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Web 2.0 em Bibliotecas
Web 2.0 em Bibliotecas
Uma introdução ao admirável mundo
         novo da Web 2.0

                      Teresa Laranjeiro
                      laranjeiro@lissabon.goethe.org
SUMÁRIO
SUMÁRIO
A Web 2.0
SUMÁRIO
A Web 2.0

A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0
SUMÁRIO
A Web 2.0

A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0

Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas
SUMÁRIO
A Web 2.0

A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0

Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas

 • Blogosfera
SUMÁRIO
A Web 2.0

A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0

Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas

 • Blogosfera
 • Media social e redes sociais
SUMÁRIO
A Web 2.0

A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0

Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas

 • Blogosfera
 • Media social e redes sociais
 • Agregadores de informação
SUMÁRIO
A Web 2.0

A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0

Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas

 • Blogosfera
 • Media social e redes sociais
 • Agregadores de informação
 • Folksonomias, catalogação social e redes colaborativas
SUMÁRIO
A Web 2.0

A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0

Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas

 • Blogosfera
 • Media social e redes sociais
 • Agregadores de informação
 • Folksonomias, catalogação social e redes colaborativas
Paradigmas para o futuro
A WEB 2.0
NO INÍCIO...
NO INÍCIO...

A Web 1.0
NO INÍCIO...

A Web 1.0
Informativa e passiva, dominada
pelas grandes companhias

Páginas e texto estático,
embora já com hiperlinks
NO INÍCIO...

A Web 1.0
Informativa e passiva, dominada
pelas grandes companhias

Páginas e texto estático,
embora já com hiperlinks

Fóruns e mailing lists
Em 2004, durante uma conferência internacional,
 Tim O’Reilly, gestor da empresa O’Reilly Media,
  sugere o termo “Web 2.0” para designar uma
nova geração de serviços da internet, com novas
                  características.
Em 2004, durante uma conferência internacional,
 Tim O’Reilly, gestor da empresa O’Reilly Media,
  sugere o termo “Web 2.0” para designar uma
nova geração de serviços da internet, com novas
                  características.




       O que é, então, a Web 2.0?
A WEB 2.0
CARACTERÍSTICAS DA
     WEB 2.0
CARACTERÍSTICAS DA
     WEB 2.0
          Actualizações permanentes
          Baseada em aplicações web
          em vez de aplicações locais
          Personalização
          Agregação de informação
          Interactividade
          Comunidade
          Partilha
          Interoperabilidade
CARACTERÍSTICAS DA
     WEB 2.0
          Actualizações permanentes
          Baseada em aplicações web
          em vez de aplicações locais
          Personalização
          Agregação de informação
          Interactividade
          Comunidade
          Partilha
          Interoperabilidade
CARACTERÍSTICAS DA
     WEB 2.0
          Actualizações permanentes
          Baseada em aplicações web
          em vez de aplicações locais
          Personalização
          Agregação de informação
          Interactividade
          Comunidade
          Partilha
          Interoperabilidade
CARACTERÍSTICAS DA
     WEB 2.0
          Actualizações permanentes
          Baseada em aplicações web
          em vez de aplicações locais
          Personalização
          Agregação de informação
          Interactividade
          Comunidade
          Partilha
          Interoperabilidade
CARACTERÍSTICAS DA
     WEB 2.0
          Actualizações permanentes
          Baseada em aplicações web
          em vez de aplicações locais
          Personalização
          Agregação de informação
          Interactividade
          Comunidade
          Partilha
          Interoperabilidade
CARACTERÍSTICAS DA
     WEB 2.0
          Actualizações permanentes
          Baseada em aplicações web
          em vez de aplicações locais
          Personalização
          Agregação de informação
          Interactividade
          Comunidade
          Partilha
          Interoperabilidade
CARACTERÍSTICAS DA
     WEB 2.0
          Actualizações permanentes
          Baseada em aplicações web
          em vez de aplicações locais
          Personalização
          Agregação de informação
          Interactividade
          Comunidade
          Partilha
          Interoperabilidade
A BIBLIOTECA 2.0
A BIBLIOTECA 2.0

Termo cunhado em 2005 por Michael Casey, do
blogue Library Crunch.


Refere-se a uma Biblioteca adaptada aos tempos
modernos, que procura melhorar os seus serviços
e contacto com os utilizadores com a ajuda das
ferramentas da Web 2.0.
PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0
         CHAD MILLER / KEN CHAD (2005)
PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0
         CHAD MILLER / KEN CHAD (2005)




                                         Presença
PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0
                 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005)




Elo de ligação

                                                 Presença
PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0
                 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005)




Elo de ligação

                                                 Presença

Participação
PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0
                 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005)




                                       Acessibilidade
Elo de ligação

                                                 Presença

Participação
PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0
                 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005)




                                       Acessibilidade
Elo de ligação

                                                 Presença

Participação                       Interactividade
PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0
                 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005)




                                       Acessibilidade
Elo de ligação

                                                 Presença
      Colaboração
Participação                       Interactividade
PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0
               CHAD MILLER / KEN CHAD (2005)




                                     Acessibilidade
Elo de ligação
              Comunidade
                                               Presença
      Colaboração
Participação                     Interactividade
OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0
OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0
 Ir de encontro às necessidades do utilizador.
OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0
 Ir de encontro às necessidades do utilizador.

Explorar serviços alternativos para cativar potenciais
utilizadores.
OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0
 Ir de encontro às necessidades do utilizador.

Explorar serviços alternativos para cativar potenciais
utilizadores.

 Comunicar mais facilmente com os utilizadores.
OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0
 Ir de encontro às necessidades do utilizador.

Explorar serviços alternativos para cativar potenciais
utilizadores.

 Comunicar mais facilmente com os utilizadores.

 Partilhar conhecimento de forma mais eficiente.
OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0
 Ir de encontro às necessidades do utilizador.

Explorar serviços alternativos para cativar potenciais
utilizadores.

 Comunicar mais facilmente com os utilizadores.

 Partilhar conhecimento de forma mais eficiente.

 Reunir informação local.
A BIBLIOTECA 2.0
É uma resposta ao mundo pós-Google.
Obriga a uma mudança fundamental na missão da
biblioteca.
Requer uma reorganização interna.
Requer agilidade tecnológica.
A BIBLIOTECA 2.0
É uma resposta ao mundo pós-Google.
Obriga a uma mudança fundamental na missão da
biblioteca.
Requer uma reorganização interna.
Requer agilidade tecnológica.

A Biblioteca 2.0 é essencial para a
sobrevivência e afirmação da instituição.
O BIBLIOTECÁRIO 2.0
MANIFESTO DO BIBLIOTECÁRIO 2.0
            LAURA COHEN (2006)
MANIFESTO DO BIBLIOTECÁRIO 2.0
                       LAURA COHEN (2006)




 Reconhecer as mudanças no mundo da informação e
 responder positivamente às mudanças, em benefício do
 serviço e dos seus utilizadores.
 Conhecer os utilizadores e coordenar os serviços em prol
 destes.
 Trabalhar activamente em prol da mudança.
 Não esperar por algo perfeito antes de o partilhar.
 Trabalhar com os utilizadores na informação.
FERRAMENTAS DA WEB 2.0
APLICADAS ÀS BIBLIOTECAS
FERRAMENTAS DA WEB 2.0
APLICADAS ÀS BIBLIOTECAS
BLOGOSFERA
BLOG
BLOG
Pode ter tipologias variadas:
pessoais, institucionais, viagens,
diários, fotologs.

Pode ser complementado com
outras ferramentas da Web 2.0
COMO FUNCIONA UM BLOG
COMO FUNCIONA UM BLOG




Os artigos podem ser comentados pelos leitores, criando
                 uma interactividade
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS
    BIBLIOTECAS, OS BLOGS...
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS
       BIBLIOTECAS, OS BLOGS...

... são gratuitos;
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS
       BIBLIOTECAS, OS BLOGS...

... são gratuitos;
... são fáceis de criar e de usar;
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS
       BIBLIOTECAS, OS BLOGS...

... são gratuitos;
... são fáceis de criar e de usar;
... podem servir como um complemento do site da biblioteca;
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS
       BIBLIOTECAS, OS BLOGS...

... são gratuitos;
... são fáceis de criar e de usar;
... podem servir como um complemento do site da biblioteca;
... têm inúmeras aplicações:
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS
         BIBLIOTECAS, OS BLOGS...

... são gratuitos;
... são fáceis de criar e de usar;
... podem servir como um complemento do site da biblioteca;
... têm inúmeras aplicações:
     partilhar novidades da biblioteca;
 •
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS
         BIBLIOTECAS, OS BLOGS...

... são gratuitos;
... são fáceis de criar e de usar;
... podem servir como um complemento do site da biblioteca;
... têm inúmeras aplicações:
     partilhar novidades da biblioteca;
 •

     contacto directo com os leitores (comentários);
 •
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS
         BIBLIOTECAS, OS BLOGS...

... são gratuitos;
... são fáceis de criar e de usar;
... podem servir como um complemento do site da biblioteca;
... têm inúmeras aplicações:
     partilhar novidades da biblioteca;
 •

     contacto directo com os leitores (comentários);
 •

     oferecer dicas úteis e informação adicional;
 •
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS
         BIBLIOTECAS, OS BLOGS...

... são gratuitos;
... são fáceis de criar e de usar;
... podem servir como um complemento do site da biblioteca;
... têm inúmeras aplicações:
     partilhar novidades da biblioteca;
 •

     contacto directo com os leitores (comentários);
 •

     oferecer dicas úteis e informação adicional;
 •

     clubes de leitura;
 •
FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS
         BIBLIOTECAS, OS BLOGS...

... são gratuitos;
... são fáceis de criar e de usar;
... podem servir como um complemento do site da biblioteca;
... têm inúmeras aplicações:
     partilhar novidades da biblioteca;
 •

     contacto directo com os leitores (comentários);
 •

     oferecer dicas úteis e informação adicional;
 •

     clubes de leitura;
 •

     blogs temáticos, blogs sobre eventos ou projectos específicos;
 •
BLOGS DE BIBLIOTECAS

Überblog - Blog dos bibliotecários do GI-Montreal


British Library Blogs


Scottish Libraries
DICAS PARA O
SUCESSO DE UM BLOG
DICAS PARA O
    SUCESSO DE UM BLOG
Escolha do tema;
DICAS PARA O
    SUCESSO DE UM BLOG
Escolha do tema;
Cuidado com a apresentação e a linguagem;
DICAS PARA O
    SUCESSO DE UM BLOG
Escolha do tema;
Cuidado com a apresentação e a linguagem;
Actualização;
DICAS PARA O
    SUCESSO DE UM BLOG
Escolha do tema;
Cuidado com a apresentação e a linguagem;
Actualização;
Marketing;
DICAS PARA O
    SUCESSO DE UM BLOG
Escolha do tema;
Cuidado com a apresentação e a linguagem;
Actualização;
Marketing;
Interactividade: sondagens, ligações a outros blogs e
comunidades;
DICAS PARA O
    SUCESSO DE UM BLOG
Escolha do tema;
Cuidado com a apresentação e a linguagem;
Actualização;
Marketing;
Interactividade: sondagens, ligações a outros blogs e
comunidades;
Encorajar o público a participar (com artigos ou com
comentários);
DICAS PARA O
    SUCESSO DE UM BLOG
Escolha do tema;
Cuidado com a apresentação e a linguagem;
Actualização;
Marketing;
Interactividade: sondagens, ligações a outros blogs e
comunidades;
Encorajar o público a participar (com artigos ou com
comentários);
Não desistir com a falta de comentários;
TWITTER
TWITTER

Fundado em 2006 pela
empresa Obvious.Corp.

Serviço de micro-blogging
(140 caracteres no
máximo).

O que estás a fazer agora?
De diário do quotidiano a agência noticiosa
De diário do quotidiano a agência noticiosa
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Gratuito;
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Gratuito;
Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Gratuito;
Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Gratuito;
Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);


Complemento do site da biblioteca:
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Gratuito;
Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);


Complemento do site da biblioteca:
 • Actualização permanente;
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Gratuito;
Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);


Complemento do site da biblioteca:
 • Actualização permanente;
 • Informações gerais (horários, mudanças de planos, etc);
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Gratuito;
Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);


Complemento do site da biblioteca:
 • Actualização permanente;
 • Informações gerais (horários, mudanças de planos, etc);
 • Ideal para partilhar novidades da biblioteca;
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Gratuito;
Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);


Complemento do site da biblioteca:
 • Actualização permanente;
 • Informações gerais (horários, mudanças de planos, etc);
 • Ideal para partilhar novidades da biblioteca;
 • Oferecer dicas úteis e informação adicional;
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Comunicação:
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Comunicação:
 • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Comunicação:
 • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
 • Construir uma comunidade à volta da biblioteca;
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Comunicação:
 • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
 • Construir uma comunidade à volta da biblioteca;
Informação:
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Comunicação:
 • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
 • Construir uma comunidade à volta da biblioteca;
Informação:
  • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais);
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Comunicação:
 • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
 • Construir uma comunidade à volta da biblioteca;
Informação:
  • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais);
  • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no
     momento;
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Comunicação:
 • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
 • Construir uma comunidade à volta da biblioteca;
Informação:
  • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais);
  • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no
     momento;
  • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora;
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Comunicação:
 • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
 • Construir uma comunidade à volta da biblioteca;
Informação:
  • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais);
  • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no
     momento;
  • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora;
  • Pesquisa de informação (motor de busca potente);
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Comunicação:
 • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
 • Construir uma comunidade à volta da biblioteca;
Informação:
  • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais);
  • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no
     momento;
  • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora;
  • Pesquisa de informação (motor de busca potente);
  • Receber actualizações de sites e instituições;
O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
Comunicação:
 • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
 • Construir uma comunidade à volta da biblioteca;
Informação:
  • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais);
  • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no
     momento;
  • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora;
  • Pesquisa de informação (motor de busca potente);
  • Receber actualizações de sites e instituições;
  • Bibliotecas como serviços de informação, não apenas repositórios
     de livros
AS BIBLIOTECAS E
          O TWITTER

José Afonso Furtado (Biblioteca de Arte da Fundação
Calouste Gulbenkian, Portugal)

Biblioteca Municipal de Grândola (Portugal)

Biblioteca Municipal de Muskiz (País Basco - Espanha)

Bibliotecas Escocesas
MEDIA SOCIAL E
REDES SOCIAIS
MEDIA SOCIAL E
REDES SOCIAIS
MEDIA SOCIAL
MEDIA SOCIAL


Interacção social

Colaboração

Partilha de Informação

Comunidades virtuais
EXEMPLOS DE MEDIA SOCIAL
     EM BIBLIOTECAS

 Conta Flickr da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste
 Gulbenkian (Portugal)

 Grupo Flickr dedicado à cidade de Muskiz (Espanha)

 Canal do Youtube do ISCA (Lisboa, Portugal)

 Biblioteca 2.0 no Slideshare
AS REDES SOCIAIS
AS REDES SOCIAIS

         Formam-se por escolha -
         grupo de pessoas com um
         objectivo comum: discutir um
         assunto, partilhar fotografias,
         comunicar, etc...

         São a forma de contacto por
         excelência entre crianças e
         jovens

         A sua utilização tem vindo a
         aumentar entre os adultos
AS REDES SOCIAIS PERMITEM...
AS REDES SOCIAIS PERMITEM...
 ... manter contacto com amigos e colegas;

 ... fazer novos amigos;

 ... partilhar informação;

 ... participar em discussões sobre temas variados;

 ... manter-nos actualizados;

 ... fazer e responder a perguntas;

 ... criar comunidades;
PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS?
PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS?
 São flexíveis e funcionais:

  •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0;
  •Permitem partilhar informação;
  •São fáceis de actualizar;
PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS?
 São flexíveis e funcionais:

  •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0;
  •Permitem partilhar informação;
  •São fáceis de actualizar;
 Permitem dinamizar actividades;
PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS?
 São flexíveis e funcionais:

  •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0;
  •Permitem partilhar informação;
  •São fáceis de actualizar;
 Permitem dinamizar actividades;
 Dão uma maior visibilidade na internet às Bibliotecas;
PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS?
 São flexíveis e funcionais:

  •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0;
  •Permitem partilhar informação;
  •São fáceis de actualizar;
 Permitem dinamizar actividades;
 Dão uma maior visibilidade na internet às Bibliotecas;


   As Redes Sociais têm a utilidade que lhes
               quisermos dar.
COMO DINAMIZAR A PÁGINA?
COMO DINAMIZAR A PÁGINA?
Informação básica:
 • Foto da Biblioteca
 • Contactos
 • Página da internet
COMO DINAMIZAR A PÁGINA?
Informação básica:
 • Foto da Biblioteca
 • Contactos
 • Página da internet

Interactividade:
 • Mensagens directas para os
   seguidores (fãs) da página
 • Fóruns de discussão
COMO DINAMIZAR A PÁGINA?
Informação básica:              Aplicações:
 • Foto da Biblioteca           • Vídeos do Youtube
 • Contactos                    • Fotos tiradas pelos
                                  leitores (Flickr)
 • Página da internet
                                • Feeds RSS
                                • Twitter
Interactividade:
                                • Artigos do Blog
 • Mensagens directas para os   • Catálogos (Librarything)
   seguidores (fãs) da página
 • Fóruns de discussão
MAPA DA POPULARIDADE DAS REDES
           SOCIAIS
BIBLIOTECAS NAS REDES
           SOCIAIS

Rede de Bibliotecas do Instituto Cervantes (Espanha)



Goethe-Institut (Alemanha)



British Library (Reino Unido)
AGREGADORES DE
  INFORMAÇÃO
A internet é um local em constante mutação.
A internet é um local em constante mutação.

Sites e páginas actualizados, criados e apagados
             em poucos segundos.
A internet é um local em constante mutação.

Sites e páginas actualizados, criados e apagados
             em poucos segundos.

     Como podemos controlar a
    informação que procuramos?
RSS
RSS
RSS = Realy Simple Syndication
RSS
RSS = Realy Simple Syndication

Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem
incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil
e eficazmente notícias ou alterações num site.
RSS
RSS = Realy Simple Syndication

Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem
incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil
e eficazmente notícias ou alterações num site.

Com a ajuda de programas específicos, é possível subscrever Feeds de
várias páginas, automatizando a recepção de informação,
sem ser necessário consultar os sites de onde é extraída.
RSS
RSS = Realy Simple Syndication

Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem
incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil
e eficazmente notícias ou alterações num site.

Com a ajuda de programas específicos, é possível subscrever Feeds de
várias páginas, automatizando a recepção de informação,
sem ser necessário consultar os sites de onde é extraída.

Os Feeds RSS também permitem receber conteúdos vídeo ou áudio.
RSS
RSS = Realy Simple Syndication

Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem
incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil
e eficazmente notícias ou alterações num site.

Com a ajuda de programas específicos, é possível subscrever Feeds de
várias páginas, automatizando a recepção de informação,
sem ser necessário consultar os sites de onde é extraída.

Os Feeds RSS também permitem receber conteúdos vídeo ou áudio.

XML - Formato que facilita a distribuição de conteúdo através da
internet
COMO FUNCIONA?
COMO FUNCIONA?

O produtor da informação põe à disposição dos utilizadores
um ficheiro XML com referências bibliográficas de um artigo
(ex: título, url, data e resumo) = Feeds (fontes)

Com a ajuda de um agregador de informação, o subscritor é
avisado cada vez que existe uma actualização
TIPOS DE AGREGADORES
TIPOS DE AGREGADORES
As actualizações podem chegar
de diversas formas:

 na página de entrada da
 internet (Netvibes, iGoogle,
 MyYahoo);

 numa lista que se adiciona a
 uma página da internet;

 na página de um agregador
 de informação (Bloglines,
 Googlereader)
RSS EM BIBLIOTECAS

Manter os utilizadores ao corrente do que se passa na
Biblioteca da forma que estes escolhem;

Artigos de jornais com feeds disponibilizados pelas revistas e
jornais;

Receber actualizações de outras Bibliotecas, outras
instituições e empresas (editoras, distribuidores, etc...)
EXEMPLOS


Lamooche - Portal de Gestão da Informação (França)


Feeds RSS do Überblog (GI Montreal)
FOLKSONOMIAS, CATALOGAÇÃO
SOCIAL E REDES COLABORATIVAS
FOLKSONOMIAS, CATALOGAÇÃO
SOCIAL E REDES COLABORATIVAS
FOLKSONOMIA
FOLKSONOMIA

Folksonomia = Folk (pessoas) + (ta)xonomia (classificação)

Expressão criada por Thomas Vander Wal para designar uma
nova forma de indexar, mais próxima das pessoas.

Permite a cada utilizador classificar a informação com uma
ou mais palavras-chave à sua escolha - marcadores (tags).

Os marcadores permitem recuperar e partilhar a
informação.
DELICIOUS

Fundado em 2003, foi
primeiro site a usar tags
(marcadores) para
indexar a informação.

Serviço de bookmarking
s o c i a l p a r a g r a v a r,
partilhar e descobrir sites
VANTAGENS DA FOLKSONOMIA
VANTAGENS DA FOLKSONOMIA

Não tem custos monetários nem cognitivos;
VANTAGENS DA FOLKSONOMIA

Não tem custos monetários nem cognitivos;
Não requer formação;
VANTAGENS DA FOLKSONOMIA

Não tem custos monetários nem cognitivos;
Não requer formação;
Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e
possível de partilhar;
VANTAGENS DA FOLKSONOMIA

Não tem custos monetários nem cognitivos;
Não requer formação;
Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e
possível de partilhar;
Facilita a pesquisa de informação - seguir os marcadores
permite encontrar informação que poderia permanecer
escondida;
VANTAGENS DA FOLKSONOMIA

Não tem custos monetários nem cognitivos;
Não requer formação;
Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e
possível de partilhar;
Facilita a pesquisa de informação - seguir os marcadores
permite encontrar informação que poderia permanecer
escondida;
Permite uma exploração mais aberta e profunda do conteúdo
(ao contrário dos motores de busca);
VANTAGENS DA FOLKSONOMIA

Não tem custos monetários nem cognitivos;
Não requer formação;
Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e
possível de partilhar;
Facilita a pesquisa de informação - seguir os marcadores
permite encontrar informação que poderia permanecer
escondida;
Permite uma exploração mais aberta e profunda do conteúdo
(ao contrário dos motores de busca);
Reflecte a escolha dos utilizadores (linguagem natural) e a
evolução do vocabulário.
DESVANTAGENS DA FOLKSONOMIA

 Quatro grandes problemas; sinonímia, polisemia, nível de
 especificidade e de generalidade dos marcadores.

 Acrónimos.

 Plurais.

 Não propõe ligações entre os marcadores.

 Não existência de uma regra de sintaxe para a criação
 de termos com mais do que uma palavra.
CATALOGAÇÃO SOCIAL
CATALOGAÇÃO SOCIAL

Forma de organizar o conhecimento
CATALOGAÇÃO SOCIAL

Forma de organizar o conhecimento

Possibilidade de partilhar catálogos e interagir com outros
com base na informação partilhada
CATALOGAÇÃO SOCIAL

Forma de organizar o conhecimento

Possibilidade de partilhar catálogos e interagir com outros
com base na informação partilhada

Melhoramento e enriquecimento da descrição catalográfica
através da cooperação na produção dos metadados ou de
análise dos dados disponíveis
LIBRARYTHING




Site criado em 2005 por Tim Spalding (programador) e Abby
Blachly (bibliotecária)

Aplicação web para catalogação de livros e partilha de
catálogos pessoais
VANTAGENS
VANTAGENS
Gratuito (ou pago);
VANTAGENS
Gratuito (ou pago);
Possibilidade de construir catálogos virtuais;
VANTAGENS
Gratuito (ou pago);
Possibilidade de construir catálogos virtuais;
Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de
bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library,
SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50
e do formato Marc;
VANTAGENS
Gratuito (ou pago);
Possibilidade de construir catálogos virtuais;
Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de
bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library,
SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50
e do formato Marc;
Combinar autores e obras - várias línguas;
VANTAGENS
Gratuito (ou pago);
Possibilidade de construir catálogos virtuais;
Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de
bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library,
SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50
e do formato Marc;
Combinar autores e obras - várias línguas;
Possibilidade de adicionar críticas dos leitores;
VANTAGENS
Gratuito (ou pago);
Possibilidade de construir catálogos virtuais;
Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de
bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library,
SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50
e do formato Marc;
Combinar autores e obras - várias línguas;
Possibilidade de adicionar críticas dos leitores;
Construção de listas;
VANTAGENS
Gratuito (ou pago);
Possibilidade de construir catálogos virtuais;
Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de
bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library,
SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50
e do formato Marc;
Combinar autores e obras - várias línguas;
Possibilidade de adicionar críticas dos leitores;
Construção de listas;
Social bookmarking - incentivar o público a partilhar com a Biblioteca;
VANTAGENS
Gratuito (ou pago);
Possibilidade de construir catálogos virtuais;
Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de
bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library,
SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50
e do formato Marc;
Combinar autores e obras - várias línguas;
Possibilidade de adicionar críticas dos leitores;
Construção de listas;
Social bookmarking - incentivar o público a partilhar com a Biblioteca;
Internacionalização - várias línguas, incluindo algumas pouco comuns -
feito pelos utilizadores.
LIBRARYTHING NAS
           BIBLIOTECAS

Serviço específico para bibliotecas




Promoção social
REDES COLABORATIVAS
• Toda a gente já ouviu falar
 ou já usou a Wikipedia

•É considerada a
 enciclopédia da internet, o
 recurso a que todos vão
 quando precisam

• Wiki   + (enciclo)pédia

• Mas    o que são afinal wikis?
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WIKIS

Uma colecção de páginas web desenhadas de forma a que
qualquer pessoa as possa modificar ou acrescentar.

Usadas para criar sites colaborativos ou para melhorar sites
comunitários.

Primeira wiki foi criada em 1994.
CARACTERÍSTICAS

São os participantes de decidem a estrutura de uma wiki
(criação, index, categoria, hierarquia)

Possível ver todas as alterações efectuadas

Conteúdo desenvolvido pela comunidade, reflectindo o
consenso dentro da comunidade

Plataforma ideal para projectos e trabalhos colaborativos
WIKIS EM BIBLIOTECAS


Bibliotecas criaram wikis para apresentar-se a si e às suas
novidades, permitindo que os utilizadores comentem, mas
não alterem


Uma wiki pode valorizar um catálogo, ao permitir aos
utilizadores e leitores adicionar comentários
BIBLIOTECAS COM WIKIS


Biblioteca de Direito e Economia da Universidade Paul
Cèzanne de Marselha - serviço de referência


Worldcat - anotar o catálogo e ler críticas
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Cross platform - Juntar os vários meios (ex:
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Autoria
QUESTÕES POR RESOLVER:

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informação?


Perda de privacidade


Autoria


Deturpação da informação
O QUE PODERÃO FAZER AS
      BIBLIOTECAS?
Identificar serviços e áreas que possam beneficiar da Web 2.0.

Experimentar até encontrar a ferramenta ideal

Avaliar os resultados

Procurar alternativas, caso a primeira experiência não tenha corrido
bem
O QUE PODERÃO FAZER AS
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Procurar alternativas, caso a primeira experiência não tenha corrido
bem

                 Existe um leque extenso de alternativas
             (http://www.philb.com/iwantto.htm).

Apenas temos de encontrar aquela que melhor se adeque ao nosso serviço
OBRIGADA.

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  • 1.
  • 2. Web 2.0 em Bibliotecas
  • 3. Web 2.0 em Bibliotecas Uma introdução ao admirável mundo novo da Web 2.0 Teresa Laranjeiro laranjeiro@lissabon.goethe.org
  • 6. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0
  • 7. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas
  • 8. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas • Blogosfera
  • 9. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas • Blogosfera • Media social e redes sociais
  • 10. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas • Blogosfera • Media social e redes sociais • Agregadores de informação
  • 11. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas • Blogosfera • Media social e redes sociais • Agregadores de informação • Folksonomias, catalogação social e redes colaborativas
  • 12. SUMÁRIO A Web 2.0 A Biblioteca 2.0 e o Bibliotecário 2.0 Ferramentas Web 2.0 em Bibliotecas • Blogosfera • Media social e redes sociais • Agregadores de informação • Folksonomias, catalogação social e redes colaborativas Paradigmas para o futuro
  • 16. NO INÍCIO... A Web 1.0 Informativa e passiva, dominada pelas grandes companhias Páginas e texto estático, embora já com hiperlinks
  • 17. NO INÍCIO... A Web 1.0 Informativa e passiva, dominada pelas grandes companhias Páginas e texto estático, embora já com hiperlinks Fóruns e mailing lists
  • 18.
  • 19. Em 2004, durante uma conferência internacional, Tim O’Reilly, gestor da empresa O’Reilly Media, sugere o termo “Web 2.0” para designar uma nova geração de serviços da internet, com novas características.
  • 20. Em 2004, durante uma conferência internacional, Tim O’Reilly, gestor da empresa O’Reilly Media, sugere o termo “Web 2.0” para designar uma nova geração de serviços da internet, com novas características. O que é, então, a Web 2.0?
  • 23. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  • 24. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  • 25. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  • 26. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  • 27. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  • 28. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  • 29. CARACTERÍSTICAS DA WEB 2.0 Actualizações permanentes Baseada em aplicações web em vez de aplicações locais Personalização Agregação de informação Interactividade Comunidade Partilha Interoperabilidade
  • 31. A BIBLIOTECA 2.0 Termo cunhado em 2005 por Michael Casey, do blogue Library Crunch. Refere-se a uma Biblioteca adaptada aos tempos modernos, que procura melhorar os seus serviços e contacto com os utilizadores com a ajuda das ferramentas da Web 2.0.
  • 32. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005)
  • 33. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Presença
  • 34. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Elo de ligação Presença
  • 35. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Elo de ligação Presença Participação
  • 36. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Acessibilidade Elo de ligação Presença Participação
  • 37. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Acessibilidade Elo de ligação Presença Participação Interactividade
  • 38. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Acessibilidade Elo de ligação Presença Colaboração Participação Interactividade
  • 39. PRINCÍPIOS DA BIBLIOTECA 2.0 CHAD MILLER / KEN CHAD (2005) Acessibilidade Elo de ligação Comunidade Presença Colaboração Participação Interactividade
  • 41. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0 Ir de encontro às necessidades do utilizador.
  • 42. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0 Ir de encontro às necessidades do utilizador. Explorar serviços alternativos para cativar potenciais utilizadores.
  • 43. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0 Ir de encontro às necessidades do utilizador. Explorar serviços alternativos para cativar potenciais utilizadores. Comunicar mais facilmente com os utilizadores.
  • 44. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0 Ir de encontro às necessidades do utilizador. Explorar serviços alternativos para cativar potenciais utilizadores. Comunicar mais facilmente com os utilizadores. Partilhar conhecimento de forma mais eficiente.
  • 45. OBJECTIVOS DA BIBLIOTECA 2.0 Ir de encontro às necessidades do utilizador. Explorar serviços alternativos para cativar potenciais utilizadores. Comunicar mais facilmente com os utilizadores. Partilhar conhecimento de forma mais eficiente. Reunir informação local.
  • 46. A BIBLIOTECA 2.0 É uma resposta ao mundo pós-Google. Obriga a uma mudança fundamental na missão da biblioteca. Requer uma reorganização interna. Requer agilidade tecnológica.
  • 47. A BIBLIOTECA 2.0 É uma resposta ao mundo pós-Google. Obriga a uma mudança fundamental na missão da biblioteca. Requer uma reorganização interna. Requer agilidade tecnológica. A Biblioteca 2.0 é essencial para a sobrevivência e afirmação da instituição.
  • 49. MANIFESTO DO BIBLIOTECÁRIO 2.0 LAURA COHEN (2006)
  • 50. MANIFESTO DO BIBLIOTECÁRIO 2.0 LAURA COHEN (2006) Reconhecer as mudanças no mundo da informação e responder positivamente às mudanças, em benefício do serviço e dos seus utilizadores. Conhecer os utilizadores e coordenar os serviços em prol destes. Trabalhar activamente em prol da mudança. Não esperar por algo perfeito antes de o partilhar. Trabalhar com os utilizadores na informação.
  • 51. FERRAMENTAS DA WEB 2.0 APLICADAS ÀS BIBLIOTECAS
  • 52. FERRAMENTAS DA WEB 2.0 APLICADAS ÀS BIBLIOTECAS
  • 54. BLOG
  • 55. BLOG Pode ter tipologias variadas: pessoais, institucionais, viagens, diários, fotologs. Pode ser complementado com outras ferramentas da Web 2.0
  • 57. COMO FUNCIONA UM BLOG Os artigos podem ser comentados pelos leitores, criando uma interactividade
  • 58. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS...
  • 59. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos;
  • 60. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar;
  • 61. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca;
  • 62. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações:
  • 63. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações: partilhar novidades da biblioteca; •
  • 64. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações: partilhar novidades da biblioteca; • contacto directo com os leitores (comentários); •
  • 65. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações: partilhar novidades da biblioteca; • contacto directo com os leitores (comentários); • oferecer dicas úteis e informação adicional; •
  • 66. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações: partilhar novidades da biblioteca; • contacto directo com os leitores (comentários); • oferecer dicas úteis e informação adicional; • clubes de leitura; •
  • 67. FERRAMENTA ESSENCIAL PARA AS BIBLIOTECAS, OS BLOGS... ... são gratuitos; ... são fáceis de criar e de usar; ... podem servir como um complemento do site da biblioteca; ... têm inúmeras aplicações: partilhar novidades da biblioteca; • contacto directo com os leitores (comentários); • oferecer dicas úteis e informação adicional; • clubes de leitura; • blogs temáticos, blogs sobre eventos ou projectos específicos; •
  • 68. BLOGS DE BIBLIOTECAS Überblog - Blog dos bibliotecários do GI-Montreal British Library Blogs Scottish Libraries
  • 69. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG
  • 70. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema;
  • 71. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem;
  • 72. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem; Actualização;
  • 73. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem; Actualização; Marketing;
  • 74. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem; Actualização; Marketing; Interactividade: sondagens, ligações a outros blogs e comunidades;
  • 75. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem; Actualização; Marketing; Interactividade: sondagens, ligações a outros blogs e comunidades; Encorajar o público a participar (com artigos ou com comentários);
  • 76. DICAS PARA O SUCESSO DE UM BLOG Escolha do tema; Cuidado com a apresentação e a linguagem; Actualização; Marketing; Interactividade: sondagens, ligações a outros blogs e comunidades; Encorajar o público a participar (com artigos ou com comentários); Não desistir com a falta de comentários;
  • 78. TWITTER Fundado em 2006 pela empresa Obvious.Corp. Serviço de micro-blogging (140 caracteres no máximo). O que estás a fazer agora?
  • 79. De diário do quotidiano a agência noticiosa
  • 80. De diário do quotidiano a agência noticiosa
  • 81. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
  • 82. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito;
  • 83. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);
  • 84. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio);
  • 85. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio); Complemento do site da biblioteca:
  • 86. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio); Complemento do site da biblioteca: • Actualização permanente;
  • 87. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio); Complemento do site da biblioteca: • Actualização permanente; • Informações gerais (horários, mudanças de planos, etc);
  • 88. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio); Complemento do site da biblioteca: • Actualização permanente; • Informações gerais (horários, mudanças de planos, etc); • Ideal para partilhar novidades da biblioteca;
  • 89. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Gratuito; Fácil de usar (não obriga a conhecimento técnico prévio); Complemento do site da biblioteca: • Actualização permanente; • Informações gerais (horários, mudanças de planos, etc); • Ideal para partilhar novidades da biblioteca; • Oferecer dicas úteis e informação adicional;
  • 90. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS
  • 91. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação:
  • 92. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies);
  • 93. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca;
  • 94. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação:
  • 95. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais);
  • 96. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais); • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no momento;
  • 97. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais); • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no momento; • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora;
  • 98. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais); • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no momento; • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora; • Pesquisa de informação (motor de busca potente);
  • 99. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais); • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no momento; • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora; • Pesquisa de informação (motor de busca potente); • Receber actualizações de sites e instituições;
  • 100. O TWITTER E AS BIBLIOTECAS Comunicação: • Permite um contacto directo com os leitores (@replies); • Construir uma comunidade à volta da biblioteca; Informação: • Informação actualizada (mais rápido do que os canais normais); • Trending Information - saber aquilo de que se está a falar no momento; • Serviço de referência - perguntas respondidas na hora; • Pesquisa de informação (motor de busca potente); • Receber actualizações de sites e instituições; • Bibliotecas como serviços de informação, não apenas repositórios de livros
  • 101. AS BIBLIOTECAS E O TWITTER José Afonso Furtado (Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal) Biblioteca Municipal de Grândola (Portugal) Biblioteca Municipal de Muskiz (País Basco - Espanha) Bibliotecas Escocesas
  • 105. MEDIA SOCIAL Interacção social Colaboração Partilha de Informação Comunidades virtuais
  • 106. EXEMPLOS DE MEDIA SOCIAL EM BIBLIOTECAS Conta Flickr da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian (Portugal) Grupo Flickr dedicado à cidade de Muskiz (Espanha) Canal do Youtube do ISCA (Lisboa, Portugal) Biblioteca 2.0 no Slideshare
  • 108. AS REDES SOCIAIS Formam-se por escolha - grupo de pessoas com um objectivo comum: discutir um assunto, partilhar fotografias, comunicar, etc... São a forma de contacto por excelência entre crianças e jovens A sua utilização tem vindo a aumentar entre os adultos
  • 109. AS REDES SOCIAIS PERMITEM...
  • 110. AS REDES SOCIAIS PERMITEM... ... manter contacto com amigos e colegas; ... fazer novos amigos; ... partilhar informação; ... participar em discussões sobre temas variados; ... manter-nos actualizados; ... fazer e responder a perguntas; ... criar comunidades;
  • 111. PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS?
  • 112. PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS? São flexíveis e funcionais: •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0; •Permitem partilhar informação; •São fáceis de actualizar;
  • 113. PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS? São flexíveis e funcionais: •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0; •Permitem partilhar informação; •São fáceis de actualizar; Permitem dinamizar actividades;
  • 114. PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS? São flexíveis e funcionais: •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0; •Permitem partilhar informação; •São fáceis de actualizar; Permitem dinamizar actividades; Dão uma maior visibilidade na internet às Bibliotecas;
  • 115. PORQUÊ USAR EM BIBLIOTECAS? São flexíveis e funcionais: •Possibilitam a integração de ferramentas da Web 2.0; •Permitem partilhar informação; •São fáceis de actualizar; Permitem dinamizar actividades; Dão uma maior visibilidade na internet às Bibliotecas; As Redes Sociais têm a utilidade que lhes quisermos dar.
  • 116. COMO DINAMIZAR A PÁGINA?
  • 117. COMO DINAMIZAR A PÁGINA? Informação básica: • Foto da Biblioteca • Contactos • Página da internet
  • 118. COMO DINAMIZAR A PÁGINA? Informação básica: • Foto da Biblioteca • Contactos • Página da internet Interactividade: • Mensagens directas para os seguidores (fãs) da página • Fóruns de discussão
  • 119. COMO DINAMIZAR A PÁGINA? Informação básica: Aplicações: • Foto da Biblioteca • Vídeos do Youtube • Contactos • Fotos tiradas pelos leitores (Flickr) • Página da internet • Feeds RSS • Twitter Interactividade: • Artigos do Blog • Mensagens directas para os • Catálogos (Librarything) seguidores (fãs) da página • Fóruns de discussão
  • 120. MAPA DA POPULARIDADE DAS REDES SOCIAIS
  • 121. BIBLIOTECAS NAS REDES SOCIAIS Rede de Bibliotecas do Instituto Cervantes (Espanha) Goethe-Institut (Alemanha) British Library (Reino Unido)
  • 122. AGREGADORES DE INFORMAÇÃO
  • 123.
  • 124. A internet é um local em constante mutação.
  • 125. A internet é um local em constante mutação. Sites e páginas actualizados, criados e apagados em poucos segundos.
  • 126. A internet é um local em constante mutação. Sites e páginas actualizados, criados e apagados em poucos segundos. Como podemos controlar a informação que procuramos?
  • 127. RSS
  • 128. RSS RSS = Realy Simple Syndication
  • 129. RSS RSS = Realy Simple Syndication Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil e eficazmente notícias ou alterações num site.
  • 130. RSS RSS = Realy Simple Syndication Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil e eficazmente notícias ou alterações num site. Com a ajuda de programas específicos, é possível subscrever Feeds de várias páginas, automatizando a recepção de informação, sem ser necessário consultar os sites de onde é extraída.
  • 131. RSS RSS = Realy Simple Syndication Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil e eficazmente notícias ou alterações num site. Com a ajuda de programas específicos, é possível subscrever Feeds de várias páginas, automatizando a recepção de informação, sem ser necessário consultar os sites de onde é extraída. Os Feeds RSS também permitem receber conteúdos vídeo ou áudio.
  • 132. RSS RSS = Realy Simple Syndication Os Feeds RSS contêm apenas os cabeçalhos, descrições e links, sem incluir elementos de design. Isto permite encontrar mais fácil e eficazmente notícias ou alterações num site. Com a ajuda de programas específicos, é possível subscrever Feeds de várias páginas, automatizando a recepção de informação, sem ser necessário consultar os sites de onde é extraída. Os Feeds RSS também permitem receber conteúdos vídeo ou áudio. XML - Formato que facilita a distribuição de conteúdo através da internet
  • 134. COMO FUNCIONA? O produtor da informação põe à disposição dos utilizadores um ficheiro XML com referências bibliográficas de um artigo (ex: título, url, data e resumo) = Feeds (fontes) Com a ajuda de um agregador de informação, o subscritor é avisado cada vez que existe uma actualização
  • 136. TIPOS DE AGREGADORES As actualizações podem chegar de diversas formas: na página de entrada da internet (Netvibes, iGoogle, MyYahoo); numa lista que se adiciona a uma página da internet; na página de um agregador de informação (Bloglines, Googlereader)
  • 137. RSS EM BIBLIOTECAS Manter os utilizadores ao corrente do que se passa na Biblioteca da forma que estes escolhem; Artigos de jornais com feeds disponibilizados pelas revistas e jornais; Receber actualizações de outras Bibliotecas, outras instituições e empresas (editoras, distribuidores, etc...)
  • 138. EXEMPLOS Lamooche - Portal de Gestão da Informação (França) Feeds RSS do Überblog (GI Montreal)
  • 139. FOLKSONOMIAS, CATALOGAÇÃO SOCIAL E REDES COLABORATIVAS
  • 140. FOLKSONOMIAS, CATALOGAÇÃO SOCIAL E REDES COLABORATIVAS
  • 142. FOLKSONOMIA Folksonomia = Folk (pessoas) + (ta)xonomia (classificação) Expressão criada por Thomas Vander Wal para designar uma nova forma de indexar, mais próxima das pessoas. Permite a cada utilizador classificar a informação com uma ou mais palavras-chave à sua escolha - marcadores (tags). Os marcadores permitem recuperar e partilhar a informação.
  • 143. DELICIOUS Fundado em 2003, foi primeiro site a usar tags (marcadores) para indexar a informação. Serviço de bookmarking s o c i a l p a r a g r a v a r, partilhar e descobrir sites
  • 145. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos;
  • 146. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos; Não requer formação;
  • 147. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos; Não requer formação; Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e possível de partilhar;
  • 148. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos; Não requer formação; Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e possível de partilhar; Facilita a pesquisa de informação - seguir os marcadores permite encontrar informação que poderia permanecer escondida;
  • 149. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos; Não requer formação; Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e possível de partilhar; Facilita a pesquisa de informação - seguir os marcadores permite encontrar informação que poderia permanecer escondida; Permite uma exploração mais aberta e profunda do conteúdo (ao contrário dos motores de busca);
  • 150. VANTAGENS DA FOLKSONOMIA Não tem custos monetários nem cognitivos; Não requer formação; Facilmente acessível - possível aceder em qualquer lugar, e possível de partilhar; Facilita a pesquisa de informação - seguir os marcadores permite encontrar informação que poderia permanecer escondida; Permite uma exploração mais aberta e profunda do conteúdo (ao contrário dos motores de busca); Reflecte a escolha dos utilizadores (linguagem natural) e a evolução do vocabulário.
  • 151. DESVANTAGENS DA FOLKSONOMIA Quatro grandes problemas; sinonímia, polisemia, nível de especificidade e de generalidade dos marcadores. Acrónimos. Plurais. Não propõe ligações entre os marcadores. Não existência de uma regra de sintaxe para a criação de termos com mais do que uma palavra.
  • 153. CATALOGAÇÃO SOCIAL Forma de organizar o conhecimento
  • 154. CATALOGAÇÃO SOCIAL Forma de organizar o conhecimento Possibilidade de partilhar catálogos e interagir com outros com base na informação partilhada
  • 155. CATALOGAÇÃO SOCIAL Forma de organizar o conhecimento Possibilidade de partilhar catálogos e interagir com outros com base na informação partilhada Melhoramento e enriquecimento da descrição catalográfica através da cooperação na produção dos metadados ou de análise dos dados disponíveis
  • 156. LIBRARYTHING Site criado em 2005 por Tim Spalding (programador) e Abby Blachly (bibliotecária) Aplicação web para catalogação de livros e partilha de catálogos pessoais
  • 159. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais;
  • 160. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc;
  • 161. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc; Combinar autores e obras - várias línguas;
  • 162. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc; Combinar autores e obras - várias línguas; Possibilidade de adicionar críticas dos leitores;
  • 163. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc; Combinar autores e obras - várias línguas; Possibilidade de adicionar críticas dos leitores; Construção de listas;
  • 164. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc; Combinar autores e obras - várias línguas; Possibilidade de adicionar críticas dos leitores; Construção de listas; Social bookmarking - incentivar o público a partilhar com a Biblioteca;
  • 165. VANTAGENS Gratuito (ou pago); Possibilidade de construir catálogos virtuais; Importação de registos online, quer de lojas online (Amazon), quer de bibliotecas mundiais (Biblioteca do Congresso Americano, British Library, SIBUL, etc...). 690 fontes de todo o mundo através do protocolo Z39.50 e do formato Marc; Combinar autores e obras - várias línguas; Possibilidade de adicionar críticas dos leitores; Construção de listas; Social bookmarking - incentivar o público a partilhar com a Biblioteca; Internacionalização - várias línguas, incluindo algumas pouco comuns - feito pelos utilizadores.
  • 166. LIBRARYTHING NAS BIBLIOTECAS Serviço específico para bibliotecas Promoção social
  • 167. REDES COLABORATIVAS • Toda a gente já ouviu falar ou já usou a Wikipedia •É considerada a enciclopédia da internet, o recurso a que todos vão quando precisam • Wiki + (enciclo)pédia • Mas o que são afinal wikis?
  • 168. REDES COLABORATIVAS • Toda a gente já ouviu falar ou já usou a Wikipedia •É considerada a enciclopédia da internet, o recurso a que todos vão quando precisam • Wiki + (enciclo)pédia • Mas o que são afinal wikis?
  • 169. WIKIS Uma colecção de páginas web desenhadas de forma a que qualquer pessoa as possa modificar ou acrescentar. Usadas para criar sites colaborativos ou para melhorar sites comunitários. Primeira wiki foi criada em 1994.
  • 170. CARACTERÍSTICAS São os participantes de decidem a estrutura de uma wiki (criação, index, categoria, hierarquia) Possível ver todas as alterações efectuadas Conteúdo desenvolvido pela comunidade, reflectindo o consenso dentro da comunidade Plataforma ideal para projectos e trabalhos colaborativos
  • 171. WIKIS EM BIBLIOTECAS Bibliotecas criaram wikis para apresentar-se a si e às suas novidades, permitindo que os utilizadores comentem, mas não alterem Uma wiki pode valorizar um catálogo, ao permitir aos utilizadores e leitores adicionar comentários
  • 172. BIBLIOTECAS COM WIKIS Biblioteca de Direito e Economia da Universidade Paul Cèzanne de Marselha - serviço de referência Worldcat - anotar o catálogo e ler críticas
  • 173.
  • 174. PARADIGMAS PARA O FUTURO
  • 175. A evolução da Web 2.0: Agregação Cross platform - Juntar os vários meios (ex: iPhone) Web semântica (Web 3.0?)
  • 177. QUESTÕES POR RESOLVER: Instabilidade - serviços vão e vêm, o que acontece com a informação?
  • 178. QUESTÕES POR RESOLVER: Instabilidade - serviços vão e vêm, o que acontece com a informação? Perda de privacidade
  • 179. QUESTÕES POR RESOLVER: Instabilidade - serviços vão e vêm, o que acontece com a informação? Perda de privacidade Autoria
  • 180. QUESTÕES POR RESOLVER: Instabilidade - serviços vão e vêm, o que acontece com a informação? Perda de privacidade Autoria Deturpação da informação
  • 181. O QUE PODERÃO FAZER AS BIBLIOTECAS? Identificar serviços e áreas que possam beneficiar da Web 2.0. Experimentar até encontrar a ferramenta ideal Avaliar os resultados Procurar alternativas, caso a primeira experiência não tenha corrido bem
  • 182. O QUE PODERÃO FAZER AS BIBLIOTECAS? Identificar serviços e áreas que possam beneficiar da Web 2.0. Experimentar até encontrar a ferramenta ideal Avaliar os resultados Procurar alternativas, caso a primeira experiência não tenha corrido bem Existe um leque extenso de alternativas (http://www.philb.com/iwantto.htm). Apenas temos de encontrar aquela que melhor se adeque ao nosso serviço
  • 183.

Notas do Editor

  1. 1. Definir a web 2.0, ver a evolução da web 1.0 para 2.0 2. Influência que teve nas bibliotecas e no papel do bibliotecário moderno 3. Descobrir aplicações concretas das ferramentas da web 2.0 nas bibliotecas
  2. 1. Definir a web 2.0, ver a evolução da web 1.0 para 2.0 2. Influência que teve nas bibliotecas e no papel do bibliotecário moderno 3. Descobrir aplicações concretas das ferramentas da web 2.0 nas bibliotecas
  3. 1. Definir a web 2.0, ver a evolução da web 1.0 para 2.0 2. Influência que teve nas bibliotecas e no papel do bibliotecário moderno 3. Descobrir aplicações concretas das ferramentas da web 2.0 nas bibliotecas
  4. 1. Definir a web 2.0, ver a evolução da web 1.0 para 2.0 2. Influência que teve nas bibliotecas e no papel do bibliotecário moderno 3. Descobrir aplicações concretas das ferramentas da web 2.0 nas bibliotecas
  5. 1. Definir a web 2.0, ver a evolução da web 1.0 para 2.0 2. Influência que teve nas bibliotecas e no papel do bibliotecário moderno 3. Descobrir aplicações concretas das ferramentas da web 2.0 nas bibliotecas
  6. 1. Definir a web 2.0, ver a evolução da web 1.0 para 2.0 2. Influência que teve nas bibliotecas e no papel do bibliotecário moderno 3. Descobrir aplicações concretas das ferramentas da web 2.0 nas bibliotecas
  7. 1. Definir a web 2.0, ver a evolução da web 1.0 para 2.0 2. Influência que teve nas bibliotecas e no papel do bibliotecário moderno 3. Descobrir aplicações concretas das ferramentas da web 2.0 nas bibliotecas
  8. 1. Definir a web 2.0, ver a evolução da web 1.0 para 2.0 2. Influência que teve nas bibliotecas e no papel do bibliotecário moderno 3. Descobrir aplicações concretas das ferramentas da web 2.0 nas bibliotecas
  9. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  10. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  11. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  12. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  13. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  14. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  15. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  16. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  17. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  18. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  19. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  20. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  21. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade
  22. Presença (A biblioteca está em todo o lado) Elo de ligação entre o utilizador e a informação Participação Acessibilidade Interactividade Colaboração Comunidade