SlideShare uma empresa Scribd logo

Mercado De Ti Em Natal, No Brasil E No Mundo E A PolíTica Industrial

T
tadsrn

O documento discute o mercado de TI em Natal, no Brasil e no mundo. Ele descreve a estrutura do mercado de TI em Natal, incluindo dados de uma pesquisa sobre empresas locais. Também aborda as tendências do mercado de TI no Brasil e no mundo, como o crescimento do outsourcing, e a política industrial brasileira para o setor de TI.

1 de 100
Baixar para ler offline
Mercado de TI em Natal, no Brasil e no
Mundo e a Política Industrial Brasileira

             Erick Dennel & Patrícia Felinto
Apresentação

   Mercado de TI em Natal                   Mercado de TI no Mundo
       Estrutura do mercado de TI               Offshore global
       SEBRAE, PROTIC e a pesquisa              Brasil X Mundo
       Dados da pesquisa                        Vantagens do Brasil para receber
       Empresas Potiguares                       investimentos
   Mercado de TI no Brasil                  Política Industrial Brasileira
       Tendências do outsoursing            Conceitualizando

       Contratações em 2009 e 2010          Política industrial no Brasil
       Tabela de salários da TI             A atual política industrial

       Tendências do mercado de TI        Conclusão
       Programa Nacional de TI (Política  Referências
        de Desenvolvimento Produtivo)
       Crescimento do Brasil e América
        Latina




    2
Mercado de TI em Natal, no Brasil e no Mundo e a Política Industrial Brasileira

                  MERCADO DE TI EM NATAL




        3
Estrutura do mercado de TI
       O segmento de TIC no Estado não é novo.
       Podem ser encontradas empresas de informática
        com mais de duas décadas de existência
       Observa-se um aquecimento da atividade
        empresarial a partir do ano 2000.




    4
Estrutura do mercado de TI
       A cada ano observa-se a criação e o
        aperfeiçoamento das tecnologias com maior
        velocidade.
       O setor carecia de uma ação coordenada.
       A falta de instituições, políticas públicas e projetos
        específicos contribuíram para o crescimento
        desordenado.




    5
SEBRAE, PROTIC e a pesquisa
       O ano de 2008 marcou o início de uma nova era
        para o setor de TIC do RN.
       Através da metodologia de gerenciamento de
        projetos orientados para resultados (GEOR), o
        SEBRAE constituiu uma coordenação setorial na
        área de TIC e juntamente com parceiros e
        empresários criou o PROTIC.




    6

Recomendados

Apresentacao De Computador Sociedade
Apresentacao De Computador SociedadeApresentacao De Computador Sociedade
Apresentacao De Computador Sociedaderaquelcarsi
 
Evandro Millet - Desenvolvimento do Pólo da Tecnologia da Informação e Comuni...
Evandro Millet - Desenvolvimento do Pólo da Tecnologia da Informação e Comuni...Evandro Millet - Desenvolvimento do Pólo da Tecnologia da Informação e Comuni...
Evandro Millet - Desenvolvimento do Pólo da Tecnologia da Informação e Comuni...LCA promo
 
Clipping - Escola de Criatividade - Brasil Econômico
Clipping - Escola de Criatividade - Brasil EconômicoClipping - Escola de Criatividade - Brasil Econômico
Clipping - Escola de Criatividade - Brasil EconômicoEscolaDeCriatividade
 
inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...
inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...
inovação e competitividade empresarial - bases para a aceleração do crescimen...ADVB
 
Políticas públicas de fomento a ciência, tecnologia e inovação direcionadas p...
Políticas públicas de fomento a ciência, tecnologia e inovação direcionadas p...Políticas públicas de fomento a ciência, tecnologia e inovação direcionadas p...
Políticas públicas de fomento a ciência, tecnologia e inovação direcionadas p...Diogo Librelon
 

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Apresentação | Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014
Apresentação | Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014Apresentação | Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014
Apresentação | Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014Confederação Nacional da Indústria
 
Apresentação agemot
Apresentação agemotApresentação agemot
Apresentação agemotPaulo Mangia
 
Consulta Pública - Estratégia nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação
Consulta Pública - Estratégia nacional de Ciência, Tecnologia e InovaçãoConsulta Pública - Estratégia nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação
Consulta Pública - Estratégia nacional de Ciência, Tecnologia e InovaçãoBrasscom
 
A hora de investir, pesquisa de atratividade Ernst & Young
A hora de investir, pesquisa de atratividade Ernst & YoungA hora de investir, pesquisa de atratividade Ernst & Young
A hora de investir, pesquisa de atratividade Ernst & YoungBR&M Tecnologia
 
José Ricardo Roriz Coelho - FIESP
José Ricardo Roriz Coelho - FIESPJosé Ricardo Roriz Coelho - FIESP
José Ricardo Roriz Coelho - FIESPauspin
 
País constrói pontes entre ciências e indústrias
País constrói pontes entre ciências e indústriasPaís constrói pontes entre ciências e indústrias
País constrói pontes entre ciências e indústriasEverson Rodrigues
 
Seminário - O Comércio Exterior e a Indústira
Seminário - O Comércio Exterior e a IndústiraSeminário - O Comércio Exterior e a Indústira
Seminário - O Comércio Exterior e a IndústiraAna Paula Passos Ferreira
 
Relatório dos Investimentos dos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014
Relatório dos Investimentos dos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014Relatório dos Investimentos dos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014
Relatório dos Investimentos dos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014Confederação Nacional da Indústria
 
Indicadores e Sistema Nacional de Inovação
Indicadores e Sistema Nacional de Inovação Indicadores e Sistema Nacional de Inovação
Indicadores e Sistema Nacional de Inovação Roberto C. S. Pacheco
 
Síntese do plano estratégico
Síntese do plano estratégicoSíntese do plano estratégico
Síntese do plano estratégicoejng
 
Sistema Nacional de Inovacao e o papel da Gestao do Conhecimento
Sistema Nacional de Inovacao e o papel da Gestao do ConhecimentoSistema Nacional de Inovacao e o papel da Gestao do Conhecimento
Sistema Nacional de Inovacao e o papel da Gestao do ConhecimentoRoberto C. S. Pacheco
 
Tecnologia de Informação: Fortaleza, Cidade Competitiva e Inovadora
Tecnologia de Informação: Fortaleza, Cidade Competitiva e InovadoraTecnologia de Informação: Fortaleza, Cidade Competitiva e Inovadora
Tecnologia de Informação: Fortaleza, Cidade Competitiva e InovadoraCesar Cals Neto
 
Conhecimento e Inovação para a Competitividade
Conhecimento e Inovação para a CompetitividadeConhecimento e Inovação para a Competitividade
Conhecimento e Inovação para a CompetitividadeInovabrazil
 
Manifesto Transformação Digital Lei de Informática
Manifesto Transformação Digital Lei de InformáticaManifesto Transformação Digital Lei de Informática
Manifesto Transformação Digital Lei de InformáticaBrasscom
 
Brasscom - Normatização trabalhista na era do conhecimento
Brasscom - Normatização trabalhista na era do conhecimentoBrasscom - Normatização trabalhista na era do conhecimento
Brasscom - Normatização trabalhista na era do conhecimentoBrasscom
 
Município na mira de empresas de ti economia - jornal tribuna de minas
Município na mira de empresas de ti   economia - jornal tribuna de minasMunicípio na mira de empresas de ti   economia - jornal tribuna de minas
Município na mira de empresas de ti economia - jornal tribuna de minasRonney Moreira de Castro
 
Tim part apresentacao apimec poa 2019 final
Tim part  apresentacao apimec poa 2019  finalTim part  apresentacao apimec poa 2019  final
Tim part apresentacao apimec poa 2019 finalTIM RI
 
O Trabalhador da Era do Conhecimento - Regulamentação das Profissões de TIC
O Trabalhador da Era do Conhecimento - Regulamentação das Profissões de TICO Trabalhador da Era do Conhecimento - Regulamentação das Profissões de TIC
O Trabalhador da Era do Conhecimento - Regulamentação das Profissões de TICBrasscom
 

Mais procurados (20)

Análise de
Análise de Análise de
Análise de
 
Apresentação | Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014
Apresentação | Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014Apresentação | Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014
Apresentação | Relatório dos Investimentos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014
 
Apresentação agemot
Apresentação agemotApresentação agemot
Apresentação agemot
 
Consulta Pública - Estratégia nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação
Consulta Pública - Estratégia nacional de Ciência, Tecnologia e InovaçãoConsulta Pública - Estratégia nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação
Consulta Pública - Estratégia nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação
 
A hora de investir, pesquisa de atratividade Ernst & Young
A hora de investir, pesquisa de atratividade Ernst & YoungA hora de investir, pesquisa de atratividade Ernst & Young
A hora de investir, pesquisa de atratividade Ernst & Young
 
José Ricardo Roriz Coelho - FIESP
José Ricardo Roriz Coelho - FIESPJosé Ricardo Roriz Coelho - FIESP
José Ricardo Roriz Coelho - FIESP
 
País constrói pontes entre ciências e indústrias
País constrói pontes entre ciências e indústriasPaís constrói pontes entre ciências e indústrias
País constrói pontes entre ciências e indústrias
 
Seminário - O Comércio Exterior e a Indústira
Seminário - O Comércio Exterior e a IndústiraSeminário - O Comércio Exterior e a Indústira
Seminário - O Comércio Exterior e a Indústira
 
Relatório dos Investimentos dos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014
Relatório dos Investimentos dos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014Relatório dos Investimentos dos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014
Relatório dos Investimentos dos Brasileiros no Exterior | 16/01/2014
 
Indicadores e Sistema Nacional de Inovação
Indicadores e Sistema Nacional de Inovação Indicadores e Sistema Nacional de Inovação
Indicadores e Sistema Nacional de Inovação
 
Síntese do plano estratégico
Síntese do plano estratégicoSíntese do plano estratégico
Síntese do plano estratégico
 
Caderno valor 08_11_2012
Caderno valor 08_11_2012Caderno valor 08_11_2012
Caderno valor 08_11_2012
 
Sistema Nacional de Inovacao e o papel da Gestao do Conhecimento
Sistema Nacional de Inovacao e o papel da Gestao do ConhecimentoSistema Nacional de Inovacao e o papel da Gestao do Conhecimento
Sistema Nacional de Inovacao e o papel da Gestao do Conhecimento
 
Tecnologia de Informação: Fortaleza, Cidade Competitiva e Inovadora
Tecnologia de Informação: Fortaleza, Cidade Competitiva e InovadoraTecnologia de Informação: Fortaleza, Cidade Competitiva e Inovadora
Tecnologia de Informação: Fortaleza, Cidade Competitiva e Inovadora
 
Conhecimento e Inovação para a Competitividade
Conhecimento e Inovação para a CompetitividadeConhecimento e Inovação para a Competitividade
Conhecimento e Inovação para a Competitividade
 
Manifesto Transformação Digital Lei de Informática
Manifesto Transformação Digital Lei de InformáticaManifesto Transformação Digital Lei de Informática
Manifesto Transformação Digital Lei de Informática
 
Brasscom - Normatização trabalhista na era do conhecimento
Brasscom - Normatização trabalhista na era do conhecimentoBrasscom - Normatização trabalhista na era do conhecimento
Brasscom - Normatização trabalhista na era do conhecimento
 
Município na mira de empresas de ti economia - jornal tribuna de minas
Município na mira de empresas de ti   economia - jornal tribuna de minasMunicípio na mira de empresas de ti   economia - jornal tribuna de minas
Município na mira de empresas de ti economia - jornal tribuna de minas
 
Tim part apresentacao apimec poa 2019 final
Tim part  apresentacao apimec poa 2019  finalTim part  apresentacao apimec poa 2019  final
Tim part apresentacao apimec poa 2019 final
 
O Trabalhador da Era do Conhecimento - Regulamentação das Profissões de TIC
O Trabalhador da Era do Conhecimento - Regulamentação das Profissões de TICO Trabalhador da Era do Conhecimento - Regulamentação das Profissões de TIC
O Trabalhador da Era do Conhecimento - Regulamentação das Profissões de TIC
 

Semelhante a Mercado De Ti Em Natal, No Brasil E No Mundo E A PolíTica Industrial

Desenvolver internamente ou terceirizar
Desenvolver  internamente ou terceirizarDesenvolver  internamente ou terceirizar
Desenvolver internamente ou terceirizarAssespro Nacional
 
AnuarioInformaticaHoje-2014-2
AnuarioInformaticaHoje-2014-2AnuarioInformaticaHoje-2014-2
AnuarioInformaticaHoje-2014-2Rene Abdon Santos
 
11.12.2012 - FNTI: Relatório de Proposta a Certics
11.12.2012 - FNTI: Relatório de Proposta a Certics11.12.2012 - FNTI: Relatório de Proposta a Certics
11.12.2012 - FNTI: Relatório de Proposta a CerticsAssespro Nacional
 
InfoPI2013 - Palestra - Tecnologias da Informação e Comunicação, Empresas e P...
InfoPI2013 - Palestra - Tecnologias da Informação e Comunicação, Empresas e P...InfoPI2013 - Palestra - Tecnologias da Informação e Comunicação, Empresas e P...
InfoPI2013 - Palestra - Tecnologias da Informação e Comunicação, Empresas e P...Carlos Carvalho
 
Finep e seus instrumentos de apoio à inovação 12-09-2017-marilia
Finep e seus instrumentos de apoio à inovação  12-09-2017-mariliaFinep e seus instrumentos de apoio à inovação  12-09-2017-marilia
Finep e seus instrumentos de apoio à inovação 12-09-2017-mariliaTamara Zoner
 
Produtividade inovacao
Produtividade inovacaoProdutividade inovacao
Produtividade inovacaoMaisgestao
 
TI Maior - Balanço e Perspectivas
TI Maior - Balanço e PerspectivasTI Maior - Balanço e Perspectivas
TI Maior - Balanço e PerspectivasLaboratorium
 
2011-05-19-Assespro-Congresso-Six-Sigma
2011-05-19-Assespro-Congresso-Six-Sigma2011-05-19-Assespro-Congresso-Six-Sigma
2011-05-19-Assespro-Congresso-Six-SigmaAssespro Nacional
 
Rio Info 2015 - A verdade sobre os instrumentos de inovação - Luiz Claudio Souza
Rio Info 2015 - A verdade sobre os instrumentos de inovação - Luiz Claudio SouzaRio Info 2015 - A verdade sobre os instrumentos de inovação - Luiz Claudio Souza
Rio Info 2015 - A verdade sobre os instrumentos de inovação - Luiz Claudio SouzaRio Info
 
Revista Cisco Live Ed 24
Revista Cisco Live Ed 24Revista Cisco Live Ed 24
Revista Cisco Live Ed 24Cisco do Brasil
 
O novo Código da Ciência
O novo Código da CiênciaO novo Código da Ciência
O novo Código da CiênciaConfap
 
BNDES: Instrumentos de Apoio à Inovação
BNDES: Instrumentos de Apoio à InovaçãoBNDES: Instrumentos de Apoio à Inovação
BNDES: Instrumentos de Apoio à InovaçãoCPqD
 
Posicionamento Brasscom - Desafios e Demandas em TI
Posicionamento Brasscom -  Desafios e Demandas em TIPosicionamento Brasscom -  Desafios e Demandas em TI
Posicionamento Brasscom - Desafios e Demandas em TIBrasscom
 
Posicionamento Brasscom - Políticas Públicas para um Brasil Digital
Posicionamento Brasscom - Políticas Públicas para um Brasil DigitalPosicionamento Brasscom - Políticas Públicas para um Brasil Digital
Posicionamento Brasscom - Políticas Públicas para um Brasil DigitalBrasscom
 

Semelhante a Mercado De Ti Em Natal, No Brasil E No Mundo E A PolíTica Industrial (20)

Desenvolver internamente ou terceirizar
Desenvolver  internamente ou terceirizarDesenvolver  internamente ou terceirizar
Desenvolver internamente ou terceirizar
 
TCO no Brasil
TCO no BrasilTCO no Brasil
TCO no Brasil
 
Apresentação C,T&I no Setor Cibernético Brasileiro: Interesse Estratégico do ...
Apresentação C,T&I no Setor Cibernético Brasileiro: Interesse Estratégico do ...Apresentação C,T&I no Setor Cibernético Brasileiro: Interesse Estratégico do ...
Apresentação C,T&I no Setor Cibernético Brasileiro: Interesse Estratégico do ...
 
AnuarioInformaticaHoje-2014-2
AnuarioInformaticaHoje-2014-2AnuarioInformaticaHoje-2014-2
AnuarioInformaticaHoje-2014-2
 
11.12.2012 - FNTI: Relatório de Proposta a Certics
11.12.2012 - FNTI: Relatório de Proposta a Certics11.12.2012 - FNTI: Relatório de Proposta a Certics
11.12.2012 - FNTI: Relatório de Proposta a Certics
 
InfoPI2013 - Palestra - Tecnologias da Informação e Comunicação, Empresas e P...
InfoPI2013 - Palestra - Tecnologias da Informação e Comunicação, Empresas e P...InfoPI2013 - Palestra - Tecnologias da Informação e Comunicação, Empresas e P...
InfoPI2013 - Palestra - Tecnologias da Informação e Comunicação, Empresas e P...
 
Finep e seus instrumentos de apoio à inovação 12-09-2017-marilia
Finep e seus instrumentos de apoio à inovação  12-09-2017-mariliaFinep e seus instrumentos de apoio à inovação  12-09-2017-marilia
Finep e seus instrumentos de apoio à inovação 12-09-2017-marilia
 
Palestra Em Santa Maria Alunos
Palestra Em Santa Maria AlunosPalestra Em Santa Maria Alunos
Palestra Em Santa Maria Alunos
 
Produtividade inovacao
Produtividade inovacaoProdutividade inovacao
Produtividade inovacao
 
TI Maior - Balanço e Perspectivas
TI Maior - Balanço e PerspectivasTI Maior - Balanço e Perspectivas
TI Maior - Balanço e Perspectivas
 
2011-05-19-Assespro-Congresso-Six-Sigma
2011-05-19-Assespro-Congresso-Six-Sigma2011-05-19-Assespro-Congresso-Six-Sigma
2011-05-19-Assespro-Congresso-Six-Sigma
 
Marcado de TI.pptx
Marcado de TI.pptxMarcado de TI.pptx
Marcado de TI.pptx
 
Rio Info 2015 - A verdade sobre os instrumentos de inovação - Luiz Claudio Souza
Rio Info 2015 - A verdade sobre os instrumentos de inovação - Luiz Claudio SouzaRio Info 2015 - A verdade sobre os instrumentos de inovação - Luiz Claudio Souza
Rio Info 2015 - A verdade sobre os instrumentos de inovação - Luiz Claudio Souza
 
Apoio - Deputado Peninha
Apoio - Deputado Peninha Apoio - Deputado Peninha
Apoio - Deputado Peninha
 
Revista Cisco Live Ed 24
Revista Cisco Live Ed 24Revista Cisco Live Ed 24
Revista Cisco Live Ed 24
 
O novo Código da Ciência
O novo Código da CiênciaO novo Código da Ciência
O novo Código da Ciência
 
BNDES: Instrumentos de Apoio à Inovação
BNDES: Instrumentos de Apoio à InovaçãoBNDES: Instrumentos de Apoio à Inovação
BNDES: Instrumentos de Apoio à Inovação
 
Posicionamento Brasscom - Desafios e Demandas em TI
Posicionamento Brasscom -  Desafios e Demandas em TIPosicionamento Brasscom -  Desafios e Demandas em TI
Posicionamento Brasscom - Desafios e Demandas em TI
 
ICT and Innovation
ICT and InnovationICT and Innovation
ICT and Innovation
 
Posicionamento Brasscom - Políticas Públicas para um Brasil Digital
Posicionamento Brasscom - Políticas Públicas para um Brasil DigitalPosicionamento Brasscom - Políticas Públicas para um Brasil Digital
Posicionamento Brasscom - Políticas Públicas para um Brasil Digital
 

Último

MAPA - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 51-2024.docx
MAPA - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 51-2024.docxMAPA - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 51-2024.docx
MAPA - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 51-2024.docxjosecarlos413721
 
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 512024.docx
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA  - 512024.docxMAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA  - 512024.docx
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 512024.docx2m Assessoria
 
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docxATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docxjosecarlos413721
 
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 512024.docx
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA  - 512024.docxMAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA  - 512024.docx
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 512024.docx2m Assessoria
 
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docxATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docxjosecarlos413721
 
ATIVIDADE 1- LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO - 512024.docx
ATIVIDADE 1- LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO - 512024.docxATIVIDADE 1- LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO - 512024.docx
ATIVIDADE 1- LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO - 512024.docx2m Assessoria
 
ATIVIDADE 1 - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES  - 512024.docxATIVIDADE 1 - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES  - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 512024.docx2m Assessoria
 
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docxATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docxjosecarlos413721
 
Power BI: A ferramenta da Microsoft que vem ganhando o mercado.
Power BI: A ferramenta da Microsoft que vem ganhando o mercado.Power BI: A ferramenta da Microsoft que vem ganhando o mercado.
Power BI: A ferramenta da Microsoft que vem ganhando o mercado.Daniel Mendes
 
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docxATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx2m Assessoria
 
ATIVIDADE 1 - MODELAGEM DE SOFTWARE – 512024.docx
ATIVIDADE 1 - MODELAGEM DE SOFTWARE – 512024.docxATIVIDADE 1 - MODELAGEM DE SOFTWARE – 512024.docx
ATIVIDADE 1 - MODELAGEM DE SOFTWARE – 512024.docxjosecarlos413721
 
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docxATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx2m Assessoria
 
ATIVIDADE 1 - DESENHO TÉCNICO - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - DESENHO TÉCNICO - 512024.docxATIVIDADE 1 - DESENHO TÉCNICO - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - DESENHO TÉCNICO - 512024.docx2m Assessoria
 
MAPA - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 512024.docx
MAPA - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES  - 512024.docxMAPA - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES  - 512024.docx
MAPA - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 512024.docx2m Assessoria
 
Curso de Verão - Aula 03 - Introdução ao CI-CD e Infraestrutura como Código
Curso de Verão - Aula 03 - Introdução ao CI-CD e Infraestrutura como CódigoCurso de Verão - Aula 03 - Introdução ao CI-CD e Infraestrutura como Código
Curso de Verão - Aula 03 - Introdução ao CI-CD e Infraestrutura como CódigoGuilhermeJorgeAragod
 
ATIVIDADE 1 - TEORIA DAS ESTRUTURAS I - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TEORIA DAS ESTRUTURAS I - 512024.docxATIVIDADE 1 - TEORIA DAS ESTRUTURAS I - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TEORIA DAS ESTRUTURAS I - 512024.docx2m Assessoria
 
Serviços para fazer deploy do seu Frontend - react ceara 8 meetup 2024
Serviços para fazer deploy do seu Frontend - react ceara 8 meetup 2024Serviços para fazer deploy do seu Frontend - react ceara 8 meetup 2024
Serviços para fazer deploy do seu Frontend - react ceara 8 meetup 2024Ismael Ash
 
ATIVIDADE 1 - CONTABILIDADE EMPRESARIAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - CONTABILIDADE EMPRESARIAL - 512024.docxATIVIDADE 1 - CONTABILIDADE EMPRESARIAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - CONTABILIDADE EMPRESARIAL - 512024.docx2m Assessoria
 
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docxATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx2m Assessoria
 
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docxATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx2m Assessoria
 

Último (20)

MAPA - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 51-2024.docx
MAPA - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 51-2024.docxMAPA - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 51-2024.docx
MAPA - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 51-2024.docx
 
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 512024.docx
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA  - 512024.docxMAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA  - 512024.docx
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 512024.docx
 
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docxATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
 
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 512024.docx
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA  - 512024.docxMAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA  - 512024.docx
MAPA -INTRODUÇÃO À ENGENHARIA - 512024.docx
 
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docxATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docx
 
ATIVIDADE 1- LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO - 512024.docx
ATIVIDADE 1- LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO - 512024.docxATIVIDADE 1- LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO - 512024.docx
ATIVIDADE 1- LÓGICA PARA COMPUTAÇÃO - 512024.docx
 
ATIVIDADE 1 - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES  - 512024.docxATIVIDADE 1 - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES  - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 512024.docx
 
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docxATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TI - BOAS PRÁTICAS DE GOVERNANÇA EM TI - 512024.docx
 
Power BI: A ferramenta da Microsoft que vem ganhando o mercado.
Power BI: A ferramenta da Microsoft que vem ganhando o mercado.Power BI: A ferramenta da Microsoft que vem ganhando o mercado.
Power BI: A ferramenta da Microsoft que vem ganhando o mercado.
 
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docxATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
 
ATIVIDADE 1 - MODELAGEM DE SOFTWARE – 512024.docx
ATIVIDADE 1 - MODELAGEM DE SOFTWARE – 512024.docxATIVIDADE 1 - MODELAGEM DE SOFTWARE – 512024.docx
ATIVIDADE 1 - MODELAGEM DE SOFTWARE – 512024.docx
 
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docxATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx
 
ATIVIDADE 1 - DESENHO TÉCNICO - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - DESENHO TÉCNICO - 512024.docxATIVIDADE 1 - DESENHO TÉCNICO - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - DESENHO TÉCNICO - 512024.docx
 
MAPA - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 512024.docx
MAPA - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES  - 512024.docxMAPA - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES  - 512024.docx
MAPA - ADSIS - FUNDAMENTOS E ARQUITETURA DE COMPUTADORES - 512024.docx
 
Curso de Verão - Aula 03 - Introdução ao CI-CD e Infraestrutura como Código
Curso de Verão - Aula 03 - Introdução ao CI-CD e Infraestrutura como CódigoCurso de Verão - Aula 03 - Introdução ao CI-CD e Infraestrutura como Código
Curso de Verão - Aula 03 - Introdução ao CI-CD e Infraestrutura como Código
 
ATIVIDADE 1 - TEORIA DAS ESTRUTURAS I - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TEORIA DAS ESTRUTURAS I - 512024.docxATIVIDADE 1 - TEORIA DAS ESTRUTURAS I - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - TEORIA DAS ESTRUTURAS I - 512024.docx
 
Serviços para fazer deploy do seu Frontend - react ceara 8 meetup 2024
Serviços para fazer deploy do seu Frontend - react ceara 8 meetup 2024Serviços para fazer deploy do seu Frontend - react ceara 8 meetup 2024
Serviços para fazer deploy do seu Frontend - react ceara 8 meetup 2024
 
ATIVIDADE 1 - CONTABILIDADE EMPRESARIAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - CONTABILIDADE EMPRESARIAL - 512024.docxATIVIDADE 1 - CONTABILIDADE EMPRESARIAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - CONTABILIDADE EMPRESARIAL - 512024.docx
 
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docxATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE - 512024.docx
 
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docxATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx
ATIVIDADE 1 - PESQUISA OPERACIONAL - 512024.docx
 

Mercado De Ti Em Natal, No Brasil E No Mundo E A PolíTica Industrial

  • 1. Mercado de TI em Natal, no Brasil e no Mundo e a Política Industrial Brasileira Erick Dennel & Patrícia Felinto
  • 2. Apresentação  Mercado de TI em Natal  Mercado de TI no Mundo  Estrutura do mercado de TI  Offshore global  SEBRAE, PROTIC e a pesquisa  Brasil X Mundo  Dados da pesquisa  Vantagens do Brasil para receber  Empresas Potiguares investimentos  Mercado de TI no Brasil  Política Industrial Brasileira  Tendências do outsoursing  Conceitualizando  Contratações em 2009 e 2010  Política industrial no Brasil  Tabela de salários da TI  A atual política industrial  Tendências do mercado de TI  Conclusão  Programa Nacional de TI (Política  Referências de Desenvolvimento Produtivo)  Crescimento do Brasil e América Latina 2
  • 3. Mercado de TI em Natal, no Brasil e no Mundo e a Política Industrial Brasileira MERCADO DE TI EM NATAL 3
  • 4. Estrutura do mercado de TI  O segmento de TIC no Estado não é novo.  Podem ser encontradas empresas de informática com mais de duas décadas de existência  Observa-se um aquecimento da atividade empresarial a partir do ano 2000. 4
  • 5. Estrutura do mercado de TI  A cada ano observa-se a criação e o aperfeiçoamento das tecnologias com maior velocidade.  O setor carecia de uma ação coordenada.  A falta de instituições, políticas públicas e projetos específicos contribuíram para o crescimento desordenado. 5
  • 6. SEBRAE, PROTIC e a pesquisa  O ano de 2008 marcou o início de uma nova era para o setor de TIC do RN.  Através da metodologia de gerenciamento de projetos orientados para resultados (GEOR), o SEBRAE constituiu uma coordenação setorial na área de TIC e juntamente com parceiros e empresários criou o PROTIC. 6
  • 7. SEBRAE, PROTIC e a pesquisa  A criação do PROTIC visa fomentar o desenvolvimento de uma das mais importantes atividades empresariais dos novos tempos.  Uma das primeiras ações do PROTIC foi iniciar um amplo e completo diagnóstico do setor a fim de identificar e conhecer o setor de TIC da Grande Natal. 7
  • 8. SEBRAE, PROTIC e a pesquisa  Amostra de 55 empresas.  O objetivo da pesquisa:  Identificar:  perfil do empresário atuante na atividade;  perfil das empresas do setor;  aspectos de comercialização de seus produtos, desde o fornecedor de insumos ao consumidor final;  perfil dos colaboradores e as principais dificuldades existentes no mercado no momento atual.  Observar as características do negócio  Realizar análise econômica e financeira da empresa 8
  • 9. SEBRAE, PROTIC e a pesquisa Dados da pesquisa 9
  • 51. Outros dados ...  Em julho deste ano (2009) uma pesquisa foi realizada por aluno do IFRN com 85 empresas atuantes no ramo de tecnologia da informação da grande Natal. 51
  • 52. Das tecnologias abaixo, quais as utilizadas na sua empresa? 52
  • 53. A empresa possui algum processo ou metodologia bem definido? 53
  • 54. O foco da empresa é desenvolver ... 54
  • 55. Conclusões do diagnóstico  Há muitas coisas que se pode concluir com o presente Diagnóstico. 1. Incentivar a criação de empresas no setor de TIC. 2. Definir Políticas Públicas efetivas de desenvolvimento do setor. 3. Ampliar a oferta de capacitação empresarial e técnica. 4. Disponibilizar acesso à inovação tecnológica e a metodologias e processos de desenvolvimento de produtos reconhecidos internacionalmente. 55
  • 56. Conclusões do diagnóstico  Há muitas coisas que se pode concluir com o presente Diagnóstico. 5. Identificar as vocações dos segmentos produtivos do Estado para definir vocações e/ou áreas de atuação do próprio setor de TIC. 6. Criar uma política de incentivos fiscais e benefícios e facilitar o acesso ao crédito. 7. Constituir mecanismos de Governança para o setor. 56
  • 57. Conclusões do diagnóstico  Há muitas coisas que se pode concluir com o presente Diagnóstico. 8. Aumentar a oferta de produtos para o mercado externo e nacionalizar produtos existentes. 9. Intensificar a utilização de TIC entre as próprias empresas do segmento. 10. Investir em programas de expansão e modernização, programas de qualidade e no desenvolvimento de novos produtos. 57
  • 59. Empresas potiguares  A Interativa Digital desenvolveu um sistema para recrutamento e seleção de RH que funciona 100% através da web.  O “RH nas nuvens” permite gerenciar currículos e vagas através do site da empresa cliente. 59
  • 60. Mercado de TI em Natal, no Brasil e no Mundo e a Política Industrial Brasileira MERCADO DE TI no Brasil 60
  • 61. Mercado de TI no Brasil  O mercado de TI no Brasil vem crescendo ano após ano com:  15% de crescimento entre 2004 e 2005;  25% entre 2006 e 2007;  correspondendo a 1,8% do PIB.  São 24 bilhões de reais por ano, sendo:  51% em hardware;  13% em software. 61
  • 62. Mercado de TI no Brasil  Contudo, ainda pouco se comparado aos países que mais investem em TI, como os Estados Unidos com 3% de seu PIB.  O Brasil é o 8º mercado interno de TI do mundo e indústria de TI, gerando:  US$ 9 bilhões em serviços;  Exportando apenas US$ 2,2 bilhões em serviços de offshore e outsourcing. 62
  • 63. Tendências do outsoursing  Outsourcing: obter mão-de-obra de fora da empresa, ou seja, mão-de-obra terceirizada;  Offshore: quando a empresa realoca processos de negócio para outro país, por exemplo uma fábrica, a fim de obter mão-de-obra mais barata, carga tributária menor etc. 63
  • 64. Tendências do outsoursing  Com a crise global os preços do setor de outsourcing caíram em 2009  Se a economia mostrar sinais reais de que se recuperou, os preços dos serviços tenderão a subir para recuperar parte das reduções feitas no último ano.  Mesmo com a crise, o mercado mundial de Offshore Outsourcing apresenta um crescimento de mais de 20% ao ano.  O número torna o Brasil apto a conquistar parte dos US$ 31 bilhões que serão movimentados neste mercado até 2010. 64
  • 65. Contratações em 2009 e 2010  Segundo a consultoria IDC, de 2006 a 2009 foram gerados na América Latina mais de 600 mil empregos. Quase metade deles no Brasil.  Mesmo sob os efeitos da crise financeira mundial, houve um aumento anual de 40% nas contratações dos setores de TI e Telecom, em comparação a 2008.  Para 2010, a espera-se que as contratações cresçam 70% em relação aos números registrados em 2009. 65
  • 66. Tabela de salários da TI no Brasil 66
  • 67. Tendências do mercado de TI  O mercado de TI voltará a crescer em 2010, mas somente em 2011 é que atingirá os níveis de investimento registrados em 2008.  Na contra-mão da crise as empresas de automação de processos obtiveram um crescimento de 8% em média e tendem a continuar assim. 67
  • 68. Programa Nacional de TI (Política de Desenvolvimento Produtivo)  US$ 5 bilhões em exportações;  100 mil novos profissionais;  Incentivos federais:  10% de redução em contribuições trabalhistas;  Redução no imposto de renda para educação e inovação em P&D;  Incentivos locais:  Instalações e infra-estrutura;  Redução de impostos locais. 68
  • 69. Crescimento do Brasil e América Latina  Pelo 5º trimestre consecutivo, o Indicador da Sociedade da informação (ISI) brasileiro apresentou o maior avanço da AL, o que contrastou com o retrocesso da média latina.  A projeção para 2010 é que a o ISI do Brasil superará a média regional, alcançando média de 4,39 pontos, com um aumento anual de 2%.  O avanço brasileiro, que ocupará o quarto lugar na região, contrasta com a queda prevista para outras nações da AL. 69
  • 70. Crescimento do Brasil e América Latina  No que se refere ao desenvolvimento do Ambiente da Sociedade da Informação, o segundo componente que complementa o indicador ISI:  O Chile se destaca por mostrar a melhor pontuação da região, 6,17 pontos.  Em seguida vem o Peru, com 5,42 pontos;  o México, com 5,12;  o Brasil com 4,89;  Argentina, com 4,67 ;  e a Colômbia, com 4,79.  O Chile é o líder regional em número de computadores para cada mil habitantes e também em número de servidores e vendas de varejo online. 70
  • 71. Crescimento do Brasil e América Latina  A posição desfavorável do Brasil no ranking deve-se e muito à grandiosidade do País.  O desempenho brasileiro deve-se, principalmente, ao aumento no número de equipamentos como computadores, servidores e, especialmente, telefones celulares, que triplicaram em cinco anos e avançaram 18,2% no ano.  A evolução do número de usuários de internet também contribuiu para este progresso. 13% dos usuários de internet no País utilizam serviços de banda larga, o que representa um crescimento de 1,3 ponto percentual na comparação com o ano passado. 71
  • 72. Mercado de TI em Natal, no Brasil e no Mundo e a Política Industrial Brasileira MERCADO DE TI no mundo 72
  • 73. Mercado de TI no Mundo  A indústria faturou US$ 1,3 trilhão no mundo em 2008, crescendo a taxas próximas de 3% ao ano.  Puxando esse crescimento estão os serviços de offshore outsourcing, que movimentarão US$ 101 bilhões em 2010, e vêm crescendo 20% ao ano.  No futuro, o offshore outsourcing se transformará num negócio de US$ 300 bilhões a US$ 400 bilhões anuais. 73
  • 74. Offshore global  A Índia domina US$ 50 bilhões desse mercado de US$ 84 bilhões (2009) de offshore e outsourcing  O mercado global deste setor gerou US$ 81 bilhões em 2008, apresentando crescimento de 9,4%, sendo a América do Norte e a Europa dominante de 77% desse mercado. 74
  • 75. Offshore global  De acordo com a A.T. Kearney o Brasil aprimorou sua competitividade como um destino para offshore e outsourcing, e hoje tem recebido uma parcela cada vez mais representativa deste mercado,assim competirá com outros destinos emergentes para dividir os US$ 31 bilhões que serão movimentados neste setor até 2010.  Os números deste mercado global estão saltando espantosamente: de US$ 50 bilhões em 2007 para US$ 70 bilhões em 2008; e há previsão de um crescimento de 20% nos próximos anos, atingindo US$ 101 bilhões em 2010. 75
  • 76. Brasil X Mundo  O Brasil é o 3° colocado em recursos humanos e ambiente de negócios;  Com a liderança da Índia no mercado de offshore, o Brasil competirá com outros destinos emergentes (China, México, Argentina, Chile, entre outros) para dividir metade dos cerca de US$ 31 bilhões que serão movimentados no setor, nos próximos dois anos; 76
  • 77. Brasil X Mundo  O Brasil ocupa a 40ª posição no ranking global do índice de competitividade da indústria de TI, segundo Economist Intelligence Unit.  O país alcançou 36,6 pontos de um total de 100 no índice global.  Os outros países da América Latina que mereceram destaque são o Chile (27º), Argentina (41º), México (48º) e Colômbia (52º).  Já os países que formam o bloco BRIC estão muito próximos na tabela: Rússia em 38º, China o 39º, Brasil em 40º e Índia na 44ª colocação. 77
  • 78. Brasil X Mundo  Enquanto mantém sua estratégia diferenciada, o Brasil deve monitorar e melhorar constantemente sua posição competitiva em termos de custos;  Desenvolver as companhias sediadas no Brasil deve ser o foco para fortalecer a oferta de serviços;  O Brasil está apto a oferecer soluções inovadoras através de seus recursos altamente especializados e seu sofisticado mercado interno, especialmente em verticais como finanças, varejo, manufatura, comunicações e serviços. 78
  • 79. Vantagens do Brasil para receber investimentos  Fuso horário compatível com os Estados Unidos;  Malha aérea e facilidade de deslocamento para viagens internacionais;  Inexistência de desastres naturais e terrorismo;  Política e economia previsíveis. 79
  • 80. Mercado de TI em Natal, no Brasil e no Mundo e a Política Industrial Brasileira Política Industrial Brasileira 80
  • 81. Conceitualizando: O que é a política industrial  Pressupõe um conjunto de medidas que forneça bases adequadas para o desenvolvimento do setor, tais como:  Incentivos fiscais;  Investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D);  Créditos subsidiados;  Intervenção direta do Estado no processo produtivo;  Parcerias público-privadas;  Criação de zonas francas e de processamento para exportação (ZPE), entre outros. 81
  • 82. Conceitualizando: O que é a política industrial  Geralmente, vem acompanhada de ações complementares na área de comércio exterior e de tecnologia.  Isso porque:  a tendência é de crescente participação das economias no comércio internacional e no processo mundial de produção e circulação de mercadorias e serviços.  adequação da produção nacional ao comércio internacional no sentido de produzir aqueles bens que apresentem maior competitividade em relação aos demais países produtores. 82
  • 83. Conceitualizando: O que é a política industrial  A tecnologia é um fator de produção tão importante quanto o capital ou a mão-de-obra.  A tecnologia de produto ou de processo produtivo irá determinar, em grande parte, a capacidade competitiva dos produtos no comércio internacional. 83
  • 84. O desenvolvimento e a absorção de tecnologia compõem um dos pilares do desenvolvimento da indústria de um país. 84
  • 85. Política industrial no Brasil  O Brasil tem adotado políticas explícitas de incentivo a indústria e de política industrial.  Tais políticas integravam os planos estratégicos de desenvolvimento. 85
  • 86. Política industrial no Brasil  Os planos de maior êxito e mais conhecidos são:  Planos de Metas da segunda metade da década de 50  e o Plano Nacional de Desenvolvimento (PND) na década de 70.  Tiveram como ponto central o setor industrial e foram decisivos para o desenvolvimento e integração da indústria brasileira. 86
  • 87. Política industrial no Brasil  A partir da década de 80 os planos de desenvolvimento foram substituídos pelos planos de estabilização, que procuravam combater a inflação e estabilizar a economia.  Nesse novo contexto, pouco ou nada se fez em relação à política industrial. 87
  • 88. Política industrial no Brasil  Logo no início dos anos 90 instalou-se a Câmara Setorial do Setor Automotivo,  fazia parte de um programa que pretendia agir dentro das cadeias produtivas.  A idéia de câmara setorial de cadeias produtivas foi retomada a partir de 2002.  “Fóruns de Competitividade – Diálogo para o Desenvolvimento”. 88
  • 89. Política industrial no Brasil  Os Fóruns foram constituídos para diversas cadeias produtivas – 17 em princípio.  O processo de seleção dos setores obedecia ao potencial de cada um em relação às:  Variáveis de emprego e renda;  Desenvolvimento regional;  Exportação e competição com importação. 89
  • 90. A atual política industrial  A Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE)  formulada em novembro de 2003;  anunciada em março de 2004;  constitui um conjunto de providências que pode ser considerado diretrizes de uma política industrial. 90
  • 91. A atual política industrial  Compõem e permitem a implementação da PITCE:  Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial;  Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial;  O Conselho é comandado pelo Presidente da República.  Cabe à Agência, de acordo com o estabelecido pela PITCE, cuidar da execução da política industrial. 91
  • 92. A atual política industrial  As diretrizes contidas na PITCE deixam claro:  O Estado deve criar um ambiente favorável ao desenvolvimento da indústria e facilitar a iniciativa empreendedora. 92
  • 93. A atual política industrial  Assim, “a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior tem como objetivo o aumento da eficiência econômica e do desenvolvimento e difusão de tecnologias com maior potencial de indução do nível de atividade e de competição no comércio internacional. Ela estará focada no aumento da eficiência da estrutura produtiva, aumento da capacidade de inovação das empresas brasileiras e expansão das exportações.” 93
  • 94. A atual política industrial  Inovação e desenvolvimento tecnológico: a. Projeto de Lei de Inovações b. Incentivo para pesquisa, desenvolvimento e inovação; c. Incentivo ao setor de informática e automação – extensão dos benefícios previstos na Lei de Informática até 2019; d. Programa de nanociência e nanotecnologia; e. Programa de Apoio à Pesquisa em Pequenas Empresas – governo apóia a geração de pequenas empresas de base tecnológica; 94
  • 95. A atual política industrial  Inserção externa;  Itens f,g e h [...]  Modernização industrial;  Item i [...]  Para saber mais ...  Consulte as referências! 95
  • 96. A atual política industrial  Opções estratégicas: j. O governo está priorizando setores como software, semicondutores, fármacos e medicamentos, e bens de capital, com o objetivo de substituir importações e assegurar a auto suficiência do Brasil, através da concessão de crédito, empréstimos, redução de alíquotas de impostos. 96
  • 97. A atual política industrial  Os setores para os quais serão destinadas as maiores atenções na política industrial brasileira atual são os de:  Semicondutores;  Software;  Fármacos/Medicamentos;  Bens de capital. 97
  • 98. A atual política industrial  Tratam-se de atividades intensivas em capital e os recursos humanos ali empregados são de alta qualificação, algo escasso no mercado de trabalho brasileiro. 98
  • 99. Conclusão  É bem simples:  O RN ainda tem muito o que crescer: é preciso mais organização e incentivo;  O país tem capacidade de crescimento no mercado mundial;  As oportunidades estão aí ... ^^ 99
  • 100. Referências  Diagnóstico setorial das empresas de tecnologia da informação da grande Natal - SEBRAE em 10/2008 disponível em http://www.sebrae.com.br/setor/tecnologia-da- informacao/integra_documento?documento=681645C45788A8AD83 2574F1004BD1F9  Pesquisa em 06/2009 por Elomar França disponível em http://www.surveymonkey.com/s/9VGCZPN  http://computerworld.uol.com.br/tecnologia/  http://www.timaster.com.br  http://www.telecentros.desenvolvimento.gov.br/  http://computerworld.uol.com.br/carreira/tabela_salarios  Política industrial no Brasil: O que é a Nova Política Industrial - Revista Nota técnica em 12/2005  http://www2.thetoptips.com.br/2009/08/06/empresa-de-ti-de-natal- lanca-sistema-de-rh-nas-nuvens/  http://br.youtube.com/watch?v=2Bh1obuzlwE 100