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  1. 1. Manual do Cabeamento Estruturado Normas TIA/EIA 568-569-606 Os padrões que serviram de referência para a construção deste material são: a) TIA/EIA-568 Commercial Building Telecommunication Cabling Standard b) EIA/TIA-569 Commercial Building Standards for Telecommunication Pathway and Spaces (October 1990) c) EIA/TIA-606 The Administration Standard for the Telecommunication Infrastructure of Commercial Building (February 1993)
  2. 2. Roteiro da Apresentação a) Evolução do Cabeamento b) Conceitos do Telecomunicações c) Conceitos do Cabeamento Estruturado d) Elementos do Cabeamento Estruturado e) Práticas de Instalação f) Administração do Cabeamento g) Testes e Certificação de Redes Estruturadas h) Aplicabilidade do Hardware de Conexão i) Estudo de Caso
  3. 3. Em 1980, emergiu a tecnologia Ethernet e isto fez com que houvesse uma proliferação de cabos coaxiais 50 Ohms através dos efdifícios comerciais. Como a aceitação da Ethernet cresceu, os fabricantes líderes, tal qual a Cabletron e SynOptics, iniciaram a oferta de placas de comunicação com portas de saídas com jacks modulares (erroneamente e comumente referido como RJ-45 fêmea). Esta tecnologia de alta velocidade (10BASE-T) demandou o primeiro cabo de par-trançado para dados, o qual foi mais tarde classificado como Categoria 3, suportada pelos padrões atualmente
  4. 4. Na metade do dos anos 80, a IBM desenvolveu o Token-Ring como um competidor à tecnologia Ethernet, especificando um cabo de par-trançado blindado com 2 pares de 150Ohms (SPT) para sua aplicação. Entretanto, como a aceitação do cabo par-trançado não blindado (UTP) cresceu, uma nova faixa de freqüência foi introduzida como uma alternativa ao STP para aplicações Token-Ring a 4 e 16 Megabits.
  5. 5. Durante este período, os usuários encontravam-se com uma diversidade de opções de escolha, incluindo UTP (Unshielded Twisted-Pair), STP (Shielded Twisted-Pair), Coaxial, Twinax e Fibras Ópticas. Os conectores utilizados com estes tipos de cabos incluiam: conectores modulares, BNC, Twinax, DB9, DB15, DB25 e uma variedade de conectores para fibras óptcas.
  6. 6. Em 1985 a Electronic Industry Association (EIA) e a Telecommunication Industry Association (TIA) organizaram comitês técnicos para desenvolver um rol de padrões para os sistemas de telecomunicações. ANSI/EIA/TIA/-569, respectivamente. Além de considerações para cabos e conectores para as categorias de UTP/ScTP 100 Ohms.
  7. 7. Um sistema de Cabeamento Estruturado consiste em equipamentos e acessórios de cabos e conexão, e também em métodos de instalação e administração necessários para que os sistemas de telecomunicações funcionem com segurança e por um longo tempo.
  8. 8. O sistema de Cabeamento Estruturado deve ser desenhado para proporcionar uma conexão física entre todas as áreas de trabalho de um edifício e, também, ser instalado sem levar em consideração o tipo de equipamento de comunicação ao que vai se conectar. Deverá se adaptar a todos os requisitos atuais de comunicação de um edifício, mas o mais importante, deverá ser construído com capacidade para acomodar as novas necessidades a medida que estas surjam.
  9. 9. Divisão do sub-sistema do Cabeamento Estruturado:
  10. 10. a) Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) - Éo cabeamento instalado em cada pavimento do edifício que conecta as tomadas de telecomunicações na Área de Trabalho (Work Area) até o Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross-Connect) localizado no Armário de Telecomunicações (Telecomunication Closet).
  11. 11. b) Cabeamento Vertical (Backbone) Externo - É o Cabeamento que efetiva a ligação entre edifícios em ambiente “Campus”. Cada segmento de cabo começa no Centro de Manobras Principal (Main Cross-Connect), normalmente situado no edifício principal, e vai até o Centro de Manobras Intermediário (Intermediate Cross- Connect) ou diretamente ao Centro de Manobras Horizontal ( Horizontal Cross-Connect).
  12. 12. c) Cabeamento Vertical (Backbone) Interno - É o Cabeamento que conecta cada Centro de Manobras Horizontal Cross- Connect) dentro do mesmo edifício ou também, que conecta ao Centro de Manobras Intermediário (Intermediate Cross- Connect) ou Principal (Main Cross-Connect)
  13. 13. O Centro de Manobras ou Conexões Cruzadas (Cross- Connect) é definido como um modo de permitir as ligações de cabos dos diversos sub-sistemas do Cabeamento Estruturado sejam efetivadas utilizando-se de Cordões de Manobras (Patch Cords), Cabos Jumpers. As ConexÕes Cruzadas (Cross-Connect) deverão ser utilizadas para conectar os sub-sistemas horizontais, verticais e equipamentos com saídas em portas de múltiplos acessos (Ex. Conector de 25 pares).
  14. 14. O propósito primário de Armário de Telecomunicações (Telecommunication Closet) é o de permitir a distribuição do Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling), e também servir como um espaço utilizado para a distribuição dos diversos serviços de telecomunicações em um determinado pavimento. Compostos por Racks, Distribuidores Gerais(DG) em paredes ou salas específicas, são normalmente utilizados para abrigar equipamentos de telecomunicações, terminações dos cabos que compõem o Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) e Vertical e também efetivar as manobras do sistema.
  15. 15. Tipicamente, a Sala de Equipamentos contém uma grande variedade de equipamentos de telecomunicações, terminação de cabos e centros de Conexões Cruzadas (Cross-Connect). Ela pode ser referida como um espaço para distribuição do cabeamento por todo o edifício ou “campus”enquanto o Armário de Telecomunicações (Telecommunications Closet) existe para distribuição do cabeamento e aplicações para um pavimento específico.
  16. 16. É, normalmente na Sala de Equipamentos (Equipament Room) do sistema de Cabeamento Estruturado. Todas ou algumas funções do Armário de Telecomunicações (Telecommunications Closet) podem, alternativamente, ser providas pela Sala de Equipamentos (Equipament Room). Porém, a Sala de Equipamentos (Equipament Room) é distinta ao Armário de Entrada (Telecommunications Closet) em função do porte e complexidade dos equipamentos que contém.
  17. 17. É o espaço no edifício que tem como função receber os cabos do cabeamento externo, tão bem quanto os cabos que compõem o Cabeamento Vertical (Backbone) externo e/ou interno. Implementa o ponto de demarcação de rede dentro do edifício onde os provedores de serviços externos de redes instalam os seus equipamentos para disponibilização de diversos serviços. Este é o ponto no qual as operadoras liberam os seus circuitos de transmissão (linhas telefônicas), portanto regulamentos específicos deverão ser observados.
  18. 18. O Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) é a porção do Cabeamento Estruturado que se extende a partir da Tomada de Telecomunicação na àrea de Trabalho (Work Area) até o Armário de Telecomunicação (Telecommunication Closet) e inclui o Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross- Connect), os cabos horizontais, as tomadas de telecomunicação, terminações mecânicas e Cordões de Manobra (Patch Cords). O Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) não inclui os cabos na Área de Trabalho (Work Area) e Armário de Telecomunicações (Telecommunication Closet) que são destinados a conectar equipamentos ativos.
  19. 19. O Sub-sistema de Cabeamento Horizontal Cabling) deverá ser instalado a fim de facilitar realocações e manutenções contínuas. Isto permite uma diversidade de aplicações e pode reduzir ou eliminar mudanças fundamentais no Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling).
  20. 20. A Topologia física do Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) deverá ser configurada como uma Estrela, onde cada Tomada de Telecomunicação deverá estar conectada por um cabo diretamente ao Centro de Manobra Horizontal (Horizontal Cross-Connect).
  21. 21. Conexões Cruzadas (Cross-Connects) deverão ser utilizadas para conexões entre o Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) e o Cabeamento Vertical (Backbone) e, também, para conexão de equipamentos ativos com saídas multiporta (Ex. 25 pares)
  22. 22. Cada Área de Trabalho (Work Area) deverá ser servida por um Armário de Telecomunicações (Telecommunication Closet) localizado no mesmo ou pavimento adjacente.
  23. 23. Todos os equipamentos que pretendem atender a uma aplicação específica deverão estar externos ao sistema de Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling)
  24. 24. Extensões não deverão ser utilizadas dentro do sistema de Cabeamento Estruturado
  25. 25. Não mais do que 3 emendas ópticas deverão ser permitidas no Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) entre um transmissor e um receptor.
  26. 26. O comprimento do cabo entre o Armário de Telecomunicação não deverá exceder a 90mts.
  27. 27. Os cordões de Manobra (Patch Cords) utilizados no Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross-Connect) e Área de Trabalho (Work Area)deverão ser montados em ambiente fabril, ser construídos com cabos multifiliares e conectores de 8 vias e testados até a frequência de 100Mhz.
  28. 28. Os Cordões de Manobra (Patch Cords) utilizados para conexão cruzada no Armário de Telecomunicações (Telecommunication Closet) não deverão exceder a 6 Mts de comprimento.
  29. 29. O comprimento combinado de cabos UTP ou Fibras Ópticas, que são utilizados para formar o Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross-Connect) não deverá exceder 7 Mts.
  30. 30. Os Cordões de Manobra (Patch Cords) utilizados na Área de Trabalho (Work Area) não deverão exceder a 3 Mts.
  31. 31. Um mínimo de 2 Tomadas de Telecomunicação deverão estar disponíveis em cada Área de Trabalho (Work Area), sendo a primeira dentro da Categoria 5 e a segunda Categoria 5 ou Fibra Óptica Multimodo.
  32. 32. Cada segmento de cabo destinado ao Cabeamento Horizontal Cabling) deverá ter todos os 4 pares terminados na Área de Trabalho (Work Area), em Hardware de Conexão de mesma categoria ou superior
  33. 33. O Cabeamento Vertical (Backbone) é a porção do Cabeamento Estruturado que vai desde o Centro de Manobras Principal (Main- Cross-Connect) até o Centro de Manobras Horizontal Cross-Connect) e inclui os Centrod de Manobras Intermediários (Intermediate Cross-Connect), quando aplicável e o Hardware de Conexão e cabos destinados à distribuição do mesmo. O Cabeamento Vertical (Backbone) também inclui as terminações mecânicas e Cordões de Manobra (Patch Cords) utilizados para conexão entre os diversos níveis dentro do Cabeamento Vertical (Backbone). Estão fora do sub-sistema de Cabeamento Vertical (Backbone) os Armários de Telecomunicação, Sala de Equipamentos, ou Distribuidores Gerais de Entrada.
  34. 34. O sub-sistema de Cabeamento Vertical (Backbone) deverá estar disposto dentro de uma topologia hierárquica em estrela
  35. 35. Não deverão existir mais de dois níveis hierárquicos de Conexões Cruzadas (Cross-Connections) em um sub- sistema de Cabeamento Vertical (Backbone). A partir do Centro de Manobras Horizontal (Horizontal Cross- Connect) não deverá existir mais de um Centro de Manobras para se alcançar o Centro de Manobras Principal (Main Cross-Connect)>
  36. 36. Conexões Cruzadas (Cross-Connections) deverão ser utilizadas para conexões entre o Cabeamento Vertical (Backbone) e o Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) e entre o Cabeamento Horizontal (Horizontal Cabling) e equipamentos ativos com saídas multiportas (Conectores de 25 pares)
  37. 37. A Conexão Cruzada Intermediária (Intermediate Cross-Connections) e Principal deverão apenas existir em Salas de Equipamentos, Armários de Telecomunicação e Distribuidores Gerais de Entrada
  38. 38. • No máximo quatro emendas ópticas serão permitidas em um Cabeamento Vertical (Backbone) interno ou externo entre um transmissor e um receptor. • As emendas ópticas em fibras monomodo deverão estar distantes no mínimo 10 metros do ponto de terminação.
  39. 39. • As emendas ópticas em fibras multimodo deverão estar distantes no mínimo 3 metros do ponto de terminação • Cabos multipar UTP deverão estar em cumprimento às características de performance caracterizadas pela medida do Power-Sum
  40. 40. Para cada segmento do Cabeamento Vertical (Backbone) interno com distância superior a 90 metros, um mínimo um cabo de fibra óptica deverá estar disponível
  41. 41. Para cada segmento do Cabeamento Vertical (Backbone) interno, o mínimo um cabo UTP/ScTP deverá estar disponível
  42. 42. Se um segmento do Cabeamento Vertical (Backbone) interno for menor ou igual a 90 metros de comprimento e um cabo de fibra óptica não for instalado, no mínimo um cabo categoria 5 deverá ser instalado
  43. 43. O comprimento máximo de Cordões de Manobra (Patch Cords) localizados no Centro de Manobras Principal (Main Cross-Connect) não deverá exceder a 5 metros se o tipo de cabo for UTP/ScTP, o segmento for menor ou igual a 90 metros e pretenderem suportar aplicações com velocidade maior ou igual a 4mb/s
  44. 44. A Área de Trabalho (Work Area) é normalmente definida como o espaço dentro do edifício onde os usuários interagem com o Cabeamento Estruturado através da utilização dos diversos serviços e aplicações de telecomunicações.
  45. 45. Na composição da Área de Trabalho (Work Area) incluem-se os seguintes elementos: a Tomada de Telecomunicação, Equipamentos, Cordões de Ligações, Conversores e Adaptadores.
  46. 46. Todos os elementos que são especificamente destinados a suportar uma aplicação específica deverão ser instalados externamente a Tomada de Telecomunicação.
  47. 47. Os cabos horizontais deverão ser terminados em hardwares de conexão que vão de encontro aos requerimentos especificados para a Distribuição Horizontal
  48. 48. Todos os 4 pares de um cabo horizontal (UTP/ScTP) deverão ser terminados na Tomada de Telecomunicação localizada na Área de Trabalho (Work Area)
  49. 49. Os cabos, Cordões de Manobra (Patch Cords) e cordões de ligações deverão ser terminados em Hardware de Conexão de mesma categoria de performance ou superior.
  50. 50. O montante de destrançamento de um par com resultado de uma terminação não deverá ser maior do que 13 mm para cabos categoria 5 e 25 mm para cabos categoria 4.
  51. 51. O montante de capa de cabo a ser removido não deverá exceder a 75 mm. Entretanto, o instalador deverá remover apenas o necessário para efetuar a instalação.
  52. 52. • O máximo de tensão que deverá ser aplicada ao cabo UTP/ScTP não deverá exceder a 12,5 Kgs, a fim de evitar o esticamento dos condutores. • O raio mínimo de curvatura para cabos UTP/ScTP não deverá exceder a 4 vezes o seu diâmentro para cabos 4 pares e 10 vezes para cabos multipar.

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