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Como mensurar o
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ENTENDER AS NARRATIVAS ONLINE COMO
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BELEZA, EMPODERAMENTO, AUTOESTIMA E
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• Foco em uso ...
MAPEAMENTO DE
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CONTEÚDO EM PÁGINAS NEGRAS:
CONTRA-RACISMO, PIONEIRISMO, RESGATE
DA HISTÓRIA, AUTO-ESTIMA
APLICAÇÕES DO MONITORAMENTO E MÉTODOS DIGITAIS
LUTA CONTRA RACISMO
• Medição da opinião pública
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Como mensurar o discurso de odio e o racismo online

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Contribuição ao debate "Como mensurar o discurso de ódio e o racismo online" na conferência "Racismo e Discurso de Ódio na Internet", promovidapelo Berkman Center da Universidade Harvard em parceria com a plataforma Vojo Brasil.

A mesa contou com a participação de Tarcízio Silva (Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados), Renato Meirelles (DataPopular) e Fábio Senne (Cetic.br).

Publicada em: Internet

Como mensurar o discurso de odio e o racismo online

  1. 1. MESA DE DISCUSSÃO Como mensurar o discurso de ódio e o racismo online? Mensuração e métodos digitais contra a desinformação TARCÍZIO SILVA
  2. 2. INSTITUTO BRASILEIRO DE PESQUISA E ANÁLISE DE DADOS Análise de Dados Comunicação Digital Política e Relações Governamentais Pesquisa e Opinião Pública O Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados é um centro de formação de analistas e pesquisadores nas áreas de Pesquisa e Opinião Pública, Política e Relações Governamentais e Comunicação Digital. O foco do Instituto é no ensino de técnicas e metodologias de análise de dados com sólida formação científica para atuação no mercado. WWW.IBPAD.COM.BR
  3. 3. “Acho melhor substituir este consumidor- exemplo no relatório por alguém mais bonito, que seja mais a cara da marca”. Diretor de Agência de Comunicação em Mídias Sociais, ao receber relatório descrevendo seus consumidores mais engajados online
  4. 4. CENSO, ESTADO E REDISTRIBUIÇÃO DE OLHARES patadata.org/maparacial Onde estamos digitalmente? Quais são as práticas? Visibilidade e representatividade podem ser medidas?
  5. 5. CENSO, ESTADO E REDISTRIBUIÇÃO DE OLHARES “Não Deixe Sua Cor Passar em Branco” A contagem e medição sempre foi – e continua sendo – polêmica. Tanto alguns países Africanos como países europeus com grande população negra não incluem questões sobre raça em censos. Mobilizações de movimentos negros como o brasileiro alertam para a importância da auto-declaração como essencial para influenciar políticas públicas. Países com questões ligadas a raça/etnia em censos nos últimos 25 anos.
  6. 6. PRECONCEITO X FATOS O ódio ignora fatos que o contradigam: caixa de comentários e mídias sociais documentam declarações que ignoram tendências, fatos e acontecimentos objetivos. O racismo ou ódio de classe são motivadores da ignorância voluntária.
  7. 7. MENSURAÇÃO: DISCURSOS, FORMAÇÃO E MÍDIAS DIGITAIS Evolução socioeconômica e educacional promove mais discursos, falas e inserção em espaços de poder tradicional.
  8. 8. MENSURAÇÃO: DISCURSOS, FORMAÇÃO E MÍDIAS DIGITAIS Por uma publicidade feita em 2015 e com cara de 2015 http://bit.ly/1T3osZl
  9. 9. COMO USAR MÉTODOS DIGITAIS – ACADÊMICOS E MERCADOLÓGICOS – PARA ENTENDER AS NARRATIVAS ONLINE COMO PROTAGONISMO NEGRO?
  10. 10. TRANSIÇÃO CAPILAR COMO AUTO-RECONHECIMENTO E ATIVISMO ESTÉTICO “Para a mulher negra, a transição capilar é um divisor de águas entre sua imagem construída por padrões sociais e quem ela realmente é” – Silvia Nascimento (Mapeamento sobre Transição Capilar realizado junto a Nadja Santos / Zero.54)
  11. 11. DISCURSO E CONCEITOS (Mapeamento sobre Transição Capilar realizado junto a Nadja Santos / Zero.54)
  12. 12. TRANSFORMAÇÃO DE CONCEITOS E LÉXICO Andrew Walker Hair Typing System https://www.youtube.com/watch?v=IQZfDnx-DlA https://www.youtube.com/watch?v=6AwxB31T02Y https://www.youtube.com/watch?v=XBniRQw8A4o A classificação de tipos de cabelos desenvolvida por Andrew Walker gerou mais debate sobre o tema, foi criticada e aperfeiçoada ao longo dos anos. Hoje pode ser vista como ponto comum entre vloggers e blogueiras negras que falam de beleza. A tipologia é uma ferramenta para afunilamento do discurso sobre si e criação de conexões com audiência e comunidades.
  13. 13. BELEZA E REPRESENTATIVIDADE: INTERNET COMO FONTE DE NARRATIVAS, DEPOIMENTOS E APOIO
  14. 14. BELEZA E REPRESENTATIVIDADE: INTERNET COMO FONTE DE NARRATIVAS, DEPOIMENTOS E APOIO “...aos 09 pedi pra minha mãe passar relaxante no cabelo pra ficar parecida com a menina da caixa..." @talysantos_ ”...hoje a aceitação e a sensação de sentir-se bonita com o cabelo que é meu e suprindo as expectativas que tenho comigo mesma e não dos outros, me dá uma sensação de liberdade...” @ocrespodacrespa “Passar pela transição capilar não é só abandonar chapinhas e progressivas é aceitar sua identidade...” @brunaboe “[...] Um dos motivos mais fortes que eu tive pra deixá-lo natural foi a minha enorme vontade de ter filhos. Eu posso ter uma menina e quero que ela tenha espelho, referência e apoio que eu não tive pra lidar com as piadas que vão acontecer e vão doer.[...] “
  15. 15. BELEZA, EMPODERAMENTO, AUTOESTIMA E REPRESENTATIVIDADE
  16. 16. TRANSIÇÃO CAPILAR: FENÔMENO EMERGENTE E RECOMBINANTE • Apoio mútuo em comunidades de blogueiras e youtubers • Foco em uso de produtos naturais: lacuna e resistência • Processos caseiros com aprendizado online • Compreensão das particularidades do processo • Poder transformativo da identidade negra como ponto comum • Léxico e termos próprios • Referências aspiracionais particulares
  17. 17. MAPEAMENTO DE REDE E GERAÇÃO DE CONHECIMENTO
  18. 18. MAPEAMENTO DAS REDES DE ATIVISMO, BELEZA E CONSUMO NEGROS NAS MÍDIAS SOCIAIS Mapear referências Encontrar projetos isolados
  19. 19. MAPEAMENTO DAS REDES DE ATIVISMO, BELEZA E CONSUMO NEGROS NAS MÍDIAS SOCIAIS ENCONTRAR GRUPOS
  20. 20. MAPEAMENTO DAS REDES DE ATIVISMO, BELEZA E CONSUMO NEGROS NAS MÍDIAS SOCIAIS MAPEAR REFERÊNCIAS • O que podemos aprender com os canais de maior influência que lutam contra o racismo nas mídias sociais? • Suas particularidades, como a relevância do feminismo negro, indicam tendências de mobilização? • Como transformar os data by-products do engajamento de ativistas, empreendedores e artistas negros de forma recursiva para alimentar suas comunicações?
  21. 21. CONTEÚDO EM PÁGINAS NEGRAS: CONTRA-RACISMO, PIONEIRISMO, RESGATE DA HISTÓRIA, AUTO-ESTIMA
  22. 22. APLICAÇÕES DO MONITORAMENTO E MÉTODOS DIGITAIS LUTA CONTRA RACISMO • Medição da opinião pública sobre casos de racismo • Responsabilização de racismo e crimes de ódio • Identificação de gatilhos como acontecimentos e fenômenos sociais • Análise de vulnerabilidades relacionada a gênero CONTRA-NARRATIVAS E AUTOCONHECIMENTO • Mapeamento para fortalecer comunidades • Evidências para influenciar políticas públicas • Indicadores para empoderar profissionais dentro das empresas • Exploração do self e identidades +
  23. 23. GRUPO DE PESQUISA O grupo de pesquisa “Estética Afro- Brasileira nas Mídias Sociais: Consumo, Beleza e Política” busca articular pesquisadores, profissionais e interessados nas manifestações de posicionamento, resistência e expressão de particularidades sociais da população afro-brasileira quanto a beleza e consumo nas mídias sociais. www.ibpad.com.br/estetica-afro-brasileira-nas- midias-sociais
  24. 24. OBRIGADO!

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