Objetivo<br />Este programa é regulamentado pela NR -7 e tem como objetivo por meio de Exames Ocupacionais a promoção e pr...
7.4.1Os Exames Ocupacionais são:<br />• Admissional • Periódico • Retorno ao trabalho • Mudança de função • Demissional <b...
A não realização do PCMSO acarreta  MULTA e a não realização dos Exames Ocupacionais.<br /> <br />Além das multas outro ri...
7.4.4. Para cada exame médico realizado, previsto no item 7.4.1, o médico emitirá o Atestado de Saúde Ocupacional - ASO, 7...
7.4.4.3. O ASO deverá conter no mínimo:<br /> <br />nome completo do tra balhador, o número de registro de sua identidade ...
OBJETIVO:<br />NR – 13 é a norma regulamentadora 13 do Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil e tem como objetivo cond...
NR13 – Caldeiras e Vasos sob Pressão<br />Principais Aspectos:<br />Toda caldeira e vaso sob pressão deve possuir uma plac...
NR13 – Caldeiras e Vasos sob Pressão<br />Quanto ao relatório de inspeção é importante observar:<br /><ul><li>Se os regist...
Se foram feitas observações para mudanças, reparos, etc.
Se estas recomendações foram cumpridas</li></ul>Os operadores de caldeiras e vasos sob pressão devem possuir treinamento e...
CALDEIRAS A VAPOR:<br />As caldeiras são classificadas em 3 categorias:<br /><ul><li>Categoria A: São aquelas cuja pressão...
 Categoria C: São aquelas cuja pressão e operação é igual ou inferior a 588 kPa (5,99 kgf/cm²) e o volume interno é igual ...
  Categoria B: São todas as caldeiras que não se enquadram nas categorias anteriores.</li></ul>Todos os itens da norma dev...
Enquadramento do Vaso de Pressão:<br />Os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito a segu...
VASOS DE PRESSÃO:<br />Todo vaso de pressão deve possuir, no estabelecimento onde estiver instalado, a seguinte documentaç...
Os fornos devem ser construídos solidamente, revestidas com material refratário de forma que o calor não ultrapasse os lim...
14.3 Os fornos que utilizarem combustíveis gasosos ou líquidos devem ter sistemas de proteção para:<br />não ocorrer explo...
O exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30% incidente s...
O transporte de líquidos inflamáveis ou gasosos liquefeitos em quaisquer vasilhames e a granel são consideradas condições ...
Toda empresa deve possuir proteção contra incêndio.<br />Os locais devem dispor de saídas em números suficientes e dispost...
<ul><li>Portas</li></ul>Portas corta fogo<br /><ul><li>Escadas</li></ul>Materiais incombustíveis<br />
Combate ao fogo<br />Alarme de incêndio<br />Chamar o corpo de bombeiros <br />Desligar equipamentos<br />Atacar o fogo co...
Classes de fogo<br />Classe A - são materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profun...
Extinção por meio de água.<br />Nos estabelecimentos industriais de 50 ou mais empregados, deve haver um aprisionamento de...
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Nr – 7,13,14,16 e 23

  1. 1.
  2. 2. Objetivo<br />Este programa é regulamentado pela NR -7 e tem como objetivo por meio de Exames Ocupacionais a promoção e preservação da saúde dos trabalhadores através de medidas prevencionistas, diagnosticando precocemente os agravos à saúde relacionados ou não ao trabalho. <br />
  3. 3.
  4. 4.
  5. 5. 7.4.1Os Exames Ocupacionais são:<br />• Admissional • Periódico • Retorno ao trabalho • Mudança de função • Demissional <br />
  6. 6. A não realização do PCMSO acarreta  MULTA e a não realização dos Exames Ocupacionais.<br /> <br />Além das multas outro risco a que a empresa está sujeita quando não implementa os Programas de Segurança e Medicina do Trabalho é de Ações na Justiça no futuro movidas por funcionários que podem alegar que os danos à saúde que eles apresentam foram adquiridos no período em que trabalharam nesta empresa.<br />
  7. 7. 7.4.4. Para cada exame médico realizado, previsto no item 7.4.1, o médico emitirá o Atestado de Saúde Ocupacional - ASO, 7.4.1 em 2 (duas) vias. <br /> <br />7.4.4.1. A primeira via do ASO ficará arquivada no local de trabalho do trabalhador, inclusive frente de trabalho ou canteiro de obras, à disposição da fiscalização do trabalho. (107.026-6 / I2)<br /> <br />7.4.4.2. A segunda via do ASO será obrigatoriamente entregue ao trabalhador, mediante recibo na primeira via. (107.027-4 / I2)<br />7.4.5. Os dados obtidos nos exames médicos, incluindo avaliação clínica e exames complementares, as conclusões e as medidas aplicadas deverão ser registrados em prontuário clínico individual, que ficará sob a responsabilidade do médico-coordenador do PCMSO. (107.033-9 / I3) <br />
  8. 8. 7.4.4.3. O ASO deverá conter no mínimo:<br /> <br />nome completo do tra balhador, o número de registro de sua identidade e sua função; (107.048-7 / I1)<br />os riscos ocupacionais específicos existentes, ou a ausência deles, na atividade do empregado, conforme instruções técnicas expedidas pela Secretaria de Segurança e Saúde no Trabalho-SSST; (107.049-5 / I1)<br />indicação dos procedimentos médicos a que foi submetido o trabalhador, incluindo os exames complementares e a data em que foram realizados; (107.050-9 / I1)<br />o nome do médico coordenador, quando houver, com respectivo CRM; (107.051-7 / I2)<br />definição de apto ou inapto para a função específica que o trabalhador vai exercer, exerce ou exerceu; (107.052-5 / I2)<br />nome do médico encarregado do exame e endereço ou forma de contato; (107.053-3 / I2)<br />data e assinatura do médico encarregado do exame e carimbo contendo seu número de inscrição no Conselho Regional de Medicina.<br /> (107.054-1 / I2)<br /> <br />
  9. 9.
  10. 10. OBJETIVO:<br />NR – 13 é a norma regulamentadora 13 do Ministério do Trabalho e Emprego do Brasil e tem como objetivo condicionar inspeção de segurança e operação de vasos de pressão e caldeiras. Foi criada em 8 de junho de 1978, sofrendo revisão em 8 de maio de 1984. Essa norma estabelece requisitos compulsórios relativos a projeto, operação, manutenção e inspeção de caldeiras e vasos de pressão. <br />
  11. 11. NR13 – Caldeiras e Vasos sob Pressão<br />Principais Aspectos:<br />Toda caldeira e vaso sob pressão deve possuir uma placa de identificação com os seguintes dados:<br /> - fabricante<br /> - Número de ordem dado pelo fabricante<br /> - ano de fabricação<br /> - pressão máxima de trabalho<br /> - pressão de teste hidrostático<br /> - capacidade de produção de vapor<br /> - área de superfície aquecida<br /> - código de projeto e ano de edição<br /><ul><li>Toda caldeira e vaso sob pressão deve possuir:</li></ul> - prontuário<br /> - registro de segurança<br /> - projeto de instalação<br /> - projeto de alteração ou reparo<br /> - relatórios de inspeção<br />
  12. 12. NR13 – Caldeiras e Vasos sob Pressão<br />Quanto ao relatório de inspeção é importante observar:<br /><ul><li>Se os registros estão atualizados
  13. 13. Se foram feitas observações para mudanças, reparos, etc.
  14. 14. Se estas recomendações foram cumpridas</li></ul>Os operadores de caldeiras e vasos sob pressão devem possuir treinamento específico, ministrado por profissional habilitado, de acordo com o categoria do equipamento que deverá operar. Este treinamento deverá ter currículo mínimo conforme estabelecido pela norma.<br />13.3.9 Todo operador de caldeira deve cumprir um estágio prático, na operação da própria caldeira que irá operar, o qual<br />deverá ser supervisionado, documentado e ter duração mínima de:<br />a) caldeiras da categoria A: 80 (oitenta) horas;<br />b) caldeiras da categoria B: 60 (sessenta) horas;<br />c) caldeiras da categoria C: 40 (quarenta) horas.<br />
  15. 15. CALDEIRAS A VAPOR:<br />As caldeiras são classificadas em 3 categorias:<br /><ul><li>Categoria A: São aquelas cuja pressão de operação é igual ou superior a 1960 kPa (19,98kgf/cm²);
  16. 16. Categoria C: São aquelas cuja pressão e operação é igual ou inferior a 588 kPa (5,99 kgf/cm²) e o volume interno é igual ou inferior a 100 litros.
  17. 17. Categoria B: São todas as caldeiras que não se enquadram nas categorias anteriores.</li></ul>Todos os itens da norma devem ser verificados por um profissional habilitado.<br />
  18. 18. Enquadramento do Vaso de Pressão:<br />Os fluidos contidos nos vasos de pressão são classificados conforme descrito a seguir:<br /> CLASSE “A”:<br />- Fluidos inflamáveis - combustível com temperatura superior ou igual a 200ºC;<br />- Fluidos tóxicos com limite de tolerância igual ou inferior a 20 ppm;<br />- Hidrogênio;<br />- Acetileno.<br />CLASSE "B”:<br />- Fluidos combustíveis com temperatura inferior a 200°C;<br /><ul><li>Fluidos tóxicos com limite de tolerância superior a 20 ppm.</li></ul> CLASSE “C”: <br />- Vapor de água, gases asfi­xiantes simples ou ar comprimido.<br /> CLASSE “D": <br />- Água ou outros fluidos não enquadrados nas classes “A”, “B” ou "C", com temperatura superior a 50°C.<br />
  19. 19. VASOS DE PRESSÃO:<br />Todo vaso de pressão deve possuir, no estabelecimento onde estiver instalado, a seguinte documentação devidamente atualizada:<br />Prontuário do Vaso de Pressão, a ser fornecido pelo fabricante, <br /> Registro de Segurança;<br />Projeto de Instalação;<br />Projetos de Alteração ou Reparo;<br />Relatórios de Inspeção.<br />Os vasos de pressão devem ser submetidos a inspeções de segurança inicial, periódica e extraordinária.<br />
  20. 20.
  21. 21.
  22. 22.
  23. 23. Os fornos devem ser construídos solidamente, revestidas com material refratário de forma que o calor não ultrapasse os limites de tolerância estabelecida pela NR-15<br />
  24. 24. 14.3 Os fornos que utilizarem combustíveis gasosos ou líquidos devem ter sistemas de proteção para:<br />não ocorrer explosão por falha da chama de aquecimento ou no acionamento do queimador;<br />b) evitar retrocesso da chama.<br />
  25. 25.
  26. 26.
  27. 27.
  28. 28. O exercício de trabalho em condições de periculosidade assegura ao trabalhador a percepção de adicional de 30% incidente sobre o salário.<br />
  29. 29. O transporte de líquidos inflamáveis ou gasosos liquefeitos em quaisquer vasilhames e a granel são consideradas condições periculosas. Com exceção para o transporte em pequenas quantidades, até o limite de 200L para líquidos inflamáveis e 135g para os inflamáveis gasosos liquefeitos.<br />
  30. 30.
  31. 31.
  32. 32.
  33. 33.
  34. 34.
  35. 35.
  36. 36. Toda empresa deve possuir proteção contra incêndio.<br />Os locais devem dispor de saídas em números suficientes e dispostas de modo que os funcionários possam abandonar o local com rapidez e segurança.<br />
  37. 37. <ul><li>Portas</li></ul>Portas corta fogo<br /><ul><li>Escadas</li></ul>Materiais incombustíveis<br />
  38. 38. Combate ao fogo<br />Alarme de incêndio<br />Chamar o corpo de bombeiros <br />Desligar equipamentos<br />Atacar o fogo com os métodos adequados<br />
  39. 39. Classes de fogo<br />Classe A - são materiais de fácil combustão com a propriedade de queimarem em sua superfície e profundidade.<br />Classe B - são considerados inflamáveis os produtos que queimem somente em sua superfície.<br />Classe C - quando ocorrem em equipamentos elétricos energizados como motores<br />Classe D - elementos pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio.<br />
  40. 40. Extinção por meio de água.<br />Nos estabelecimentos industriais de 50 ou mais empregados, deve haver um aprisionamento de água sob pressão, a fim de, a qualquer tempo, extinguir os começos de fogo.<br />Devem ser protegidos de maneira que não sejam danificados.<br />
  41. 41. Água nunca será empregada<br />a) nos fogos da Classe B.<br />b) nos fogos da Classe C.<br />c) nos fogos da Classe D.<br />Os extintores de água <br />deve ser usa em fogos <br />Classe A.<br />Extintor de Água<br />
  42. 42. O extintor tipo "Espuma" será usado <br />nos fogos de Classe A e B.<br />O extintor tipo "Dióxido de Carbono" será usado, nos fogos das Classes B e C.<br />O extintor tipo "Químico Seco“<br />usar-se-á nos fogos das Classes B e C.<br />

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