2 lesao reversível e necrose

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2 lesao reversível e necrose

  1. 1. Lesão e NecroseLesão e Necrose Prof : Murilo RodriguesProf : Murilo Rodrigues
  2. 2. IntroduçãoIntrodução  O estudo dos mecanismos celulares de lesão eO estudo dos mecanismos celulares de lesão e necrose são importante no entendimento dosnecrose são importante no entendimento dos processos patológicos e dos meios deprocessos patológicos e dos meios de diagnósticos das doenças.diagnósticos das doenças.
  3. 3. Lesão Isquêmica e HipóxiaLesão Isquêmica e Hipóxia  Diminuição ou perda total do suprimento deDiminuição ou perda total do suprimento de oxigênio para a célula.oxigênio para a célula.  Existem a lesão reversível e a irreversível.Existem a lesão reversível e a irreversível.
  4. 4. Eventos na HipóxiaEventos na Hipóxia 1.1. Diminuição na produção de ATP pelaDiminuição na produção de ATP pela fosforização oxidativa pelas mitocôndrias.fosforização oxidativa pelas mitocôndrias. 2.2. Falência da bomba de Na/K.Falência da bomba de Na/K. 3.3. Acumulo de Na Intracelular e difusão de K paraAcumulo de Na Intracelular e difusão de K para fora da célula.fora da célula. 4.4. Ganho de Soluto (água).Ganho de Soluto (água). 5.5. Tumefação celularTumefação celular..
  5. 5. Eventos na HipóxiaEventos na Hipóxia 1.1. Aumento de AMP pela diminuição de ATPAumento de AMP pela diminuição de ATP 2.2. Aumento na Glicolise anaeróbica e depleção doAumento na Glicolise anaeróbica e depleção do glicogênio.glicogênio. 3.3. Acumulo de Ac. Lático.Acumulo de Ac. Lático. 4.4. Redução de pH intracelularRedução de pH intracelular..
  6. 6. Eventos na HipóxiaEventos na Hipóxia 1.1. Descolamento dos Ribossomos do RER.Descolamento dos Ribossomos do RER. 2.2. Dissociação dos Polissomos.Dissociação dos Polissomos. 3.3. Diminuição na síntese protéicaDiminuição na síntese protéica..
  7. 7. Eventos na HipóxiaEventos na Hipóxia Estado da célula com lesão reversível:Estado da célula com lesão reversível: 1.1. RER dilatadoRER dilatado 2.2. Mitocôndria ligeiramente edemaciada.Mitocôndria ligeiramente edemaciada. 3.3. Célula edemaciada.Célula edemaciada.
  8. 8. Eventos na HipóxiaEventos na Hipóxia Estado da célula com lesão irreversível:Estado da célula com lesão irreversível: 1.1. Tumefação e vacuolizacao mitocôndriaTumefação e vacuolizacao mitocôndria 2.2. Perda de coenzimas pela membrana hiperpermeavel.Perda de coenzimas pela membrana hiperpermeavel. 3.3. Extravazamento de metabólicos.Extravazamento de metabólicos. 4.4. pH intracelular acido causando rompimento dospH intracelular acido causando rompimento dos lisossomoslisossomos 5.5. Digestão enzimáticaDigestão enzimática 6.6. Morte celular e degradação celular.Morte celular e degradação celular.
  9. 9. Eventos Críticos na lesão irreversívelEventos Críticos na lesão irreversível 1.1. Perda da capacidade de fosforização oxidativa.Perda da capacidade de fosforização oxidativa. 2.2. Perda de permeabilidade seletiva da membranaPerda de permeabilidade seletiva da membrana celular.celular.
  10. 10. Diferenças entre Apoptose Necrose  Depleção de ATP  Lesão de membrana  Radicais livres  Edema celular  Vesículas na membrana/  Ruptura de organelas  “Ghost cells” (residuais)  Horas  Inflamação Fisiológica Viral Imune Retração celular (�água) Membr/Organelas intactas Fragmentação nuclear e celular Minutos Corpos apoptóticos (fagocitados
  11. 11. NecroseNecrose Necrose:Necrose: Características Histomorfologicas da morteCaracterísticas Histomorfologicas da morte celular em macroscopia e microscopia óptica.celular em macroscopia e microscopia óptica. Causada pela ação degradativa progressiva deCausada pela ação degradativa progressiva de enzimas na célula com lesão irreversível ou letal.enzimas na célula com lesão irreversível ou letal.
  12. 12. NecroseNecrose Dois processos sao importante na produçãoDois processos sao importante na produção das alterações de necrose:das alterações de necrose: 1.1. Digestão enzimáticasDigestão enzimáticas 2.2. Desnaturação de proteínasDesnaturação de proteínas
  13. 13. NecroseNecrose Autolise:Autolise: As enzimas catalíticas são derivadas da própriasAs enzimas catalíticas são derivadas da próprias células.Esta presente na Necrose Coagulativa.células.Esta presente na Necrose Coagulativa. Heterolise:Heterolise: As enzimas catalíticas são derivadas dosAs enzimas catalíticas são derivadas dos lisossomos dos leucócitos imigrantes.Estalisossomos dos leucócitos imigrantes.Esta presenta na Necrose Liquefativa.presenta na Necrose Liquefativa.
  14. 14. Tipos de NecroseTipos de Necrose  Necrose Coagulativa.Necrose Coagulativa.  Necrose Caseosa.Necrose Caseosa.  Necrose Liquefativa.Necrose Liquefativa.
  15. 15. Necrose CoagulativaNecrose Coagulativa  Morte celular devido por hipoxia em todos osMorte celular devido por hipoxia em todos os tecidos, exceto o cerebro.tecidos, exceto o cerebro.
  16. 16. Necrose Infarto renal
  17. 17.  11) Infartos são do tipo coagulativo. ) Infartos são do tipo coagulativo.  Exemplos: infarto do miocárdio, do rim, do baçoExemplos: infarto do miocárdio, do rim, do baço  2)Tumores de crescimento muito rápido, superando a2)Tumores de crescimento muito rápido, superando a capacidade de suprimento pelos vasos do própriocapacidade de suprimento pelos vasos do próprio tumortumor..
  18. 18.  33) Lesões intensas por agentes físicos  (ex, queimaduras) Lesões intensas por agentes físicos  (ex, queimaduras graves), ou químicos (ácidos e bases fortes).graves), ou químicos (ácidos e bases fortes).  4)4) Gangrena.Gangrena.   É uma forma especial de necrose   É uma forma especial de necrose isquêmica em queisquêmica em que o tecido necrótico sofre modificaçãoo tecido necrótico sofre modificação por agentes externos como ar ou bactériaspor agentes externos como ar ou bactérias..
  19. 19.  GANGRENA SECA.   A área necrótica perde água para oGANGRENA SECA.   A área necrótica perde água para o ambiente, ficando seca, retraída e com aspecto mumificado.  Ficaambiente, ficando seca, retraída e com aspecto mumificado.  Fica também negra, por alteração da hemoglobina. também negra, por alteração da hemoglobina.   GANGRENA ÚMIDA.  Quando o tecido necrótico seGANGRENA ÚMIDA.  Quando o tecido necrótico se contamina com bactérias saprófitas, que digerem o tecido. Estascontamina com bactérias saprófitas, que digerem o tecido. Estas bactérias são geralmente anaeróbicas e produzem enzimasbactérias são geralmente anaeróbicas e produzem enzimas proteolíticas e fosfolipases. proteolíticas e fosfolipases.    GANGRENA GASOSA.  Quando as bactérias contaminantes GANGRENA GASOSA.  Quando as bactérias contaminantes  pertencem ao gêneropertencem ao gênero ClostridiumClostridium, pode haver também produção, pode haver também produção de gases, daí a  gangrena  gasosa. de gases, daí a  gangrena  gasosa. 
  20. 20. Gangrena seca Geralmente tem causa isquêmica, afetando extremidades
  21. 21. Gangrena úmida  Favorecida pela umidade do tecido afetado
  22. 22. Gangrena gasosa  Favorecida pela formação de gás por bactérias no tecido afetado
  23. 23. Necrose caseosaNecrose caseosa  Necrose caseosa:Necrose caseosa: é uma variedade de necroseé uma variedade de necrose coagulativa que ocorre nacoagulativa que ocorre na tuberculosetuberculose, embora, embora não seja exclusiva desta. O termonão seja exclusiva desta. O termo caseosocaseoso éé macroscópico e indica aspecto semelhante amacroscópico e indica aspecto semelhante a queijo (mineiro ou ricota).queijo (mineiro ou ricota).
  24. 24. Necrose caseosaNecrose caseosa
  25. 25. Necrose  liqüefativaNecrose  liqüefativa  Caracterizada principalmente por infecçõesCaracterizada principalmente por infecções bacterianas focais, pois as bactérias constituembacterianas focais, pois as bactérias constituem potentes estímulos para o acumulo depotentes estímulos para o acumulo de leucócitos. As células necrótica são removidasleucócitos. As células necrótica são removidas rapidamente por fagocitose em toda a árearapidamente por fagocitose em toda a área necrótica. necrótica. 
  26. 26. Abscesso vertebral
  27. 27. Necrose no encéfalo encefalomalácia
  28. 28.  Exemplos de necrose liqüefativa:Exemplos de necrose liqüefativa:  1) INFARTOS.  O melhor exemplo de uma necrose1) INFARTOS.  O melhor exemplo de uma necrose liqüefativa é um liqüefativa é um  infarto cerebralinfarto cerebral. .   2)  ABSCESSOS.  Abscessos são áreas de infecção2)  ABSCESSOS.  Abscessos são áreas de infecção bacteriana purulenta  que produzem uma nova cavidadebacteriana purulenta  que produzem uma nova cavidade no tecido. Esta nova cavidade resulta de umano tecido. Esta nova cavidade resulta de uma necrosenecrose liqüefativaliqüefativa, por ação das enzimas proteolíticas das, por ação das enzimas proteolíticas das próprias bactérias, e dos neutrófilos atraídos parapróprias bactérias, e dos neutrófilos atraídos para combatê-las.combatê-las.
  29. 29. Apoptose  INDUZIDA POR:  Fisiologia normal (desenvolvimento e atrofia)  Algumas infecções  Mecanismos anti-tumorais  Algumas toxinas  Imuno-mediada  MORTE CELULAR PROGRAMADA

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