Oficina%20 Forma%C3%87%C3%83 O%20 %20 Teresa%20 Semedo[1]

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Oficina%20 Forma%C3%87%C3%83 O%20 %20 Teresa%20 Semedo[1]

  1. 1. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Organização da sessão Temáticas a abordar Destinatários Metodologia Duração da sessão •“Pertinência da existência de um Modelo de Avaliaçãopara as bibliotecas escolares. •O Modelo enquanto instrumento pedagógicoe de melhoria . Conceitos implicados. •Organizaçãoestrutural e funcional. • Integração/ Aplicação à realidade da escola/ biblioteca escolar. Oportunidades e constrangimentos. • Gestão participada das mudanças que a sua aplicação impõe. Níveis de participação da escola.” •Competências do professor bibliotecário no processo de autoavaliação da biblioteca escolar. 18 Professores bibliotecári os em exercício de funções nas EB1, EBI, EB23 e Escolas Secundárias . 1 sessão teórico prática 1.ª parte: Apresentação,pelo CIBE,do Modelo de autoavaliação paraas BE’s(organização estruturale funcional) – 30 minutos. 2.ª parte: trabalhoem pequeno grupo (6 grupos de 3 elementos) -duração 1h 3.ª parte: apresentaçãodas conclusões de cada grupo de trabalho,de acordo com6 questões chave - duração 15minutos cada grupo. 4.ª parte: contextualização das temáticasabordadas através de PP pelo CIBE. 30 minutos 5.ª parte: elaboração de estrutura de umplano de desenvolvimentoda BE.(6 grupos:4 grupos: 1 para cada um dos domínios;2 grupos:1 para apresentação do modelo emCP, 1 grupo para apresentação do relatório final à equipa de avaliação da Escola/agrupamento). 6 horas 1
  2. 2. 2 Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Domínios e subdomínios do Modelo de autoavaliação DOMÍNIOS SUBDOMÍNIO 1 SUBDOMÍNIO 2 SUBDOMÍNIO 3 A. Apoio ao Desenvolvimento Curricular A1. Articulação curricular da BE com as Estruturas Pedagógicas e os Docentes A2. Desenvolvimento da Literacia da Informação B. Leitura e Literacia C. Projectos, Parcerias e Actividades Livres e de Abertura à Comunidade C1. Apoio a Actividades Livres, Extra-Curriculares e de Enriquecimento Curricular C2. Projectos e Parcerias D. Gestão da BE D1. Articulação da BE com a Escola/ Agrupamento. Acesso e serviços prestados pela BE D2. Condições humanas e materiais para a prestação dos serviços. D3. Gestão da Colecção 1.ª parte
  3. 3. 3 Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” SUBDOMÍNIO Indicador 1 Indicador 2 Indicador 3 Indicador 4 Indicador 5 A1. Articulação curricular da BE com as Estruturas Pedagógicas e os Docentes A.1.1. Cooperação da BE com os órgãos pedagógicos de gestão intermédia da escola/agrupam ento. A.1.2. Parceria da BE com os docentes responsáveis pelas novas áreas curriculares não disciplinares (NAC). A.1.3. Articulação da BE com os docentes responsáveis pelos Apoios Educativos. A.1.4. Integração da BE no Plano de Ocupação Plena dos Tempos Escolares (OPTE). A.1.5. Colaboração da BE com os docentes na concretização das actividades curriculares desenvolvidas no seu espaço ou tendo por base os seus recursos. A2. Desenvolvimento da Literacia da Informação A.2.1. Organização de actividades de formação de utilizadores. A.2.2. Promoção do ensino em contexto de competências de informação. A.2.3. Promoção das TIC e da Internet como ferramentas de acesso, produção e comunicação de informação e como recurso de aprendizagem. A.2.4. Impacto da BE nas competências tecnológicas e de informação dos alunos. A.2.5. Impacto da BE no desenvolvimento de valores e atitudes indispensáveis à formação da cidadania e à aprendizagem ao longo da vida. Domínio A: subdomínios e respectivos indicadores
  4. 4. 4 Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Domínio B: subdomínios e respectivos indicadores SUBDOMÍNIOS Indicador 1 Indicador 2 Indicador 3 B1. Leitura e Literacia B.1 Trabalho da BE ao serviço da promoção da leitura B.2 Trabalho articulado da BE com departamentos e docentes e com o exterior, no âmbito da leitura B.3 Impacto do trabalho da BE nas atitudes e competências dos alunos, no âmbito da leitura e das literacias.
  5. 5. 5 Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Domínio C: subdomínios e respectivos indicadores SUBDOMÍNIO Indicador 1 Indicador 2 Indicador 3 Indicador 4 Indicador 5 C1. Apoio a Actividades Livres, Extra- Curriculares e de Enriquecime nto Curricular C.1.1. Apoio à aquisição e desenvolvime nto de métodos de trabalho e de estudo autónomos. C.1.2. Dinamização de actividades livres, de carácter lúdico e cultural. C.1.3. Apoio à utilização autónoma e voluntária da BE como espaço de lazer e livre fruição dos recursos. C.1.4. Disponibiliza ção de espaços, tempos e recursos para a iniciativa e intervenção livre dos alunos. C.1.5. Apoio às Actividades de Enriquecimen to Curricular (AEC), conciliando- as com a utilização livre da BE.
  6. 6. 6 Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Domínio C: subdomínios e respectivos indicadores SUBDOMÍNIO Indicador 1 Indicador 2 Indicador 3 Indicador 4 Indicador 5 C2. Projectos e Parcerias C.2.1. Envolvimento da BE em projectos da respectiva Escola/Agrupa mento ou desenvolvidos em parceria, a nível local ou mais amplo. C.2.2. Desenvolvim ento de trabalho e serviços colaborativos com outras escolas, agrupamento s e BE’s. C.2.3. Participação com outras Escolas /AG. e com outras entidades (por ex. DRE, RBE, CFAE), em reuniões da BM/SABE ou outro Grupo de Trabalho a nível concelhio ou interconcelhio. C.2.4. Estímulo à participação e mobilização dos Pais/EE’s em torno da promoção da leitura e do desenvolvime nto de competências das crianças e jovens que frequentam a escola. C.2.5. Abertura da Biblioteca à Comunidade
  7. 7. 7 Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Domínio D: subdomínios e respectivos indicadores SUBDOMÍNIO Indicador 1 Indicador 2 Indicador 3 Indicador 4 D.1. Articulação da BE com a Escola/Agrupam ento. Acesso e serviços prestados pela BE D1.1. Integração da BE na Escola/ Agrupamen to D.1.2. Valorização da BE pelos órgãos de gestão e de decisão pedagógica D.1.3. Resposta da BE às necessidades da escola e dos utilizadores. D.1.4 Avaliação da BE.
  8. 8. 8 Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Domínio D: subdomínios e respectivos indicadores SUBDOMÍNIO Indicador 1 Indicador 2 Indicador 3 Indicador 4 D.2 Condições humanas e materiais para prestação dos serviços. D.2.1 Liderança do/a professor/a bibliotecário/ a. D.2.2 Adequação da equipa em número e qualificações às necessidades de funcionamento da BE e às solicitações da comunidade educativa. D.2.3 Adequação da BE em termos de espaço e de equipamento às necessidades da escola/ agrupamento. D.2.4 Resposta dos computadore s e equipamento s tecnológicos ao trabalho e aos novos desafios da BE.
  9. 9. 9 Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Domínio D: subdomínios e respectivos indicadores SUBDOMÍNIO Indicador 1 Indicador 2 Indicador 3 Indicador 4 Indicador 5 Indicador 6 Indicador 7 D.3. Gestão da Colecção D3.1 Planeame nto da colecção de acordo com a inventaria ção das necessid ades curricular es e dos utilizador es. D3.2 Adequa- ção dos livros e de outros recursos de informa- ção (no local e online) às necessida des curricula- res e de informa- ção dos utilizado- res. D3.3 Alargame nto da colecção aos recursos digitais online. D3.4 Uso da colecção pelos utilizador es. D3.5 Organiza- ção da informa- ção. Informati- zação da colecção. D3.6 Gestão Cooperati va da Colecção D3.7 Difusão da informa- ção.
  10. 10. 10 Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Cada domínio /subdomínio é apresentado numa tabela que incluiu: Indicadores Factores Críticos de Sucesso Recolha de Evidências Acções para melhoria/Exemplos A.1.1. Cooperação da BE com os órgãos pedagógicos de gestão intermédia da escola/agrupa mento. A BE colabora com os Departamentos Curriculares/Grupos Disciplinares no sentido de conhecer os diferentes currículos e programas de estudo e de se integrar nas suas planificações. A BE colabora com os Conselhos de Docentes/Ano/Núcleo e/ou Turma com o objectivo de conhecer os diferentes projectos curriculares das turmas e de se envolver no planeamento das respectivas actividades, estratégias e recursos. A utilização da BE é rentabilizada pelos docentes no âmbito da actividade lectiva. Planificações dos Departamentos Curriculares/Grupos Disciplinares Planificações dos Conselhos de Docentes/Ano/Núcleo Projectos Curriculares das Turmas Registos de reuniões/contactos Promover a participação periódica da BE nas reuniões de planificação dos diferentes orgãos pedagógicos da Escola/Agrupamento. Organizar acções informais de formação sobre a BE junto dos docentes. Melhorar a comunicação entre a BE e os órgãos pedagógicos da Escola/Agrupamento no sentido de facilitar a actualização e adequação dos recursos às necessidades. Apresentar aos docentes sugestões de trabalho conjunto em torno do tratamento de diferentes unidades de ensino ou temas. Promover a integração de novos docentes no trabalho da BE.
  11. 11. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Organização da sessão 2.ª parte Temática a abordar: Pertinência da existência de um Modelo de autoavaliação para as bibliotecas escolares. Documentação de suporte: Modelo de autoavaliação :Parte 1 – Introdução; 1 . A avaliação da biblioteca escolar: pressupostos. Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3 Grupo 4 Grupo 5 Grupo 6 Temática a abordar: O Modelo enquanto instrumento pedagógico e de melhoria . Conceitos implicados. Documentação de suporte: Modelo de autoavaliação : Parte 2 . Temática a abordar: O Modelo de autoavaliação: Organização estrutural e funcional. Documentação de suporte: Modelo de autoavaliação: Parte 3 e Instrumentos de recolha de dados. Temática a abordar: Integração/ Aplicação à realidade da escola/ biblioteca escolar. Oportunidades e constrangiment os. Documentação de suporte: Modelo de autoavaliação : Parte 3 e 4 e instrumentos de recolha de dados. Temática a abordar: Gestão participada das mudanças que a sua aplicação impõe. Níveis de participação da escola.” Documentação de suporte: Texto Newsletter n.º 5, de Elsa Conde e Rosa Martins. Temática a abordar: Competências do professor bibliotecário no processo de autoavaliação da biblioteca escolar. Documentação de suporte: Portaria n.º 756/2009, de 14 de Julho (art.º 3.º) e Texto Newsletter n.º 4, de Ochôa e Pinto. 11
  12. 12. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” Organização da sessão 3.ª parte Como demonstrar o contributo da BE nas aprendizagens dos alunos e a eficiência dos seus serviços? A autoavaliação da BE permite.... O processo de autoavaliação implica ... Através da aplicação deste Modelo a RBE , visa... Metodologia para a implementação do Modelo... Conteúdofuncional / competências do PB no processode autoavaliação da BE... 12
  13. 13. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 4.ª parte A Biblioteca Escolar Recurso essencial ao desenvolvimento dos curricula Recurso fundamental no desenvolvimento das literacias Um importante contributo para o sucesso educativo Um espaço privilegiado para a construção do conhecimento 13
  14. 14. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 14 ► Abordagem essencialmente qualitativa. ►A avaliação não constitui um fim em si mesma , não é intrínseco às coisas , o valor está na experiência que se retira dela. ►Entendida com um processo e não como algo ocasional / acidental. Aliança entre prática e análise reflexiva. Conceito de avaliação implícito no modelo: Fonte:PPT apresentação RBE
  15. 15. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 15 Como podemos demonstrar o contributo e o impacto da BE nas aprendizagens e na eficiência dos serviços que oferece? ■ Recolha de evidências. ■ Análise reflexiva sobre a informação recolhida. ■ Divulgação dos resultados da acção da BE junto das estruturas da escola/agrupamento. Implementação do Modelo de Autoavaliação para as BE
  16. 16. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 16 A autoavaliação da BE permite:  Conhecer o desempenho para se perspectivar o futuro. Contribuir para o reconhecimento e afirmação da BE.  Determinar o grau de consecução da sua missão e objectivos.  Aferir a qualidade e eficácia dos serviços e a satisfação dos utilizadores.  Identificar pontos fortes e pontos a melhorar.  Incorporar os resultados da auto-avaliação e perspectivar a mudança.  Ajustar continuamente as práticas com vista à melhoria dos resultados.
  17. 17. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 17 O processo de autoavaliação da BE implica:  Aferição da qualidade e eficiência da BE.  Envolvimento de toda a comunidade escolar.  Procura da regulação e da melhoria contínua através da acção colectiva.  Co-responsabilização de todos os órgãos de decisão pedagógica da escola/agrupamento e dos docentes.
  18. 18. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 18 Através da aplicação deste Modelo, a RBE visa:  Dotar as bibliotecas escolares de um quadro de referência.  Prover um instrumento ao serviço da melhoria contínua da qualidade da BE.
  19. 19. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 19 Metodologia para aplicação do Modelo de autoavaliação: (Etapa I)  Selecção do domínio a avaliar (avaliação de um domínio por ano lectivo) .  Adequação do modelo à realidade da escola.  Divulgação do Modelo à comunidade escolar.  Calendarização do processo (estabelecer um cronograma).  Escolha da amostra.  Definição dos instrumentos de recolha de dados para cada indicador temático.  Produção de outros instrumentos de recolha de dados para além dos fornecidos pelo Modelo.  Recolha de evidências (as mais significativas).
  20. 20. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 20 Metodologia para aplicação do Modelo de autoavaliação: (Etapa II)  Recolha de evidências (as mais significativas).  Análise e interpretação da informação recolhida (articular elementos quantitativos e qualitativos). Determinação dos perfis de desempenho.  Perspectivação de acções de melhoria.  Delinear um plano de melhoria. Elaboração do relatório de autoavaliação.
  21. 21. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 21 Metodologia para aplicação do Modelo de autoavaliação: (Etapa III) Apresentaçãoe discussão dos resultados: • Nos órgãos de decisão pedagógica da escola/agrupamento (sob a forma de relatório final). • Divulgados a toda a comunidade escolar através dos coordenadores de departamento e da publicação on-line Divulgação dos resultados: • Integração de uma síntese dos resultados no relatório de avaliação interna da escola/agrupamento sobre o impacto da BE na escola, com utilidade acrescida para a avaliação externa.
  22. 22. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 22 O professor bibliotecário, neste processo, deve evidenciar as seguintes competências:  ser comunicador efectivo no seio da instituição;  ser proactivo;  saber exercer influência junto de professores e do Director;  ser útil, relevante Ser útil, relevante e considerado pelos outros membros da comunidade educativa;  ser observador e investigativo; Eisenberge Miller (2002). “This Man Wants to Change Your Job”
  23. 23. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 23 O professor bibliotecário, neste processo, deve evidenciar as seguintes competências:  ser capaz de ver o todo - “The big picture”;  saber estabelecer prioridades;  realizar uma abordagem construtiva aos problemas e à realidade;  ser gestor de serviços de aprendizagem no seio da escola;  saber gerir recursos no sentido lato do termo;  ser promotor dos serviços e dos recursos; Eisenberge Miller (2002). “This Man Wants to Change Your Job”
  24. 24. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 24 O professor bibliotecário, neste processo, deve evidenciar as seguintes competências:  ser tutor, professor e um avaliador de recursos, com o objectivo de apoiar e contribuir para as aprendizagens;  saber gerir e avaliar de acordo com a missão e objectivos da escola.  saber trabalhar com departamentos e colegas. professor e um avaliador de recursos, com o o Eisenberg e Miller (2002) “This Man Wants to Change Your Job” bjectivo de apoiar e contribuir para as aprendizagens;
  25. 25. Oficina de formação “Modelo de autoavaliação das Bibliotecas Escolares” 25 Referências bibliográficas: Eisenberg, Michael & Miller, Danielle (2002) “This Man Wants to Change Your Job”, School Library Journal. 9/1/2002 <http://www.schoollibraryjournal.com/article/CA240047.html> [03/11/2009]. Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares. Modelo de Auto-Avaliação das Bibliotecas Escolares (2008). <http://www.rbe.min-edu.pt/np4/np4/31.html> [03/11/2009] Todd, Ross (2002) “School librarian as teachers: learning outcomes and evidence-based practice”. 68th IFLA Council and General Conference August. <http://www.ifla.org/IV/ifla68/papers/084-119e.pdf > [03/11/2009]. Todd, Ross (2008) “The Evidence-Based Manifesto for School Librarians”. School Library Journal. 4/1/2008. < http://www.schoollibraryjournal.com/article/CA6545434.html> [03/11/2009].

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