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Lei de Diretrizes e
Bases da Educação
9394/96
Estrutura Didática da Educação
Básica
A LDB de 23/12/96 vem revogar as
disposições das Leis 4.024 de 20/12/61,
5.540 de 28/04/68 e, ainda, as Leis
números 5.692 de 11/08/71 e 7.044 de
18/10/82 e as demais leis e decretos-leis
que as modificaram e outras disposições em
contrário.
Todas as demais leis de estrutura e
funcionamento do sistema educacional
brasileiro foram revogadas pela 9.394/96
inclusive as relativas à estrutura didática.
Como consequência deixam de vigorar os
artigos remanescentes da Lei nQ 4.024/61, a
organização do ensino de ls e 2° graus
proposta pela Lei 5.692/71, alterada pela Lei
7.044/82 e todas as alterações sobre
reforma universitária ditadas pela Lei
5.540/68.
NÍVEIS DE ADMINISTRAÇÃO DOS
SISTEMAS DE ENSINO
Os sistemas de ensino brasileiro possuem
uma rede de autoridades e de repartições,
até o nível da unidade escolar.
Administração de nível federal
A LDB estabelece que o MEC deve formular,
avaliar e zelar pela qualidade do ensino
público.
São suas áreas de competência:
- Política Nacional de Educação,
compreendendo:
- ensino fundamental
- ensino médio
- ensino superior
- ensino supletivo
- Educação tecnologia
- Educação especial
- Educação a distância
- Pesquisa educacional
- Pesquisa e extensão universitárias
- Magistério
- Programas especiais de atenção à criança e
adolescentes
Estrutura Didática Proposta pela Lei
9.394/96
A estrutura didática pela nova lei passa a
ter dois níveis: educação básica e educação
superior. Textualmente, diz o seu artigo 21:
A educação escolar compõem-se de:
- Educação básica, formada pela educação
infantil, ensino fundamental e ensino médio.
- Educação Superior
Cada um destes níveis tem finalidades
específicas, conforme o art. 22:
"A educação básica tem por finalidade
desenvolver o educando, assegurar-lhe a
formação comum indispensável para o
exercício da cidadania e fornecer-lhe meios
para progredir no trabalho e em estudos
posteriores".
Esta finalidade devem ser coerentes com os
pressupostos filosóficos contidos na
Constituição Brasileira.
Comparada com a Lei 5.692/712 a nova
LDB define mais precisamente o conceito
de educação básica, incluindo a educação
infantil à educação média (o que já era uma
tendência do pensamento pedagógico
brasileiro).
Tal como na Constituição Federal, o ensino de
1º- grau passa a denominar-se ensino
fundamental e o ensino de 2- grau
denomina-se ensino médio.
Educação Infantil
É o primeiro nível da educação básica, e
tem como finalidade desenvolver
integralmente a criança até 5 anos,
completando a ação da família. Desenvolve-se
em:
1. creches ou equivalentes para crianças até 3
anos de idade
2. pré-escolas, para crianças de 4 a 5 anos de
idade".
Se comparada à legislação anterior, podemos
dizer que a educação infantil alcança
significativo nível de institucionalização, com
definição de seus fins, níveis, avaliação e
formação de curso normal para seus
professores.
Ensino Fundamental:
Art. 32: "O ensino fundamental, com duração
mínima de 9 anos, obrigatório e gratuito na
escola pública, terá por objetivo a formação
básica do cidadão, mediante:
"I - o desenvolvimento da capacidade de
aprender, tendo como meios básicos o pleno
domínio da leitura, da escrita e do cálculo;
II - a compreensão do ambiente natural e
social, do sistema político, da tecnologia, das
artes e dos valores em que se fundamenta a
sociedade;
III — o desenvolvimento da capacidade de
aprendizagem, tendo em vista a aquisição de
conhecimentos e habilidades e a formação de
atitudes e valores;
IV - o fortalecimento dos vínculos de família,
dos laços de solidariedade humana e de
tolerância recíproca em que se assenta a vida
social.
As atividades didáticas do ensino fundamental
devem seguir as seguintes regras:
a) carga horária anual mínima de 800 horas,
distribuídas por um mínimo de 200 dias
letivos de efetivo trabalho escolar, excluído o
tempo reservado aos exames finais,
quando houver;
b) o currículo deve ter uma base comum
nacional (PCN), a ser complementada, em cada
sistema de ensino e estabelecimento escolar,
por uma parte diversificada, exigida pelas
características regionais e locais da sociedade,
da cultura, da economia e da clientela;
c) é facultado aos sistemas de ensino
desdobrar o ensino fundamental em ciclos;
d) o ensino fundamental será presencial,
sendo o ensino à distância usado como
complementação da aprendizagem ou em
situações emergenciais;
e) a jornada escolar, no ensino fundamental
incluirá no mínimo 4 horas de trabalho efetivo
em sala de aula;
f) o ensino religioso de matrícula facultativa,
constitui disciplina dos horários normais das
escolas públicas e será oferecido sem ônus aos
cofres públicos;
g) o ensino fundamental regular será
ministrado em língua portuguesa, sendo
asseguradas as comunidades indígenas as suas
línguas maternas;
h) a classificação do aluno em qualquer série
poderá ser feita pela escola, mediante
avaliação, independente da escolarização
anterior;
i) nos estabelecimentos que adotam a
progressão regular por série, o regimento
escolar pode contemplar formas de progressão
parcial;
j) na parte diversificada do currículo será
incluído, obrigatoriamente, a partir da 5â
série, o ensino de pelo menos uma língua
estrangeira moderna;
EC 59 prevê que o Brasil ofereça
Ensino obrigatório dos 4 aos 17 anos
Isso deverá acontecer até o ano de 2016.
l) a avaliação do aluno, entre outros critérios,
deve ser contínua e cumulativa quanto ao seu
desempenho, prevalecendo os aspectos
qualitativos sobre os quantitativos e a dos
resultados ao longo do período sobre os de
eventuais provas finais.
ENSINO FUNDAMENTAL DE ACORDO COM A LEI
9.394/96
- Obrigatório a todos, a partir dos 6 anos. (indo até os
17anos EC 59)
- Duração Mínima de 8 anos
- Carga Horária Anual Mínima de 800 horas
- 4 horas de jornada escolar diária, com progressiva
expansão
- 200 dias de efetivo trabalho escolar
- Os sistemas de ensino podem desdobrar o ensino
fundamental em ciclos para facilitar o fluxo de aluno e
diminuir a repetência.
- O currículo terá uma parte comum regida pelos PCN —
Parâmetros Curriculares Nacionais e um aparte
diversificada orientada pelas necessidades dos sistemas
escolares.
- Ensino religioso facultativo e sem ônus ao Estado.
Ensino Médio:
Art. 35 - É a etapa final da educação
básica com duração mínima de 3 anos e com as
seguintes finalidades:
"I - a consolidação e o aprofundamento dos
conhecimentos adquiridos no ensino
fundamental, possibilitando o prosseguimento
dos estudos;
II - a preparação básica para o trabalho e a
cidadania do educando, para continuar
aprendendo, de modo a ser capaz de se
adaptar com flexibilidade a novas condições
de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores;
III - o aprimoramento do educando como
pessoa humana, incluindo a formação ética e o
desenvolvimento da autonomia intelectual e do
pensamento crítico;
IV - a compreensão dos fundamentos
científicos-tecnológicos dos processos
produtivos, relacionando a teoria com a
prática, no ensino de cada disciplina".
Art. 36 - O currículo observará as seguintes
diretrizes:
I - destacará a educação tecnológica básica,
a compreensão do significado da ciência, das
letras e das artes; o processo histórico,
transformação da sociedade e da cultura; a
língua portuguesa como instrumento de
comunicação, acesso ao conhecimento e
exercício da cidadania;
II - adotará metodologias de ensino e de
avaliação que estimulem a iniciativa dos
estudantes;
III - será incluída uma língua estrangeira
moderna, como disciplina obrigatória,
escolhida pela comunidade escolar, e uma
segunda, em caráter optativo, dentro das
disponibilidades da instituição.
§ 1º Os conteúdos, as metodologias e as
formas de avaliação serão organizados de tal
forma que, ao final do ensino médio o aluno
demonstre:
a) domínio dos princípios científicos e
tecnológicos que presidem a produção
moderna;
b) conhecimento das formas
contemporâneas de linguagem;
c) domínio dos conhecimentos de filosofia e
de sociologia necessários ao exercício da
cidadania.
§ 2º O ensino médio, atendido a formação
geral do educando, poderá prepará-lo para o
exercício de profissão técnica.
§ 3a Os cursos do ensino médio terão
equivalência legal e habilitarão ao
prosseguimento de estudos.
§ 4° A preparação geral para o trabalho e,
facultativamente, a habilitação profissional,
poderão ser desenvolvidas nos próprios
estabelecimentos de ensino médio ou em
cooperação com instituições especializadas em
educação profissional".
As atividades didáticas devem ter:
a) carga horária mínima de 800 horas,
distribuídas num mínimo de 200 dias de
efetivo trabalho escolar, excluído o tempo
reservado aos exames finais, quanto houver.
b) o currículo deve ter uma base comum
nacional, a ser complementada, por uma parte
diversificada, exigida pelas características
regionais e locais da sociedade, da cultura, da
economia e da clientela.
c) a classificação em qualquer série ou etapa
pode ser feita independentemente da
escolarização anterior, mediante avaliação
feita pela escola, que defina o grau de
desenvolvimento e experiência do candidato e
permita sua inscrição na série ou etapa
adequada, conforme regulamentação do
respectivo sistema de ensino.
d) a verificação do rendimento escolar
observará, entre outros, os critérios da
avaliação contínua e cumulativa dos alunos, a
possibilidade de avanços nos cursos e nas
séries mediante verificação do aprendizado e
obrigatoriedade de estudos de recuperação,
de preferência paralelos ao período letivo.
DlRETRIZES DlDÁTICAS DO ENSINO MÉDIO PELA LEI
9394/96
- A lei atual realça a formação geral dos alunos embora não
descarte a profissionalização.
- Pela lei 4.024/61 o nome adotado era ensino médio com duas
ramificações: ensino
secundário e técnico.
- Pela Lei 5.692/71 o nome mudou para ensino de 2° grau e após a
Constituição de 88 e a LDB de 96 o nome ensino médio fica
consagrado.
- A controvérsia maior em torno deste grau de ensino sempre foi a
sua orientação geral ou profissionalizante.
- A duração mínima do ensino médio é de 3 anos, carga horária
mínima de 800 hs, 200 dias de efetivo trabalho escolar, e
currículo com parte comum e parte diversificada. A formação
profissionalizante fica de preferência, para fora da escola média e
"a posteriori“ da formação geral.
LDB - LEI N°. 9394 de 20/12/96
CONCEITO DE EDUCAÇÃO
Manteve-se abrangente considerando sua
incidência no âmbito da educação escolar.
Refere-se a vinculações com o mundo do
trabalho e prática social.
PRINCÍPIOS E FINS DA EDUCAÇÃO
Repete artigos da Constituição Federal com
algumas modificações como: "educação é
dever da família e do estado".
.
SISTEMA NACIONAL DA EDUCAÇÃO
Fecha CFE: cria-se CNE fora da LDB
EDUCAÇÃO BÁSICA
200 dias letivos e 800 horas anuais.
Flexibilização da forma de organização do
tempo, classificação dos alunos, calendário
escolar e critérios de organização curricular.
Avaliação:Currículo = parte comum definida
parte diversificada definida no PPP
Parâmetros curriculares definidos pelo MEC .
Currículo oficial paulista
EDUCAÇÃO INFANTIL
Creche 0-3 anos pré-escola 3-5 anos.
Não contemplou a supervisão e autorização do
poder público para abertura e funcionamento
de escolas de educação infantil.
O ensino fundamental só será dividido por
critérios pedagógicos e não por efeito de
diminuição da responsabilidade do poder
público.
ENSINO RELIGIOSO
Mantido sem ônus aos cofres públicos.
ENSINO MÉDIO
Finalidade de compreender os fundamentos
científico-tecnológicos dos processos
produtivos. Articular o ensino médio ao
trabalho.
EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS
Substituto ao ensino supletivo, exames
supletivos, ensino fundamental com 15 anos e
18 anos para ensino médio.
EDUCAÇÃO PROFISSIONAL
Integrada com as diferentes formas de
educação, trabalho, ciência e tecnologia.
Articulação com o ensino médio e educação
continuada.
Cursos abertos à comunidade por escolas
técnicas e profissionais.
EDUCAÇÃO SUPERIOR
Gestão de colegiados com 70% de
professores.
8 horas aulas/ semana
200 dias letivos.
Autonomia Universitária
EDUCAÇÃO ESPECIAL
"Com recursos e serviço de apoio especializado
quando necessário. Recurso a classes especiais
quando não for possível integração na classe
comum (desde a educação infantil).
PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO
Magistério para educação infantil e
fundamental (1a. e 4a. série) e nível superior
para demais níveis.
.
RECURSOS FINANCEIROS
Fixa prazos para repasse de valores da
União, Estado, Distrito Federal e
Municípios à área de educação. FUNDEB
QUADRO COMPARATIVO ENTRE A
LEGISLAÇÃO ANTERIOR E A NOVA
LEI DE DIRETRIZES E BASES DA
EDUCAÇÃO NACIONAL, NO QUE
SE REFERE AO ENSINO
SUPERIOR.
AVALIAÇÃO
Lei 5.540/68
Não estabelece uma avaliação
sistematizada nos diferentes
sistemas de ensino.
Lei 9.394/96
Institucionaliza o "provão" em
todos os graus de ensino.
Artigo 9 - "A União incumbir-se-á
de: (...) VI- assegurar processo
nacional de avaliação de
rendimento escolar no ensino
fundamental, médio e superior, em
colaboração com os sistemas de
ensino, objetivando a definição de
prioridades e a melhoria da
qualidade de ensino; (...)"
.
Lei 4.024/61
As transferências dos alunos só
podem ser feitas de curso para
curso.
Resolução 012 do Conselho
Federal da Educação de
01/07/84 -"Na forma do artigo
100 da Lei 4.024/61, com a
redação dada pelo artigo
primeiro da Lei 7.037/82, as
transferências a que se refere
este artigo são as de um para
outro estabelecimento, para
prosseguimento dos estudos do
mesmo curso.
Lei 9.394/96
Flexibiliza o instrumento da
transferência para cursos da
mesma área de conhecimento.
Artigo 49 - "As instituições de
educação superior, quando da
ocorrência de vagas, abrirão
matrícula nas disciplinas de
seus cursos a alunos não
regulares, para cursos afins, na
hipótese de existência de
vagas, e mediante processo
seletivo."
TRANSFERÊNCIA DE ALUNOS
NÚMERO DE HORAS-AULA DOS DOCENTES
Lei 5.540/68
Não determina o número de
horas-aula dos docentes no
ensino superior.
Lei 9.394/96
Artigo 57 - "Nas instituições
públicas de educação superior, o
professor ficará obrigado
ao mínimo de oito horas
semanais de aulas."
ESTRUTURA UNIVERSITÁRIA
Lei 5.540/68
Detalha a estrutura
universitária. Artigo 11 - "As
universidades organizar-se-ão
com as seguintes características:
a) unidade de património e
administração;
b) estrutura orgânica com base
em departamentos reunidos, ou
não em unidades mais amplas;
c) unidade de funções de ensino e
pesquisa, vedada a duplicação de
meios para fins idênticos ou
equivalentes;
Lei 9.394/96
Torna abrangente a estrutura das
universidades, não exigindo mais a
organização por departamentos.
Artigo 52 - "As universidades são
instituições pluridisciplinares de
formação dos quadros
profissionais de nível superior, de
pesquisa, de extensão e de
domínio e cultivo do saber humano
ESTRUTURA UNIVERSITÁRIA
Lei 5.540/68
d) racionalidade de organização, com
plena utilização dos recursos
materiais e humanos;
e) universalidade de campo pelo
cultivo das áreas fundamentais dos
conhecimentos humanos, estudando
em si mesmos ou em razão de
ulteriores aplicações e de uma ou
mais áreas técnico-profissionais;
f) a flexibilidade de métodos e
critérios, com vistas às diferenças
individuais dos alunos, às
peculiaridades regionais e às
possibilidades de combinação dos
conhecimentos para novos cursos e
programas de pesquisa.
AUTONOMIA
Lei 5.540/68
É ressaltado o papel do
Conselho Federal de Educação
na organização e
estabelecimentos de normas
na graduação e pós-graduação.
Artigo 26 - "O Conselho
Federal de Educação fixará o
currículo mínimo e a duração
mínima dos cursos superiores
correspondentes a profissões
reguladas em lei (...)"
Lei 9.394/96
Disciplina o uso da autonomia
didático-científica,
administrativa e a gestão
financeira e patrimonial pelas
universidades, conquistada no
artigo 207 da Constituição de
1988. O Conselho Federal de
Educação foi substituído pelo
Conselho Nacional de Educação,
com funções predominantemente
assessorativas e não mais
deliberativas.
AUTONOMIA
Lei 9.394/96
Artigo 53 - "No exercício de
sua autonomia, são asseguradas
às universidades, sem prejuízo
de outras, as seguintes
atribuições: (...) II) fixar os
currículos dos seus cursos e
programas, observando as
diretrizes gerais pertinentes
(...)"
DIPLOMAS
Lei 5.540/68
Os diplomas de cursos
superiores reconhecidos
habilitam ao exercício
profissional.
Artigo 27 - "Os diplomas
expedidos por universidade
federal ou estadual, nas
condições do artigo 15 da lei
número 4.024, de 20 de
dezembro de 1961 (...) serão
registrados pela própria
universidade, importando em
capacitação para o exercício
profissional na área abrangida
pelo respectivo currículo, com
validade em todo o território
nacional."
Lei 9.394/96
Os diplomas de cursos
superiores reconhecidos valem
como prova de formação
profissional. Artigo 48 - "Os
diplomas de cursos superiores
reconhecidos, quando
registrados terão validade
nacional como prova da formação
recebida por seu titular (...)"
REGISTRO DE DIPLOMAS
Lei 5.540/68
O registro dos diplomas das
universidades particulares ou dos
estabelecimentos isolados deve
ser feito pelas universidades
federais ou estaduais.
Artigo 27 (#1º) - "O Ministério
da Educação e Cultura designará
as universidades federais que
deverão proceder ao registro de
diplomas correspondentes aos
cursos referidos neste artigo,
expedidos por universidades
particulares ou por
estabelecimentos isolados de
ensino superior (...)"
Lei 9.394/96
A universidade que expede o
diploma tem poder de registrá-lo.
Única exceção fica por conta dos
estabelecimentos isolados de ensi-
no superior.
Artigo 48 (# 1º) - "Os diplomas
expedidos pelas universidades
serão por elas próprias
registrados, e aqueles conferidos
por instituições não universitárias
serão registrados em
universidades indicadas pelo
Conselho Nacional de Educação
(...)"
REGISTRO DE DIPLOMAS
Lei 5.540/68
(# 2º) - "Nas unidades da
Federação em que haja
universidade estadual (...), os
diplomas correspondentes aos
mesmos cursos, expedidos por
estabelecimentos isolados de
ensino superior, mantidos pelo
estado, serão registrados
nessas universidades."
REGIME DE TRABALHO
Lei 5.540/68
Não especifica o número de
docentes em regime de tempo
integral, nem define o número
de professores que devem ter
mestrado ou doutorado.
Artigo 34 - "As universidades
deverão progressivamente e,
na medida de seu interesse e
de suas possibilidades,
estender a seus docentes o
regime de dedicação exclusiva
às atividades de ensino e
pesquisa."
Lei 9.394/96
Determina o número de
docentes em regime de
dedicação exclusiva e especifica
o número mínimo com titulação
de mestrado ou doutorado.
Artigo 52 - "(...) II. Um terço
do corpo docente, pelo menos,
com titulação acadêmica, de
mestrado ou doutorado.
III. um terço do corpo docente
em regime de tempo integral
(...)"
NOVOS CURSOS
Lei 5.540/68
Deixa sob a responsabilidade da
universidade a criação ou não
de novos cursos, além dos
regulamentares.
Artigo 18 - "Além dos cursos
correspondentes a profissões
reguladas em lei, as
universidades e os
estabelecimentos isolados
poderão organizar outros para
atender às exigências de sua
programação específica e fazer
face a peculiaridade do
mercado de trabalho regional."
Lei 9.394/96
O item 1 deste artigo cria um
novo tipo de curso superior, até
aqui inexistente nos sistemas de
ensino no Brasil: os cursos
sequenciais. Artigo 44 - "A
educação superior abrangerá os
seguintes cursos e programas:
I. Cursos sequenciais por campo
do saber, de diferentes níveis
de abrangência, abertos a
candidatos que atendam aos
requisitos estabelecidos pelas
instituições de ensino (...)."
PROCESSO DE SELEÇÃO DE ESTUDANTES
Lei 5.540/68
Determina o concurso
vestibular como forma de
ingresso dos estudantes aos
cursos de graduação das
universidades. Artigo 17 - "(...)
a) de graduação, abertos à
matrícula de candidatos que
hajam concluído o ciclo colegial
ou equivalente e tenham sido
classificados em concurso
vestibular (...)"
Lei 9.394/96
Deixa sob critério das
universidades a deliberação
sobre normas de seleção e
admissão dos estudantes.
Artigo 44 - "(...) II) de
graduação, abertos a candidatos
que tenham concluído o ensino
médio ou equivalente e tenham
sido classificados em processo
seletivo(...)"
PROCESSO DE SELEÇÃO DE ESTUDANTES
Lei 5.540/68
Artigo 21 - "O concurso
vestibular, referido na letra "a"
do artigo 17, abrangerá os
conhecimentos comuns às
diversas formas de educação do
segundo grau, sem ultrapassar
este nível de complexidade para
avaliar a formação recebida
(...)"
Lei 9.394/96
Artigo 51 - "As instituições de
educação superior credenciadas
como universidades, ao deliberar
sobre critérios e normas de
seleção e admissão de
estudantes, levarão em conta os
efeitos desses critérios sobre a
orientação do ensino superior
(...)"
ENSINO À DISTÂNCIA
Lei 5.540/68
Não normatiza sobre o ensino
a distância
Lei 9.394/96
Artigo 80 - "O Poder Público
incentivará o desenvolvimento e
a veiculação de programas de
ensino a distância, em todos os
níveis e modalidades de ensino, e
de educação continuada (...)".
Parágrafo 3o - "As normas para
produção, controle e avaliação
de programas de educação a
distância e a autorização para
sua implementação, caberão aos
respectivos sistemas de ensino,
podendo haver cooperação e
integração entre os diferentes
sistemas (...)".
INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE OS CURSOS
Lei 5.540/68
Não estabelece diretrizes
sobre o assunto.
Lei 9.394/96
Torna obrigatória a
apresentação de uma série de
informações sobre o curso,
antes do período letivo. Artigo
47 (# 1º) - "As instituições
informarão aos interessados,
antes de cada período letivo, os
programas dos cursos e demais
componentes curriculares, sua
duração, requisitos, qualificação
dos professores, recursos
disponíveis e critérios de
avaliação, obrigando-se a
cumprir as respectivas
condições (...)”
CURSOS ABREVIADOS
Lei 5.540/68
Não fazem referência a esse
assunto.
Lei 9.394/96
Abreviação dos cursos de acordo
com o desempenho dos alunos.
Artigo 47 (# 2o) -"(•••) Os
alunos que tenham
extraordinário aproveitamento
nos estudos, demonstrado por
meio de provas e outros
instrumentos de avaliação
específicos, aplicados por banca
examinadora especial, poderão
ter abreviada a duração dos
seus cursos (...)."
PRÁTICA DE ENSINO
Lei 5.540/68
Não prevê cargas horárias
mínimas para a prática de
ensino.
Lei 9.394/96
Artigo 65 - "A formação
docente, exceto para a educação
superior, incluirá prática de
ensino de, no mínimo, trezentas
horas."
CREDENCIAMENTO
Lei 5.540/68
Não se prevê explicitamente o
reconhecimento periódico de
instituições de ensino superior.
Artigo 7o - "As universidades
organizar-se-ão diretamente ou
mediante a reunião de
estabelecimentos já
reconhecidos, sendo no
primeiro caso, sujeitas à
autorização e reconhecimento
e, no segundo, apenas a
reconhecimento.
Lei 9.394/96
Inova ao introduzir o
credenciamento e
descredenciamento de cursos e
instituições de ensino superior,
depois de processo avaliativo.
Artigo 46 - "A autorização e o
reconhecimento de cursos, bem
como o credenciamento de
instituições de educação
superior, terão prazos limitados,
sendo renovados
periodicamente, após processo
regular de avaliação."
CREDENCIAMENTO
Lei 9.394/96
# 1º - "Após um prazo para
saneamento de deficiências
eventualmente identificadas
pela avaliação a que se refere
este artigo, haverá reavaliação,
que poderá resultar, conforme o
caso, em desativação de cursos e
habilitações, em intervenção na
instituição, em suspensão
temporária de prerrogativas de
autonomia, ou em
descredenciamento (...)"
REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS
Lei 5.540/68
O Conselho Federal de
Educação é que determina as
normas para a revalidação de
diplomas expedidos em
instituições estrangeiras.
Artigo 51 - "O Conselho
Federal de Educação fixará as
condições para revalidação de
diplomas expedidos por
estabelecimentos de ensino
superior estrangeiros, tendo
em vista o registro na
repartição competente e o
exercício profissional no país."
Lei 9.394/96
O processo de revalidação é
explicitado na própria lei. Artigo
48 (# 2º) - "(...) Os diplomas de
graduação expedidos por
universidades estrangeiras
serão revalidados por
universidades públicas que
tenham curso do mesmo nível e
área ou equivalente,
respeitando-se os acordos
internacionais de reciprocidade
ou equiparação."
EDUCAÇÃO SUPERIOR LEI Nº 9394/96
ARTIGOS 43 A 57
Lei 5.540/68
Decreto nº 464/69
•Lei particular para o
assunto.
•Os objetivos do ensino
superior estão no artigo 1.
•Autonomia universitária.
•Estrutura da universidade:
com unidades e funções
específicas, departamentos,
unidades, etc.
•CFE com funções
deliberativas.
Lei 9.394/96
•Volta a pertencer a LDB.
•Os objetivos viraram fins da
educação.
•Preserva-se a autonomia da
universidades.
•Estrutura universitária como
instituição pluridisciplinar
para formar profissionais de
nível superior.
•CNE função consultiva.
•Universidade credenciada
expede e registra diploma.
•Transfere-se alunos para
cursos afins.
Lei 5.540/68
Decreto nº 464/69
•Registro de diplomas de
universidades particulares
era feito na universidade
pública (o mesmo para
revalidação de diplomas
estrangeiros.
•Transferências de alunos só
de curso a curso
Lei 9.394/96
•Avaliação periódica de cursos
e instituições com prazo para
regularizar falhas ou
suspensão das atividades.
•"Provão" = Lei n2 9131/95.
•Mais força para os colegiados
de acordo com a gestão
democrática e composição de
70% professores e 30% alunos,
funcionários e pessoas da
comunidade. Poder para criar e
extinguir cursos, alterar vagas,
programar cursos, pesquisa e
extensão. Contratar e
dispensar funcionários.

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LDB 9394-96.pdf

  • 1. Lei de Diretrizes e Bases da Educação 9394/96
  • 2. Estrutura Didática da Educação Básica A LDB de 23/12/96 vem revogar as disposições das Leis 4.024 de 20/12/61, 5.540 de 28/04/68 e, ainda, as Leis números 5.692 de 11/08/71 e 7.044 de 18/10/82 e as demais leis e decretos-leis que as modificaram e outras disposições em contrário.
  • 3. Todas as demais leis de estrutura e funcionamento do sistema educacional brasileiro foram revogadas pela 9.394/96 inclusive as relativas à estrutura didática. Como consequência deixam de vigorar os artigos remanescentes da Lei nQ 4.024/61, a organização do ensino de ls e 2° graus proposta pela Lei 5.692/71, alterada pela Lei 7.044/82 e todas as alterações sobre reforma universitária ditadas pela Lei 5.540/68.
  • 4. NÍVEIS DE ADMINISTRAÇÃO DOS SISTEMAS DE ENSINO Os sistemas de ensino brasileiro possuem uma rede de autoridades e de repartições, até o nível da unidade escolar.
  • 5. Administração de nível federal A LDB estabelece que o MEC deve formular, avaliar e zelar pela qualidade do ensino público. São suas áreas de competência:
  • 6. - Política Nacional de Educação, compreendendo: - ensino fundamental - ensino médio - ensino superior - ensino supletivo - Educação tecnologia - Educação especial - Educação a distância - Pesquisa educacional
  • 7. - Pesquisa e extensão universitárias - Magistério - Programas especiais de atenção à criança e adolescentes
  • 8. Estrutura Didática Proposta pela Lei 9.394/96 A estrutura didática pela nova lei passa a ter dois níveis: educação básica e educação superior. Textualmente, diz o seu artigo 21: A educação escolar compõem-se de: - Educação básica, formada pela educação infantil, ensino fundamental e ensino médio. - Educação Superior Cada um destes níveis tem finalidades específicas, conforme o art. 22:
  • 9. "A educação básica tem por finalidade desenvolver o educando, assegurar-lhe a formação comum indispensável para o exercício da cidadania e fornecer-lhe meios para progredir no trabalho e em estudos posteriores". Esta finalidade devem ser coerentes com os pressupostos filosóficos contidos na Constituição Brasileira.
  • 10. Comparada com a Lei 5.692/712 a nova LDB define mais precisamente o conceito de educação básica, incluindo a educação infantil à educação média (o que já era uma tendência do pensamento pedagógico brasileiro). Tal como na Constituição Federal, o ensino de 1º- grau passa a denominar-se ensino fundamental e o ensino de 2- grau denomina-se ensino médio.
  • 11. Educação Infantil É o primeiro nível da educação básica, e tem como finalidade desenvolver integralmente a criança até 5 anos, completando a ação da família. Desenvolve-se em: 1. creches ou equivalentes para crianças até 3 anos de idade 2. pré-escolas, para crianças de 4 a 5 anos de idade".
  • 12. Se comparada à legislação anterior, podemos dizer que a educação infantil alcança significativo nível de institucionalização, com definição de seus fins, níveis, avaliação e formação de curso normal para seus professores.
  • 13. Ensino Fundamental: Art. 32: "O ensino fundamental, com duração mínima de 9 anos, obrigatório e gratuito na escola pública, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: "I - o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; II - a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
  • 14. III — o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; IV - o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
  • 15. As atividades didáticas do ensino fundamental devem seguir as seguintes regras: a) carga horária anual mínima de 800 horas, distribuídas por um mínimo de 200 dias letivos de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado aos exames finais, quando houver;
  • 16. b) o currículo deve ter uma base comum nacional (PCN), a ser complementada, em cada sistema de ensino e estabelecimento escolar, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela; c) é facultado aos sistemas de ensino desdobrar o ensino fundamental em ciclos; d) o ensino fundamental será presencial, sendo o ensino à distância usado como complementação da aprendizagem ou em situações emergenciais;
  • 17. e) a jornada escolar, no ensino fundamental incluirá no mínimo 4 horas de trabalho efetivo em sala de aula; f) o ensino religioso de matrícula facultativa, constitui disciplina dos horários normais das escolas públicas e será oferecido sem ônus aos cofres públicos; g) o ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa, sendo asseguradas as comunidades indígenas as suas línguas maternas;
  • 18. h) a classificação do aluno em qualquer série poderá ser feita pela escola, mediante avaliação, independente da escolarização anterior; i) nos estabelecimentos que adotam a progressão regular por série, o regimento escolar pode contemplar formas de progressão parcial; j) na parte diversificada do currículo será incluído, obrigatoriamente, a partir da 5â série, o ensino de pelo menos uma língua estrangeira moderna;
  • 19. EC 59 prevê que o Brasil ofereça Ensino obrigatório dos 4 aos 17 anos Isso deverá acontecer até o ano de 2016. l) a avaliação do aluno, entre outros critérios, deve ser contínua e cumulativa quanto ao seu desempenho, prevalecendo os aspectos qualitativos sobre os quantitativos e a dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais.
  • 20. ENSINO FUNDAMENTAL DE ACORDO COM A LEI 9.394/96 - Obrigatório a todos, a partir dos 6 anos. (indo até os 17anos EC 59) - Duração Mínima de 8 anos - Carga Horária Anual Mínima de 800 horas - 4 horas de jornada escolar diária, com progressiva expansão - 200 dias de efetivo trabalho escolar - Os sistemas de ensino podem desdobrar o ensino fundamental em ciclos para facilitar o fluxo de aluno e diminuir a repetência. - O currículo terá uma parte comum regida pelos PCN — Parâmetros Curriculares Nacionais e um aparte diversificada orientada pelas necessidades dos sistemas escolares. - Ensino religioso facultativo e sem ônus ao Estado.
  • 21. Ensino Médio: Art. 35 - É a etapa final da educação básica com duração mínima de 3 anos e com as seguintes finalidades: "I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no ensino fundamental, possibilitando o prosseguimento dos estudos;
  • 22. II - a preparação básica para o trabalho e a cidadania do educando, para continuar aprendendo, de modo a ser capaz de se adaptar com flexibilidade a novas condições de ocupação ou aperfeiçoamento posteriores; III - o aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
  • 23. IV - a compreensão dos fundamentos científicos-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática, no ensino de cada disciplina".
  • 24. Art. 36 - O currículo observará as seguintes diretrizes: I - destacará a educação tecnológica básica, a compreensão do significado da ciência, das letras e das artes; o processo histórico, transformação da sociedade e da cultura; a língua portuguesa como instrumento de comunicação, acesso ao conhecimento e exercício da cidadania; II - adotará metodologias de ensino e de avaliação que estimulem a iniciativa dos estudantes;
  • 25. III - será incluída uma língua estrangeira moderna, como disciplina obrigatória, escolhida pela comunidade escolar, e uma segunda, em caráter optativo, dentro das disponibilidades da instituição.
  • 26. § 1º Os conteúdos, as metodologias e as formas de avaliação serão organizados de tal forma que, ao final do ensino médio o aluno demonstre: a) domínio dos princípios científicos e tecnológicos que presidem a produção moderna; b) conhecimento das formas contemporâneas de linguagem; c) domínio dos conhecimentos de filosofia e de sociologia necessários ao exercício da cidadania.
  • 27. § 2º O ensino médio, atendido a formação geral do educando, poderá prepará-lo para o exercício de profissão técnica. § 3a Os cursos do ensino médio terão equivalência legal e habilitarão ao prosseguimento de estudos. § 4° A preparação geral para o trabalho e, facultativamente, a habilitação profissional, poderão ser desenvolvidas nos próprios estabelecimentos de ensino médio ou em cooperação com instituições especializadas em educação profissional".
  • 28. As atividades didáticas devem ter: a) carga horária mínima de 800 horas, distribuídas num mínimo de 200 dias de efetivo trabalho escolar, excluído o tempo reservado aos exames finais, quanto houver. b) o currículo deve ter uma base comum nacional, a ser complementada, por uma parte diversificada, exigida pelas características regionais e locais da sociedade, da cultura, da economia e da clientela.
  • 29. c) a classificação em qualquer série ou etapa pode ser feita independentemente da escolarização anterior, mediante avaliação feita pela escola, que defina o grau de desenvolvimento e experiência do candidato e permita sua inscrição na série ou etapa adequada, conforme regulamentação do respectivo sistema de ensino.
  • 30. d) a verificação do rendimento escolar observará, entre outros, os critérios da avaliação contínua e cumulativa dos alunos, a possibilidade de avanços nos cursos e nas séries mediante verificação do aprendizado e obrigatoriedade de estudos de recuperação, de preferência paralelos ao período letivo.
  • 31. DlRETRIZES DlDÁTICAS DO ENSINO MÉDIO PELA LEI 9394/96 - A lei atual realça a formação geral dos alunos embora não descarte a profissionalização. - Pela lei 4.024/61 o nome adotado era ensino médio com duas ramificações: ensino secundário e técnico. - Pela Lei 5.692/71 o nome mudou para ensino de 2° grau e após a Constituição de 88 e a LDB de 96 o nome ensino médio fica consagrado. - A controvérsia maior em torno deste grau de ensino sempre foi a sua orientação geral ou profissionalizante. - A duração mínima do ensino médio é de 3 anos, carga horária mínima de 800 hs, 200 dias de efetivo trabalho escolar, e currículo com parte comum e parte diversificada. A formação profissionalizante fica de preferência, para fora da escola média e "a posteriori“ da formação geral.
  • 32. LDB - LEI N°. 9394 de 20/12/96 CONCEITO DE EDUCAÇÃO Manteve-se abrangente considerando sua incidência no âmbito da educação escolar. Refere-se a vinculações com o mundo do trabalho e prática social. PRINCÍPIOS E FINS DA EDUCAÇÃO Repete artigos da Constituição Federal com algumas modificações como: "educação é dever da família e do estado".
  • 33. . SISTEMA NACIONAL DA EDUCAÇÃO Fecha CFE: cria-se CNE fora da LDB
  • 34. EDUCAÇÃO BÁSICA 200 dias letivos e 800 horas anuais. Flexibilização da forma de organização do tempo, classificação dos alunos, calendário escolar e critérios de organização curricular. Avaliação:Currículo = parte comum definida parte diversificada definida no PPP Parâmetros curriculares definidos pelo MEC . Currículo oficial paulista
  • 35. EDUCAÇÃO INFANTIL Creche 0-3 anos pré-escola 3-5 anos. Não contemplou a supervisão e autorização do poder público para abertura e funcionamento de escolas de educação infantil. O ensino fundamental só será dividido por critérios pedagógicos e não por efeito de diminuição da responsabilidade do poder público.
  • 36. ENSINO RELIGIOSO Mantido sem ônus aos cofres públicos. ENSINO MÉDIO Finalidade de compreender os fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos. Articular o ensino médio ao trabalho. EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS Substituto ao ensino supletivo, exames supletivos, ensino fundamental com 15 anos e 18 anos para ensino médio.
  • 37. EDUCAÇÃO PROFISSIONAL Integrada com as diferentes formas de educação, trabalho, ciência e tecnologia. Articulação com o ensino médio e educação continuada. Cursos abertos à comunidade por escolas técnicas e profissionais.
  • 38. EDUCAÇÃO SUPERIOR Gestão de colegiados com 70% de professores. 8 horas aulas/ semana 200 dias letivos. Autonomia Universitária EDUCAÇÃO ESPECIAL "Com recursos e serviço de apoio especializado quando necessário. Recurso a classes especiais quando não for possível integração na classe comum (desde a educação infantil).
  • 39. PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO Magistério para educação infantil e fundamental (1a. e 4a. série) e nível superior para demais níveis. . RECURSOS FINANCEIROS Fixa prazos para repasse de valores da União, Estado, Distrito Federal e Municípios à área de educação. FUNDEB
  • 40. QUADRO COMPARATIVO ENTRE A LEGISLAÇÃO ANTERIOR E A NOVA LEI DE DIRETRIZES E BASES DA EDUCAÇÃO NACIONAL, NO QUE SE REFERE AO ENSINO SUPERIOR.
  • 41. AVALIAÇÃO Lei 5.540/68 Não estabelece uma avaliação sistematizada nos diferentes sistemas de ensino. Lei 9.394/96 Institucionaliza o "provão" em todos os graus de ensino. Artigo 9 - "A União incumbir-se-á de: (...) VI- assegurar processo nacional de avaliação de rendimento escolar no ensino fundamental, médio e superior, em colaboração com os sistemas de ensino, objetivando a definição de prioridades e a melhoria da qualidade de ensino; (...)" .
  • 42. Lei 4.024/61 As transferências dos alunos só podem ser feitas de curso para curso. Resolução 012 do Conselho Federal da Educação de 01/07/84 -"Na forma do artigo 100 da Lei 4.024/61, com a redação dada pelo artigo primeiro da Lei 7.037/82, as transferências a que se refere este artigo são as de um para outro estabelecimento, para prosseguimento dos estudos do mesmo curso. Lei 9.394/96 Flexibiliza o instrumento da transferência para cursos da mesma área de conhecimento. Artigo 49 - "As instituições de educação superior, quando da ocorrência de vagas, abrirão matrícula nas disciplinas de seus cursos a alunos não regulares, para cursos afins, na hipótese de existência de vagas, e mediante processo seletivo." TRANSFERÊNCIA DE ALUNOS
  • 43. NÚMERO DE HORAS-AULA DOS DOCENTES Lei 5.540/68 Não determina o número de horas-aula dos docentes no ensino superior. Lei 9.394/96 Artigo 57 - "Nas instituições públicas de educação superior, o professor ficará obrigado ao mínimo de oito horas semanais de aulas."
  • 44. ESTRUTURA UNIVERSITÁRIA Lei 5.540/68 Detalha a estrutura universitária. Artigo 11 - "As universidades organizar-se-ão com as seguintes características: a) unidade de património e administração; b) estrutura orgânica com base em departamentos reunidos, ou não em unidades mais amplas; c) unidade de funções de ensino e pesquisa, vedada a duplicação de meios para fins idênticos ou equivalentes; Lei 9.394/96 Torna abrangente a estrutura das universidades, não exigindo mais a organização por departamentos. Artigo 52 - "As universidades são instituições pluridisciplinares de formação dos quadros profissionais de nível superior, de pesquisa, de extensão e de domínio e cultivo do saber humano
  • 45. ESTRUTURA UNIVERSITÁRIA Lei 5.540/68 d) racionalidade de organização, com plena utilização dos recursos materiais e humanos; e) universalidade de campo pelo cultivo das áreas fundamentais dos conhecimentos humanos, estudando em si mesmos ou em razão de ulteriores aplicações e de uma ou mais áreas técnico-profissionais; f) a flexibilidade de métodos e critérios, com vistas às diferenças individuais dos alunos, às peculiaridades regionais e às possibilidades de combinação dos conhecimentos para novos cursos e programas de pesquisa.
  • 46. AUTONOMIA Lei 5.540/68 É ressaltado o papel do Conselho Federal de Educação na organização e estabelecimentos de normas na graduação e pós-graduação. Artigo 26 - "O Conselho Federal de Educação fixará o currículo mínimo e a duração mínima dos cursos superiores correspondentes a profissões reguladas em lei (...)" Lei 9.394/96 Disciplina o uso da autonomia didático-científica, administrativa e a gestão financeira e patrimonial pelas universidades, conquistada no artigo 207 da Constituição de 1988. O Conselho Federal de Educação foi substituído pelo Conselho Nacional de Educação, com funções predominantemente assessorativas e não mais deliberativas.
  • 47. AUTONOMIA Lei 9.394/96 Artigo 53 - "No exercício de sua autonomia, são asseguradas às universidades, sem prejuízo de outras, as seguintes atribuições: (...) II) fixar os currículos dos seus cursos e programas, observando as diretrizes gerais pertinentes (...)"
  • 48. DIPLOMAS Lei 5.540/68 Os diplomas de cursos superiores reconhecidos habilitam ao exercício profissional. Artigo 27 - "Os diplomas expedidos por universidade federal ou estadual, nas condições do artigo 15 da lei número 4.024, de 20 de dezembro de 1961 (...) serão registrados pela própria universidade, importando em capacitação para o exercício profissional na área abrangida pelo respectivo currículo, com validade em todo o território nacional." Lei 9.394/96 Os diplomas de cursos superiores reconhecidos valem como prova de formação profissional. Artigo 48 - "Os diplomas de cursos superiores reconhecidos, quando registrados terão validade nacional como prova da formação recebida por seu titular (...)"
  • 49. REGISTRO DE DIPLOMAS Lei 5.540/68 O registro dos diplomas das universidades particulares ou dos estabelecimentos isolados deve ser feito pelas universidades federais ou estaduais. Artigo 27 (#1º) - "O Ministério da Educação e Cultura designará as universidades federais que deverão proceder ao registro de diplomas correspondentes aos cursos referidos neste artigo, expedidos por universidades particulares ou por estabelecimentos isolados de ensino superior (...)" Lei 9.394/96 A universidade que expede o diploma tem poder de registrá-lo. Única exceção fica por conta dos estabelecimentos isolados de ensi- no superior. Artigo 48 (# 1º) - "Os diplomas expedidos pelas universidades serão por elas próprias registrados, e aqueles conferidos por instituições não universitárias serão registrados em universidades indicadas pelo Conselho Nacional de Educação (...)"
  • 50. REGISTRO DE DIPLOMAS Lei 5.540/68 (# 2º) - "Nas unidades da Federação em que haja universidade estadual (...), os diplomas correspondentes aos mesmos cursos, expedidos por estabelecimentos isolados de ensino superior, mantidos pelo estado, serão registrados nessas universidades."
  • 51. REGIME DE TRABALHO Lei 5.540/68 Não especifica o número de docentes em regime de tempo integral, nem define o número de professores que devem ter mestrado ou doutorado. Artigo 34 - "As universidades deverão progressivamente e, na medida de seu interesse e de suas possibilidades, estender a seus docentes o regime de dedicação exclusiva às atividades de ensino e pesquisa." Lei 9.394/96 Determina o número de docentes em regime de dedicação exclusiva e especifica o número mínimo com titulação de mestrado ou doutorado. Artigo 52 - "(...) II. Um terço do corpo docente, pelo menos, com titulação acadêmica, de mestrado ou doutorado. III. um terço do corpo docente em regime de tempo integral (...)"
  • 52. NOVOS CURSOS Lei 5.540/68 Deixa sob a responsabilidade da universidade a criação ou não de novos cursos, além dos regulamentares. Artigo 18 - "Além dos cursos correspondentes a profissões reguladas em lei, as universidades e os estabelecimentos isolados poderão organizar outros para atender às exigências de sua programação específica e fazer face a peculiaridade do mercado de trabalho regional." Lei 9.394/96 O item 1 deste artigo cria um novo tipo de curso superior, até aqui inexistente nos sistemas de ensino no Brasil: os cursos sequenciais. Artigo 44 - "A educação superior abrangerá os seguintes cursos e programas: I. Cursos sequenciais por campo do saber, de diferentes níveis de abrangência, abertos a candidatos que atendam aos requisitos estabelecidos pelas instituições de ensino (...)."
  • 53. PROCESSO DE SELEÇÃO DE ESTUDANTES Lei 5.540/68 Determina o concurso vestibular como forma de ingresso dos estudantes aos cursos de graduação das universidades. Artigo 17 - "(...) a) de graduação, abertos à matrícula de candidatos que hajam concluído o ciclo colegial ou equivalente e tenham sido classificados em concurso vestibular (...)" Lei 9.394/96 Deixa sob critério das universidades a deliberação sobre normas de seleção e admissão dos estudantes. Artigo 44 - "(...) II) de graduação, abertos a candidatos que tenham concluído o ensino médio ou equivalente e tenham sido classificados em processo seletivo(...)"
  • 54. PROCESSO DE SELEÇÃO DE ESTUDANTES Lei 5.540/68 Artigo 21 - "O concurso vestibular, referido na letra "a" do artigo 17, abrangerá os conhecimentos comuns às diversas formas de educação do segundo grau, sem ultrapassar este nível de complexidade para avaliar a formação recebida (...)" Lei 9.394/96 Artigo 51 - "As instituições de educação superior credenciadas como universidades, ao deliberar sobre critérios e normas de seleção e admissão de estudantes, levarão em conta os efeitos desses critérios sobre a orientação do ensino superior (...)"
  • 55. ENSINO À DISTÂNCIA Lei 5.540/68 Não normatiza sobre o ensino a distância Lei 9.394/96 Artigo 80 - "O Poder Público incentivará o desenvolvimento e a veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de ensino, e de educação continuada (...)". Parágrafo 3o - "As normas para produção, controle e avaliação de programas de educação a distância e a autorização para sua implementação, caberão aos respectivos sistemas de ensino, podendo haver cooperação e integração entre os diferentes sistemas (...)".
  • 56. INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE OS CURSOS Lei 5.540/68 Não estabelece diretrizes sobre o assunto. Lei 9.394/96 Torna obrigatória a apresentação de uma série de informações sobre o curso, antes do período letivo. Artigo 47 (# 1º) - "As instituições informarão aos interessados, antes de cada período letivo, os programas dos cursos e demais componentes curriculares, sua duração, requisitos, qualificação dos professores, recursos disponíveis e critérios de avaliação, obrigando-se a cumprir as respectivas condições (...)”
  • 57. CURSOS ABREVIADOS Lei 5.540/68 Não fazem referência a esse assunto. Lei 9.394/96 Abreviação dos cursos de acordo com o desempenho dos alunos. Artigo 47 (# 2o) -"(•••) Os alunos que tenham extraordinário aproveitamento nos estudos, demonstrado por meio de provas e outros instrumentos de avaliação específicos, aplicados por banca examinadora especial, poderão ter abreviada a duração dos seus cursos (...)."
  • 58. PRÁTICA DE ENSINO Lei 5.540/68 Não prevê cargas horárias mínimas para a prática de ensino. Lei 9.394/96 Artigo 65 - "A formação docente, exceto para a educação superior, incluirá prática de ensino de, no mínimo, trezentas horas."
  • 59. CREDENCIAMENTO Lei 5.540/68 Não se prevê explicitamente o reconhecimento periódico de instituições de ensino superior. Artigo 7o - "As universidades organizar-se-ão diretamente ou mediante a reunião de estabelecimentos já reconhecidos, sendo no primeiro caso, sujeitas à autorização e reconhecimento e, no segundo, apenas a reconhecimento. Lei 9.394/96 Inova ao introduzir o credenciamento e descredenciamento de cursos e instituições de ensino superior, depois de processo avaliativo. Artigo 46 - "A autorização e o reconhecimento de cursos, bem como o credenciamento de instituições de educação superior, terão prazos limitados, sendo renovados periodicamente, após processo regular de avaliação."
  • 60. CREDENCIAMENTO Lei 9.394/96 # 1º - "Após um prazo para saneamento de deficiências eventualmente identificadas pela avaliação a que se refere este artigo, haverá reavaliação, que poderá resultar, conforme o caso, em desativação de cursos e habilitações, em intervenção na instituição, em suspensão temporária de prerrogativas de autonomia, ou em descredenciamento (...)"
  • 61. REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS Lei 5.540/68 O Conselho Federal de Educação é que determina as normas para a revalidação de diplomas expedidos em instituições estrangeiras. Artigo 51 - "O Conselho Federal de Educação fixará as condições para revalidação de diplomas expedidos por estabelecimentos de ensino superior estrangeiros, tendo em vista o registro na repartição competente e o exercício profissional no país." Lei 9.394/96 O processo de revalidação é explicitado na própria lei. Artigo 48 (# 2º) - "(...) Os diplomas de graduação expedidos por universidades estrangeiras serão revalidados por universidades públicas que tenham curso do mesmo nível e área ou equivalente, respeitando-se os acordos internacionais de reciprocidade ou equiparação."
  • 62. EDUCAÇÃO SUPERIOR LEI Nº 9394/96 ARTIGOS 43 A 57
  • 63. Lei 5.540/68 Decreto nº 464/69 •Lei particular para o assunto. •Os objetivos do ensino superior estão no artigo 1. •Autonomia universitária. •Estrutura da universidade: com unidades e funções específicas, departamentos, unidades, etc. •CFE com funções deliberativas. Lei 9.394/96 •Volta a pertencer a LDB. •Os objetivos viraram fins da educação. •Preserva-se a autonomia da universidades. •Estrutura universitária como instituição pluridisciplinar para formar profissionais de nível superior. •CNE função consultiva. •Universidade credenciada expede e registra diploma. •Transfere-se alunos para cursos afins.
  • 64. Lei 5.540/68 Decreto nº 464/69 •Registro de diplomas de universidades particulares era feito na universidade pública (o mesmo para revalidação de diplomas estrangeiros. •Transferências de alunos só de curso a curso Lei 9.394/96 •Avaliação periódica de cursos e instituições com prazo para regularizar falhas ou suspensão das atividades. •"Provão" = Lei n2 9131/95. •Mais força para os colegiados de acordo com a gestão democrática e composição de 70% professores e 30% alunos, funcionários e pessoas da comunidade. Poder para criar e extinguir cursos, alterar vagas, programar cursos, pesquisa e extensão. Contratar e dispensar funcionários.