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Relato dos principais tópicos - Aquário da Formação - 2º Seminário da Rede de Formação - TelecentrosBR

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Relato dos principais tópicos - Aquário da Formação - 2º Seminário da Rede de Formação - TelecentrosBR

  1. 1. Grupos de Trabalho Realização dos Espaços Abertos em cima dos GTs: Núcleo comum de conteúdos Oferta de múltiplos caminhos Projetos Apropriação Comunitária Em seguida, aquário para socialização dos debates: •Passar por diversos grupos ou aprofundar em um só → vontade de ficar no mesmo para encadeamento e visualização / preocupação com diretriz e receber acréscimo de elementos e pra quem circulou, houve mesmo assim uma sensação de continuidade, de acréscimo, composição nas diferentes falas / participar de todos faz ter visão mais geral. •Estamos sempre cheios de dúvidas mas também temos falas comuns. •Queríamos definir eixos. •Sistematização: diferente em cada grupo – solto, antenado em pontos importantes, organização (foco → para não perder o eixo). •Frustração de não poder estar em todos os grupos. •Um ressignifica o outro. Participar de um faz pensar nos outros •Fiz questão de ficar 2 rodadas → compreender melhor o que é projeto (enfoque, comunidade, integração). •Tudo tá muito bem conectado → somos o primeiro elo. •Criou-se um bom espaço para compartilhamento → todos falaram. •No início, pessoal tava tenso, ansioso, para trocar experiências sobre Conselho Gestor •preocupação com o monitor e quem pode fazer parte. •Muito interessante: critério para postar material. Cada polo vai ter bastante trabalho •a contribuição de todos produzirá um material rico. •Banco de experiências → relatos dos monitores-educadores. •Muitos optaram por ficar mais tempo no GT Apropriação Comunitária. •Compartilharam experiências → importante compartilhá-las (narrativas e documentos). Coletar depoimentos de personagens → inspiração •Monitor → super-homem? (múltiplas funções) •As vezes focar no manual é um problema. •Muitos membros do Conselho Gestor não são usuários necessariamente. •Não dá para o Conselho Gestor vir antes do telecentro (Conselho Gestor em Formação). •Dúvida em realizar a distância ações que conhecemos feitas no presencial. •Não é uma simples transmissão de conteúdo. •A maioria dos monitores é jovem. •Focar o 1º presencial no monitor: Quem é? O que quer?
  2. 2. •1º presencial – presença do gestor – discutir papéis e responsabilidades. •Movimento telecentrista pela rede? •Por que quer um telecentro? → vocações •Acordo – Conselho Gestor em formação / validação dos monitores feita pelos proponentes. •Salário 240 reais •Temos que ter uma identidade – temos que estar dispostos a fazer dar certo. •Não apareceu “falar de rede”... •Como usar a rede de forma operativa? •Monitor: se torna uma liderança •Rede: informação, acolhimento, troca •Não discutimos a rede como dispositivo •Ninguém falou de manutenção no conteúdo básico: a quem procurar? •Apostar na preguiça se o processo dos projetos se burocratizar em excesso. •Projeto como instrumento pedagógico ou instrumento de ocupação do espaço dos telecentros? •Projeto como facilitador. •Monitor: não parte do zero; tem experiência, vivência, saberes. •Desenvolver a política de comunicação. •Pensar estratégia de formação •Não há inclusão digital sem software livre. •Sustentabilidade financeira. •Não falar tudo, não entregar tudo → orientar na busca, ajudar a usar a rede. •Levar em consideração que os monitores tem níveis de estudo variáveis. •Não queremos subestimar a rede nem o monitor. •No Conselho Gestor precisa de vivência e malícia. Poder ao Conselho. •Alinhar o que estamos pensando. •Desapegar do manual •Cria um comum pautado em uma área mais educacional; não contempla quem fala da inclusão digital •Quem conhece a realidade dos telecentros? •Pensar a infraestrutura do projeto. •Mapear os possíveis problemas – passar para o monitor as possibilidades que ele tem. •Criar planos de contingência. •Acessar comunidade e suporte das iniciativas. •Instrumentos offline. •Orientação – quem posso procurar?
  3. 3. •Experiência Pará: não dá para fugir do fato do cara chegar lá e as coisas não estarem perfeitas. •Há um mínimo que o monitor precisa saber para rodar o telecentro. •Não dá para mandar um suporte toda hora. •Problemas minimizam com o estar em rede – Diferencial do programa. •Rede: pensar em como incluir o celular como ferramenta de rede. •Projetos comunitários voltados a sustentabilidade. •Cada instituição tem a sua especificidade. •E quando a garantia está acabando? A garantia não dá conta. •Conselho Gestor – sustentabilidade – rede – comunidade.

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