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Depressores não seletivos, mas reversíveis do SNC
Efeitos:
- Analgesia
- Perda de con...
EstágiosEstágios
dada
AnestesiaAnestesia
SegundoSegundo
GuedelGuedel
SINAIS
FISIOLÓGICOS
TÔNUS
MUSCULAR
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TORÁCIC...
ANESTÉSICOS GERAISANESTÉSICOS GERAIS
1- Anestésicos
por inalação
Gases
Líquidos voláteis
- Éteres
- Hidrocarbonetos
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ANESTÉSICOS VOLÁTEISANESTÉSICOS VOLÁTEIS
O CH2 CH3CH2CH3N2O
óxido nitroso
éter etílico
F3C CH
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CF3 CH2 O CH CH2
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ÉTERES HALOGENADOSÉTERES HALOGENADOS
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TABELATABELA -- AlgumasAlgumas propriedadespropriedades dosdos anestésicosanestésicos inalatóriosinalatórios
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ADJUNTOS DA ANESTESIAADJUNTOS DA ANESTESIA
11 -- REDUÇÃO DA ANSIEDADEREDUÇÃO DA ANSIEDADE
22 -- PRODUÇÃO DE ANESTESIA BASA...
55 -- INIBIÇÃO DA SALIVAÇÃOINIBIÇÃO DA SALIVAÇÃO
Anticolinérgicos - Ex: atropina
66 -- PREVENÇÃO DE NÁUSEA E VÔMITOPREVENÇ...
DIAGRAMA DOSDIAGRAMA DOS
PRINCIPAISPRINCIPAIS
NEURÔNIOS NONEURÔNIOS NO
CÓRTEXCÓRTEX
CEREBRALCEREBRAL
Receptor doReceptor do
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(NMDA)(NMDA)
RECEPTOR GABA tipo ARECEPTOR GABA tipo A
GABA ⇒⇒ regulação de um canal de Cl- na membrana
pós-sináptica
BENZODIAZEPÍNICOSBENZODIAZEPÍNICOS
BARBITÚRICOSBARBITÚRICOS
ESTERÓIDESESTERÓIDES
ETOMIDATOETOMIDATO
HALOTANOHALOTANO
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Receptor para morfina eReceptor para morfina e αααα22 --agonistasagonistas
⇒⇒ Ativação da respectiva proteína G
⇒⇒ ↓↓ K+ i...
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  1. 1. ANESTÉSICOS GERAISANESTÉSICOS GERAIS Depressores não seletivos, mas reversíveis do SNC Efeitos: - Analgesia - Perda de consciência - Relaxamento muscular - Redução da atividade reflexa
  2. 2. EstágiosEstágios dada AnestesiaAnestesia SegundoSegundo GuedelGuedel SINAIS FISIOLÓGICOS TÔNUS MUSCULAR RESPIRAÇÃO TORÁCICA RESPIRAÇÃO ABDOMINAL TAMANHO DA PUPILA MOVIMENTO DOS OLHOS REFLEXO DA CÓRNEA REFLEXO DA LARINGE E FARINGE ESTÁGIOS DA ANESTESIA Ref.: Adaptado de LAWRENECE, D. R Clinical Pharmacology, 3rd ed., London, I. & A. Churchil, 1966,p. 187.
  3. 3. ANESTÉSICOS GERAISANESTÉSICOS GERAIS 1- Anestésicos por inalação Gases Líquidos voláteis - Éteres - Hidrocarbonetos halogenados - Éteres halogenados 2 –Anestésicos intravenosos Barbitúticos Benzodiazepínicos Opióides Diversos -cetamina -etomidato - propofol 3 – Associação droperidol + citrato de fentanila
  4. 4. ANESTÉSICOS VOLÁTEISANESTÉSICOS VOLÁTEIS O CH2 CH3CH2CH3N2O óxido nitroso éter etílico F3C CH Cl Br CF3 CH2 O CH CH2 halotano fluoxeno Cl2CH CF2 O CH3 CF3CH O CH CHF2 metoxiflurano isoflurano F CH Cl CF2 O CH3 CF3 CH CF3 O CH2F enflurano sevoflurano F3C CH F O CHF2 desflurano
  5. 5. RELAÇÃO ESTRUTURARELAÇÃO ESTRUTURA--ATIVIDADE NOSATIVIDADE NOS ÉTERES HALOGENADOSÉTERES HALOGENADOS R1 - O - R2 Grupo metílico com átomos de H substituídos por halogênios F, Cl Grupo etílico com átomos de H substiuídos por halogênios: F, Cl Não podem ter todos átomos de H substituídos por halogênios
  6. 6. TABELATABELA -- AlgumasAlgumas propriedadespropriedades dosdos anestésicosanestésicos inalatóriosinalatórios P.E. Pressão Coeficiente Coeficiente MAC* AnestésicosAnestésicos ( oC ) de vapor de partição de partição ( % ) a 20 oC sangue/gás cérebro/sangue (mmHg) (a 37 oC) (a 37 oC) Halotano 50,2 243 2,3 2,9 0,75 Isoflurano 48,5 250 1,4 2,6 1,2 Enflurano 56,5 175 1,8 1,4 1,6 Sevoflurano 58,5 160 0,65 1,7 2,0 Desflurano 23,5 664 0,45 1,3 6,0 Óxido de etileno -88,46 gás 0,47 1,1 105** * MAC = Concentração Alveolar Mínima ** Requer pressão de oxigênio superior a atmosférica para alcançar 1 MAC
  7. 7. RELAÇÃO ESTUTURARELAÇÃO ESTUTURA--ATIVIDADE NOSATIVIDADE NOS BARBITÚRICOS USADOS EM ANESTESIABARBITÚRICOS USADOS EM ANESTESIA Efeitos adversos R = H Lipossolubilidade Duração de ação X =S Efeito hipnótico Lipossolubilidade Duração de ação R1 e R2 = fenila, alquila ramificada N N O O X R R1 R R2
  8. 8. ANESTÉSICOS INTRAVENOSOSANESTÉSICOS INTRAVENOSOS N N O O R R' XNa + BARBITURATOS (hipnótico-sedativos) Relação estrutura- atividade X = O , S mais lipofílico R" = H , CH3 efeito excitatório indesejável N N O O CH2CH3 CHCH3 Na + S C3H7 tiopental THIONEMBUTAL THIOPENTAL R e R' = cadeia alquílica longa e ramificada - depressão respiratória - depressão cardiovascular EFEITOS ADVERSOSEFEITOS ADVERSOS
  9. 9. RELAÇÃO ESTRUTURARELAÇÃO ESTRUTURA--ATIVIDADE NOSATIVIDADE NOS BENZODIAZEPÍNICOS USADOS EM ANESTESIABENZODIAZEPÍNICOS USADOS EM ANESTESIA Potência ansiolítica R1 = CH3 R2 = HN NR3 R1 O R2 R2' 1 2 3 45 6 7 Fenila com grupo retirador de elétrons R2’= o-F, o-Cl Grupo retirador de elétrons R3 = Cl, NO2, CF3
  10. 10. BENZODIAZEPÍNICOSBENZODIAZEPÍNICOS Ansiolíticos diazepam Valium® e outros flunitrazepam Fluserin® Rohypnol® N N O CH3 N N O O2N F CH3
  11. 11. BENZODIAZEPÍNICOSBENZODIAZEPÍNICOS (cont.) maleato de midazolam (1o hidrossolúvel) Dormicom® Dormonid® N N NH3C Cl F C C HOOC COOH H H .
  12. 12. BENZODIAZEPÍNICOSBENZODIAZEPÍNICOS (cont.) Flumazenil antagonista Lanexat® N N N O F CH3 C OCH2CH3 O
  13. 13. ANESTÉSICOS INTRAVENOSOSANESTÉSICOS INTRAVENOSOS (cont.) NHCH3 . HCl O Cl cetamina.HCl KETALAR S(+) 3 a 5 vezes mais ativo custo elevado Via = IM ou IV Uso = induçãoou manutenção Efeito = anestesia dissociativa
  14. 14. ANESTÉSICOS INTRAVENOSOSANESTÉSICOS INTRAVENOSOS ( cont. ) N N CHCH3CH2OCO CH3 etomidato ( hipnótico ) HIPNOMIDATE ♦♦ ação ultra-curta ∇∇ dor no local da injeção ♦♦ propriedades anticonvulsivantes ∇∇ trombose venosa
  15. 15. ANESTÉSICOS INTRAVENOSOSANESTÉSICOS INTRAVENOSOS ( cont. ) O HO C O R esteróides R = CH3 alfaxolona R = CH2OCOCH3 acetato de alfadolona anestésicos Via = IV Uso = indutor ⇒ potência baixa ⇒ insolúvel em água ⇒ irritação do endotélio
  16. 16. ANESTÉSICOS INTRAVENOSOSANESTÉSICOS INTRAVENOSOS ( cont. ) OH CH3 CH3 CH3 CH3 propofol (sedativo) DIPRIVAN Via = IV Uso = indução ou manutenção EFEITOS ADVERSOSEFEITOS ADVERSOS ♦♦ dor no local da injeção ♦♦ depressão respiratória ♦♦ vasodilatação periférica - ↓↓ pressão ♦♦ confusão, náusea, vômito, dor de cabeça REAREA ♠♠ grupos volumosos em orto
  17. 17. ANESTÉSICOS INTRAVENOSOSANESTÉSICOS INTRAVENOSOS ( cont.) R CH2 CH2 N R 1 N COCH2CH3 Anal gé sicos nar cóti cos Uso = indução ou suple mento an algé sico Com pos to me pe ridina R R 1 R 2 CH3 COOCH2CH3 fe ntanila H N (CH3)2COCH2CH3 alfe ntanila N N N N CH2CH3 CH2OCH3 N CH3 COCH2CH3 sulfe ntanila S CH2OCH3 N COCH2CH3 CH3 re mife ntanila COOCH3 COCH3 N COCH2CH3 CH3
  18. 18. NEUROLÉPTICOSNEUROLÉPTICOS Usados na anestesia R CH2 CH2 N R1 droperidol INOVAL R = CH2 C O F R1 = N NH O Uso = analgesia neuroléptica atividade motora reduzida indiferença psíquica analgesia profunda efeito anti-emético
  19. 19. ANESTÉSICOS INTRAVENOSOSANESTÉSICOS INTRAVENOSOS ( cont. ) N N N Cl Cl H H N N CH3 CH3 CH3H clonidina ATENSINA dexmedetomidina ( analgésico, sedativo) AGONISTASAGONISTAS αααα22 --ADRENADRENÉÉRGICOSRGICOS ⇒⇒ anti-hipertensivos com propriedades sedativas ⇒⇒ vantagens: ↓↓ quantidade do anestésico (pré-medicação) capacidade de induzir anestesia sozinhos altamente seletivos
  20. 20. ADJUNTOS DA ANESTESIAADJUNTOS DA ANESTESIA 11 -- REDUÇÃO DA ANSIEDADEREDUÇÃO DA ANSIEDADE 22 -- PRODUÇÃO DE ANESTESIA BASALPRODUÇÃO DE ANESTESIA BASAL 33 -- REDUÇÃO DA QUANTIDADE DEREDUÇÃO DA QUANTIDADE DE ANESTÉSICO POR SINERGISMO OUANESTÉSICO POR SINERGISMO OU SOMAÇÃOSOMAÇÃO Hipnóticos - barbitúricos Ansiolíticos - benzodiazepínicos 44 -- CONTROLE DA DORCONTROLE DA DOR Analgésicos potentes - Ex: morfina, fentanila
  21. 21. 55 -- INIBIÇÃO DA SALIVAÇÃOINIBIÇÃO DA SALIVAÇÃO Anticolinérgicos - Ex: atropina 66 -- PREVENÇÃO DE NÁUSEA E VÔMITOPREVENÇÃO DE NÁUSEA E VÔMITO Neurolépticos - Ex: droperidol, hidroxizina 77 -- PRODUÇÃO DE RELAXAMENTO DO MÚSCULOPRODUÇÃO DE RELAXAMENTO DO MÚSCULO ESQUELÉTICOESQUELÉTICO Bloqueadores despolarizantes Bloqueadores não-despolarizantes 88 -- INDUÇÃO DE HIPOTENSÃOINDUÇÃO DE HIPOTENSÃO- hipotensores
  22. 22. DIAGRAMA DOSDIAGRAMA DOS PRINCIPAISPRINCIPAIS NEURÔNIOS NONEURÔNIOS NO CÓRTEXCÓRTEX CEREBRALCEREBRAL
  23. 23. Receptor doReceptor do glutamatoglutamato ouou dodo NN--metilmetil-- DD--aspartatoaspartato (NMDA)(NMDA)
  24. 24. RECEPTOR GABA tipo ARECEPTOR GABA tipo A GABA ⇒⇒ regulação de um canal de Cl- na membrana pós-sináptica
  25. 25. BENZODIAZEPÍNICOSBENZODIAZEPÍNICOS BARBITÚRICOSBARBITÚRICOS ESTERÓIDESESTERÓIDES ETOMIDATOETOMIDATO HALOTANOHALOTANO ISOFLURANOISOFLURANO ENFLURANOENFLURANO Potencializam a inibição mediada pelo GABA no cérebro em sítios diferentes
  26. 26. Receptor para morfina eReceptor para morfina e αααα22 --agonistasagonistas ⇒⇒ Ativação da respectiva proteína G ⇒⇒ ↓↓ K+ intracelular leva a hiperpolarização nos neurônios ⇒⇒ Ocorre desinibição dos efeitos inibitórios no locus coeruleus

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