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Hepatites Crônicas Virais Abordagem Terapêutica 2016

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Hepatites Crônicas Virais - Abordagem Terapêutica

Encontro de Ligas de Infectologia/SP
Associação Paulista de Medicina - APM
Mai/2016 - São Paulo - SP - Brasil

Publicada em: Saúde e medicina
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Hepatites Crônicas Virais Abordagem Terapêutica 2016

  1. 1. Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Doutor - Infectologia Encontro de Ligas de Infectologia/SP Associação Paulista de Medicina - APM Mai/2016 - São Paulo - SP - Brasil
  2. 2. O material que se segue faz parte do projeto didático do Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa Objetivos 1. Ensino: Treinamento de Estudantes e Profissionais da Área de Saúde; 2. Extensão: Facilitar o Contato da População em Geral com Conceitos Científicos; 3. Científico: Fomentar a Discussão Científica e Compartilhar Material Didático. Autoria e Cessão 1. Conteúdo: Os dados contidos estão referenciados, em respeito ao autor original; 2. Uso: Está permitido o uso do material, desde que citada a fonte; 3. Contato: fale com o autor e conheça o seu projeto didático em:
  3. 3. VHB VHC Material Genético DNA RNA Tamanho 40 nm 50 nm Provírus Sim Não Modelo de Cura Funcional Esterilizante Cura vs Cronificação 90% - 10% 15% - 85% Cirrose 20% 40% Hepatocarcinoma 30% 60% Transmissão Sexual muito frequente incomum População Mundial 240 milhões 150 milhões
  4. 4. MS – Boletim Epidemiológico, 2014 WHO, 2015 Prevalência de AgHBs Alta: ≥ 8% Intermediário: 2% to 7% Baixo: < 2% Mundo Brasil Prevalência 240 milhões 1 - 2 milhões (0,37%) Incidência/ano 4 milhões (?) 12 mil Mortalidade/ano 700 mil ?
  5. 5. > 10% 2,5-10% 1-2,5% Prevalência ND Mundo Brasil Prevalência 150 milhões 1 a 2 milhões Incidência/ano 3 - 4 milhões 10 mil Mortalidade/ano 0.3 milhão ? MS – Boletim Epidemiológico, 2014 WHO, 2015
  6. 6. Oliveira U. B., 2010
  7. 7. 1. Fase Aguda e Maior Parte da Fase Crônica = Assintomática 2. Fatores de Risco Tradicionais = Perda de 40-50%
  8. 8. VHB VHC Parceiros Sexuais de VHB + Transfusões antes de 1994 Múltiplos Parceiros, Violência Sexual Usuários de Drogas DSTs (HIV, VHC, Lues, HPV, etc) Hemofílicos, Hemodiálise HSHs HSHs Usuários de Drogas Acidentes Ocupacionais Convívio Domiciliar com VHB + Seringas e Agulhas Não Descartáveis Acidentes Ocupacionais Acupuntura, Piercing ou Tatuagem Hemodiálise Parceiros Sexuais de VHC + Institucionalizados Convívio Domiciliar com VHC + Viajantes para Áreas Endêmicas DSTs (HIV, VHC, Lues, HPV, etc) Filhos de Mães VHB + Filhos de Mães VHC + Sinais de Hepatopatia Sinais de Hepatopatia
  9. 9. Diário da Serra, 2015
  10. 10. Slide cedido pelo Dr. Paulo Abraão
  11. 11. Minstério da Saúde, 2015
  12. 12. Diário da Serra, 2015
  13. 13. Slide cedido pelo Dr. Paulo Abraão
  14. 14. Passo 1: Identificar a infecção crônica pelo VHB - AgHBs (+) > 6 meses (5 a 10%, acima do 2º ano de vida) - Anti-HBc: marcador de exposição, contato - Anti-HBs: marcador de imunidade, resolução CDC, 2003 Resolução Espontânea Cronificação
  15. 15. Interpretação AgHBs AgHBe AntiHBc AntiHBc IgM AntiHBe AntiHBs ALT DNA-VHB (UI/ml) Infecção Aguda (+) (+) (+) (+) (-) (-) ↑↑↑↑↑ ↑↑↑↑↑ HVB Pregressa Imune (-) (-) (+) (-) (+) (+) nl não detectado Anti-HBc Isolado/ Infecção Oculta (-) (-) (+) (-) (-) (-) nl não detectado Vacinação Prévia (-) (-) (-) (-) (-) (+) nl não detectado Portador Crônico Inativo (+) (-) (+) (-) (+) (-) nl < 200 Mutantes Pré-Core ou Core Promoter (+) (-) (+) (-) (+/-) (-) nl/↑ < / ≥ 2.000 HVB ativa (perfil clássico) (+) (+) (+) (-) (-) (-) ↑ ≥ 2.000 Passo 1: Identificar a infecção crônica pelo VHB Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação (ALT e CV VHB)
  16. 16. Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação - ALT e HVB-DNA (Carga viral - VHB)
  17. 17. Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação - ALT e HVB-DNA (Carga viral - VHB)
  18. 18. Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação - ALT e HVB-DNA (Carga viral - VHB)
  19. 19. Passo 2: Monitorar marcadores inflamatórios e de replicação - ALT e HVB-DNA (Carga viral - VHB)
  20. 20. Passo 3: Seguimento prolongado e rotineiro para flagar ↑ ALT e ou ↑ CV VHB - Monitorar os portadores inativo à cada 6 meses ou à cada ano Passo 4: Tratar - AgHBe (+) com ↑ ALT - AgHBe (-) com ↑ ALT e ↑ CV VHB (> 2.000 UI/ml) - Indicação de Avaliação de Fibrose hepática (F ≥ 2 ou A ≥ 2): • AgHBe (+): > 40 anos, mesmo ALT nl • AgHBe (-): ↑ ALT e CV VHB entre 200 e 2.000 UI/ml - Cirrótico: todos Interpretação AgHBs AgHBe AntiHBc AntiHBe AntiHBs ALT DNA-VHB (UI/ml) Portador Crônico Inativo (+) (-) (+) (+) (-) nl < 200 Mutantes Pré-Core ou Core Promoter (+) (-) (+) (+) (-) nl/↑ < / ≥ 2.000 HVB ativa (perfil clássico) (+) (+) (+) (-) (-) ↑ ≥ 2.000
  21. 21. Objetivos Diminuir a progressão do dano hepático → supressão da replicação viral - AgHBe (+) → (-) - ALT: normalizar - CV DNA VHB: supressão sustentada - AgHBs => Anti-HBs: raro (7%)
  22. 22. Resolução Espontânea Cronificação + Passo 1: Identificar a infecção Crônica pelo VHC - Sintomas somente nos cirróticos descompensados - Fatores de riscos: tradicionais + faixa etária - Tratamento: eliminação viral entre 85 - 95% - Diagnóstico: PCR RNA VHC (elimina cura espontânea e falsos +)
  23. 23. Passo 2: Avaliar o grau de fibrose - Sintomas somente nos cirróticos descompensados - Biópsia Hepática ou Elastografia Hepática ou Algoritmos (APRI e/ou FIB4)
  24. 24. Heim M - Nature Rev, 2014
  25. 25. Slide cedido pelo Dr. Marcelo Naveira
  26. 26. Anti-VHC Reagente PCR RNA VHC Negativo (20%) Não Portador Positivo Avaliação Fibrose + Outras Variáveis Decisão Terapêutica
  27. 27. Slide cedido pelo Dr. Hamilton Bonilha
  28. 28. Slide cedido pelo Dr. Hamilton Bonilha
  29. 29. Objetivos - Eliminar o VHC: Resposta Virológica Sustentada - RVS: PCR VHC (-) após 3 a 6 meses após final de tratamento Cura Esterilizante 0 FT 6m Feld, 2005
  30. 30. Slide cedido pela Dra. Aline Vigani
  31. 31. Slide cedido pelo Dr. Paulo Abraão
  32. 32. Wyles, 2013 RVS: 85 - 95%
  33. 33. Slide cedido pelo Dr. Juvêncio Furtado
  34. 34. Slide cedido pelo Dr. Juvêncio Furtado
  35. 35. Slide cedido pelo Dr. Hamilton Bonilha
  36. 36. Brasil, MS - 2016
  37. 37. Brasil, MS - 2016
  38. 38. Brasil, MS - 2016
  39. 39. Brasil, MS - 2016
  40. 40. Slide cedido pela Dr. Fábio Mesquita
  41. 41. Slide cedido pela Dra. Aline Vigani
  42. 42. Slide cedido pelo Dr. Hamilton Bonilha
  43. 43. Heim M - Nature Rev, 2014
  44. 44. Obrigado pela Atenção! SAE de Infectologia HC UNESP Botucatu Faculdade de Medicina UNESP

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