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Reologia
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Polímeros
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Comportamento Reológico de
Polímeros
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A matéria-prima amolecida (por aquecimento) é expulsa através de
uma matriz instalada na extrusora, produzindo um produto ...
O aquecimento é promovido ao longo do cilindro e no cabeçote,
geralmente por resistências elétricas, vapor ou óleo.
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O material assim amolecido e conformado é
submetido a um resfriamento.
Desta forma, o processo de extrusão pode ser
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A moldagem por injeção consiste essencialmente nas seguintes
etapas:
Amolecimento do
material em um
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Ciclo simplificado da moldagem por injeção:
1 - Dosagem do material plástico granulado no cilindro de
injeção.
2 - Fusão d...
• Utilização de máquinas injetoras de qualidade
• Uso de moldes bem projetados e bem acabados.
• Controle da uniformidade ...
Tipos de prensa de injeção:
Algumas injetoras de pistão são equipadas com um dispositivo de
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Moldagem por Injeção
Processamento termomecânico de plásticos
Moldagem por Injeção
Principais componentes das
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Moldagem por Injeção
Molde de injeção
Um bom desenho do molde é um pré-requisito para a produção de
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Moldagem por Injeção
Variáveis que influenciam o desempenho do molde:
• Número de cavidades do molde;
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Moldagem por Injeção
Peças produzidas por injeção
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Moldagem por Injeção
Máquina injetora
Processamento termomecânico de plásticos
Moldagem por Sopro
• A matéria-prima amolecida
pelo calor é expulsa através de
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Moldagem por Sopro
• moldagem por sopro via injeção (e injeção com estiramento);
• moldagem por sopro via extrusão.
1. Pro...
Moldagem por Sopro
A moldagem por sopro pode ser realizada de 2 formas:
• moldagem por sopro via injeção (e injeção com es...
Moldagem por Sopro
• Pré-forma desce;
• Molde fecha;
• Sopra-se ar por baixo;
• Resfria-se a peça em contato com a parede ...
Moldagem por Sopro
A diferença entre os processos de moldagem por sopro: via
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Moldagem por Sopro
Variáveis de influência no processo de injeção
1. Temperatura da massa: deve ser mantida num mínimo par...
Moldagem por Sopro
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Rotomoldagem
Neste processo a matéria-prima fluída e sob rotação modela os
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Rotomoldagem
Processamento termomecânico de plásticos
Fundição
É um processo para baixa produção, quase sempre utilizado para
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Fundição
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Fundição
É um processo para baixa produção, quase sempre utilizado para
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Termoformagem
Moldagem de produtos a partir do aquecimento de uma chapa de
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Termoformagem
Moldagem por compressão
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Termoformagem
Moldagem por transferência
Processamento termomecânico de plásticos
Calandragem
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Calandragem
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Concepção de peças de plásticos
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Especialista em materiais
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Especialista em
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Reciclagem de plásticos
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Reciclagem de plásticos
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Reciclagem Mecânica
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Reciclagem Mecânica
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Reciclagem de plásticos
Reciclagem Mecânica
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Reciclagem Mecânica
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Reciclagem Mecânica
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Reciclagem de plásticos
Reciclagem Mecânica
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Reciclagem de plásticos
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AGLUTINAÇÃO
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Reciclagem Mecânica
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Reciclagem Energética
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Reciclagem de plásticos
Reciclagem Energética
• A energia contida em 1 kg de plásticos é equivalente à contida
em 1 kg de ...
Via
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Reciclagem Energética
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O plástico e a geração de energia:
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  1. 1. Resistência dos Materiais IIResistência dos Materiais II Processamento termo-mecânicoProcessamento termo-mecânico de plásticosde plásticos Aspecto da reciclagem deAspecto da reciclagem de plásticosplásticos 07/15/13 18:30
  2. 2. Processamento termomecânico de plásticos Petróleo: formado por muitos compostos que possuem temperaturas de ebulição diferentes, sendo assim possível separá-los através de um processo conhecido como destilação ou craqueamento. Matéria-prima dos plásticos PETRÓLEO= Fração Nafta resultante do craqueamento do petróleo Indústrias Petroquímicas Processamento químico Ex: etileno
  3. 3. O processamento de termoplásticos, normalmente passa por etapas que envolvem: o aquecimento do material; seguido de conformação mecânica. Vários métodos são usados na produção de peças plásticas como: extrusão; moldagem por injeção; moldagem por sopro; Calandragem; rotomoldagem, entre outros. MÉTODOS Processamento termomecânico de plásticos
  4. 4. Reologia O termo reologia foi inventado por Bingham para definir o “estudo do escoamento ou deformação da matéria”. O conhecimento de reologia é essencial nos dias de hoje nos mais variados campos envolvendo profissionais atuantes em indústrias de tintas, detergentes, óleos, plásticos, etc, REOLOGIA Predizer a força necessária para causar uma dada deformação ou escoamento em um corpo. Objetivo Processamento termomecânico de plásticos
  5. 5. Comportamento Reológico de Polímeros A reologia tem uma fundamental importância na área de polímeros, pois está intimamente ligada a propriedades de escoamento dos polímeros em processos termomecânicos de transformação por: Injeção; Extrusão; Compressão; Sopro, etc. Processamento termomecânico de plásticos
  6. 6. Comportamento Reológico de Polímeros A reologia na área de polímeros nos permite: 1. Entender o comportamento geral, e dar explicações fenomenológicas durante o escoamento do material; 2. Obter informações sobre fatores que influenciam o processamento de polímeros (temperatura, pressão, etc); 3. Prever propriedades através de cálculos práticos; 4. Entender e corrigir erros de processamento; 5. Selecionar melhor o polímero ou composto para uma dada aplicação. 6. Obter a relação quantitativa entre o produto final e a energia consumida Processamento termomecânico de plásticos
  7. 7. Uma extrusora consiste essencialmente de um cilindro em cujo interior gira um parafuso (rosca sem-fim), que promove o transporte do material plástico. Moldagem por Extrusão Processamento termomecânico de plásticos
  8. 8. A matéria-prima amolecida (por aquecimento) é expulsa através de uma matriz instalada na extrusora, produzindo um produto que conserva a sua forma ao longo de sua extensão. Moldagem por Extrusão Processamento termomecânico de plásticos
  9. 9. O aquecimento é promovido ao longo do cilindro e no cabeçote, geralmente por resistências elétricas, vapor ou óleo. Moldagem por Extrusão Processamento termomecânico de plásticos
  10. 10. O material assim amolecido e conformado é submetido a um resfriamento. Desta forma, o processo de extrusão pode ser utilizado para obtenção: • produtos flexíveis, como embalagens, sacolas, bobinas também conhecidas como filme. • produtos rígidos ou semi-rígidos, perfis, mangueiras, chapas, tubos de PVC ou PE, etc Moldagem por Extrusão Processamento termomecânico de plásticos
  11. 11. A moldagem por injeção consiste essencialmente nas seguintes etapas: Amolecimento do material em um cilindro aquecido Injeção em alta pressão para o interior de um molde frio Endurecimento, tomando a sua forma final Expulsão do material do molde por meio de: pinos ejetores, ar comprimido, prato de arranque, etc. Moldagem por Injeção Processamento termomecânico de plásticos
  12. 12. Ciclo simplificado da moldagem por injeção: 1 - Dosagem do material plástico granulado no cilindro de injeção. 2 - Fusão do material até a consistência de injeção. 3 - Injeção do material plástico fundido no molde fechado. 4 - Resfriamento do material plástico até a solidificação. 5 - Extração do produto com o molde aberto. Moldagem por Injeção Processamento termomecânico de plásticos
  13. 13. • Utilização de máquinas injetoras de qualidade • Uso de moldes bem projetados e bem acabados. • Controle da uniformidade e constância da temperatura e da pressão de injeção (evitando contrações, bolhas, rechupes). • Enchimento rápido e racional das cavidades do molde. • Resfriamento cuidadoso da massa plástica das cavidades do molde, afim de evitar-se produtos distorcidos ou com tensões internas. Moldagem por Injeção Processamento termomecânico de plásticos A qualidade dos produtos de injeção dependerá:
  14. 14. Tipos de prensa de injeção: Algumas injetoras de pistão são equipadas com um dispositivo de dosagem que permite fornecer ao cilindro a quantidade exata de material para encher o molde. O cilindro injetor pode ser: de pistão; ou de rosca. Algumas máquinas podem possuir um cilindro de pré- aquecimento, que proporciona maior rapidez de injeção. Moldagem por Injeção Processamento termomecânico de plásticos
  15. 15. Moldagem por Injeção Processamento termomecânico de plásticos
  16. 16. Moldagem por Injeção Principais componentes das máquinas injetoras são: • A unidade injetora que compreende: o dispositivo de alimentação e dosagem, plastificação e injeção. • A unidade de fechamento incumbida de abrir e fechar o molde. • O cilindro de injeção deverá apresentar zonas de aquecimento cuidadosamente termorreguladas. • O torpedo dos cilindros injetores de pistão serve para homogeneizar a massa fundida. Processamento termomecânico de plásticos
  17. 17. Moldagem por Injeção Molde de injeção Um bom desenho do molde é um pré-requisito para a produção de artigos moldados de boa qualidade. Máquina injetora de qualidade + molde mal projetado produto de má qualidade = Processamento termomecânico de plásticos
  18. 18. Moldagem por Injeção Variáveis que influenciam o desempenho do molde: • Número de cavidades do molde; • Ciclo de moldagem; • Força de fechamento do molde; • Abertura do molde; • Alimentação; • Resfriamento; • Aquecimento do material; • Contração do plástico. Peças produzidas por injeção Processamento termomecânico de plásticos
  19. 19. Moldagem por Injeção Peças produzidas por injeção Processamento termomecânico de plásticos
  20. 20. Moldagem por Injeção Máquina injetora Processamento termomecânico de plásticos
  21. 21. Moldagem por Sopro • A matéria-prima amolecida pelo calor é expulsa através de uma matriz e ou fieira, formando uma mangueira (oca); • O molde fecha-se sobre esta mangueira, e é introduzido uma agulha por onde o ar é soprado; • O ar comprimido força o material a ocupar as paredes do molde, sendo moldada então a peça, e após resfriamento extraída. Sopro Processamento termomecânico de plásticos
  22. 22. Moldagem por Sopro • moldagem por sopro via injeção (e injeção com estiramento); • moldagem por sopro via extrusão. 1. Produção de uma peça injetada via moldagem por injeção. 2. Fechamento do molde sobre a peça oca. 3. Introdução de ar comprimido para expandir a peça oca até a forma final. 4. Resfriamento e extração da peça soprada. Via injeção - etapas Processamento termomecânico de plásticos A moldagem por sopro pode ser realizada de 2 formas:
  23. 23. Moldagem por Sopro A moldagem por sopro pode ser realizada de 2 formas: • moldagem por sopro via injeção (e injeção com estiramento); • moldagem por sopro via extrusão. Este processo é muito utilizado para produção de frascos e garrafas, usados em refrigerantes, água mineral, etc. Possui alto índice de transparência e bom desempenho no envase de gaseificados. Processamento termomecânico de plásticos
  24. 24. Moldagem por Sopro • Pré-forma desce; • Molde fecha; • Sopra-se ar por baixo; • Resfria-se a peça em contato com a parede fria do molde; • Abre-se o molde. Via extrusão - etapas Processamento termomecânico de plásticos
  25. 25. Moldagem por Sopro A diferença entre os processos de moldagem por sopro: via injeção para o via extrusão está relacionada com a maneira de se produzir a pré-forma (parison). Processo Vantagens Desvantagens Moldagem por sopro via injeção  Moldados sem rebarba.  Bom controle de espessura do gargalo e da parede.  Mais fácil de produzir objetos não-simétricos.  Não há necessidade de acabamento.  Processo lento.  Mais restrito em relação à escolha dos moldados.  São necessários dois moldes para cada objeto. Moldagem por sopro via extrusão Deforma lentamente.  Altas velocidades de produção.  Maior versatilidade com respeito à produção.  Moldados com Rebarba  Mais difícil de controlar a espessura da parede.  Necessária a operação de corte. Processamento termomecânico de plásticos
  26. 26. Moldagem por Sopro Variáveis de influência no processo de injeção 1. Temperatura da massa: deve ser mantida num mínimo para reduzir o tempo de resfriamento. Cuidados: • Temperatura muito reduzida evitará a plastificação completa e dará margem ao aparecimento de tensões residuais no material, assim como defeitos superficiais. • Temperatura muito elevada aumenta o tempo de ciclo e pode dar lugar ao afinamento do pré-moldado. Processamento termomecânico de plásticos
  27. 27. Moldagem por Sopro Variáveis de influência no processo de injeção 2. Temperatura do molde: deve ser baixa, devido à importância de esfriar rapidamente o molde. 3. Velocidade de fechamento do molde: uma velocidade demasiadamente elevada pode causar perdas do conteúdo do molde, normalmente usa-se sistemas de retardamento de fecho do molde. 4. Pressão de ar: Para um bom trabalho de moldagem, necessita- se, na prática, de pressões de 5 a 7 Kg/cm2 . Processamento termomecânico de plásticos
  28. 28. Rotomoldagem Neste processo a matéria-prima fluída e sob rotação modela os produtos. Este processo é muito utilizado nas resinas elastoméricas (emborrachado) para produzir: Processamento termomecânico de plásticos • cabeças de bonecas; • peças ocas; • câmaras de bola; • grandes containeres; • peças rígidas de alta complexidade na extração do molde.
  29. 29. Rotomoldagem Processamento termomecânico de plásticos
  30. 30. Fundição É um processo para baixa produção, quase sempre utilizado para produção de protótipos. Fundição Processamento termomecânico de plásticos Na fundição podem ser utilizadas tanto resinas termoplásticas como termorrígidas não é empregado aquecimento ou pressão. Consiste em despejar a resina líquida adicionada a outras substâncias enrijecedoras dentro de um molde. Este método é usado para a produção: de brindes; Pequenos adornos, etc
  31. 31. Fundição É um processo para baixa produção, quase sempre utilizado para produção de protótipos. Processamento termomecânico de plásticos Na fundição podem ser utilizadas tanto resinas termoplásticas como termorrígidas não é empregado aquecimento ou pressão. Consiste em despejar a resina líquida adicionada a outras substâncias enrijecedoras dentro de um molde. Este método é usado para a produção: de brindes; Pequenos adornos, etc Encapsulamento
  32. 32. Termoformagem Moldagem de produtos a partir do aquecimento de uma chapa de resina termoplástica, que é introduzida no molde fixado em uma prensa, a qual acionada molda o produto. Este processo é utilizado na maioria dos produtos de vasilhames descartáveis, como copos, pratos, etc... Processamento termomecânico de plásticos
  33. 33. Termoformagem Moldagem por compressão Types of compression molding, a process similar to forging: (a) positive, (b) semipositive, and (c) flash. The flash in part (c) has to be trimmed off. Processamento termomecânico de plásticos
  34. 34. Termoformagem Moldagem por transferência Processamento termomecânico de plásticos
  35. 35. Calandragem Processo onde são agregados outros materiais não plásticos como tecidos, metais, isolantes, etc para produção de: • toalhas de mesa; • mancais; • embalagens de várias camadas com papel, metal e outros. Schematic illustration of calendering. Sheets produced by this process are subsequently used in thermoforming. Processamento termomecânico de plásticos
  36. 36. Calandragem Materiais reforçados para serem posteriormente termoformados, dando origem a peças de grande resistência. Reinforced-plastic components for a Honda motorcycle. The parts shown are front and rear forks, a rear swingarm, a wheel, and brake disks. Processamento termomecânico de plásticos
  37. 37. Concepção de peças de plásticos Para que essa substituição seja bem sucedida é necessário que a concepção dos produtos se faça com critério e experiência. Há múltiplos aspectos envolvidos, que não podem, via de regra, ser satisfatoriamente equacionados e resolvidos por uma única pessoa. Peças de Plástico Substituição de materiais tradicionais como: metais, cerâmicas e madeiras. Processamento termomecânico de plásticos
  38. 38. Concepção de peças de plásticos Existem 3 elementos fundamentais que deverão participar do processo de concepção e materialização do projeto: 1. O projetista do produto; 2. O especialista de manufatura em plásticos; 3. O especialista em materiais. Em geral: estão vinculados a organizações diferentes Em geral: estão vinculados a organizações diferentes Processamento termomecânico de plásticos
  39. 39. Concepção de peças de plásticos O projetista do produto Ao projetista do produto competem as decisões que dizem respeito ao projeto do produto, englobando aspectos como forma, função e dimensões. Ele deverá conhecer as condições de uso desse produto: • Os esforços a que estará sujeito; • O ambiente em que irá atuar (agentes químicos que o atacarão, o nível de exposição à radiação); • Selecionar o material de que o mesmo será feito; • Fornecer desenhos detalhados, adequados ao processo de moldagem escolhido. Processamento termomecânico de plásticos
  40. 40. Concepção de peças de plásticos Especialista em materiais Ao especialista em materiais compete fornecer informações sobre o material selecionado. Este especialista pode ainda oferecer alternativas mais vantajosas, tanto do ponto de vista do desempenho em serviço, quanto de aspectos de moldagem. Processamento termomecânico de plásticos
  41. 41. Concepção de peças de plásticos Especialista em manufatura de plásticos Deverá ter um conhecimento amplo dos processos de moldagem e de problemas de ferramentaria. Orientar projetista do produto sobre aspectos técnicos da moldagem como: •Viabilizar a moldagem de formas geométricas complexas; • Verificar os reflexos de uma concepção arrojada sobre o custo dos processos de moldagem; • Verificar os trabalhos de ferramentaria, especialmente sobre a vida e a manutenibilidade das ferramentas. Processamento termomecânico de plásticos
  42. 42. Concepção de peças de plásticos Especialista em manufatura de plásticos Especialista em manufatura de plásticos Sua participação numa etapa preliminar do processo permite substâncias reduções no custo dos moldes e do processo de moldagem. Conciliação dos requisitos do projeto com a minimização dos custos de produção. Orientação ao projetista Processamento termomecânico de plásticos
  43. 43. Concepção de peças de plásticos • Acabamento superficial; • Localização das linhas divisórias dos moldes; • Extração das peças; • Localização do ponto de injeção. • Acabamento superficial; • Localização das linhas divisórias dos moldes; • Extração das peças; • Localização do ponto de injeção. Projetista preocupado com a estética da peça Especialista em manufatura preocupado com a viabilidade da execução Processamento termomecânico de plásticos
  44. 44. Concepção de peças de plásticos • Dimensionamento dos canais de alimentação e de distribuição; • As dimensões e a forma do ponto de injeção; • A contração a ser esperada. • Dimensionamento dos canais de alimentação e de distribuição; • As dimensões e a forma do ponto de injeção; • A contração a ser esperada. Especialista em materiais Processamento termomecânico de plásticos
  45. 45. Confecção dos moldes Os moldes, operando a quente sob condições de alta pressão, devem ser executados em material adequado. Aços especiais e ligas de níquel-cromo Componentes que terão contato direto com o plástico aquecido. Aço carbono Componentes que não serão solicitados termicamente Alto custo de usinagem • Formas complexas; • Acabamento superficial elevado (polimento). Processamento termomecânico de plásticos
  46. 46. Reciclagem de plásticos Reciclagem de plásticos A reciclagem de produtos plásticos pode ser entendida como sendo a implementação de processos e técnicas para otimizar a utilização de energia, matéria-prima e produtos. A reciclagem sempre deve estar amparada em: • conceitos econômicos; • sociais; • sanitários; • de impacto ambiental adequado.
  47. 47. Reciclagem de plásticos Reciclagem de plásticos A reciclagem de materiais descartados compreende basicamente as seguintes etapas: • Coleta e Separação Triagem por tipos de materiais (papel, metal, plásticos, madeiras, etc.) • Revalorização Etapa intermediária que prepara os materiais separados para serem transformados em novos produtos. • Transformação Processamento dos materiais para geração de novos produtos a partir dos materiais revalorizados.
  48. 48. Reciclagem de plásticos Reciclagem de plásticos Para garantir a sustentação econômica da reciclagem, deve-se levar em consideração: • custo da separação, coleta, transporte e armazenamento de resíduos; • quantidade de material disponível e condições de limpeza; • proximidade da fonte geradora ao local onde o material será reciclado; • custo do processamento do produto; • características e aplicações do produto resultante; • demanda do mercado para o material reciclado.
  49. 49. Reciclagem de plásticos Reciclagem de plásticos A reciclagem é processada de três maneiras: • Reciclagem química • Reciclagem Mecânica; • Reciclagem Energética.
  50. 50. Reciclagem de plásticos Reciclagem Química A reciclagem química re-processa plásticos transformando-os em produtos petroquímicos básicos: • monômeros ou misturas de hidrocarbonetos que servem como matéria-prima, em refinarias ou centrais petroquímicas, para a obtenção de outros produtos.
  51. 51. Reciclagem de plásticos Reciclagem Química Recuperação dos componentes químicos individuais para serem reutilizados como produtos químicos ou para a produção de novos plásticos. Existem vários processos de reciclagem química, entre eles: Objetivo da reciclagem química
  52. 52. Reciclagem de plásticos Reciclagem Química HIDROGENAÇÃO: as cadeias são quebradas mediante o tratamento com hidrogênio e calor, gerando produtos capazes de serem processados em refinarias. GASEIFICAÇÃO: os plásticos são aquecidos com ar ou oxigênio, gerando-se gás de síntese contendo monóxido de carbono e hidrogênio. QUIMÓLISE: consiste na quebra parcial ou total dos plásticos em monômeros na presença de glicol/metanol e água. PIRÓLISE: é a quebra das moléculas pela ação do calor na ausência de oxigênio. Este processo gera frações de hidrocarbonetos capazes de serem processados em refinarias.
  53. 53. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica A reciclagem mecânica consiste na conversão dos descartes plásticos pós-industriais ou pós-consumo em grânulos, que podem ser reutilizados na produção de outros produtos. Produtos • sacos de lixo, solados, pisos, mangueiras; • componentes de automóveis, fibras; • embalagens não-alimentícias e muitos outros. Brasil 15% dos resíduos plásticos são reciclados mecanicamente.
  54. 54. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica Etapas básicas da reciclagem mecânica: • Sistema de coleta dos descartes (coleta seletiva, triagem dos diferentes tipos de plásticos; • Limpeza para retirada de sujeiras e restos de conteúdos; • Revalorização (produção do plástico granulado).
  55. 55. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica Resíduos Plásticos Separação Moagem Lavagem Secagem Aglutinação Extrusão Granulação Produto finalColeta Materiais Contaminantes
  56. 56. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica • aspecto visual (cor, brilho, barulho); • ensaios de chama; • densidade; • simbologia; • tipo de embalagem. Separação e Triagem por tipo de Plástico
  57. 57. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica SELEÇÃO MANUAL
  58. 58. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica SEPARAÇÃO MANUAL ASSISTIDA
  59. 59. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica SEPARAÇÃO DENSITÁRIA
  60. 60. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica • materiais termorrígidos; • aço, alumínio, vidro, papel, tintas, vernizes, resíduo de alimentos ou sujidades; Materiais Contaminantes: Diminuem o valor relativo da reciclabilidade Diminuem o valor relativo da reciclabilidade
  61. 61. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica Moagem Etapa em que o material é moído em partes menores de modo a facilitar posteriormente o seu re-processamento. Moinho de facas
  62. 62. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica MOINHO DE FACAS
  63. 63. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica LAVADORES E SECADORES
  64. 64. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica AGLUTINAÇÃO
  65. 65. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica AGLUTINAÇÃO
  66. 66. Reciclagem de plásticos Reciclagem Mecânica EXTRUSÃO
  67. 67. Reciclagem de plásticos Reciclagem Energética • É a recuperação da energia contida nos plásticos através de processos térmicos. • É importante distinguir a reciclagem energética da incineração. Reciclagem Energética ≠ Incineração Reaproveitamento dos resíduos plásticos como combustível na geração de energia elétrica. Não reaproveita a energia dos materiais.
  68. 68. Reciclagem de plásticos Reciclagem Energética • A energia contida em 1 kg de plásticos é equivalente à contida em 1 kg de óleo combustível. • Cerca de 15% da reciclagem de plásticos na Europa Ocidental é realizada via reciclagem energética.
  69. 69. Via Reciclagem de plásticos Reciclagem Energética Usina de Saint-Queen (França) 15400 MW/ano 70000 pessoas Reciclagem energética gera
  70. 70. Reciclagem de plásticos Reciclagem Energética O plástico e a geração de energia: • Quebra das cadeias mediante o tratamento com hidrogênio e calor, gera produtos capazes de serem processados em refinarias. • O calor pode ser recuperado em caldeira, utilizando o vapor para geração de energia elétrica e/ou aquecimento; • Bons resultados da co-combustão de resíduos de plásticos com carvão, turfa e madeira. • A reciclagem energética de plástico reduz o uso de combustíveis (economia de recursos naturais).
  71. 71. Reciclagem de plásticos Simbologia ABNT
  72. 72. Reciclagem de plásticos Plásticos Biodegradáveis Pesquisados desde a década de 30 Plásticos Biodegradáveis Características Podem ser destruídos por microrganismos do próprio meio, transformando-se em gás carbônico e água. Brasil (PHB) Sacarose da cana de açúcar Produção, ainda pequena, é voltada para o mercado externo de embalagens, vasos e materiais descartáveis.
  73. 73. Reciclagem de plásticos Plásticos Biodegradáveis Pesquisados desde a década de 30 Plásticos Biodegradáveis Características Podem ser destruídos por microrganismos do próprio meio, transformando-se em gás carbônico e água. Brasil (PHB) Sacarose da cana de açúcar • Ainda não é viável do ponto de vista econômico. • Por ser biodegradável, não consegue substituir os plásticos derivados de petróleo - mais duráveis e seguros -, em embalagens de remédios, alimentos, bebidas, etc.

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