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EQUIPAMENTOS DE
SEGURANÇA
Podem ser classificados em dois grupos:
- Equipamento de Proteção Individual - EPI
- Equipamento de Proteção Coletiva - EPC
EPI – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
EPI são ferramentas de trabalho
que visam proteger a saúde do
trabalhador reduzindo os riscos
decorrentes da exposição.
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA
- EPC
Kit de primeiros socorros
Proteção nas máquinas
Extintor
EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA
Exaustor e coletor de pó
EPI x lei
De acordo com a NR 06 (Ministério do Trabalho) é obrigatório que o
empresário disponibilize para seus trabalhadores, além dos EPC’s e das devidas
manutenções do ambiente de trabalho, os equipamentos de proteção
individual, também conhecido por EPI’s - Óculos, luvas, creme protetor para as
mãos, protetor auricular, calçados de Segurança e demais EPI’s de acordo com
cada atividade.
Promover treinamento sobre o EPI, é de responsabilidade do empregador, mas
é obrigação do funcionário utilizá-los de forma correta.
Muitos funcionários se recusam a utilizar os EPIs, por não entender que essa
prática visa resguardar sua integridade física e sua segurança no dia-a-dia do
trabalho. É uma questão de conscientização“.
O funcionário que descuida do uso dos equipamentos de proteção, apesar de tê-
los recebido, pode receber uma advertência do empregador ou ser demitido
por justa causa conforme artigo 158 da CLT.
"O funcionário recebe o EPI e assina um documento que comprova o
recebimento e também o treinamento.
NR 6.6.1.
Cabe ao empregador
quanto ao EPI :
a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade;
b) exigir seu uso;
c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado
pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no
trabalho;
d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e
conservação;
e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado;
f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica;
g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada.
h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser
adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.
NR 6.7.1. Cabe ao empregado quanto ao EPI:
a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se
destina;
b) responsabilizar-se pelo uso guarda e conservação;
c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o
torne impróprio para uso;
d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso
adequado.
08 – ORIENTAÇÕES LEGAIS BÁSICAS DA CLT
ART. 157 – Cabe às empresas:
I – Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do
trabalho.
II – Instruir os empregados, através de treinamentos, comunicações in-
ternas ou ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar
acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais.
III – Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional
competente.
IV – Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente.
ART. 158 – Cabe aos empregados:
I – Observar as normas de segurança e medicina do trabalho, inclusive as
instruções de que trata o item II do artigo anterior.
II – Colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste capítulo.
Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa
injustificada:
a) À observância das instruções expedidas pela empregadora na forma do
item II do artigo anterior.
b) Ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual fornecidos pela
empresa.
ATIVIDADE PERIGO
RISCO ou
DANO
REDUÇÃO CONTROLE
OFICINA
MECÂNICA LEVANTAR
PEÇAS
PESADAS
LESÃO POR
ESFORÇO E
CONTUSÃO
TÉCNICA DE
LEVANTAR
PESOS E USO
DE EPI
INSPEÇÃO
DE ROTINA
DA
SEGURANÇA
RUÍDO
INTENSO DE
MOTORES,
MÁQUINAS E
EQUIPAMENT
OS
LESÃO E
PERDA
AUDITIVA
USO DE
PROTETOR
AURICULAR
TESTE DE
DECIBELÍ-
METRO
USO DE
ESMERIL
PROJEÇÃO
DE
FAGULHAS E
FARPAS
USO DE
ÓCULOS DE
PROTEÇÃO E
LUVAS
INSPEÇÃO
DA
SEGURANÇA
Riscos
- Ruído sonoro, poluição, má iluminação
- Produtos sólidos e particulados
- Deficiência respiratória devido a exaustão dos
gases no meio de trabalho
- Solventes, óleos, graxas e combustíveis, etc.
EPC (coletivo): sistema de exaustão,
iluminação adequada, extintores, sinalização
nos quadros de luz.
EPI (Individual): Óculos, Calçados de
segurança, luvas, protetor auricular, proteção
respiratória, etc.
EPI e EPC na Oficina
EPI’S FUNDAMENTAIS:
O processo de lixamento a seco exige
alguns cuidados especiais por parte
das oficinas, para que os profissionais
não tenham problemas de saúde. Veja
quais são os EPI’s indispensáveis para
este tipo de processo:
• Máscara contra pó e vapores
orgânicos - Protege os pulmões dos
vapores dos materiais de pintura e do
pó do lixamento.
Peça Facial Filtrante Nível P1
Peça Facial Filtrante Nível P3
Pneumoconioses – A pneumoconiose literalmente
significa material particulado de poeira depositado nos
pulmões, tanto que causam lesões ou inócuos. Num
entendimento comum, a pneumoconiose é empregada
como termo geral para qualquer das doenças dos
pulmões resultantes de depósitos de material
particulado nos pulmões.
AS VIAS DE EXPOSIÇÃO SÃO:
a) Penetração pela Pele b) Pelo trato digestivo
c) Pelo trato respiratório d) Pelo Olhos
LISTA DE EQUIPAMENTOS DE
PROTEÇÃO INDIVIDUAL
EPI x lei
De acordo com NR 06 da Portaria nº 3214
de 8 de junho de 1978 do Ministério do
Trabalho e Emprego é obrigatório
EPI PARA PROTEÇÃO DA CABEÇA
CAPACETE
Objetivo:
Proteção do trabalhador contra lesões
decorrentes de impactos ou perfurações
provenientes da queda de objetos na cabeça
e também contra riscos associados ao
trabalho em ambientes energizados.
TIPOS DE CAPACETES
a) Impactos de objetos sobre
o crânio; Exemplo: numa
obra de Construção Civil.
b) choques elétricos;
c) Proteção do crânio e face contra riscos
provenientes de fontes geradoras de calor
nos trabalhos de combate a incêndios.
CAPUZ
Objetivo:
Proteger o usuário em serviços e instalações
elétricas em ambientes onde a incidência solar é
muito forte e também em serviços que oferecem
riscos de exposição ao arco elétrico e fogo
repentino, protegendo o trabalhador contra a
ocorrência de queimaduras provenientes da
exposição ao calor devido a estes eventos
EPI PARA PROTEÇÃO DOS OLHOS E FACE
ÓCULOS
Óculos em policarbonato resistente a
impactos e choques físicos de materiais
sólidos e líquidos como: fragmentos de
madeira, ferro, respingos de produtos
ácidos, cáusticos, entre outros. Proteção
contra raios UVA e UVB. Apoio nasal e
proteção lateral no mesmo material da
lente. Hastes tipo espátula com ajuste de
comprimento para melhor adaptação ao
rosto do usuário.
TIPOS DE ÓCULOS
 Contra impactos de
partículas volantes;
 Contra luminosidade
intensa;
 Contra radiação
ultra-violeta;
Contra radiação infra-
vermelha;
Contra respingos de
produtos químicos.
PROTETOR FACIAL
Produzido com lente de
policarbonato. Com ele o trabalhador
tem seu rosto protegido contra
partículas, estilhaços, farpas e
respingos. O protetor é basculante,
podendo ser levantado quando seu
uso for desnecessário. Possui grande
área de proteção.
TIPOS DE PROTETOR FACIAL
 Contra impactos de partículas
volantes;
 Contra respingos de produtos
químicos;
 Contra radiação infra vermelha;
 Contra luminosidade intensa.
MÁSCARA DE SOLDA
Composto de escudo
confeccionado em fibra prensada,
com carneira de plástico com
regulagem de tamanho. O Escudo é
fabricado com visor fixo que
suporta uma placa de cobertura e o
filtro de luz. Protege os olhos e face
do usuário contra impactos de
partículas volantes multi-
direcionais e radiações
provenientes de serviços de
soldagem.
TIPOS DE MÁSCARA DE SOLDA
 Contra impactos de
partículas volantes;
 Proteção dos olhos e face
contra radiação ultra -
violeta;
 Proteção dos olhos e face
contra radiação infra-
vermelha;
 Proteção dos olhos e face
contra luminosidade
intensa.
AVENTAL DE RASPA PARA SOLDADOR
OBJETIVO:
Proteção do tronco do
usuário contra respingos de
materiais em fusão,
operação de solda e agentes
cortantes ou
escoriantes.
Mangote
 contra choques elétricos;
 contra agentes abrasivos e escoriantes;
 contra agentes cortantes e perfurantes.
 contra umidade proveniente de operações
com uso de água;
 contra agentes térmicos.
Creme protetor
Creme protetor de segurança para proteção dos
membros superiores contra agentes químicos, de acordo
com a Portaria SSST nº 26, de 29/12/1994.
Objetivo:
Um creme de proteção ou barreira é uma substância que se
aplica sobre a pele antes do trabalho para reforçar as suas
funções protetoras não devendo ser confundidos com os cremes
comuns destinados a dar à pele sua função fisiológica. Os
cremes barreira formam uma película que tem por finalidade
colocar-se entre a pele e as substâncias nocivas, deixando as
mãos com sua flexibilidade e seu sentido tátil.
EPI PARA PROTEÇÃO AUDITIVA
PROTETOR AUDITIVO
Protetores de inserção,
confeccionados em silicone,
providos de flanges e cordão
lavável. Deve ser bem
dimensionado na sua
utilização. O EPI, quando mal
dimensionado ou inadequado
ao risco, passa a ter caráter
inverso do que foi inicialmente
proposto.
TIPOS DE PROTETORES AURICULARES
 Protetor auditivo tipo
concha.
 Protetor auditivo de
inserção tipo plug.
Além de proteger dos
ruídos da oficina,
evita a entrada de pó
de lixamento nos
ouvidos.
EPI PARA PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA
Respirador purificador de ar
 Objetivo:
Equipamento de segurança
destinado à proteção das vias
aéreas do usuário contra a inalação
de partículas sólidas, pós, névoas,
fumos e outras substâncias nocivas
ao ser humano.
TIPOS DE RESPIRADORES DE AR
 Devem estar sempre limpos, higienizados e os seus filtros
jamais devem estar saturados.
 Quando estiverem saturados, os filtros devem ser
substituídos ou descartados.
 É importante notar que, se utilizados de forma inadequada, os
respiradores tornam-se desconfortáveis e podem
transformar-se numa verdadeira fonte de contaminação.
 O armazenamento deve ser em local seco e limpo, de
preferência dentro de um saco plástico.
EPI PARA PROTEÇÃO DO TRONCO
 Vestimentas de segurança
que ofereçam proteção ao
tronco contra riscos de
origem térmica, mecânica,
química, radioativa e
meteorológica, umidade
proveniente de operações
com uso de água.
 Proteção do crânio e
pescoço contra respingos de
produtos químicos.
EPI PARA PROTEÇÃO DO CORPO INTEIRO
Macacão
 Macacão de segurança para proteção do
tronco e membros superiores e
inferiores contra chamas;
 Macacão de segurança para proteção do
tronco e membros superiores e
inferiores contra agentes térmicos;
 Macacão de segurança para proteção do
tronco e membros superiores e
inferiores contra respingos de produtos
químicos;
 Macacão de segurança para proteção do
tronco e membros superiores e
inferiores contra umidade proveniente
de operações com uso de água.
LUVA
 Luva de látex com forro -
Indicada para trabalhos que
exigem maior precisão e
sensibilidade tátil.
 Luva em borracha nitrílica -
altamente resistente a produtos
químicos - principalmente
ácidos, cáusticos solventes e,
também, possui excelente
resistência mecânica a rasgo,
perfuração, corte e abrasão.
TIPOS DE LUVAS
Proteção das mãos contra:
 agentes abrasivos e escoriantes;
 agentes cortantes e perfurantes;
 choques elétricos;
 agentes térmicos;
 agentes biológicos;
 agentes químicos;
 vibrações;
 radiações ionizantes.
CALÇADO DE SEGURANÇA
Utilizado para proteção
dos pés contra torção,
escoriações,
derrapagens e umidade.
TIPOS DE CALÇADOS
 Calçado de segurança para:
 proteção contra impactos de quedas de objetos e materiais;
 proteção dos pés contra choques elétricos;
 proteção dos pés contra agentes térmicos;
 proteção dos pés contra agentes cortantes e escoriantes;
 proteção dos pés e pernas contra umidade proveniente de
operações com uso de água;
 proteção dos pés e pernas contra respingos de produtos
químicos.
Meia
Meia de segurança para proteção dos pés
contra baixas temperaturas.
Perneira
Perneira de segurança para proteção da
perna contra:
 agentes abrasivos e escoriantes;
 agentes térmicos;
 respingos de produtos químicos;
 agentes cortantes e perfurantes;
 umidade proveniente de operações com uso
de água.
EPI PARA PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS COM
DIFERENÇA DE NÍVEL
Dispositivo trava-queda
 Dispositivo trava-queda
de segurança para
proteção do usuário
contra quedas em
operações com
movimentação vertical
ou horizontal, quando
utilizado com cinturão
de segurança para
proteção contra quedas.
Cinturão
 Cinturão de segurança para
proteção do usuário contra riscos
de queda em trabalhos em altura;
 cinturão de segurança para
proteção do usuário contra riscos
de queda no posicionamento em
trabalhos em altura.
Lavagem e manutenção
• Os EPI devem ser lavados e guardados corretamente, para
assegurar maior vida útil. Devem ser mantidos separados do
material de trabalho.
• Para lavá-lo, deve usar luvas a base de Nitrila ou Neoprene.
• Devem ser enxaguadas com água corrente para diluir e remover
os resíduos acumulados.
• A lavagem deve ser feita de forma cuidadosa, de preferência
com sabão neutro .Não devem ficar de molho. Em seguida, as
peças devem ser bem enxaguadas para remover todo o sabão.
• Devem secar à sombra.
• É importante que a VISEIRA NÃO SEJA ESFREGADA, pois isto poderá arranhá-la,
diminuindo a transparência.
• Os respiradores devem ser mantidos conforme instruções específicas que
acompanham cada modelo. Respiradores com manutenção (com filtros especiais para
reposição) devem ser higienizados e armazenados em local limpo.
CONCLUSÃO
 Os equipamentos de proteção individual coletiva são de
fundamental importância para amenizar as
conseqüências de um acidente de trabalho e a utilização
incorreta dos mesmos pode acarretar problemas ainda
maiores para a saúde do trabalhador.
 É importante a conscientização por parte dos
trabalhadores para utilização dos equipamentos de
segurança, tanto individuais como coletivos.
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EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.pdf

  • 1. EQUIPAMENTOS DE SEGURANÇA Podem ser classificados em dois grupos: - Equipamento de Proteção Individual - EPI - Equipamento de Proteção Coletiva - EPC
  • 2. EPI – EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL EPI são ferramentas de trabalho que visam proteger a saúde do trabalhador reduzindo os riscos decorrentes da exposição.
  • 3.
  • 4. EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC
  • 5. Kit de primeiros socorros Proteção nas máquinas Extintor EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO COLETIVA Exaustor e coletor de pó
  • 6. EPI x lei De acordo com a NR 06 (Ministério do Trabalho) é obrigatório que o empresário disponibilize para seus trabalhadores, além dos EPC’s e das devidas manutenções do ambiente de trabalho, os equipamentos de proteção individual, também conhecido por EPI’s - Óculos, luvas, creme protetor para as mãos, protetor auricular, calçados de Segurança e demais EPI’s de acordo com cada atividade. Promover treinamento sobre o EPI, é de responsabilidade do empregador, mas é obrigação do funcionário utilizá-los de forma correta. Muitos funcionários se recusam a utilizar os EPIs, por não entender que essa prática visa resguardar sua integridade física e sua segurança no dia-a-dia do trabalho. É uma questão de conscientização“. O funcionário que descuida do uso dos equipamentos de proteção, apesar de tê- los recebido, pode receber uma advertência do empregador ou ser demitido por justa causa conforme artigo 158 da CLT. "O funcionário recebe o EPI e assina um documento que comprova o recebimento e também o treinamento.
  • 7. NR 6.6.1. Cabe ao empregador quanto ao EPI : a) adquirir o adequado ao risco de cada atividade; b) exigir seu uso; c) fornecer ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho; d) orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação; e) substituir imediatamente, quando danificado ou extraviado; f) responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica; g) comunicar ao MTE qualquer irregularidade observada. h) registrar o seu fornecimento ao trabalhador, podendo ser adotados livros, fichas ou sistema eletrônico.
  • 8. NR 6.7.1. Cabe ao empregado quanto ao EPI: a) usar, utilizando-o apenas para a finalidade a que se destina; b) responsabilizar-se pelo uso guarda e conservação; c) comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso; d) cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado.
  • 9. 08 – ORIENTAÇÕES LEGAIS BÁSICAS DA CLT ART. 157 – Cabe às empresas: I – Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho. II – Instruir os empregados, através de treinamentos, comunicações in- ternas ou ordens de serviço, quanto às precauções a tomar no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais. III – Adotar as medidas que lhe sejam determinadas pelo órgão regional competente. IV – Facilitar o exercício da fiscalização pela autoridade competente. ART. 158 – Cabe aos empregados: I – Observar as normas de segurança e medicina do trabalho, inclusive as instruções de que trata o item II do artigo anterior. II – Colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste capítulo. Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada: a) À observância das instruções expedidas pela empregadora na forma do item II do artigo anterior. b) Ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual fornecidos pela empresa.
  • 10. ATIVIDADE PERIGO RISCO ou DANO REDUÇÃO CONTROLE OFICINA MECÂNICA LEVANTAR PEÇAS PESADAS LESÃO POR ESFORÇO E CONTUSÃO TÉCNICA DE LEVANTAR PESOS E USO DE EPI INSPEÇÃO DE ROTINA DA SEGURANÇA RUÍDO INTENSO DE MOTORES, MÁQUINAS E EQUIPAMENT OS LESÃO E PERDA AUDITIVA USO DE PROTETOR AURICULAR TESTE DE DECIBELÍ- METRO USO DE ESMERIL PROJEÇÃO DE FAGULHAS E FARPAS USO DE ÓCULOS DE PROTEÇÃO E LUVAS INSPEÇÃO DA SEGURANÇA
  • 11. Riscos - Ruído sonoro, poluição, má iluminação - Produtos sólidos e particulados - Deficiência respiratória devido a exaustão dos gases no meio de trabalho - Solventes, óleos, graxas e combustíveis, etc. EPC (coletivo): sistema de exaustão, iluminação adequada, extintores, sinalização nos quadros de luz. EPI (Individual): Óculos, Calçados de segurança, luvas, protetor auricular, proteção respiratória, etc. EPI e EPC na Oficina
  • 12. EPI’S FUNDAMENTAIS: O processo de lixamento a seco exige alguns cuidados especiais por parte das oficinas, para que os profissionais não tenham problemas de saúde. Veja quais são os EPI’s indispensáveis para este tipo de processo: • Máscara contra pó e vapores orgânicos - Protege os pulmões dos vapores dos materiais de pintura e do pó do lixamento. Peça Facial Filtrante Nível P1 Peça Facial Filtrante Nível P3 Pneumoconioses – A pneumoconiose literalmente significa material particulado de poeira depositado nos pulmões, tanto que causam lesões ou inócuos. Num entendimento comum, a pneumoconiose é empregada como termo geral para qualquer das doenças dos pulmões resultantes de depósitos de material particulado nos pulmões.
  • 13. AS VIAS DE EXPOSIÇÃO SÃO: a) Penetração pela Pele b) Pelo trato digestivo c) Pelo trato respiratório d) Pelo Olhos
  • 14. LISTA DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
  • 15. EPI x lei De acordo com NR 06 da Portaria nº 3214 de 8 de junho de 1978 do Ministério do Trabalho e Emprego é obrigatório
  • 16. EPI PARA PROTEÇÃO DA CABEÇA CAPACETE Objetivo: Proteção do trabalhador contra lesões decorrentes de impactos ou perfurações provenientes da queda de objetos na cabeça e também contra riscos associados ao trabalho em ambientes energizados.
  • 17. TIPOS DE CAPACETES a) Impactos de objetos sobre o crânio; Exemplo: numa obra de Construção Civil. b) choques elétricos;
  • 18. c) Proteção do crânio e face contra riscos provenientes de fontes geradoras de calor nos trabalhos de combate a incêndios.
  • 19. CAPUZ Objetivo: Proteger o usuário em serviços e instalações elétricas em ambientes onde a incidência solar é muito forte e também em serviços que oferecem riscos de exposição ao arco elétrico e fogo repentino, protegendo o trabalhador contra a ocorrência de queimaduras provenientes da exposição ao calor devido a estes eventos
  • 20. EPI PARA PROTEÇÃO DOS OLHOS E FACE ÓCULOS Óculos em policarbonato resistente a impactos e choques físicos de materiais sólidos e líquidos como: fragmentos de madeira, ferro, respingos de produtos ácidos, cáusticos, entre outros. Proteção contra raios UVA e UVB. Apoio nasal e proteção lateral no mesmo material da lente. Hastes tipo espátula com ajuste de comprimento para melhor adaptação ao rosto do usuário.
  • 21. TIPOS DE ÓCULOS  Contra impactos de partículas volantes;  Contra luminosidade intensa;  Contra radiação ultra-violeta;
  • 22. Contra radiação infra- vermelha; Contra respingos de produtos químicos.
  • 23. PROTETOR FACIAL Produzido com lente de policarbonato. Com ele o trabalhador tem seu rosto protegido contra partículas, estilhaços, farpas e respingos. O protetor é basculante, podendo ser levantado quando seu uso for desnecessário. Possui grande área de proteção.
  • 24. TIPOS DE PROTETOR FACIAL  Contra impactos de partículas volantes;  Contra respingos de produtos químicos;  Contra radiação infra vermelha;  Contra luminosidade intensa.
  • 25. MÁSCARA DE SOLDA Composto de escudo confeccionado em fibra prensada, com carneira de plástico com regulagem de tamanho. O Escudo é fabricado com visor fixo que suporta uma placa de cobertura e o filtro de luz. Protege os olhos e face do usuário contra impactos de partículas volantes multi- direcionais e radiações provenientes de serviços de soldagem.
  • 26. TIPOS DE MÁSCARA DE SOLDA  Contra impactos de partículas volantes;  Proteção dos olhos e face contra radiação ultra - violeta;  Proteção dos olhos e face contra radiação infra- vermelha;  Proteção dos olhos e face contra luminosidade intensa.
  • 27. AVENTAL DE RASPA PARA SOLDADOR OBJETIVO: Proteção do tronco do usuário contra respingos de materiais em fusão, operação de solda e agentes cortantes ou escoriantes.
  • 28. Mangote  contra choques elétricos;  contra agentes abrasivos e escoriantes;  contra agentes cortantes e perfurantes.  contra umidade proveniente de operações com uso de água;  contra agentes térmicos.
  • 29. Creme protetor Creme protetor de segurança para proteção dos membros superiores contra agentes químicos, de acordo com a Portaria SSST nº 26, de 29/12/1994. Objetivo: Um creme de proteção ou barreira é uma substância que se aplica sobre a pele antes do trabalho para reforçar as suas funções protetoras não devendo ser confundidos com os cremes comuns destinados a dar à pele sua função fisiológica. Os cremes barreira formam uma película que tem por finalidade colocar-se entre a pele e as substâncias nocivas, deixando as mãos com sua flexibilidade e seu sentido tátil.
  • 30. EPI PARA PROTEÇÃO AUDITIVA PROTETOR AUDITIVO Protetores de inserção, confeccionados em silicone, providos de flanges e cordão lavável. Deve ser bem dimensionado na sua utilização. O EPI, quando mal dimensionado ou inadequado ao risco, passa a ter caráter inverso do que foi inicialmente proposto.
  • 31. TIPOS DE PROTETORES AURICULARES  Protetor auditivo tipo concha.  Protetor auditivo de inserção tipo plug. Além de proteger dos ruídos da oficina, evita a entrada de pó de lixamento nos ouvidos.
  • 32.
  • 33. EPI PARA PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA Respirador purificador de ar  Objetivo: Equipamento de segurança destinado à proteção das vias aéreas do usuário contra a inalação de partículas sólidas, pós, névoas, fumos e outras substâncias nocivas ao ser humano.
  • 34. TIPOS DE RESPIRADORES DE AR  Devem estar sempre limpos, higienizados e os seus filtros jamais devem estar saturados.  Quando estiverem saturados, os filtros devem ser substituídos ou descartados.  É importante notar que, se utilizados de forma inadequada, os respiradores tornam-se desconfortáveis e podem transformar-se numa verdadeira fonte de contaminação.  O armazenamento deve ser em local seco e limpo, de preferência dentro de um saco plástico.
  • 35. EPI PARA PROTEÇÃO DO TRONCO  Vestimentas de segurança que ofereçam proteção ao tronco contra riscos de origem térmica, mecânica, química, radioativa e meteorológica, umidade proveniente de operações com uso de água.  Proteção do crânio e pescoço contra respingos de produtos químicos.
  • 36. EPI PARA PROTEÇÃO DO CORPO INTEIRO Macacão  Macacão de segurança para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra chamas;  Macacão de segurança para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra agentes térmicos;  Macacão de segurança para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra respingos de produtos químicos;  Macacão de segurança para proteção do tronco e membros superiores e inferiores contra umidade proveniente de operações com uso de água.
  • 37. LUVA  Luva de látex com forro - Indicada para trabalhos que exigem maior precisão e sensibilidade tátil.  Luva em borracha nitrílica - altamente resistente a produtos químicos - principalmente ácidos, cáusticos solventes e, também, possui excelente resistência mecânica a rasgo, perfuração, corte e abrasão.
  • 38. TIPOS DE LUVAS Proteção das mãos contra:  agentes abrasivos e escoriantes;  agentes cortantes e perfurantes;  choques elétricos;  agentes térmicos;  agentes biológicos;  agentes químicos;  vibrações;  radiações ionizantes.
  • 39. CALÇADO DE SEGURANÇA Utilizado para proteção dos pés contra torção, escoriações, derrapagens e umidade.
  • 40. TIPOS DE CALÇADOS  Calçado de segurança para:  proteção contra impactos de quedas de objetos e materiais;  proteção dos pés contra choques elétricos;  proteção dos pés contra agentes térmicos;  proteção dos pés contra agentes cortantes e escoriantes;  proteção dos pés e pernas contra umidade proveniente de operações com uso de água;  proteção dos pés e pernas contra respingos de produtos químicos.
  • 41. Meia Meia de segurança para proteção dos pés contra baixas temperaturas. Perneira Perneira de segurança para proteção da perna contra:  agentes abrasivos e escoriantes;  agentes térmicos;  respingos de produtos químicos;  agentes cortantes e perfurantes;  umidade proveniente de operações com uso de água.
  • 42. EPI PARA PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS COM DIFERENÇA DE NÍVEL Dispositivo trava-queda  Dispositivo trava-queda de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal, quando utilizado com cinturão de segurança para proteção contra quedas.
  • 43. Cinturão  Cinturão de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda em trabalhos em altura;  cinturão de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda no posicionamento em trabalhos em altura.
  • 44. Lavagem e manutenção • Os EPI devem ser lavados e guardados corretamente, para assegurar maior vida útil. Devem ser mantidos separados do material de trabalho. • Para lavá-lo, deve usar luvas a base de Nitrila ou Neoprene. • Devem ser enxaguadas com água corrente para diluir e remover os resíduos acumulados. • A lavagem deve ser feita de forma cuidadosa, de preferência com sabão neutro .Não devem ficar de molho. Em seguida, as peças devem ser bem enxaguadas para remover todo o sabão. • Devem secar à sombra. • É importante que a VISEIRA NÃO SEJA ESFREGADA, pois isto poderá arranhá-la, diminuindo a transparência. • Os respiradores devem ser mantidos conforme instruções específicas que acompanham cada modelo. Respiradores com manutenção (com filtros especiais para reposição) devem ser higienizados e armazenados em local limpo.
  • 45. CONCLUSÃO  Os equipamentos de proteção individual coletiva são de fundamental importância para amenizar as conseqüências de um acidente de trabalho e a utilização incorreta dos mesmos pode acarretar problemas ainda maiores para a saúde do trabalhador.  É importante a conscientização por parte dos trabalhadores para utilização dos equipamentos de segurança, tanto individuais como coletivos.
  • 46.
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