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1
1 - O ESTUDO DA POPULAÇÃO
  É fundamental para o entendimento da realidade
  quantitativa e qualitativa da mesma. Para
  governantes em especial, pois permite traçar planos e
  estratégias de atuação, além de poder desenvolver um
  planejamento para a sociedade. É um dos campos de
  estudo da Geografia, extremamente relevante, já que,
  fornece subsídios para entender os fatores de
  distribuição, as características gerais, os movimentos
  migratórios e as condições de vida etc.


GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES    2
O Demógrafo mede e analisa os fatos (ênfase nos elementos
quantitativos) referentes a população e o Geógrafo descreve os
fatos no seu ambiente, analisando as causas, as características e as
possíveis conseqüências (quantitativo versus qualitativo). Assim:



                           GEOGRAFIA DA
                            POPULAÇÃO




                           Grau de êxito –     Evolução e
        Distribuição da    diferenças entre   condições de
        população pelo      as sociedades       vida das
        globo terrestre        humanas         sociedades
                                                humanas

GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES            3
2 – POPULAÇÃO E CRESCIMENTO

          Em 1850 a população da Terra atingia o seu
          primeiro bilhão e uma de cada três pessoas
          residia na China.

          Passaram-se pouco mais de cem anos até
          que em 1927, o segundo bilhão foi alcançado.

          Em 1950 a população atingiu a marca de 2,5
          bilhões.
          1999 – 6 bilhões.

GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES      4
2-CORRENTES DO
      PENSAMENTO DEMOGRÁFICO


        ∗ Pessimista – previa que a população do mundo chegaria
          a 8,5 bilhões de habitantes no fim do século XX;

        ∗ Otimista – previa para o fim do século XX uma
          população mundial em torno de 6,5 bilhões de
          habitantes.

        ∗ QUAL ESTAVA CORRETA?

GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES           5
3 - CONCEPÇÕES SOBRE POPULAÇÃO

Lei de Malthus ou Malthusianismo

No final do século XVIII, Thomas Robert Malthus - a
razão para a existência da miséria e das enfermidades
sociais seria o descompasso entre: a capacidade de
produção de alimentos, que se daria numa progressão
aritmética(1,2,3,4,5), em relação ao crescimento
populacional que se daria numa progressão geométrica
(1,2,4,8,16).




                           6
                        GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES
- "obstáculos positivos", como guerras, epidemias, que
   causassem grande mortandade, o desequilíbrio entre a
   produção de alimentos e o crescimento populacional,
   geraria o caos total.


       ESTARIA MALTHUS CORRETO?




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES
∗ Malthus errou, pois a tecnologia possibilitou um
          aumento exponencial na produção de alimentos que hoje
          são produzidos a taxas superiores as do crescimento
          populacional;
        ∗ Tendência a estabilização do crescimento populacional
          nos países desenvolvidos, além de uma desaceleração do
          crescimento em grande parte dos países
          subdesenvolvidos, especialmente nas últimas décadas.
        ∗ Com isso podemos concluir que, se há fome no mundo
          e no Brasil hoje, isso não se deve a falta de alimentos ou
          ao excesso de pessoas, mas a má distribuição e
          destinação dos mesmos.

GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES             8
Neomalthusianismo

-No pós 2ª Guerra Mundial, o crescimento populacional
acelerado nos países subdesenvolvidos, fez despertarem os
adeptos de Malthus chamados de neomalthusianos.
- Segundo eles, a pobreza e o subdesenvolvimento seriam
gerados pelo grande crescimento populacional, e em virtude
disso seriam necessárias drásticas políticas de controle de
natalidade, que se dariam através do famoso e bastante
difundido, "planejamento familiar".
-Muitos países subdesenvolvidos adotaram essas políticas
anti-natalista.

-E NO BRASIL?

-O CASO DA SUÉCIA
GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES     9
Reformistas ou marxistas

   -Consideram que é a própria miséria a
   responsável     pelo    acelerado    crescimento
   populacional;
   - Defendem reformas de caráter sócio-econômico
   que possibilitem a melhoria do padrão de vida das
   populações dos países subdesenvolvidos;
   -   Conseqüência:    o    planejamento    familiar
   espontâneo, e com isso a redução das taxas de
   natalidade e crescimento vegetativo, como
   ocorreu em vários países hoje desenvolvidos.



GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES   10
4 - CONCEITOS FUNDAMENTAIS:

  POPULAÇÃO ABSOLUTA: Número total de habitantes de
  uma determinada área (país, região, município etc).
  POPULOSO

  POPULAÇÃO            RELATIVA          OU       DENSIDADE
  DEMOGRÁFICA: É a população total em relação a área, ou
  seja, é a média de habitantes por quilômetros quadrados.
   POVOADO
  POPULAÇÃO URBANA: Setor Secundário e Terciário.
  POPULAÇÃO RURAL: Setor Primário



GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES     11
GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES   12
PAÍSES MAIS POPULOSOS




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES   13
GRÁFICOS SOBRE A POPULAÇÃO




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES   14
TERRITÓRIOS MAIS POVOADOS

        ∗   1. MÔNACO - 21.812 habitantes por km2

        ∗   2. MACAU, CHINA - 18.195 habitantes por km2

        ∗   3. HONG KONG, CHINA - 6.421 habitantes por km2

        ∗   4. CINGAPURA - 6.335 habitantes por km2

        ∗   5. GIBRALTAR - 4.850 habitantes por km2

        ∗   6. VATICANO - 1.779 habitantes por km2

        ∗   7. MALTA - 1.274 habitantes por km2

        ∗   8. BERMUDA - 1.210 habitantes por km2

        ∗   9. BANGLADESH - 1.064 habitantes por km2

        ∗   10. BAHREIN - 1.044 habitantes por km2


GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES                               15
TAXA DE NATALIDADE: corresponde a relação entre o
 número de nascimentos ocorridos em um ano e a população
 absoluta, o resultado em geral é expresso por mil. Nº de
 Nascimentos x 1.000/ Nº total de habitantes.

 TAXA DE MORTALIDADE: Nº de óbitos x 1.000/ Nº de
 habitantes.

 CRESCIMENTO VEGETATIVO OU NATURAL: Corresponde a
 única forma possível de verificação de crescimento ou
 redução da população mundial. COMO É MEDIDO?
 CV = TN – TM.

 TAXA DE FECUNDIDADE: Nº de filhos (crianças com menos
 de 5 anos) por mulher em idade produtiva (15 a 45 anos).


GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES    16
Em 1970 a mulher brasileira tinha, em média, 5,8 filhos.
  Trinta anos depois, esta média era de 2,3 filhos.




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES       17
A taxa de mortalidade total no Brasil apresentou um grande declínio de
    1950 a 1970, e desde então vem caindo em pequenas proporções.
    Mortalidade infantil (Crianças menores de 1 ano de idade que morrem por
    1000 nascidos vivos durante o período de 1 ano). A taxa de mortalidade
    infantil durante os últimos dez anos do século XX apresentou uma
    tendência de queda em todas as regiões.


      Registravam-se 48 óbitos por mil nascidos vivos e, e em 2000, 29,6.
      Entretanto, ainda existem grandes diferenças regionais: a taxa de
      mortalidade infantil da Região Nordeste, por exemplo, é cerca de duas
      vezes a taxa observada nas demais regiões.




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES                  18
RECENSEAMENTO OU CENSO: Coleta periódica de dados
  estatísticos de um determinado lugar (população absoluta,
  população rural e urbana, migrações, expectativa de vida
  etc).

  EXPECTATIVA DE VIDA: Corresponde a quantidade de
  anos que vive em média a população.

  PIRÂMIDE ETÁRIA: Gráfico populacional que leva em
  consideração a estrutura sexual da população (homens e
  mulheres) e as faixas etárias - 0 à 19 anos jovens, 20 à 59
  adultos, e 60 ou + anos idosos.
  A estrutura da pirâmide é a seguinte:
  - Base: corresponde aos jovens.
  - Meio: corresponde aos adultos.
  - Topo ou ápice: corresponde aos idosos
GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES      19
PIRÂMIDE ETÁRIA




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES     20
PIRÂMIDE ETÁRIA BRASILEIRA




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES   21
Até o início dos anos 80, a
estrutura etária da população
brasileira,   revelada     pelos
Censos Demográficos, vinha
mostrando       traços      bem
marcados de uma população
predominantemente jovem. A
generalização das práticas
anticonceptivas durante os
anos 80 resultou no declínio da
natalidade, o que se refletiu no
estreitamento da base da
pirâmide etária e na redução do
contingente de jovens.

GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES           22
5 - O QUE É MIGRAÇÃO ?




                   23
 TIPOS DE MIGRAÇÃO
  EXTERNA:
  IMIGRAÇÃO – ENTRADA
  EMIGRAÇÃO - SAÍDA

  INTERNA:
  INTER-REGIONAL
  INTRA-REGIONAL

  Nomadismo: O homem sem morada fixa deslocava-
  se no espaço em busca de alimentos pastagens, etc.




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES   24
Transumância: Também conhecida como migração
 sazonal, está relacionada às estações do ano. É o caso
 dos nordestinos que se deslocam do agreste para a
 Zona da Mata na estiagem para trabalhar na lavoura da
 cana-de-açúcar.

 Migração Diária ou Pendular: deslocamento diário de
 pessoas residentes na periferia para cumprir sua
 jornada de trabalho no centro, retornando ao fim do dia.

  Êxodo Rural: Deslocamento em massa de pessoas do
 campo para as cidades, em busca de melhores
 condições de vida.

GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES     25
6 - EVOLUÇÃO DO CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO
 MUNDIAL

 1ª FASE: Até o final do século XVIII as taxas de natalidade
 eram bastante elevadas, porém o crescimento demográfico
 era baixo em razão das taxas de mortalidade também se
 apresentarem elevadas.
 2ª FASE: Caracteriza-se pelo grande crescimento
 demográfico em razão das elevadas taxas de natalidade e da
 redução das taxas de mortalidade, como consequência das
 melhorias nas condições médico-sanitárias e de alimentação.
 3ª FASE: Ocorre um crescimento baixíssimo em razão da
 redução das taxas de natalidade e de mortalidade
 promovidas, sobretudo pelos avanços médicos e melhorias
 nas condições de vida.

GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES     26
7 - DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL

   A população encontra-se distribuída pelo espaço mundial de modo heterogêneo
   principalmente em razão dos condicionantes:
   FÍSICOS: CLIMA, RELEVO...
   HISTÓRICOS: REVOLUÇÕES, GUERRAS...
   SÓCIO-ECONÔMICOS: OFERTA DE EMPREGOS, INFRA-ESTRUTURA...

         CONTINENTE          POPULAÇÃO            ÁREA KM2      DENSIDADE
                             ABSOLUTA                           DEMOGRÁFICA
                                                                HAB/KM2
         ÁSIA                3.682.600.000        45.077.999    81,6
         AMÉRICA             828.700.000          42.057.296    19,7
         ÁFRICA              784.400.000          30.209.389    26,0
         EUROPA              728.900.000          10.368.047    70,3
         OCEANIA             30.400.000           8.522.075     3,5
         TOTAL               6.055.000.000        136.234.806   40,0 (média)

          Fonte: L´ État du Monde, 2000




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES                     27
BRASIL

  As densidades demográficas das cinco Grandes Regiões são
  bastante heterogêneas.
  Confira no gráfico: em 2000, a região Norte era a menos densa, com
  3,4 hab/km2; a região Sudeste continuava sendo a mais densa, com
  78,2 hab/km2.




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES           28
O Brasil chegou ao final do século XX como um país urbano: em 2000
   a população urbana ultrapassou 2/3 da população total, e atingiu a
   marca dos 138 milhões de pessoas. Este é o resultado de um
   processo iniciado na década de 50 na região Sudeste. A partir de
   então, este contraste se acentuou e se generalizou pelas cinco
   grandes regiões do país.




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES           29
O gráfico revela que a Região Sudeste, em 2000, ainda se
  mantinha na liderança do processo de urbanização.




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES      30
No mundo, no final do século XX, a taxa de fecundidade era
 de 2,9 filhos por mulher, Nos países mais desenvolvidos
 esta taxa era de 1,5, e nos países menos desenvolvidos, em
 torno de 3,2.




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES      31
O total de anos que, em média, os homens esperam
  viver não é o mesmo total de anos que em média a
  mulher espera viver: a esperança de vida para os
  homens é de 65 anos e para mulheres é de 72 anos.




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES   32
PIRÂMIDE ETÁRIA ABSOLUTA - 2000
Proporção da População por Sexo - 1980-2000
INDICADORES DEMOGRÁFICOS




                                                 1990     1995    2000     2001    2002     2003     2004    2005     2006     2007    2008




                                                 66,57    68,49   70,43
Esperanças de vida ao nascer                                              70,71    71,00   71,29    71,59    71,88   72,18    72,48    72,78




Taxa de natalidade (por mil hab.)                24,21    21,93   21,13   20,84    20,33   19,76    19,12    18,45   17,75    17,06    16,38




Taxa de mortalidade (por mil hab.)                6,95     6,55    6,34    6,33     6,32     6,30    6,29     6,28     6,27    6,27     6,27



Taxa de mortalidade infantil (por mil nascidos
                                                 47,00    37,90   30,10   29,20    28,40   27,50    26,60    25,80   25,00    24,10    23,30
vivos)



Taxa de fecundidade total                         2,79     2,51    2,39    2,34     2,27     2,20    2,13     2,06     1,99    1,93     1,86




FONTE: IBGE/Diretoria de Pesquisas. Coordenação de População e Indicadores Sociais. Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica.
Projeção da Populaçao do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 - Revisão 2008
POPULAÇÃO ATIVA

∗ PEA – População economicamente
  ativa = todas as pessoas acima de 15
  anos de idade que constitui a força
  de trabalho incluindo as pessoas
  atualmente empregadas, as
  temporariamente desempregadas e
  as que estão à procura de emprego a
  menos de um ano.

∗ 10 anos para países
  subdesenvolvidos.

GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES                 36
POPULAÇÃO INATIVA
        ∗ PEI – População economicamente inativa = formada por
          donas de casa, aposentados, portadores de deficiência
          física, crianças.




GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES           37
DISTRIBUIÇÃO PEA




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Slides população (1)

  • 1. 1
  • 2. 1 - O ESTUDO DA POPULAÇÃO É fundamental para o entendimento da realidade quantitativa e qualitativa da mesma. Para governantes em especial, pois permite traçar planos e estratégias de atuação, além de poder desenvolver um planejamento para a sociedade. É um dos campos de estudo da Geografia, extremamente relevante, já que, fornece subsídios para entender os fatores de distribuição, as características gerais, os movimentos migratórios e as condições de vida etc. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 2
  • 3. O Demógrafo mede e analisa os fatos (ênfase nos elementos quantitativos) referentes a população e o Geógrafo descreve os fatos no seu ambiente, analisando as causas, as características e as possíveis conseqüências (quantitativo versus qualitativo). Assim: GEOGRAFIA DA POPULAÇÃO Grau de êxito – Evolução e Distribuição da diferenças entre condições de população pelo as sociedades vida das globo terrestre humanas sociedades humanas GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 3
  • 4. 2 – POPULAÇÃO E CRESCIMENTO Em 1850 a população da Terra atingia o seu primeiro bilhão e uma de cada três pessoas residia na China. Passaram-se pouco mais de cem anos até que em 1927, o segundo bilhão foi alcançado. Em 1950 a população atingiu a marca de 2,5 bilhões. 1999 – 6 bilhões. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 4
  • 5. 2-CORRENTES DO PENSAMENTO DEMOGRÁFICO ∗ Pessimista – previa que a população do mundo chegaria a 8,5 bilhões de habitantes no fim do século XX; ∗ Otimista – previa para o fim do século XX uma população mundial em torno de 6,5 bilhões de habitantes. ∗ QUAL ESTAVA CORRETA? GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 5
  • 6. 3 - CONCEPÇÕES SOBRE POPULAÇÃO Lei de Malthus ou Malthusianismo No final do século XVIII, Thomas Robert Malthus - a razão para a existência da miséria e das enfermidades sociais seria o descompasso entre: a capacidade de produção de alimentos, que se daria numa progressão aritmética(1,2,3,4,5), em relação ao crescimento populacional que se daria numa progressão geométrica (1,2,4,8,16). 6 GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES
  • 7. - "obstáculos positivos", como guerras, epidemias, que causassem grande mortandade, o desequilíbrio entre a produção de alimentos e o crescimento populacional, geraria o caos total. ESTARIA MALTHUS CORRETO? GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES
  • 8. ∗ Malthus errou, pois a tecnologia possibilitou um aumento exponencial na produção de alimentos que hoje são produzidos a taxas superiores as do crescimento populacional; ∗ Tendência a estabilização do crescimento populacional nos países desenvolvidos, além de uma desaceleração do crescimento em grande parte dos países subdesenvolvidos, especialmente nas últimas décadas. ∗ Com isso podemos concluir que, se há fome no mundo e no Brasil hoje, isso não se deve a falta de alimentos ou ao excesso de pessoas, mas a má distribuição e destinação dos mesmos. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 8
  • 9. Neomalthusianismo -No pós 2ª Guerra Mundial, o crescimento populacional acelerado nos países subdesenvolvidos, fez despertarem os adeptos de Malthus chamados de neomalthusianos. - Segundo eles, a pobreza e o subdesenvolvimento seriam gerados pelo grande crescimento populacional, e em virtude disso seriam necessárias drásticas políticas de controle de natalidade, que se dariam através do famoso e bastante difundido, "planejamento familiar". -Muitos países subdesenvolvidos adotaram essas políticas anti-natalista. -E NO BRASIL? -O CASO DA SUÉCIA GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 9
  • 10. Reformistas ou marxistas -Consideram que é a própria miséria a responsável pelo acelerado crescimento populacional; - Defendem reformas de caráter sócio-econômico que possibilitem a melhoria do padrão de vida das populações dos países subdesenvolvidos; - Conseqüência: o planejamento familiar espontâneo, e com isso a redução das taxas de natalidade e crescimento vegetativo, como ocorreu em vários países hoje desenvolvidos. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 10
  • 11. 4 - CONCEITOS FUNDAMENTAIS: POPULAÇÃO ABSOLUTA: Número total de habitantes de uma determinada área (país, região, município etc). POPULOSO POPULAÇÃO RELATIVA OU DENSIDADE DEMOGRÁFICA: É a população total em relação a área, ou seja, é a média de habitantes por quilômetros quadrados. POVOADO POPULAÇÃO URBANA: Setor Secundário e Terciário. POPULAÇÃO RURAL: Setor Primário GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 11
  • 13. PAÍSES MAIS POPULOSOS GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 13
  • 14. GRÁFICOS SOBRE A POPULAÇÃO GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 14
  • 15. TERRITÓRIOS MAIS POVOADOS ∗ 1. MÔNACO - 21.812 habitantes por km2 ∗ 2. MACAU, CHINA - 18.195 habitantes por km2 ∗ 3. HONG KONG, CHINA - 6.421 habitantes por km2 ∗ 4. CINGAPURA - 6.335 habitantes por km2 ∗ 5. GIBRALTAR - 4.850 habitantes por km2 ∗ 6. VATICANO - 1.779 habitantes por km2 ∗ 7. MALTA - 1.274 habitantes por km2 ∗ 8. BERMUDA - 1.210 habitantes por km2 ∗ 9. BANGLADESH - 1.064 habitantes por km2 ∗ 10. BAHREIN - 1.044 habitantes por km2 GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 15
  • 16. TAXA DE NATALIDADE: corresponde a relação entre o número de nascimentos ocorridos em um ano e a população absoluta, o resultado em geral é expresso por mil. Nº de Nascimentos x 1.000/ Nº total de habitantes. TAXA DE MORTALIDADE: Nº de óbitos x 1.000/ Nº de habitantes. CRESCIMENTO VEGETATIVO OU NATURAL: Corresponde a única forma possível de verificação de crescimento ou redução da população mundial. COMO É MEDIDO? CV = TN – TM. TAXA DE FECUNDIDADE: Nº de filhos (crianças com menos de 5 anos) por mulher em idade produtiva (15 a 45 anos). GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 16
  • 17. Em 1970 a mulher brasileira tinha, em média, 5,8 filhos. Trinta anos depois, esta média era de 2,3 filhos. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 17
  • 18. A taxa de mortalidade total no Brasil apresentou um grande declínio de 1950 a 1970, e desde então vem caindo em pequenas proporções. Mortalidade infantil (Crianças menores de 1 ano de idade que morrem por 1000 nascidos vivos durante o período de 1 ano). A taxa de mortalidade infantil durante os últimos dez anos do século XX apresentou uma tendência de queda em todas as regiões. Registravam-se 48 óbitos por mil nascidos vivos e, e em 2000, 29,6. Entretanto, ainda existem grandes diferenças regionais: a taxa de mortalidade infantil da Região Nordeste, por exemplo, é cerca de duas vezes a taxa observada nas demais regiões. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 18
  • 19. RECENSEAMENTO OU CENSO: Coleta periódica de dados estatísticos de um determinado lugar (população absoluta, população rural e urbana, migrações, expectativa de vida etc). EXPECTATIVA DE VIDA: Corresponde a quantidade de anos que vive em média a população. PIRÂMIDE ETÁRIA: Gráfico populacional que leva em consideração a estrutura sexual da população (homens e mulheres) e as faixas etárias - 0 à 19 anos jovens, 20 à 59 adultos, e 60 ou + anos idosos. A estrutura da pirâmide é a seguinte: - Base: corresponde aos jovens. - Meio: corresponde aos adultos. - Topo ou ápice: corresponde aos idosos GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 19
  • 22. Até o início dos anos 80, a estrutura etária da população brasileira, revelada pelos Censos Demográficos, vinha mostrando traços bem marcados de uma população predominantemente jovem. A generalização das práticas anticonceptivas durante os anos 80 resultou no declínio da natalidade, o que se refletiu no estreitamento da base da pirâmide etária e na redução do contingente de jovens. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 22
  • 23. 5 - O QUE É MIGRAÇÃO ? 23
  • 24.  TIPOS DE MIGRAÇÃO EXTERNA: IMIGRAÇÃO – ENTRADA EMIGRAÇÃO - SAÍDA INTERNA: INTER-REGIONAL INTRA-REGIONAL Nomadismo: O homem sem morada fixa deslocava- se no espaço em busca de alimentos pastagens, etc. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 24
  • 25. Transumância: Também conhecida como migração sazonal, está relacionada às estações do ano. É o caso dos nordestinos que se deslocam do agreste para a Zona da Mata na estiagem para trabalhar na lavoura da cana-de-açúcar. Migração Diária ou Pendular: deslocamento diário de pessoas residentes na periferia para cumprir sua jornada de trabalho no centro, retornando ao fim do dia. Êxodo Rural: Deslocamento em massa de pessoas do campo para as cidades, em busca de melhores condições de vida. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 25
  • 26. 6 - EVOLUÇÃO DO CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL 1ª FASE: Até o final do século XVIII as taxas de natalidade eram bastante elevadas, porém o crescimento demográfico era baixo em razão das taxas de mortalidade também se apresentarem elevadas. 2ª FASE: Caracteriza-se pelo grande crescimento demográfico em razão das elevadas taxas de natalidade e da redução das taxas de mortalidade, como consequência das melhorias nas condições médico-sanitárias e de alimentação. 3ª FASE: Ocorre um crescimento baixíssimo em razão da redução das taxas de natalidade e de mortalidade promovidas, sobretudo pelos avanços médicos e melhorias nas condições de vida. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 26
  • 27. 7 - DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO MUNDIAL A população encontra-se distribuída pelo espaço mundial de modo heterogêneo principalmente em razão dos condicionantes: FÍSICOS: CLIMA, RELEVO... HISTÓRICOS: REVOLUÇÕES, GUERRAS... SÓCIO-ECONÔMICOS: OFERTA DE EMPREGOS, INFRA-ESTRUTURA... CONTINENTE POPULAÇÃO ÁREA KM2 DENSIDADE ABSOLUTA DEMOGRÁFICA HAB/KM2 ÁSIA 3.682.600.000 45.077.999 81,6 AMÉRICA 828.700.000 42.057.296 19,7 ÁFRICA 784.400.000 30.209.389 26,0 EUROPA 728.900.000 10.368.047 70,3 OCEANIA 30.400.000 8.522.075 3,5 TOTAL 6.055.000.000 136.234.806 40,0 (média) Fonte: L´ État du Monde, 2000 GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 27
  • 28. BRASIL As densidades demográficas das cinco Grandes Regiões são bastante heterogêneas. Confira no gráfico: em 2000, a região Norte era a menos densa, com 3,4 hab/km2; a região Sudeste continuava sendo a mais densa, com 78,2 hab/km2. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 28
  • 29. O Brasil chegou ao final do século XX como um país urbano: em 2000 a população urbana ultrapassou 2/3 da população total, e atingiu a marca dos 138 milhões de pessoas. Este é o resultado de um processo iniciado na década de 50 na região Sudeste. A partir de então, este contraste se acentuou e se generalizou pelas cinco grandes regiões do país. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 29
  • 30. O gráfico revela que a Região Sudeste, em 2000, ainda se mantinha na liderança do processo de urbanização. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 30
  • 31. No mundo, no final do século XX, a taxa de fecundidade era de 2,9 filhos por mulher, Nos países mais desenvolvidos esta taxa era de 1,5, e nos países menos desenvolvidos, em torno de 3,2. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 31
  • 32. O total de anos que, em média, os homens esperam viver não é o mesmo total de anos que em média a mulher espera viver: a esperança de vida para os homens é de 65 anos e para mulheres é de 72 anos. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 32
  • 34. Proporção da População por Sexo - 1980-2000
  • 35. INDICADORES DEMOGRÁFICOS 1990 1995 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 66,57 68,49 70,43 Esperanças de vida ao nascer 70,71 71,00 71,29 71,59 71,88 72,18 72,48 72,78 Taxa de natalidade (por mil hab.) 24,21 21,93 21,13 20,84 20,33 19,76 19,12 18,45 17,75 17,06 16,38 Taxa de mortalidade (por mil hab.) 6,95 6,55 6,34 6,33 6,32 6,30 6,29 6,28 6,27 6,27 6,27 Taxa de mortalidade infantil (por mil nascidos 47,00 37,90 30,10 29,20 28,40 27,50 26,60 25,80 25,00 24,10 23,30 vivos) Taxa de fecundidade total 2,79 2,51 2,39 2,34 2,27 2,20 2,13 2,06 1,99 1,93 1,86 FONTE: IBGE/Diretoria de Pesquisas. Coordenação de População e Indicadores Sociais. Gerência de Estudos e Análises da Dinâmica Demográfica. Projeção da Populaçao do Brasil por Sexo e Idade para o Período 1980-2050 - Revisão 2008
  • 36. POPULAÇÃO ATIVA ∗ PEA – População economicamente ativa = todas as pessoas acima de 15 anos de idade que constitui a força de trabalho incluindo as pessoas atualmente empregadas, as temporariamente desempregadas e as que estão à procura de emprego a menos de um ano. ∗ 10 anos para países subdesenvolvidos. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 36
  • 37. POPULAÇÃO INATIVA ∗ PEI – População economicamente inativa = formada por donas de casa, aposentados, portadores de deficiência física, crianças. GEOGRAFIA DAS POPULAÇÕES 37