Coesão e Coerencia Aplicados ao Turismo

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Trabalho que disserta sobre a coesão e a coerência dos textos e sua importância para o exercício da profissão de turismo.

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Coesão e Coerencia Aplicados ao Turismo

  1. 1. ~ Nx “t « wx“ . .ux'-' a. .. xx; §j. .““” ' ' ' * . vx . xxx***“*'t
  2. 2. - Linguíshco - Enciclopédico - lrfreracxonal . ,
  3. 3. . : .-= ;, :.: u.; ;¡Q. -; fi' OFALANDO PARA 1' Í qe ÂTFLuÉe Í % “ *í é " - 2-1' ' " - _. . . 7 - g3___~_- L. *í 7 1'x'›“ . - 7- 7 XK . x V : ..xxx. x"3^ 'À
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  6. 6. I t W A coesão reFerencial deve l antecipar ou re+omar um x < = a ideia, por exemplo: i onde indicação de local, - CLPO reação ale posse en+re dois sulasJranHvos¡ que evilar ou sulasJri+uir a A repeJrição de palavras¡ '
  7. 7. k ›-. 7 '_ ' . . nr r à Li d; _ É: : ? '?'~““~ , . i ~.
  8. 8. . A PROFESSORA @E QEu 1214400» DUTRA VEZ! SE Eu VIESSE' DE VEZ EM QUANDO, AINDA VAN. .. E' PRA isso OUEA GENTE VA¡ TODO DIA 'A Escova?
  9. 9. E' PRA ISSO QUE A ' GENTE vn. :ooo DIA 'A escoa” SE Eu VlESSE DE VEZ EM QUANDO, AINDA VAN. ..
  10. 10. hiperônimos vocalaulo de sen+iclo mais generico em ou+ro, - relação ao
  11. 11. ¡ f A U A sociedade precisa demonslrar mais insa+isl3ação quando o assun+o envolve desvios de ç
  12. 12. , A sociedade precisa demonslrar mais insa+isl3ação quando o assun+o en verlaas públicas. Man+er-se l ›¡ . ' ur
  13. 13. 171, , ç . ,1._›__ »t Mill ea; _ a: .. .f . o WC; e i ; Ki _ . ..mx. ; . g. 4, : ir: .. . * _f"~?1'°: §¡'“": 'iwrñf 1 w! ip"" - ' l' Ã* GI: -a _i 4;, L "vw . a imã¡ “A
  14. 14. 9 n _. A viqilância es+adios de campeonalo policial nos Fulelaol e aria, pois e qualquer sem a
  15. 15. -”~”“ l . ~ . xl l . . m'. 3.4 »vá _À . .29 Í v_-
  16. 16. é/ i ~'. f' @S l indicam uma co en+re+an+o, ma s, porem, no en+an+o, lodavia, con+udo indicam oposição, - se, caso, desde con+a+o que, en que, +re oulros. .. FICÍÍÇÕO;
  17. 17. . ~' ÀNÔ A i | x, n_, . .imixlíxv . i
  18. 18. . ~' ÀNÔ . , w~“ . .imixlíxv . i
  19. 19. l W «É A coerência e' murlo impor+an+e ao elalaorar um +ex+o. Sem ela a cons+rução de senlidos u».
  20. 20. h4___ 7 , _gsgegggcaw atá_ 3% e ; b ç . r Li? , «tag-dá m? L 'i. §:_ as? É** i _mas ' * ; i “"-“ q_ vlw* r . _)i i_ “i _ . u. : lmiv. xxl l “i COEgÊNClA sim/ WCF* _ . .5 ux“Y-' 1-4. . Nxii““ 4'_ _N AV'L W
  21. 21. - . gxx““ ¡ÃY' 1-4.
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  23. 23. i “i ÍÍ. L-i* SEMÃNT” ' C. ' »nr (k. 'V 1 ' e" x v. '_ ñ ' * W . ,grs -- .
  24. 24. .. ' ixlllll . .N5^. ' ¡nXV-' m4, . m_ . ía E' W a' ' “ 7 _ V _ í a “»çx_k' '$194 . ÍÍ “ ' e* ~ ~ ~ c. _ . _ §3.“NN _ - - o . , _ . * « e3., _»~>. l“^ i , v * . s _ : .z l °” “li f' ñ *»¡. °°*“”“ " e e : 7 A ~ _n _ A_ . '' *' - - _ e e l - -
  25. 25. Ma¡ e¡ ~ 'F3' x e w ' N-. íb l" EXEMPLOS COEÊÊNCAA SEMANTlCA . ç _N_xxiixll À _t
  26. 26. x* do +ex n . A› i/ Á A coerência es+ilis+ica »g es+a liqada a linquaqem N o Se ele se rasqar +odo J Não acredrla não ' 'leresa
  27. 27. i “i ÇOEKÊNUA -~ _. ' e '*i*~““ ¡ÂV 1-4. 93949 m,
  28. 28. reFere-se que o con+eúdo do +ex+o deve ser adequado ao gênero, que deve es+ar de acordo com o con+eúdo do enunciado.
  29. 29. E91# - " ' - __ v _ ~; _. ' _ »É _ J, *i _ 7 r _, ,_ V* p ¡ 9.7.. ,-. .¡›Í$; A" * ' __j _l r 'N' e* i - ~ ¡'__ . .iixxmu- _g " i ' *' lii. xli~. ““ V* , _ l; . ~*. “ l! - _ o** . 23 , _ , *N-l^* ç _- , , s à V T _ l °” “li ” ñ lx»ix'xxií~tl~*“b d_ . _ * s _Ú w . xx “ - _ _ _c _ ' _r _ x_“~ _ ~ _. _r _q_ . ' 'x' __ __- _ . s › _
  30. 30. ÍÃ v4» ~ c: . WN** ~~*~ti““'' . W f f _ , u›v
  31. 31. ›r E Q conhecer a +erra de lx] verdes palmeiras ao som do Sabia? Es ' com suas e elas e sen+ir j o perl3ume das qardênias? i i. , u. ..
  32. 32. “x, / L i -rnisivuiiiz › Iu-iiwnuiiLJn-ui: w : raw: raiva-m. - m- g. . : mu: 1M '-Ii*I(:1:o.1: : um -' : warm: n: .um : :i5 r_ Â Í . . D515.: ' 1a. ;;197,5° M: i' a . um RS197.; lv m f. :il ÔUÍÍVÚÉ 10x as 155,” 7.4 il A um. ) RS I 55-¡ 'r *lim 1'» il¡ nl» 'l' f f 10x R$153,10 TE! i' '› y ¡YJ 57.5 l 532 DE G3 ñ ÍJ flu' 3h15 . um -. 10x RS 177,” ? MM Iyi ! J V5 I 777 . .i W s ›1' l. 'i' i l' *l l A* x , -_ “an, l. . _ _

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