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Tribunal de justi_a-2

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Escrevente técnico judiciário

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Tribunal de justi_a-2

  1. 1. CADERNO DE TESTES Testes do Tribunal de Justiça com Respostas Comentadas Zenaide Auxiliadora Pachegas Branco Alessandra Alves Barea Rafael de Lazari Francielly Schmeiske Bruno Tulim e Silva Flávia Eliana de Melo Colucci Mariela Ribeiro Nunes Cardoso Guilherme Moraes Cardoso Cássia Hakamada Michele Ribeiro de Melo Adriano Augusto Placidino Gonçalves Evelise Leiko Uyeda Akashi Danilo Vieira CONTATO EDITORA NOVAAPOSTILA FONE: (11) 3536-5302 / 28486366 EMAIL: NOVA@NOVAAPOSTILA.COM.BR WWW.NOVACONCURSOS.COM.BR
  2. 2. NOSSA EQUIPE AUTORES ZENAIDE AUXILIADORA PACHEGAS BRANCO ALESSANDRA ALVES BAREA RAFAEL DE LAZARI FRANCIELLY SCHMEISKE BRUNO TULIM E SILVA FLÁVIA ELIANA DE MELO COLUCCI MARIELA RIBEIRO NUNES CARDOSO GUILHERME MORAES CARDOSO CÁSSIA HAKAMADA MICHELE RIBEIRO DE MELO ADRIANO AUGUSTO PLACIDINO GONÇALVES EVELISE LEIKO UYEDA AKASHI DANILO VIEIRA. DIAGRAMAÇÃO EMANUELA AMARAL ELAINE CRISTINA GOMES DESIGN GRÁFICO BRUNO FERNANDES COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA ANDRÉIA AGOSTIN EMÍDIO MÁRCIO ANDRÉ EMÍDIO COORDENAÇÃO GERAL JULIANA PIVOTTO PEDRO MOURA ISBN: 978 856438458 3
  3. 3. Zenaide Auxiliadora Pachegas Branco Especialista em Estudos Linguísticos e Ensino de Línguas pela UNESP; Graduada em Letras pela FAI. Alessandra Alves Barea Especialização em Uso das Tecnologias em Informação; Licenciatura em Informática; Licenciatura em Pedagogia; Graduação em Tecnologia em Processamento de Dados; Professora da ETEC Professor Massuyuki Kawano, unidade do Centro Estadual de Educação Tecnológica Paula Souza, em Tupã. Rafael de Lazari Advogado e consultor jurídico. Doutorando em Direito pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo - PUC/SP. Mestre em Direito pelo Centro Universitário “Eurípides Soares da Rocha”, de Marília/SP - UNIVEM. Professor convidado de Pós-Graduação. Professor convidado da Escola Superior de Advocacia. Professor convidado de Cursos preparatórios para concursos e Exame da Ordem dos Advogados do Brasil. Palestrante no Brasil e no exterior. Autor, organizador e participante de inúmeras obras jurídicas. Autor de mais de uma centena de artigos jurídicos publicados em periódicos especializados em Direito no Brasil e no exterior. Colaborador permanente e parecerista de diversos periódicos especializados em Direito. Francielly Schmeiske Advogada.ProcuradoradoMunicípiodeRibeirãoClaro/PR.Pós-graduada em Direito do Estado pelas Faculdades Integradas de Ourinhos/SP. Bruno Tulim e Silva Advogado – Graduado em Direito pelo Centro Universitário Eurípedes de Marília/SP, UNIVEM; com Curso de Atualização em Direito pelo Complexo Jurídico Damásio de Jesus; Pós-Graduando em Direito Administrativo pela Universidade Anhanguera. Flávia Eliana de Melo Colucci Especialista em Direito Previdenciário e Direito do Trabalho; Advogada; Bacharel em Direito. Mariela Ribeiro Nunes Cardoso Jornalista e advogada na Área Civil e Direito de Família. Especialização na Fundação Getúlio Vargas, graduada pelo Centro Universitário Eurípides de Marília e pela Universidade de Marília.
  4. 4. Guilherme Moraes Cardoso Bacharel em Direito pelo Centro Universitário Eurípides de Marília/ SP, mestrando em Teoria do Direito e do Estado pelo Centro Universitário Eurípides de Marília. Advogado. Consultor Jurídico. Militante nas áreas de empresarial, agronegócios e cível. Professor Universitário. Atualmente realiza pesquisa nas áreas de direito eleitoral, direito do agronegócio e direito constitucional. Cássia Hakamada Advogada. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Alta Paulista/ Tupã; Especialista em Direito Internacional pela Escola Paulista de Direito/ São Paulo e Mestranda pelo Centro Universitário Eurípedes de Marília/ Marília. Michele Ribeiro de Melo Mestre em Teoria do Direito e do Estado pelo Centro Universitário Eurípides de Marília – Univem (2012); Graduada em Direito pelo Centro Universitário Eurípides de Marília – Univem (2009); Professora de Direito Civil da Faculdade de Direito da Alta Paulista e professora de cursinho preparatório para carreiras jurídicas. Adriano Augusto Placidino Gonçalves Graduado pela Faculdade de Direito da Alta Paulista – FADAP. Advogado regularmente inscrito na OAB/SP Evelise Leiko Uyeda Akashi Pós-Graduanda em Engenharia de Produção Enxuta pela PUC; Graduada em Engenharia de Alimentos pela UEM. Danilo Vieira. Mestrando em Agronegócio e Desenvolvimento (Unesp). Bacharel em AdministraçãodeEmpresaspela(Unesp).TécnicoGerenciamentoEmpresarial
  5. 5. ÍNDICE Apresentação.....................................................................................................09 Língua Portuguesa - Questões de 1 a 48.........................................................13 Noções de Informática - Questões de 49 a 68.................................................29 Direito Constitucional - Questões de 69 a 116................................................43 Direito Administrativo - Questões de 117 a 164.............................................66 Direito Civil - Questões de 165 a 212.............................................................90 Direito Processual Civil - Questões de 213 a 260.........................................110 Direito Penal - Questões de 261 a 308...........................................................129 Direito Processual Penal - Questões de 309 a 356........................................148 Raciocínio Lógico Matemático - Questões de 357 a 404..............................163 Noções deAdministração - Questões de 405 a 500.......................................187
  6. 6. APRESENTAÇÃO Olá! Disponibilizamos ao leitor mais uma importante ferramenta de estudos para concursos públicos, o último degrau a ser superado por aqueles que sonham com a estabilidade empregativa aliada a uma remuneração geralmente atrativa. Se trata de obra com questões comentadas de Tribunais de Justiça, de acordo com os principais editais e perfis de incidência nas provas. Com efeito, a resolução de questões é, indubitavelmente, um grande meio de preparação do candidato. Vejamos os motivos: Em primeiro lugar, porque cada instituição organizadora de concursos possui o seu próprio banco de dados, cujas questões são escolhidas aleatoriamente, de acordo com um grau específico de dificuldade, a depender do cargo que se almeja. Não raras vezes, pois, questões já aplicadas são repetidas ou pouco modificadas na prova que se presta, de forma que o aluno que resolve costumeiramente questões amplia suas chances de encontrar numa prova algum exercício já enfrentado durante o período de estudos. Vale lembrar que, ainda que o estudante tenha resolvido mais de mil questões, p. ex., e só encontrado uma delas na prova prestada, tal fato representa êxito absoluto: uma única questão pode representar a diferença entre estar mil posições acima ou mil posições abaixo! Em segundo lugar, porque é preciso dosar o tempo ao se enfrentar um concurso público. Uma importante tática de estudos consiste em selecionar o mesmo número de questões que serão exigidas na prova, para que sejam resolvidas no mesmo tempo que será disponibilizado para respondê-las. Essa simulação demonstrará o preparo do candidato, físico e mental, para resolver provas por vezes extensas. Isto porque, há uma diferença muito grande entre resolver exercícios pausadamente, no aconchego do lar, e respondê-las durante a realização do concurso. A tensão, o nervosismo e o cansaço podem atrapalhar o candidato quando da feitura de seu exame. Assim, se o candidato está bem preparado para a jornada que vai enfrentar, faz a prova mais confiante, e sente menos o desgaste que um concurso público proporciona. Em terceiro lugar, porque ao estudar para concursos públicos resolvendo questões, o candidato aprende como determinados temas são cobrados pelos examinadores. O que se está a dizer é que o “concurseiro”, invariavelmente, aprende a ler as expressões “sempre” e “nunca” em assertivas com certas ressalvas, p. ex., ou aprende a distinguir se o examinador quer saber o posicionamento legal, o posicionamento doutrinário, ou o posicionamento jurisprudencial (se houver divergência entre eles) num outro exemplo. Trata-se de técnica de observação de questões que muitas vezes pode levar o candidato a acertá-las ainda que não saiba ou não se lembre do conteúdo que é exigido na pergunta. Nestes momentos, além do preparo, é preciso se valer de técnicas de lógica. E, aquele que resolve questões constantemente acaba aprendendo a observar estas nuanças automaticamente. Isto posto, na presente obra foram selecionadas questões das mais variadas dificuldades, especificamente direcionadas aos concursos de Tribunais de Justiça. A título de exemplo, neste prumo, são resolvidas as clássicas questões de múltipla escolha - consistentes em assinalar a alternativa correta ou a alternativa incorreta -, aquelas que importam marcar “verdadeiro” ou “falso” para se aferir o número de itens corretos e errados, bem como as questões que consistem em simplesmente julgar uma alternativa, marcando-a como “correta” ou “errada”.
  7. 7. Ademais, o conteúdo dos comentários por vezes excede à própria resolução de questões e funciona como uma doutrina para que tem de fazer, também, provas discursivas e provas orais. Por isso, pode-se aqui afirmar sem qualquer temor de equívoco que o teor do que aqui é trabalhado prepara o aluno, em primeiro lugar, para as provas objetivas, e, em segundo lugar, para as provas discursivas e orais, se for o caso. Sem mais tomar o tempo do leitor (e, desde já, agradecendo por ter lido até aqui), convém reforçar o anseio destes autores para que o estudante tenha fé (caso siga uma religião), e, sobretudo, perseverança. Existem aqueles que conseguem alcançar seus objetivos logo no primeiro exame; existem aqueles que conseguem alcançá-los somente depois de vários exames. O importante é que todos acabam alcançando-os, cedo ou tarde. Só não os alcança quem deles desiste. Por isso, jamais desista de seus sonhos se não houver um motivo plausível que justifique isso! O desejo de uma boa leitura (e um bom estudo) a todos é sincero. Os autores
  8. 8. ZENAIDE AUXILIADORA PACHEGAS BRANCO ALESSANDRA ALVES BAREA RAFAEL DE LAZARI FRANCIELLY SCHMEISKE BRUNO TULIM E SILVA FLÁVIA ELIANA DE MELO COLUCCI MARIELA RIBEIRO NUNES CARDOSO GUILHERME MORAES CARDOSO CÁSSIA HAKAMADA MICHELE RIBEIRO DE MELO ADRIANO AUGUSTO PLACIDINO GONÇALVES EVELISE LEIKO UYEDA AKASHI DANILO VIEIRA Tribunal de Justiça Caderno de Testes 2ª edição São Paulo Nova Apostila 2014
  9. 9. Didatismo e Conhecimento 13 TRIBUNAL DE JUSTIÇA LÍNGUA PORTUGUESA (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013 - ADAPTADA) Leia o texto, para responder às questões de números 1 e 2. Veja, aí estão eles, a bailar seu diabólico “pas de deux” (*): sentado, ao fundo do restaurante, o cliente paulista acena, assovia, agita os braços num agônico polichinelo; encostado à parede, marmóreo e impassível, o garçom carioca o ignora com redobrada atenção. O paulista estrebucha: “Amigô?!”, “Chefê?!”, “Parceirô?!”; o garçom boceja, tira um fiapo do ombro, olha pro lustre. Eu disse “cliente paulista”, percebo a redundância: o paulista é sempre cliente. Sem querer estereotipar, mas já estereotipando: trata-se de um ser cujas interações sociais terminam, 99% das vezes, diante da pergunta “débito ou crédito?”.[...] Como pode ele entender que o fato de estar pagando não garantirá a atenção do garçom carioca? Como pode o ignóbil paulista, nascido e criado na crua batalha entre burgueses e proletários, compreender o discreto charme da aristocracia? Sim, meu caro paulista: o garçom carioca é antes de tudo um nobre. Um antigo membro da corte que esconde, por trás da ca- rapinha entediada, do descaso e da gravata borboleta, saudades do imperador. [...] Se deixou de bajular os príncipes e princesas do século 19, passou a servir reis e rainhas do 20: levou gim tônicas para Vinicius e caipirinhas para Sinatra, uísques para Tom e leites para Nelson, recebeu gordas gorjetas de Orson Welles e autógrafos de Rockfeller; ainda hoje fala de futebol com Roberto Carlos e ouve conselhos de João Gilberto. Continua tão nobre quanto sempre foi, seu orgulho permanece intacto. Até que chega esse paulista, esse homem bidimensional e sem poesia, de camisa polo, meia soquete e sapatênis, achando que o jacarezinho de sua Lacoste é um crachá universal, capaz de abrir todas as portas. Ah, paulishhhhta otááário, nenhum emblema preencherá o vazio que carregas no peito - pensa o garçom, antes de conduzi-lo à última mesa do restaurante, a caminho do banhei- ro, e ali esquecê-lo para todo o sempre. Veja, veja como ele se debate, como se debaterá amanhã, depois de amanhã e até a Quarta-Feira de Cinzas, maldizendo a Gua- nabara, saudoso das várzeas do Tietê, onde a desigualdade é tão mais organizada: “Ô, companheirô, faz meia hora que eu cheguei, dava pra ver um cardápio?!”. Acalme-se, conterrâneo. Acostume-se com sua existência plebeia. O garçom carioca não está aí para servi-lo, você é que foi ao restaurante para home- nageá-lo. (Antonio Prata, Cliente paulista, garçom carioca. Folha de S.Paulo, 06.02.2013) (*) Um tipo de coreografia, de dança. 1-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) Assinale a alternativa contendo passagem em que o autor simula dialogar com o leitor. (A) Acalme-se, conterrâneo. Acostume-se com sua existência plebeia. (B) Ô, companheiro, faz meia hora que eu cheguei... (C) Veja, aí estão eles, a bailar seu diabólico “pas de deux”. (D) Sim, meu caro paulista... (E) Ah, paulishhhhta otááário... A alternativa correta é a “D”, pois é como se o autor utilizasse o vocativo “meu caro paulista” para se dirigir a nós, leitores. RESPOSTA: “D”. 2-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) O contexto em que se encontra a passagem – Se deixou de bajular os príncipes e princesas do século 19, passou a servir reis e rainhas do 20 (2.º parágrafo) – leva a concluir, corretamente, que a menção a (A) príncipes e princesas constitui uma referência em sentido não literal. (B) reis e rainhas constitui uma referência em sentido não literal. (C) príncipes, princesas, reis e rainhas constitui uma referência em sentido não literal. (D) príncipes, princesas, reis e rainhas constitui uma referência em sentido literal. (E) reis e rainhas constitui uma referência em sentido literal. A alternativa correta é a letra “B”, já que pela leitura do texto infere-se que os “reis e rainhas” do século 20 são as personalidades da mídia, os “famosos” e “famosas”. Quanto a príncipes e princesas do século 19, esses eram da corte, literalmente. RESPOSTA: “B”.
  10. 10. Didatismo e Conhecimento 14 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 3-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) O sentido de marmóreo (adjetivo) equivale ao da expressão de mármore. Assinale a alternativa contendo as expressões com sentidos equivalentes, respectivamente, aos das palavras ígneo e pétreo. (A) De corda; de plástico. (B) De fogo; de madeira. (C) De madeira; de pedra. (D) De fogo; de pedra. (E) De plástico; de cinza. Questão que pode ser resolvida usando a lógica ou associação de palavras! Veja: a ignição do carro lembra-nos fogo, combustão... Pe- dra, petrificado. Encontrou a resposta? RESPOSTA: “D”. (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013 - ADAPTADO) Para responder às questões de números 4 e 5, considere a seguinte passagem: Sem querer estereotipar, mas já estereo- tipando: trata-se de um ser cujas interações sociais terminam, 99% das vezes, diante da pergunta “débito ou crédito?”. 4-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013 - ADAPTADO) Nesse contexto, o verbo estereotipar tem sentido de (A) considerar ao acaso, sem premeditação. (B) aceitar uma ideia mesmo sem estar convencido dela. (C) adotar como referência de qualidade. (D) julgar de acordo com normas legais. (E) classificar segundo ideias preconcebidas. ... classificar conforme regras conhecidas, mas não confirmadas se verdadeiras. RESPOSTA: “E”. 5-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013 - ADAPTADO) Nessa passagem, a palavra cujas tem sentido de (A) lugar, referindo-se ao ambiente em que ocorre a pergunta mencionada. (B) posse, referindo-se às interações sociais do paulista. (C) dúvida, pois a decisão entre débito ou crédito ainda não foi tomada. (D) tempo, referindo-se ao momento em que terminam as interações sociais. (E) condição em que se deve dar a transação financeira mencionada. O pronome “cujo” geralmente nos dá o sentido de posse: O livro cujas folhas (lê-se as folhas dos livros). RESPOSTA: “B”. 6-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) Assinale a alternativa em que a oração destacada expressa finalidade, em relação à outra que compõe o período. (A) Se deixou de bajular os príncipes e princesas do século 19, passou a servir reis e rainhas do 20... (B) Pensa o garçom, antes de conduzi-lo à última mesa do restaurante... (C) Você é que foi ao restaurante para homenageá-lo. (D) ... nenhum emblema preencherá o vazio que carregas no peito ... (E) O garçom boceja, tira um fiapo do ombro... Vamos às análises: A - Se deixou de bajular os príncipes e princesas do século 19 = a conjunção inicial é condicional. B - antes de conduzi-lo à última mesa do restaurante = conjunção temporal (dá-nos noção de tempo). C - para homenageá-lo = nessa oração temos a noção do porquê (qual a finalidade) da ação de ter ido ao restaurante, segundo o texto . D - que carregas no peito – o “que” funciona como pronome relativo (podemos substituí-lo por “o qual” carregas no peito). E - tira um fiapo do ombro – temos aqui uma oração assindética. RESPOSTA: “C”.
  11. 11. Didatismo e Conhecimento 15 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 7-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2011 - ADAPTADA) Em – A falta de modos dos homens da Casa de Windsor é proverbial, mas o príncipe Edward dizendo bobagens para estranhos no Quirguistão incomodou a embaixadora americana. A conjunção destacada pode ser substituída por A) portanto. (B) como. (C) no entanto. (D) porque. (E) ou. O “mas” é uma conjunção adversativa, dando a ideia de oposição entre as informações apresentadas pelas orações, o que acontece no enunciado da questão. Em “A”, temos uma conclusiva; “B”, comparativa; “C”, adversativa; “D”, explicativa; “E”, alternativa. RESPOSTA: “C”. 8-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013 - ADAPTADA) Assinale a alternativa contendo palavra formada por prefixo. (A) Máquina. (B) Brilhantismo. (C) Hipertexto. (D) Textualidade. (E) Arquivamento. A – Máquina = sem acréscimo de afixos (prefixo ou sufixo). B – Brilhantismo. = acréscimo de sufixo (ismo). C – Hipertexto = acréscimo de prefixo (hiper). D – Textualidade = acréscimo de sufixo (idade). E – Arquivamento = acréscimo de sufixo (mento). RESPOSTA: “C”. (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013 - ADAPTADA) Para responder a esta questão, considere as palavras destacadas nas seguintes passagens do texto: Desde o surgimento da ideia de hipertexto... ... informações ligadas especialmente à pesquisa acadêmica, ... uma “máquina poética”, algo que funcionasse por analogia e associação... Quando o cientista Vannevar Bush [...] concebeu a ideia de hipertexto... ... 20 anos depois de seu artigo fundador... 9-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) As palavras destacadas que expressam ideia de tempo são: (A) algo, especialmente e Quando. (B) Desde, especialmente e algo. (C) especialmente, Quando e depois. (D) Desde, Quando e depois. (E) Desde, algo e depois. As palavras que nos dão a noção, ideia de tempo são: desde, quando e depois. RESPOSTA: “D”. 10- (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) Assinale a alternativa contendo frase com redação de acordo com a norma-padrão de concordância. (A) Pensava na necessidade de ser substituído de imediato os métodos existentes. (B) Substitui-se os métodos de recuperação de informações que se ligava especialmente à pesquisa acadêmica. (C) No hipertexto, a textualidade funciona por sequências fixas que se estabeleceram previamente. (D) O inventor pensava em textos que já deveria estar disponíveis em rede. (E) Era procurado por ele máquinas com as quais pudesse capturar o brilhantismo anárquico da imaginação humana.
  12. 12. Didatismo e Conhecimento 16 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Coloquei entre parênteses a correção: (A) Pensava na necessidade de ser substituído (serem substituídos) de imediato os métodos existentes. (B) Substitui-se (substituem-se) os métodos de recuperação de informações que se ligava (ligavam) especialmente à pesquisa acadêmica. (C) No hipertexto, a textualidade funciona por sequências fixas que se estabeleceram previamente. (D) O inventor pensava em textos que já deveria (deveriam) estar disponíveis em rede. (E) Era procurado (eram procuradas) por ele máquinas com as quais pudesse capturar o brilhantismo anárquico da imaginação humana. RESPOSTA: “C” 11-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) Assinale a alternativa com as palavras acentuadas segundo as regras de acentuação, respectivamente, de intercâmbio e antropológico. (A) Distúrbio e acórdão. (B) Máquina e jiló. (C) Alvará e Vândalo. (D) Consciência e características. (E) Órgão e órfãs. Para que saibamos qual alternativa devemos assinalar, primeiro temos que classificar as palavras do enunciado quanto à posição de sua sílaba tônica: Intercâmbio = paroxítona terminada em ditongo Antropológico = proparoxítona (todas são acentuadas) Agora, vamos à análise dos itens apresentados: (A) Distúrbio = paroxítona terminada em ditongo; acórdão = paroxítona terminada em “ão”. (B) Máquina = proparoxítona; jiló = oxítona terminada em “o”. (C) Alvará = oxítona terminada em “a”; Vândalo = proparoxítona. (D) Consciência = paroxítona terminada em ditongo; características = proparoxítona. (E) Órgão e órfãs = ambas: paroxítona terminada em “ão” e “ã”, respectivamente. RESPOSTA: “D”. 12-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) Na passagem – Nesse contexto, governos e empresas estão fechando o cerco contra a corrupção e a fraude, valendo-se dos mais variados mecanismos... – a oração destacada expressa, em relação à anterior, sentido que responde à pergunta: (A) “Quando?” (B) “Por quê?” (C) “Como?” (D) “Para quê?” (E) “Onde?” Questão que envolve conhecimento de coesão e coerência. Se perguntássemos à primeira oração “COMO o governo está fechando o cerco contra a corrupção?”, obteríamos a resposta apresentada pela oração em destaque. RESPOSTA: “C”. 13-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) Assinale a alternativa em que todos os verbos estão empregados de acordo com a norma-padrão. (A) Enviaram o texto, para que o revíssemos antes da impressão definitiva. (B) Não haverá prova do crime se o réu se manter em silêncio. (C) Vão pagar horas-extras aos que se disporem a trabalhar no feriado. (D) Ficarão surpresos quando o verem com a toga... (E) Se você quer a promoção, é necessário que a requera a seu superior. Realizei a correção entre parênteses: (A) Enviaram o texto, para que o revíssemos antes da impressão definitiva. (B) Não haverá prova do crime se o réu se manter (mantiver) em silêncio. (C) Vão pagar horas-extras aos que se disporem (dispuserem) a trabalhar no feriado. (D) Ficarão surpresos quando o verem (virem) com a toga... (E) Se você quer a promoção, é necessário que a requera (requeira) a seu superior. RESPOSTA: “A”.
  13. 13. Didatismo e Conhecimento 17 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 14-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) Assinale a alternativa que completa as lacunas do trecho a seguir, empregando o sinal indicativo de crase de acordo com a norma- -padrão. Não nos sujeitamos ____ corrupção; tampouco cederemos espaço ____ nenhuma ação que se proponha ____ prejudicar nossas instituições. (A) à … à … à (B) a … à … à (C) à … a … a (D) à … à … a (E) a … a … à Vamos por partes! - Quem se sujeita, sujeita-se A algo ou A alguém, portanto: pede preposição; - Quem cede, cede algo A alguém, então teremos objeto direto e indireto; - Quem se propõe, propõe-se A alguma coisa. Vejamos: Não nos sujeitamos À corrupção; tampouco cederemos espaço A nenhuma ação que se proponha A prejudicar nossas instituições. *Sujeitar A + A corrupção; ceder espaço (objeto direto) A nenhuma ação (objeto indireto. Não há acento indicativo de crase, pois “nenhuma” é pronome indefinido, não havendo o artigo “a” antes dele); que se proponha A prejudicar (objeto indireto, no caso, oração subordinada com função de objeto indireto. Não há acento indicativo de crase porque temos um verbo no infinitivo – “prejudicar”). RESPOSTA: “C”. 15-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO – ADVOGADO - VUNESP/2013) Analise a propaganda do programa 5inco Minutos. Em norma-padrão da língua portuguesa, a frase da propaganda, adaptada, assume a seguinte redação: (A) 5INCO MINUTOS: às vezes, dura mais, mas não matem-na porisso. (B) 5INCO MINUTOS: as vezes, dura mais, mas não matem-na por isso. (C) 5INCO MINUTOS: às vezes, dura mais, mas não a matem por isso. (D) 5INCO MINUTOS: as vezes, dura mais, mas não lhe matem por isso. (E) 5INCO MINUTOS: às vezes, dura mais, mas não a matem porisso. A questão envolve colocação pronominal e ortografia. Comecemos pela mais fácil: ortografia! A palavra “por isso” é escrita separa- damente. Assim, já descartamos duas alternativas (“A” e “E”). Quanto à colocação pronominal, temos a presença do advérbio “não”, que sabemos ser um “ímã” para o pronome oblíquo, fazendo-nos aplicar a regra da próclise (pronome antes do verbo). Então, a forma correta é “mas não A matem” (por que A e não LHE? Porque quem mata, mata algo ou alguém, objeto direto. O “lhe” é usado para objeto indireto. Se não tivéssemos a conjunção “mas” nem o advérbio “não”, a forma “matem-na” estaria correta, já que, após vírgula, o ideal é que utilizemos ênclise – pronome oblíquo após o verbo). RESPOSTA: “C”. 2
  14. 14. Didatismo e Conhecimento 18 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 16-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO – ADVOGADO - VUNESP/2013) Falha no Facebook ______________ dados de 6 milhões de usuários. Números de telefone e e-mails de parte dos usuários do site ______________ para download a partir da ferramenta “Baixe uma cópia dos seus dados”, presente na seção “Geral” da categoria “Privacidade”, sem o consentimento dos cadastrados da rede social. (http://veja.abril.com.br, 21.06.2013. Adaptado) Em norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com (A) expõe … estava disponível (B) expõe … estavam disponíveis (C) expõem … estavam disponível (D) expõem … estava disponível (E) expõem … estava disponíveis Sublinhei os sujeitos das orações para facilitar a percepção da concordância verbal: Falha no Facebook expõe dados de 6 milhões de usuários. Números de telefone e e-mails de parte dos usuários do site estavam disponíveis. RESPOSTA: “B”. (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO – ADVOGADO - VUNESP/2013 - ADAPTADA) Leia o texto para responder às questões de números 17 e 18. Metrópoles desenvolvidas arcam com parte do custo do transporte público. Fazem-no não só por populismo dos políticos locais mas também para imprimir mais eficiência ao sistema. E, se a discussão se dá em termos de definir o nível ideal de subsídio, a gra- tuidade deixa de ser um delírio para tornar-se a posição mais extrema num leque de possibilidades. Sou contra a tarifa zero, porque ela traz uma outra classe de problemas que já foi bem analisada pelo pessoal da teoria dos jo- gos: se não houver pagamento individual, aumenta a tendência de as pessoas usarem ônibus até para andar de uma esquina a outra, o que é ruim para o sistema e para a saúde. Para complicar mais, vale lembrar que a discussão surge no contexto de prefeituras com orçamentos apertados e áreas ainda mais prioritárias como educação e saúde para atender. (Hélio Schwartsman, Tarifa zero, um delírio? Folha de S.Paulo, 21.06.2013. Adaptado) 17-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO – ADVOGADO - VUNESP/2013 - ADAPTADA) A ideia central do texto pode ser sintetizada da seguinte forma, em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa: (A) Daqui à pouco teremos à passagem gratuita. (B) Não existe condições de se implantar a passagem gratuita. (C) É necessário a implementação da passagem gratuita. (D) O povo prefere mais passagem paga que gratuita. (E) A passagem barata é preferível à gratuita. Fiz as correções entre parênteses: (A) Daqui à (a) pouco teremos à (a) passagem gratuita. (B) Não existe (existem) condições de se implantar a passagem gratuita. (C) É necessário (necessária) a implementação da passagem gratuita. (D) O povo prefere mais passagem paga que (à, sem o “que”) gratuita. (E) A passagem barata é preferível à gratuita. O verbo “preferir” pede preposição: Prefiro água a vinho (e não: “do que vinho”) RESPOSTA: “E”. 18-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO – ADVOGADO - VUNESP/2013 - ADAPTADA) Na passagem – ... e ausência de candidatos para preenchê-las. –, substituindo-se o verbo preencher por concorrer e atendendo-se à norma-padrão, obtém-se: (A) … e ausência de candidatos para concorrer a elas. (B) … e ausência de candidatos para concorrer à elas. (C) … e ausência de candidatos para concorrer-lhes. (D) … e ausência de candidatos para concorrê-las. (E) … e ausência de candidatos para lhes concorrer.
  15. 15. Didatismo e Conhecimento 19 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Vamos por exclusão: “à elas” está errada, já que não temos acento indicativo de crase antes de pronome pessoal; quando temos um verbo no infinitivo, podemos usar a construção: verbo + preposição + pronome pessoal. Por exemplo: Dar a eles (ao invés de “dar-lhes”). RESPOSTA: “A”. 19-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO – ADVOGADO - VUNESP/2013) A Polícia Militar prendeu, nesta semana, um homem de 37 anos, acusado de ____________ de drogas e ____________ à avó de 74 anos de idade. Ele foi preso em __________ com uma pequena quantidade de drogas no bairro Irapuá II, em Floriano, após várias denúncias de vizinhos. De acordo com o Comandante do 3.º BPM, o acusado era conhecido na região pela atuação no crime. (www.cidadeverde.com/floriano. Acesso em 23.06.2013. Adaptado) De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com: (A) tráfico … mal-tratos … flagrante (B) tráfego … maltratos … fragrante (C) tráfego … maus-trato … flagrante (D) tráfico … maus-tratos … flagrante (E) tráfico … mau-trato … fragrante Questão de ortografia. Vamos às exclusões: Polícia trabalha com criminosos pegos em “flagrante”, no “flagra”; “fragrante” relaciona- -se a aroma, fragrância. Assim, já descartamos o item “B” e “E”. “Tráfego” tem relação com trânsito, transitar, trafegar. “Tráfico” é o que consideramos ilegal, praticado por traficante. Descartamos o item “C” também. Sobrou-nos “Maus-tratos”/mal-tratos. O tratamento dado à avó foi ruim, mau (adjetivo). Sendo assim, o correto é “maus-tratos”. RESPOSTA: “D”. (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO – ADVOGADO - VUNESP/2013 - ADAPTADA) Leia o texto para responder às questões de números 20 e 21. Outro dia, meu pai veio me visitar e trouxe uma caixa de caquis, lá de Sorocaba. Eu os lavei, botei numa tigela na varanda e comemos um por um, num silêncio reverencial, nos olhando de vez em quando. Enquanto comia, eu pensava: Deus do céu, como caqui é bom! Caqui é maravilhoso! O que tenho feito eu desta curta vida, tão afastado dos caquis?! Meus amigos e amigas e parentes queridos são como os caquis: nunca os encontro. Quando os encontro, relembro como é pra- zeroso vê-los, mas depois que vão embora me esqueço da revelação. Por que não os vejo sempre, toda semana, todos os dias desta curta vida? Já sei: devem ficar escondidos de mim, guardados numa caixa, lá em Sorocaba. (Antônio Prata, Apolpando. Folha de S.Paulo, 29.05.2013) 20-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO – ADVOGADO - VUNESP/2013 - ADAPTADA) A oração – … nunca os encontro. (2.º parágrafo) – assume, em voz passiva, a seguinte redação: (A) … eu nunca encontro eles. (B) … eles nunca têm sido encontrados por mim. (C) … nunca se encontram eles. (D) … eu nunca os tenho encontrado. (E) … eles nunca são encontrados por mim. “Traduzindo” a oração destacada: “eu nunca encontro eles” (Observação: colocação pronominal errada apenas para esclarecer a voz verbal!). Ao passarmos da voz ativa para a voz passiva, teremos a seguinte construção: “eles nunca são encontrados por mim”. RESPOSTA: “E”. 21-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO – ADVOGADO - VUNESP/2013 - ADAPTADA) Considerando o contexto, assinale a alternativa em que há termos empregados em sentido figurado. (A) Outro dia, meu pai veio me visitar… (1.º parágrafo) (B) … e trouxe uma caixa de caquis, lá de Sorocaba. (1.º parágrafo) (C) … devem ficar escondidos de mim, guardados numa caixa… (último parágrafo) (D) Enquanto comia, eu pensava… (1.º parágrafo) (E) … botei numa tigela na varanda e comemos um por um… (1.º parágrafo)
  16. 16. Didatismo e Conhecimento 20 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Sublinhei os termos que estão relacionados (os pronomes e verbos retomam os seguintes substantivos abaixo): Meus amigos e amigas e parentes queridos são como os caquis... Quando os encontro, relembro como é prazeroso vê-los... devem ficar escondidos de mim, guardados numa caixa, lá em Sorocaba... Através da leitura acima, percebemos que o autor refere-se aos amigos, amigas e parentes. Ao dizer que ficam guardados em caixas, obviamente, está utilizando uma linguagem conotativa, figurada. RESPOSTA: “C”. 22-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - ANALISTA JUDICIÁRIO – ESPECIALIDADE ANA- LISTA DE SISTEMAS - FCC/2012) Com as alterações propostas entre parênteses para o segmento grifado nas frases abaixo, o verbo que se mantém corretamente no singular é: (A) a modernização do Rio se teria feito (as obras de modernização) (B) Mas nunca se esquece ele de que (esses autores) (C) por que vem passando a mais bela das cidades do Brasil (as mais belas cidades do Brasil) (D) continua a haver um Rio de Janeiro do tempo dos Franceses (tradições no Rio de Janeiro) (E) do que a cidade parece ter de eterno (as belezas da cidade) Fiz as anotações ao lado: (A) a modernização do Rio se teria feito (as obras de modernização) = se teriam feito. (B) Mas nunca se esquece ele de que (esses autores) = se esquecem. (C) por que vem passando a mais bela das cidades do Brasil (as mais belas cidades do Brasil) = por que vêm passando. (D) continua a haver um Rio de Janeiro do tempo dos Franceses (tradições no Rio de Janeiro) = continua a haver. (E) do que a cidade parece ter de eterno (as belezas da cidade) = parecem ter. RESPOSTA: “D”. 23-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - ANALISTA JUDICIÁRIO – ESPECIALIDADE ANA- LISTA DE SISTEMAS - FCC/2012) Os verbos que exigem o mesmo tipo de complemento estão empregados nos segmentos trans- critos em: (A) A vida é triste e complicada. // ... mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. (B) ... alguém dará o nosso recado sem endereço. // A vida é triste e complicada. (C) Tinha razão o rapaz... // Depois de esperar duas ou três horas... (D) Para quem espera nervosamente... // Depois de esperar duas ou três horas... (E) Tinha razão o rapaz... // ... mergulhemos de corpo e alma no cafezinho. Análise abaixo: (A) A vida é = verbo de ligação // ... mergulhemos = intransitivo. (B) ... alguém dará = transitivo direto e indireto ( contexto, apenas direto) // A vida é = verbo de ligação. (C) Tinha = transitivo direto // Depois de esperar = transitivo direto. (D) Para quem espera = pode ser considerado intransitivo – (neste contexto) // Depois de esperar = transitivo direto. (E) Tinha transitivo direto // ... mergulhemos = intransitivo. RESPOSTA: “C”. 24-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - ANALISTA JUDICIÁRIO – ESPECIALIDADE ANA- LISTA DE SISTEMAS - FCC/2012) A frase que admite transposição para a voz PASSIVA é: (A) Quando a Bem-amada vier com seus olhos tristes... (B) O chapéu dele está aí... (C) ... chegou à conclusão de que o funcionário... (D) Leio a reclamação de um repórter irritado... (E) ... precisava falar com um delegado... A única alternativa que possibilita a transposição para a voz passiva é a “D”: “A reclamação de um repórter irritado foi lida por mim”. RESPOSTA: “D”.
  17. 17. Didatismo e Conhecimento 21 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 25-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - ANALISTA JUDICIÁRIO – ESPECIALIDADE ANA- LISTA DE SISTEMAS - FCC/2012) ... e chegou à conclusão de que o funcionário passou o dia inteiro tomando café. Do mesmo modo que se justifica o sinal indicativo de crase em destaque na frase acima, está correto o seu emprego em: (A) e chegou à uma conclusão totalmente inesperada. (B) e chegou então à tirar conclusões precipitadas. (C) e chegou à tempo de ouvir as conclusões finais. (D) e chegou finalmente à inevitável conclusão. (E) e chegou à conclusões as mais disparatadas. Vamos por exclusão: (A) e chegou à uma = não há acento grave antes artigo indefinido. (B) e chegou então à tirar = não há acento grave antes de verbo no infinitivo. (C) e chegou à tempo = não há acento grave antes de palavra masculina. (D) e chegou finalmente à inevitável conclusão. (regência do verbo “chegar”, no caso, pede preposição). (E) e chegou à conclusões = não há acento grave quando a preposição está no singular e a palavra que a acompanha não tem a presença do artigo definido (há generalização). Haveria acento se a construção fosse: “chegou às conclusões as mais disparatadas”. RESPOSTA: “D”. 26-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ANALISTA EM COMUNICAÇÃO E PROCESSAMENTO DE DADOS JUDICIÁRIO – VUNESP/2012) Leia o texto para responder à questão. Tufão “Tembin” causa destruição em Taiwan; 5 mil evacuaram Imagem mostra morador entre árvores que foram derrubadas nesta sexta-feira (24), durante passagem do tufão Tembin, em Taitung, no leste de Taiwan. Segundo a agência AFP, ao menos 5 mil pessoas foram evacuadas das regiões expostas a deslizamentos de terra diante da ameaça do tufão, de categoria 4 na escala Saffir-Simpson (1 a 5), que atingiu o condado de Pingtung às 5h (18h de Brasília), segundo a agência nacional de meteorologia. (Disponível em http://noticias.uol.com.br/album/album-do-dia/2012/08/24/imagens-do-dia-24-de-agosto-de-2012.htm?abrefoto=9. Acesso em 24.08.2012) A respeito do emprego de verbos nessa notícia, pode-se afirmar que: I. “evacuar” suscita duplicidade de sentido quando empregado na voz ativa ou na passiva; II. “foram derrubadas” e “foram evacuadas” estão na voz passiva e indicam tempo pretérito; III. “mostra” e “atingiu” estão na voz ativa e indicam, respectivamente, tempo pretérito e tempo presente; IV. “mostra” e “foram derrubadas” estão na voz passiva e indicam tempo passado. Está correto o que se afirma apenas em (A) I e II. (B) I e III. (C) I e IV. (D) II e III. (E) II e IV.
  18. 18. Didatismo e Conhecimento 22 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Questão que envolve interpretação, conhecimento de Vozes e Tempos Verbais, além de Ambiguidade. Farei as observações nos itens: I. “evacuar” suscita duplicidade de sentido quando empregado na voz ativa ou na passiva; tanto “evacuaram” quanto “foram evacuadas” apresentam duplo sentido (pejorativo) II. “foram derrubadas” e “foram evacuadas” estão na voz passiva e indicam tempo pretérito; III. “mostra” e “atingiu” estão na voz ativa e indicam, respectivamente, tempo pretérito e tempo presente; errada, pois houve uma in- versão: “mostra” está no presente e “atingiu” está no pretérito perfeito IV. “mostra” e “foram derrubadas” estão na voz passiva e indicam tempo passado. = errada, “mostra” está na voz ativa e tempo presente; “foram derrubadas”, sim, está na voz passiva e tempo passado. Itens corretos: I e II. RESPOSTA: “A”. 27-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ANALISTA EM COMUNICAÇÃO E PROCESSAMENTO DE DADOS JUDICIÁRIO – VUNESP/2012) Seguem a mesma regra de acentuação gráfica relativa às palavras paroxítonas: (A) probatório; condenatório; crédito. (B) máquina; denúncia; ilícita. (C) denúncia; funcionário; improcedência. (D) máquina; improcedência; probatório. (E) condenatório; funcionário; frágil. Vamos a elas: (A) probatório = paroxítona terminada em ditongo; condenatório = paroxítona terminada em ditongo; crédito = proparoxítona. (B) máquina = proparoxítona; denúncia = paroxítona terminada em ditongo; ilícita = proparoxítona. (C) denúncia = paroxítona terminada em ditongo; funcionário = paroxítona terminada em ditongo; improcedência = paroxítona termi- nada em ditongo. (D) máquina; improcedência; probatório = classificações apresentadas acima. (E) condenatório; funcionário = classificações apresentadas acima. Frágil = paroxítona terminada em “l”. RESPOSTA: “C”. 28-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ANALISTA EM COMUNICAÇÃO E PROCESSAMENTO DE DADOS JUDICIÁRIO – VUNESP/2012) Em – os procedimentos se tornaram muito mais céleres e fáceis – o termo destacado apresenta como antônimo: (A) ágeis. (B) modernos. (C) desenvoltos. (D) arcaicos. (E) morosos. Ao estudarmos noções de Direito, percebemos que um dos princípios da Justiça é o da celeridade, da rapidez no julgamento/andamento do processo, o que nos facilita responder à questão: antônimo de célere, rápido = moroso. RESPOSTA: “E”. 29-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ANALISTA EM COMUNICAÇÃO E PROCESSAMENTO DE DADOS JUDICIÁRIO – VUNESP/2012) Considere a frase a seguir. Esses recursos chegam ao STF depois de passar por uma “peneira” no tribunal de origem. Preserva-se o mesmo sentido e regência do verbo chegar da frase em: (A) O dinheiro não chegou para as despesas do mês. (B) Ela não chega à mãe em beleza e inteligência. (C) Uma desgraça nunca chega só. (D) Chega de reclamações, disse o juiz. (E) Apesar de chegar cedo à seção eleitoral, não conseguiu votar. No enunciado, o verbo “chegar” exerce a função de verbo transitivo indireto, pedindo preposição: chegar a que lugar, aonde? A alter- nativa que também apresenta o mesmo sentido é: chegou à seção eleitoral. RESPOSTA: “E”.
  19. 19. Didatismo e Conhecimento 23 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 30-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ANALISTA EM COMUNICAÇÃO E PROCESSAMENTO DE DADOS JUDICIÁRIO – VUNESP/2012) Considere o trecho. Em audiência pública realizada na última sexta-feira (24), o ministro Marco Aurélio se mostrou preocupado e afirmou que tem receio de que o julgamento do mensalão não termine até o final do ano. Nesse trecho, a relação estabelecida entre as orações ligadas pela conjunção e é de (A) contraposição. (B) exclusão. (C) tempo. (D) adição. (E) alternância. A ideia apresentada pela conjunção “e”, nesse texto, é de adição. RESPOSTA: “D”. 31-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ANALISTA EM COMUNICAÇÃO E PROCESSAMENTO DE DADOS JUDICIÁRIO – VUNESP/2012 - ADAPTADA) A corte seguiu à risca um artigo do Estatuto da Criança e do Adoles- cente (ECA). Segue essa mesma regra de uso da crase a alternativa: (A) (A lei) ameaça despejar milhares de marginais precoces de volta às ruas. (B) A felicidade é o sonho que se oferece às pessoas. (C) Telefonei ontem à sua tia. (D) Ficou rodando de carro à toa por muito tempo. (E) Não ceda à tentação. O termo “seguiu à risca” dá-nos uma ideia de “modo”. Dentre as alternativas apresentadas, o item que nos passa o mesmo sentido é: ficou rodando à toa. RESPOSTA: “D”. 32-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ANALISTA EM COMUNICAÇÃO E PROCESSAMENTO DE DADOS JUDICIÁRIO – VUNESP/2012) Considere o trecho. Dentro e fora de campo, a vida do juiz de futebol Juarez Gomes da Silva é uma eterna bola dividida. De ante mão, ele já carrega a fama de vilão de espetáculo: ao surgir no gramado ao lado dos bandeirinhas, a recepção vêm sob a forma de vaias, xingamentos e bombardeio de objetos. No texto apresentado, há (A) um erro de grafia (ante mão) e outro de concordância verbal (vêm). (B) dois erros de grafia (ante mão/ sob). (C) dois erros de concordância nominal (vaias/ xingamentos). (D) um erro de grafia (sob) e um erro de concordância nominal (vaias). (E) um erro de grafia (recepção) e um erro de concordância verbal (vêm). No trecho há um erro ortográfico (antemão é a forma correta); “vêm” está no plural, mas o seu sujeito (a recepção) está no singular, portanto o correto é “vem”. RESPOSTA: “A”. (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ASSISTENTE SOCIAL JUDICIÁRIO - VUNESP/2012 - ADAP- TADA) Leia o texto, para responder às questões de números 33 e 34. Nas últimas três décadas, as milícias, organizações criminosas lideradas por policiais e ex-policiais, vêm se alastrando no Rio de Janeiro. Elas avançaram sobre os domínios do tráfico, passaram a comandar territórios da cidade e consolidaram seu poder à base do assistencialismo e do medo. Como têm centenas de milhares de pessoas sob seu jugo, essas gangues de farda ganham força em períodos eleitorais, quando são procuradas por candidatos em busca de apoio, arbitram sobre quem faz campanha em seu pedaço e lançam nomes egressos de suas próprias fileiras. (Veja, 26.09.2012. Adaptado)
  20. 20. Didatismo e Conhecimento 24 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 33-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ASSISTENTE SOCIAL JUDICIÁRIO - VUNESP/2012) Sa- bendo que o aposto é empregado para precisar, explicar um termo antecedente, assinale a alternativa contendo passagem do texto com essa função. (A) …quem faz campanha em seu pedaço… (B) …nomes egressos de suas próprias fileiras. (C) …centenas de milhares de pessoas sob seu jugo… (D) …quando são procuradas por candidatos em busca de apoio… (E) …organizações criminosas lideradas por policiais e ex-policiais… Retirando do texto o trecho, perceberemos que o item que apresenta um aposto (termo que explica um antecedente) é o seguinte: as milícias, organizações criminosas lideradas por policiais e ex-policiais. RESPOSTA: “E”. 34-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ASSISTENTE SOCIAL JUDICIÁRIO - VUNESP/2012) A passagem do texto em que se encontra adjunto adverbial expressando circunstância de modo é: (A) …no Rio de Janeiro. (B) …em períodos eleitorais… (C) …à base do assistencialismo e do medo. (D) …de suas próprias fileiras. (E) …sobre os domínios do tráfico… Para “descobrirmos” um adjunto adverbial de modo, perguntamos ao verbo: “como?” No texto, dentre as alternativas apresentadas, a que responde a essa pergunta adequadamente é: “consolidaram seu poder (como?)” = à base do assistencialismo e do medo. RESPOSTA: “C”. 35-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ASSISTENTE SOCIAL JUDICIÁRIO - VUNESP/2012) As- sinale a alternativa em que os pronomes estão empregados e colocados na frase de acordo com a norma-padrão. (A) Nos surpreende, a cada dia, constatar a invasão das milícias, que espalham-se pelas favelas, ditando-as suas leis. (B) Depois de invadir vários territórios da cidade, as milícias dominaram eles e ali instalaram-se. (C) Há candidatos que usam as gangues: as procuram movidos pelo interesse em ter elas como aliadas. (D) Quase nunca vê-se reação das comunidades diante do terror que as milícias as impõem. (E) Milicianos instalam-se nas comunidades e impõem seu poder; consolidam-no pela prática do terror. Fiz as correções à frente: (A) que espalham-se = que se espalham (pronome relativo). (B) e ali instalaram-se = ali se instalaram (advérbio). (C) Há candidatos que usam as gangues: as procuram = procuram-nas (depois de pontuação). (D) Quase nunca vê-se = nunca se vê (advérbio). E) Milicianos instalam-se... ; consolidam-no pela prática do terror. RESPOSTA: “E”. 36-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ASSISTENTE SOCIAL JUDICIÁRIO - VUNESP/2012) As- sinale a alternativa em que a concordância nominal está de acordo com a norma-padrão. (A) Vê-se que ficou assegurado à família a guarda do menor. (B) Fica claro que o problema atinge os setores público e privado. (C) Ainda não identificada pela polícia, as pessoas responsáveis pelo assalto estão à solta. (D) Já foi divulgado na mídia alguma coisa a respeito do acidente? (E) Se foi incluso no contrato, a cláusula não pode ser desconsiderada. Fiz as correções entre parênteses: (A) Vê-se que ficou assegurado (assegurada) à família a guarda do menor. (B) Fica claro que o problema atinge os setores público e privado. (C) Ainda não identificada (identificadas) pela polícia, as pessoas responsáveis pelo assalto estão à solta. (D) Já foi divulgado (divulgada) na mídia alguma coisa a respeito do acidente? (E) Se foi incluso (inclusa - ou incluída, já que funciona como verbo) no contrato, a cláusula não pode ser desconsiderada. RESPOSTA: “B”.
  21. 21. Didatismo e Conhecimento 25 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 37-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ASSISTENTE SOCIAL JUDICIÁRIO - VUNESP/2012) As- sinale a alternativa em que todos os verbos estão conjugados segundo a norma-padrão. (A) Absteu-se do álcool durante anos; agora, voltou ao vício. (B) Perderam seus documentos durante a viagem, mas já os reaveram. (C) Avisem-me, se vocês verem que estão ocorrendo conflitos. (D) Só haverá acordo se nós propormos uma boa indenização. (E) Antes do jantar, a criançada se entretinha com jogos eletrônicos. Correção à frente: (A) Absteu-se = absteve-se. (B) mas já os reaveram = reouveram. (C) se vocês verem = virem. (D) Só haverá acordo se nós propormos = propusermos. (E) Antes do jantar, a criançada se entretinha com jogos eletrônicos. RESPOSTA: “E”. 38-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2011- ADAPTADA) Em – Tudo indica que 250 mil documentos secretos foram copiados por um jovem soldado num CD enquanto fingia ouvir Lady Gaga. – a palavra destacada exprime ideia de (A) hipótese. (B) condição. (C) concessão. (D) causa. (E) tempo. A conjunção destacada dá-nos a informação com relação ao momento, ao “tempo” em que a ação fora praticada. RESPOSTA: “E”. 39-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2011) Assinale a alternativa correta quanto à concordância verbal. (A) Começaram as investigações pelas ações do jovem soldado. (B) Um jovem soldado e a WikiLeaks divulgou informações secretas. (C) Mais de um relatório diplomático vazaram na internet. (D) Repartições, investimentos, pessoas, nada impediram o jovem soldado. (E) Os telegramas relacionados com o Brasil foi, para o ministro Jobim, muito negativos. Fiz as correções à frente: (A) Começaram as investigações pelas ações do jovem soldado. (B) Um jovem soldado e a WikiLeaks divulgou = divulgaram. (C) Mais de um relatório diplomático vazaram = vazou. (D) Repartições, investimentos, pessoas, nada impediram = impediu. (E) Os telegramas relacionados com o Brasil foi = foram. RESPOSTA: “A”. 40-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2011) Assinale a alternativa cujo emprego do pronome está em conformidade com a norma padrão da língua. (A) Não autorizam-nos a ler os comentários sigilosos. (B) Nos falaram que a diplomacia americana está abalada. (C) Ninguém o informou sobre o caso WikiLeaks. (D) Conformado, se rendeu às punições. (E) Todos querem que combata-se a corrupção.
  22. 22. Didatismo e Conhecimento 26 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Fiz as correções à frente: (A) Não autorizam-nos = não nos autorizam . (B) Nos falaram = falaram-nos. (C) Ninguém o informou sobre o caso WikiLeaks. (D) Conformado, se rendeu = rendeu-se. (E) Todos querem que combata-se = que se combata. RESPOSTA: “C”. 41-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2011) Em: – mamãe está recortando o jornal. – ao se substituir o jornal por um pronome, de acordo com a norma culta, tem-se: (A) recortando-lo. (B) recortando-o. (C) recortando-no. (D) recortando-lhe. (E) recortando ele. O verbo “recortar” pede objeto direto (recortar o quê?). Sabemos que “lhe” é para objeto indireto, então descartamos a alternativa “D”. O pronome “no” é usado quando o verbo termina em “m”: encontraram-no, amam-no. Então eliminamos mais uma, a “C”. O “lo” geralmente é empregado quando o verbo termina em sílaba tônica: amá-lo, aceitá-lo, incluí-lo. Chegamos, então, à resposta: recortando- -o. RESPOSTA: “B”. 42-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2011) Assinale a alternativa em que a concordância verbal está correta. (A) Haviam cooperativas de catadores na cidade de São Paulo. (B) O lixo de casas e condomínios vão para aterros. (C) O tratamento e a destinação corretos do lixo evitaria que 35% deles fosse despejado em aterros. (D) Fazem dois anos que a prefeitura adia a questão do lixo. (E) Somos nós quem paga a conta pelo descaso com a coleta de lixo. Fiz as correções à frente: (A) Haviam cooperativas = havia (sentido de existir). (B) O lixo de casas e condomínios vão = vai. (C) O tratamento e a destinação corretos do lixo evitaria que 35% deles fosse = fossem. (D) Fazem dois anos = faz (sentido de tempo passado: singular). (E) Somos nós quem paga a conta pelo descaso com a coleta de lixo. * outra forma correta seria: Somos nós que pagamos. RESPOSTA: “E”. 43-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO PARANÁ – ADMINISTRADOR - UFPR/2013) Assinale a alternativa que apresenta um dito popular que parafraseia o conteúdo expresso no excerto: “Se você está em casa, não pode sair. Se você está na rua, não pode entrar”. a) “Se correr o bicho pega, se ficar, o bicho come”. b) “Quando o gato sai, os ratos fazem a festa”. c) “Um dia da caça, o outro do caçador”. d) “Manda quem pode, obedece quem precisa”. Dentre as alternativas apresentadas, a que reafirma a ideia do excerto (não há muita saída, não há escolhas) é “Se você está em casa, não pode sair. Se você está na rua, não pode entrar”. RESPOSTA: “A”.
  23. 23. Didatismo e Conhecimento 27 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 44-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ACRE – TÉCNICO EM MICROINFORMÁTICA- CESPE/2012) As palavras “conteúdo”, “calúnia” e “injúria” são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. “Conteúdo” é acentuada seguindo a regra do hiato; calúnia = paroxítona terminada em ditongo; injúria = paroxítona terminada em ditongo. RESPOSTA: “ERRADO”. 45-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO ACRE – TÉCNICO EM MICROINFORMÁTICA- CESPE/2012) O correio eletrônico é uma forma de comunicação célere, na qual deve ser utilizada linguagem compatível com a comunicação oficial, embora não seja definida uma forma rígida para sua estrutura. O correio eletrônico (“e-mail”), por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de comunicação para transmis- são de documentos. Um dos atrativos de comunicação por correio eletrônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa definir forma rígida para sua estrutu- ra. Entretanto, deve-se evitar o uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial (v. 1.2 A Linguagem dos Atos e Comunicações Oficiais). (Fonte: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm) RESPOSTA: “CERTO”. 46-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS – OFICIAL JUDICIÁRIO – FUNDEP/2010) Consi- derando o acento tônico e a classificação quanto ao número de sílabas, assinale a alternativa CORRETA. A) Psiquiatra – Paroxítona – Quatro sílabas B) Noticiário – Proparoxítona – Seis sílabas C) Absoluto – Paroxítona – Cinco sílabas D) Ódio – Oxítona – Duas sílabas A) Psiquiatra – Paroxítona – Quatro sílabas Psi - qui - a - tra = quatro sílabas; sílaba tônica: “a” = paroxítona B) Noticiário – Proparoxítona – Seis sílabas No - ti - ci - á - rio = cinco sílabas; sílaba tônica: “á” = paroxítona C) Absoluto – Paroxítona – Cinco sílabas Ab - so - lu - to = quatro sílabas; sílaba tônica: “lu” = paroxítona D) Ódio – Oxítona – Duas sílabas Ó - dio = duas sílabas; sílaba tônica: “ó” = paroxítona RESPOSTA: “A”. 47-) (TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS – OFICIAL JUDICIÁRIO – FUNDEP/2010) Assinale a afirmativa em que se aplica a mesma regra de acentuação. A) tevê – pôde – vê B) únicas – histórias – saudáveis C) indivíduo – séria – noticiários D) diário – máximo – satélite A) tevê – pôde – vê Tevê = oxítona terminada em “e”; pôde (pretérito perfeito do Indicativo) = acento diferencial (que ainda prevalece após o Novo Acordo Ortográfico) para diferenciar de “pode” – presente do Indicativo; vê = monossílaba terminada em “e”. B) únicas – histórias – saudáveis. Únicas = proparoxítona; história = paroxítona terminada em ditongo; saudáveis = paroxítona terminada em ditongo. C) indivíduo – séria – noticiários. Indivíduo = paroxítona terminada em ditongo; séria = paroxítona terminada em ditongo; noticiários = paroxítona terminada em ditongo. D) diário – máximo – satélite. Diário = paroxítona terminada em ditongo; máximo = proparoxítona; satélite = proparoxítona. RESPOSTA: “C”.
  24. 24. Didatismo e Conhecimento 28 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 48-) (tribunal de justiça do estado de minas gerais – oficial de justiça avaliador – makiyama/2013) Assinale a alternativa em que o uso da crase esteja CORRETO. (A) Quando você for à Portugal, avise-me, pois desejo que você me traga um azeite de lá. (B) Ninguém, nunca mais, referiu-se àquele erro que cometi há cinco anos. (C) Ontem, eu esqueci-me de contar à vocês a grande novidade. (D) Todos alegam que não têm tempo para se dedicar à alguma causa importante. (A) Regrinha do “vou a – volto da – crase há; vou a – volto de – crase pra quê?”: “vou a Portugal, volto de Portugal, então: crase pra quê?”. (C) Eu me esqueci de contar a vocês (antes de pronome de tratamento não se usa crase). (D) a alguma (pronome indefinido). RESPOSTA: “B”. Fontes de pesquisa: http://www.questoesdeconcursos.com.br/provas http://www.pciconcursos.com.br/provas/
  25. 25. Didatismo e Conhecimento 29 TRIBUNAL DE JUSTIÇA NOÇÕES DE INFORMÁTICA 49. (TJ/SP - MÉDICO JUDICIÁRIO - CLÍNICO GERAL – VUNESP/2013) - Observe os processadores da Intel listados a seguir: I. Intel® Core™ i3  II. Intel® Core™ i5  III. Intel® Core™ i7  Assinale a alternativa que traz V (verdadeiro) para o(s) processador(es) que possui(em) a característica Turbo Boost e F (falso) para aquele(s) que não a possui(em). A) I (V), II (F) e III (V). B) I (V), II (V) e III (V). C) I (V), II (F) e III (F). D) I (V), II (V) e III (F). E) I (F), II (V) e III (V). Conforme informações do site oficial da Intel, a Tecnologia Intel® Turbo Boost1 oferece mais desempenho quando necessário nos sis- temas baseados na quarta geração dos processadores Intel® Core™. A Tecnologia Intel® Turbo Boost 2.0 permite automaticamente que os núcleos do processador trabalhem mais rapidamente do que a frequência básica de operação quando estiverem operando abaixo dos limites especificados para energia, corrente e temperatura. Famílias de processadores que suportam Tecnologia Intel® Turbo Boost? Intel® Core™ i7 processadores para desktop e para portáteis processador desktop Intel® Core™ i7 Extreme Edition Processador para portáteis Intel® Core™ i7 Extreme Edition Intel® Core™ i5 processadores para desktop e para portáteis.  RESPOSTA: “E”. 50. (TJ/DF - TÉCNICO JUDICIÁRIO - ÁREA ADMINISTRATIVA – CESPE/2013) - Acerca de redes de computadores e segurança da informação,julgue os itens subsequentes. Nobreak é um equipamento que mantém, durante determinado tempo, em caso de falta de energia elétrica na rede, o funcionamento de computadores que a ele estiverem conectados. ( ) Certo ( ) Errado Os nobreaks possuem vantagem sobre os estabilizadores pelo fato de armazenar energia elétrica e funcionar com autonomia durante alguns minutos para que o computador ou equipamento ligado a ele não seja desligado bruscamente ou de maneira incorreta em uma repen- tina falta de energia elétrica. Entre as características dos nobreaks, em muitos deles estão presentes: várias tomadas, recarga automática da bateria, proteção para linha telefônica, fax, Internet. Características Gerais Ideal para  Proteger computadores, estações de trabalho (desktops), pequenos e médios servidores, PABX, equipamentos de conexão de rede e sistemas de telecomunicação. A linha de No Breaks Yup-e impede a perda de dados e os tempos de paralisação.  Aplicações  - Computadores, Monitores e Impressoras  - Estações de trabalho (desktops)  - Pequenos e Médios Servidores  - Equipamentos de conexão de rede  - Equipamentos de telefonia e telecomunicações: PABX, FAX, Rádios de comunicação  Principais Características  - Microprocessado (tecnologia RISC/FLASH)  - Forma de onda senoidal por aproximação (PWM – controle de largura e amplitude)  - Regulação automática de voltagem (AVR) LineInteractive  - Indicadores de funcionamento pela rede e baterias 
  26. 26. Didatismo e Conhecimento 30 TRIBUNAL DE JUSTIÇA - Alarme audiovisual intermitente para queda de rede e final do tempo de autonomia  - Gerenciamento inteligente das baterias, com recarga automática  - Proteção eletrônica contra sub e sobre tensão  - Proteção contra curto-circuito e sobrecarga  - Diagnóstico de alerta avançado (auto teste de partida)  - Supressão de surtos, picos e filtragem de ruído (filtro de linha interno)  - Circuito desmagnetizador  - Inversor sincronizado com a rede (sistema PLL)  - DC Start – Permite ser ligado na ausência de rede elétrica - Proteção contra descarga total das baterias  - Proteção telefônica fax/modem, em conformidade com a Norma UIT K-20 - Tensão nominal de entrada: 115V/220V - Tensão nominal de saída 115V  - Frequência de entrada 60Hz +/- 5Hz  - Tecla com função mute (permite anular o alarme sonoro)  - Battery Backup - Troca de bateria pelo usuário  - Possui estabilizador e filtro de linha - Chave liga / desliga temporizada para evitar o acionamento acidental ou involuntário Autonomia: 30 minutos RESPOSTA: “CERTO”. 51. (TJ/PB - JUIZ LEIGO – CESPE/2013) Com relação ao ambiente Windows XP, assinale a opção correta. A) No Windows XP, as opções de backup de dados incluem os tipos diferencial e incremental. No primeiro, são gravadas apenas as diferenças entre o último backup normal e o que está sendo feito atualmente; no segundo, não é necessário que seja feito o ba- ckup normal, pois, entre os dados do backup incremental incluem-se todos os backups diferenciais feitos anteriormente. B) No Windows XP, áreas de trabalho, como discos locais, impressoras e pastas de arquivos, podem ser compartilhadas para serem acessadas por outros usuários e sistemas, por meio da opção Meus Locais de Rede. C) O mapeamento de recursos ou unidades de rede do Windows XP permite que se obtenha a configuração dos parâmetros de acesso à rede, como, por exemplo, configuração de segurança e permissões de usuários. D) O Windows XP opera, por padrão, com sistemas de arquivo dos tipos NTFS e FAT, mas, por questão de segurança avançada do sistema, não permite a partição ou formatação do disco rígido. E) Arquivos enviados para a Lixeira do Windows XP são analisados pelo antivírus nativo do sistema, antes de serem armaze- nados temporariamente ou descartados. A opção Meus locais de Rede pode ser acessada através do botão Iniciar, conforme demonstrado a seguir: Meus locais de rede
  27. 27. Didatismo e Conhecimento 31 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Esta opção fornece informações sobre pastas e arquivos em outros computadores. É possível adicionar um local de rede, ou seja, configurar um acesso a uma pasta de outro computador, por exemplo; exibir conexões de rede configuradas em um computador; configurar uma rede sem fio doméstica ou para pequena empresa; pesquisar o Active Directory e mostrar ícones de dispositivos UPnP em rede. RESPOSTA: “B”. 52. (TJ/PB - JUIZ LEIGO – CESPE/2013) - Acerca dos comandos e funcionalidades do programa Microsoft Word, assinale a opção correta. A) O corretor ortográfico do Word oferece uma opção de revisão por meio da qual é possível comparar um documento com suas versões anteriores e buscar alterações do uso de um termo ao longo dessas versões. B) Os recursos de tabulação do Word podem ser utilizados tanto mediante ajustes diretamente nas réguas existentes nas par- tes superior e esquerda da tela quanto por meio do botão TAB do teclado. C) No Word, a inserção de tabela com fórmula só é possível mediante vínculo com uma planilha do Excel. D) O Word permite a elaboração de formulários de, no máximo, vinte campos, a serem preenchidos de acordo com parâme- tros que podem ser definidos conforme o tipo de conteúdo do campo. E) O Word disponibiliza ferramentas de revisão de texto que permitem a adição de comentários que, editados no rodapé ou cabeçalho dos documentos, podem ser expostos ou ocultos ao leitor. O recurso de tabulação oferece um método de alinhamento diferenciado aos parágrafos de forma a deixá-los organizados sem a neces- sidade de usar uma tabela. Isso é possível através do botão de tabulação, presente no canto superior esquerdo da régua e como auxílio da tecla TAB. Botão de tabulação/Régua/Tecla Tab Os tipos de tabulação presentes no botão de tabulação são: - Esquerdo - Centralizado - Direito - Decimal - Recuo da Primeira Linha - Recuo Deslocado Na própria régua ficam presentes os seguintes recursos: Régua
  28. 28. Didatismo e Conhecimento 32 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 1 – Recuo à esquerda: aumenta o espaço do parágrafo esquerdo em relação ao texto, mas não altera a primeira linha. Para isto, basta pressionar o botão esquerdo do mouse sobre o recuo esquerdo e arrastá-lo sobre a régua até o ponto desejado. Recuo à esquerda. 2 – Recuo da primeira linha: aumenta a margem da primeira linha deixando-a maior que as demais linhas do parágrafo. Recuo da primeira linha. 3 – Recuo à direita: Aumenta o espaço da margem direita em relação ao texto. Recuo à direita Quando aplicamos à régua uma tabulação, ela fica marcada no ponto que desejarmos. Escolhemos a tabulação no botão de tabulação apenas clicando sobre ele até que seja mostrada a opção desejada e depois clicamos na régua: Escolhendo e aplicando a tabulação 1 – Escolhemos o tipo de tabulação. 2 – Clicamos na régua. Esse procedimento tem que ser feito no parágrafo que desejamos tabular. Quando a tecla TAB for pressionada, o alinhamento do parágrafo será feito até o ponto determinado na régua: Tabulação “Esquerdo” RESPOSTA: “B”.
  29. 29. Didatismo e Conhecimento 33 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 53. (TJ/SP - ADVOGADO – VUNESP/2013) - A tecla de atalho que aciona a opção para procurar texto num documento que está sendo editado no MS-Word 2010, em sua configuração padrão, é: A) CTRL + L B) CTRL + J. C) CTRL + B D) CTRL + A. E) CTRL + C. Localizar A figura acima mostra o botão de comando do recurso Localizar. Ele se encontrana Guia Página Inicial, grupo Edição, do Microsoft Word 2010. O atalho de teclado (teclas de atalho) que podem abrir essa opção são Ctrl+L. RESPOSTA: “A”. 54. (TJ/RS - OFICIAL ESCREVENTE – FAURGS/2013) -Considerando o texto a seguir, adaptado do site do Tribunal de Justiça do RS e digitado no processador de textos Writer (LibreOffice). Jurisprudencia: A Jurisprudencia tem como atividade o fornecimento de cópias dos acórdãos e decisões do Tribunal de Justiça e a realização de pesquisa na base de dados jurisprudencial. O acervo da jurisprudencia é formado por acórdãos e decisões proferidas pelos órgãos julgadores do Tribunal de Justiça do Estado desde 1965. A partir de dezembro de 2000, por Ato da Presidência os acórdãos passaram a ter o inteiro teor publicado no site do Tribunal de Justiça na Internet. A Jurisprudencia é responsável também pela publicação do Boletim de Ementas e pela Revista de Jurispru- dência do Tribunal do Estado. (Fonte: Adaptado do site do Tribunal de Justiça (HTTP://www.tjrs.jus.br/) Decidiu-se usar o recurso “Localizar e substituir” para a correção da palavra jurisprudência. Para tanto, preencheu-se a tela como segue.
  30. 30. Didatismo e Conhecimento 34 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Quantas palavras foram substituídas no texto após pressionar o botão “Substituir todos”? A) 2. B) 3. C) 4. D) 5. E) 6. A questão procura quais palavras serão detectadas como incorretas ou estranhas ao Word, considerando a configuração da figura, que mostra a janela (1) Localizar e substituir, pronta para localizar a palavra digitada na linha (2) Procurar por, considerando (3) somente pala- vras inteiras. Indicação da questão Considerando estas configurações, serão localizadas quatro ocorrências da palavra jurisprudencia, conforme figura a seguir: Ocorrências encontradas no texto RESPOSTA: “C”. 55. (TJ/RS - OFICIAL ESCREVENTE – FAURGS/2013) -No pacote LibreOffice, os aplicativos Calc e Writer gravam seus arquivos com uma extensão default própria, que pode ser alterada a qualquer tempo. Assinale a alternativa que apresenta as exten- sões originais da instalação padrão para o Calc e o Writer, respectivamente.  A) ods e odt B) ods e doc C) odt e ods D) xls e doc E) xls e odt
  31. 31. Didatismo e Conhecimento 35 TRIBUNAL DE JUSTIÇA A extensão de um arquivo mostra em que programa ele foi criado e em quais poderá ser aberto e editado. Uma forma fácil de saber qual a extensão que um determinado programa salva os arquivos criados nele, é ir até a opção de salvar como... e observar o tipo de arquivo marcado como default. Encontramos nos programas abordados pela questão, respectivamente, .ods e .odt: RESPOSTA: “A”. 56.  (TJ/DF - TÉCNICO JUDICIÁRIO - ÁREA ADMINISTRATIVA – CESPE/2013)-Com relação ao ambiente Windows e a aplicativos de edição de textos e de navegação na Internet, julgue os itens seguintes. O aplicativo Writer, do BrOffice, utilizado para a edição de textos, não permite a realização de cálculos com valores numéricos, por exemplo, cálculos com valores em uma tabela inserida no documento em edição. ( ) Certo ( ) Errado No BrOffice ou LibreOffice Writer, considerando que tenhamos uma tabela com valores que precisam ser somados, podemos acessar o menu Tabela, e o submenu Fórmula, como indicado na figura a seguir: Menu Tabela - Fórmula Nesse exemplo, consideremos que antes de acessar os menus propostos na figura acima, tenhamos clicado na célula onde desejamos inserir a fórmula que calcule o total. Depois desses passos, aparecerá a barra de Fórmula e poderemos selecionar os números que estão envolvidos na somatória:
  32. 32. Didatismo e Conhecimento 36 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Execução da Fórmula Após estes procedimentos, quando a tecla Enter for pressionada, o total da soma dos números selecionados será exibido na tabela. RESPOSTA: “ERRADO”. 57. (TJ/AC - TÉCNICO JUDICIÁRIO – INFORMÁTICA – CESPE/2012) -No Word a formatação do documento por meio de estilos permite que, ao se modificar um estilo, todos os textos marcados com este estilo sejam modificados, além de permitir que sejam criadas marcações para índices. Segundo a ajuda do Microsoft Word 2007, Estilos rápidos são combinações de diferentes opções de formatação e são exibidos em uma miniatura nas diversas galerias de Estilos rápidos. Quando você coloca o ponteiro do mouse sobre uma miniatura de Estilo rápido, pode ver como o Estilo rápido afeta seu elemento gráfico ou forma SmartArt. No Word 2007, por exemplo, os Estilos podem ser acessados pela guia Início, grupo Estilo. Cada estilo sobre o qual se posiciona o mouse aplica ao texto selecionado uma série de formatações. Estilo RESPOSTA: “CERTO”. 58.(TJ/AC - TÉCNICO JUDICIÁRIO – INFORMÁTICA – CESPE/2012) -No Word é possível criar um vínculo de uma pla- nilha Excel e, caso essa planilha seja modificada, a alteração é refletida dinamicamente ao se abrir o documento do Word. Segundo a ajuda do Microsoft Word é possível vincular ou incorporar uma planilha do Excel. “Quando você quiser criar um vínculo dinâmico entre o conteúdo do seu documento e o conteúdo de uma pasta de trabalho do Mi- crosoft Office Excel, insira o conteúdo como um objeto. Ao contrário do que ocorre quando você cola o conteúdo (como ao pressionar CTRL+V), ao inseri-lo como um objeto vinculado ou incorporado, você pode trabalhar com ele no programa original. Se você inserir células no documento como um objeto do Excel, o Microsoft Office Word executará o Excel ao clicar duas vezes nas células e você poderá usar os comandos do Excel para trabalhar com o conteúdo da planilha. Ao inserir uma pasta de trabalho inteira do Excel como um objeto, o documento exibe apenas uma planilha. Para exibir planilhas diferentes, clique duas vezes no objeto do Excel e, em seguida, clique na planilha que deseja. As principais diferenças entre objetos vinculados e incorporados são o local de armazenamento dos dados e como você atualiza os dados após colocá-los no arquivo do Word. Você coloca um vínculo para o objeto ou uma cópia do objeto no documento. É possível inserir objetos dessa forma a partir de qualquer programa que suporte a tecnologia de vínculo e incorporação de objetos (vínculo e incorporação de objetos ou OLE). Por exemplo, um relatório de status mensal pode conter informações mantidas separadamente em uma planilha do Excel. Se você vincular o relatório à planilha, os dados no relatório poderão ser atualizados sempre que o arquivo de origem for atualizado. Se você in- corporar a planilha no relatório, seu relatório conterá uma cópia estática dos dados.” RESPOSTA: “CERTO”.
  33. 33. Didatismo e Conhecimento 37 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 59. (TJ/RS - OFICIAL ESCREVENTE – FAURGS/2013) -Considere a planilha Calc (LibreOffice) abaixo.  A coluna C da planilha calcula o percentual correspondente ao número de questões de cada parte da prova objetiva em relação ao total de questões da referida prova. Para produzir a coluna C da planilha, foram seguidos os seguintes passos:  I - digitou-se, na célula C2, uma fórmula;  II - essa fórmula foi copiada e colada para as células C3 até C5;  III - a coluna C foi, então, formatada para formato de Porcentagem, com duas casas decimais.  Assinale a alternativa que apresenta a fórmula digitada em C2 no passo I.  A) =B2/B5 B) =B$2/B$5 C) =B2/B$5 D) =B$2/B5 E) =B2/B$5*100 Em B2 temos a quantidade de questões. Em B5 temos o total das questões, ou seja, 100% das questões. Para sabermos o percentual correspondente ao número de questões de cada parte da prova objetiva em relação ao total de questões da referida prova, temos que dividir a quantidade de questões de cada parte pela quantidade total de questões. Como a quantidade total das questões está apenas na célula B5 e a questão diz que as fórmulas de C3 até C5 foram copiadas, é necessário tornar a célula B5 referência ab- soluta para as fórmulas, ou seja, travá-la de forma que não seja sequenciada durante a cópia. Para realizar este procedimento é aplicado: B$5. Por exemplo: 30/80 = 0,375. Se aplicarmos o sinal de porcentagem encontrado na guia Início, grupo número, considerando duas casas decimais, ele se transformará em 37,50%. Se fizermos a mesma fórmula, mas não clicarmos no sinal de porcentagem e sim multiplicarmos o resultado de 30/80 por 100, teremos 37,5, sem o sinal de porcentagem. RESPOSTA: “C”.  60. (TJ/RS - OFICIAL ESCREVENTE – FAURGS/2013) -Considere a planilha Calc (LibreOffice) abaixo. 
  34. 34. Didatismo e Conhecimento 38 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Deseja-se classificar a planilha por ordem alfabética ascendente de local, de forma que o código de cada cidade se mantenha na mesma linha da respectiva cidade após a classificação, conforme mostra a figura a seguir.  Para fazer essa classificação, deve-se  A) marcar as células A2 até B8, selecionando a opção Classificar no menu Dados, escolhendo a coluna B como chave de classifi- cação, assinalando a opção Crescente. B) marcar as células B2 até B8, selecionando a opção Classificar no menu Dados, escolhendo a coluna B como chave de classifi- cação, assinalando a opção Crescente. C) marcar as células A2 até B8, selecionando a opção Classificar no menu Dados, escolhendo a coluna A como chave de classifi- cação, assinalando a opção Decrescente. D) marcar as células A2 até A8, selecionando a opção Classificar no menu Dados, escolhendo a coluna A como chave de classifi- cação, assinalando a opção Crescente. E) marcar as células B2 até B8, selecionando a opção Classificar no menu Dados, escolhendo a coluna A como chave de classifi- cação, assinalando a opção Decrescente. A classificação dos dados de uma coluna pode ser feita após a sua seleção, clicando com o botão esquerdo do mouse no menu Dados, escolhendo por qual coluna os dados serão prioritariamente classificados e assinalando a opção Crescente ou Decrescente, conforme a necessidade. RESPOSTA: “A”. 61.(TJ/SP-ESCREVENTETÉCNICO JUDICIÁRIO-PROVAVERSÃO1–VUNESP/2012)-UmaplanilhadoMicrosoftEx- cel XP, na sua configuração padrão, possui os seguintes valores nas células: B1=4, B2=1 e B3=3.Afórmula =ARRED(MÍNIMO(SOMA (B1:B3)/3;2,7);2) inserida na célula B5 apresentará o seguinte resultado: (A) 2 (B) 1,66 (C) 2,667 (D) 2,7 (E) 2,67 Independente da versão do programa, o que se deseja na questão é extrair conhecimentos das fórmulas do Excel. A referida fórmulaseria digitada na planilha na seguinte conformidade: Fórmula segundo a questão
  35. 35. Didatismo e Conhecimento 39 TRIBUNAL DE JUSTIÇA = ARRED(MÍNIMO(SOMA(B1:B3)/3;2,7);2) Conheceremos cada etapa da função: =arred(...................................................);2) A função arred arredonda um número até uma quantidade específica de dígitos. Nessa função, a quantidade de dígitos é 2: Mínimo(....................2,7) A função “mínimo”retorna o valor mínimo retido em um conjunto de valores. Da forma que está colocada, a função retornará o menor valor entre o resultado da função somae os números 2 e 7. SOMA (B1:B3) A função soma retorna a somatória dos valores selecionados. A função SOMA (B1:B3) está somando os valores do intervalo da célula B1 até a célula B3, que são, respectivamente, 4+1+3. O valor dessa soma é igual a 8. Sempre que houver “:” (dois pontos) entre a referência de células, indica que será aplicada a função ou fórmula em uma sequencia de células, da primeira até a última célula indicada na seleção. Logo depois, o resultado da soma (8) é dividido por 3: ... SOMA (B1:B3)/3 Ou seja: 8/3 = 2,666667 Nesse ponto, teremos a função na seguinte conformidade: = arred(2,666667;2) Então o número 2,666667 será arredondado para duas casas decimais, retornado, como resultado, o valor 2,67. RESPOSTA: “E”. 62. (TJ/SP - ESCREVENTE TÉCNICO JUDICIÁRIO – VUNESP/2013) -Considere a seguinte fórmula digitada na célulaA1 de uma planilha do MS-Excel XP, em sua configuração original. =SE(E(B$2>12;$C3>8);”Urgência”;”Normal”) Ao se copiar a fórmula para a célula B1, tem-se: (A) =SE(E(B$4>12;$C2>8);”Urgência”;”Normal”) (B) =SE(E(B$3>12;$C2>8);”Urgência”;”Normal”) (C) =SE(E(C$2>12;$C3>8);”Urgência”;”Normal”) (D) =SE(E(B$2>12;$C3>8);”Urgência”;”Normal”) (E) =SE(E(B$2>12;$C4>8);”Urgência”;”Normal”) Por mais complicada que a fórmula pareça, sua resolução resume-se em saber como funciona a cópia de fórmulas e referência absoluta. Quando copiamos uma fórmula ou função de uma linha para outra, normalmente ela cria uma sequencia automática. Por exemplo, se na célula A1 a fórmula possui A1+B1, quando a copiamos para a célula A2 ela automaticamente se tornará A2+B2. Quando desejamos que isso não ocorra, devemos inserir na fórmula, antes da linha ou da coluna que não desejamos que siga a sequên- cia, o sinal “$”. Apenas com estes conhecimentos é possível resolver a questão, pois sabemos que apenas as células terão sequencia automática criadas, mas as colunas e linhas antecedidas pelo sinal “$” permanecerão iguais. No entanto, com essa questão podemos adquirir diversos outros conhecimentos: Podemos ler a fórmula “=SE(E(B$2>12;$C3>8);”Urgência”;”Normal”)”, da seguinte forma: Se a coluna B, na sua linha 2, for maior que 12, e o valor da célula C3 maior que oito, será escrita na célula A1 a palavra “Urgência”. Se não, será escrita na célula A1 a palavra “Normal”. O panorama dessa questão na planilha seria o seguinte: Função digitada na célula A1.
  36. 36. Didatismo e Conhecimento 40 TRIBUNAL DE JUSTIÇA A função SE é uma função lógica e condicional, ou seja, ela trabalha com condições para chegar ao seu resultado. Sua sintaxe é: = se (teste_lógico; “valor_se_verdadeiro”; “valor_se_falso”) Onde: = se( = início da função. Teste_lógico = é a comparação que se deseja fazer. Vale lembrar que podemos fazer vários tipos de comparações. Para fins didáticos, usaremos células A1 e A2, supondo que estamos comparando valores digitados nessas duas células. Os tipos de comparação possíveis e seus respectivos sinais são: A1=A2 → verifica se o valor de A1 é igual ao valor de A2 A1<>A2 → verifica se o valor de A1 é diferente do valor de A2 A1>=A2 → verifica se o valor de A1 é maior ou igual ao valor de A2 A1<=A2 → verifica se o valor de A1 é menor ou igual ao valor de A2 A1>A2 → verifica se o valor de A1 é maior do que o valor de A2 A1<A2 → verifica se o valor de A1 é menor do que o valor de A2 No lugar das células podem ser colocados valores e até textos. Valor_se_verdadeiro = é o que queremos que apareça na célula, caso a condição seja verdadeira. Se desejarmos que apareça uma palavra ou frase dentro da função, essa deve estar entre “” (aspas). Valor_se_falso= é o que desejamos que apareça na célula, caso a condição proposta não seja verdadeira. No caso da função “=SE(E”, ou seja SE E, temos que atender duas condições, sendo que a primeira e a segunda têm que ser verdadeiras para que o “valor se verdadeiro” seja exibido na célula. O “E” verifica se os argumentos são verdadeiros e retorna verdadeiro se todos os argumentos forem verdadeiros. RESPOSTA: “C”. 63.   (TJ/SP - ADVOGADO – VUNESP/2013) - Um usuário que queira melhorar a sua privacidade ao navegar pela internet ob- serva o cadeado indicativo de segurança nos browsers como Google Chrome e Internet Explorer. Assinale a alternativa que contém o protocolo usado nessa situação, que é outro indicativo de navegação segura. A) SMTP. B) HTTPS C) ICQ D) MSN E) FTP HTTPS (HyperTextTransferProtocolSecure - protocolo de transferência de hipertexto seguro), é um protocolo http com implementa- ções de segurança. Sempre quando houver ícones de segurança, haverá a associação ao protocolo HTTPS: Ícone O que significa O Google Chrome estabeleceu uma conexão segura com o site. Procure esse ícone para confirmar o domínio correto do URL, se houver necessidade de fazer login no site ou fornecer informações confidenciais na página. Se um site usa um certifi- cado SSL de Validação Avançada (EV-SSL, na sigla em inglês), o nome da organização também aparece ao lado do ícone no texto em verde.   O site usa SSL, mas o Google Chrome detectou conteúdo in- seguro na página. Tenha cuidado caso você esteja inserindo in- formações confidenciais nessa página. Conteúdo inseguro pode fornecer uma brecha para alguém alterar a aparência da página.   O site usa SSL, mas o Google Chrome detectou conteúdo inse- guro de alto risco na página ou problemas com o certificado do site. Não insira informações confidenciais nessa página. Certifi- cado inválido ou outros problemas graves no https podem indi- car que alguém está tentando adulterar sua conexão com o site. RESPOSTA: “B”.
  37. 37. Didatismo e Conhecimento 41 TRIBUNAL DE JUSTIÇA Acerca de programas de navegação, julgue os itens seguintes. 64. (TJ/AC - TÉCNICO JUDICIÁRIO – INFORMÁTICA – CESPE/2012) O Internet Explorer 9.0 permite que sejam insta- ladas extensões que acrescentem funcionalidades ao navegador. O navegador Internet Explorer 9.0, assim como outras de suas versões e navegadores como o Chrome e o Mozilla Firefox, permitem a instalação de extensões como Flash Player, controles como Activex e outros complementos como Adobe Flash, Quicktime e Silverlight. Segundo o site oficial da Microsoft, “complementos são aplicativos usados pelo Internet Explorer para interagir com conteúdo da Web como vídeos e jogos. Barras de ferramentas e extensões também são tipos de complementos”.  Fonte:http://windows.microsoft.com/pt-br/internet-explorer/manage-add-ons#ie=ie-11. Acessado em 10/05/2014. RESPOSTA: “C”. 65. (TJ/AC - TÉCNICO JUDICIÁRIO – INFORMÁTICA – CESPE/2012) O Internet Explorer 9, o Mozilla Firefox 15 e o Google Chrome 21 possuem a funcionalidade de salvar o conteúdo do site permitindo que este seja acessado off-line. Esse recurso chama-se fixar aba como aplicativo. Para salvar o conteúdo do site, deve ser usado o recurso “Salvar como”, do navegador. No caso do Mozilla e do Chrome, acionamos facilmente esse recurso clicando com o botão direito do mouse sobre a página, como exibido na imagem a seguir: Salvar como RESPOSTA: “E”. 66. (TJ/AC - TÉCNICO JUDICIÁRIO – INFORMÁTICA – CESPE/2012) Tanto o Google Chrome 21 quanto o Mozilla Fi- refox 15 possuem recursos que possibilitam aos usuários sincronizarem para uma determinada conta o histórico de navegação, os favoritos e as senhas e, desse modo, estarem acessíveis em outras máquinas. Pelas informações presentes nas próprias janelas de configuração de sincronização do Google Chrome, é possível verificar a possibilida- de de sincronização. Essa possibilita compartilhar dados (favoritos e preferências) entre computadores, armazenando-os on-line. Segundo o suporte de ajuda do Chrome: “Quando você faz login no Google Chrome e ativa a sincronização, o Chrome mantém suas informações seguras usando as credenciais da Conta do Google para criptografar seus dados sincronizados. Como alternativa, você pode optar por criptografar todos seus dados sincronizados com uma senha de criptografia. Essa senha de criptografia fica armazenada no computador e não é enviada ao Google.” Fonte: https://support.google.com/chrome/answer/1181035?hl=pt-BR. Acessado em 10/05/2014. No Mozilla, a opção de sincronização está acessível através do botão do Firefox, Opções, Sync, que permite o acesso ao histórico, favoritos, senhas e abas abertas em qualquer computador ou dispositivo móvel. RESPOSTA: “C”.
  38. 38. Didatismo e Conhecimento 42 TRIBUNAL DE JUSTIÇA 67. (TJ/AC - TÉCNICO JUDICIÁRIO – INFORMÁTICA – CESPE/2012) - Acerca dos ambientes Microsoft Office 2010 e BrOffice 3, julgue os itens que se seguem. A opção navegador presente na barra de ferramentas padrão do BrOfficeCalc 3 permite acessar uma URL contida em umacé- lula, a partir do navegador de Internet configurado comopadrão no sistema operacional. O botão “Navegador”, presente na barra de ferramentas do Calc e em outros aplicativos do pacote BROffice, acessível também pela tecla de atalho F5, conforme demonstrado pela figura, abre a janela Navegador, que traz a possibilidade de navegar pelo documento. No exemplo do Calc, podemos navegar pelas colunas, linhas, planilhas, nomes de intervalos, intervalos de banco de dados e outros itens que servem como índices de busca para parada do cursor do mouse quando selecionados. Navegador RESPOSTA: “ERRADO”. 68. (TJ/AC - TÉCNICO JUDICIÁRIO – INFORMÁTICA – CESPE/2012) Na suíte BrOffice o programa Pointer é equiva- lente, em termosde finalidade, ao PowerPoint da suíte Microsoft Office 2010,assim como o BrOffice Writer é equivalente ao Word. O BrOffice é um pacote de programas semelhantes aos do Microsoft Office. Surgiu trazendo uma alternativa gratuita para download, instalação e utilização, visto que os softwares da Microsoft são todos comercializáveis. Entre os programas do BrOffice estão: - Writer -Editor de Textos, semelhante ao Word, da Microsoft. - Calc – Editor de Planilhas eletrônicas, semelhante ao Excel, da Microsoft. -Impress – Editor de Apresentações, semelhante ao PowerPoint, da Microsoft. - Draw – Editor de Imagens vetoriais. - Base – Editor de banco de dados, semelhante ao Access, da Microsoft. RESPOSTA: “ERRADO”.
  39. 39. Didatismo e Conhecimento 43 TRIBUNAL DE JUSTIÇA DIREITO CONSTITUCIONAL 69. (TJ/SC - JUIZ - TJ/SC/2013) Com base nas proposições abaixo, assinale a alternativa correta: I. A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui- -se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: a soberania; a cidadania; a prevalência dos direitos humanos; os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; o pluralismo político. II. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações. III. Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação; erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as de- sigualdades sociais e regionais; garantir o desenvolvimento nacional; construir uma sociedade livre, justa e solidária. IV. A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios a independência nacio- nal; a dignidade da pessoa humana; a autodeterminação dos povos; a não intervenção; a igualdade entre os Estados; a defesa da paz; a solução pacífica dos conflitos; o repúdio ao terrorismo e ao racismo; a cooperação entre os povos para o progresso da huma- nidade; a concessão de asilo político. A) Todas as proposições estão corretas. B) Somente as proposições I, II e III estão corretas. C) Somente as proposições I, III e IV estão corretas. D) Somente as proposições II e III estão corretas. E) Somente as proposições II, III e IV estão corretas. O item “I” está incorreto. A prevalência dos direitos humanos não é um dos fundamentos previstos no art. 1º, da Lei Fundamental, mas sim um dos princípios da República Federativa do Brasil em suas relações internacionais, conforme consta no art. 4º, II, CF. O item “II” está certo. O enunciado da alternativa está amparado pelo texto do art. 4º, parágrafo único, da Constituição da República. O item “III” está correto, com fundamento no art. 3º, CF, que prevê, em seus quatro incisos, os objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil. O item “IV” está equivocado. Os princípios que regem a República Federativa do Brasil estão expressos no art. 4º, da Constituição da República. Neste rol não se encontra a dignidade da pessoa humana, que na verdade se trata de um dos fundamentos da República brasileira (art. 1º, III, CF). Sendo assim, estando corretos apenas os itens “II” e “III”, deve ser assinalada a alternativa “D”. RESPOSTA: “D”. 70. (TJ/PE - ANALISTA JUDICIÁRIO - FCC/2012) Lúcio, Amélia e Tito, respectivamente, pai, mãe e filho, são lavradores na pequena cidade de Amambaí, Estado do Mato Grosso do Sul, e sozinhos, sem a ajuda de funcionários, cultivam soja na sua pequena propriedade rural, assim definida em lei. Lúcio investiu todas as suas economias pessoais na compra de uma máquina específica para ajudar a sua família na colheita da soja, acreditando que seria farta e que a máquina lhes traria um excelente resultado eco- nômico. Porém, ocorreu uma geada que estragou toda a plantação, deixando Lúcio sem condições de saldar seus débitos vencidos decorrentes da atividade produtiva, sendo processado judicialmente. Nesse caso, a referida pequena propriedade rural: A) Será penhorada, porém o Juiz limitará a penhora à parte de propriedade de Lúcio, pois Amélia e Tito não compraram a máquina. B) É penhorável sempre porque deve garantir o pagamento integral das dividas decorrentes da atividade produtiva, indepen- dentemente da existência de outros bens. C) Será penhorada desde que não existam outros bens penhoráveis. D) Será penhorada, mas, segundo a Constituição Federal, o Juiz dará a prévia oportunidade a Lucio de pagar as dívidas em trinta e seis meses sem juros. E) É impenhorável, face a vedação constitucional. A pequena propriedade rural, assim definida em lei, desde que trabalhada pela família, não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva, dispondo a lei sobe os meios de financiar o seu desenvolvimento (art. 5º, XXVI, CF). Assim, em face da vedação constitucional, a propriedade de Lúcio, Amélia e Tito é impenhorável, o que torna correta a letra “E”. RESPOSTA: “E”.

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