Em que a EB1 Professor Romeu Gil participou
MODALIDADES EM QUE PARTICIPÁMOS:                                 • Desenho                                 1º A, B e C com...
Modalidade de Desenho   1º lugar – trabalho submetido a concurso (1ºano)                                                  ...
Modalidade de Desenho   2º lugar – 1ºano                                           Adriana Santos – 1ºA
Modalidade de Desenho   3º lugar – 1ºano                                           Flávia Silvia – 1ºC
Modalidade de Desenho   4º lugar – 1ºano                               Ana Rita – 1ºB
Modalidade de Desenho   1º lugar – trabalho submetido a concurso (4ºano)                                                  ...
Modalidade de Desenho   2º lugar – 4ºano                                           João Mexia – 4ºD
Modalidade de Desenho   3º lugar – 4ºano                                      Beatriz Jerónimo – 4ºA
Modalidade de Desenho   4º lugar – 4ºano                                           Jamila Pinto – 4ºE
Modalidade de Desenho   4º lugar – 4ºano                         Joel Domingos – 4ºD
Crítica ao livro “Uma Aventura no Palácio da Pena”                                                                        ...
Crítica ao livro “Uma aventura no Palácio da Pena”Modalidade de Crítica                                                   ...
A missão no reino perdido                                             Há muito, muito tempo, numa aldeia  perdida na qual ...
•Foi  solicitado  aos  alunos    que escrevessem  uma  redação  sobre  o título da campanha. •  A  história  só  podia  te...
1º lugar – trabalho submetido a concurso (2ºano)            O livro transforma-se no que quisermos                        ...
2º lugar – 2ºano        O livro transforma-se no que quisermos  O livro leva-te onde quiseres, em cada folha um mundo,um r...
3º lugar – 2ºano                                   O livro transforma-se no que quisermos   O Manuel fazia anos e, nesse d...
1º lugar – trabalho submetido a concurso (4ºano)                              O livro transforma-se no que quisermosEra um...
2º lugar –4ºano                    O livro transforma-se no que quisermos   Um dia recebi um livro novo e não fazia ideia ...
3º lugar – 4ºano                                    O livro transforma-se no que quisermosAndré era um menino só, que vivi...
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Concursos "Uma Aventura Literária" e "O livro transforma-se no que quisermos!"

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Compilação/Divulgação dos trabalhos realizados no âmbito dos Concursos "Uma Aventura Literária 2013" e "O livro transforma-se no que quisermos!" - EB1 Professor Romeu Gil

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Concursos "Uma Aventura Literária" e "O livro transforma-se no que quisermos!"

  1. 1. Em que a EB1 Professor Romeu Gil participou
  2. 2. MODALIDADES EM QUE PARTICIPÁMOS: • Desenho 1º A, B e C com os títulos – “A Joaninha Vaidosa” ou “Os Primos e a Bruxa Cartuxa”; 4º A, D e E – Coleção “Uma Aventura” •Crítica 4ºA e D - Coleção “Uma Aventura” •Texto originalComo, segundo o regulamento 4º A, C, D e E (O tema era livre e devia ter asó se submetia um trabalho por extensão máxima de uma a duas páginasmodalidade, fez-se uma seleção manuscritas ou dactilografadas.)dos trabalhos entregues.
  3. 3. Modalidade de Desenho 1º lugar – trabalho submetido a concurso (1ºano) Rodrigo Silva – 1ºC
  4. 4. Modalidade de Desenho 2º lugar – 1ºano Adriana Santos – 1ºA
  5. 5. Modalidade de Desenho 3º lugar – 1ºano Flávia Silvia – 1ºC
  6. 6. Modalidade de Desenho 4º lugar – 1ºano Ana Rita – 1ºB
  7. 7. Modalidade de Desenho 1º lugar – trabalho submetido a concurso (4ºano) César Santos – 4ºA
  8. 8. Modalidade de Desenho 2º lugar – 4ºano João Mexia – 4ºD
  9. 9. Modalidade de Desenho 3º lugar – 4ºano Beatriz Jerónimo – 4ºA
  10. 10. Modalidade de Desenho 4º lugar – 4ºano Jamila Pinto – 4ºE
  11. 11. Modalidade de Desenho 4º lugar – 4ºano Joel Domingos – 4ºD
  12. 12. Crítica ao livro “Uma Aventura no Palácio da Pena” 1º lugar – trabalho submetido a concursoModalidade de Crítica Em primeiro lugar, queria agradecer às escritoras do livro: “Uma Aventura no Palácio da Pena”: Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada, por terem escrito este livro maravilhoso que me deixou encantada. Queria também agradecer ao ilustrador Arlindo Fagundes, porque sem ele e as suas ilustrações o livro seria menos divertido. Beatriz Marçal – 4ºD Quando comecei a ler o livro, nem queria pensar no tempo que iria perder a lê-lo, mas no fim do primeiro capítulo senti uma vontade enorme de o continuar a ler. Senti-me como se estivesse no mundo da leitura e como se estivesse a viver todas as aventuras do livro. Queria também dizer que adoro o Chico, o Pedro, a Luísa, a Teresa, o João, o Caracol e o Faial, apesar de não distinguir a Luísa da Teresa, adoro-as na mesma. Todos os dias lia um capítulo, ou então dois. Quando cheguei ao fim do livro, senti-me maravilhosa, espantada, encantada… Eu não tenho nenhuma crítica negativa para fazer a este livro. Eu adoraria que continuassem a publicar outros livros tão espetaculares como este. Eu adoro toda a vossa coleção de aventuras, apesar de ainda não as ter lido a todas, mas basta ler os títulos dos livros e eles dizem-nos tudo. Espero que não parem de escrever a coleção Uma Aventura. Mais uma vez obrigada pela magia que colocam nos livros que redigem.
  13. 13. Crítica ao livro “Uma aventura no Palácio da Pena”Modalidade de Crítica   2º lugar – trabalho coletivo – 4ºA A turma do 4º A da Escola Básica do 1º Ciclo Professor Romeu Gil, do Forte da Casa,  gostou muito de ler o livro “Uma aventura no Palácio da Pena”. Este livro foi escolhido pela nossa professora porque, na área de Estudo do Meio, íamos  trabalhar  a  História  de  Portugal  e  porque  ia  ao  encontro  do  tema  da  nossa  Área  de  Projeto. Quando  a  nossa  professora  nos  disse  que  tínhamos  de  ler  o  livro,  ficámos  um  pouco  preocupados  porque  era  um  pouco  grande.  No  entanto,  à  medida  que  fomos  lendo,  o  nosso  entusiasmo aumentava e  então quando  soubemos  que íamos  realizar uma  visita  de  estudo  ao  Palácio  da  Pena,  o  que  queríamos  era  terminar  a  leitura  do  livro  o  mais  rapidamente possível. A aventura era muito empolgante e não queríamos parar de a ler.  Chegado o dia da visita, foi emocionante estarmos no cenário verdadeiro da aventura e  saber que ali viveram reis e rainhas e que ali se fez História! Esta experiência, juntamente com o enredo e a linguagem utilizada, fizeram-nos querer  ler  mais  e  mais.  E  assim,  no  empréstimo  domiciliário  passámos  a  requisitar  maioritariamente livros desta coleção, porque a sensação quando estamos a ler é como  se estivéssemos a viver, na realidade, cada uma das aventuras.
  14. 14. A missão no reino perdido   Há muito, muito tempo, numa aldeia  perdida na qual  viviam num bonito  palácio, um príncipe e uma  princesa.Modalidade de Texto Certo dia, chegou à aldeia um homem desconhecido que queria pedir uma coisa ao príncipe: - Príncipe, quero que vás ao reino malvado e que tragas a porção mágica para curar o meu pai que  está doente. Depois desta conversa, o homem foi-se embora dizendo: 1º lugar – Alexandre – 4ºC - Tens sete dias para me entregares a poção, se não a tua princesa morre. O príncipe foi procurar no mapa o reino malvado e encontrou a localização. Era a 900Km da aldeia.  Preparou as suas malas, para os longos sete dias que ia percorrer de barco com os seus soldados e  a sua princesa. Levou mais de 100 litros de gasóleo, 20 kg de comida, 10 litros de água e partiram logo naquele dia.  Original Ao longo da viagem, sempre que faziam 200Km, a princesa perguntava: - Estamos quase a chegar? E o príncipe respondia: - Ainda falta um bocado. Até  que chegaram,  atracaram  o  barco  e  quando pisaram a  terra apareceram cinco homens  de  gelo  que diziam: - Não vão conseguir tirar o que querem. E  eles  desapareceram  de  um  momento  para  o  outro.  Os  soldados,  alguns  deles  ficaram  a  vigiar  o  barco e os restantes foram com o príncipe para o castelo assombrado. Os homens de gelo foram avisar o rei malvado que estava a tratar do almoço e ele ordenou: - Não os deixem entrar, porque assim, se entrarem, aparece o feiticeiro mais inteligente do mundo.  O príncipe, os soldados e a princesa acharam finalmente a entrada do castelo e pensaram:  -Se entrarmos no castelo o que acontecerá? Então eles foram até à entrada, mas quando entraram, apareceu um feiticeiro e os cinco homens de  gelo que continuavam a dizer a mesma coisa, desapareceram. Continuaram a sua missão, até que chegaram a uma enorme porta que pensaram que era do rei mas  para poderem passar não podiam tocar no alarme, se tocassem apareciam dragões. Mas  para  eles,  era  demasiado  fácil  e  conseguiram  ultrapassar  o  alarme.  Mais  à  frente  abriu-se  a  porta,  mas quando entraram derrotaram o  rei malvado e aproveitaram para tirarem a poção. Assim,  quando chegaram à aldeia, entregaram a poção ao homem.  (Final da história)
  15. 15. •Foi  solicitado  aos  alunos    que escrevessem  uma  redação  sobre  o título da campanha. •  A  história  só  podia  ter  um  número máximo de 1800 palavras. •Como cada escola só podia participar apenas  com  um  trabalho  por  ano  de escolaridade,  fez-se  uma  seleção dos trabalhos entregues•Participaram  no  concurso  as  turmas 2ºD, 2ºE, 4ºA e 4ºD
  16. 16. 1º lugar – trabalho submetido a concurso (2ºano) O livro transforma-se no que quisermos   Era uma vez uma linda menina chamada Maria, que adorava  viajar e que sonhava que conseguia voar. Um  dia,  a  Maria  viu  um  livro  no  chão  de  casa.  Abriu-o  e  foi  levada  para  uma  dimensão  mágica.  Quando  lá  chegou  ficou  impressionada com o que via. Encontrou um homem que se chamava Jorge e que era muito  mau. Por isso ficou preso no livro para sempre. Ela conseguiu  ser transportada para casa. Desde esse dia, sempre que abria o livro, vivia uma aventura  mágica. Rita Valente - 2º ano turma E 
  17. 17. 2º lugar – 2ºano O livro transforma-se no que quisermos  O livro leva-te onde quiseres, em cada folha um mundo,um reino.Em cada capitulo a história avança, acaba e recomeça.Leva-te às nuvens numas asas de andorinha,leva-te a um castelo nas asas da fada madrinha.Corres nos montes em busca do bosque encantado, vagueias nas ondas procurando um tesouro abandonado.O livro leva-te onde quiseres,mas para esse universo veré preciso saber ler. Erica Castanho - 2º ano turma E 
  18. 18. 3º lugar – 2ºano O livro transforma-se no que quisermos   O Manuel fazia anos e, nesse dia, recebeu muitos presentes, mas do que ele mais gostou, foi de um livro que contava várias aventuras. Estava muito bem encadernado, com a capa de um azul que mais parecia o céu e com letras douradas como o ouro. Esse livro foi prenda da sua madrinha, que o comprou quando esteve de férias no Oriente.O Manuel gostou tanto do livro que, quando se foi deitar, levou-o consigo para a cama. Antes de dormir pensou que tinha que ler uma daquelas histórias. Começou a ler a primeira e, enquanto a lia, imaginava como seria bom ser um daqueles personagens. Qual não foi o seu espanto, quando se viu no meio da aventura, a viver o papel do personagem principal. Quando acabou a história, ficou completamente zonzo, porque não sabia como era possível lhe ter sucedido tal coisa.Nessa noite ficou acordado até muito tarde, a pensar no que lhe tinha acontecido e que poder especial teria o seu livro. Então decidiu que, no dia seguinte, iria convidar o seu amigo Rodrigo, para ir passar a tarde com ele, para lhe contar o que acontecera. Ficou também a pensar se seria possível, voltar a acontecer-lhe o mesmo. A pensar nestas coisas adormeceu e sonhou.No outro dia, quando acordou, foi ter com a sua mãe para lhe pedir se podia convidar o Rodrigo para brincar consigo, lá em casa, depois do almoço. A mãe concordou e telefonou à mãe do amigo que também disse que sim, ficando assim combinado dos dois passarem a tarde juntos para brincar.Quando o Rodrigo chegou, foram logo a correr para o quarto do Manuel, pois este estava ansioso para contar ao amigo o que lhe tinha acontecido na noite anterior. Ele ficou de boca aberta, sem saber o que havia de dizer. Então os dois começaram a pensar como seria bom entrarem numa aventura em conjunto, foi quando o Manuel se levantou para ir buscar o livro. Sentaram-se os dois em cima da cama, colocaram o livro no colo e começaram a ler uma das histórias e, sem se aperceberem, começaram ambos a imaginar como seria viver as aventuras daqueles personagens. Aconteceu novamente o mesmo que havia sucedido no dia anterior. Assim, todas as personagens do livro, se transformaram e fizeram uma história bem real, da qual os dois meninos, também faziam parte. Quando tudo acabou eles estavam fascinados com o que lhes tinha sucedido.Combinaram não contar a ninguém o que se tinha passado, que o livro tinha poderes especiais, que as suas personagens se transformavam em pessoas reais e as histórias em histórias reais, das quais também eles faziam parte. Assim, podiam ser qualquer personagem: astronautas, polícias, ladrões, bombeiros, médicos, jardineiros, veterinários, índios, cowboys, exploradores, arqueólogos, paleontólogos e muitas mais… Para isso bastava ter o livro, querer muito viver aquela aventura e desejar ser aquele personagem.A partir desse dia, Manuel e o seu amigo, começaram a encontrar-se ora na casa de um, ora na do outro e também em sítios isolados, para que pudessem estar sozinhos, para viver as histórias com aquelas personagens que viravam reais e que umas vezes eram heróis, outras vilões, mas para eles o mais importante era serem felizes. Manuel - 2º ano turma D 
  19. 19. 1º lugar – trabalho submetido a concurso (4ºano) O livro transforma-se no que quisermosEra uma vez uma menina chamada Dora.Dora era uma menina simpática, inteligente, adorável e, principalmente, apaixonada por livros.Um dia, Dora estava a ler um dos seus livros preferidos, quando ouviu um som estranho na varanda.Pum! Pum! Pum! Pum!Assustada, foi abrir a janela para descobrir o que se estava a passar.De repente surgiu-lhe à frente um livro voador.- Será que estou a sonhar? - perguntou para si mesma.- Não, não estás a sonhar. - respondeu o livro que voava.Ainda mais assustada, Dora perguntou ao livro:-Como te chamas?O livro respondeu: Eu chamo-me livro da transformação e aposto que tu és a Dora, a menina que adora ler.-Sim, sou. -respondeu a Dora.-O livro, muito entusiasmado, pediu a Dora para saltar para cima de si e se agarrar bem à sua contracapa. Dora aceitou e efetuou o salto. Um portal abriu-se com imensa rapidez e o livro da transformação entrou lá para dentro. Assim que atravessaram o portal viram uma placa a dizer: “Bem vindo ao mundo da leitura”. A menina chegou ao mundo da leitura com o seu amigo livro e ele mostrou-lhe a sua cidade. Depois desta visita guiada, o livro disse: - Já conheceste a cidade, agora é altura de conheceres o palácio. -Mas eu não o vejo.Dora olhou de imediato para a frente e viu um enorme palácio. - Este é o castelo da majestade.Subitamente, a rainha surgiu diante de Dora e afirmou:- Minha menina você é a herdeira do trono deste mundo e, por isso, terá de ir buscar o anel da coragem e entregá-lo ao seu povo.Dora concordou, mas a rainha recomendou-lhe que deveria levar consigo o seu novo amigo.A viagem começou. Em primeiro lugar, eles passaram por um segundo portal.Tudo estava a correr bem, quando avistaram uma máquina que triturava tudo o que lhe aparecesse à frente.Foi então que o livro pediu novamente a Dora para saltar para cima dele.Num instante o livro transformou-se numa máquina super veloz e atravessou o triturador num segundo.Felizmente era só esse o perigo. Depois disto voltaram para o palácio e Dora entregou o anel ao povo.Dora voltou para casa com o sentimento gratificante de ter salvo um povo e de ter ganho um novo livro com quem poderia falar. Ana Beatriz Marçal - 4º ano turma D
  20. 20. 2º lugar –4ºano O livro transforma-se no que quisermos Um dia recebi um livro novo e não fazia ideia de que tema tratava. Passados quinze minutos,cheia de curiosidade, perguntei à minha mãe:- Mãe posso abrir o livro que me compraste?- Não Catarina, ainda não. Deves esperar pelo teu aniversário.- Está bem. – respondi eu, pouco convencida.No dia seguinte e, vendo a minha enorme vontade em abrir o meu presente, a minha mãeavisou-me:- Tu não mexes na tua prenda. Ouviste Catarina? É uma ordem!- Ok mãe. Fica descansada que eu vou-me controlar e esperar até ao dia 20 de novembro.Os dias lá foram passando e eu sempre a pensar no dia do meu aniversário para poder,finalmente, “devorar” o meu livro.De modo a acalmar o meu espírito curioso pensei: “Um livro pode transformar-se no quequisermos“ e daqui a alguns dias poderei voar para horizontes longínquos. Depois deste períodode espera vou ter a merecida recompensa.E lá fui esperando que o tempo passa-se rapidamente, mas…- Não vou esperar mais. Isto é uma tortura. Já sei! Vou comprar o livro na papelaria maispróxima e assim já o posso ler.E lá fui eu, sorrateiramente, comprar o livro que iria receber no meu aniversário. Passadas umas semanas abri o meu presente:- Que giro! Adorei. Que título tão interessante: “O livro transforma-se no que quisermos!“ Decerteza que falará de um livro capaz de tornar-se no que quer que seja…Mal sabia a minha mãe que eu já tinha um livro igualzinho àquele escondido debaixo da minhacama… Catarina Simões - 4º ano turma D
  21. 21. 3º lugar – 4ºano O livro transforma-se no que quisermosAndré era um menino só, que vivia com a avó, pois os seus pais estavam separados. Ele sentia-se muito triste e por issoisolava-se de tudo e de todos.Certo dia, começou a escrever um livro sobre como gostaria que fosse a sua vida. Ele gostava de voltar a viver com osseus pais e ter uma irmã para poder brincar com ela. O seu sonho era viver muitas experiências diferentes, coisas quenunca teve possibilidade de fazer porque a sua avó tinha uma vida modesta.Cada vez que abria o seu caderno, nas folhas em branco, como que por magia, o André parecia ver fotografias desituações que ele nunca tinha vivido, mas que desejava viver. Então começava a escrever com muito entusiasmo eintensidade.Certo dia, ouviu um barulho estranho, fechou os olhos por instantes com medo e, qual não foi o seu espanto, quando seviu numa linda praia, de mar calmo, com uma prancha de surf debaixo do braço, fato de borracha vestido e acompanhadopelo seu pai. Um pouco mais ao lado, estava a sua mãe a fazer bolinhos de areia de vários feitios com uma menina loirade cabelos encaracolados. Era a sua irmã Rita. Depois de um fantástico dia na praia, o André adormeceu. No dia seguinteacordou e não se lembrava de nada. Sentiu vontade de escrever e quando abriu o caderno foi novamente parar a outroespaço. Desta vez estava num festival de música, ele fazia parte de uma banda de rock, na qual a sua irmã era a vocalistae ele próprio o guitarrista.Este “fenómeno” sucedeu-se durante dias e meses, até que um dia o André estava a viver mais uma das suasexperiências fantásticas, quando ouviu um barulho. Era a sua avó que estava a bater à porta do seu quarto, entrou edisse:-André, venho falar contigo.- Sobre o quê avó? Perguntou o neto.- Como sabes, quando os teus pais se separaram, foram para outros países trabalhar para terem uma vida melhor edeixaram-te aqui comigo. O destino fez com que se encontrassem e decidissem viver juntos novamente e formar umafamília – explicou a avó.- Avó, não foi o destino. Foi a minha enorme vontade que isso acontecesse- retorquiu o rapaz.- Em breve virão buscar-te para ires viver com eles- concluiu a avó.Agora sim, André poderia viver todas as aventuras e experiências que tinha registado no seu caderno e permitir que outrascrianças experimentassem as mesmas emoções que ele tinha vivido ao lerem os seus escritos. Pois o seu cadernomágico foi editado em livro e tornou-se acessível a todas as pessoas.Na viagem, depois do reencontro com os seus pais, com destino à sua nova casa, André sentia feliz e muito tranquilo, eolhando pela janela do avião pensava:“Como é bom lutar, não desistir e alcançar aquilo com que sempre sonhámos!!!” Trabalho coletivo - 4º ano turma A

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