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O interesse pela realidade social nas artes e na literatura

Material de apoio ao estudo

1 de 58
O interesse pela
realidade social na
literatura e nas artes
Correntes artísticas na Europa ao longo do séc. XIX
Contexto
Transformações políticas –
vitória do liberalismo
afirmação do socialismo
Transformações sociais – a
afirmação da sociedade burguesa;
Laicização do pensamento e da
mentalidade (nova forma de
encarar a realidade), emergência
do movimento operário;
Transformações económicas - o
desenvolvimento industrial, a
concentração de empresas e a procura
de capital;
Inovações técnicas e evolução
científica – Fotografia: nova
forma de captar a realidade
(anos 20 do séc. XIX);
O interesse pela realidade social manifestou-se na literatura e nas artes.
Surgiram novas correntes artísticas que se distanciaram do romantismo e
observam a realidade com mais objetividade.
Repensam-se as formas artísticas e põem-se em causa as regras e os
modelos seguidos
Foi neste contexto que surgiram as
novas correntes artísticas
Realismo
Impressionismo
Simbolismo
Arte Nova
REALISMO
Nasceu como reação ao Romantismo e procurou retratar com objetividade (de
forma desapaixonada e neutra )a realidade (contrasta com a emotividade do
romantismo) - materializa a perspetiva positivista de Augusto Comte;
Procura denunciar as desigualdade e as injustiças sociais;
Características:
O Realismo é uma forma de expressão artística que se manifestou ao longo da 2ª
metade do séc. XIX e que procurou reproduzir de forma mais ou menos evidente
e naturalista o mundo e os objetos da realidade envolvente, tendo França
como país impulsionador .
Privilegia os temas do quotidiano e dá protagonismo às classes mais
desfavorecidas ( os camponeses reais e visíveis substituem o herói romântico
idealizado, abstrato, invisível):
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O interesse pela realidade social nas artes e na literatura

  • 1. O interesse pela realidade social na literatura e nas artes
  • 2. Correntes artísticas na Europa ao longo do séc. XIX
  • 3. Contexto Transformações políticas – vitória do liberalismo afirmação do socialismo Transformações sociais – a afirmação da sociedade burguesa; Laicização do pensamento e da mentalidade (nova forma de encarar a realidade), emergência do movimento operário; Transformações económicas - o desenvolvimento industrial, a concentração de empresas e a procura de capital; Inovações técnicas e evolução científica – Fotografia: nova forma de captar a realidade (anos 20 do séc. XIX); O interesse pela realidade social manifestou-se na literatura e nas artes. Surgiram novas correntes artísticas que se distanciaram do romantismo e observam a realidade com mais objetividade.
  • 4. Repensam-se as formas artísticas e põem-se em causa as regras e os modelos seguidos Foi neste contexto que surgiram as novas correntes artísticas Realismo Impressionismo Simbolismo Arte Nova
  • 6. Nasceu como reação ao Romantismo e procurou retratar com objetividade (de forma desapaixonada e neutra )a realidade (contrasta com a emotividade do romantismo) - materializa a perspetiva positivista de Augusto Comte; Procura denunciar as desigualdade e as injustiças sociais; Características: O Realismo é uma forma de expressão artística que se manifestou ao longo da 2ª metade do séc. XIX e que procurou reproduzir de forma mais ou menos evidente e naturalista o mundo e os objetos da realidade envolvente, tendo França como país impulsionador . Privilegia os temas do quotidiano e dá protagonismo às classes mais desfavorecidas ( os camponeses reais e visíveis substituem o herói romântico idealizado, abstrato, invisível):
  • 7. Artistas: Gustave Courbet, Jean François Millet, Honoré Daumier, Édouard Manet ; Escritores: Honoré de Balzac e Gustave Flaubert Inovador nos temas (a verdade concreta substitui os recursos formais do chamado ilusionismo académico), procura manter alguns dos padrões académicos , como o rigor no traço e os acabamentos perfeitos; O Realismo e a sua descrição do real foram adensados no final do séc. XIX pelo Naturalismo, que produziu uma literatura inspirada nas ideias evolucionistas, nas quais a hereditariedade e o contexto social eram determinantes para a definição dos personagens;
  • 8. Gustave Coubert, Mulheres Peneirando o Trigo (1855). Ao contrário das pinturas do estilo romântico, esta pintura não tem um perfeito uso da linha e da forma. Em vez disso, ilustra as paredes sujas, o olhar entediado no rosto da mulher deitada, e o cabelo despenteado do menino curioso. Courbet utilizou modelos reais nas suas pinturas; diz-se que as mulheres na pintura são as suas duas irmãs Zoe e Julieta, e o menino é o seu filho ilegítimo, Desire Binet.
  • 9. Honore Daumier, A Carruagem de Terceira Classe (1862-1864)
  • 12. Édouard Manet, Almoço na Relva, 1863, Museu d'Orsay, Paris Manet viu esta obra recusada pelo Salon de Paris de 1863, sendo exposta no Salon des Refusés (Salão dos Recusados): porquê? Dois homens da classe média francesa e uma mulher nua que observa fixamente o espectador; Nu feminino descontextualizado (não era mitológico); Nova técnica de pintura: pincelada solta e rápida, com manchas de cor (começa a abandonar a subtileza da pintura académica);
  • 13. O cientismo (objetividade na representação) ; O positivismo (representação e descrição do real); O socialismo (preocupação pelas classes mais desfavorecidas); Qual é a temática predominante nas obras observadas? A vida quotidiana; Os grupos desfavorecidos;A sociedade da época; Que influências evidenciam?
  • 15. Manifestou-se em França, a partir de 1860 e preocupou-se em transmitir o instante e as emoções, desvalorizando a representação fiel da realidade Privilegiou os diversos efeitos provocados pela luz natural – o artista prefere o “ar livre” à pintura dentro de espaços fechados; O nome do movimento - Impressionismo – deriva do título do quadro de Monet Impression, soleil levant (Impressão, Nascer do Sol). Características Defendeu o instantâneo – a ideia de que a pintura devia mostrar as tonalidades que os objetos adquirem ao refletir a luz do sol num determinado momento, pois as cores da Natureza mudam constantemente, dependendo da incidência da luz do sol;
  • 16. Defendeu a ideia de que as figuras não deviam ter contornos nítidos - o desenho deixa de ser o principal meio estrutural do quadro, sendo substituído pela mancha/cor. Artistas: Claude Monet, Pierre- Auguste Renoir ; Edgar Degas e Berthe Morisot (pintura); Auguste Rodin (escultura) Demonstrou algum enfraquecimento do sentido temático: os quadros já não refletem uma única ideia, a sua composição tem vários elementos interligados , vários grupos sociais, representações de momentos da vida quotidiana (como passeios, parques, paisagem naturais) . Utilizou uma técnica de pequenas pinceladas, fortes e sobrepostas, sem misturar cores;
  • 19. “O Passeio “ou “Mulher com sombrinha” (Monet, 1865)
  • 20. Pós-impressionismo novos caminhos artísticos 1880-1890 O Impressionismo influenciou o pensamento artístico moderno e teve continuidade com o Pós-Impressionismo, correntes que revelaram artistas como Paul Cézanne, Paul Gauguin e Van Gogh .
  • 21. A igreja de Auvers-sur-Oise, 1890, óleo sobre tela, Museu d'Orsay, Paris Vincent van Gogh (1853-1890) Na distorção da: perspetiva linha cor A originalidade da sua obra está: Van Gogh afirmava: “A meu ver, os verdadeiros pintores são, não aqueles que pintam as coisas como elas são, secamente analisadas, mas aqueles que as pintam como as sentem”. Walter Hess, Documentos para a compreensão da pintura moderna, Lisboa, Edição Livros do Brasil, 1998
  • 22. Quarto em Arles (1ª versão, 1888) Museu Van Gogh
  • 24. Quarto em Arles (2ª versão, Setembro 1889)Art Institute of Chicago
  • 25. Quarto em Arles (3ª versão) Final de Setembro de 1889, Musée d'Orsay
  • 26. Esta obra retrata o quarto que Vincent Van Gogh alugou numa pensão na cidade de Arles, em França, país onde trabalhou durante quase toda a sua vida. O pintor realizou a obra fazendo 3 versões, entre 1888 e 1889, a última versão das quais durante o internamento em Saint Rémy-de-Provence. No quadro Van Gogh pinta a “espera do seu amigo” Paul Gauguin. Embora procurasse dar a impressão de tranquilidade ao seu quadro, esta pintura reflete a tensão e a solidão intensa de Van Gogh. A perspetival do chão e dos móveis está distorcida. Os objetos do quarto, desarranjados não têm relação entre si, o chão aparenta cair para frente, a janela está entreaberta, os quadros pendem em direção à cama, os móveis estão na diagonal, tudo parece refletir o caos em que Van Gogh mergulhara. O artista não se preocupou em representar um espaço físico de modo realista, mas antes, o que fez foi a representação interior e subjetiva do espaço vivido emocionalmente.
  • 27. The Starry Night - Noite Estrelada (1889) - Vincent Van Gogh
  • 28. O quadro foi pintado quando estava internado em Saint-Rémy-de-Provence (1889-1890). A obra encontra-se faz parte da coleção permanente do Museu de Arte Moderna de Nova Iorque (MoMA). A paisagem retratada mistura o real com imagens da sua memória (a igreja tipicamente holandesa). Destaca-se o contraste entre a calma da pequena vila representada e o caos celestial. Os ciprestes são o elo de ligação entre a terra e o céu. A obra é dividida no plano horizontal pela linha do horizonte e no plano vertical pelo cipreste. As pinceladas são curvilíneas e integram-se de uma forma quase rítmica sobre a superfície da pintura. As estrelas brilhantes pulsam como pequenos sóis e as ondas luminosas cortam o centro da tela. No canto superior direito, destaca-se a Lua que ganhou a tonalidade do Sol e o contraste entre o céu estrelado cheio de explosões emotivas de Van Gogh e a aparente calma da pequena vila.
  • 29. Paul Cézanne (1839-1906) Os jogadores de cartas, 1892-1895, óleo sobre tela, Courtauld Institute, Londres Originalidades técnica Pinceladas largas e orientadas que pretendem mostrar a ligação entre a luz, a forma e o volume; Progressiva geometrização das formas; Construção quase arquitetural das figuras
  • 30. Pedreira de Bibémus, 1898-1900, óleo sobre tela, 65,1 x 81 cm, Museu Folkwang Essen
  • 31. O Cristo amarelo, 1889, óleo sobre tela, Galeria de Arte Albright-Knox, Buffalo Paul Gauguin (1848-1903) É influenciado : Pelas estampas japonesas; Pelo vitral medieval representado no contorno a negro das figuras; A simplicidade da vida e a pureza original: 1.º representa a vida na aldeia bretã de Pont-Aven Procura representar:
  • 32. Paul Gauguin, Contos bárbaros, 1902, óleo sobre tela, Museu Folkwang Essen Na intensidade da cor No exotismo Representa as figuras de forma estática, estilizada, contornadas a negro e a Natureza de forma mística e idílica; A sua originalidade está: No simbolismo Porque não exagerar na pintura, do mesmo modo que os poetas empregam metáforas? Gauguin questionava: 2.º representa a vida das comunidades da Polinésia
  • 33. SIMBOLISMO “Europa e o touro”, Gustave Moureau, 1869 O simbolismo é fortemente místico, subjetivo e ocultista tendente a unir o material e o espiritual. Representa o desencanto face à tendência positivista e dedica uma atenção especial à realidade que está para lá daquilo que é visível (via introspetiva);
  • 34. Surgiu em França e atingiu o seu expoente em 1880-90; Foi inspirado pelo desenvolvimento da psicologia; Valorizou a representação simbólica das ideias em detrimento da representação objetiva do real; Aproximou-se do sobrenatural, do misticismo e da religião; As temáticas utilizadas revelam a negação do materialismo, cientismo e racionalismo, que estavam presentes no período do realismo; regressa-se aos emas bíblicos, à mitologia clássica à Idade Média…ambientes onde a espiritualidade se mantém forte e intocada pela degeneração da industrialização…. Nas obras explorou-se a dicotomia alma/corpo, matéria/ espírito. Características
  • 35. Objetivos do simbolismo: Estrutura simples Captar as impressões do inconsciente e do subconsciente Puvis de Chavannes, O sonho, 1883, óleo sobre tela, Walters Art Museum, Baltimore Características da obra: Ambiente de sonho e mistério A suavidade das cores Reagir ao positivismo Mostrar a diversidade de estados de espírito
  • 36. “O Ciclope”, Odilon Redon, 1898-1900
  • 37. “Orfeu”, Gustave Moureau, 1865 Interpretação da lenda de Orfeu, herói grego da música e poesia; Representa uma atmosfera de fantasia e misticismo, uma paisagem onírica, típica do simbolismo; Transmite uma sensação de tranquilidade e harmonia, num cenário de morte (cabeça decapitada de Orfeu a repousar sobre a sua lira);
  • 39. Anulou a distinção entre materiais nobres e não nobres, utilizando o ferro, o vidro, o betão e o mosaico; Antoni Gaudi foi um dos seus maiores representantes; Representa a fusão entre as artes decorativas (artes menores) , a arquitetura, pintura e escultura (artes maiores); Europa - 1890-1914 Oposição aos estilos antigos que continuavam a inspirar a arte académica; Caracteriza-se pelo predomínio das linhas onduladas e pelo recurso aos motivos florais e femininos; Características
  • 40. Manifestou-se na arquitetura e nas artes decorativas, bem como nos anúncios publicitários; Entrada para o metropolitano de Paris (1900). Chocolat Idéal, Aphonse Mucha, 1897 Émile Galle, Mesa de apoio (1900). Associada ao estilo de vida burguesa, privilegiou a harmonia com a Natureza e valorizou as linhas curvas e geometrizadas;
  • 41. Gustav Klimt, A Virgem, c. 1913, Galeria Narodni, Praga Elementos presentes nesta pintura: A cor O mistério A fantasia O movimento  linhas sinuosas  Linhas estilizadas, ondulantes e geometrizadas A ilusão do movimento é conseguida através: Predominam os elementos:  naturalistas  femininos  influência japonesa Objetivo da Arte Nova:  Criar ritmo e harmonia  Reagir à estandardização industrial
  • 43. Reza a lenda que este telhado é uma representação alegórica da batalha entre São Jorge, o Guerreiro, e o temível dragão medieval. As telhas de cerâmica vitrificada seriam as escamas do réptil e a torre principal, em primeiro plano, o cabo da espada ou lança enterrada no dorso do demónio fumegante.
  • 44. …dos portões. Nas ferragens das varandas… …dos corrimãos de escada… Paul Charbonnier e Émile André, Banco Renaud, 1910, Nancy Em que outros locais podemos encontrar Arte Nova? Antoni Gaudí, Casa Milá, 1906-10, Barcelona Georges Biet, Casa Biet, Nancy, 1901-3
  • 45. Nas paredes, no chão e… Victor Horta, Hotel Tassel, Escada para o jardim de Inverno, 1893-95, Bruxelas Jacques Gruber, Vitral de teto, sede do Crédito Lyonnais, 1901 …nos tetos.
  • 46. …os candeeiros… Gustave Serrurier-Bovy, Vitrina, 1899 Henri Bellery-Desfontaines, Mesa, 1900 …o mobiliário… Colecção Gatsby A Arte Nova abrange objetos do quotidiano tais como… …os vasos e as jarras... Louis Tiffany, 1906 Louis Tiffany, 1900-10 René Lalique, Vaso dos pássaros, 1890
  • 47. René Lalique, Serpentes (peitoral) 1898-1899, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa Louis Auroc, Broche, 1900, França … e as jóias!
  • 49. Alfons Maria Mucha (1860 -1939)Aubrey Beardsley (1872 –1898) Características da Arte Nova nas artes gráficas A saia de pavão, figurino da peça Salomé de Oscar Wilde, 1892 Cartazes de 1892 e de 1896 Preferência pela figura feminina; Formas ondulantes; Sensação de movimento;
  • 50. Victor Horta (1861-1947) Hector Guimard (1867-1942) Obras emblemáticas da Arte Nova/ Art Nouveau Residência Tassel, 1893-95, Bruxelas Castel Béranger, 1884-88, Paris Bélgica França
  • 51. Obras emblemáticas da Sezession - Áustria Casa da Secessão, 1898-99, Viena Joseph Maria Olbrich, (1867-1908)
  • 52. Obras emblemáticas do Modernismo - Espanha Luís Domènech i Montaner (1850- 1923) Palácio da Música Catalã, 1908, Barcelona
  • 53. Palácio da Música Catalã - interior
  • 54. Pormenor do portão de entrada A sala hipóstila e o banco ondulante Parque Guell, 1886-88, Barcelona Antoní Gaudí (1852-1926)
  • 55. Sagrada Família, 1906-..., Barcelona Antoní Gaudí (1852-1926)
  • 56. Obras emblemáticas da Arte Nova - Portugal Casa do Major Pessoa (atual Museu de Arte Nova), projeto de F. A. Silva Rocha e Ernesto Korrodi, 1907, Aveiro Livraria Lello, projeto de Xavier Esteves, 1906
  • 57. Louis Sullivan (1856-1926) Obras emblemáticas da Escola de Chicago - EUA Guaranty Building, 1895, Buffalo Fuller Building, Nova Iorque, 1902 Daniel Burnham (1846-1912)
  • 58. As mudanças ocorridas no séc. XIX levaram o Homem a repensar as formas de expressão artística: o Realismo, o Impressionismo e o Simbolismo foram correntes que acompanharam a forma da Humanidade encarar a vida e o Mundo. O final do séc. XIX viria a assumiu-se como um período revelador da necessidade de cortar com os cânones estabelecidos, abrindo caminho para as correntes de vanguarda do séc. XX. Conclusão