RINOTRAQUEITE
VIRAL FELINA
Professor: Danillo Murta
Acadêmicas:
Claudia Aparecida Rocha
Priscila Caldas
Rayana Ribeiro
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INTRODUÇÃO
A infecção pelo Herpesvírus FHV-1
Comum entre felinos
Filhotes
Extremamente contagiosa,
Sinais clínicos re...
INTRODUÇÃO
 Trato respiratório superior de felinos,
 Responsável por 40 - 45% das infecções
respiratórias felinas.
 Esp...
Patogenia
 Alem das secreções nasais e lacrimais,
pode ocorrer transmissão pela saliva,
 O agente penetra por via nasal,...
Patogenia
 Proliferação no saco conjuntival, faringe,
traquéia, brônquio e bronquíolos.
 Lesões são caracterizadas por n...
Patogenia
 Os vírus se replicam tanto nas células
epiteliais da conjuntiva e do trato
respiratório superior como também e...
Patogenia
 Quase todos os gatos que
experimentaram uma infecção primária se
tornarão portadores assintomáticos para o
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Transmissão
Adquirem o vírus na maioria das vezes na
infância;
 A principal forma de transmissão direta é por
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Transmissão
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A reativação da eliminação
do vírus
Segundo apontamentos de Ellis (1981).
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Sintomas
 Espirros,
 Secreção nasal (catarro), descarga serosa nasocular (por
vezes sero-sanguinolenta)
 Dificuldade de respirar...
Sintomas menos freqüentes
 Sialorréia e tosse.
 Infecções bacterianas secundárias
 Dermatites perioculares
 Nas infecç...
 Patognomonicamente são observados
corpúsculos de inclusão intranucleares
típicos nas mucosas do aparelho
respiratório de...
Recentemente . . .
 Fortes evidências experimentais sugerem
ceratite estromal associada com edema
de córnea, infiltrados ...
Diagnóstico
 A técnica de PCR é atualmente o método mais específico e
sensível utilizada para detectar tanto em gatos inf...
Tratamento
 Paliativo; o veterinário prescreverá medicamentos de acordo com
os sintomas.
 colírios para evitar/tratar úl...
Prevenção
 As vacinas disponíveis apresentam efeitos satisfatórios no controle da
doença, evitando o aparecimento dos sin...
Protocolo vacinal
 A vacinação deverá ter início a partir dos 45 dias de vida do animal.
• 1º Mês:
- Primeira Quádrupla F...
CONCLUSÃO
 A Rinotraqueíte infecciosa felina é uma enfermidade respiratória
altamente contagiosa que tem grande importânc...
REFERÊNCIAS
 BISSO, Amanda.BULLING, Ciléia. NICOLODI, Paula. Rinotraqueíte
Infeciciosa Felina- Revisão. 4p.2011.
 CASTRO...
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  1. 1. RINOTRAQUEITE VIRAL FELINA Professor: Danillo Murta Acadêmicas: Claudia Aparecida Rocha Priscila Caldas Rayana Ribeiro Tamiris Ferreira
  2. 2. INTRODUÇÃO A infecção pelo Herpesvírus FHV-1 Comum entre felinos Filhotes Extremamente contagiosa, Sinais clínicos respiratórios e oculares severos (LAPPIN et al, 2002). Doença de distribuição mundial.
  3. 3. INTRODUÇÃO  Trato respiratório superior de felinos,  Responsável por 40 - 45% das infecções respiratórias felinas.  Espécie doméstica quanto as selvagens.  O vírus é transmitido por contato direto  Período de incubação geralmente é curto.  O quadro pode persistir por até três semanas
  4. 4. Patogenia  Alem das secreções nasais e lacrimais, pode ocorrer transmissão pela saliva,  O agente penetra por via nasal, oral ou conjuntival, causando infecção primária do epitélio nasal
  5. 5. Patogenia  Proliferação no saco conjuntival, faringe, traquéia, brônquio e bronquíolos.  Lesões são caracterizadas por necrose multifocal do epitélio, com infiltração neutrofílica e inflamação (BINNS et al, 2000).
  6. 6. Patogenia  Os vírus se replicam tanto nas células epiteliais da conjuntiva e do trato respiratório superior como também em neurônios.  A infecção neural permite ao vírus estabelecer longo estado de latência após a infecção primária (GASKELL et al., 2007).
  7. 7. Patogenia  Quase todos os gatos que experimentaram uma infecção primária se tornarão portadores assintomáticos para o resto da vida;  A reativação do quadro de eliminação:
  8. 8. Transmissão Adquirem o vírus na maioria das vezes na infância;  A principal forma de transmissão direta é por contato com as secreções dos olhos ou nasais, espirros; Transmissão da mãe para os fetos; sendo comum ocorrer aborto nas gestantes doentes;
  9. 9. Transmissão  Uma vez adquirida a doença, 80% dos gatos tornam-se portadores do vírus para o resto da vida, mesmo que nunca mais apresente qualquer tipo de sintoma.  O vírus pode voltar a se replicar nesses animais em situações de estresse, que pode ser desde uma simples viagem até uma doença debilitante.
  10. 10. A reativação da eliminação do vírus Segundo apontamentos de Ellis (1981). Reativação do Virus Glicocorticoides Lactação Mudanca Ambiente e/ou proprietario
  11. 11. Sintomas
  12. 12.  Espirros,  Secreção nasal (catarro), descarga serosa nasocular (por vezes sero-sanguinolenta)  Dificuldade de respirar,  Febre  Desidratação.  Olhos fechados e com secreção purulenta.  Úlcera de córnea costuma ocorrer com frequência.  Depressão,  Hiperemia conjuntival  Pneumonia primária e estado de viremia, que por sua vez produzirão sinais generalizados e, eventualmente, morte (BINNS et al, 2000).
  13. 13. Sintomas menos freqüentes  Sialorréia e tosse.  Infecções bacterianas secundárias  Dermatites perioculares  Nas infecções crônicas, ou seja, nos casos de estresse e reativação da replicação do vírus, os sintomas costumam ser mais brandos, com espirros esporádicos e secreção nos olhos e nariz.
  14. 14.  Patognomonicamente são observados corpúsculos de inclusão intranucleares típicos nas mucosas do aparelho respiratório devido às lesões macroscópicas.Porém sua presença dura pouco tempo (BEER, 1999).
  15. 15. Recentemente . . .  Fortes evidências experimentais sugerem ceratite estromal associada com edema de córnea, infiltrados de células inflamatórias e lises vasculares e, eventualmente, cegueira (NASISSE & WEIGLER,1998 e MAGGS & CLARKE, 2005).
  16. 16. Diagnóstico  A técnica de PCR é atualmente o método mais específico e sensível utilizada para detectar tanto em gatos infectados de modo agudo como naqueles carreadores crônicos DNA de swab conjuntival, corneal, ou orofaringeano, ou biópsias  Infiltração neutrofílica, inflamação e necrose multifocal no epitélio oral, conjuntival e nasal são observados na histopatologia (BINNS et al., 2000).
  17. 17. Tratamento  Paliativo; o veterinário prescreverá medicamentos de acordo com os sintomas.  colírios para evitar/tratar úlcera de córnea,  antibióticos para prevenir infecções secundárias,  fluidoterapia nos casos graves de desidratação,  suporte nutricional (sonda para alimentar) e, algumas vezes, o animal pode precisar de inalação ou oxigênioterapia;
  18. 18. Prevenção  As vacinas disponíveis apresentam efeitos satisfatórios no controle da doença, evitando o aparecimento dos sinais clínicos, entretanto, nenhuma vacina protege contra a infecção ou estado de portador (GASKELL et al., 2007). As vacinas atualmente disponíveis são compostas por vírus vivo modificado ou vírus inativado, combinando o FHV- 1, a outros agentes (panleucopenia, calicivirose, clamidiose e leucemia). As vacinas disponíveis para felinos no Brasil são: – Vacina Tríplice: (panleucopenia, herpesvírus e calicivírus); – Vacina Quádrupla: (tríplice + clamidia); – Vacina Quíntupla: ( quádrupla + leucemia felina); – Vacina Antirrábica.
  19. 19. Protocolo vacinal  A vacinação deverá ter início a partir dos 45 dias de vida do animal. • 1º Mês: - Primeira Quádrupla Felina. • 2º Mês: - Segunda Quádrupla Felina. • 3º Mês: - Terceira Quádrupla Felina; - Anti-rábica.  A vacina Quíntupla Felina protege contra as doenças presentes na Quádrupla além da Laucemia Viral Felina (FeLV). Para ser administrada, o animal não pode ser portador (sintomático ou assintomático) do vírus.  Recomenda-se então um teste sorológico antes da administração.  ANUALMENTE deverá ser dada ao animal a dose de reforço de todas as vacinas.
  20. 20. CONCLUSÃO  A Rinotraqueíte infecciosa felina é uma enfermidade respiratória altamente contagiosa que tem grande importância na clinica de pequenos animais por atingir principalmente filhotes na zona urbana . Com as previsões de crescimento destas areas, os felinos são os animais de eleição para companinha ocorrendo um aumento da população podendo ate se superior ao numero de cães.
  21. 21. REFERÊNCIAS  BISSO, Amanda.BULLING, Ciléia. NICOLODI, Paula. Rinotraqueíte Infeciciosa Felina- Revisão. 4p.2011.  CASTRO, Marines de. Rinotraqueite Viral Felina: Relato De Caso.2012  http://portalmedicinafelina.com.br/herpesvirus-felino/  http://www.familiabuscapet.com.br/#!/c431  https://blogfelino.wordpress.com/2011/11/15/doencas- infecciosas-dos-gatos-e-vacinacao/  http://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=4033747  http://www.unicruz.edu.br/seminario/artigos/saude/RINOTRAQUE %C3%8DTE%20INFECICIOSA%20FELINA-%20REVIS%C3%83O.pdf

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