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UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
         UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL
             FACULDADE DE EDUCAÇÃO
               CURSO DE PEDAGOGIA
          TEMAS TRANSVERSAIS NOS PCNS




PROJETO INTERDICIPLINAR – SAÚDE - OBESIDADE INFANTIL




                    JUIZ DE FORA
                        2012
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
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             FACULDADE DE EDUCAÇÃO
                CURSO DE PEDAGOGIA
          TEMAS TRANSVERSAIS NOS PCNS




PROJETO INTERDICIPLINAR – SAÚDE - OBESIDADE INFANTIL


                           POR
                Ana Paula Santos Machado
            Fabiana Paula Nogueira Xisto Vieira
                Glauciane Gomes Mendonça
             Mairy de Lourdes Martins Andrade
             Márcia Celeste das Mercês Oliveira
                   Márcia Ferreira Santos
              Regina Aparecida Dutra da Silva




                                  Projeto Interdisciplinar apresentado ao
                                  professor Roney Polatto e a Professora
                                  Tutora Ana Paula Santos Machado, da
                                  disciplina Temas Transversais nos PCNS.




                      JUIZ DE FORA
                           2012



                                                                        2
SUMÁRIO




1.    1. INTRODUÇÃO...................................................................................................... 04

2.    2. PUBLICO ALVO ...................................................................................................05

3.    3. CONTEXTO............................................................................................................05

4.    4. OBJETIVOS............................................................................................................06

5.    5. JUSTIFICATIVA....................................................................................................07

6.    6. DESENVOLVIMENTO.........................................................................................07

7.    7. SUPORTE MATERIAL ........................................................................................10

8.    8. TEMPO PREVISTO PARA APLICAÇÃO DO PROJETO .................................10

9.    9. AVALIAÇÃO.........................................................................................................11

10.   10. CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................11

11.   11. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...............................................................12




                                                                                                                                   3
TRABALHANDO A OBESIDADE INFANTIL NA ESCOLA



1. INTRODUÇÃO


            Entendemos saúde como sendo um conjunto de condições que decorre do
equilíbrio físico e psicológico, do bem estar social e econômico e o ensino de saúde tem sido
um desafio para a educação no que se refere à possibilidade de garantir uma aprendizagem
efetiva e transformadora de atitudes e hábitos de vida.
            A inclusão do tema transversal - saúde - no currículo escolar responde a uma forte
demanda social num contexto em que a tradução da proposta constitucional em prática requer
o desenvolvimento da consciência sanitária da população e dos governantes para que o direito
a saúde seja encarado como prioridade.
            Assim, apresentaremos dentro do tema "saúde" um assunto que tem sido
exaustivamente discutido ultimamente. Trata-se da "Obesidade Infantil".
            A alimentação e nutrição adequada são requisitos essenciais para o crescimento e
desenvolvimento da criança, mais do que isso, são direitos humanos fundamentais, pois
representam a base da própria vida (CARDOSO, 2006).

           A obesidade infantil é caracterizada pelo excesso de gordura acumulada nos
tecidos adiposos. Está diretamente ligada a infância, pois é nessa fase, que se adquire a maior
parte das células adiposas. Sendo assim, pessoas que apresentam excesso de peso na infância
tendem a ser mais obesas na vida adulta em relação àquelas que se tornaram obesa
posteriormente, por fazer da obesidade infantil uma via para a obesidade na vida adulta.
(SALIM & BICALHO, 2004).
                        Intervenções em crianças, principalmente antes dos 10 anos de idade ou na
                        adolescência, reduzem mais a severidade da doença do que quando as mesmas
                        intervenções são realizadas na idade adulta, visto que mudanças na dieta e na
                        atividade física podem ser influenciadas pelos pais e educadores e poucas
                        modificações no balanço calórico são necessárias para causar alterações substanciais
                        no grau de obesidade. (CHAVES et al., 2008)


            Devido à dimensão que a obesidade vem tomando em todo o mundo nas ultimas
décadas tornou-se um dos problemas nutricionais mais crescentes chegando até a ser
referendada como uma epidemia, uma vez que os hábitos alimentares incorretos seguidos do
sedentarismo contribuem de forma direta para o aumento da população obesa. De acordo com
Melo (2004), “a obesidade pode ser de origem exógena, abrangendo 95 % a 98 % dos casos,

                                                                                                          4
ou endógena. A obesidade exógena origina-se do desequilíbrio entre a ingestão e o gasto
calóricos.”.

2. PUBLICO ALVO:

Anos Iniciais (7-9 anos)

Escolhemos como público alvo os anos iniciais, pois entendemos que é nos primeiros anos de
vida escolar que os hábitos adquiridos, ou a mudança deles, se concretizam.

3. CONTEXTO:

               A obesidade na criança depende de dois fatores: a genética e a influência do meio
ambiente. A suscetibilidade genética depende de um conjunto de genes que se expressam
numa mesma pessoa. Assim, mesmo que uma criança não tenha os pais obesos, ela pode
carregar genes herdados das linhagens materna e paterna. Quanto mais cedo e quanto mais
pesada à criança, maior a probabilidade de um defeito genético. PINHEIRO (2004, p.49).
               Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), realizada entre 2008/2009
pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma em cada três crianças com
idade entre 5 e 9 anos estão com peso acima do recomendado pela Organização Mundial da
Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. O índice de jovens de 10 a 19 anos com excesso de
peso passou de 3,7%, em 1970, para 21,7%, em 2009 (SAÚDE, 2012).
               Cerca de 20% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem de problemas de
obesidade, e oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta. Segundo
informação da ABESO, já existe no Brasil mais crianças obesas do que desnutridas.
               As crianças em geral ganham peso com facilidade devido a fatores tais como:
hábitos alimentares errados, inclinação genética, estilo de vida sedentário, distúrbios
psicológicos, problemas na convivência familiar entre outros.
               As pessoas dizem que crianças obesas ingerem grande quantidade de comida. Esta
afirmativa nem sempre é verdadeira, pois em geral as crianças obesas usam alimentos de alto
valor calórico que não precisa ser em grande quantidade para causar o aumento de peso e
segundo a ABESO a escola é uma grande aliada na prevenção, já que esta é a nossa grande
arma.

           Entre os fatores que tem sido associado ao aumento de sobrepeso/obesidade é a
ampla disponibilidade e variedade de produtos gostoso, baratos, porem ricos em energia e
                                                                                              5
servida em largas porções; baixo gasto energético ocasionado pelo baixo encorajamento para
a realização de atividade física na sociedade moderna. (NUNES et al., 2006)
             A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo excesso de gordura corporal
atribuída a um desequilíbrio energético de origem multifuncional. São muitas as causas: como
fatores genéticos, disfunções hormonais e fatores comportamentais.
             Assim sendo, a suscetibilidade genética depende de um conjunto de genes que se
expressam numa mesma pessoa. Assim, mesmo que uma criança não tenha os pais obesos, ela
pode carregar genes herdados das linhagens maternas e paternas. Quanto mais cedo e quanto
mais pesada à criança, maior a probabilidade de um defeito genético.
             A prevalência de obesidade na criança está aumentando gradativamente em todo o
mundo. A obesidade infantil está associada a vários fatores de riscos para o desenvolvimento
futuro de doenças crônicas incluindo hipertensão, diabetes e distúrbios alimentares. As
crianças obesas sofrem duas vezes. Além de serem mais sensíveis e vulneráveis aos apelidos
estúpidos e à discriminação nos esportes e na convivência social, ainda são vítimas de uma
armadilha biológicas além de distúrbios psicossociais.
             Nesse sentido acreditamos que a escola como instituição onde prevalece o
objetivo de formar cidadãos sociais tem por dever desenvolver trabalhos que orientam e
discuta com os alunos os males causados pela obesidade infantil.

4. OBJETIVOS:

              Promover a educação nutricional em escolares dos anos iniciais a fim de
prevenir a obesidade infantil;
              Estimular práticas alimentares saudáveis;
              Observar o que conceitos os alunos tem sobre alimentação saudável e
obesidade.
              Orientar sobre os males que a obesidade pode causar à saúde.
              Estimular o cuidado com os hábitos alimentares
              Trabalhar a autoestima das crianças que estão acima do peso normal
              Estimular a prática saudável de exercícios físicos




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5. JUSTIFICATIVA:

        A estimativa mundial é de que 10% das crianças em idade escolar tenham excesso de
peso. Prevenir a obesidade infantil significa diminuir, de uma forma racional e menos
onerosa, a incidência de doenças crônico-degenerativas. A escola é um local importante onde
esse trabalho de prevenção pode ser realizado, pois nela as crianças fazem pelo menos uma
refeição diária, além de adquirirem novos hábitos e comportamentos. Neste contexto, o
trabalho de educação nutricional, aliado à promoção da atividade física, pode produzir hábitos
mais saudáveis na população escolar, reduzindo o risco para a obesidade (SAHOTA et al.,
2001)



6. DESENVOLVIMENTO:


            Iniciamos o projeto propondo aos alunos uma conversa sobre a obesidade. De
início estas perguntas podem ser lançadas pelo professor depois os próprios alunos podem
também elaborar os seus questionamentos. A idéia é abrir a conversa às novas possibilidades
de questionamentos dos alunos, no intuito de conhecer o que as crianças já sabem sobre o
tema. Para este inicio pode-se lançar perguntas como:
               O que é obesidade?
               O que acham que faz as pessoas engordarem tanto?
               É só a comida ou fatores genéticos também contribuem?
               O que eles acham que seja sedentarismo?
            Levá-los a pesquisar sobre esta palavra, saber deles como eles se classificam: se
sedentários ou como crianças que praticam exercícios físicos?
Nessa parte do projeto poderíamos pedir ao professor de educação física para conversar com a
turma e explicar para eles as vantagens de se exercitar, entre outras explicações quais
atividades físicas são mais recomendadas para as crianças entre outras perguntas e
curiosidades que podem surgir.
        Afinal, a escola é a porta de entrada para encorajar o aumento da atividade física na
vida diária e estimular o exercício físico regular na vida de uma criança e, por isso, o
professor de educação física tem a responsabilidade de além de apresentar os fundamentos

                                                                                            7
esportivos a uma criança ou adolescente, mostrar a importância do exercício físico em sua
vida como uma forma de prevenção da obesidade e outras doenças (DAMASO, 2001).
          Além da conversa, ele pode também, trabalhar com a música “Fome come” da
Palavra Cantada, enfocando no ritmo da música que é bem divertida e interessante para as
crianças.

Fome Come

Gente eu tô ficando impaciente
A minha fome é persistente
Come frio come quente
Come o que vê pela frente
Come a língua come o dente
Qualquer coisa que alimente
A fome come simplesmente
Come tudo no ambiente
Tudo que seja atraente
É uma forma absorvente
Come e nunca é suficiente
Toda fome é tão carente
Come o amor que a gente sente
A fome come eternamente.
No passado e no presente
A fome é sempre descontente.

Fome come fome come
Se vem de fora ela devora ela devora ela devora
(qualquer coisa que alimente)
Se for cultura ela tritura ela tritura
Se o que vem é uma cantiga ela mastiga ela mastiga
Ela então nunca discute só deglute só deglute
E se for conversa mole se for mole ela engole
Se faz falta no abdome fome come fome come

Gente eu tô ficando impaciente
A fome sempre é descontente
Toda fome é tão carente
Qualquer coisa que alimente
Come o amor que a gente sente come o amor que a gente sente

           No trabalho com a disciplina história podem-se lançar perguntas aos alunos como:
Será que as pessoas de antigamente enfrentavam problemas de obesidade? A obesidade era
uma coisa comum na época de seus pais e avós, poderia ser feita uma pesquisa em casa com
os pais e parentes mais velhos sobre quais tipos de alimentos eram mais consumidos, que
tipos de exercícios eles faziam, ou seja, se o tipo de vida também contribui para a crescente


                                                                                           8
obesidade infantil que presenciamos hoje nos dias atuais. Com os resultados da pesquisa,
como fotos depoimentos entre outros se pode montar um mural com estas informações.
            Daí pode-se se descobrir muito mais e saber que além dos hábitos muita coisa
mudou como a alimentação deixou de ser tão naturais, os brinquedos e brincadeiras se
tornaram mais sedentários também, e que até mesmo o caminho da casa até a escola que na
maioria das vezes e por muitos é feito de carro influi para a obesidade infantil.
            Para enriquecer a aprendizagem apresentar o vídeo “Aprender a Comer”, o vídeo
traz o professor Cenoura explicando sobre a pirâmide alimentar.
            Depois da exibição do vídeo, os alunos poderão refletir sobre tudo o que puderam
aprender com o projeto e quais as mudanças que serão efetivas em suas ações cotidianas para
que a obesidade seja combatida e se assegure uma boa saúde.
            Para internalizar os conceitos aprendidos e provar que se pode ter uma
alimentação saudável aos alunos será proposto uma experiência na cozinha e como incentivo
aos bons hábitos adquiridos pelos alunos será instituído o "Premio Nobel Mirim" cujas regras
serão passadas aos alunos.
            Que tal preparar um docinho de cenoura?
            Será usada a cozinha da escola e os alunos ajudarão no preparo da receita que são
super fáceis de fazer.
Docinho de Cenoura - 258 calorias
Ingredientes:
01 lata de leite condensado
Meia colher de chá de açúcar
Duas colheres de sobremesa de manteiga
100 gramas de côco ralado fresco
200 gramas de cenoura picada
02 colheres de açúcar cristal para confeitar


Modo de fazer:
            Bata a cenoura no liquidificador com o leite condensado até ficar homogêneo.
Passe para uma panela junte com a manteiga, o coco e o açúcar, leve ao fogo baixo mexendo
sempre, até soltar do fundo. Despeje a massa em um prato untado com manteiga e espere
esfriar. Modele bolinhas com as mãos untadas, passe-as no açúcar cristal e coloque em
forminhas de papel.

                                                                                           9
"Prêmio Nobel Mirim" - requisito "Saúde"


           Antes de passar as regras do concurso, será feito um pequeno debate onde os
alunos poderão dizer sobre tudo o que sabem sobre este tema. A professora então dirá da
importância do prêmio e o que ele significa para quem o recebe.
           No ambiente escolar, próximo a cantina será elaborado o cardápio do dia. (Ex.
suco de laranja, pão com queijo e presunto, uma maça.), com uma pontuação para cada
alimento do dia que for comprado ou que a criança trouxer de casa. Esses pontos somados ao
final da semana dá a criança que o conseguir o troféu de "Prêmio Nobel Mirim" no requisito
"Saúde" e no final de 2 meses, 10 crianças que conquistaram o troféu, terão direito a um
passeio recreativo com acompanhante.
           Concluindo resta dizer que a escola possui importante papel social, mas
principalmente no que se refere ao desenvolvimento da criança como agente de promoção de
hábitos alimentares e estilo de vida saudáveis, pois é um local onde elas passam boa parte de
seu tempo e "fazem pelo menos uma refeição diária, alem de adquirir novos hábitos e
comportamentos"     (SAHOTA       etc   e   tal.,   2001,   apud   MOURA,     SALDANHA e
POMPEU, 2010).
           Segundo Giannasi, além do aluno, a escola pode ajudar às famílias dessas
crianças, ao valorizar as mudanças dos hábitos alimentares e boa saúde, e diz também, que ao
trabalhar com o projeto, os alunos poderão comer frutas sem reclamar, pois compreenderão
que elas tem nutrientes importantes à saúde.


7. SUPORTE MATERIAL:


       Serão utilizados alguns textos, vídeos, data show para projeção de slides, fotos,
cartazes, ingredientes para desenvolver a receita proposta bem como os utensílios necessários.


8. TEMPO PREVISTO PARA A APLICAÇÃO DO PROJETO:




                                                                                           10
Para o desenvolvimento deste projeto acredita-se que serão necessárias 05 aulas de 40
minutos cada, mas pela magnitude e importância do projeto, é vital que ele permaneça como
vivencia cotidiana, assim alcançará ganhos a longo prazo.


9. AVALIAÇÃO:

              As crianças serão avaliadas durante todo o decorrer do processo, em seu
envolvimento e interações com a educadora e os demais alunos do grupo, e através das
respostas as perguntas propostas pela educadora, e principalmente na mudança de hábitos
alimentares proposta pelo projeto.

10. CONSIDERAÇÕES FINAIS:
              Com esta proposta busca-se em primeiro lugar refletir dentro do tema – saúde –
sobre a obesidade infantil, quais as causas do seu crescimento, e as consequências de uma má
alimentação, principalmente nas crianças em idade escolar. E como bem nos coloca Barbosa,
(2004):
                         “Uma boa escola não ensina a criança a se alimentar apenas na teoria. A
                         alimentação saudável é um hábito que pode ser ensinado na prática. São
                         iniciativas como estas que mostram que é possível aplicar conceitos
                         ensinados em sala de aula. Afinal, de que adianta um professor falar durante
                         cinquenta minutos que uma fruta ou verdura é mais saudável do que um
                         sanduíche, se logo após a aula o cheiro da fritura de um hambúrguer foi bem
                         mais convidativo e acessível na hora do recreio do que uma fruta saudável?”
                         (BARBOSA, 2004).

Durante o decorrer do projeto, depois de pesquisas sobre o tema, entendemos que a escola
surge como importante aliada para a mudança deste panorama, pois através de projetos,
práticas pedagógicas e ações concretas levadas a termo, informa, conscientiza, e desenvolve
na criança a perspectiva de mudança de hábitos alimentares a muito arraigados. Ainda de
acordo com Barbosa, 2004:

                         “O professor como orientador no processo de formação de seus
                         alunos, deve além de tudo, estimular desde cedo aos pequenos a
                         cuidar dos seus hábitos alimentares, orientando-os sobre os males que
                         o excesso de peso pode causar na vida do ser humano ingerindo
                         alimentos com alto teor de gordura” (BARBOSA, 2004).

              Portanto, cabe aos profissionais educadores a importante tarefa de intermediação
em todo esse processo, ressaltando a importância da valorização da saúde, mediante uma
nutrição correta.

                                                                                                  11
11. REFERENCIAS

ABESO - Associação Brasileira para o estudo da obesidade e da Síndrome Metabólica,
disponível em:< www.abeso.or.br/pagina/175/projeto-escola-saudavel.shtml>.
Acesso em 18/05/2012.

“Aprender a Comer” Vídeo 2,26 min
Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=3IyErcFfLpQ&feature=related
Acesso: 14/06/2012

BARBOSA, Vera L.P., Prevenção da obesidade na infância e na adolescência, Editora
Manole, São Paulo, 2004.

CARDOSO, L.D.; QUEIROZ, I.C de. Programa de vigilância alimentar e nutricional infantil
(PVANI). 2006. 12f. Projeto de extensão. Belo Horizonte, 2006.

CHAVES, M. das G. A.M.; MARQUES, M.H.; DALPRA, J. O.; RODRIGUES,P.A.;
CARVALHO, M. F. de; CARVALHO, R.F. de. Estudo da relação entre a alimentação escolar
e a obesidade. HU Revista, Juiz de Fora, v. 34, n. 3, p. 191-197, jul./set. 2008.
Disponível em:< http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/obesidade-infantil.htm>.
 Acesso em 12 de Maio de 2012.

DÂMASO, A. Nutrição e exercício na prevenção de doenças. Ed. Medsi. Rio de Janeiro.
2001.

GIANNASI, Camila Chamma. Saúde com boa alimentação. Disponível em:
http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/108/artigo255328-2.asp. Acesso
em 20 de Junho de 2012.

MELLO, E. D. et al. Obesidade infantil: como podemos ser eficazes? Jornal de Pediatria, Rio
Janeiro, Porto Alegre Maio/Junho de 2004. Vol.80, p. 3.

MOURA, Natália do Vale, SALDANHA, Nilda Fonseca, POMPEU, Rafaella Lago.
Prevenção da obesidade em escolares – Projeto de Pesquisa.
Disponível em: < https://ebah-files.s3.amazows.com> Acesso: 19/06/2012.

NUNES, M. A. Transtornos alimentares e obesidade. In: SICHIERI, R.; SOUZA, de R. A. G.
Epidemiologia da obesidade. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 251-264.
-------------------, Transtornos alimentares e obesidade. In: COUTINHO, W.; DUALIB, P.
Etiologia da obesidade. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 265-272.
------------------, Transtornos alimentares e obesidade. In: HALPERN, Z.; RODRIGUES, M.
D.B. Obesidade infantil. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 283-288.


                                                                                              12
-----------------, Transtornos alimentares e obesidade. In: BRESSAN, J.; COSTA. A. G. V.
Tratamento nutricional da obesidade. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 315-326.

PCN’s Saúde livro 92 disponível em:
<http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro092.pdf>. Acesso em 10/05/2012.

PINHEIRO, João, Decifrando a obesidade, Editora Celebris, São Paulo, 2004.

SAHOTA, P.; RUDOLF, M. C. J.; DIXEY R.; HILL, A. J.; BARTH, J. H.; CADE, J.
Evaluation of implementation and effect of primary school based intervention to reduce risk
factors for obesity. British Journal of Medicine, London, 2001 a. Disponível em :<
http://bmj.com/cgi/content/full/323/7320/1027>. Acesso em: 19 de Junho de 2012.

SALIM, C.M. R; BICALHO, R.N.M. Obesidade Infantil – aspectos psicológicos envolvidos
na causa e suas consequências. Univ.Ci. Saúde, Brasília, v.2, n.1, p.1-151, jan/jun.2004.




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  • 1. UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA TEMAS TRANSVERSAIS NOS PCNS PROJETO INTERDICIPLINAR – SAÚDE - OBESIDADE INFANTIL JUIZ DE FORA 2012
  • 2. UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA UNIVERSIDADE ABERTA DO BRASIL FACULDADE DE EDUCAÇÃO CURSO DE PEDAGOGIA TEMAS TRANSVERSAIS NOS PCNS PROJETO INTERDICIPLINAR – SAÚDE - OBESIDADE INFANTIL POR Ana Paula Santos Machado Fabiana Paula Nogueira Xisto Vieira Glauciane Gomes Mendonça Mairy de Lourdes Martins Andrade Márcia Celeste das Mercês Oliveira Márcia Ferreira Santos Regina Aparecida Dutra da Silva Projeto Interdisciplinar apresentado ao professor Roney Polatto e a Professora Tutora Ana Paula Santos Machado, da disciplina Temas Transversais nos PCNS. JUIZ DE FORA 2012 2
  • 3. SUMÁRIO 1. 1. INTRODUÇÃO...................................................................................................... 04 2. 2. PUBLICO ALVO ...................................................................................................05 3. 3. CONTEXTO............................................................................................................05 4. 4. OBJETIVOS............................................................................................................06 5. 5. JUSTIFICATIVA....................................................................................................07 6. 6. DESENVOLVIMENTO.........................................................................................07 7. 7. SUPORTE MATERIAL ........................................................................................10 8. 8. TEMPO PREVISTO PARA APLICAÇÃO DO PROJETO .................................10 9. 9. AVALIAÇÃO.........................................................................................................11 10. 10. CONSIDERAÇÕES FINAIS .............................................................................11 11. 11. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS ...............................................................12 3
  • 4. TRABALHANDO A OBESIDADE INFANTIL NA ESCOLA 1. INTRODUÇÃO Entendemos saúde como sendo um conjunto de condições que decorre do equilíbrio físico e psicológico, do bem estar social e econômico e o ensino de saúde tem sido um desafio para a educação no que se refere à possibilidade de garantir uma aprendizagem efetiva e transformadora de atitudes e hábitos de vida. A inclusão do tema transversal - saúde - no currículo escolar responde a uma forte demanda social num contexto em que a tradução da proposta constitucional em prática requer o desenvolvimento da consciência sanitária da população e dos governantes para que o direito a saúde seja encarado como prioridade. Assim, apresentaremos dentro do tema "saúde" um assunto que tem sido exaustivamente discutido ultimamente. Trata-se da "Obesidade Infantil". A alimentação e nutrição adequada são requisitos essenciais para o crescimento e desenvolvimento da criança, mais do que isso, são direitos humanos fundamentais, pois representam a base da própria vida (CARDOSO, 2006). A obesidade infantil é caracterizada pelo excesso de gordura acumulada nos tecidos adiposos. Está diretamente ligada a infância, pois é nessa fase, que se adquire a maior parte das células adiposas. Sendo assim, pessoas que apresentam excesso de peso na infância tendem a ser mais obesas na vida adulta em relação àquelas que se tornaram obesa posteriormente, por fazer da obesidade infantil uma via para a obesidade na vida adulta. (SALIM & BICALHO, 2004). Intervenções em crianças, principalmente antes dos 10 anos de idade ou na adolescência, reduzem mais a severidade da doença do que quando as mesmas intervenções são realizadas na idade adulta, visto que mudanças na dieta e na atividade física podem ser influenciadas pelos pais e educadores e poucas modificações no balanço calórico são necessárias para causar alterações substanciais no grau de obesidade. (CHAVES et al., 2008) Devido à dimensão que a obesidade vem tomando em todo o mundo nas ultimas décadas tornou-se um dos problemas nutricionais mais crescentes chegando até a ser referendada como uma epidemia, uma vez que os hábitos alimentares incorretos seguidos do sedentarismo contribuem de forma direta para o aumento da população obesa. De acordo com Melo (2004), “a obesidade pode ser de origem exógena, abrangendo 95 % a 98 % dos casos, 4
  • 5. ou endógena. A obesidade exógena origina-se do desequilíbrio entre a ingestão e o gasto calóricos.”. 2. PUBLICO ALVO: Anos Iniciais (7-9 anos) Escolhemos como público alvo os anos iniciais, pois entendemos que é nos primeiros anos de vida escolar que os hábitos adquiridos, ou a mudança deles, se concretizam. 3. CONTEXTO: A obesidade na criança depende de dois fatores: a genética e a influência do meio ambiente. A suscetibilidade genética depende de um conjunto de genes que se expressam numa mesma pessoa. Assim, mesmo que uma criança não tenha os pais obesos, ela pode carregar genes herdados das linhagens materna e paterna. Quanto mais cedo e quanto mais pesada à criança, maior a probabilidade de um defeito genético. PINHEIRO (2004, p.49). Segundo a Pesquisa de Orçamento Familiar (POF), realizada entre 2008/2009 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), uma em cada três crianças com idade entre 5 e 9 anos estão com peso acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Ministério da Saúde. O índice de jovens de 10 a 19 anos com excesso de peso passou de 3,7%, em 1970, para 21,7%, em 2009 (SAÚDE, 2012). Cerca de 20% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem de problemas de obesidade, e oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta. Segundo informação da ABESO, já existe no Brasil mais crianças obesas do que desnutridas. As crianças em geral ganham peso com facilidade devido a fatores tais como: hábitos alimentares errados, inclinação genética, estilo de vida sedentário, distúrbios psicológicos, problemas na convivência familiar entre outros. As pessoas dizem que crianças obesas ingerem grande quantidade de comida. Esta afirmativa nem sempre é verdadeira, pois em geral as crianças obesas usam alimentos de alto valor calórico que não precisa ser em grande quantidade para causar o aumento de peso e segundo a ABESO a escola é uma grande aliada na prevenção, já que esta é a nossa grande arma. Entre os fatores que tem sido associado ao aumento de sobrepeso/obesidade é a ampla disponibilidade e variedade de produtos gostoso, baratos, porem ricos em energia e 5
  • 6. servida em largas porções; baixo gasto energético ocasionado pelo baixo encorajamento para a realização de atividade física na sociedade moderna. (NUNES et al., 2006) A obesidade é uma doença crônica caracterizada pelo excesso de gordura corporal atribuída a um desequilíbrio energético de origem multifuncional. São muitas as causas: como fatores genéticos, disfunções hormonais e fatores comportamentais. Assim sendo, a suscetibilidade genética depende de um conjunto de genes que se expressam numa mesma pessoa. Assim, mesmo que uma criança não tenha os pais obesos, ela pode carregar genes herdados das linhagens maternas e paternas. Quanto mais cedo e quanto mais pesada à criança, maior a probabilidade de um defeito genético. A prevalência de obesidade na criança está aumentando gradativamente em todo o mundo. A obesidade infantil está associada a vários fatores de riscos para o desenvolvimento futuro de doenças crônicas incluindo hipertensão, diabetes e distúrbios alimentares. As crianças obesas sofrem duas vezes. Além de serem mais sensíveis e vulneráveis aos apelidos estúpidos e à discriminação nos esportes e na convivência social, ainda são vítimas de uma armadilha biológicas além de distúrbios psicossociais. Nesse sentido acreditamos que a escola como instituição onde prevalece o objetivo de formar cidadãos sociais tem por dever desenvolver trabalhos que orientam e discuta com os alunos os males causados pela obesidade infantil. 4. OBJETIVOS:  Promover a educação nutricional em escolares dos anos iniciais a fim de prevenir a obesidade infantil;  Estimular práticas alimentares saudáveis;  Observar o que conceitos os alunos tem sobre alimentação saudável e obesidade.  Orientar sobre os males que a obesidade pode causar à saúde.  Estimular o cuidado com os hábitos alimentares  Trabalhar a autoestima das crianças que estão acima do peso normal  Estimular a prática saudável de exercícios físicos 6
  • 7. 5. JUSTIFICATIVA: A estimativa mundial é de que 10% das crianças em idade escolar tenham excesso de peso. Prevenir a obesidade infantil significa diminuir, de uma forma racional e menos onerosa, a incidência de doenças crônico-degenerativas. A escola é um local importante onde esse trabalho de prevenção pode ser realizado, pois nela as crianças fazem pelo menos uma refeição diária, além de adquirirem novos hábitos e comportamentos. Neste contexto, o trabalho de educação nutricional, aliado à promoção da atividade física, pode produzir hábitos mais saudáveis na população escolar, reduzindo o risco para a obesidade (SAHOTA et al., 2001) 6. DESENVOLVIMENTO: Iniciamos o projeto propondo aos alunos uma conversa sobre a obesidade. De início estas perguntas podem ser lançadas pelo professor depois os próprios alunos podem também elaborar os seus questionamentos. A idéia é abrir a conversa às novas possibilidades de questionamentos dos alunos, no intuito de conhecer o que as crianças já sabem sobre o tema. Para este inicio pode-se lançar perguntas como:  O que é obesidade?  O que acham que faz as pessoas engordarem tanto?  É só a comida ou fatores genéticos também contribuem?  O que eles acham que seja sedentarismo? Levá-los a pesquisar sobre esta palavra, saber deles como eles se classificam: se sedentários ou como crianças que praticam exercícios físicos? Nessa parte do projeto poderíamos pedir ao professor de educação física para conversar com a turma e explicar para eles as vantagens de se exercitar, entre outras explicações quais atividades físicas são mais recomendadas para as crianças entre outras perguntas e curiosidades que podem surgir. Afinal, a escola é a porta de entrada para encorajar o aumento da atividade física na vida diária e estimular o exercício físico regular na vida de uma criança e, por isso, o professor de educação física tem a responsabilidade de além de apresentar os fundamentos 7
  • 8. esportivos a uma criança ou adolescente, mostrar a importância do exercício físico em sua vida como uma forma de prevenção da obesidade e outras doenças (DAMASO, 2001). Além da conversa, ele pode também, trabalhar com a música “Fome come” da Palavra Cantada, enfocando no ritmo da música que é bem divertida e interessante para as crianças. Fome Come Gente eu tô ficando impaciente A minha fome é persistente Come frio come quente Come o que vê pela frente Come a língua come o dente Qualquer coisa que alimente A fome come simplesmente Come tudo no ambiente Tudo que seja atraente É uma forma absorvente Come e nunca é suficiente Toda fome é tão carente Come o amor que a gente sente A fome come eternamente. No passado e no presente A fome é sempre descontente. Fome come fome come Se vem de fora ela devora ela devora ela devora (qualquer coisa que alimente) Se for cultura ela tritura ela tritura Se o que vem é uma cantiga ela mastiga ela mastiga Ela então nunca discute só deglute só deglute E se for conversa mole se for mole ela engole Se faz falta no abdome fome come fome come Gente eu tô ficando impaciente A fome sempre é descontente Toda fome é tão carente Qualquer coisa que alimente Come o amor que a gente sente come o amor que a gente sente No trabalho com a disciplina história podem-se lançar perguntas aos alunos como: Será que as pessoas de antigamente enfrentavam problemas de obesidade? A obesidade era uma coisa comum na época de seus pais e avós, poderia ser feita uma pesquisa em casa com os pais e parentes mais velhos sobre quais tipos de alimentos eram mais consumidos, que tipos de exercícios eles faziam, ou seja, se o tipo de vida também contribui para a crescente 8
  • 9. obesidade infantil que presenciamos hoje nos dias atuais. Com os resultados da pesquisa, como fotos depoimentos entre outros se pode montar um mural com estas informações. Daí pode-se se descobrir muito mais e saber que além dos hábitos muita coisa mudou como a alimentação deixou de ser tão naturais, os brinquedos e brincadeiras se tornaram mais sedentários também, e que até mesmo o caminho da casa até a escola que na maioria das vezes e por muitos é feito de carro influi para a obesidade infantil. Para enriquecer a aprendizagem apresentar o vídeo “Aprender a Comer”, o vídeo traz o professor Cenoura explicando sobre a pirâmide alimentar. Depois da exibição do vídeo, os alunos poderão refletir sobre tudo o que puderam aprender com o projeto e quais as mudanças que serão efetivas em suas ações cotidianas para que a obesidade seja combatida e se assegure uma boa saúde. Para internalizar os conceitos aprendidos e provar que se pode ter uma alimentação saudável aos alunos será proposto uma experiência na cozinha e como incentivo aos bons hábitos adquiridos pelos alunos será instituído o "Premio Nobel Mirim" cujas regras serão passadas aos alunos. Que tal preparar um docinho de cenoura? Será usada a cozinha da escola e os alunos ajudarão no preparo da receita que são super fáceis de fazer. Docinho de Cenoura - 258 calorias Ingredientes: 01 lata de leite condensado Meia colher de chá de açúcar Duas colheres de sobremesa de manteiga 100 gramas de côco ralado fresco 200 gramas de cenoura picada 02 colheres de açúcar cristal para confeitar Modo de fazer: Bata a cenoura no liquidificador com o leite condensado até ficar homogêneo. Passe para uma panela junte com a manteiga, o coco e o açúcar, leve ao fogo baixo mexendo sempre, até soltar do fundo. Despeje a massa em um prato untado com manteiga e espere esfriar. Modele bolinhas com as mãos untadas, passe-as no açúcar cristal e coloque em forminhas de papel. 9
  • 10. "Prêmio Nobel Mirim" - requisito "Saúde" Antes de passar as regras do concurso, será feito um pequeno debate onde os alunos poderão dizer sobre tudo o que sabem sobre este tema. A professora então dirá da importância do prêmio e o que ele significa para quem o recebe. No ambiente escolar, próximo a cantina será elaborado o cardápio do dia. (Ex. suco de laranja, pão com queijo e presunto, uma maça.), com uma pontuação para cada alimento do dia que for comprado ou que a criança trouxer de casa. Esses pontos somados ao final da semana dá a criança que o conseguir o troféu de "Prêmio Nobel Mirim" no requisito "Saúde" e no final de 2 meses, 10 crianças que conquistaram o troféu, terão direito a um passeio recreativo com acompanhante. Concluindo resta dizer que a escola possui importante papel social, mas principalmente no que se refere ao desenvolvimento da criança como agente de promoção de hábitos alimentares e estilo de vida saudáveis, pois é um local onde elas passam boa parte de seu tempo e "fazem pelo menos uma refeição diária, alem de adquirir novos hábitos e comportamentos" (SAHOTA etc e tal., 2001, apud MOURA, SALDANHA e POMPEU, 2010). Segundo Giannasi, além do aluno, a escola pode ajudar às famílias dessas crianças, ao valorizar as mudanças dos hábitos alimentares e boa saúde, e diz também, que ao trabalhar com o projeto, os alunos poderão comer frutas sem reclamar, pois compreenderão que elas tem nutrientes importantes à saúde. 7. SUPORTE MATERIAL: Serão utilizados alguns textos, vídeos, data show para projeção de slides, fotos, cartazes, ingredientes para desenvolver a receita proposta bem como os utensílios necessários. 8. TEMPO PREVISTO PARA A APLICAÇÃO DO PROJETO: 10
  • 11. Para o desenvolvimento deste projeto acredita-se que serão necessárias 05 aulas de 40 minutos cada, mas pela magnitude e importância do projeto, é vital que ele permaneça como vivencia cotidiana, assim alcançará ganhos a longo prazo. 9. AVALIAÇÃO: As crianças serão avaliadas durante todo o decorrer do processo, em seu envolvimento e interações com a educadora e os demais alunos do grupo, e através das respostas as perguntas propostas pela educadora, e principalmente na mudança de hábitos alimentares proposta pelo projeto. 10. CONSIDERAÇÕES FINAIS: Com esta proposta busca-se em primeiro lugar refletir dentro do tema – saúde – sobre a obesidade infantil, quais as causas do seu crescimento, e as consequências de uma má alimentação, principalmente nas crianças em idade escolar. E como bem nos coloca Barbosa, (2004): “Uma boa escola não ensina a criança a se alimentar apenas na teoria. A alimentação saudável é um hábito que pode ser ensinado na prática. São iniciativas como estas que mostram que é possível aplicar conceitos ensinados em sala de aula. Afinal, de que adianta um professor falar durante cinquenta minutos que uma fruta ou verdura é mais saudável do que um sanduíche, se logo após a aula o cheiro da fritura de um hambúrguer foi bem mais convidativo e acessível na hora do recreio do que uma fruta saudável?” (BARBOSA, 2004). Durante o decorrer do projeto, depois de pesquisas sobre o tema, entendemos que a escola surge como importante aliada para a mudança deste panorama, pois através de projetos, práticas pedagógicas e ações concretas levadas a termo, informa, conscientiza, e desenvolve na criança a perspectiva de mudança de hábitos alimentares a muito arraigados. Ainda de acordo com Barbosa, 2004: “O professor como orientador no processo de formação de seus alunos, deve além de tudo, estimular desde cedo aos pequenos a cuidar dos seus hábitos alimentares, orientando-os sobre os males que o excesso de peso pode causar na vida do ser humano ingerindo alimentos com alto teor de gordura” (BARBOSA, 2004). Portanto, cabe aos profissionais educadores a importante tarefa de intermediação em todo esse processo, ressaltando a importância da valorização da saúde, mediante uma nutrição correta. 11
  • 12. 11. REFERENCIAS ABESO - Associação Brasileira para o estudo da obesidade e da Síndrome Metabólica, disponível em:< www.abeso.or.br/pagina/175/projeto-escola-saudavel.shtml>. Acesso em 18/05/2012. “Aprender a Comer” Vídeo 2,26 min Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=3IyErcFfLpQ&feature=related Acesso: 14/06/2012 BARBOSA, Vera L.P., Prevenção da obesidade na infância e na adolescência, Editora Manole, São Paulo, 2004. CARDOSO, L.D.; QUEIROZ, I.C de. Programa de vigilância alimentar e nutricional infantil (PVANI). 2006. 12f. Projeto de extensão. Belo Horizonte, 2006. CHAVES, M. das G. A.M.; MARQUES, M.H.; DALPRA, J. O.; RODRIGUES,P.A.; CARVALHO, M. F. de; CARVALHO, R.F. de. Estudo da relação entre a alimentação escolar e a obesidade. HU Revista, Juiz de Fora, v. 34, n. 3, p. 191-197, jul./set. 2008. Disponível em:< http://www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/obesidade-infantil.htm>. Acesso em 12 de Maio de 2012. DÂMASO, A. Nutrição e exercício na prevenção de doenças. Ed. Medsi. Rio de Janeiro. 2001. GIANNASI, Camila Chamma. Saúde com boa alimentação. Disponível em: http://revistaguiainfantil.uol.com.br/professores-atividades/108/artigo255328-2.asp. Acesso em 20 de Junho de 2012. MELLO, E. D. et al. Obesidade infantil: como podemos ser eficazes? Jornal de Pediatria, Rio Janeiro, Porto Alegre Maio/Junho de 2004. Vol.80, p. 3. MOURA, Natália do Vale, SALDANHA, Nilda Fonseca, POMPEU, Rafaella Lago. Prevenção da obesidade em escolares – Projeto de Pesquisa. Disponível em: < https://ebah-files.s3.amazows.com> Acesso: 19/06/2012. NUNES, M. A. Transtornos alimentares e obesidade. In: SICHIERI, R.; SOUZA, de R. A. G. Epidemiologia da obesidade. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 251-264. -------------------, Transtornos alimentares e obesidade. In: COUTINHO, W.; DUALIB, P. Etiologia da obesidade. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 265-272. ------------------, Transtornos alimentares e obesidade. In: HALPERN, Z.; RODRIGUES, M. D.B. Obesidade infantil. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 283-288. 12
  • 13. -----------------, Transtornos alimentares e obesidade. In: BRESSAN, J.; COSTA. A. G. V. Tratamento nutricional da obesidade. Porto Alegre: Artmed, 2006. p. 315-326. PCN’s Saúde livro 92 disponível em: <http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/livro092.pdf>. Acesso em 10/05/2012. PINHEIRO, João, Decifrando a obesidade, Editora Celebris, São Paulo, 2004. SAHOTA, P.; RUDOLF, M. C. J.; DIXEY R.; HILL, A. J.; BARTH, J. H.; CADE, J. Evaluation of implementation and effect of primary school based intervention to reduce risk factors for obesity. British Journal of Medicine, London, 2001 a. Disponível em :< http://bmj.com/cgi/content/full/323/7320/1027>. Acesso em: 19 de Junho de 2012. SALIM, C.M. R; BICALHO, R.N.M. Obesidade Infantil – aspectos psicológicos envolvidos na causa e suas consequências. Univ.Ci. Saúde, Brasília, v.2, n.1, p.1-151, jan/jun.2004. 13