Mini-curso Scrum e Kanban WES 2015

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Slides do mini-curso de Scrum e Kanban na prática que eu e o Samuel Cavalcante ministramos no Workshop de Engenharia de Software 2015 da UFMS.

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  • Os critérios de aceitação devem ser feitos durante a Sprint
  • Os critérios de aceitação devem ser feitos durante a Sprint
  • Lembrar de falar que no kanban quem anda é a história e não os post-its pequenos. Ou seja não existe a necessidade de escreve-los.
    Lembrar de deixar claro que trabalho não terminado é descartado ou fica parado na linha de produção.
  • Nós damos itens a serem feitos
  • Explicar o conceito de deixar claro trabalho em andamento. WIP.
    Falar sobre as regras das colunas. Tem que estar claro o processo do trabalho e as regras para que isso seja executado com sucesso.
  • Monto um plano de como será executada a Sprint, sendo dividindo em tarefas pequenas e atribuindo tempo (empiricamente a essas terefas), a cada dia analiso quanto tempo executei e quanto falta.
  • Time Real.
    Estavam em formação e bagunçado. Organizou o processo. E voltou para o Scrum por demandas de projeto.
  • Mini-curso Scrum e Kanban WES 2015

    1. 1. SCRUM & KANBAN NA PRÁTICA
    2. 2. O QUE VEREMOS NO CURSO?  1 - Porquê a DígithoBrasil resolveu trabalhar com desenvolvimento ágil?  2 - O Scrum e como ele funciona (by the book)  3 – Atividades práticas  4 – Kanban e seus conceitos  5 - Encerramento  6 - Dicas e feedback
    3. 3. ABORDAGENS TRADICIONAIS METODOLOGIA/PROCESSO “CASCATA”:
    4. 4. ABORDAGENS TRADICIONAIS SOBRE O SUCESSO DE PROJETOS: 14% 29%57% Cascata Sucesso Desafiado Falha Fonte: CHAOS Manifesto, The Standish Group, 2012. • Mais ou menos estável há 20 anos • E se fossemos uma fabricante de aeronaves? Na DígithoBrasil, desde que começamos a trabalhar com agilidade, todos os projetos são verde!
    5. 5. ABORDAGENS TRADICIONAIS X ÁGIL SOBRE O SUCESSO DE PROJETOS: 14% 29%57% Cascata Sucesso Desafiado Falha 42% 9% 49% Ágil Sucesso Desafiado Falha Fonte: CHAOS Manifesto, The Standish Group, 2012.
    6. 6. ABORDAGENS TRADICIONAIS FUNCIONALIDADES UTILIZADAS: Fonte: The Standish Group, 2002 Mas, por quê? • Dados da indústria de software mostram que 60% dos requisitos mudam durante o desenvolvimento do software
    7. 7. DESENVOLVIMENTO ÁGIL COMO SURGIU? • Fevereiro de 2001
    8. 8. DESENVOLVIMENTO ÁGIL O MANIFESTO
    9. 9. FRAMEWORK SCRUM DO QUE É COMPOSTO?  Papeis  Cerimônias  Artefatos Mas o que são essas coisas e como orquestrar tudo isso?
    10. 10. FRAMEWORK SCRUM COMO FUNCIONA? Feedback do cliente + melhorias do time 2 – Sprint Review Reunião Diária Sprint 1 a 4 semanas 1 – Sprint Planning (2 partes) Gerenci ar o backlog Product Backlog (Problemas / Necessidades dos usuários) 3 – Sprint Retrospecti ve Product Owner Time Dev. Scrum Master
    11. 11. QUADRO DE TAREFAS
    12. 12. MÃO NA MASSA Vamos nos dividir em times?
    13. 13. CENÁRIO Um cliente que representa instituições de cunho social contratou vocês para o desenvolvimento de uma aplicação web que tem o objetivo de aproximar doadores e voluntários a instituições de cunho social, para que elas possam transformar a vida de mais pessoas carentes
    14. 14. MÃO NA MASSA Vocês tem 10 minutos para  Pegar o material  Definir o Product Owner e Scrum Master  Priorizar, no mínimo, 5 itens
    15. 15. CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO  A aplicação deve ter um nome no topo de cada página Web  Todas as páginas devem ter a logo do produto  Ter a URL com o endereço da página  Deve possuir margem
    16. 16. SPRINT 1 – 23 MINUTOS Planejamento: 5 Minutos  Escolher itens que entrarão na Sprint e definir meta  Criar tarefas (Como vai desenvolver cada item)  Itens em Post-it grandes  Tarefas em post-it pequenos Reunião diária: 2 m (O que fiz? O que pretendo fazer? Impedimentos?) Desenvolvimento: 10 m Review: 3 m (apresentação do trabalho feito e aceite do PO) Retrospectiva: 3 m (O que pode ser melhorado?)
    17. 17. E AI ALGO A MELHORAR? E AI VAI MUDAR ALGO?
    18. 18. SPRINT 2 – 23 MINUTOS Planejamento: 5 Minutos  Escolher itens que entrarão na Sprint e definir meta  Criar tarefas (Como vai desenvolver cada item)  Histórias em Post-it grandes  Tarefas em post-it pequenos Reunião em Pé: 2 m (O que fiz? O que pretendo fazer? Impedimentos?) Desenvolvimento: 10 m Review: 3 m (demonstração do trabalho feito e aceite do PO) Retrospectiva: 3 m (O que pode ser melhorado?)
    19. 19. E AI ALGO A MELHORAR? E AI VAI MUDAR ALGO?
    20. 20. MUDANÇAS  Agora quem estiver com o chapéu é a pessoa que prioriza os itens e entrega para o time.  Com isso não temos mais o tempo de planejamento nem PO.  O time precisa deixar claro a necessidade de novas histórias para o cliente.  Que tal limitar a quantidade de trabalho em desenvolvimento.  Uma pergunta? O que você já desenvolveu está em produção?
    21. 21. ITERAÇÃO 3 – 15 MINUTOS Reunião em pé 2 minutos Desenvolvimento: 10 minutos Retrospectiva 3 minutos
    22. 22. E AI ALGO A MELHORAR? E AI VAI MUDAR ALGO?
    23. 23. ITERAÇÃO 4 – 15 MINUTOS Reunião em pé 2 minutos Desenvolvimento: 10 minutos Retrospectiva 3 minutos
    24. 24. MAS NÃO TÁ FALTANDO NADA? Risco? Métricas? Controle? Gerentes? Sei lá?????
    25. 25. MÉTRICAS
    26. 26. MÉTRICAS
    27. 27. MÉTRICAS
    28. 28. MÉTRICAS
    29. 29. MÉTRICAS
    30. 30. ANALISANDO
    31. 31. KANBAN
    32. 32. PRINCÍPIOS DO KANBAN  Comece com o que você faz agora  Acorde em buscar mudanças incrementais e evolucionárias  Inicialmente, respeite papéis, responsabilidades e cargos atuais  Incentive atos de liderança através do exemplo (iniciativa) em todos os níveis na organização, desde os colaboradores até a gerência sênior.
    33. 33. PRÁTICAS DO KANBAN  Torne tudo visível  Limite o trabalho em progresso (WIP Limit)  Gerencie o fluxo  Torne as políticas e regras explícitas  Desenvolva mecanismos de feedback dentro do fluxo de trabalho e entre fluxos de trabalho conectados na organização  Melhore colaborativamente usando modelos de experimentação
    34. 34. RESUMINDO KANBAN  Não prescreve planejamentos;  Visa em concluir o que começou;  Limita o trabalho em progresso;  É um processo de fluxo puxado, orientada a eventos;  Caso a ocorra um problema a linha de produção pára.
    35. 35. RESUMINDO O QUE APRENDEMOS https://prezi.com/mqbze9jykrfo/kanban-treinamento/
    36. 36. NÃO SE PRENDA A UM ÚNICO PROCESSO!  Misture e combine as ferramentas de que você precisa! Dificilmente encontramos um time de sucesso que trabalha com Scrum que não inclui, por exemplo, a maioria dos elementos do XP. Muitas equipes que trabalham com Kanban fazem reuniões diárias (uma prática Scrum). Algumas equipes Scrum escrevem alguns dos seus itens de backlog como casos de uso (uma prática RUP) ou limitam seus tamanhos de fila (uma prática Kanban). Use o que funcionar para você, mas sem ferir os valores e princípios do manifesto ágil http://www.infoq.com/br/minibooks/kanban-scrum-minibook
    37. 37. http://www.infoq.com/br/minibooks/kanban-scrum-min
    38. 38. DICAS O QUE ESTUDAR?  Scrum (Scrum Guide)  XP  Kanban  Lean  DevOps  Integração Contínua  Entrega Contínua  Orientação a Objetos  Testes automatizados  Padrões de Projeto  TDD  DDD  BDD  User Experience (UX)  Clean Code  ...
    39. 39. DESENVOLVIMENTO ÁGIL QUEM MAIS ESTÁ TRABALHANDO ASSIM?
    40. 40. OBRIGADO!  Samuel Cavalcante  @samuelmbc  samuelmbc@gmail.com  Stéfano H. dos Santos  @stefanohs  stefanohs@gmail.com

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