos, discussões em grupo, etc.
  5. 5. Nós os idosos estamos inclusos entre as pessoas definidas no Estatutodo Idoso (Lei Federal nº 10.741/2003). Estamos entre aquelas pessoasque têm 60 anos de idade ou mais e que constituem a camada dapopulação que mais vem crescendo a cada ano no Brasil. Em Juiz deFora representamos 14,5% do total da população.O idoso, por tal situação e de acordo com o Estatuto do idoso deve seratendido com prioridade em órgão público e privado que prestamserviços à população.Onde devem me atender preferencialmente?O atendimento preferencial deve ser prestado em hospitais, clínicas,supermercados, cinemas, teatros, aeroportos e muitos outros locaisde atendimento ao público.Como devo ser atendido?Meu atendimento deve ser individualizado, com um local específicopara eu ser recebido, onde tenha assentos especiais e com sinalizaçãobem visível para sua fácil localização.
  6. 6. Tenho direito a concorrer e ocupar uma vaga de emprego, público ouprivado, para a qual eu tenha habilidade e capacidade, não podendo haverdiscriminação por idade com imposição de limite máximo paracontratação. A admissão só pode ser impedida se o tipo de função ou cargonão for compatível com as limitações que podem vir a ocorrer com a idade;Nos concursos públicos, o primeiro critério de desempate é o da idade,com preferência para os mais velhos.Quem negar ao trabalhador que atingiu certa idade o direito de sercontratado ou continuar trabalhando, está negando direitos fundamentaisprevistos na nossa Constituição Federal, que são: a dignidade da pessoahumana e os valores sociais do trabalho.Vale lembrar, no entanto, que no serviço público quem completa 70 anosdeve obrigatoriamente se aposentar. Por isso, neste caso, não será possívela contratação de pessoas com idade igual ou acima de 70 anos. Peloestatuto do Idoso, comete crime:Quem impedir o acesso de alguém a qualquer trabalho ou emprego pormotivo de idade (ressalvados os casos em que a natureza do cargo oexigir).
  7. 7. Reflexões sobre o consumismoPor que será que as pessoas tendem a adquirir ou consumir cada vezmais ? Será que isso é o que realmente importa? A mídia escrita efalada mostra de forma agressiva e persuasivas essa ação.Será que todos nós necessitamos ter tantas ou todas as coisas?Por vezes perdemos um pouco a noção do que realmente énecessário e deixamos de nos perguntar coisas simples tais como:qual é a utilidade desse produto e/ou serviço?Exemplo: Será que é necessário trocar o aparelho celular, só porque ofabricante lançou outro mais moderno no mercado?Será que a marca do produto é relevante? na compra de um tênis, porexemplo? Vale mais ter um Nike, Adidas, etc.. que são esteticamentebonitos e duram pouco, ou é aceitável ter um comum e que tem longavida e atende os nossos desejos ?
  8. 8. Toda vez que adquirimos um produto ou serviçodevemos ter consciência de como a empresa produtoraou fornecedora se comporta no mercado e como serelaciona com seus funcionários.Por exemplo, temos que procurar saber se a empresaprodutora ou fornecedora explora mão de obra ou não,se utiliza produtos poluentes, se tem um bomrelacionamento com seus clientes, enfim, se desenvolvesuas atividades de maneira ética e responsável.Por vezes é até importante sabermos qual é o principalobjetivo da empresa além do lucro!
  9. 9. A seguir vamos tratar de algumas questões que devemser pensadas por todos vocês! Trata-se do consumo!!Vamos tentar ser objetivos e realistas exercendo onosso poder de compra com escolhas mais conscientes,responsáveis e baseadas na nossa real necessidade.Na sequencia daremos alguns exemplos, entre muitos ,dos cuidados para evitar a frustação por não ter sidosatisfatória ou justa a aquisição do produto ou serviçodesejado.
  10. 10. COMO LER SUA CONTA DE LUZA “conta de Luz”, fatura apresentada pela concessionária tem um volumeenorme de informações obrigatórias, que devem ser observadas peloconsumidor com muita atenção, tais como: Consumo em KWh – o total em cada mês determina o faturamento doconsumo; O valor final da conta será composto pela cobrança do consumo emKWh e mais os tributos (ICMS, COSIP, PIS/PASEP E COFINS). O ICMS é um imposto pago ao governo estadual. Para as contas até 200KWh a alíquota é de 18%. Consumo acima de 200 KWh o tributo é de30%. COSIP é um imposto pago à Prefeitura. É cobrado de todos osconsumidores independentemente de ter ou não poste de luz na rua. Éum valor fixo estipulado pela Prefeitura. PIS/PASEP (contribuição para o Programa de Integração Social). COFINS (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social) sãotributos federais, portanto, pagos para o governo federal.O que é recebido pela concessionária (que presta o serviço) é o valorreferente ao KWh consumido assim como multas e outros serviçosprestados.
  11. 11. O que é uma relação de consumo?Resp.: É todo ato (acontecimento) que envolve um consumidor eum fornecedor, e a venda ou fornecimento de um produto ou deum serviço. Ex.: A compra de um pão na padaria, de um carro narevenda de automóveis, a contratação de um médico, umencanador consertando uma vazão de agua em sua casa, etc.Quem é o consumidor ?Resp.: É toda pessoa que compra um produto ou contrata umserviço. Ex.: Você, eu, seu vizinho, seu amigo, etc.Quem é o fornecedor ?Resp.: É toda pessoa jurídica que está habitualmente no comérciode produtos ou serviços. Ex.: Uma loja de calçados, um camelô,uma concessionária de automóveis, um restaurante etc.
  12. 12. E quais são os direitos básicos dos consumidores ?Resp.: São vários, vejamos alguns:Direito à educação para o consumo: é direito aos consumidores receberemtreinamento para conhecer a informação que deve ser fornecida e para que elespossam exercer suas funções de forma consciente nas relações de consumo.Direito à segurança: é o direito de cada consumidor ser protegido contraprodutos ou serviços que possam ser nocivos à sua saúde.Direito de ser ouvido: é o direito que cada consumidor tem de ver seus interessese direitos respeitados na implantação e execução de políticas econômicas, bemcomo de reclamarem sobre o desrespeito de seus direitos.Direito de escolha: é o direito que os consumidores têm de escolher entre váriasopções de produtos ou serviços, com qualidades satisfatórias e preçoscompetitivos.Direito de indenização: é o direito que cada consumidor tem de ser indenizadoou ressarcido, de todo prejuízo existente nas relações de consumo.
  13. 13. Direito à informação: é o direito que o consumidor tem de ter conhecimentoprévio e completo, sobre os produtos ou serviços que pretende consumir, paraque possa fazer uma escolha consciente entre as várias opções existentes.Direito a um ambiente saudável: é o direito que cada consumidor tem a um meioambiente saudável e equilibrado, para melhorar a qualidade de vida de agora eno futuro.Direito à proteção contra a propaganda enganosa: é o direito que o consumidortem de não ser induzido à compra de um produto ou serviço, por propagandafalsa..Direito à proteção contratual: é o direito que o consumidor tem de serprivilegiado nas relações de consumo, sempre com boa-fé presumida e comdireito ao reequilíbrio contratual, toda vez que a situação inicial de umacontratação se modifique por evento posterior a compra.Direito de acesso ao judiciário: é o direito que o consumidor tem de, nojudiciário, poder expor e ter resolvido os problemas decorrentes de relações deconsumo.
  14. 14. Quem é responsável pelo defeito ou vício de um produto ou serviço ?Resp.: Tanto o fabricante, como o importador, montador ou vendedor de umproduto ou de um serviço é responsável pela sua qualidade ou pelos defeitos noproduto. Qualquer um deles pode ser responsabilizado judicialmente econdenado a indenizar o consumidor.Quais são os direitos dos consumidores que compram um produto ou serviçocom defeito ?Resp.: O consumidor tem o direito de escolher entre:a) Receber um abatimento proporcional do preço;b) Complementação do peso ou medida faltante;c) A substituição do produto por outro da mesma espécie, marca ou modelo,sem vícios; e,d) A devolução do bem e o recebimento de todas as quantias pagas.Além de escolher entre estes direitos, o consumidor ainda podeexigir as reparações cíveis e criminais, por danos materiais e moraisque tenha sofrido.
  15. 15. Quais são os prazos para reclamação por vício de um produto ouserviço ?Resp: Quando o vício for aparente ou de fácil constatação (ex.: umrisco na pintura, a falta de uma peça, etc.), o prazo é 30 (trinta) diaspara bens não duráveis (exemplos: brinquedo, comida, etc.) e; de90 (noventa) dias para bens duráveis (ex.: uma geladeira, um carro,uma casa, um computador, etc.).Estes prazos contam-se a partir do recebimento doproduto ou serviço.Quando o vício for oculto (ex.: uma peça interna domotor de um carro defeituosa) o prazo inicia-se a partirdo momento em que for descoberto o problema.
  16. 16. Qual o prazo para devolução de um produto ?Resp.: Fora os casos de vício no produto, caso o consumidor compre um produto porcorreio ou que tenha visto só uma amostra, pode devolver em 7 (sete) dias, sem terque explicar o motivo. A despesa de correio ou devolução também deve serressarcida pelo fornecedor.Qual o prazo para o consumidor ser indenizado por vícios de produtos ou serviços ?Resp.: O consumidor tem até 5 (cinco) anos para movimentar uma ação por danos quetenha sofrido numa relação de consumoO fornecedor que anuncia um produto é obrigado a vendê-lo para qualquer pessoaque se disponha a comprar e pagar à vista ?Resp.: Se o consumidor deseja comprar um produto oferecido a venda, seja no rádio,TV, jornal ou no mostruário de uma loja, o fornecedor tem que entregar o produto,desde que o consumidor faça o pronto pagamento pelo mesmo.Caso eu receba um produto ou serviço que não tenha pedido ou contratado, souobrigado a pagar ?Resp.: Não, todos os serviços prestados e os produtos remetidos ou entregues aoconsumidor, sem solicitação prévia, equiparam-se às amostras grátis, inexistindoobrigação de pagamento. Se vier um cartão de crédito, por exemplo, com R$ 200,00de limite que eu não tenha solicitado, pode-se gastar até este limite sem ter quepagar nada por isto.
  17. 17. AS PRECAUSÕESCONTRA OSCONSUMOS EXCESSIVOSE DESNECESSÁRIOS
  18. 18. CONVERSANDO SOBRECARTÃO DE CRÉDITOÉ uma incrível bola de neve.E na ponta do novelo encontra-se o consumidor, aquele que vaiutilizar os empréstimos dos bancos, das financeiras, ou de outrasinstituições financeiras em virtude de seus gastos.Como podemos nos safar destas armadilhas do crédito fácil?Queremos adquirir bens porque precisamos deles para viver. Aívejam só: chega um cartão de crédito na sua casa que você nãosolicitou. Mas chegou, porque você é um “cliente especial” e deveter um cartão de crédito. Quem não tem um?Para ativar o cartão você terá que solicitar o seu desbloqueio.Daí você pensa: “não quero este cartão”.Por que me mandaram uma coisa que não pedi?”Depois de um tempo você pensa: “É, mas podeser útil”. Aí começa o Perigo!!! Vamos Ver ?
  19. 19. Você pensa: - “Eu estava mesmo precisando comprar aquele jogo de sofá,aquele fogão novo, aquele celular, aquela roupa nova”, e daí, ao invés dequebrar aquele “cartãozinho” que está na sua mão, resolve utilizá-lopedindo o seu desbloqueio. Nesse momento, você já sabe que tem umcrédito de R$ 6.000,00. Resolve então comprar uma geladeira que custaR$ 1.000,00. E paga com o cartão. É bom! “Aquele “plastiquinho” que não édinheiro”, você pensa, “e que me dá o poder de comprar o que eu quero oque preciso realmente e o que não preciso também”.Por volta de 30 dias, chega a fatura do cartão de crédito e aí você percebe:“Não é que aquilo que eu pensava ser apenas um cartãozinho de plásticocom poderes extraordinários, é dinheiro mesmo!!!”“Agora vou ter que pagar a fatura! Não mais com outro poderosocartãozinho de plástico, mas sim com dinheiro de verdade!”E aí você não tem dinheiro para pagar tudo àquilo que você gastou e quenão lembrou que depois teria que pagar. E agora, o que fazer? “Já sei!pago apenas o valor mínimo e deixo o resto para depois.”E aí você continua gastando e pagando apenas o mínimo e sua dívida vaicrescendo, crescendo, e você pensa: “Nossa, onde é que isto vai parar?”
  20. 20. Nessa hora você ainda não percebe que pagando sempre pelomínimo você acaba ficando com uma dívida enorme, porque sobre orestante dos valores que você deixou de pagar daquela fatura,incidem os encargos financeiros, que são os juros, despesasadministrativas, etc. Vamos ver o que acontece:Você comprou uma geladeira no mês de abril no valor deR$1.000,00. Recebe a fatura neste valor. Você tem a opção de pagartoda a fatura ou somente o mínimo. Este mínimo é mais ou menos ocorrespondente a 20% da dívida, portanto, R$200,00.Como você não pode pagar o total, paga então o valor mínimo:R$200,00. Bem, você deixou uma dívida para pagar no próximo mês,maio, no valor de R$800,00. A este valor são somados os encargosfinanceiros de aproximadamente 11%, ou seja, R$88,80. Isto significaque o valor que deverá pagar no mês de maio, e sua dívida será deR$888,80. Após dois meses você compra uma Televisão HD no valortotal de R$1.800,00, você deverá pagar estes R$1.800,00 mais osR$888,80 do mês anterior, ou seja, terá que arcar, agora, com umadívida de R$ 2.688,80
  21. 21. Sem dinheiro, você opta novamente pelo valor mínimo. Portanto,paga aproximadamente o valor de R$517,51, correspondente a 20%do total, que é o novo valor mínimo a ser pago. Sua dívida nestemomento já estará com valor total para o próximo mês emR$2.298,63 das compras mais o que foi transportado da faturaanterior com os encargos, O valor mínimo para pagamento valor deR$ 459,73. E você sabe: “O que acontece?!!” É, a coisa pode não vaiparar por aí. !!Se mais uma vez você perceber que não tem o dinheiro para pagar ototal... Pronto, lá vai! Mínimo novamente, agora no montante deR$459,73. E aí a dívida a ser transportada para a próxima fatura seráde R$ 2.041,17 mais os encargos de 11%, igual a R$248,23, maiscompras do mês, no mesmo valor de R$100,00, total a ser pago iguala R$348,23. Ai! É de amargar, não é mesmo?VEJA NA PLANILHA QUE SE SEGUE!
  22. 22. EMPRÉSTIMOS BANCÁRIOSA imensa maioria dos trabalhadores, atualmente, recebe seu salário através dosBancos. Não há como negar que isso traz maior tranquilidade e segurança para oconsumidor (o trabalhador - consumidor). Porém, os serviços prestados pelos Bancossão cobrados na forma das conhecidas tarifas bancárias. Além disso, ao usar sua contacorrente, o consumidor paga a CPMF, que é um imposto cobrado pelo governo.Esses valores terminam sendo significativos para a grande maioria da população, quetem que controlar o salário para poder pagar suas contas e se alimentar. Dessa forma,algumas compras, muitas vezes necessárias, vão sendo adiadas.Muitas vezes o consumidor pensa em solicitar um empréstimo, mas lembra que os jurosestão muito altos e resiste. Até que um dia o próprio gerente, ou um funcionário da suaagência faz um contato oferecendo um “crédito pré-aprovado”, ou seja, umempréstimo, sem que ele tenha que apresentar qualquer documento. São feitasalgumas contas e examina se os prazos para pagamentos. Ao ouvir que poderá pagarmensalmente uma quantia que nem considera tão grande, e receber um total queresolverá alguns problemas, o consumidor começa a se entusiasmar com a ideia.
  23. 23. PROBLEMAS QUE PODEM OCORRERCOM QUALQUER PESSOAAlguns problemas realmente são resolvidos com o empréstimo. Porém, odesconto mensal no salário começa a pesar. Assim, o cartão de crédito, quetambém foi oferta do Banco, começa a ser mais usado, pagando-se a faturapelo mínimo, o que aumenta mais sua dívida como vimos anteriormente.O Banco, mais uma vez, entendendo que existe “um bom relacionamentocom o cliente”, concede um limite especial para a conta corrente. Oconsumidor aceita, pois analisa que esse dinheiro pode ser útil numaemergência. Até que essa emergência acontece.Assim, lentamente, o consumidor vai percebendo que os valores que estãosendo debitados no dia do seu pagamento, estão se tornando tão altos, queestá sobrando muito pouco para poder continuar pagando as contas de luz,de água, entre outras. Então acontece o inevitável: algumas contas deixamde ser pagas.O Banco continua realizando empréstimos, até o momento em que severifica que não haverá mais salário para tanto desconto.
  24. 24. Não obtendo mais crédito no Banco, ele fica exposto a diversos golpes queestão acontecendo na praça. Através de anúncios em jornais, folhetos etc.,têm sido oferecidos empréstimos com grandes facilidades.Esses anúncios, de maneira geral, solicitam que o consumidor antecipe umvalor determinado, como seguro, ou taxa de financiamento, depositando aquantia estabelecida em conta corrente ou encaminhando para algumaCaixa Postal. Quando o consumidor constata que foi vítima de um golpe,pois nunca recebe o dinheiro solicitado, não há o que fazer, exceto realizarum Boletim de ocorrência (BO) na Delegacia mais próxima.Em várias oportunidades o consumidor é orientado a estar sempre atentoàs ofertas de empréstimos ou financiamentos, sejam quais forem as suasmodalidades. Porém, muitas vezes, ocorrem situações na vida que tornamimpossível deixar de solicitar um crédito. Outras vezes, esse crédito podeser muito importante, como por exemplo, para comprar um instrumentode trabalho.
  25. 25. Se for impossível evitar o empréstimo, orientamos o consumidor queesteja sempre alerta quanto às taxas de juros que estão sendocobradas e o quanto o valor das parcelas vai comprometer seu salário.NOSSO CONSELHO:Não ultrapasse um limite, pensando que posteriormente podem surgirmeios de contornar o problema. Esses meios dificilmente acontecem.Analise se as vantagens oferecidas atendem às suas reais necessidades.Se houver financiamento, informe-se previamente se as taxas de juroscobradas não irão elevar demais o valor total.Certifique-se de que as parcelas não irão comprometer o seuorçamento, dificultando o pagamento de outras despesas. Guarde todoo material que receber, como folhetos, anúncios em jornais, etc., paraeventual comprovação, se necessário, do que foi oferecido.
  26. 26. Atenção ao Contrato. Leia o contrato com atenção antes de assiná-lo. Caso tenha dúvidas, recorra ao Procon.Jamais deixe espaços em branco. Risque o que não for preenchido.Não acredite em promessas verbais. Tudo o que for prometido devefazer parte do contrato.Verifique se não há cláusulas com letras menores, que tornam aleitura mais difícil, ou que não sejam de fácil compreensão. Caso asparcelas não sejam pagas na data de seu vencimento, poderá sercobrada multa de 2% e demais encargos previstos no contrato.Se acontecer de ter que efetuar o pagamento de alguma parcela ematraso em uma empresa de cobrança, os honorários advocatícios eoutras despesas devem ser cobrados da empresa e não doconsumidor.Para sua garantia exija uma cópia do contrato assinado.
  27. 27. CUIDADOS COM A ALIMENTAÇÃOPARA A PESSOA IDOSANa medida em que vamos envelhecendo não podemos deixar denos preocupar com a qualidade de nossa alimentação. Aalimentação saudável é responsável, dentre outros fatores, pelanossa qualidade de vida pois nos torna mais resistentes àsdoenças, auxiliando na preservação de nossa saúde.Com 60 anos, muitas pessoas se aposentam, têm suas atividadesdiminuídas e passam a ficar mais em casa. É um momentoimportante para pensar em como melhorar a qualidade de vidaatravés de exercícios regulares, alimentação mais regrada, variadae saudável e contato com amigos e familiares, não esquecendoque o convívio social é bastante importante também nessa fase davida.
  28. 28. A alimentação saudável se inicia no momento da compra dos alimentosquando devemos observar sua procedência, as condições em que estãosendo vendidos (o local de compra deve manter boas condições dehigiene, os alimentos refrigerados ou congelados devem ser mantidos norefrigerador com a temperatura adequada, geralmente especificada pelofabricante na embalagem) e a preservação de suas características com aobservação da cor, textura, cheiro e aparência dos alimentos.Também é preciso verificar, sempre, antes da compra, o prazo devalidade e se as embalagens não estão danificadas.Os rótulos dos alimentos também merecem atenção. Neles podemosidentificar a composição nutricional, seus ingredientes, condições deconservação, forma de preparo e se contém alguma substância que jásabemos que não podemos consumir porque causam alguma reação.Devemos evitar o consumo excessivo de sódio, gordura e açúcar e paraisso é importante observar a quantidade desses elementos na rotulagemdos alimentos.Prefira os alimentos naturais, pois são mais saudáveis. Frutas, verduras elegumes são importantes por conterem muitas vitaminas, fibras.
  29. 29. A população idosa tem crescido muito no nosso país e no mundo. Destaforma passou a ser um grupo atraente para o mercado e sendo assim elesse tornam alvos da publicidade que vai mostrar as “vantagens” de novosprodutos e serviços direcionados a este público.A publicidade hoje em dia passa a influir nas decisões das pessoastransformando hábitos e comportamentos. Produtos para orejuvenescimento, por exemplo, apresentam-se como verdadeiros milagrespara tornar o indivíduo sempre jovem, retardando cada vez mais oenvelhecimento. Quem não quer viver muito e cada vez mais jovem?. Hápublicidades de medicamentos que prometem combater todos os males.Afirmam, por exemplo, que você pode comer a vontade e se passar malpode tomar um comprimidinho que alivia qualquer sintoma de mal estar.Um produto que está sendo bastante oferecido para os idosos é o créditoconsignado. Sua oferta indica a possibilidade de consumo de todos os bensdesejados, pois trata-se de um empréstimo bancário, com o pagamento emparcelas que serão descontadas diretamente dos proventos do aposentadoou pensionista.
  30. 30. Quem não quer viver muito e cada vez mais jovem?. Hápublicidades de medicamentos que prometem combater todos osmales. Afirmam, por exemplo, que você pode comer a vontade e sepassar mal pode tomar um comprimidinho que alivia qualquersintoma de mal estar.Tenha uma postura crítica em relação as publicidades que você vêna TV ou houve nas rádios ou lê nas revistas e jornais. Elas podemser informativas mas também podem conter verdadeirasarmadilhas que levam a acreditar que algum produto é muito bompara você. No entanto, anteriormente a publicidade você jamaisteria pensado na “utilidade” ou “necessidade” de comprar talproduto pois esta necessidade passou a surgir após a veiculação dapublicidade.• Portanto, pense antes de comprar ou contratar um serviço. Reflitasobre sua real necessidade. Não compre por impulso ou apenaslevado pela publicidade.
  31. 31. RECOMENDAÇÕES FINAIS• Fiquem atentos quanto a ofertas que lhes sãoencaminhadas;• Exijam sempre a Nota Fiscal em suas compras;• Acompanhem de perto os gastos com fornecimento deenergia elétrica e de água;• Nas compras a prazo examinem bem as condições definanciamento;• Nas compras de equipamentos e utensílios domésticos eoutros, havendo defeitos ou não estiver funcionando,dirijam-se à loja que os vendeu a você e reclame;• Não se deixem levar por ofertas vantajosas, pois a maioriadelas são direcionadas ao público em geral, com defeitosde fabricação.
  32. 32. Lembre-sesempreVocê tem direitosde consumidordefenda-sedos abusos !Viva bem e desfrute da vidaintensamente!
  33. 33. OBRIGADO A TODOS VOCÊSpela oportunidadede estarmos juntos!Por favorAnotem meu E-mailPara eventuais dúvidasflavio.tessutti@gmail.com

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