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Mapa da Guiné bissau
Hino Nacional
Guiné Bissau
HISTÓRIA
A Guiné Bissau foi em tempos o reino de
Gabu, parte do Império do Mali, e partes do
reino sobreviveram até ao século XVIII. Os rios
da Guiné e as ilhas de Cabo Verde estiveram
dentre as primeiras regiões da África a serem
exploradas pelos portugueses.
....
O navegador português Álvaro Fernandes chegou à Guiné em 1446 e
reclamou a posse do território, porém, poucas feitorias de comércio foram
estabelecidas antes de 1600. A ocupação do território pela Coroa
portuguesa só se deu a partir de 1558 com a fundação da vila de Cacheu. E
foi criada em 1630 a Capitania-Geral da Guiné Portuguesa para a
administração do território. A vila de Bissau foi fundada em 1697, como
fortificação militar e entreposto de tráfico negreiro.
Embora os rios e as costas desta área estivessem entre os primeiros locais
colonizados pelos portugueses e aí tenham iniciado o tráfico de
escravos com a instalação de feitorias no século XVII, não exploraram o
interior até ao século XIX.
A luta pela independência
Durante três séculos constituiu a colônia da Guiné Portuguesa. Uma
rebelião iniciou-se em 1956, liderada pelo Partido Africano para a
Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), fundada pelo intelectual
guineense Amílcar Cabral, que estava no exílio em Conacri. A guerrilha do
PAIGC consolidou o seu domínio do território em 1973, mas, no mesmo
ano, Amílcar Cabral foi assassinado em Conacri. A independência chegou
com a Revolução dos Cravos portuguesa de 1974, tendo sido antes
declarada unilateralmente a 24 de setembro de 1973. A 10 de setembro de
1974, Guiné-Bissau foi a primeira colônia portuguesa na África a ter
reconhecida sua independência.
Dados do país
• Línguas: português (oficial), português crioulo
e dialetos regionais
• Religião: animista, islâmica, minorias cristãs
• Moeda: franco CEA
• Natureza do Estado: república parlamentarista
• Área: 36.125 km² (inclui o arquipélago de
Bissagos e outras ilhas em sua costa)
• Independência: 24 de setembro de 1973
(declarada) e 10 de setembro de 1974
(confirmada por Portugal)
A Realidade do País
• Mais de 45% de crianças em idade escolar não têm acesso ao
ensino devido à falta de infraestrutura escolares e de
professores qualificados. Estima-se que falta formação a 60 %
dos profissionais de ensino e a qualidade da educação é uma
das principais preocupações no pais.
No ensino secundário, a situação é ainda mais
grave, estimando-se que apenas 1 aluno em 1000 freqüente o
último ano deste ciclo escolar.

No que respeita à paridade
dos sexos, a Guiné Bissau está longe da igualdade, com rácios
de 83 raparigas para cada 100 rapazes no ensino primário e
de 44 raparigas para 100 rapazes no secundário.

A Guiné-
Bissau tem um grave problema de alfabetização na população
adulta, com taxas de 76,2% de analfabetos entre as mulheres
e de 47,4 % entre os homens.
Realidade do País
CULTURA
Guiné-Bissau possui uma herança cultural bastante rica e
diversificada. Esta cultura que varia de etnia para etnia,
passando desde da diferença lingüística, da dança, de
expressão artística, de profissão, de tradição musical ate as
manifestações culturais.
A dança e contudo, uma verdadeira expressão artística dos
diferentes grupos étnicos.
Os povos animistas caracterizam-se pelas suas belas e
coloridas coreografias. No dia a dia, estas fantásticas
manifestações culturais podem ser observadas na altura
das coletas, dos casamentos, dos funerais, das cerimônias
de iniciação.
Nas cidades, a musica e dominada pelo conhecido gumbe
Guineense.O carnaval guineense e completamente original,
com características próprias, tem evoluído bastante,
constituindo uma das maiores manifestações culturais do
Pais.
IMAGENS SOBRE A CULTURA DE
GUINÈ BISSAU
Economia da Guiné-Bissau
A Guiné-Bissau é um dos cinco países mais
pobres do mundo, que depende,
essencialmente, da pesca e da agricultura.
A cultura de castanha-de-caju aumentou
consideravelmente nos últimos anos, e fez
com que o país alcançasse o sexto lugar no
ranking de produção do caju. A Guiné-Bissau
exporta peixe e mariscos, pequenas
quantidades de amendoins, semente de
palma e madeira.
RELIGIÃO
Religião predominante e o animismo
(50%), cuja pratica e o culto antepassado, das
forças físicas e dos feitiços.
A religião muçulmana abrange 45% da
população, existindo ainda um reduzido
numero de cristãos, 5% católicos.
Religião
Moda
Na Guiné-Bissau o vestuário da população varia
consoante o local onde vivem, a idade e as
possibilidades econômicas.
Nas cidades do interior usam-se mais as roupas
tradicionais, embora ás vezes os jovens optem por
vestes mais atuais em algumas ocasiões como idas à
discoteca e viagens à Capital.
Na cidade de Bissau, o vestuário dos jovens e dos
adultos é bastante mais moderno, embora alguns
adultos prefiram manter o estilo tradicional africano.
• Existem alguns grupos de moda, constituídos
por jovens de ambos os sexos que desfilam
em eventos socioculturais, principalmente em
discotecas e night-clubs.
São realizados também concursos de Miss nos
Bairros e nas vilas, assim como o concurso
Miss Guiné-Bissau, Miss Garandessa Na Moda
(em que apenas participam mulheres adultas),
entre outros.
Vestuário de Guiné Bissau
Carnaval
A diversidade cultural de um “pequeno país
gigantesco”, a Guiné-Bissau, mínimo na
geografia mas com 23 etnias e 9 idiomas,
concentra-se todos os anos em meados de
Fevereiro na capital, Bissau, numa enorme e
inebriante manifestação de alegria popular.
Trata-se do Carnaval, tradição originalmente
européia, mas que nesta nação africana
assume matizes de identidade social e artística
ímpares.
• «Nesta perspectiva o festival é um pouco o
desfile de vários grupos étnicos, é um festival
de tradições, onde as máscaras ganham grande
importância, e quase todas correspondem à
simbologia étnica de cada grupo», frisa o
realizador, acrescentando que «cada grupo
concorre com uma rainha, máscaras e danças,
mas ao mesmo tempo em que este desfile
principal vai subindo até à tribuna principal,
em frente ao palácio presidencial, tens
constantemente, em paralelo, desfiles
espontâneos, para baixo, para cima, para o
lado, uma confusão completa.
Bebidas
Na Guiné Bissau não é diferente: o vinho de palma e
o chá verde são os principais elementos de socialização
deste povo.
Como o próprio nome sugere, este vinho é uma bebida
derivada da seiva da palma.
Pode ser tomado fresco, quando ainda é doce e sem
conteúdo alcoólico.
Mas após algumas horas de fermentação ele vai se
tornando alcoólico e quanto maior o tempo de
fermentação, mais forte e azedo ele se torna.
Bebidas
Fome e Miséria
A pobreza absoluta afeta duas pessoas em cada três e a
pobreza extrema chega a uma pessoa em cada cinco.
As mulheres são mais afectadas que os homens devido
à sua pouca instrução que limita a sua participação na
vida econômica e política.
A má-nutrição afeta 19% das crianças, sendo que 4% são
severamente mal-nutridas.
Dispondo de condições climatéricas favoráveis e de solos
férteis, aparentemente a Guiné-Bissau não deveria ter
problemas em alimentar a sua população.
• A guerra que ao longo de décadas tem
devastado o pais, com ciclos de maior ou
menor intensidade, penalizou fortemente o
sector primário, historicamente frágil, de
subsistência e pouco diversificado.
• Segundo os dados fornecidos por este
instituto internacional, Guiné-Bissau teve uma
ligeira melhora no combate à fome, deixando
o grupo onde a situação é classificada como
“alarmante” e agora constando entre aqueles
cujo nível é definido como “grave”.
Fome 
infelizmente em Guiné Bissau também
existe
Dança
A música da Guiné-Bissau é normalmente associada com
gênero poli-rítmico denominado de "gumbé," que constitui
a primeira exportação musical do país.
Diz-se que a cabaça ou simplesmente "cabaz" foi um dos
primeiros instrumentos musicais da Guiné-Bissau e é usado
de uma forma extremamente rápida, produzindo sons que
também provocam complexas danças, sejam elas
tradicionais ou modernas.
O grande denominador de estilo Gumbé são as
canções, muitas delas cantadas em Crioulo e revolvendo à
volta de temas tais como a sociedade, as relações humanas
e amorosas, a amizade, as controvérsias e muito
recentemente noutros tópicos, nomeadamente o Sida e as
questões políticas e da estabilidade do país.
Danças
....
A Guiné Bissau possui um rico artesanato. Possuem
basicamente caracterizados em 3 tipos: o religioso, o utilitário
e o semi-industrializado, para o consumo turístico. Apresenta
formas muito variadas incidindo particularmente na escultura
sacra, nos trabalhos em vime, na olaria, nos instrumentos
musicais, nas jóias e nos panos exuberantes em sua
beleza. Ressaltamos aqui então um aspecto curioso da
tecelagem. A atividade é executada tradicionalmente por
homens, a partir de algodão fiado pelas mulheres. Na
verdade, muito mais do que apenas peças de vestuário ou
um produto para comercializar, os panos assumem uma
grande dimensão no campo social e religioso. apresentam-se
em tecidos decorados em fio de algodão e em tecidos
tingidos, que tanto podem ganhar o molde de uma peça
de vestuário cotidiano ou serem usados pura e simplesmente
da maneira tipicamente africana. As cores exuberantes são
um sinal da apreciação das cores da natureza e um retrato do
espírito alegre africano. Hoje em dia, a tecelagem guineense
já deixa transparecer uma influência externa, derivada da
importação de materiais.
Artesanato
Futebol
Nome da seleção de Guiné Bissau
Seleção Guineense de Futebol
A equipe não possui nenhum jogador de
renome internacional. Os mais conhecidos
jogam em times de pequeno porte da ex-
metrópole Portugal, com destaque
para Sufrim Lopes, ex-jogador da Naval, mas
que possui cidadania portuguesa.
A seleção nunca participou da Copa do
Mundo nem da Copa das Nações
Africanas, onde chegou a ser banida em 1998
por ter desistido das Eliminatórias da CAN de
1996 com as mesmas em andamento. Seus
resultados mais expressivos são na Copa
Amílcar Cabral quando obteve o vice-
campeonato da competição em 1983 e
também obtendo por cinco vezes o quarto
lugar em 1979, 1995, 2001, 2005 e 2007.
Jogadores Famosos
• Sufrim Lopes
• Ankyofnna Encada
• Inzaghi Donígio
• Braíma Injai
• Bocundji Ca
• Dionísio
• Adilson Cassamá
• Almami Moreira
REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU
Independência de Portugal: 24/09/1973 (Declarada), 10/09/1974 (Reconhecida)
ex-Guiné Portuguesa (Portuguese Guinea)
Lema: “UNIDADE – LUTA – PROGRESSO”
(português), que aparece na faixa do Brasão de
Armas adotado em 1973. Bandeira Nacional da
República da Guiné-Bissau: Usa as cores pan-
africanas da Etiópia (verde, amarela e vermelha) e
a estrela de 5 pontas preta que simboliza a
liberdade da África. Seu desenho foi fortemente
influenciado pela bandeira de Gana, cujas cores
detêm o mesmo significado: o vermelho simboliza o
sangue dos mártires, o verde as florestas e o
Literaturas de Guiné Bissau
Uma poesia de combate
Ah meu grito de revolta que percorreu o mundo
que não transpôs o mundo
o Mundo que sou eu !
Ah ! meu grito de revolta que feneceu lá longe
Muito longe
Na minha garganta !
Na garganta mundo de todos os Homens »
Citações
Mãe África
Vexada
Pisada
calcada até às lágrimas
confia e luta
e um dia a África será nossa… »
.
Quisera
nesta vida
… afagar teus cabelos
sugar o doce dos teus olhos
transportar em arco-íris
o néctar da tua boca
e juntos caminharmos
ante a ânsia e o sonho …
• Guiné-Bissau devido a sua diversidade social e a
étnica da Guiné-Bissau e também devido a sua
herança histórica, criou uma gastronomia impar e
rica. A gastronomia guineense é manifestada pelas
várias comunidades no seu modo de vida diárias ou
durante a celebração das suas tradições e nos seus
cerimoniais. Seja ela a celebração de um
acontecimento, de época, ou de uma tradição, a
culinária guineense tem o seu ¨ingrediente¨
tradicional e natural e um vigor extraordinário.
• A sua culinária assemelha a nossa a brasileira.
Imagens do grupo
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Guiné Bissau: História, Cultura e Realidade do País

  • 1.
  • 2.
  • 3.
  • 4. Mapa da Guiné bissau
  • 5.
  • 7. Guiné Bissau HISTÓRIA A Guiné Bissau foi em tempos o reino de Gabu, parte do Império do Mali, e partes do reino sobreviveram até ao século XVIII. Os rios da Guiné e as ilhas de Cabo Verde estiveram dentre as primeiras regiões da África a serem exploradas pelos portugueses.
  • 8. .... O navegador português Álvaro Fernandes chegou à Guiné em 1446 e reclamou a posse do território, porém, poucas feitorias de comércio foram estabelecidas antes de 1600. A ocupação do território pela Coroa portuguesa só se deu a partir de 1558 com a fundação da vila de Cacheu. E foi criada em 1630 a Capitania-Geral da Guiné Portuguesa para a administração do território. A vila de Bissau foi fundada em 1697, como fortificação militar e entreposto de tráfico negreiro. Embora os rios e as costas desta área estivessem entre os primeiros locais colonizados pelos portugueses e aí tenham iniciado o tráfico de escravos com a instalação de feitorias no século XVII, não exploraram o interior até ao século XIX. A luta pela independência Durante três séculos constituiu a colônia da Guiné Portuguesa. Uma rebelião iniciou-se em 1956, liderada pelo Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), fundada pelo intelectual guineense Amílcar Cabral, que estava no exílio em Conacri. A guerrilha do PAIGC consolidou o seu domínio do território em 1973, mas, no mesmo ano, Amílcar Cabral foi assassinado em Conacri. A independência chegou com a Revolução dos Cravos portuguesa de 1974, tendo sido antes declarada unilateralmente a 24 de setembro de 1973. A 10 de setembro de 1974, Guiné-Bissau foi a primeira colônia portuguesa na África a ter reconhecida sua independência.
  • 9. Dados do país • Línguas: português (oficial), português crioulo e dialetos regionais • Religião: animista, islâmica, minorias cristãs • Moeda: franco CEA • Natureza do Estado: república parlamentarista • Área: 36.125 km² (inclui o arquipélago de Bissagos e outras ilhas em sua costa) • Independência: 24 de setembro de 1973 (declarada) e 10 de setembro de 1974 (confirmada por Portugal)
  • 10. A Realidade do País • Mais de 45% de crianças em idade escolar não têm acesso ao ensino devido à falta de infraestrutura escolares e de professores qualificados. Estima-se que falta formação a 60 % dos profissionais de ensino e a qualidade da educação é uma das principais preocupações no pais. No ensino secundário, a situação é ainda mais grave, estimando-se que apenas 1 aluno em 1000 freqüente o último ano deste ciclo escolar.

No que respeita à paridade dos sexos, a Guiné Bissau está longe da igualdade, com rácios de 83 raparigas para cada 100 rapazes no ensino primário e de 44 raparigas para 100 rapazes no secundário.

A Guiné- Bissau tem um grave problema de alfabetização na população adulta, com taxas de 76,2% de analfabetos entre as mulheres e de 47,4 % entre os homens.
  • 12. CULTURA Guiné-Bissau possui uma herança cultural bastante rica e diversificada. Esta cultura que varia de etnia para etnia, passando desde da diferença lingüística, da dança, de expressão artística, de profissão, de tradição musical ate as manifestações culturais. A dança e contudo, uma verdadeira expressão artística dos diferentes grupos étnicos. Os povos animistas caracterizam-se pelas suas belas e coloridas coreografias. No dia a dia, estas fantásticas manifestações culturais podem ser observadas na altura das coletas, dos casamentos, dos funerais, das cerimônias de iniciação. Nas cidades, a musica e dominada pelo conhecido gumbe Guineense.O carnaval guineense e completamente original, com características próprias, tem evoluído bastante, constituindo uma das maiores manifestações culturais do Pais.
  • 13. IMAGENS SOBRE A CULTURA DE GUINÈ BISSAU
  • 14. Economia da Guiné-Bissau A Guiné-Bissau é um dos cinco países mais pobres do mundo, que depende, essencialmente, da pesca e da agricultura. A cultura de castanha-de-caju aumentou consideravelmente nos últimos anos, e fez com que o país alcançasse o sexto lugar no ranking de produção do caju. A Guiné-Bissau exporta peixe e mariscos, pequenas quantidades de amendoins, semente de palma e madeira.
  • 15. RELIGIÃO Religião predominante e o animismo (50%), cuja pratica e o culto antepassado, das forças físicas e dos feitiços. A religião muçulmana abrange 45% da população, existindo ainda um reduzido numero de cristãos, 5% católicos.
  • 17.
  • 18. Moda Na Guiné-Bissau o vestuário da população varia consoante o local onde vivem, a idade e as possibilidades econômicas. Nas cidades do interior usam-se mais as roupas tradicionais, embora ás vezes os jovens optem por vestes mais atuais em algumas ocasiões como idas à discoteca e viagens à Capital. Na cidade de Bissau, o vestuário dos jovens e dos adultos é bastante mais moderno, embora alguns adultos prefiram manter o estilo tradicional africano.
  • 19. • Existem alguns grupos de moda, constituídos por jovens de ambos os sexos que desfilam em eventos socioculturais, principalmente em discotecas e night-clubs. São realizados também concursos de Miss nos Bairros e nas vilas, assim como o concurso Miss Guiné-Bissau, Miss Garandessa Na Moda (em que apenas participam mulheres adultas), entre outros.
  • 21.
  • 22. Carnaval A diversidade cultural de um “pequeno país gigantesco”, a Guiné-Bissau, mínimo na geografia mas com 23 etnias e 9 idiomas, concentra-se todos os anos em meados de Fevereiro na capital, Bissau, numa enorme e inebriante manifestação de alegria popular. Trata-se do Carnaval, tradição originalmente européia, mas que nesta nação africana assume matizes de identidade social e artística ímpares.
  • 23. • «Nesta perspectiva o festival é um pouco o desfile de vários grupos étnicos, é um festival de tradições, onde as máscaras ganham grande importância, e quase todas correspondem à simbologia étnica de cada grupo», frisa o realizador, acrescentando que «cada grupo concorre com uma rainha, máscaras e danças, mas ao mesmo tempo em que este desfile principal vai subindo até à tribuna principal, em frente ao palácio presidencial, tens constantemente, em paralelo, desfiles espontâneos, para baixo, para cima, para o lado, uma confusão completa.
  • 24.
  • 25. Bebidas Na Guiné Bissau não é diferente: o vinho de palma e o chá verde são os principais elementos de socialização deste povo. Como o próprio nome sugere, este vinho é uma bebida derivada da seiva da palma. Pode ser tomado fresco, quando ainda é doce e sem conteúdo alcoólico. Mas após algumas horas de fermentação ele vai se tornando alcoólico e quanto maior o tempo de fermentação, mais forte e azedo ele se torna.
  • 27. Fome e Miséria A pobreza absoluta afeta duas pessoas em cada três e a pobreza extrema chega a uma pessoa em cada cinco. As mulheres são mais afectadas que os homens devido à sua pouca instrução que limita a sua participação na vida econômica e política. A má-nutrição afeta 19% das crianças, sendo que 4% são severamente mal-nutridas. Dispondo de condições climatéricas favoráveis e de solos férteis, aparentemente a Guiné-Bissau não deveria ter problemas em alimentar a sua população.
  • 28. • A guerra que ao longo de décadas tem devastado o pais, com ciclos de maior ou menor intensidade, penalizou fortemente o sector primário, historicamente frágil, de subsistência e pouco diversificado. • Segundo os dados fornecidos por este instituto internacional, Guiné-Bissau teve uma ligeira melhora no combate à fome, deixando o grupo onde a situação é classificada como “alarmante” e agora constando entre aqueles cujo nível é definido como “grave”.
  • 29. Fome  infelizmente em Guiné Bissau também existe
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  • 31. Dança A música da Guiné-Bissau é normalmente associada com gênero poli-rítmico denominado de "gumbé," que constitui a primeira exportação musical do país. Diz-se que a cabaça ou simplesmente "cabaz" foi um dos primeiros instrumentos musicais da Guiné-Bissau e é usado de uma forma extremamente rápida, produzindo sons que também provocam complexas danças, sejam elas tradicionais ou modernas. O grande denominador de estilo Gumbé são as canções, muitas delas cantadas em Crioulo e revolvendo à volta de temas tais como a sociedade, as relações humanas e amorosas, a amizade, as controvérsias e muito recentemente noutros tópicos, nomeadamente o Sida e as questões políticas e da estabilidade do país.
  • 33. .... A Guiné Bissau possui um rico artesanato. Possuem basicamente caracterizados em 3 tipos: o religioso, o utilitário e o semi-industrializado, para o consumo turístico. Apresenta formas muito variadas incidindo particularmente na escultura sacra, nos trabalhos em vime, na olaria, nos instrumentos musicais, nas jóias e nos panos exuberantes em sua beleza. Ressaltamos aqui então um aspecto curioso da tecelagem. A atividade é executada tradicionalmente por homens, a partir de algodão fiado pelas mulheres. Na verdade, muito mais do que apenas peças de vestuário ou um produto para comercializar, os panos assumem uma grande dimensão no campo social e religioso. apresentam-se em tecidos decorados em fio de algodão e em tecidos tingidos, que tanto podem ganhar o molde de uma peça de vestuário cotidiano ou serem usados pura e simplesmente da maneira tipicamente africana. As cores exuberantes são um sinal da apreciação das cores da natureza e um retrato do espírito alegre africano. Hoje em dia, a tecelagem guineense já deixa transparecer uma influência externa, derivada da importação de materiais.
  • 36. Nome da seleção de Guiné Bissau Seleção Guineense de Futebol A equipe não possui nenhum jogador de renome internacional. Os mais conhecidos jogam em times de pequeno porte da ex- metrópole Portugal, com destaque para Sufrim Lopes, ex-jogador da Naval, mas que possui cidadania portuguesa.
  • 37. A seleção nunca participou da Copa do Mundo nem da Copa das Nações Africanas, onde chegou a ser banida em 1998 por ter desistido das Eliminatórias da CAN de 1996 com as mesmas em andamento. Seus resultados mais expressivos são na Copa Amílcar Cabral quando obteve o vice- campeonato da competição em 1983 e também obtendo por cinco vezes o quarto lugar em 1979, 1995, 2001, 2005 e 2007.
  • 38. Jogadores Famosos • Sufrim Lopes • Ankyofnna Encada • Inzaghi Donígio • Braíma Injai • Bocundji Ca • Dionísio • Adilson Cassamá • Almami Moreira
  • 39. REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU Independência de Portugal: 24/09/1973 (Declarada), 10/09/1974 (Reconhecida) ex-Guiné Portuguesa (Portuguese Guinea) Lema: “UNIDADE – LUTA – PROGRESSO” (português), que aparece na faixa do Brasão de Armas adotado em 1973. Bandeira Nacional da República da Guiné-Bissau: Usa as cores pan- africanas da Etiópia (verde, amarela e vermelha) e a estrela de 5 pontas preta que simboliza a liberdade da África. Seu desenho foi fortemente influenciado pela bandeira de Gana, cujas cores detêm o mesmo significado: o vermelho simboliza o sangue dos mártires, o verde as florestas e o
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  • 41. Literaturas de Guiné Bissau Uma poesia de combate Ah meu grito de revolta que percorreu o mundo que não transpôs o mundo o Mundo que sou eu ! Ah ! meu grito de revolta que feneceu lá longe Muito longe Na minha garganta ! Na garganta mundo de todos os Homens »
  • 42. Citações Mãe África Vexada Pisada calcada até às lágrimas confia e luta e um dia a África será nossa… »
  • 43. . Quisera nesta vida … afagar teus cabelos sugar o doce dos teus olhos transportar em arco-íris o néctar da tua boca e juntos caminharmos ante a ânsia e o sonho …
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  • 47. • Guiné-Bissau devido a sua diversidade social e a étnica da Guiné-Bissau e também devido a sua herança histórica, criou uma gastronomia impar e rica. A gastronomia guineense é manifestada pelas várias comunidades no seu modo de vida diárias ou durante a celebração das suas tradições e nos seus cerimoniais. Seja ela a celebração de um acontecimento, de época, ou de uma tradição, a culinária guineense tem o seu ¨ingrediente¨ tradicional e natural e um vigor extraordinário. • A sua culinária assemelha a nossa a brasileira.