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Romantismo
11ºC
Carolina Freire nº8
Carolina Quaresma nº9
Inês Paiva nº16
Joana Americano nº17
Mariana Americano nº22
Escola Secundária de
António Gedeão
Ano lectivo: 2014/2015
Disciplina: História A
Profª: Susana Simões
O que foi o Romantismo?
O romantismo foi um movimento cultural que exalta o
instinto e privilegia as emoções contra a Razão. Para
além de um movimento cultural, com manifestações
na literatura, na pintura e na música, o Romantismo foi
um estado de espírito que fez bandeira da liberdade e
do individualismo, pelo que se converteu na ideologia
dos revolucionários liberais.
Domingos Sequeira, A adoração dos
Magos
Onde surgiu?
O romantismo surgiu, no final do século XVIII, na
Alemanha, a partir do movimento Strum und Drang
(Tempestade e Paixão). Desenvolveu-se, depois, na
Inglaterra e, por volta de 1830. atingiu um ponto alto
em França, com Victor Hugo.
Heinrich von Kleist John Keats Victor Hugo
Características
principais
As características principais deste período são :
• a valorização das emoções,
• a liberdade de criação,
• o amor platónico,
• os temas religiosos,
• o individualismo,
• o nacionalismo.
• a exaltação da Natureza.
• o gosto pela Idade Média
• o subjectivismo
• a idealização
Este período foi fortemente influenciado pelos ideais iluministas
e pela liberdade conquistada na Revolução Francesa e
Industrial.
Raul Mesnier de Ponsard, Elevador de Santa Justa
Características formais
• Cultivou a emoção, a fantasia, o sonho, a originalidade, evasão
para mundos exóticos onde se podia fantasiar e imaginar.
• Exaltação da Natureza.
• Gosto pela Idade Média
• Defesa dos ideais nacionalistas
• Panteísmo
• Individualismo
• Subjectivismo
• Idealização
Interior neoárabe do Palácio de Monserrate
James Knowles
Características estético-
literárias
• Interesse pela Idade Média e suas tradições
• Culto da Natureza
• Subjectividade
• Sentimentalismo
• Ânsia de liberdade
• O mal du siècle:
• Evasão
• Valorização do exótico
• Nacionalismo
• Idealização da mulher
Palácio Hotel do Buçaco, pormenor da
fachada neomanuelina
O interesse romântico pela
época medieval
Depois do primado do
racionalismo do séc.
XVIII, a centíria de
Novecentos desperta,
culturalmente, sob a
forma do sentimento e
da sensibilidade, da
ausência de regras, da
liberdade. É o tempo do
Romantismo.
O Romantismo surge na Europa
numa época em que o ambiente
intelectual era de grande rebeldia
Movimento marcado pelas
artes, literatura e a música na
primeira metade do séc. XIX
Mergulhar na Idade média significava:
Revalorizar as raízes histórias das
nacionalidades e lembrar a sua
identidade cultural
A revalorização das
raízes históricas
Frequentemente, o presente repugna-lhe e,
por isso, o herói romântico, cuja vida é
atribulada e curta, refugia-se na Natureza,
cúmplice dos seus estados de alma.
Mas porque é este herói romântico tão
sofrido? Porque é que a vida não lhe corre
bem? Porque está a sociedade em conflito
com ele?
A resposta está no «mal do século», que se
integra nas revoluções liberais. Assim
podemos compreender o ambiente de
permanente instabilidade em que viviam.
Ao nacionalismo romântico
e ao seu empenhamento
na liberdade dos povos
Idade Média
Suscita verdadeiras
paixões aos românticos
Património
Cultural
Inspirou-se em diferentes
estilos históricos, o que
motivou a sucessão dos
revivalismos.
No séc. XVIII, os
arquitectos românticos
inspiraram-se na
arquitectura medieval e,
posteriormente,
recorreram a todos os
estilos arquitectónicos
desde o renascentista ao
neoclássico.
Expandiu-se um pouco
por toda a Europa até
finais do século XIX.
Princípios Gerais
• Impulsionada pelos
valores do Sentimento;
• Visava a beleza como
algo de divino;
• Rejeitou as regras da
arquitectura neoclássica;
• Preferiu características
que estimulassem a
imaginação e os
sentidos;
• Deveria provocar
sensações e transmitir
ideias.
Na arquitetura
Castelo de
Neuschwanstein
1870, Luís II da
Baviera
D. Fernando II ( 1816-1885)
A arquitetura viu-se
marcada pela figura do
rei, D. Fernando II
Pelo palácio que
mandou erguer
em Sintra
Palácio da Pena
Fundem
elementos
Manuelinos e
Mouriscos
Para além do manuelino e da
arte árabe, também o gótico e
a arte indiana influenciaram a
arquitetura romântica
Fontes de inspiração dos
principais revivalismos
históricos
• Neogótico – inspiração na Idade Média e no formulário gótico;
• Neoromânico – inspiração no formulário medieval bizantino e
românico;
• Neoárabe – inspiração no formulário da arte islâmica e ligação
entre historicismo e exotismo;
• Neomanuelino – situação especial do caso português,
inspirado no formulário medievo-renascentista da arte
manuelina.
Devido ao interesse pela Idade Média, o Romantismo vai
revalorizar as raízes históricas das nações. Vem daí a paixão pelo
estilo gótico na arquitectura e pelos temas e lendas medievais,
como:
Walter Scott
Alexandre Herculano
Irmãos Grimm
Construção Neogótica
Palácio do Parlamento (Palácio de Westminster)
1840-88, Charles Barry e A.W.Pugin
Construção
Neoromânica
Igreja de Santa Madalena de Vézelay
Restauro de Violle-de-Duc, séc. XIX
Construção Neoárabe
Pavilhão Real de Brighton
1752-1825, John Nash
Construção
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Estação do Rossio
1886-90, José Luis Monteiro
Na pintura
Domingos Sequeira, D. Carlota Joaquina
Tomás da Anunciação, Vista de Amora
Visconde de Menezes, Viscondessa de Menezes
Francisco Augusto Metrass, Só Deus
Eugène Delacroix (1798-1863)
La Liberté guidant le peuple
(A liberdade guiando o povo)
1830 - Óleo sobre tela
260cm x 325cm
Segundo plano: multidão de
revoltados guiados por uma
figura feminina.
O autor representa-se nesta
figura
Primeiro plano do quadro:
corpos caídos junto a uma
barricada de pedras e
tábuas.
Esta obra representa a revolta de dia 27 de
Julho de 1830, em que as classes sociais se
viraram contra o rei que tinha decretado a
dissolução do Parlamento e restringiu a
liberdade de imprensa. Delacroix fazia parte
dos rebeldes e escreveu que apesar de não
ter podido lutar, quis pintar pela sua Pátria.
Na LiteraturaAcompanha a ideologia politica do Liberalismo
Almeida Garrett Alexandre Herculano
Foram os introdutores da nova corrente, na literatura
com a qual se foram familiarizando durante o exílio
Almeida Garrett (1799 – 1854)
• A sensibilidade pessoal
• A afeição à idade Média
• A Reação contra os cânones clássicos
• A observação da Natureza
• A predileção pelas lendas e tradições
Marcam as
obras de
Garrett
Alexandre Herculano (1810- 1877)
Homem
comprometido com a
causa liberal
A literatura
tornava-se uma
tarefa cívica
Herculano, como poeta, acusa, na Harpa
do Crente, a ambiência romântica:
- Nas ideias
- Nas imagens
- Nos sentimentos
Distinguiu-se como poeta,
romancista, polemista,
historiador e jornalista,
cabendo-lhe o mérido de ter
introduzido o Romantismo na
poesiae no romance histórico
Na escultura
François Rude, A Marselhesa
No âmbito da escultura o impacto da
novidade dos novos conhecimentos
adquiridos foi menor do que nas outras
artes, como a pintura e a arquitetura.
As suas características eram:
• Evitar o extremo contorcionismo da
estatuária barroca;
• Predomínio das formas mais naturalistas;
• As cores foram praticamente
abandonadas;
• A temática privilegiou a história e
mitologia greco-romanas;
• Grande ênfase no nu;
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O que foi o Romantismo

  • 1. Romantismo 11ºC Carolina Freire nº8 Carolina Quaresma nº9 Inês Paiva nº16 Joana Americano nº17 Mariana Americano nº22 Escola Secundária de António Gedeão Ano lectivo: 2014/2015 Disciplina: História A Profª: Susana Simões
  • 2. O que foi o Romantismo? O romantismo foi um movimento cultural que exalta o instinto e privilegia as emoções contra a Razão. Para além de um movimento cultural, com manifestações na literatura, na pintura e na música, o Romantismo foi um estado de espírito que fez bandeira da liberdade e do individualismo, pelo que se converteu na ideologia dos revolucionários liberais. Domingos Sequeira, A adoração dos Magos
  • 3. Onde surgiu? O romantismo surgiu, no final do século XVIII, na Alemanha, a partir do movimento Strum und Drang (Tempestade e Paixão). Desenvolveu-se, depois, na Inglaterra e, por volta de 1830. atingiu um ponto alto em França, com Victor Hugo. Heinrich von Kleist John Keats Victor Hugo
  • 4. Características principais As características principais deste período são : • a valorização das emoções, • a liberdade de criação, • o amor platónico, • os temas religiosos, • o individualismo, • o nacionalismo. • a exaltação da Natureza. • o gosto pela Idade Média • o subjectivismo • a idealização Este período foi fortemente influenciado pelos ideais iluministas e pela liberdade conquistada na Revolução Francesa e Industrial. Raul Mesnier de Ponsard, Elevador de Santa Justa
  • 5. Características formais • Cultivou a emoção, a fantasia, o sonho, a originalidade, evasão para mundos exóticos onde se podia fantasiar e imaginar. • Exaltação da Natureza. • Gosto pela Idade Média • Defesa dos ideais nacionalistas • Panteísmo • Individualismo • Subjectivismo • Idealização Interior neoárabe do Palácio de Monserrate James Knowles
  • 6. Características estético- literárias • Interesse pela Idade Média e suas tradições • Culto da Natureza • Subjectividade • Sentimentalismo • Ânsia de liberdade • O mal du siècle: • Evasão • Valorização do exótico • Nacionalismo • Idealização da mulher Palácio Hotel do Buçaco, pormenor da fachada neomanuelina
  • 7. O interesse romântico pela época medieval Depois do primado do racionalismo do séc. XVIII, a centíria de Novecentos desperta, culturalmente, sob a forma do sentimento e da sensibilidade, da ausência de regras, da liberdade. É o tempo do Romantismo. O Romantismo surge na Europa numa época em que o ambiente intelectual era de grande rebeldia Movimento marcado pelas artes, literatura e a música na primeira metade do séc. XIX Mergulhar na Idade média significava: Revalorizar as raízes histórias das nacionalidades e lembrar a sua identidade cultural
  • 8. A revalorização das raízes históricas Frequentemente, o presente repugna-lhe e, por isso, o herói romântico, cuja vida é atribulada e curta, refugia-se na Natureza, cúmplice dos seus estados de alma. Mas porque é este herói romântico tão sofrido? Porque é que a vida não lhe corre bem? Porque está a sociedade em conflito com ele? A resposta está no «mal do século», que se integra nas revoluções liberais. Assim podemos compreender o ambiente de permanente instabilidade em que viviam. Ao nacionalismo romântico e ao seu empenhamento na liberdade dos povos Idade Média Suscita verdadeiras paixões aos românticos Património Cultural
  • 9. Inspirou-se em diferentes estilos históricos, o que motivou a sucessão dos revivalismos. No séc. XVIII, os arquitectos românticos inspiraram-se na arquitectura medieval e, posteriormente, recorreram a todos os estilos arquitectónicos desde o renascentista ao neoclássico. Expandiu-se um pouco por toda a Europa até finais do século XIX. Princípios Gerais • Impulsionada pelos valores do Sentimento; • Visava a beleza como algo de divino; • Rejeitou as regras da arquitectura neoclássica; • Preferiu características que estimulassem a imaginação e os sentidos; • Deveria provocar sensações e transmitir ideias. Na arquitetura Castelo de Neuschwanstein 1870, Luís II da Baviera
  • 10. D. Fernando II ( 1816-1885) A arquitetura viu-se marcada pela figura do rei, D. Fernando II Pelo palácio que mandou erguer em Sintra Palácio da Pena Fundem elementos Manuelinos e Mouriscos Para além do manuelino e da arte árabe, também o gótico e a arte indiana influenciaram a arquitetura romântica
  • 11. Fontes de inspiração dos principais revivalismos históricos • Neogótico – inspiração na Idade Média e no formulário gótico; • Neoromânico – inspiração no formulário medieval bizantino e românico; • Neoárabe – inspiração no formulário da arte islâmica e ligação entre historicismo e exotismo; • Neomanuelino – situação especial do caso português, inspirado no formulário medievo-renascentista da arte manuelina.
  • 12. Devido ao interesse pela Idade Média, o Romantismo vai revalorizar as raízes históricas das nações. Vem daí a paixão pelo estilo gótico na arquitectura e pelos temas e lendas medievais, como: Walter Scott Alexandre Herculano Irmãos Grimm
  • 13. Construção Neogótica Palácio do Parlamento (Palácio de Westminster) 1840-88, Charles Barry e A.W.Pugin
  • 14. Construção Neoromânica Igreja de Santa Madalena de Vézelay Restauro de Violle-de-Duc, séc. XIX
  • 15. Construção Neoárabe Pavilhão Real de Brighton 1752-1825, John Nash
  • 17. Na pintura Domingos Sequeira, D. Carlota Joaquina Tomás da Anunciação, Vista de Amora
  • 18. Visconde de Menezes, Viscondessa de Menezes Francisco Augusto Metrass, Só Deus
  • 19. Eugène Delacroix (1798-1863) La Liberté guidant le peuple (A liberdade guiando o povo) 1830 - Óleo sobre tela 260cm x 325cm
  • 20. Segundo plano: multidão de revoltados guiados por uma figura feminina. O autor representa-se nesta figura Primeiro plano do quadro: corpos caídos junto a uma barricada de pedras e tábuas.
  • 21. Esta obra representa a revolta de dia 27 de Julho de 1830, em que as classes sociais se viraram contra o rei que tinha decretado a dissolução do Parlamento e restringiu a liberdade de imprensa. Delacroix fazia parte dos rebeldes e escreveu que apesar de não ter podido lutar, quis pintar pela sua Pátria.
  • 22. Na LiteraturaAcompanha a ideologia politica do Liberalismo Almeida Garrett Alexandre Herculano Foram os introdutores da nova corrente, na literatura com a qual se foram familiarizando durante o exílio
  • 23. Almeida Garrett (1799 – 1854) • A sensibilidade pessoal • A afeição à idade Média • A Reação contra os cânones clássicos • A observação da Natureza • A predileção pelas lendas e tradições Marcam as obras de Garrett
  • 24. Alexandre Herculano (1810- 1877) Homem comprometido com a causa liberal A literatura tornava-se uma tarefa cívica Herculano, como poeta, acusa, na Harpa do Crente, a ambiência romântica: - Nas ideias - Nas imagens - Nos sentimentos Distinguiu-se como poeta, romancista, polemista, historiador e jornalista, cabendo-lhe o mérido de ter introduzido o Romantismo na poesiae no romance histórico
  • 25. Na escultura François Rude, A Marselhesa No âmbito da escultura o impacto da novidade dos novos conhecimentos adquiridos foi menor do que nas outras artes, como a pintura e a arquitetura. As suas características eram: • Evitar o extremo contorcionismo da estatuária barroca; • Predomínio das formas mais naturalistas; • As cores foram praticamente abandonadas; • A temática privilegiou a história e mitologia greco-romanas; • Grande ênfase no nu; • Uma expressividade sisuda e raros momentos de drama; • Os materiais favorecidos foram o bronze e em especial o mármore branco.