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TREINAMENTO BÁSICO NR-37
PE-3UBC-02497 – ANEXO H-1 - TREINAMENTO NR 12 – OFICINAS - MANUTENÇÃO UO-BC
Para o bom aproveitamento deste curso é mandatório
que sejam cumpridas as três determinações abaixo:
1. O treinamento deverá ser realizado no horário de
trabalho do(a) empregado(a);
2. Reservar um horário específico para realizar o
treinamento;
3. O treinamento deverá ser realizado em local
apropriado (Ex.: Não realizar o treinamento na sala
de controle).
PE-3UBC-02497 – ANEXO H-1 - TREINAMENTO NR 12 – OFICINAS - MANUTENÇÃO UO-BC
Olá! Tudo bem? Meu nome é
Godofredo e estou aqui para
ajudá-lo a realizar o
TREINAMENTO BÁSICO NR-
37 .
Para realizar o Treinamento Online,
basta clicar no mouse, ou seta do
teclado, para avançar.
- Seta “avançar para a direita” ()
- Seta “avançar para a esquerda” ()
Ótimo treinamento!
ANÁLISE
PRELIMINAR DE
RISCOS – APR
ESTAMOS FAZENDO ANÁLISE DE RISCOS SEMPRE
Atravessando a rua na faixa;
Olhamos o tempo e decidirmos por levar ou não o guarda
chuva;
Enquanto dirigimos, (ultrapassagem, condições do
carro, sinalização).
Consiste no desenvolvimento de uma estimativa por parâmetros qualitativos
ou quantitativos do risco de uma determinada instalação com base em uma
avaliação de engenharia utilizando técnicas específicas para identificação
dos possíveis cenários de acidente, suas frequências e consequências
associadas.
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - CONCEITO
É utilizada uma metodologia indutiva
estruturada para identificar perigos
decorrentes de falhas de equipamentos
ou erros humanos, bem como suas causas
e consequências e classificar
qualitativamente seus riscos.
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS
As análises de riscos identificam de uma forma estruturada: o que pode dar
errado, com qual frequência e as consequências, caso o evento ocorra.
Com estas informações é
possível atuar de forma
preventiva ou mitigadora,
reduzindo assim as ocorrências
e/ou minimizando os danos de
eventos indesejados.
É uma análise estruturada para
identificação de cenários
acidentais permitindo
priorização dos cenários.
É focada principalmente em cenários de perda
de contenção de produtos inflamáveis,
tóxicos, asfixiantes, que podem levar a
incêndios, explosões, resultando em lesões
pessoais, danos ambientais etc.
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS
RECOMENDAÇÕES E/OU
MEDIDAS DE SEGURANÇA
(Informações e observações
complementares para tornar o
cenário seguro)
DESCRIÇÃO DAS ETAPAS DA ANÁLISE DE RISCOS
• PERIGO
Condição ou propriedade, inerente a uma substância, atividade, sistema, ou um
processo, com potencial para causar danos a integridade física das pessoas, meio
ambiente, patrimônio ou perda de produção.
• RISCO
Medida qualitativa ou quantitativa do potencial de dano ou perda (pessoas,
patrimônio, continuidade operacional, meio ambiente e imagem) considerando a
probabilidade de ocorrência do evento indesejável e a magnitude das suas
consequências.
Um perigo não identificado é um risco não
gerenciado!
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS
POR QUÊ IDENTIFICAR O PERIGO, AVALIAR E GERENCIAR
RISCOS?
 Proteger a vida, o meio ambiente e os ativos;
 Prevenir a ocorrência de anomalias;
 Estar preparado no caso de ocorrência de anomalias;
 Demonstrar às partes interessadas que conhecemos o perigo,
avaliamos e gerenciamos os riscos associados às nossas
atividades de trabalho e instalações.
IDENTIFICAÇÃO DO PERIGO
A identificação do perigo é o processo de reconhecimento, registro e
controle para gerenciamento dos riscos da atividade e da instalação.
Sinalizando o que pode acontecer ou quais ações devem ser tomadas se
algo der errado e suas consequências.
1-
RECONHECER
2-
REGISTRAR
3-
CONTROLAR
A avaliação e gerenciamento do risco é o processo de buscar alternativas e
recursos para minimizar o risco, estabelecendo medidas de segurança e controle
operacional, e ficando sempre preparado para o inesperado.
O propósito da avaliação e gerenciamento é o estabelecimento da disciplina
operacional em fazer o certo o tempo todo.
AVALIAÇÃO E GERENCIAMENTO DO
RISCO
4- ENCONTRAR
ALTERNATIVAS
6 - CRIAR
BARREIRAS
5- MINIMIZAR O RISCO
IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E
RISCOS
É o conjunto de informações a respeito da execução de
uma atividade, considerando as condições que podem
levar a ocorrência de um acidente.
CENÁRIO ACIDENTAL = Perigo + Risco +
Efeito/Consequência
Cenário da atividade: Serviço de solda em um flange;
Perigos: Chama aberta, materiais combustíveis etc;
Risco: Princípio de incêndio;
Efeito/Consequência: Queimaduras, explosão etc.
INTEGRIDADE DAS SALVAGUARDAS
Qualquer dispositivo, sistema ou ação capaz de interromper a cadeia de
eventos que ocorre a partir de uma evento iniciador (causa do desvio).
MODOS DE DETECÇÃO DE UM CENÁRIO
ACIDENTAL
Dispositivos, sistemas ou outros meios já existentes na instalação
ou previstos no projeto, utilizados para identificar a ocorrência do
cenário acidental.
Os modos de detecção podem ser SENSORIAIS OU
INSTRUMENTAIS.
• MODOS
SENSORIAIS
 Odor (olfato);
 Visual (visão);
 Auditivo (ruído);
 Tato (vibração);
 Paladar
(degustação).
• MODOS
INSTRUMENTAIS
 Detector sonoro e
luminoso;
 Detector de chama;
 Detector de gás;
 Detector de
fumaça;
 Detector de fogo.
Critério baseado em análise técnica e nos valores correntes da sociedade, empresa ou
organização, segundo o qual o risco em um dado contexto é avaliado. Matriz de
Tolerabilidade.
CRITÉRIO DE TOLERABILIDADE DE RISCO
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO PARA A REALIZAÇÃO
DE TRABALHOS
A execução de trabalhos de intervenção,
manutenção, montagem, desmontagem,
construção, inspeção e reparo de instalações,
equipamentos ou sistemas realizados nas áreas
industriais da PETROBRAS devem ser precedidos
pela emissão de uma Permissão de Trabalho (PT)
por escrito.
No planejamento da PT deve ser realizada uma
Análise de Perigos Nível 1 (APN-1) pelo responsável
pela área onde será realizado o serviço (emitente
da PT).
A APN-1 é uma análise de riscos na forma de lista de verificação, onde o
emitente da PT verificará a existência de perigos que mereçam mais atenção
para a realização dos serviços, caso um desses perigos esteja presente,
deverá ser emitida também uma Análise de Perigos Nível 2 (APN-2).
Como exemplos pode-se citar os seguintes perigos que devem ser
verificados na APN-1:
a) contato com equipamento energizado (sistema pressurizado e elétrico);
b) Contato com temperatura extrema;
c) Local com risco de presença de H2S de forma não prevista em
procedimento;
d) Trabalhos acima de dois metros (NR-35);
e) Trabalhos sobre o mar;
f) Operações de mergulho.
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO PARA A REALIZAÇÃO
DE TRABALHOS
A APN-2 é uma análise de riscos mais detalhada e estruturada, focada na
identificação dos perigos, causas, possíveis efeitos, recomendações e responsáveis
pela implementação das mesmas. Garantindo que os riscos serão mitigados
adequadamente.
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO PARA A REALIZAÇÃO
DE TRABALHOS
CENÁRIO ACIDENTAL = Perigo + Causa + Efeito/Consequência (risco)
Exemplo: Grande liberação de gás proveniente de ruptura da linha, válvula ou
equipamento causando explosão de nuvem confinada.
1- Exercício de Aprendizagem de
APR
CENÁRIO ACIDENTAL = VAZAMENTO DE GÁS
PERIGO = GÁS
CAUSA = RUPTURA DA LINHA
EFEITO/CONSEQUÊNCIA =EXPLOSÃO DE NUVEM CONFINADA
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - Exercícios
CENÁRIO
ACIDENTAL:
2- Exercícios de Aprendizagem -
APR
PERIGO
Navalha.
CAUSA
Distração do barbeiro,
Imperícia, descontrole com a
lâmina...
EFEITO/CONSEQUÊNCIA
(RISCO)
Lesão pessoal, degola,...
CORTE NO
PESCOÇO
ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - Exercícios
CONSIDERAÇÕE
S FINAIS Se informe sobre os estudos de Análise
Preliminar de Riscos da sua atividade e
leia com atenção e cuidado a PT.
- Reconheça os perigos e riscos do seu local de
trabalho.
- Esteja atento às energias, fluidos perigosos e
situações de risco envolvidos nas suas atividades.
- Busque mais informações sobre os estudos de
riscos com sua liderança.
Na dúvida chame o profissional de segurança.
MÓDULO - 02
Permissão para trabalho, a
frio ou a quente, na presença
de combustíveis e
inflamáveis.
PERMISSÃO DE TRABALHO
A PT deve ser aplicada e cumprida conforme Normas e
Procedimentos;
O descumprimento da PT
pode ser considerado:
negligência, imprudência
ou imperícia e é passivo
de punição;
A PT não podem ter partes
em branco e nem conter
rasuras.
PERMISSÃO PARA
TRABALHO
PERMISSÃO PARA
TRABALHO
PERMISSÃO PARA TRABALHO
PERMISSÃO PARA
TRABALHO
PERMISSÃO PARA
TRABALHO
1- REALIZAR inspeção do equipamento, sistema ou área antes da emissão da PT e ao término do
trabalho, acompanhado pelo requisitante da PT;
2- REALIZAR as verificações periódicas, conforme indicação no verso da PT;
3- CERTIFICAR-SE de que os trabalhos programados não sejam incompatíveis entre si;
4- AFIXAR a etiqueta amarela;
5- PROVIDENCIAR as medidas necessárias para prover as condições seguras para liberação do
trabalho;
6- REALIZAR teste de bloqueio dos equipamentos na presença do requisitante antes da
realização do trabalho;
7- CERTIFICAR-SE de que todos os campos da PT estão preenchidos de forma legível e sem
rasuras.
Responsável pela efetiva aplicação do
padrão.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Competências do emitente
1- INSPECIONAR previamente o local onde será realizado o trabalho e ao término do mesmo.
2- REQUISITAR PT para execução de serviços que estejam relacionados à sua especialização.
3- PROVIDENCIAR a disponibilização dos recursos materiais e humanos necessários.
4- AFIXAR as etiquetas azuis nos locais identificados pelo emitente da PT.
5- SEGUIR as recomendações contidas na PT e adotar os procedimentos necessários para a
manutenção das condições de segurança no local do trabalho.
6- INSTRUIR os executantes sobre os requisitos de segurança dos serviços, dos equipamentos e
das áreas.
7- ASSEGURAR a ordem, limpeza e arrumação do local onde o trabalho foi executado.
Responsável pelo efetivo atendimento ao padrão.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Competência do requisitante
PERMISSÃO PARA TRABALHO
PERMISSÃO PARA TRABALHO
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Ferramentas de trabalho na plataforma
PERMISSÃO PARA TRABALHO
PERMISSÃO PARA TRABALHO
• SERVIÇO DE URGÊNCIA
Trabalho cuja execução se torna imediata a fim de evitar a descontinuidade
operacional e a ocorrência de acidentes ou outras emergências, o mesmo pode
ser agilizado (realizado no mesmo dia) com análise de risco e aprovação do
GEPLAT.
• SERVIÇO DE EMERGÊNCIA
Atividades realizadas exclusivamente para controle de situação de
emergência na instalação. Sua execução não é regida pelo padrão de
Permissão para Trabalho. As atividades realizadas durante situações de
emergência devem ser regidas pelo plano de emergência da instalação e
devem ser autorizadas pelo respectivo coordenador da emergência.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Intervenção em equipamentos e sistemas
As principais diferenças entre líquidos combustíveis e
inflamáveis:
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente
PONTO DE FULGOR
Também conhecido como ponto de
Inflamação, é a menor temperatura na qual um
combustível liberta vapor em quantidade
suficiente para formar uma mistura inflamável.
O ponto de fulgor, não é suficiente para que a
combustão seja mantida.
PERMISSÃO PARA
TRABALHO
• LÍQUIDO INFLAMÁVEL
É o material com ponto de fulgor ≤ 60°C;
• LÍQUIDO COMBUSTÍVEL
É o material com ponto de fulgor entre > 60°C e ≤
93°C.
As principais diferenças entre líquidos
combustíveis e inflamáveis:
Medidas de prevenção e controle para
trabalhos a quente
O ponto de fulgor é a temperatura mínima necessária para que um liquido
libere vapor em quantidade suficiente para produzir uma mistura inflamável.
Os líquidos inflamáveis estão mais propensos a passar por uma combustão,
porque eles tem essas condições de temperatura e pressão mais fáceis de
serem conseguidas durante a operação das plataformas.
Em contrapartida, é mais difícil obter as condições necessárias para que o
liquido combustível entre em combustão. Seria necessária uma fonte de
ignição, por exemplo, uma fagulha ou uma centelha.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente
PE-1PBR-00232 - TRABALHOS A QUENTE E
ATIVIDADES COM POTENCIAL GERAÇÃO DE
FONTES DE IGNIÇÃO.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente
Considera trabalho a quente as
atividades de soldagem, goivagem,
esmerilhamento, corte ou outras que
possam gerar fontes de ignição tais
como: aquecimento, centelha ou chama.
Estabelece os requisitos
mínimos de segurança para a
realização de trabalhos a quente
e atividades que possam gerar
fontes de ignição nas áreas
operacionais.
PERMISSÃO PARA
TRABALHO
Medidas de proteção e
controle de ordem geral
 Inspeção Preliminar
 Proteção Contra Incêndio
 Controle de fumos e
contaminantes
 Utilização de gases
 Equipamentos elétricos
PERMISSÃO PARA
TRABALHO
INSPEÇÃO
PRELIMINAR
• O trabalho a quente seja executado por trabalhador
capacitado.
Medidas de proteção e controle de ordem
geral
• Garantir que o local de trabalho e áreas adjacentes
estejam limpos, secos e isentos de agentes
combustíveis, inflamáveis, tóxicos e contaminantes;
• Garantir que a área somente seja liberada após
constatação da ausência de atividades incompatíveis
com o trabalho a quente;
Medidas de proteção e controle de ordem
geral
• Providenciar a eliminação ou manter sob controle possíveis riscos
de incêndio (materiais combustíveis e inflamáveis).
• Instalar proteção física adequada contra fogo, respingos, calor,
fagulhas ou borras.
• Antes de iniciar as atividades observar o entorno.
• Manter desimpedido e próximo a área de trabalho o sistema de
combate a incêndio.
• Sinalizar e isolar o local de trabalho para evitar a circulação de
pessoas.
• Inspecionar o local e as áreas adjacentes ao término do trabalho.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
PROTEÇÃO CONTRA
INCÊNDIO
Medidas de proteção e controle
específicos
• Emprego e aplicação da APN-2.
• Antes de iniciar os trabalhos inspecionar o local
fazendo o registro na PT.
• As aberturas e canaletas devem ser fechadas ou
protegidas, para evitar projeção de fagulhas.
• Quando definido na PT o, observador do fogo deve
permanecer no local, até a conclusão dos serviços.
• O observador do fogo deve receber treinamento com
carga horária mínima de oito horas.
PERMISSÃO PARA
TRABALHO
TRABALHO A
QUENTE
PERMISSÃO PARA
TRABALHO
PERMISSÃO PARA TRABALHO
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Abertura entre
compartimento
s
PERMISSÃO PARA TRABALHO
PERMISSÃO PARA TRABALHO
PERMISSÃO PARA TRABALHO
Antes da execução do serviço
verificar a existência de
vazamento e a presença de
material combustível no local e
no entorno.
PERMISSÃO PARA TRABALHO
DISCIPLINA
OPERACIONA
L
Não obstruir as rotas de fuga e as áreas de acesso aos equipamentos de
combate a incêndio.
Seja proativo!!!
PERMISSÃO PARA TRABALHO
DISCIPLINA
OPERACIONA
L
Se informe com seu supervisor ou
requisitante da PT se o trabalho pode ser
iniciado.
• Inspecionar previamente o local onde será
realizado o trabalho e ao término do mesmo.
• Esteja atento às energias, fluidos perigosos e
situações de risco envolvidos nas suas atividades.
• Seguir as recomendações contidas na PT e adotar
os procedimentos necessários para a manutenção
das condições de segurança no local do trabalho.
Na dúvida chame o profissional de segurança.
CONSIDERAÇÕE
S FINAIS
Noções dos sistemas de
prevenção e combate a
incêndio da plataforma.
A PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO É DIÁRIA
Atenção às fontes de ignição; Conhecer as características dos
produtos e substancias combustíveis e
inflamáveis;
Vigilância da nossa “casa”
identificando o perigo e
gerenciando e minimizando
os riscos de incêndio.
 Sistema adequado e operante de proteção
contra princípio de incêndios.
 Equipamentos e sistemas suficiente para
combater o fogo no seu início.
 Plano de emergência para rápida retirada do
pessoal em serviço, em caso de incêndio.
 Equipes de brigada com pessoas treinadas no
uso correto dos equipamentos de combate a
incêndio.
MEDIDAS BÁSICAS EM UMA PLATAFORMA
SÃO QUATRO AS MEDIDAS BÁSICAS
1- Treinamentos Específicos;
2- Sistema de Vigilância e Patrulha;
3- Sistema de Detecção e Alarme;
4- Sistema de Combate a Incêndio.
MEDIDAS BÁSICAS EM UMA PLATAFORMA
1- TREINAMENTOS ESPECÍFICOS
.
• Treinamento periódicos para capacitação do
Brigadista (Brigada de Emergência).
• Treinamentos periódicos para preparar todos
os trabalhadores a combater um princípio de
incêndio e como se portar em uma emergência
de grande porte.
• Exercícios internos na Unidade Marítima para
atender a exigência da Marinha (Simulado de
Emergência).
2- SISTEMAS DE VIGILÂNCIA E PATRULHA
• Nas Unidades Marítimas as alterações nos locais de
trabalho são constantes, e por isso há a necessidade de
vigilância diária do local de trabalho.
• Inspeções diárias também devem ser realizadas no local
de trabalho e equipamentos visando corrigir possíveis
falhas que possam contribuir para a ocorrência de
princípios de incêndios.
• Durante a realização de trabalhos a quente, deve ser
nomeado “observadores de trabalhos a quente” a fim
de identificar qualquer situação que possa provocar um
princípio de incêndio.
3- SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARMES
• As unidades de PETROBRAS são
dotadas de sistemas de detecção de
fogo, chama, fumaça e gás, dotados de
alarmes visuais e sonoros.
4- SISTEMAS DE COMBATE A
INCÊNDIO
• Instalação e manutenção dos Extintores
Portáteis (fixo e sobre rodas).
• Instalação e manutenção da Rede de Incêndio.
• Instalação e manutenção do Sistema de
CO2/FM 200
• Instalação e manutenção do Sistema de ADV.
(Válvula de Acionamento de Dilúvio)
Equipamentos, sistemas e rede de incêndio para controle,
prevenção e combate a princípio de incêndio em
plataformas
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A
INCÊNDIO
1- Tipos de equipamentos portáteis de combate a
incêndio
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
o Ação Extintora
o Características
ÁGUA
:: Resfriamento
:: Condutor de
eletricidade
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO -
EXTINTORES
ESPUMA
o Ação Extintora
:: Abafamento
:: Resfriamento
o Características
:: Condutor de eletricidade
:: Composição – Espuma
química e
mecânica
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO -
EXTINTORES
o Características
CO2
o Ação Extintora
:: Incombustível, inodoro, incolor
e pesado
:: Não condutor de eletricidade
:: Armazenado sob pressão 850
libras
:: Risco de asfixia
:: Composição – Gás Carbônico –
CO2 (Dióxido de carbono)
:: Abafamento
:: Resfriamento
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO -
EXTINTORES
o Ação Extintora
o Características
Pó Químico Seco - PQS
:: Quebra da reação em cadeia
:: Abafamento
:: Pressurizado com
Nitrogênio ou CO2
:: Composição - Bicarbonato
de Sódio ou Potássio
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO -
EXTINTORES
o Ação Extintora
Pó Químico Especial
:: Quebra da reação em cadeia
:: Abafamento
o Características
:: Composição
• A base de sal
• A base de cobre
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO -
EXTINTORES
Realizam o monitoramento continuo do
ambiente, detectando a presença de
chama a fim de alertar as pessoas e
permitir ações de intertravamento de
segurança, a serem iniciadas manual ou
automaticamente para minimizar a
possibilidade de disseminação de fogo,
explosão e exposição das pessoas e das
instalações.
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A
INCÊNDIO
DETECTORES DE CHAMA
UV/IR
IR3
UV
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
DETECTORES DE CHAMA
Monitoramento continuo do ambiente para detectar a presença de gás
inflamável e tóxico, através da medição de sua concentração. É definido
para cada gás alvo para alarme e ações de Inter travamento de
segurança.
Tais gases podem ser produto do processamento do petróleo (como o
metano – CH4) ou associados a ele (como o Gás Sulfídrico – H2S); serem
resultado da queima incompleta (caso do Monóxido de Carbono – CO) ou
provenientes do vazamento das cargas de baterias (Gás Hidrogênio –
H2).
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
DETECTORES DE GÁS
Detector de gás infravermelho
visada
Detector de gás infravermelho
reflexão
Detector de gás catalítico
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
DETECTORES DE GÁS
• Tem o objetivo de identificar princípios de
incêndio, alertando a sala de controle para que
sejam tomadas as medidas de extinção do
incêndio, acionamento de ADV e parada de
emergência da planta de processo quando
necessário.
• O fogo é detectado através do derretimento da
liga metálica do plugue fusível ocorrendo a
queda de pressão no atuador da válvula de
dilúvio (ADV) ocasionando a sua abertura e
alimentando de água a rede de incêndio para
resfriamento da área afetada.
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
DETECTOR DE FOGO
• Envia a informação da presença de
fumaça para a sala de controle que
aciona o alarme.
• Normalmente são instalados nos
módulos de acomodações,
camarotes, corredores, dentro de
tetos falsos, sala de painéis elétricos
e de transformadores.
Detector de
fumaça
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
DETECTOR DE FUMAÇA
• Este sistema é projetado para proteção de
compartimentos fechados, salas de sistemas,
centrais elétricas, salas de equipamentos...,
detecta e extingue o fogo através de
inundação total por gás inerte na área efetiva
de risco.
• O sistema é composto de cilindros de CO2
45kg, interligados a tubulação com sistema
manual e automático de disparo, interligado
ao sistema de detecção de alarmes visual e
sonoro.
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
SISTEMA DE CO2
• O sistema de alarme de emergência na
plataforma é identificado por meios
sonoro e luminoso (luzes de sinalização). O
sistema sonoro possui som intermitente
para indicação de emergência e sinal
contínuo para indicação de “preparação
para abandono”. O alarme luminoso é
dado por luzes de sinalização e buzina no
painel de controle de incêndio na sala de
controle. Estes sinais luminosos indicam a
área envolvida.
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
SISTEMA DE ALARME
Introdução
A água do mar é captada por bombas, as quais
a envia na pressão de operação para o anel de
incêndio principal. O anel principal de água
alimenta os sistemas consumidores para
sistema de dilúvio e o sistema de líquido
Gerador de Espuma (LGE), sendo que cada
sistema é alimentado por um ramal
independente.
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
CAPITAÇÃO DE ÁGUA A COMBATE A INCÊNDIOS
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
SISTEMA DE DILÚVIO
• Nos equipamentos o sistema
contém sprinklers instalados
em tubulações de água
pressurizada, acionados pelo
sistema da ADV devido a
queda de pressão da rede de
plugue fusível.
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO –
SISTEMA DE DILÚVIO
Figura
1
Na figura nº 1 temos a distribuição dos bicos aspersores no
equipamento a ser protegido e na figura nº 2 a área de cobertura de
cada bico aspersor.
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
SISTEMA DE DILÚVIO
Figura 2
Introdução
SISTEMA DE SUPRIMENTO DE LGE PARA COMBATE A
INCÊNDIO COM ESPUMA
SISTEMA DE SUPRIMENTO DE LGE PARA COMBATE A
INCÊNDIO COM ESPUMA
Logo em seguida o LGE é
misturado com o água, gerando a
espuma que é fornecida para os
sistemas fixos e manuais de
combate (hidrantes, o sistema de
dilúvio e a rede de espuma).
Canhões
monitores
Conjunto de mangueiras
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
EQUIPAMENTOS DE COMBATE
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
EQUIPAMENTOS DE COMBATE
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
EQUIPAMENTOS DE COMBATE
SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
EQUIPAMENTOS DE COMBATE
No caso de emergência acione a sala de
rádio.
• Esteja atento às instruções do líder da
brigada.
• Siga as recomendações contidas no Plano de
Resposta a Emergência-PRE da plataforma e
aguarde as instruções do gerente da
instalação.
• Dirija-se ao seu ponto de reunião, munido de
seus EPI , colete salva-vidas e pegue o cartão
“T”.
• Esteja sempre alerta!
Na dúvida chame o profissional de segurança
CONSIDERAÇÕE
S FINAIS

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  • 2. PE-3UBC-02497 – ANEXO H-1 - TREINAMENTO NR 12 – OFICINAS - MANUTENÇÃO UO-BC Para o bom aproveitamento deste curso é mandatório que sejam cumpridas as três determinações abaixo: 1. O treinamento deverá ser realizado no horário de trabalho do(a) empregado(a); 2. Reservar um horário específico para realizar o treinamento; 3. O treinamento deverá ser realizado em local apropriado (Ex.: Não realizar o treinamento na sala de controle).
  • 3. PE-3UBC-02497 – ANEXO H-1 - TREINAMENTO NR 12 – OFICINAS - MANUTENÇÃO UO-BC Olá! Tudo bem? Meu nome é Godofredo e estou aqui para ajudá-lo a realizar o TREINAMENTO BÁSICO NR- 37 . Para realizar o Treinamento Online, basta clicar no mouse, ou seta do teclado, para avançar. - Seta “avançar para a direita” () - Seta “avançar para a esquerda” () Ótimo treinamento!
  • 5. ESTAMOS FAZENDO ANÁLISE DE RISCOS SEMPRE Atravessando a rua na faixa; Olhamos o tempo e decidirmos por levar ou não o guarda chuva; Enquanto dirigimos, (ultrapassagem, condições do carro, sinalização).
  • 6. Consiste no desenvolvimento de uma estimativa por parâmetros qualitativos ou quantitativos do risco de uma determinada instalação com base em uma avaliação de engenharia utilizando técnicas específicas para identificação dos possíveis cenários de acidente, suas frequências e consequências associadas. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - CONCEITO É utilizada uma metodologia indutiva estruturada para identificar perigos decorrentes de falhas de equipamentos ou erros humanos, bem como suas causas e consequências e classificar qualitativamente seus riscos.
  • 7. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS As análises de riscos identificam de uma forma estruturada: o que pode dar errado, com qual frequência e as consequências, caso o evento ocorra. Com estas informações é possível atuar de forma preventiva ou mitigadora, reduzindo assim as ocorrências e/ou minimizando os danos de eventos indesejados.
  • 8. É uma análise estruturada para identificação de cenários acidentais permitindo priorização dos cenários. É focada principalmente em cenários de perda de contenção de produtos inflamáveis, tóxicos, asfixiantes, que podem levar a incêndios, explosões, resultando em lesões pessoais, danos ambientais etc. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS
  • 9. RECOMENDAÇÕES E/OU MEDIDAS DE SEGURANÇA (Informações e observações complementares para tornar o cenário seguro) DESCRIÇÃO DAS ETAPAS DA ANÁLISE DE RISCOS
  • 10. • PERIGO Condição ou propriedade, inerente a uma substância, atividade, sistema, ou um processo, com potencial para causar danos a integridade física das pessoas, meio ambiente, patrimônio ou perda de produção. • RISCO Medida qualitativa ou quantitativa do potencial de dano ou perda (pessoas, patrimônio, continuidade operacional, meio ambiente e imagem) considerando a probabilidade de ocorrência do evento indesejável e a magnitude das suas consequências. Um perigo não identificado é um risco não gerenciado! ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS
  • 11. POR QUÊ IDENTIFICAR O PERIGO, AVALIAR E GERENCIAR RISCOS?  Proteger a vida, o meio ambiente e os ativos;  Prevenir a ocorrência de anomalias;  Estar preparado no caso de ocorrência de anomalias;  Demonstrar às partes interessadas que conhecemos o perigo, avaliamos e gerenciamos os riscos associados às nossas atividades de trabalho e instalações.
  • 12. IDENTIFICAÇÃO DO PERIGO A identificação do perigo é o processo de reconhecimento, registro e controle para gerenciamento dos riscos da atividade e da instalação. Sinalizando o que pode acontecer ou quais ações devem ser tomadas se algo der errado e suas consequências. 1- RECONHECER 2- REGISTRAR 3- CONTROLAR
  • 13. A avaliação e gerenciamento do risco é o processo de buscar alternativas e recursos para minimizar o risco, estabelecendo medidas de segurança e controle operacional, e ficando sempre preparado para o inesperado. O propósito da avaliação e gerenciamento é o estabelecimento da disciplina operacional em fazer o certo o tempo todo. AVALIAÇÃO E GERENCIAMENTO DO RISCO 4- ENCONTRAR ALTERNATIVAS 6 - CRIAR BARREIRAS 5- MINIMIZAR O RISCO
  • 14. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS E RISCOS É o conjunto de informações a respeito da execução de uma atividade, considerando as condições que podem levar a ocorrência de um acidente. CENÁRIO ACIDENTAL = Perigo + Risco + Efeito/Consequência Cenário da atividade: Serviço de solda em um flange; Perigos: Chama aberta, materiais combustíveis etc; Risco: Princípio de incêndio; Efeito/Consequência: Queimaduras, explosão etc.
  • 15. INTEGRIDADE DAS SALVAGUARDAS Qualquer dispositivo, sistema ou ação capaz de interromper a cadeia de eventos que ocorre a partir de uma evento iniciador (causa do desvio).
  • 16. MODOS DE DETECÇÃO DE UM CENÁRIO ACIDENTAL Dispositivos, sistemas ou outros meios já existentes na instalação ou previstos no projeto, utilizados para identificar a ocorrência do cenário acidental. Os modos de detecção podem ser SENSORIAIS OU INSTRUMENTAIS. • MODOS SENSORIAIS  Odor (olfato);  Visual (visão);  Auditivo (ruído);  Tato (vibração);  Paladar (degustação). • MODOS INSTRUMENTAIS  Detector sonoro e luminoso;  Detector de chama;  Detector de gás;  Detector de fumaça;  Detector de fogo.
  • 17. Critério baseado em análise técnica e nos valores correntes da sociedade, empresa ou organização, segundo o qual o risco em um dado contexto é avaliado. Matriz de Tolerabilidade. CRITÉRIO DE TOLERABILIDADE DE RISCO
  • 18. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO PARA A REALIZAÇÃO DE TRABALHOS A execução de trabalhos de intervenção, manutenção, montagem, desmontagem, construção, inspeção e reparo de instalações, equipamentos ou sistemas realizados nas áreas industriais da PETROBRAS devem ser precedidos pela emissão de uma Permissão de Trabalho (PT) por escrito. No planejamento da PT deve ser realizada uma Análise de Perigos Nível 1 (APN-1) pelo responsável pela área onde será realizado o serviço (emitente da PT).
  • 19. A APN-1 é uma análise de riscos na forma de lista de verificação, onde o emitente da PT verificará a existência de perigos que mereçam mais atenção para a realização dos serviços, caso um desses perigos esteja presente, deverá ser emitida também uma Análise de Perigos Nível 2 (APN-2). Como exemplos pode-se citar os seguintes perigos que devem ser verificados na APN-1: a) contato com equipamento energizado (sistema pressurizado e elétrico); b) Contato com temperatura extrema; c) Local com risco de presença de H2S de forma não prevista em procedimento; d) Trabalhos acima de dois metros (NR-35); e) Trabalhos sobre o mar; f) Operações de mergulho. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO PARA A REALIZAÇÃO DE TRABALHOS
  • 20. A APN-2 é uma análise de riscos mais detalhada e estruturada, focada na identificação dos perigos, causas, possíveis efeitos, recomendações e responsáveis pela implementação das mesmas. Garantindo que os riscos serão mitigados adequadamente. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCO PARA A REALIZAÇÃO DE TRABALHOS
  • 21. CENÁRIO ACIDENTAL = Perigo + Causa + Efeito/Consequência (risco) Exemplo: Grande liberação de gás proveniente de ruptura da linha, válvula ou equipamento causando explosão de nuvem confinada. 1- Exercício de Aprendizagem de APR CENÁRIO ACIDENTAL = VAZAMENTO DE GÁS PERIGO = GÁS CAUSA = RUPTURA DA LINHA EFEITO/CONSEQUÊNCIA =EXPLOSÃO DE NUVEM CONFINADA ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - Exercícios
  • 22. CENÁRIO ACIDENTAL: 2- Exercícios de Aprendizagem - APR PERIGO Navalha. CAUSA Distração do barbeiro, Imperícia, descontrole com a lâmina... EFEITO/CONSEQUÊNCIA (RISCO) Lesão pessoal, degola,... CORTE NO PESCOÇO ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS - Exercícios
  • 23. CONSIDERAÇÕE S FINAIS Se informe sobre os estudos de Análise Preliminar de Riscos da sua atividade e leia com atenção e cuidado a PT. - Reconheça os perigos e riscos do seu local de trabalho. - Esteja atento às energias, fluidos perigosos e situações de risco envolvidos nas suas atividades. - Busque mais informações sobre os estudos de riscos com sua liderança. Na dúvida chame o profissional de segurança.
  • 24. MÓDULO - 02 Permissão para trabalho, a frio ou a quente, na presença de combustíveis e inflamáveis.
  • 25. PERMISSÃO DE TRABALHO A PT deve ser aplicada e cumprida conforme Normas e Procedimentos; O descumprimento da PT pode ser considerado: negligência, imprudência ou imperícia e é passivo de punição; A PT não podem ter partes em branco e nem conter rasuras.
  • 31. 1- REALIZAR inspeção do equipamento, sistema ou área antes da emissão da PT e ao término do trabalho, acompanhado pelo requisitante da PT; 2- REALIZAR as verificações periódicas, conforme indicação no verso da PT; 3- CERTIFICAR-SE de que os trabalhos programados não sejam incompatíveis entre si; 4- AFIXAR a etiqueta amarela; 5- PROVIDENCIAR as medidas necessárias para prover as condições seguras para liberação do trabalho; 6- REALIZAR teste de bloqueio dos equipamentos na presença do requisitante antes da realização do trabalho; 7- CERTIFICAR-SE de que todos os campos da PT estão preenchidos de forma legível e sem rasuras. Responsável pela efetiva aplicação do padrão. PERMISSÃO PARA TRABALHO Competências do emitente
  • 32. 1- INSPECIONAR previamente o local onde será realizado o trabalho e ao término do mesmo. 2- REQUISITAR PT para execução de serviços que estejam relacionados à sua especialização. 3- PROVIDENCIAR a disponibilização dos recursos materiais e humanos necessários. 4- AFIXAR as etiquetas azuis nos locais identificados pelo emitente da PT. 5- SEGUIR as recomendações contidas na PT e adotar os procedimentos necessários para a manutenção das condições de segurança no local do trabalho. 6- INSTRUIR os executantes sobre os requisitos de segurança dos serviços, dos equipamentos e das áreas. 7- ASSEGURAR a ordem, limpeza e arrumação do local onde o trabalho foi executado. Responsável pelo efetivo atendimento ao padrão. PERMISSÃO PARA TRABALHO Competência do requisitante
  • 35. PERMISSÃO PARA TRABALHO Ferramentas de trabalho na plataforma
  • 38. • SERVIÇO DE URGÊNCIA Trabalho cuja execução se torna imediata a fim de evitar a descontinuidade operacional e a ocorrência de acidentes ou outras emergências, o mesmo pode ser agilizado (realizado no mesmo dia) com análise de risco e aprovação do GEPLAT. • SERVIÇO DE EMERGÊNCIA Atividades realizadas exclusivamente para controle de situação de emergência na instalação. Sua execução não é regida pelo padrão de Permissão para Trabalho. As atividades realizadas durante situações de emergência devem ser regidas pelo plano de emergência da instalação e devem ser autorizadas pelo respectivo coordenador da emergência. PERMISSÃO PARA TRABALHO Intervenção em equipamentos e sistemas
  • 39. As principais diferenças entre líquidos combustíveis e inflamáveis: PERMISSÃO PARA TRABALHO Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente PONTO DE FULGOR Também conhecido como ponto de Inflamação, é a menor temperatura na qual um combustível liberta vapor em quantidade suficiente para formar uma mistura inflamável. O ponto de fulgor, não é suficiente para que a combustão seja mantida.
  • 40. PERMISSÃO PARA TRABALHO • LÍQUIDO INFLAMÁVEL É o material com ponto de fulgor ≤ 60°C; • LÍQUIDO COMBUSTÍVEL É o material com ponto de fulgor entre > 60°C e ≤ 93°C. As principais diferenças entre líquidos combustíveis e inflamáveis: Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente
  • 41. O ponto de fulgor é a temperatura mínima necessária para que um liquido libere vapor em quantidade suficiente para produzir uma mistura inflamável. Os líquidos inflamáveis estão mais propensos a passar por uma combustão, porque eles tem essas condições de temperatura e pressão mais fáceis de serem conseguidas durante a operação das plataformas. Em contrapartida, é mais difícil obter as condições necessárias para que o liquido combustível entre em combustão. Seria necessária uma fonte de ignição, por exemplo, uma fagulha ou uma centelha. PERMISSÃO PARA TRABALHO Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente
  • 42. PE-1PBR-00232 - TRABALHOS A QUENTE E ATIVIDADES COM POTENCIAL GERAÇÃO DE FONTES DE IGNIÇÃO. PERMISSÃO PARA TRABALHO Medidas de prevenção e controle para trabalhos a quente Considera trabalho a quente as atividades de soldagem, goivagem, esmerilhamento, corte ou outras que possam gerar fontes de ignição tais como: aquecimento, centelha ou chama. Estabelece os requisitos mínimos de segurança para a realização de trabalhos a quente e atividades que possam gerar fontes de ignição nas áreas operacionais.
  • 43. PERMISSÃO PARA TRABALHO Medidas de proteção e controle de ordem geral  Inspeção Preliminar  Proteção Contra Incêndio  Controle de fumos e contaminantes  Utilização de gases  Equipamentos elétricos
  • 44. PERMISSÃO PARA TRABALHO INSPEÇÃO PRELIMINAR • O trabalho a quente seja executado por trabalhador capacitado. Medidas de proteção e controle de ordem geral • Garantir que o local de trabalho e áreas adjacentes estejam limpos, secos e isentos de agentes combustíveis, inflamáveis, tóxicos e contaminantes; • Garantir que a área somente seja liberada após constatação da ausência de atividades incompatíveis com o trabalho a quente;
  • 45. Medidas de proteção e controle de ordem geral • Providenciar a eliminação ou manter sob controle possíveis riscos de incêndio (materiais combustíveis e inflamáveis). • Instalar proteção física adequada contra fogo, respingos, calor, fagulhas ou borras. • Antes de iniciar as atividades observar o entorno. • Manter desimpedido e próximo a área de trabalho o sistema de combate a incêndio. • Sinalizar e isolar o local de trabalho para evitar a circulação de pessoas. • Inspecionar o local e as áreas adjacentes ao término do trabalho. PERMISSÃO PARA TRABALHO PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIO
  • 46. Medidas de proteção e controle específicos • Emprego e aplicação da APN-2. • Antes de iniciar os trabalhos inspecionar o local fazendo o registro na PT. • As aberturas e canaletas devem ser fechadas ou protegidas, para evitar projeção de fagulhas. • Quando definido na PT o, observador do fogo deve permanecer no local, até a conclusão dos serviços. • O observador do fogo deve receber treinamento com carga horária mínima de oito horas. PERMISSÃO PARA TRABALHO TRABALHO A QUENTE
  • 49. PERMISSÃO PARA TRABALHO Abertura entre compartimento s
  • 53. Antes da execução do serviço verificar a existência de vazamento e a presença de material combustível no local e no entorno. PERMISSÃO PARA TRABALHO DISCIPLINA OPERACIONA L
  • 54. Não obstruir as rotas de fuga e as áreas de acesso aos equipamentos de combate a incêndio. Seja proativo!!! PERMISSÃO PARA TRABALHO DISCIPLINA OPERACIONA L
  • 55. Se informe com seu supervisor ou requisitante da PT se o trabalho pode ser iniciado. • Inspecionar previamente o local onde será realizado o trabalho e ao término do mesmo. • Esteja atento às energias, fluidos perigosos e situações de risco envolvidos nas suas atividades. • Seguir as recomendações contidas na PT e adotar os procedimentos necessários para a manutenção das condições de segurança no local do trabalho. Na dúvida chame o profissional de segurança. CONSIDERAÇÕE S FINAIS
  • 56. Noções dos sistemas de prevenção e combate a incêndio da plataforma.
  • 57. A PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO É DIÁRIA Atenção às fontes de ignição; Conhecer as características dos produtos e substancias combustíveis e inflamáveis; Vigilância da nossa “casa” identificando o perigo e gerenciando e minimizando os riscos de incêndio.
  • 58.  Sistema adequado e operante de proteção contra princípio de incêndios.  Equipamentos e sistemas suficiente para combater o fogo no seu início.  Plano de emergência para rápida retirada do pessoal em serviço, em caso de incêndio.  Equipes de brigada com pessoas treinadas no uso correto dos equipamentos de combate a incêndio. MEDIDAS BÁSICAS EM UMA PLATAFORMA
  • 59. SÃO QUATRO AS MEDIDAS BÁSICAS 1- Treinamentos Específicos; 2- Sistema de Vigilância e Patrulha; 3- Sistema de Detecção e Alarme; 4- Sistema de Combate a Incêndio. MEDIDAS BÁSICAS EM UMA PLATAFORMA
  • 60. 1- TREINAMENTOS ESPECÍFICOS . • Treinamento periódicos para capacitação do Brigadista (Brigada de Emergência). • Treinamentos periódicos para preparar todos os trabalhadores a combater um princípio de incêndio e como se portar em uma emergência de grande porte. • Exercícios internos na Unidade Marítima para atender a exigência da Marinha (Simulado de Emergência).
  • 61. 2- SISTEMAS DE VIGILÂNCIA E PATRULHA • Nas Unidades Marítimas as alterações nos locais de trabalho são constantes, e por isso há a necessidade de vigilância diária do local de trabalho. • Inspeções diárias também devem ser realizadas no local de trabalho e equipamentos visando corrigir possíveis falhas que possam contribuir para a ocorrência de princípios de incêndios. • Durante a realização de trabalhos a quente, deve ser nomeado “observadores de trabalhos a quente” a fim de identificar qualquer situação que possa provocar um princípio de incêndio.
  • 62. 3- SISTEMA DE DETECÇÃO E ALARMES • As unidades de PETROBRAS são dotadas de sistemas de detecção de fogo, chama, fumaça e gás, dotados de alarmes visuais e sonoros.
  • 63. 4- SISTEMAS DE COMBATE A INCÊNDIO • Instalação e manutenção dos Extintores Portáteis (fixo e sobre rodas). • Instalação e manutenção da Rede de Incêndio. • Instalação e manutenção do Sistema de CO2/FM 200 • Instalação e manutenção do Sistema de ADV. (Válvula de Acionamento de Dilúvio)
  • 64. Equipamentos, sistemas e rede de incêndio para controle, prevenção e combate a princípio de incêndio em plataformas SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
  • 65. 1- Tipos de equipamentos portáteis de combate a incêndio SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO
  • 66. o Ação Extintora o Características ÁGUA :: Resfriamento :: Condutor de eletricidade SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO - EXTINTORES
  • 67. ESPUMA o Ação Extintora :: Abafamento :: Resfriamento o Características :: Condutor de eletricidade :: Composição – Espuma química e mecânica SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO - EXTINTORES
  • 68. o Características CO2 o Ação Extintora :: Incombustível, inodoro, incolor e pesado :: Não condutor de eletricidade :: Armazenado sob pressão 850 libras :: Risco de asfixia :: Composição – Gás Carbônico – CO2 (Dióxido de carbono) :: Abafamento :: Resfriamento SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO - EXTINTORES
  • 69. o Ação Extintora o Características Pó Químico Seco - PQS :: Quebra da reação em cadeia :: Abafamento :: Pressurizado com Nitrogênio ou CO2 :: Composição - Bicarbonato de Sódio ou Potássio SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO - EXTINTORES
  • 70. o Ação Extintora Pó Químico Especial :: Quebra da reação em cadeia :: Abafamento o Características :: Composição • A base de sal • A base de cobre SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO - EXTINTORES
  • 71. Realizam o monitoramento continuo do ambiente, detectando a presença de chama a fim de alertar as pessoas e permitir ações de intertravamento de segurança, a serem iniciadas manual ou automaticamente para minimizar a possibilidade de disseminação de fogo, explosão e exposição das pessoas e das instalações. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DETECTORES DE CHAMA
  • 72. UV/IR IR3 UV SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DETECTORES DE CHAMA
  • 73. Monitoramento continuo do ambiente para detectar a presença de gás inflamável e tóxico, através da medição de sua concentração. É definido para cada gás alvo para alarme e ações de Inter travamento de segurança. Tais gases podem ser produto do processamento do petróleo (como o metano – CH4) ou associados a ele (como o Gás Sulfídrico – H2S); serem resultado da queima incompleta (caso do Monóxido de Carbono – CO) ou provenientes do vazamento das cargas de baterias (Gás Hidrogênio – H2). SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DETECTORES DE GÁS
  • 74. Detector de gás infravermelho visada Detector de gás infravermelho reflexão Detector de gás catalítico SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DETECTORES DE GÁS
  • 75. • Tem o objetivo de identificar princípios de incêndio, alertando a sala de controle para que sejam tomadas as medidas de extinção do incêndio, acionamento de ADV e parada de emergência da planta de processo quando necessário. • O fogo é detectado através do derretimento da liga metálica do plugue fusível ocorrendo a queda de pressão no atuador da válvula de dilúvio (ADV) ocasionando a sua abertura e alimentando de água a rede de incêndio para resfriamento da área afetada. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DETECTOR DE FOGO
  • 76. • Envia a informação da presença de fumaça para a sala de controle que aciona o alarme. • Normalmente são instalados nos módulos de acomodações, camarotes, corredores, dentro de tetos falsos, sala de painéis elétricos e de transformadores. Detector de fumaça SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DETECTOR DE FUMAÇA
  • 77. • Este sistema é projetado para proteção de compartimentos fechados, salas de sistemas, centrais elétricas, salas de equipamentos..., detecta e extingue o fogo através de inundação total por gás inerte na área efetiva de risco. • O sistema é composto de cilindros de CO2 45kg, interligados a tubulação com sistema manual e automático de disparo, interligado ao sistema de detecção de alarmes visual e sonoro. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO SISTEMA DE CO2
  • 78. • O sistema de alarme de emergência na plataforma é identificado por meios sonoro e luminoso (luzes de sinalização). O sistema sonoro possui som intermitente para indicação de emergência e sinal contínuo para indicação de “preparação para abandono”. O alarme luminoso é dado por luzes de sinalização e buzina no painel de controle de incêndio na sala de controle. Estes sinais luminosos indicam a área envolvida. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO SISTEMA DE ALARME
  • 79. Introdução A água do mar é captada por bombas, as quais a envia na pressão de operação para o anel de incêndio principal. O anel principal de água alimenta os sistemas consumidores para sistema de dilúvio e o sistema de líquido Gerador de Espuma (LGE), sendo que cada sistema é alimentado por um ramal independente. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO CAPITAÇÃO DE ÁGUA A COMBATE A INCÊNDIOS
  • 80. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO SISTEMA DE DILÚVIO
  • 81. • Nos equipamentos o sistema contém sprinklers instalados em tubulações de água pressurizada, acionados pelo sistema da ADV devido a queda de pressão da rede de plugue fusível. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO – SISTEMA DE DILÚVIO
  • 82. Figura 1 Na figura nº 1 temos a distribuição dos bicos aspersores no equipamento a ser protegido e na figura nº 2 a área de cobertura de cada bico aspersor. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO SISTEMA DE DILÚVIO Figura 2
  • 83. Introdução SISTEMA DE SUPRIMENTO DE LGE PARA COMBATE A INCÊNDIO COM ESPUMA
  • 84. SISTEMA DE SUPRIMENTO DE LGE PARA COMBATE A INCÊNDIO COM ESPUMA Logo em seguida o LGE é misturado com o água, gerando a espuma que é fornecida para os sistemas fixos e manuais de combate (hidrantes, o sistema de dilúvio e a rede de espuma).
  • 85. Canhões monitores Conjunto de mangueiras SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO EQUIPAMENTOS DE COMBATE
  • 86. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO EQUIPAMENTOS DE COMBATE
  • 87. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO EQUIPAMENTOS DE COMBATE
  • 88. SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO EQUIPAMENTOS DE COMBATE
  • 89. No caso de emergência acione a sala de rádio. • Esteja atento às instruções do líder da brigada. • Siga as recomendações contidas no Plano de Resposta a Emergência-PRE da plataforma e aguarde as instruções do gerente da instalação. • Dirija-se ao seu ponto de reunião, munido de seus EPI , colete salva-vidas e pegue o cartão “T”. • Esteja sempre alerta! Na dúvida chame o profissional de segurança CONSIDERAÇÕE S FINAIS