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Bocio 6 ano

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Bocio 6 ano

  1. 1. BÓCIO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  2. 2. HISTÓRIATUMOR CERVICAL ANTERIORAUMENTO DO VOLUME DO PESCOÇOSENSAÇÃO DE “BOLA” NA GARGANTAEXOFTALMO – GRAVESADENOPATIA CERVICAL,ROUQUIDÃO – CARCINOMAFACIES RAMOS JR J 1988 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  3. 3. HISTÓRIATUMOR CERVICAL ANTERIORAUMENTO DO VOLUME DO PESCOÇOSENSAÇÃO DE “BOLA” NA GARGANTAEXOFTALMO – GRAVESADENOPATIA CERVICAL,ROUQUIDÃO – CARCINOMAFACIES RAMOS JR J 1988 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  4. 4. DEFINIÇÃO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  5. 5. DEFINIÇÃO TODO E QUALQUER AUMENTO DA GLÂNDULA TIREÓIDE, FISIOLÓGICO OU PATOLÓGICO, FOCAL OU DIFUSO, QUAQUER QUE SEJA SUA ETIOLOGIA EXEMPLO- BÓCIO JUVENIL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  6. 6. CLASSIFICAÇÃO QUANTO A SUA MORFOLOGIA- DIFUSO, UNINODULAR OU MULTINODULAR ( DOIS OU MAIS) QUANTO A SUA PRODUÇÃO HORMONAL (FUNÇÃO)- TÓXICOS (HIPERPRODUÇÃO HORMONAL) TAMBÉM CHAMADOS DE HIPERFUNCIONANTESSIMPLES OU ATÓXICOS (PRODUÇÃO HORMONAL NORMAL) PROFESSOR EMERSON FAVERO
  7. 7. EXAME FÍSICO PALPAÇÃO DA TIREÓIDE – DO ISTMO PARA OS LOBOS VERIFICAR MERGULHO OU COMPRESSÃO EXAME COM DEGLUTIÇÃO EXAME MINUCIOSO DO PESCOÇO – ADENOPATIAS EXAME DA CAVIDADE LARÍNGEA - ROUQUIDÃO RAMOS JR J 1988 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  8. 8. EXAMES DE LABORATÓRIO USG T4 LIVRE TSH RX TORAX TC, LARINGO, EDA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  9. 9. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  10. 10. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  11. 11. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  12. 12. BENJAMIN B 1998 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  13. 13. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  14. 14. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  15. 15. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  16. 16. ANÁLISE DOS EXAMES PEDIDOS USG – AVALIAR PRESENÇA OU NÃO DE NÓDULOS TIREOIDEANOS E CERVICAIS AVALIAR ALTERAÇÕES DO T4L E TSH RX DE TÓRAX- MERGULHO E DESVIO DE TRAQUÉIA AVALIAR AUMENTO DO NÓDULO COM NOVA PALPAÇÃO E PRESENÇA DE ADENOPATIAS CERVICAIS ATÉ ENTÃO NÃO EXISTENTES – NÃO PERCA A OPORTUNIDADE!!! PROFESSOR EMERSON FAVERO
  17. 17.  RX TORAX - MERGULHO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  18. 18.  IMPORTANTE DESVIO COM MASSA TIREOIDEANA SÓLIDA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  19. 19.  MERGULHO IMPORTANTE E DESVIO DE TRAQUÉIA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  20. 20. ANÁLISE DO EXAME SONOGRÁFICO PRESENÇA DE NÓDULOS OU AUMENTO DIFUSO TEXTURA DA GLÂNDULA TIPO DO NÓDULO: CISTO, MISTO, SÓLIDO INTEGRIDADE DO NÓDULO VASCULARIZAÇÃO INTERNA E EXTERNA- CHAMMAS PRESENÇA DE MICRO OU MACROCALCIFICAÇÕES PROFESSOR EMERSON FAVERO
  21. 21. ANÁLISE DO EXAME SONOGRÁFICO PRESENÇA DE NÓDULOS OU AUMENTO DIFUSO TEXTURA DA GLÂNDULA TIPO DO NÓDULO: CISTO, MISTO, SÓLIDO INTEGRIDADE DO NÓDULO VASCULARIZAÇÃO INTERNA E EXTERNA- CHAMMAS PRESENÇA DE MICRO OU MACROCALCIFICAÇÕES PROFESSOR EMERSON FAVERO
  22. 22. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  23. 23. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  24. 24. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  25. 25. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  26. 26. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  27. 27. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  28. 28. ANÁLISE DO PERFIL HORMONAL TSH BAIXO – PODE INDICAR TRATAMENTO SE T4L ALTO TSH ALTO PODE REQUERER TRATAMENTO COM HORMÔNIO T4L ALTO- PODE SER USADA A CINTILOGRAFIA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  29. 29. ANÁLISE DO PERFIL HORMONAL TSH BAIXO – PODE INDICAR TRATAMENTO SE T4L ALTO TSH ALTO PODE REQUERER TRATAMENTO COM HORMÔNIO T4L ALTO- PODE SER USADA A CINTILOGRAFIA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  30. 30. PUNÇÃO ESCOLHA DO NÓDULO A SER PUNCIONADO ÚNICO OU MÚLTIPLO PUNCIONAR: MISTOS, SÓLIDOS, CHAMAS III E IV, IRREGULARES, CALCIFICADOS, ÍNDICE DE RESISTÊNCIA MAIOR QUE 0,7 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  31. 31. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  32. 32.  NÃO PUNCIONAR ACOMPANHAR CRESCIMENTO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  33. 33. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  34. 34.  PUNCIONAR PROFESSOR EMERSON FAVERO
  35. 35. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  36. 36.  PUNCIONAR PROFESSOR EMERSON FAVERO
  37. 37. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  38. 38.  PUNCIONAR VEGETAÇÃO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  39. 39. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  40. 40.  PUNCIONAR SEMELHANTE A NECROSE TUMORAL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  41. 41. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  42. 42.  PUNCIONAR CONTORNO REGULAR PROFESSOR EMERSON FAVERO
  43. 43. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  44. 44.  PUNCIONAR MICROCALCIFICAÇÃO- PAPILÍFERO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  45. 45. INDICAÇÕES DATIREOIDECTOMIA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  46. 46. INDICAÇÕES DA TIREOIDECTOMIA SUSPEITA DE MALIGNIDADE- PUNÇÃO POSITIVA, PUNÇÃO DUVIDOSA(PADRÃO FOLICULAR, BETHESDA III OU MAIS), NÓDULO FRIO, CRESCIMETO RÁPIDO, ADENOPATIA CERVICAL E BÓCIO, ROUQUIDÃO COM PARALISIA DA CORDA VOCAL, MAIORES QUE 4 CM. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  47. 47. INDICAÇÕES DA TIREOIDECTOMIA SUSPEITA DE MALIGNIDADE- PUNÇÃO POSITIVA, PUNÇÃO DUVIDOSA(PADRÃO FOLICULAR, BETHESDA III OU MAIS), NÓDULO FRIO, CRESCIMETO RÁPIDO, ADENOPATIA CERVICAL E BÓCIO, ROUQUIDÃO COM PARALISIA DA CORDA VOCAL, MAIORES QUE 4 CM. MERGULAHNTES PROFESSOR EMERSON FAVERO
  48. 48. INDICAÇÕES DA TIREOIDECTOMIA SUSPEITA DE MALIGNIDADE- PUNÇÃO POSITIVA, PUNÇÃO DUVIDOSA(PADRÃO FOLICULAR, BETHESDA III OU MAIS), NÓDULO FRIO, CRESCIMETO RÁPIDO, ADENOPATIA CERVICAL E BÓCIO, ROUQUIDÃO COM PARALISIA DA CORDA VOCAL, MAIORES QUE 4 CM. MERGULAHNTES COMPRESSÃO RESPIRATÓRIA E MAIS RARA DIGESTIVA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  49. 49. INDICAÇÕES DA TIREOIDECTOMIA SUSPEITA DE MALIGNIDADE- PUNÇÃO POSITIVA, PUNÇÃO DUVIDOSA(PADRÃO FOLICULAR, BETHESDA III OU MAIS), NÓDULO FRIO, CRESCIMETO RÁPIDO, ADENOPATIA CERVICAL E BÓCIO, ROUQUIDÃO COM PARALISIA DA CORDA VOCAL, MAIORES QUE 4 CM. MERGULAHNTES COMPRESSÃO RESPIRATÓRIA E MAIS RARA DIGESTIVA TÓXICOS- GRAVES, PLUMMER PROFESSOR EMERSON FAVERO
  50. 50. INDICAÇÕES DA TIREOIDECTOMIA SUSPEITA DE MALIGNIDADE- PUNÇÃO POSITIVA, PUNÇÃO DUVIDOSA(PADRÃO FOLICULAR, BETHESDA III OU MAIS), NÓDULO FRIO, CRESCIMETO RÁPIDO, ADENOPATIA CERVICAL E BÓCIO, ROUQUIDÃO COM PARALISIA DA CORDA VOCAL, MAIORES QUE 4 CM. MERGULAHNTES COMPRESSÃO RESPIRATÓRIA E MAIS RARA DIGESTIVA TÓXICOS- GRAVES, PLUMMER ESTÉTICO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  51. 51. CLASSIFICAÇÃO DE BETHESDA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  52. 52. CLASSIFICAÇÃO DE BETHESDA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  53. 53. PADRÃO FOLICULAR PROFESSOR EMERSON FAVERO
  54. 54. PADRÃO FOLICULAR• DÚVIDA DIAGNÓSTICA• SEMELHANTE Á TIREÓIDE, SEM NÓDULOS• DEVERÁ SER AVALIADA TODA A CÁPSULA DO NÓDULO• INDICAÇÃO PRECISA DE CIRURGIA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  55. 55. TIREOIDECTOMIA - POSIÇÃO POSIÇÃO SEMI-SENTADA BRAÇOS AO LONGO DO CORPO COXIM SOBRE OS OMBROS ENTUBAÇÃO COM CÂNULA ARAMADA AUMENTO DO DORSO E TRENDELENBURG EM MESA COLOCAR USG, PUNÇÃO E RX TORAX PARA CONSULTA DURANTE A CIRURGIA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  56. 56. TIREOIDECTOMIA - POSIÇÃO POSIÇÃO SEMI-SENTADA BRAÇOS AO LONGO DO CORPO COXIM SOBRE OS OMBROS ENTUBAÇÃO COM CÂNULA ARAMADA AUMENTO DO DORSO E TRENDELENBURG EM MESA COLOCAR USG, PUNÇÃO E RX TORAX PARA CONSULTA DURANTE A CIRURGIA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  57. 57. INCISÃO MARCADA VARIA CONFORME A TÁTICA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  58. 58. INCISÃO AGORA MENOR... PROFESSOR EMERSON FAVERO
  59. 59. ABERTURA FALSO ESTIGMA DE SER CIRURGIA FÁCIL INCISÃO DA PELE E SUBCUTÂNEO ACIMA DA FASCIA CERVICAL ANTERIOR, POUPANDO O PLATISMA ABERTURA DA LINHA MÉDIA SEPARAÇÃO DO ESTENO HIODEO E ESTERNO TIREOIDEO – PONTO CRUCIAL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  60. 60. POLO SUPERIOR LIGADURA DO POLO NÓS VERDADEIROS FIO 4-0; 3-0 ENTRE 3 A 5 LIGADURAS NÃO DESCER PRÓXIMO A CRICÓIDE POR SEGURANÇA IDENTIFICAÇÃO SE POSSÍVEL DA PARATIREÓIDE LIGADURA JUNTO AO POLO, SE NÃO FOR CÂNCER PERIGOS: HEMORRAGIA COM CHOQUE, LESÃO DO LARINGEO SUPERIOR, LESÃO DA PARATIREÓIDE OU DE SUA IRRIGAÇÃO RANDOLPH 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  61. 61. POLO SUPERIOR LIGADURA DO POLO NÓS VERDADEIROS FIO 4-0; 3-0 ENTRE 3 A 5 LIGADURAS NÃO DESCER PRÓXIMO A CRICÓIDE POR SEGURANÇA IDENTIFICAÇÃO SE POSSÍVEL DA PARATIREÓIDE LIGADURA JUNTO AO POLO, SE NÃO FOR CÂNCER PERIGOS: HEMORRAGIA COM CHOQUE, LESÃO DO LARINGEO SUPERIOR, LESÃO DA PARATIREÓIDE OU DE SUA IRRIGAÇÃO RANDOLPH 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  62. 62. IDENTIFICAÇÃO DO NERVO LARINGEO IDENTIFICAR A ARTÉRIA TIREOIDEANA INFERIOR CRUZA POSTERIORMENTE A ARTÉRIA EM ALGUM PONTO EM 82%, É ANTERIOR EM 18% SULCO TRAQUEOESOFÁGICO DISSECÇÃO MINUCIOSA, SEM USAR GAZE SECA, SEM TOCÁ- LO, ATÉ O RETROCRICÓIDE PROFESSOR EMERSON FAVERO
  63. 63. IDENTIFICAÇÃO DO NERVO LARINGEO IDENTIFICAR A ARTÉRIA TIREOIDEANA INFERIOR CRUZA POSTERIORMENTE A ARTÉRIA EM ALGUM PONTO EM 82%, É ANTERIOR EM 18% SULCO TRAQUEOESOFÁGICO DISSECÇÃO MINUCIOSA, SEM USAR GAZE SECA, SEM TOCÁ- LO, ATÉ O RETROCRICÓIDE PROFESSOR EMERSON FAVERO
  64. 64. NERVO RECORRENTERANDOLPH G 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  65. 65. NERVO RECORRENTERANDOLPH G 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  66. 66. NERVO RECORRENTERANDOLPH G 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  67. 67. NERVORECORRENTE- PROFESSOR EMERSON FAVERO
  68. 68. FAVERO E 2007 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  69. 69. FAVERO E 2007 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  70. 70. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  71. 71. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  72. 72. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  73. 73. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  74. 74. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  75. 75. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  76. 76. PROFESSOR EMERSON FAVERO
  77. 77. NERVO NÃO RECORRENTE A DIREITA SAI DIRETO DO VAGO E NÃO CRUZA A ARTÉRIA RARO – 0,5 A 2% FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  78. 78. NERVO NÃO RECORRENTE A DIREITA SAI DIRETO DO VAGO E NÃO CRUZA A ARTÉRIA RARO – 0,5 A 2% FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  79. 79. NERVO NÃO RECORRENTE A DIREITA SAI DIRETO DO VAGO E NÃO CRUZA A ARTÉRIA RARO – 0,5 A 2% FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  80. 80. LIGADURA DO POLO INFERIOR APÓS A IDENTIFICAÇÃO DO NERVO JUNTO AO LOBO SE NÃO FOR CÂNCER IDENTIFICAR A PARATIREÓIDE SE POSSÍVEL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  81. 81. LIGADURA DO POLO INFERIOR APÓS A IDENTIFICAÇÃO DO NERVO JUNTO AO LOBO SE NÃO FOR CÂNCER IDENTIFICAR A PARATIREÓIDE SE POSSÍVEL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  82. 82. REALIZAÇÃO DA TIREOIDECTOMIA TOTAL HEMITIREOIDECTOMIA- LOBO, PIRÂMIDE E ISTMO SUB-TOTAL- GRAVES , DE 2 A 4 G DE CADA LADO ISTMECTOMIA LOBECTOMIA PARCIAL- POUCO USADA NODULECTOMIA- NÃO USADA, RARO- PLUMMER CONGELAÇÃO PARA DECISÃO DE COMPLEMENTO NO INTRA-OPERATÓRIO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  83. 83. MACROSCOPIA AVALIAR A EXISTÊNCIA DE PARATIREÓIDES NA PEÇA ANTES DA CONGELAÇÃO EXAME DA PEÇA BÓCIO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  84. 84. BÓCIO DOENÇA DE PLUMMER BÓCIO CLÁSSICO NÓDULO TÓXICO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  85. 85. SÍNTESE LAVAGEM DO CAMPO COM SORO MORNO- PARATIREÓIDES REVISÃO HEMOSTÁTICA SOB HIPERPRESSÃO MANUAL COM ESPECIAL ATENÇÃO NO POLO SUPERIOR, PERI-NERVO E COTOS REMANESCENTES REVISÃO DE GAZES EM CAMPO DRENAGEM, OBRIGATÓRIA AO NOSSO VER , USAMOS DRENO A VÁCUO, PORÉM HÁ OUTRAS OPÇÕES FAVERO E 2005 SÍTESE DA LINHA MÉDIA E PELE PROFESSOR EMERSON FAVERO
  86. 86. COMPLICAÇÕES HEMATOMA SEROMA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  87. 87. COMPLICAÇÕES HEMATOMA SEROMA HIPOPARATIREOIDISMO TRANSITÓRIO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  88. 88. COMPLICAÇÕES HEMATOMA SEROMA HIPOPARATIREOIDISMO TRANSITÓRIO HIPOPARATIREOIDISMO DEFINITIVO- APÓS 6 MESES PROFESSOR EMERSON FAVERO
  89. 89. COMPLICAÇÕES HEMATOMA SEROMA HIPOPARATIREOIDISMO TRANSITÓRIO HIPOPARATIREOIDISMO DEFINITIVO- APÓS 6 MESES PARESIA DA CORDA VOCAL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  90. 90. COMPLICAÇÕES HEMATOMA SEROMA HIPOPARATIREOIDISMO TRANSITÓRIO HIPOPARATIREOIDISMO DEFINITIVO- APÓS 6 MESES PARESIA DA CORDA VOCAL PARALISIA DA CORDA VOCAL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  91. 91. COMPLICAÇÕES HEMATOMA SEROMA HIPOPARATIREOIDISMO TRANSITÓRIO HIPOPARATIREOIDISMO DEFINITIVO- APÓS 6 MESES PARESIA DA CORDA VOCAL PARALISIA DA CORDA VOCAL QUELÓIDE PROFESSOR EMERSON FAVERO
  92. 92. COMPLICAÇÕES HEMATOMA SEROMA HIPOPARATIREOIDISMO TRANSITÓRIO HIPOPARATIREOIDISMO DEFINITIVO- APÓS 6 MESES PARESIA DA CORDA VOCAL PARALISIA DA CORDA VOCAL QUELÓIDE INCISÃO ANTI-ESTÉTICA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  93. 93. PÓS-OPERATÓRIO IMEDIATO CONTROLE DO SANGRAMENTO AVALIAR INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AVALIAR INCISÃO EVITAR ÊMESE DECÚBITO ELEVADO A 40 GRAUS SINAL DE HEMATOMA- ABRIR INCISÃO, ESVASIAR E DEPOIS ENTUBAR SINAL DE INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA- TRAQUEOSTOMIA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  94. 94. TRATAMENTO DAS COMPLICAÇÕES HEMATOMA = REOPERAÇÃO IMEDIATA, REVISÃO DE TODAS AS LIGADURAS E LAVAGEM DO CAMPO, SUGERE-SE MANTER ENTUBADO POR 24 A 48 HORAS COM CORTICÓIDE EM UTI INSUFICIÊNCIA RESPIRATÓRIA AGUDA, TRAQUEOSTOMIA SEM PENSAR, AVALIAR SE PARESIA OU PARALISIA DEPOIS E ENTÃO RETIRAR A CÂNULA PARESIA OU PARALISIA – ACOMPANHAMENTO, FONOTERAPIA, CIRURGIA ALTERAÇÃO DO TOM DE VOZ- LARINGEO SUPERIOR, ESPERA-SE 1 ANO, SE NÃO HOUVER MELHORA TOTAL = FONO HIPOPARATIREOIDISMO- CÁLCIO ORAL (0,5 A 7g/Dia),VITAMINA D (ROCALTROLR) CÁLCIO SANDOZR F(500mg), FF (1g). OUTROS COMO OSCALR, CALTRATE R CARBONATO DE CÁLCIO CICATRIZ – MASSAGEM, CREME, COTICÓIDE, CIRURGIA HIPOTIREOIDISMO- TOTAL 1,4mcg X PESO, DOSE MÉDIA EM MULHER 75 A 150mcg – DOENÇA BENIGNA. TRATAMENTO EMPÍRICO PELO TSH E T4L PRINCIPAIS NOMES COMERCIAIS DA TIROXINA SÓDICA (T4)- PURAN T4R, TETROIDR, SYNTHROIDR, EUTHYROXR PROFESSOR EMERSON FAVERO
  95. 95. BÓCIOS TÓXICOS UNINODULARES MULTINODULARES DIFUSOS- GRAVES PROFESSOR EMERSON FAVERO
  96. 96. BÓCIO TÓXICO DOENÇA DE GRAVES- BASEDOW- BÓCIO DIFUSO TÓXICO DOENÇA DE PLUMMER- NÓDULO DOMINANTE PROFESSOR EMERSON FAVERO
  97. 97. BÓCIOS TÓXICOS REAÇÃO DE ANTÍGENO- ANTICORPO PRESENÇA DO ANTI- CORPO ANTI RECEPTOR TSH- TRAB PROFESSOR EMERSON FAVERO
  98. 98. TRATAMENTO DROGAS ANTI- TIREOIDEANAS PROPILTIRACIL- 300MG A 1200 MG. MEIA VIDA DE 8 HORAS METAMIZOL- TAPAZOL- 30 A 120 MG. MEIA VIDA DE 8 HORAS IODO RADIOATIVO CIRURGIA- PREPARO- SOMENTE COM T4L EM NÍVEIS DE NORMALIDADE, CUIDADO COM CRISE TIREOTÓXICA DURANTE A INDUÇÃO ANESTÉSICA E PREPARO COM IODO LUGOL DE 12 A 14 DIAS ANTES DA CIRURGIA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  99. 99.  SUIÇO, OPERAVA NA SUÍÇA(BERNA), REGIÃO ENDÊMICA DE BÓCIO MAIS DE 5000 OPERAÇÕES PRIMEIRA EM 1872 1898- 600 PACIENTES OPERADOS COM UM ÚNICO ÓBITO ÓBITO ACIMA DE 13% ANTES DE SUAS DESCOBERTAS NOBEL EM 1909 DEPOIS DELE, ÓBITO EM TORNO DE 1% PARATIREÓIDES HIPOTIREOIDISMO COMA MIXEDEMATOSO CIRURGIÃO GERAL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  100. 100.  SUIÇO, OPERAVA NA SUÍÇA(BERNA), REGIÃO ENDÊMICA DE BÓCIO MAIS DE 5000 OPERAÇÕES PRIMEIRA EM 1872 1898- 600 PACIENTES OPERADOS COM UM ÚNICO ÓBITO ÓBITO ACIMA DE 13% ANTES DE SUAS DESCOBERTAS NOBEL EM 1909 DEPOIS DELE, ÓBITO EM TORNO DE 1% PARATIREÓIDES HIPOTIREOIDISMO COMA MIXEDEMATOSO CIRURGIÃO GERAL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  101. 101.  SUIÇO, OPERAVA NA SUÍÇA(BERNA), REGIÃO ENDÊMICA DE BÓCIO MAIS DE 5000 OPERAÇÕES EMIL THODOR PRIMEIRA EM 1872 KOCHER 1898- 600 PACIENTES OPERADOS COM UM ÚNICO ÓBITO ÓBITO ACIMA DE 13% ANTES DE SUAS DESCOBERTAS NOBEL EM 1909 DEPOIS DELE, ÓBITO EM TORNO DE 1% PARATIREÓIDES HIPOTIREOIDISMO COMA MIXEDEMATOSO CIRURGIÃO GERAL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  102. 102. QUAIS EXAMES?MULHER16 ANOSAUMENTO DO VOLUME CERVICAL D HÁ 8 MESES, CRESCIMENTO RÁPIDO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  103. 103.  QUAL A SEQUÊNCIA? USG- NÓDULO DE 3 CM EM LOBO D TSH E T4 LIVRE- NORMAIS PROFESSOR EMERSON FAVERO
  104. 104.  QUAL A INDICAÇÃO? PUNÇÃO- PADRÃO FOLICULAR PROFESSOR EMERSON FAVERO
  105. 105. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  106. 106. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  107. 107. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  108. 108. FAVERO E 2006 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  109. 109.  MULHER  EXAMES ? 46 ANOS QUIEIXA DE AUMENTO DO VOLUME CERVICAL HÁ 1 ANO, DOR CERVICAL, DOR MUSCULAR, QUEDA DE CABELO E NERVOSISMO PROFESSOR EMERSON FAVERO
  110. 110.  HIPÓTESES  EXAMES USG- NÓDULO EM LOBO D DE 2,5 cm. LOBO e NORMAL. TIREOIDE DE 25 g TSH- 0,01 T4l- 2,10 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  111. 111. FAVERO E 2004 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  112. 112.  CONDUTA HIPÓTESES PROFESSOR EMERSON FAVERO
  113. 113.  HEMITIREOIDECTO MIA DIREITA COM BIÓPSIA DE CONGELAÇÃO DOENÇA DE PLUMMER PROFESSOR EMERSON FAVERO
  114. 114. FAVERO E 2004 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  115. 115. FAVERO E 2004 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  116. 116.  QUAIS EXAMES MULHER 42 ANOS FALTA DE AR HÁ 18 MESES, PIORANDO NOS ÚLTIMOS 6 MESES QUE A OBRIGAM A DORMIR SENTADA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  117. 117.  EXAMES  HIPÓTESES RX TORAX NORMAL LARINGO: MASSA SANGRANTE EM BASE DA LÍNGUA,VINHOSA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  118. 118.  EXAMES  HIPÓTESE TC- MASSA EM BASE DA LÍNGUA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  119. 119.  EXAME USG- AUSENCIA DA TIREÓIDE TSH E T4 LIVRE NORMAIS PROFESSOR EMERSON FAVERO
  120. 120.  HIPÓTESE  CONDUTA CINTILOGRAFIA- MASSA CONTRASTANDO A BASE DA LINGUA PROFESSOR EMERSON FAVERO
  121. 121.  RESSECÃO DA BASE DA LINGUA  ACESSO SUPRA- HIÓIDEO COM FARINGOTOMIA TIREÓIDE ECTÓPICA-  TRAQUEOSTOMIA LINGUAL PROFESSOR EMERSON FAVERO
  122. 122. FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  123. 123. FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  124. 124. FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  125. 125. FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  126. 126. FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  127. 127. FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  128. 128. FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO
  129. 129. FAVERO E 2003 PROFESSOR EMERSON FAVERO

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