5 alterações circulatórias

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5 alterações circulatórias

  1. 1. PATOLOGIA GERAL 1 AlteraçõesAlterações CirculatóriasCirculatórias
  2. 2. PATOLOGIA GERAL 2 IntroduçãoIntrodução  As alterações circulatórias estãoAs alterações circulatórias estão relacionadas com distúrbios querelacionadas com distúrbios que acometem a irrigação sangüínea e oacometem a irrigação sangüínea e o equilíbrio hídrico.equilíbrio hídrico.
  3. 3. PATOLOGIA GERAL 3 IntroduçãoIntrodução  Os fluidos do corpo transitam por trêsOs fluidos do corpo transitam por três compartimentos: intracelular, intersticial ecompartimentos: intracelular, intersticial e intravascular.intravascular.  Esses compartimentos encontram-se emEsses compartimentos encontram-se em homeostase; quando há rompimentohomeostase; quando há rompimento desse equilíbrio, surgem alterações, quedesse equilíbrio, surgem alterações, que comumente podem ser agrupadas dentrocomumente podem ser agrupadas dentro dos distúrbios circulatórios.dos distúrbios circulatórios.
  4. 4. PATOLOGIA GERAL 4 HomeostaseHomeostase Liquido Intravascular Liquido intracelular Liquido Intertiscial
  5. 5. PATOLOGIA GERAL 5 Distúrbios CirculatóriosDistúrbios Circulatórios  Alterações hídricas intersticiais (edema)Alterações hídricas intersticiais (edema)  Alterações no volume sangüíneoAlterações no volume sangüíneo (hiperemia, hemorragia e choque)(hiperemia, hemorragia e choque)  Alterações por obstrução intravascularAlterações por obstrução intravascular (embolia, trombose, isquemia e infarto)(embolia, trombose, isquemia e infarto)
  6. 6. PATOLOGIA GERAL 6 EdemaEdema  ““Acúmulo de líquido no tecido intercelularAcúmulo de líquido no tecido intercelular (intersticial), nos espaços ou nas cavidades do(intersticial), nos espaços ou nas cavidades do corpo”.corpo”.  Normalmente, 50% da quantidade de líquidoNormalmente, 50% da quantidade de líquido corpóreo se localizam na célula, 40% estão nocorpóreo se localizam na célula, 40% estão no interstício, 5%, nos vasos e os outros 5%interstício, 5%, nos vasos e os outros 5% compõem os ossos.compõem os ossos.
  7. 7. PATOLOGIA GERAL 7 EdemaEdema  Essa distribuição dos líquidos intersticial e vascular éEssa distribuição dos líquidos intersticial e vascular é mantida às custas da existência de um Equilibriomantida às custas da existência de um Equilibrio hidrodinâmica entre esses dois meios, que mantêm umahidrodinâmica entre esses dois meios, que mantêm uma troca equilibrada desses líquidos.troca equilibrada desses líquidos.  O movimento do líquido do sistema intravascular para oO movimento do líquido do sistema intravascular para o interstício ocorre, em grande parte, devido à ação dainterstício ocorre, em grande parte, devido à ação da pressão hidrostáticapressão hidrostática do sanguedo sangue..  Essa saída do líquido do vaso se localiza naEssa saída do líquido do vaso se localiza na extremidade arterial da rede vascularextremidade arterial da rede vascular..
  8. 8. PATOLOGIA GERAL 8 EdemaEdema  O seu retorno do interstício para o vaso se dá,O seu retorno do interstício para o vaso se dá, principalmente, às custas daprincipalmente, às custas da pressão oncóticapressão oncótica sanguínea, aumentada na porção venosasanguínea, aumentada na porção venosa..   Durante essa dinâmica, fica uma certaDurante essa dinâmica, fica uma certa quantidade de líquido residual nos interstícios.quantidade de líquido residual nos interstícios.  Esse líquido é drenado pelos vasos linfáticos,Esse líquido é drenado pelos vasos linfáticos, retornando depois para o sistema vascular.retornando depois para o sistema vascular.
  9. 9. PATOLOGIA GERAL 9
  10. 10. PATOLOGIA GERAL 10 EdemaEdema  O desequilíbrio entre os fatores que regem essaO desequilíbrio entre os fatores que regem essa hidrodinâmica entre interstício e meiohidrodinâmica entre interstício e meio intravascular é que origina ointravascular é que origina o edemaedema.. Esses fatores compreendem :Esses fatores compreendem :  pressão hidrostática sanguínea e intersticial,pressão hidrostática sanguínea e intersticial,  pressão oncótica vascular e intersticial epressão oncótica vascular e intersticial e  os vasos linfáticosos vasos linfáticos
  11. 11. PATOLOGIA GERAL 11  Pressão hidrostática sanguíneaPressão hidrostática sanguínea: quando essa: quando essa pressão aumenta, ocorre saída excessiva depressão aumenta, ocorre saída excessiva de líquido do vaso, situação comum em estados delíquido do vaso, situação comum em estados de hipertensão e drenagem venosa defeituosa (porhipertensão e drenagem venosa defeituosa (por exemplo, em casos de varizes, insuficiênciaexemplo, em casos de varizes, insuficiência cardíaca etc).cardíaca etc).
  12. 12. PATOLOGIA GERAL 12  Pressão hidrostática intersticialPressão hidrostática intersticial: se diminuída: se diminuída essa força, o líquido não retorna para o meioessa força, o líquido não retorna para o meio intravascular, acumulando-se intersticialmenteintravascular, acumulando-se intersticialmente
  13. 13. PATOLOGIA GERAL 13  Pressão oncótica sanguínea:Pressão oncótica sanguínea: o aumento dao aumento da pressão oncótica provoca o deslocamento dopressão oncótica provoca o deslocamento do líquido do meio intersticial para o interior dolíquido do meio intersticial para o interior do vaso.vaso.  Essa variação da pressão oncótica éEssa variação da pressão oncótica é determinada pela da quantidade de protéinasdeterminada pela da quantidade de protéinas plasmáticas presentes no sangueplasmáticas presentes no sangue..
  14. 14. PATOLOGIA GERAL 14  Pressão oncótica intersticial:Pressão oncótica intersticial: um aumento daum aumento da quantidade de proteínas no interstício provoca oquantidade de proteínas no interstício provoca o aumento de sua pressão oncótica, o queaumento de sua pressão oncótica, o que favorece a retenção de líquido nesse local.favorece a retenção de líquido nesse local.
  15. 15. PATOLOGIA GERAL 15 Tipos de EdemaTipos de Edema Os edemas podem aparecer sob duas formas:Os edemas podem aparecer sob duas formas:  Edema localizadoEdema localizado é o edema inflamatório, cujaé o edema inflamatório, cuja constituição é rica em proteínas. Daí o líquidoconstituição é rica em proteínas. Daí o líquido desse tipo de edema ser denominado dedesse tipo de edema ser denominado de "exsudato"."exsudato".  Edema sistêmicoEdema sistêmico é formado por líquido comé formado por líquido com constituição pobre em proteínas. Esse líquido éconstituição pobre em proteínas. Esse líquido é denominado de "transudato"denominado de "transudato"
  16. 16. PATOLOGIA GERAL 16
  17. 17. PATOLOGIA GERAL 17 Hiperemia ou CongestãoHiperemia ou Congestão  ““Aumento do volume de sangue em uma regiãoAumento do volume de sangue em uma região por intensificação do aporte sangüíneo oupor intensificação do aporte sangüíneo ou diminuição do escoamento venoso”.diminuição do escoamento venoso”.  A lesão tecidual de causa hiperêmica éA lesão tecidual de causa hiperêmica é resultado de uma excessiva quantidade deresultado de uma excessiva quantidade de sangue no local, inundando essa regiãosangue no local, inundando essa região
  18. 18. PATOLOGIA GERAL 18 As causas de cada tipo de hiperemiaAs causas de cada tipo de hiperemia  1) Hiperemia arterial ou Ativo:1) Hiperemia arterial ou Ativo: órgãosórgãos em atividade, inflamação, queimaduras,em atividade, inflamação, queimaduras, radiação, venenos.radiação, venenos.  2) Hiperemia venosa ou passiva:2) Hiperemia venosa ou passiva: interferência na drenagem venosa devidointerferência na drenagem venosa devido a doenças primárias ou secundárias aa doenças primárias ou secundárias a região.região.
  19. 19. PATOLOGIA GERAL 19
  20. 20. PATOLOGIA GERAL 20
  21. 21. PATOLOGIA GERAL 21 TromboseTrombose  ““Coagulação intravascular do sangue em umCoagulação intravascular do sangue em um indivíduo vivo”.indivíduo vivo”.  Trombose consiste em uma alteraçãoTrombose consiste em uma alteração circulatória originada de uma reaçãocirculatória originada de uma reação hiperatividade do sistema de coagulaçãohiperatividade do sistema de coagulação..
  22. 22. PATOLOGIA GERAL 22  Diante de uma lesão vascular, esse sistema de coagulação entra em ação a fim de evitar o extravasamento sanguíneo.  O aumento na intensidade de ação desse sistema, aliado à diminuição da velocidade sanguínea, induz a formação de um tampão sólido — o trombo — anormal que, ao mesmo tempo que exerce sua função selante, impede também o bom funcionamento dos vasos e da circulação sanguínea, tal a sua grande proporção.  Daí o nome trombose, indicativo de uma formação anormal do trombo no vaso.
  23. 23. PATOLOGIA GERAL 23  A origem da trombose é multifatorial, com váriosA origem da trombose é multifatorial, com vários eventos relacionados às transformaçõeseventos relacionados às transformações circulatórias decorrentes de lesões vascularescirculatórias decorrentes de lesões vasculares agindo concomitantemente.agindo concomitantemente.
  24. 24. PATOLOGIA GERAL 24 TIPOS DE TROMBOSTIPOS DE TROMBOS Quanto à composição:Quanto à composição:  brancos (predomínio de plaquetas),brancos (predomínio de plaquetas),  vermelhos (predomínio de hemácias),vermelhos (predomínio de hemácias),  mistos (mais comuns em capilares ou vênulas).mistos (mais comuns em capilares ou vênulas).
  25. 25. PATOLOGIA GERAL 25 Quanto à localização no vaso:Quanto à localização no vaso:  Parietais- nas parede vascular ou deParietais- nas parede vascular ou de cavidadescavidades  oclusivos –localizado em toda luz do vasooclusivos –localizado em toda luz do vaso obstruindo.obstruindo.
  26. 26. PATOLOGIA GERAL 26 Quanto ao local:Quanto ao local:  arteriais (principalmente na aorta, nos membrosarteriais (principalmente na aorta, nos membros inferiores e nas artérias viscerais, cerebrais einferiores e nas artérias viscerais, cerebrais e coronarianas),coronarianas),  venosos (oriundos da estase venosa), devenosos (oriundos da estase venosa), de capilares e arteríolas e cardíacos.capilares e arteríolas e cardíacos.
  27. 27. PATOLOGIA GERAL 27
  28. 28. PATOLOGIA GERAL 28 EmboliaEmbolia  ““Presença de substância estranha aoPresença de substância estranha ao sangue caminhando na circulação,sangue caminhando na circulação, levando à oclusão parcial ou completa dalevando à oclusão parcial ou completa da luz do vaso em algum ponto do sistemaluz do vaso em algum ponto do sistema circulatório”.circulatório”.  Podem ser de constituição sólida, líquidaPodem ser de constituição sólida, líquida ou gasosa.ou gasosa.
  29. 29. PATOLOGIA GERAL 29  Sólida:Sólida: compreende trombos (nesse caso, ocompreende trombos (nesse caso, o processo é chamado de tromboembolia),processo é chamado de tromboembolia), segmentos de placa de ateroma, parasitas esegmentos de placa de ateroma, parasitas e bactérias, corpos estranhos (por exemplo,bactérias, corpos estranhos (por exemplo, projétil de arma de fogo), restos de tecidos (porprojétil de arma de fogo), restos de tecidos (por exemplo, de placenta durante a gestação),exemplo, de placenta durante a gestação), células neoplásicas etc.células neoplásicas etc.  Os êmbolos sólidos podem levar a morte súbita,Os êmbolos sólidos podem levar a morte súbita, infarto ou hemorragia.infarto ou hemorragia.
  30. 30. PATOLOGIA GERAL 30  Líqüidas: os êmbolos líquidos estãoLíqüidas: os êmbolos líquidos estão principalmente sob a forma de gorduras;principalmente sob a forma de gorduras; pacientes com extensas queimaduraspacientes com extensas queimaduras corpóreas ou fraturas generalizadas,corpóreas ou fraturas generalizadas, principalmente dos ossos longos, podemprincipalmente dos ossos longos, podem promover a circulação de glóbulospromover a circulação de glóbulos gordurosos, os quais se deslocam da medulagordurosos, os quais se deslocam da medula óssea e do tecido adiposo.óssea e do tecido adiposo.
  31. 31. PATOLOGIA GERAL 31  A embolia gordurosa pode causar morteA embolia gordurosa pode causar morte rápida, devido à sua alta capacidade derápida, devido à sua alta capacidade de penetração em arteríolas e capilares,penetração em arteríolas e capilares, obstruindo a microcirculação. Um outro tipoobstruindo a microcirculação. Um outro tipo de embolia líqüida, agora bem mais raro, é ade embolia líqüida, agora bem mais raro, é a infusão de líquido amniótico na circulaçãoinfusão de líquido amniótico na circulação durante ou pós-parto.durante ou pós-parto.
  32. 32. PATOLOGIA GERAL 32  Gasosa:Gasosa: o êmbolo gasoso pode ser deo êmbolo gasoso pode ser de origem venosa (por exemplo, entrada de arorigem venosa (por exemplo, entrada de ar nas veias durante ato cirúrgico ou examesnas veias durante ato cirúrgico ou exames angiográficos) ou arterial (por exemplo,angiográficos) ou arterial (por exemplo, durante o parto ou aborto, em que há grandedurante o parto ou aborto, em que há grande contração do útero e rompimento de vasos).contração do útero e rompimento de vasos).
  33. 33. PATOLOGIA GERAL 33
  34. 34. PATOLOGIA GERAL 34 InfartoInfarto  ““ Infarto e uma área de necrose isquêmicaInfarto e uma área de necrose isquêmica causada pela oclusão do suplementocausada pela oclusão do suplemento arterial ou da drenagem venosa numarterial ou da drenagem venosa num tecido particular.”tecido particular.” RN MitchellRN Mitchell
  35. 35. PATOLOGIA GERAL 35
  36. 36. PATOLOGIA GERAL 36 HemorragiaHemorragia  ““Saída do sangue para fora da luz dos vasos”.Saída do sangue para fora da luz dos vasos”.  As causas da hemorragia incluem traumasAs causas da hemorragia incluem traumas (mecânicos ou físicos), aumento da pressão(mecânicos ou físicos), aumento da pressão intravascular, doenças na parede vascular (porintravascular, doenças na parede vascular (por exemplo, aneurismas, ou seja, adelgamento daexemplo, aneurismas, ou seja, adelgamento da parede vascular, e invasão neoplásica) eparede vascular, e invasão neoplásica) e diáteses hemorrágicas (tendência à hemorragiadiáteses hemorrágicas (tendência à hemorragia em múltiplos tecidos) devido a alterações noem múltiplos tecidos) devido a alterações no mecanismo de coagulação ou por defeito damecanismo de coagulação ou por defeito da parede vascular.parede vascular.
  37. 37. PATOLOGIA GERAL 37
  38. 38. PATOLOGIA GERAL 38 ChoqueChoque  ““Hipoperfusao sistemica causada pelaHipoperfusao sistemica causada pela reducao do debito cardiaco ou no volumereducao do debito cardiaco ou no volume sanguineo circulante efetivo.Os resultadossanguineo circulante efetivo.Os resultados finais sao hipotensao, seguida porfinais sao hipotensao, seguida por perfusao tecidual deficiente e hipoxiaperfusao tecidual deficiente e hipoxia celular.”celular.” RN MichellRN Michell
  39. 39. PATOLOGIA GERAL 39  Sem uma circulação sangüínea ideal, os tecidosSem uma circulação sangüínea ideal, os tecidos sofrem hipóxia e carência nutricional, o que levasofrem hipóxia e carência nutricional, o que leva a alterações reversíveis.a alterações reversíveis.  A mudança de um sistema de respiraçãoA mudança de um sistema de respiração aeróbico para um anaeróbico, em decorrênciaaeróbico para um anaeróbico, em decorrência da falta de oxigênio, induz ao acúmulo de ácidoda falta de oxigênio, induz ao acúmulo de ácido lático no local, provocando a instauração delático no local, provocando a instauração de lesões irreversíveis e a morte celular.lesões irreversíveis e a morte celular.
  40. 40. PATOLOGIA GERAL 40 Tipos de ChoqueTipos de Choque  a) Choque cardiogênico:a) Choque cardiogênico: causado porcausado por uma lesão no miocárdio (devido a infarto,uma lesão no miocárdio (devido a infarto, por exemplo), por arritmias ou porpor exemplo), por arritmias ou por obstrução do fluxo de saída sangüíneaobstrução do fluxo de saída sangüínea (por exemplo, embolia pulmonar); esses(por exemplo, embolia pulmonar); esses fatores levam à falência da bombafatores levam à falência da bomba miocárdica, o que impede omiocárdica, o que impede o bombeamento do sangue, levando aobombeamento do sangue, levando ao choque.choque.
  41. 41. PATOLOGIA GERAL 41  b) Choque hipovolêmico oub) Choque hipovolêmico ou hemorrágico:hemorrágico: as grandes perdasas grandes perdas sangüíneas como conseqüência desangüíneas como conseqüência de hemorragias levam à diminuição dohemorragias levam à diminuição do volume sangüíneo. Grandes queimadurasvolume sangüíneo. Grandes queimaduras ou outros tipos de traumatismos tambémou outros tipos de traumatismos também levam à diminuição do volume sangüíneolevam à diminuição do volume sangüíneo (nesse caso, o choque é denominado de(nesse caso, o choque é denominado de "traumático)."traumático).
  42. 42. PATOLOGIA GERAL 42 Tipos de ChoqueTipos de Choque  c) Choque séptico:c) Choque séptico: é decorrente daé decorrente da disseminação de microorganismos nodisseminação de microorganismos no sangue oriundos de infecções locaissangue oriundos de infecções locais graves. Esses microorganismos,graves. Esses microorganismos, principalmente bacilos Gram-negativos,principalmente bacilos Gram-negativos, liberam endotoxinas, as quais atuam nosliberam endotoxinas, as quais atuam nos leucócitos e células endoteliais.leucócitos e células endoteliais.
  43. 43. PATOLOGIA GERAL 43 Tipos de ChoqueTipos de Choque  d) Choque anafilático:d) Choque anafilático: decorrente dedecorrente de reações por hipersensibilidade do tipo Ireações por hipersensibilidade do tipo I (IgE), promovendo grande permeabilidade(IgE), promovendo grande permeabilidade vascular e saída de líquido para fora dovascular e saída de líquido para fora do vaso, diminuindo sua volemia.vaso, diminuindo sua volemia.

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