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O que define a qualidade de vida? 
 O que determina a qualidade de vida é uma condição histórica e social. Ao 
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Docente: Adriana Paiva. 
Discentes: Leliane Araújo, Lívio Libório, Suellen Vitória, Viviane 
Ferreira, Waldenis Santos e W...
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mini seminário 'Em busca da qualidade de vida'

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como a política influencia em nossa qualidade de vida, e no meio ambiente em que vivemos

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mini seminário 'Em busca da qualidade de vida'

  1. 1. Em busca da Qualidade de Vida Diante de um cenário de escassez de recursos naturais, é preciso muita capacidade de organização política para conciliar interesses diversos.
  2. 2. Abordagem: qualidade de vida e cidadania  Quantos ainda vivem sem condições mínimas de conforto, sujeitos a habitações que parecem improvisadas mas que são, na verdade, a obra possível, como as favelas e os cortiços?  Quantos aspiram ingressar ao reino do consumo, gerando mais pressão dos recursos naturais não renováveis?  Quantos já estão privados de recursos básicos à reprodução adequada da vida humana, como água doce/potável?  Quantos ainda vivem em áreas consideradas de risco à vida humana?
  3. 3. Qualidade de vida e sustentabilidade Os bens materiais e os alimentos necessários à reprodução da vida humana vêm do ambiente, seja ele natural ou produzido. Por isso é preciso dispor de um ambiente que permita reprodução da base material atual e para gerações futuras, considerando que elas podem optar pela alteração radical do modelo em vigor. Wagner Costa Ribeiro, 1991.
  4. 4. Surgimento e matrizes do ambientalismo  A ampla maioria dos estudiosos reconhece que foi apenas a partir da revolução industrial que a inquietação ganhou algum sentido prático, embora se tenha levado alguns séculos para ser implementado em um sistemas de leis que regule a ação humana, como acabou ocorrendo no século XX. O Movimento ambientalista pode ser identificado como um dos fatores principais nessa tarefa. As primeiras leis ambientais surgiram na segunda metade do século XIX a partir da reinvindicação dos chamados protecionistas ingleses, ou seja, aqueles que desejavam proteger espécies da extinção, em especial as preferidas pelos caçadores ingleses.
  5. 5. Diversas correntes do ambientalismo a partir de 1960  Preservacionistas e conservacionistas  Radicais ou ecologistas profundos  Ecoterroristas Desenvolvimentistas  Ecocapitalistas
  6. 6. Por ocasião da Conferência das Nações Unidas para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992, houve uma importante fusão entre os ambientalistas e os movimentos sociais. Como resultado, na reunião do Rio propôs-se a Agenda XXI, um plano de ação para melhorar as condições ambientais do planeta pautado na correção do consumo exagerado de países ricos e na distribuição dos recursos deles aos países em desenvolvimento, como maneira de combater a pobreza.
  7. 7. No Brasil, a organização ambientalista ganhou forma na década de 1950. Em 1955 foi criada a União Protetora do Ambiente Natural (Upan), sendo a primeira organização claramente ambientalista. Em seguida surgiu a Fundação Brasileira para Conservação da Natureza (FBCN) em 1958. Ambos do conservadorismo. Na década de 1970, ações voltadas à proteção ambiental, como a preocupação com o uso indeterminado de defensivos agrícolas e com a poluição do ar, passaram a compor a pauta das associações. Nos anos 80, uma grande mobilização culminou com o movimento pela Constituinte, em 1988, incluía temas ambientais na Constituição Federal. Inúmeras associações foram criadas para temas específicos, incorporando demandas externas, organizações transnacionais, como o Greenpeace. Está inaugurada a fase atual do ambientalismo brasileiro, marcado pelo profissionalismo de seus militantes.
  8. 8. Pode-se associar o ambientalismo em suas diversas matrizes com a luta pela cidadania. Ao proporem das condições naturais, seja preservando-as, colaborando para construir um mundo mais equilibrado na apropriação dos recursos naturais. Isso denominamos cidadania ambiental. A legislação ambiental brasileira é tida como uma das mais interessantes do mundo, apesar de não ser devidamente aplicada.
  9. 9. Cidadania e Qualidade de Vida  A devastação de diversos ambientes naturais é apenas uma das consequências de um modelo de reprodução da vida.  Uso da base material da existência é extremamente desigual. Dados do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, indicam que um terço da população mundial consome hoje cerca de dois terços de toda energia gerada e dos recursos naturais do planeta.  Um dos aspectos mais importantes da relação entre cidadania e ambiente é a desigualdade ao acesso e uso da base material da existência.  As crises do petróleo do inicio da década de 70, apesar de suas implicações econômicas e financeiras, contribuíram para difundir na opinião pública a ideia de que recursos naturais vitais ao funcionamento do capitalismo podem faltar.
  10. 10.  O PIB brasileiro chegou a oitava posição mundial de 1980 e as atividades industriais e de serviços predominam na economia há décadas.  Para definir o IDH, são consideráveis variáveis como a expectativa de vida; os anos de estudo, que são divididos em fundamental, médio e superior; e a capacidade de compra, definida pelo dólar PPC (paridade de poder de compra), que expressa o consumo de bens e serviços em diferentes países e segundo os preços praticados neles.  Problemas ambientais no campo: inúmeras comunidades rurais passaram a produzir materiais para o consumo capitalista. E a crescente urbanização da população mundial. Isso implica manter um estilo de vida que possa prover a base material da existência, incluindo a produção de alimentos e de abrigo, assim como roupa e habitação.
  11. 11. Definição de poluição A poluição é definida na legislação brasileira (Lei 6.938/81, Art.3, III) como a “...degradação da qualidade ambiental...” que direta ou indiretamente prejudiquem a saúde, segurança e o bem-estar da população, que criem condições adversas às atividades sociais e econômicas, que afetem desfavoravelmente a biota, as condições estéticas ou sanitárias do ambiente ou que lancem matérias ou energia em desacordo com os padrões estabelecidos.
  12. 12. Vários tipos de poluição  Poluição sonora  Poluição visual  Poluição atmosférica  Poluição da água  Poluição do solo  Poluição nuclear
  13. 13. Reduzir a poluição é hoje uma das principais preocupações da maioria dos países do mundo. Visando essa redução, a tarefa não é fácil, pois exige uma ação internacional concertada (recorde-se que a poluição não conhece fronteiras), enormes investimentos e a intervenção ativa de todos os cidadãos, em geral, e das empresas, em particular. Por exemplo:  Instalação nas fábricas de dispositivos (catalisadores) que retenham os fumos e os gases, podendo estes ser até reutilizados como fontes energéticas. De acordo com o princípio de que "deve pagar quem polui", esta medida tem já carácter obrigatório em vários países industrializados, relativamente a muitas indústrias;  Utilização de tecnologias alternativas, ou seja, de tecnologias diferentes que reduzam o consumo de energia, tornem a indústria menos poluidora (tecnologias limpas) e valorizem os resíduos;  Aplicação de catalisadores em todos os automóveis novos, de modo a diminuir o máximo de emissão de fumos e gases e a redução da quantidade de chumbo e enxofre nos combustíveis (gasolina, gasóleo). Pensa-se que estas medidas reduzirão entre 70% e 90% a poluição do ar provocada pelos veículos motorizados;  Obrigatoriedade de inspeções periódicas a todos os tipos de veículos automóveis no que respeita aos níveis de poluição atmosférica (nomeadamente a emissão de fumos) e sonora (especialmente sobre o nível de ruído dos tubos de escape), como já acontece em muitos países;  Substituição de alguns produtos químicos industriais perigosos, como, por exemplo, os que têm levado à destruição da camada do ozono.
  14. 14. Sustentabilidade e cidadania. Algumas atitudes que podem contribuir com o desenvolvimento sustentável através de uma postura cidadã  A sustentabilidade como conjunto de valores: é o compromisso de assumir uma atitude responsável e transparente em suas relações com a sociedade, empresas, governo, etc. Valores morais e éticos são essenciais no exercício da cidadania.  A sustentabilidade como postura estratégica: é preciso ter uma mente cidadã nos negócios realizados pelo ser humano para realizar uma ação social estratégica.  A sustentabilidade como estratégia para se relacionar: ao se relacionar com o próximo estrategicamente através de uma postura que enfoque cidadania, contribui-se com os ditames do desenvolvimento sustentável.  A Sustentabilidade e o marketing pessoal: realizar a sua valorização enquanto ser humano é ótimo na sua vida pessoal e profissional, entretanto, para contribuir com a sustentabilidade, não se deve esquecer da postura cidadã.
  15. 15.  A sustentabilidade e a sua reputação: como consequência positiva do tópico acima, você será melhor visto em sua comunidade como uma pessoa que procura fazer seus próprios negócios e leva sua vida de maneira digna e respeita o meio ambiente.  A sustentabilidade como estratégia de inserção em sua comunidade: através de uma postura contributiva e cidadã, o caminho para ganhar a confiança de sua comunidade, a fim de pleitear mudanças, se torna mais simples.  A sustentabilidade e o desenvolvimento comunitário: advém do tópico anterior. Com a inserção na comunidade, você pode se tornar um agente e um catalisador de mudanças, promovendo o desenvolvimento social local e articulando parcerias com o Governo, Terceiro Setor e empresas para alcançar os objetivos comuns.  A cidadania para o incentivo local de ações sustentáveis: tendo uma postura cidadã em sua comunidade, é possível que as pessoas ao seu redor se motivem a adotar as mesmas posturas que você em prol do bem comum.
  16. 16. O que define a qualidade de vida?  O que determina a qualidade de vida é uma condição histórica e social. Ao julgar quais seriam os elementos indicadores de uma boa qualidade de vida a resposta dada por determinada pessoa, indiscutivelmente, virá impregnada por estes fatores sócio históricos, embora nem sempre conscientes e explicitados. Neste sentido, Schaff (1967: 71) aponta que: “O homem nasce numa determinada sociedade, sob determinadas condições sociais e inter-humanas que ele próprio não escolhe; são elas o resultado da atividade de gerações anteriores [e] a opinião do que é bom ou mau, do que é digno ou não, quer dizer, o determinado sistema de valores, é dado socialmente, igualmente como o conhecimento do mundo, que é determinado pelo desenvolvimento histórico da sociedade. As condições sociais formam, com a ajuda da consciência social vigente, o indivíduo humano, que nasce e se desenvolve numa sociedade. É neste sentido que as condições criam o indivíduo” [Grifos do autor].
  17. 17. Docente: Adriana Paiva. Discentes: Leliane Araújo, Lívio Libório, Suellen Vitória, Viviane Ferreira, Waldenis Santos e Wellington Junior.

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