Super apresentações brilhantes

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Super apresentações brilhantes

  1. 1. O guia do Apresentador das galáxias
  2. 2. Bibliografia
  3. 3. Bibliografia sugerida
  4. 4. Agenda > Os 3 passos da apresentação > A relação com a plateia > A postura do apresentador > Dicas marotas
  5. 5. Os 3 passos da apresentação
  6. 6. Roteiro
  7. 7. Roteiro Slides
  8. 8. Roteiro Slides Ensaio
  9. 9. Roteiro
  10. 10. É um erro começar as apresentações já na elaboração do PPT.
  11. 11. SÓ a mensagem principal vai para o PPT.
  12. 12. O roteiro pode ser: Um artigo Um texto O TCC Ou um tema desenvolvido a partir de pesquisas.
  13. 13. os 3 passos do roteiro da apresentação
  14. 14. Capa Intro Desen. Conclusão 1 2 3
  15. 15. Capa Intro Desen. Conclusão 1 2 3 Quem sou, o que vou falar, e com qual objetivo.
  16. 16. Capa Intro Desen. Conclusão 1 2 3 Quem sou, o que vou falar, e com qual objetivo. Problema. Cenário. Análise. Conteúdo.
  17. 17. Capa Intro Desen. Conclusão 1 2 3 Quem sou, o que vou falar, e com qual objetivo. Soluções, benefícios, conclusões. Contato. Problema. Cenário. Análise. Conteúdo.
  18. 18. Slides
  19. 19. Não sufoque
  20. 20. Um erro comum da maioria dos palestrantes é oferecer informações demais de uma vez só. Não sufoque
  21. 21. Para revolver esse problema, utilize a técnica da Revelação Progressiva. Não sufoque
  22. 22. Releve as informações aos poucos. Não sufoque
  23. 23. É um grande erro lotar um único slide de informações. Não se pode ler e ouvir ao mesmo tempo. Não sufoque
  24. 24. Imagens
  25. 25. Nós lembramos mais facilmente do que vemos do que ouvimos. Por isso, ilustre as informações que apresenta. Imagens
  26. 26. Se falar de livros. Mostre livros.
  27. 27. Estética
  28. 28. A estética dos slides influencia sim no modo como as pessoas os assimilam. Estética
  29. 29. Slides bonitos são mais persuasivos.
  30. 30. Além de sua apresentação ser bonita e agradável aos olhos, ela precisa ter ordem, clareza e originalidade. Estética
  31. 31.  NADA DE TEMPLETE PRONTO DO PPT
  32. 32.  OU PIOR.  COM ANIMAÇÕES.
  33. 33.  ANIMAÇÃO É PRACABÁ.
  34. 34.  Fuja dos bullet points (aquelas marcações com bolinhas do PPT), mas se precisar utilizá-los, prefira camuflar os bullets em si, utilizando-se de incrementos visuais
  35. 35. O PPT deve ter uma a identidade visual, combinando recursos que vão desde fontes, cores, fotos, até ícones, linhas, formas, etc. Estética
  36. 36. Fontes
  37. 37. Utilize fontes de leitura fácil. Quanto mais difícil de ler, mais difícil fica de assimilar e compreender. Fontes
  38. 38. Algumas fontes mais novas como a Tahoma e a Verdana foram planejadas para que sejam mais fáceis de ler na tela. Fontes
  39. 39. Fontes
  40. 40. Cores
  41. 41. Não utilizar apenas cores como informações. Você pode ter na plateia pessoas com deficiência em distinguir cores. Cores
  42. 42. nunca misture o vermelho com azul
  43. 43. Nem vermelho com verde nos slides
  44. 44. Ensaio
  45. 45. Treinamento
  46. 46. Roteiro e slides de apoio: Treine exaustivamente sua apresentação, juntamente com o roteiro e o PPT. Treinamento
  47. 47. Visão macro: Saiba a quantidade de slides e a ordem dos slides. Ou seja, saiba o conjunto total da apresentação. Você pode utilizar o recurso miniatura do Power Point e visualizar todos os slides juntos. Treinamento
  48. 48. Slide um a um: Treine os slides individualmente, atento ao que vai falar em cada um deles. (isso evita coisas do tipo: “ahh pessoal, eu já falei disso lá no começo mas aqui tem um slide que exemplifica o que eu tinha falado”). Treinamento
  49. 49. Registro e avaliação: Grave e depois escute o seu treino para poder avaliar sua própria apresentação e perceber se negligencia informações importantes ou se pode retirar informações desnecessárias e assim, limpar sua fala. Treinamento
  50. 50. Cronometre: Se você tem um tempo delimitado, ensaie cronometrando já ensaiando os “bom dia” e os “muito obrigada” Treinamento
  51. 51. Escreva suas notas
  52. 52. Se você quer memorizar de forma mais eficaz sua apresentação, faça anotações manuscritas. O ato de escrever envolve músculos diferentes do que os relacionados ao ato de digitar. Escreva suas notas
  53. 53. Há uma consolidação maior da memória quando as pessoas escrevem manualmente (p. 252). Escreva suas notas
  54. 54. A relação com a plateia
  55. 55. Dê um contexto
  56. 56. Dê um contexto “Fazer uma apresentação é como falar sobre suas ideias a estranhos na rua” (p. 20).
  57. 57. Dê um contexto Para que sua plateia não fique “atordoada” ou perdida, dê um contexto a ela.
  58. 58. Dê um contexto Você pode fazer isto através de um organizador avançado, que pode ser a agenda da apresentação, um diagrama do que será mostrado, capas personalizadas para cada assunto ou até mesmo os títulos de cada slide.
  59. 59. Conheça a plateia
  60. 60. Conheça a plateia As pessoas que te assistem não são uma “tábula rasa” sobre o assunto, seja ele qual for, elas possuem modelos mentais.
  61. 61. Conheça a plateia Saiba sobre as experiências do público, se possível, antes da palestra.
  62. 62. Não precisa anotar
  63. 63. Não anote anotações não são necessárias Se as pessoas ficarem preocupadas em anotar as informações que você está oferecendo, é provável que esteja perdendo muita coisa do que está sendo falado.
  64. 64. Não anote anotações não são necessárias Para evitar essa dispersão, avise que um resumo será enviado posteriormente, junto com as referências que você menciona.
  65. 65. Desvie do tédio
  66. 66. Desvie do tédio É bem provável que a plateia se sinta entediada, principalmente se sua apresentação for muito extensa.
  67. 67. Desvie do tédio O tédio pode ser afugentado se envolver a plateia na apresentação. Faça perguntas, proponha desafios, deixe-os ocupados e envolvidos.
  68. 68. Estilo de aprendizado
  69. 69. Estilo de aprendizado Nós aprendemos de jeitos diferentes. Por isso, elabore uma apresentação que comtemple os diferentes estilos de aprendizado.
  70. 70. Estilo de aprendizado Os mais comuns são o aprendiz visual (que aprende quando vê), o aprendiz auditivo (que aprende quando ouve) e o aprendiz cinestésico (que aprende quando pratica).
  71. 71. Estilo de aprendizado Em suma: fale, mostre e proponha atividade.
  72. 72. A postura do apresentador
  73. 73. Posição
  74. 74. Posição Posicione-se do lado esquerdo da tela. Isso porque nós lemos da esquerda para a direita, então é importante que a atenção da plateia comece por você, que é o foco da apresentação, e não os slides.
  75. 75. Postura e atitude corporal
  76. 76. Postura e atitude corporal A forma como você se posiciona também influencia na sua apresentação. Encare a plateia com autoridade e controle.
  77. 77. Postura e atitude corporal Remova barreiras, não fique atrás de mesas ou púlpitos.
  78. 78. Postura e atitude corporal Mantenha a cabeça reta.
  79. 79. Postura e atitude corporal Não se remexa (nada de tique nervoso). “Não é?” “Né”
  80. 80. Postura e atitude corporal Mova-se com propósito. Não fique de lá pra cá.
  81. 81. Postura e atitude corporal Lembre-se também de manter o semblante calmo, pois a plateia reage a sua expressão facial.
  82. 82. As mãos falam
  83. 83. As mãos falam Se a sua plateia não puder olhar suas mãos, será difícil pra ela confiar em você.
  84. 84. As mãos falam Mãos em frente ao corpo podem passar que você está nervoso e hesitante.
  85. 85. As mãos falam Mãos na cintura expressam agressividade.
  86. 86. As mãos falam É bom lembrar também que alguns gestos possuem significados culturais. O sinal de ok de um americano é uma coisa bem feia para um brasileiro.
  87. 87. Tom de voz
  88. 88. Tom de voz Grandes palestrantes alteram o tom de voz e fazem pausas quando necessário. Seu silêncio pode ser tão importante quanto suas palavras.
  89. 89. Monitor
  90. 90. Monitor Sempre que possível tenha um monitor para olhar o que está nos slides, sem precisar olhar para eles.
  91. 91. Monitor Toda vez que você direcionar a atenção para os slides, a plateia fará o mesmo. Faça isso apenas quando deseja realmente que as pessoas deixem de prestar atenção em você e passe a prestar atenção na tela.
  92. 92. Dicas marotas
  93. 93. Repita informações
  94. 94. Repita informações Se você deseja que a plateia memorize a informação que está falando, ou seja, quer que a memória curta se transforme em memória longa, essa informação deve ser repetida.
  95. 95. Repita informações As lembranças ficam armazenadas como conexões padronizadas entre neurônios. Quando dois neurônios são ativados, as conexões entre eles são reforçadas.
  96. 96. Repita informações Se repetirmos as informações o suficiente, os neurônios compõem um caminho ativo. Então, basta dar início a sequência para despertar o restante dos elementos e permitir que recuperemos a memória. Essa experiência provoca uma alteração física no cérebro (p. 40).
  97. 97. 20 minutinhos
  98. 98. 20 minutinhos Esse é o número mágico da atenção que alguém lhe dá, é o tempo apropriado para a duração de uma apresentação. (as apresentações do TED duram 20 minutos). Depois disso, a concentração começa a dispersar.
  99. 99. 20 minutinhos Se sua apresentação tiver mais de 20 minutos, intercale com atividades, exercícios ou até mesmo perguntas. Procure introduzir alguma alteração a cada 20 minutos.
  100. 100. 20 minutinhos
  101. 101. 4 categorias
  102. 102. 4 categorias Tente agrupar as informações que serão apresentadas em grupos de quatro itens. Isso porque “as pessoas são capazes de guardar três ou quatro elementos na memória funcional desde que nada as distraia”.
  103. 103. 4 categorias É por isso que memorizamos assim números de telefone: 96 58 79 57.
  104. 104. A tecla “C”
  105. 105. A tecla “C” Se você quer conversar com a plateia e não quer que eles olhem para os slides, basta apertar na tecla C do seu teclado.
  106. 106. Álbum de fotos
  107. 107. Álbum de fotos Se você tá com pressa e precisa criar um PPT com imagens, faça um álbum.
  108. 108. Música
  109. 109. Música Se você vai apresentar uma música e não quer ter o trabalho de clicar no ícone, nem quer que o ícone apareça, há uma solução.
  110. 110. Horários
  111. 111. Horários Se puder, evite se apresentar em horários próximos das refeições.
  112. 112. Horários Quando as pessoas estão com fome, param de prestar atenção. Se você mencionar comida então, quem não estava vai ficar pensando nisso.
  113. 113. Use exemplos
  114. 114. Use exemplos Exemplifique as informações que você está tentando passar.
  115. 115. Histórias compartilham emoções
  116. 116. Histórias compartilham emoções Elas permitem que a plateia sinta o que a personagem sente.
  117. 117. Histórias compartilham emoções Nas histórias, o cérebro reage como se estivesse vivendo os eventos narrados.
  118. 118. Histórias compartilham emoções Uma boa história é curta, inspiradora, tem um personagem cativante e é relevante para o tema que é apresentado.
  119. 119. Histórias compartilham emoções Exemplo: Eu posso dizer pra vocês que as palavras têm poder ou contar a história do filho do marceneiro.
  120. 120. Obrigada Tauana Jeffman

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