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ALOJAMENTO CONJUNTO.pptx

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  1. 1. ALOJAMENTO CONJUNTO Acadêmicas: Durcylene, Francielly, Nayara Carla e Valéria.
  2. 2. ALOJAMENTO CONJUNTO • Definição - Mãe e recém-nascido são colocados lado a lado no pós-parto, a mulher é estimulada à amamentar e a cuidar de sua criança logo que possível. • Segundo o Ministério da Saúde, Alojamento Conjunto é o sistema hospitalar em que o recém-nascido sadio, assim que nasce, permanece com a mãe em um mesmo ambiente até a alta hospitalar, 24 horas por dia. Esse sistema possibilita a prestação dos cuidados assistenciais necessários, como a orientação à mãe sobre a saúde do binômio mãe-filho (Almeida, 2000).
  3. 3. OBJETIVOS • Favorece a aproximação entre mãe e bebê, nos primeiros dias de vida; • Construção do cuidado materno; • Aumentar os índices de Aleitamento Materno; • Estabelecer vínculo afetivo entre mãe e filho; • Permitir aprendizado materno sobre como cuidar do RN; • Reduzir o índice de infecção hospitalar cruzada;
  4. 4. • Estimular a participação do pai no cuidado com RN; • Possibilitar o acompanhamento da amamentação sem rigidez de horário visando esclarecer às dúvidas da mãe e incentivá-la nos momentos de insegurança; • Orientar e incentivar a mãe (ou pais) na observação de seu filho, visando esclarecer dúvidas; • Reduzir a ansiedade da mãe (ou pais) frente a experiência vivenciadas ; • Renovação dos profissionais da saúde no seu contexto de atuação, pois, dentro de um novo e mais amplo conceito de saúde materno-infantil, o ato de curar e cuidar não é atividade exclusivamente dos profissionais da saúde, mas inclui a co-participação daquele que é tratado e curado.
  5. 5. VANTAGENS • Estimular e motivar o aleitamento materno, de acordo com as necessidades da criança, tornando a amamentação mais fisiológica e natural. A amamentação precoce provoca a contração do útero e de seus vasos, atuando como profilaxia das hemorragias pós-parto; • Favorecer a precocidade, intensidade, assiduidade do aleitamento materno, e sua manutenção por tempo mais prolongado; • Fortalecer os laços afetivos entre mãe e filho, através do relacionamento precoce; • Permitir a observação constante do recém-nato pela mãe, o que a faz conhecer melhor seu filho e possibilitar a comunicação imediata de qualquer anormalidade;
  6. 6. • Oferecer condições à enfermagem de promover o treinamento materno, através de demonstrações práticas dos cuidados indispensáveis ao recém- nascido e à puérpera; • Manter intercâmbio biopsicossocial entre a mãe, a criança e os demais membros da família; • Diminuir o risco de infecção hospitalar; • Facilitar o encontro da mãe com o pediatra por ocasião das visitas médicas para o exame do recém-nascido, possibilitando troca de informações entre ambos; • Desativar o berçário para recém-nascidos normais, cuja área poderá ser utilizada de acordo com outras necessidades do hospital.
  7. 7. POPULAÇÃO A SER ATENDIDA • 1. Mães - na ausência de patologia que impossibilite ou contraindique o contato com o recém-nascido. • 2. Recém-Nascidos - com boa vitalidade, capacidade de sucção e controle térmico, a critério de elemento da equipe de saúde. Considera-se com boa vitalidade os recém- nascidos com mais de 2 quilos, mais de 35 semanas de gestação e índice de APGAR maior que 6 no 5° minuto. Em caso de cesariana, o filho será levado para perto da puérpera entre 2 a 6 horas após o parto, respeitando as condições maternas.
  8. 8. RECURSOS PARA A IMPLANTAÇÃO • 1. RECURSOS HUMANOS: Recomenda-se uma equipe multiprofissional treinada, constituída por: a) Enfermagem: 1 enfermeiro para 20 binômios; 1 auxiliar para 8 binômios; b) Médicos: 1 obstetra para 20 mães; 1 pediatra para 20 crianças. c) Outros Profissionais: assistente social; psicólogo; nutricionista.
  9. 9. • 2. RECURSOS FÍSICOS: • Os quartos e/ou enfermarias devem obedecer a certo padrão, com tamanho adequado para acomodar a dupla mãe- filho, sendo a área convencionalmente estabelecida de 5m2 para cada conjunto leito materno/berço; • De acordo com as disponibilidade locais, poderá haver modificação dessa metragem no sentido de dar prioridade ao alojamento conjunto; • O berço deve ficar com separação mínima de 2 m do outro berço; • Objetivando melhor funcionamento, o número de duplas mãe-filho por enfermaria deverá ser de no máximo 6; • As acomodações sanitárias serão estabelecidas de acordo com as normas de construção hospitalar do Ministério da Saúde.
  10. 10. • 3. RECURSOS FISÍCOS: • São recursos para matériais usados em procedimentos. • Exemplos: estetoscópio clínico e esfigmomanômetro; balança; balança para recém nascido; régua antropométrica e fita métrica inelástic a de plástico;aparelho de fototerapia, um par a cada 10 berços; etc.
  11. 11. O PAPEL DA ENFERMAGEM • Preparar a gestante no pré-natal para o sistema de "Alojamento Conjunto"; • Estimular o contato precoce mãe- filho na sala de parto, ajudando as mães a iniciar o aleitamento na primeira hora após o nascimento; • Encorajar o aleitamento sob livre demanda; • Não dar ao recém-nascido nenhum outro alimento ou bebida, além do leite materno, a não ser que seja indicado pelo médico; • Não dar bicos artificiais ou chupetas às crianças amamentadas ao seio; • Proibir que as mães amamentem outros recém-nascidos que não os seus (amamentação cruzada); • Orientar a participação gradual da mãe no atendimento ao recém-nascido;
  12. 12. • Realizar visita diária às puérperas, esclarecendo, orientando, e dando segurança à mãe quanto ao seu estado e ao de seu filho; ministrar às mães palestras e aulas abordando conceitos de higiene, controle de saúde e nutrição; • Participar do treinamento em serviço, como condição básica para garantir a qualidade da assistência; • Identificar e enfatizar os recursos disponíveis na comunidade para atendimento continuado das mães e da criança, referindo-as ou agendando-as para acompanhamento no serviço de saúde ainda nos primeiros 15 dias. • As altas não deverão ser dadas antes de 48 horas, considerando o alto teor educativo inerente ao sistema de "Alojamento Conjunto“.
  13. 13. REFERÊNCIAS • BRASIL, Ministério da Saúde. Programa Nacional de Incentivo ao Aleitamento Materno. Normas básicas para alojamento conjunto. Brasília, 1993. • BRASIL. Congresso. Senado. Portaria nº 2068, de 21 de dezembro de 2016. Ministério da Saúde. Brasília,2016. • • FREITAS, Fernando et al. Rotinas em Obstetrícia. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2006. 312 p.

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