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Avaliações Bimestrais - 2013 – 6º ao 9º ano – 1

_______________________________________________AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA – 3º BIMESTRE
Escola:

Na escuridão miserável

Aluno:
Prof.(a)

Ano/ Turma:

9º ano

Essas Meninas
Carlos Drummond de Andrade
AS ALEGRES MENINAS que passam na
rua, com suas pastas escolares, às vezes com
seus namorados. As alegres meninas que
estão sempre rindo, comentando o besouro
que entrou na classe e pousou no vestido da
professora; essas meninas; essas coisas sem
importância.
O uniforme as despersonaliza, mas o riso
de cada uma as diferencia. Riem alto, riem
musical, riem desafinado, riem sem motivo;
riem.
Hoje de manhã estavam sérias, era como
se nunca mais voltassem a rir e falar coisas
sem importância. Faltava uma delas. O jornal
dera a notícia do crime. O corpo da menina
encontrado naquelas condições, em lugar
ermo. A selvageria de um tempo que não deixa
mais rir.
As alegres meninas, agora sérias,
tornaram-se adultas de uma hora para outra;
essas mulheres.
Contos plausíveis. 7. ed. Rio de Janeiro: Record, 2006, p. 84.

01. O trecho em que a expressão destacada indica
uma relação de tempo é
(A) “As alegres meninas que passam na rua...”
(B)“As alegres meninas que estão sempre
rindo...”
(C) “Hoje de manhã estavam sérias, era como se
nunca mais voltassem a rir...”
(D) “O corpo da menina encontrado naquelas
condições, em lugar ermo.”
02. No trecho: “O fato que revela as condições em
que o corpo da menina foi encontrado” é
(A) a frequência em que são noticiados nos jornais.
(B) o lugar esquisito em que estava.
(C) a forma em que o jornal noticiou.
(D) a pouca frequência em que aparece na mídia.
03. O conto revela ao leitor que o amadurecimento
das meninas surgiu
(A) da convivência com criminosos.
(B) do confronto com a violência.
(C) da impossibilidade de rir.
(D) do desrespeito às meninas estudantes.

Eram sete horas da noite quando entrei no
carro, ali no Jardim Botânico. Senti que alguém me
observava enquanto punha o motor em movimento.
Voltei-me e dei com uns olhos grandes e parados
como os de um bicho, a me espiar através do vidro
da janela junto ao meio-fio. Eram de uma negrinha
mirrada, raquítica, um fiapo de gente encostado ao
poste parecia animalzinho, não teria mais que uns
sete anos. Inclinei-me sobre o banco, abaixando o
vidro:
‒ O que foi minha filha? - perguntei,
naturalmente, pensando tratar-se de esmola.
‒ Nada não senhor - respondeu-me, com
medo, um fio de voz infantil.
‒ O que é que você está me olhando aí?
‒ Nada não senhor - repetiu. - Tou
esperando o ônibus...
‒ Onde é que você mora?
‒ Na Praia do Pinto.
‒ Vou para aquele lado. Quer uma carona?
Ela vacilou, intimidada. Insisti, abrindo a
porta:
‒ Entra aí, que eu te levo. […]
Histórias sobre ética. Rio de Janeiro: Record, 1997, p. 197-199.

04. “Eram de uma negrinha mirrada, raquítica, um
fiapo de gente”. A expressão destacada é uma
sequência
(A) narrativa.
(B) descritiva.
(C) injuntiva.
(D) argumentativa.
05. “Entra aí que eu te levo”. O termo destacado é
marca de linguagem
(A) formal.
(C) científica.
(B) informal.
(D) regional.
06.“Nada não senhor ‒ repetiu. ‒ Tou esperando
o ônibus...” As reticências usadas no trecho
indicam
(A) afirmação.
(C) continuação.
(B) enumeração.
(D) explicação.
07. “Ela vacilou, intimidada. Insisti, abrindo a porta:”
Nesse trecho, a palavra destacada tem o mesmo
sentido de
(A) hesitou
(C) esbravejou..
(B) fraquejou.
(D) testemunhou.
Avaliações Bimestrais - 2013 – 6º ao 9º ano – 1

_______________________________________________A compra de armas pelo cidadão comum deve
ser proibida?
Edson Luiz Ribeiro.
Não. O direito à legítima defesa da vida e
da integridade física, pessoal ou de terceiros, e do
patrimônio é reconhecido por todas as religiões,
civilizações e legislações há milênios; é um direito
natural, inerente ao ser humano. [...]
A lei reconhece a legítima defesa e
procura, acertadamente, garantir o acesso ao
instrumento de defesa; se privado dos instrumentos
adequados, o direito à legítima defesa virará letra
morta.
Na situação atual de violência, o
instrumento é a arma de fogo.
Em um Estado democrático de direito
nenhum cidadão que atenda os requisitos legais
pode ser impedido de, com a utilização dos meios
adequados e necessários, defender a vida e a
integridade física de sua pessoa e de seus
familiares e os seus bens. Ademais, o
desarmamento compulsório das pessoas idôneas
em nada contribuirá para a diminuição dos índices
de criminalidade, pois até as pedras de nossas
ruas sabem que a quase totalidade dos crimes é
praticada por bandidos, geralmente reincidentes,
com armas ilegais que não serão entregues; os
cidadãos de bem não se armam para cometer
crimes, e sim para se defender. A questão é
simples: é preciso desarmar e punir os criminosos,
não os cidadãos honestos.
Folha de S. Paulo, São Paulo, 4 jun. 2000, Caderno Mais!, p.3

08. De acordo com o texto, o objetivo da proibição
da compra de armas é
(A) combater a criminalidade.
(B) desarmar os cidadãos honestos.
(C) garantir o cumprimento de leis.
(D) promover a auto-defesa.
09. “ A questão é simples: é preciso desarmar e
punir os criminosos, não os cidadãos honestos”. O
uso dos dois pontos nesse trecho indicam
(A) enumeração.
(C) explicação.
(B) conclusão.
(D) oposição.
Não. O direito à legítima defesa da vida e da
integridade física, pessoal ou de terceiros, e do
patrimônio é reconhecido por todas as religiões,
civilizações e legislações há milênios; é um direito
natural, inerente ao ser humano.[...]

10. Os termos destacados indicam
(A) adição.
(B) conclusão.
(C) explicação.
(D) alternância.

11. Segundo o texto, proibir a compra de armas
não diminuiria a criminalidade porque
(A) é um direito natural inerente ao ser humano.
(B) os crimes são praticados por bandidos que tem
armas ilegais.
(C) a lei garante o acesso ao instrumento de
defesa.
(D) na situação atual de violência, o instrumento é
a arma de fogo.
12. “Ademais, o desarmamento compulsório das
pessoas idôneas em nada contribuirá para a
diminuição dos índices de criminalidade...”
(A) adequado.
(C) conservado.
(B) forçado.
(D) condicionado.
13. A finalidade principal desse texto é
(A) convencer.
(B) relatar.
(C) descrever.
(D) informar.

O bicho
Vi ontem um bicho
Na imundice do pátio
Catando comida entre os detritos.
Quando achava alguma coisa;
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.
O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.
O bicho, meu Deus, era um homem.
Manuel Bandeira. Rio, 27 de dezembro de 1947

14. O assunto do texto é
(A) um bicho faminto.
(B) a imundice de um pátio.
(C) a triste situação de um homem.
(D) a comida que as pessoas jogam fora.
15. A expressão “Meu Deus” significa que o autor
(B) ficou indiferente.
(A) alegrou-se com a cena.
(C) solucionou um problema social.
(D) fiou chocado com o espetáculo
16. A intenção do autor ao usar a palavra “Bicho”
parece que
(A) a história é mesmo sobre um lixo.
(B) o homem deve ser tratado como animal.
(C) um homem se viu reduzido a condição de
animal.
(D) procurou chamar a nossa atenção para
animais do lixo.
Avaliações Bimestrais - 2013 – 6º ao 9º ano – 1

_______________________________________________O lobo e o cordeiro
Jean de La Fontaeire
(Tradução de Luciano Vieira Machado)
A razão do mais forte vai sempre vencer é o que
adiante vocês hão de ver.
Num límpido regato um dia
um cordeiro, sereno, bebia.
Eis que surge um lobo faminto:
‒ Como ousas sujar minha água? diz o lobo com fingida mágoa:
‒ Logo vais receber o castigo
por assim desafiar o perigo.
‒ Senhor – O cordeiro responde -,
não te zangues: não vês que me
encontro vinte panos abaixo de ti
e, portanto, seria impossível
macular tua água daqui?
‒ Tu a sujas – diz o bicho feroz -;
além disso estou informado
que falaste de mim ano passado.
‒ Como poderia ter te ofendido
se não era nascido então,
e o leite materno ainda bebo?
‒ Ora, ora, se não foste tu,
com certeza foi teu irmão.
‒ Não o tenho.
‒ Então foi algum dos teus:
[…]
Histórias sobre ética. São Paulo: Ática, 2003, p. 11-12.

17. O conflito em torno do qual se desenvolveu a
narrativa foi o fato de
(A) surgir um lobo faminto.
(B) o cordeiro desafiar o lobo.
(C) o lobo devorar o cordeiro.
(D) o cordeiro saciar sua sede num límpido regaço.
18. O argumento usado pelo lobo para justificar
sua ameaça ao cordeiro foi
(A) “um cordeiro, sereno, bebia.”
(B) “Eis que surge um lobo faminto:”
(C) “‒ Como ousas sujar minha água?”
(D) “...seria impossível macular tua água daqui?”
19. “‒ Não o tenho”. Nesse trecho, o termo
destacado está substituindo a palavra
(A) irmão.
(C) lobo.
(B) bicho.
(D) cordeiro.
20. Esse texto serve para
(A) noticiar um fato.
(B) mandar um recado.
(C) dar um ensinamento.
(D) instruir procedimentos.
Avaliações Bimestrais - 2013 – 6º ao 9º ano – 1

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  • 1. Avaliações Bimestrais - 2013 – 6º ao 9º ano – 1 _______________________________________________AVALIAÇÃO DE LÍNGUA PORTUGUESA – 3º BIMESTRE Escola: Na escuridão miserável Aluno: Prof.(a) Ano/ Turma: 9º ano Essas Meninas Carlos Drummond de Andrade AS ALEGRES MENINAS que passam na rua, com suas pastas escolares, às vezes com seus namorados. As alegres meninas que estão sempre rindo, comentando o besouro que entrou na classe e pousou no vestido da professora; essas meninas; essas coisas sem importância. O uniforme as despersonaliza, mas o riso de cada uma as diferencia. Riem alto, riem musical, riem desafinado, riem sem motivo; riem. Hoje de manhã estavam sérias, era como se nunca mais voltassem a rir e falar coisas sem importância. Faltava uma delas. O jornal dera a notícia do crime. O corpo da menina encontrado naquelas condições, em lugar ermo. A selvageria de um tempo que não deixa mais rir. As alegres meninas, agora sérias, tornaram-se adultas de uma hora para outra; essas mulheres. Contos plausíveis. 7. ed. Rio de Janeiro: Record, 2006, p. 84. 01. O trecho em que a expressão destacada indica uma relação de tempo é (A) “As alegres meninas que passam na rua...” (B)“As alegres meninas que estão sempre rindo...” (C) “Hoje de manhã estavam sérias, era como se nunca mais voltassem a rir...” (D) “O corpo da menina encontrado naquelas condições, em lugar ermo.” 02. No trecho: “O fato que revela as condições em que o corpo da menina foi encontrado” é (A) a frequência em que são noticiados nos jornais. (B) o lugar esquisito em que estava. (C) a forma em que o jornal noticiou. (D) a pouca frequência em que aparece na mídia. 03. O conto revela ao leitor que o amadurecimento das meninas surgiu (A) da convivência com criminosos. (B) do confronto com a violência. (C) da impossibilidade de rir. (D) do desrespeito às meninas estudantes. Eram sete horas da noite quando entrei no carro, ali no Jardim Botânico. Senti que alguém me observava enquanto punha o motor em movimento. Voltei-me e dei com uns olhos grandes e parados como os de um bicho, a me espiar através do vidro da janela junto ao meio-fio. Eram de uma negrinha mirrada, raquítica, um fiapo de gente encostado ao poste parecia animalzinho, não teria mais que uns sete anos. Inclinei-me sobre o banco, abaixando o vidro: ‒ O que foi minha filha? - perguntei, naturalmente, pensando tratar-se de esmola. ‒ Nada não senhor - respondeu-me, com medo, um fio de voz infantil. ‒ O que é que você está me olhando aí? ‒ Nada não senhor - repetiu. - Tou esperando o ônibus... ‒ Onde é que você mora? ‒ Na Praia do Pinto. ‒ Vou para aquele lado. Quer uma carona? Ela vacilou, intimidada. Insisti, abrindo a porta: ‒ Entra aí, que eu te levo. […] Histórias sobre ética. Rio de Janeiro: Record, 1997, p. 197-199. 04. “Eram de uma negrinha mirrada, raquítica, um fiapo de gente”. A expressão destacada é uma sequência (A) narrativa. (B) descritiva. (C) injuntiva. (D) argumentativa. 05. “Entra aí que eu te levo”. O termo destacado é marca de linguagem (A) formal. (C) científica. (B) informal. (D) regional. 06.“Nada não senhor ‒ repetiu. ‒ Tou esperando o ônibus...” As reticências usadas no trecho indicam (A) afirmação. (C) continuação. (B) enumeração. (D) explicação. 07. “Ela vacilou, intimidada. Insisti, abrindo a porta:” Nesse trecho, a palavra destacada tem o mesmo sentido de (A) hesitou (C) esbravejou.. (B) fraquejou. (D) testemunhou.
  • 2. Avaliações Bimestrais - 2013 – 6º ao 9º ano – 1 _______________________________________________A compra de armas pelo cidadão comum deve ser proibida? Edson Luiz Ribeiro. Não. O direito à legítima defesa da vida e da integridade física, pessoal ou de terceiros, e do patrimônio é reconhecido por todas as religiões, civilizações e legislações há milênios; é um direito natural, inerente ao ser humano. [...] A lei reconhece a legítima defesa e procura, acertadamente, garantir o acesso ao instrumento de defesa; se privado dos instrumentos adequados, o direito à legítima defesa virará letra morta. Na situação atual de violência, o instrumento é a arma de fogo. Em um Estado democrático de direito nenhum cidadão que atenda os requisitos legais pode ser impedido de, com a utilização dos meios adequados e necessários, defender a vida e a integridade física de sua pessoa e de seus familiares e os seus bens. Ademais, o desarmamento compulsório das pessoas idôneas em nada contribuirá para a diminuição dos índices de criminalidade, pois até as pedras de nossas ruas sabem que a quase totalidade dos crimes é praticada por bandidos, geralmente reincidentes, com armas ilegais que não serão entregues; os cidadãos de bem não se armam para cometer crimes, e sim para se defender. A questão é simples: é preciso desarmar e punir os criminosos, não os cidadãos honestos. Folha de S. Paulo, São Paulo, 4 jun. 2000, Caderno Mais!, p.3 08. De acordo com o texto, o objetivo da proibição da compra de armas é (A) combater a criminalidade. (B) desarmar os cidadãos honestos. (C) garantir o cumprimento de leis. (D) promover a auto-defesa. 09. “ A questão é simples: é preciso desarmar e punir os criminosos, não os cidadãos honestos”. O uso dos dois pontos nesse trecho indicam (A) enumeração. (C) explicação. (B) conclusão. (D) oposição. Não. O direito à legítima defesa da vida e da integridade física, pessoal ou de terceiros, e do patrimônio é reconhecido por todas as religiões, civilizações e legislações há milênios; é um direito natural, inerente ao ser humano.[...] 10. Os termos destacados indicam (A) adição. (B) conclusão. (C) explicação. (D) alternância. 11. Segundo o texto, proibir a compra de armas não diminuiria a criminalidade porque (A) é um direito natural inerente ao ser humano. (B) os crimes são praticados por bandidos que tem armas ilegais. (C) a lei garante o acesso ao instrumento de defesa. (D) na situação atual de violência, o instrumento é a arma de fogo. 12. “Ademais, o desarmamento compulsório das pessoas idôneas em nada contribuirá para a diminuição dos índices de criminalidade...” (A) adequado. (C) conservado. (B) forçado. (D) condicionado. 13. A finalidade principal desse texto é (A) convencer. (B) relatar. (C) descrever. (D) informar. O bicho Vi ontem um bicho Na imundice do pátio Catando comida entre os detritos. Quando achava alguma coisa; Não examinava nem cheirava: Engolia com voracidade. O bicho não era um cão, Não era um gato, Não era um rato. O bicho, meu Deus, era um homem. Manuel Bandeira. Rio, 27 de dezembro de 1947 14. O assunto do texto é (A) um bicho faminto. (B) a imundice de um pátio. (C) a triste situação de um homem. (D) a comida que as pessoas jogam fora. 15. A expressão “Meu Deus” significa que o autor (B) ficou indiferente. (A) alegrou-se com a cena. (C) solucionou um problema social. (D) fiou chocado com o espetáculo 16. A intenção do autor ao usar a palavra “Bicho” parece que (A) a história é mesmo sobre um lixo. (B) o homem deve ser tratado como animal. (C) um homem se viu reduzido a condição de animal. (D) procurou chamar a nossa atenção para animais do lixo.
  • 3. Avaliações Bimestrais - 2013 – 6º ao 9º ano – 1 _______________________________________________O lobo e o cordeiro Jean de La Fontaeire (Tradução de Luciano Vieira Machado) A razão do mais forte vai sempre vencer é o que adiante vocês hão de ver. Num límpido regato um dia um cordeiro, sereno, bebia. Eis que surge um lobo faminto: ‒ Como ousas sujar minha água? diz o lobo com fingida mágoa: ‒ Logo vais receber o castigo por assim desafiar o perigo. ‒ Senhor – O cordeiro responde -, não te zangues: não vês que me encontro vinte panos abaixo de ti e, portanto, seria impossível macular tua água daqui? ‒ Tu a sujas – diz o bicho feroz -; além disso estou informado que falaste de mim ano passado. ‒ Como poderia ter te ofendido se não era nascido então, e o leite materno ainda bebo? ‒ Ora, ora, se não foste tu, com certeza foi teu irmão. ‒ Não o tenho. ‒ Então foi algum dos teus: […] Histórias sobre ética. São Paulo: Ática, 2003, p. 11-12. 17. O conflito em torno do qual se desenvolveu a narrativa foi o fato de (A) surgir um lobo faminto. (B) o cordeiro desafiar o lobo. (C) o lobo devorar o cordeiro. (D) o cordeiro saciar sua sede num límpido regaço. 18. O argumento usado pelo lobo para justificar sua ameaça ao cordeiro foi (A) “um cordeiro, sereno, bebia.” (B) “Eis que surge um lobo faminto:” (C) “‒ Como ousas sujar minha água?” (D) “...seria impossível macular tua água daqui?” 19. “‒ Não o tenho”. Nesse trecho, o termo destacado está substituindo a palavra (A) irmão. (C) lobo. (B) bicho. (D) cordeiro. 20. Esse texto serve para (A) noticiar um fato. (B) mandar um recado. (C) dar um ensinamento. (D) instruir procedimentos.
  • 4. Avaliações Bimestrais - 2013 – 6º ao 9º ano – 1 _______________________________________________-