O slideshow foi denunciado.
Utilizamos seu perfil e dados de atividades no LinkedIn para personalizar e exibir anúncios mais relevantes. Altere suas preferências de anúncios quando desejar.

CROI 2016 - Hotpoints e Novidades da Pesquisa em HIV/Aids

CROI 2016 - Hotpoints e Novidades

da Pesquisa em HIV/Aids

  • Entre para ver os comentários

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

CROI 2016 - Hotpoints e Novidades da Pesquisa em HIV/Aids

  1. 1. Alexandre Naime Barbosa MD, PhD Professor Doutor - Infectologia Residência Infectologia UNESP - Faculdade de Medicina 18/Mar/2016 - Botucatu - SP - Brasil
  2. 2. Declaro ter recebido incentivos na forma de inscrições de eventos científicos e/ou; viagens aéreas e terrestres e/ou; gastos com alimentação, hospedagem e translados e/ou; patrocínio para a realização de congressos; pagamentos por serviços prestados e/ou consultorias das seguintes empresas ou instituições nos últimos 12 meses: - Abbvie - Bristol-Myers Squibb - CNPq - DECIT - FAMESP - Gilead - GSK-ViiV - Jansen - Ministério da Saúde - DDAHV - Merck Sharp and Dohme - Prefeitura de Botucatu - SMS - Sociedade Brasileira de Infectologia - Sociedade Paulista de Infectologia - UNESCO - UNESP
  3. 3. O material que se segue faz parte do projeto didático do Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa Objetivos 1. Ensino: Treinamento de Estudantes e Profissionais da Área de Saúde; 2. Extensão: Facilitar o Contato da População em Geral com Conceitos Científicos; 3. Científico: Fomentar a Discussão Científica e Compartilhar Material Didático. Autoria e Cessão 1. Conteúdo: Os dados contidos estão referenciados, em respeito ao autor original; 2. Uso: Está permitido o uso do material, desde que citada a fonte; 3. Contato: fale com o autor e conheça o seu projeto didático em:
  4. 4. 1. Estudos Epidemiológicos 2. Fisiopatologia 3. TARV: Esquemas Iniciais 4. Resgate e Populações Especiais 5. Comorbidades e Complicações 6. Prevenção do HIV 7. Discussão Pragmática
  5. 5. A expectativa de vida entre as PVHA ainda é 13 anos menor que a população em geral (aos 20 anos) nos EUA
  6. 6. Hepatites Crônicas Virais, Uso de Álcool e Drogas e Tabagismo são os principais fatores contribuintes para a diminuição de sobrevida
  7. 7. A expectativa de vida entre as PVHA ainda é menor que a população em geral
  8. 8. Ainda há um considerável “gap” entre a prescrição de ARVs e CV Supressa Sustentada nos EUA
  9. 9. Mulheres, Negros e Hispânicos tem maior chance de Falha Terapêutica em comparação com Brancos nos EUA
  10. 10. Negros tem mais falha terapêutica independente de ajustes Idade, má-adesão inicial, desnutrição, CV HIV alta, renda, educação e uso de drogas injetáveis são riscos para falha
  11. 11. Microbioma influencia decisivamente na fisiopatologia da Infecção pelo HIV/Aids
  12. 12. Como manejar a disbiose nos PVHA? Como lidar com sua consequências?
  13. 13. Reservatórios de HIV: O Papel do SNC
  14. 14. Reservatórios de HIV: Células Latentes e Replicação Residual
  15. 15. Cura do HIV: Múltiplas Barreiras
  16. 16. Cura do HIV: O que podemos fazer hoje?
  17. 17. Doravirina: ITRNN, resgata falhas da classe, 1x/dia, sem interações com IBP, neuroamigável (vs EFZ)
  18. 18. Doravirina vs EFZ: Não inferior até semana 48
  19. 19. Doravirina vs EFZ: Melhor perfil de eventos adversos
  20. 20. TAF (Tenofovir Alafenamida): Pró-droga do TDF Fumarato, maior concentração em linfócitos, menor dose e redução de toxicidade
  21. 21. TAF vs TDF: redução toxicidade renal
  22. 22. TAF vs TDF: redução toxicidade óssea
  23. 23. Cabotegravir: Inibidor de Integrase; Rilpivirina: ITRNN, ambas com possibilidade de administração intramuscular “de depósito”
  24. 24. CAB + RPV IM (4/4 sem ou 8/8 sem) vs GC oral: resultados similares com > 90% CV Supressa na Semana 32
  25. 25. CAB + RPV IM (4/4 sem ou 8/8 sem) vs GC oral: perfil de toxicidade similar, se excluídos os eventos relacionados à injeção
  26. 26. CAB + RPV IM (4/4 sem ou 8/8 sem) vs GC oral: melhor avaliação de satisfação com a terapia injetável
  27. 27. Resgate “às cegas”: EFZ ou NVP + 2 ITRN para LOP/r + RAL ou LOP/r + 2 ITRN otimizados
  28. 28. RAL vs 2 ITRN: Menor Falha Terapêutica; Menor Toxicidade Grave Cumulativa, Maior Incidência Dislipidemia
  29. 29. RAL vs 2 ITRN: Perfil de Resistência Comparável
  30. 30. Emergência de Resistência na Swiss Cohort: fim de uma era?
  31. 31. Dolutegravir (Inibidor de Integrase): uso 1x/dia em gestantes com 100% de proteção (dados preliminares), segurança (?)
  32. 32. Perda Óssea em RN: maior em mães em uso de LOP/r vs AZT, uso de TDF não mostrou impacto
  33. 33. TDF vs Risco de Fraturas e Necrose Óssea: risco aumentado em quem usa ou já usou, mas chance cai com a suspensão
  34. 34. ARVs e Necrose Óssea: fatores de risco tradicionais são mais associados ao evento que as drogas isoladamente
  35. 35. TAF vs TDF em PVHA com Alto Risco de Doença Renal Crônica: TAF apresentou melhor segurança
  36. 36. Scores de Avaliação de Risco Cardiovascular em PVHA: ASCVD melhor que Framingham e outros
  37. 37. As Causas Não-Aids de Óbito predominam em Países Ricos, e são Importante em Países em Desenvolvimento
  38. 38. O Distúrbio Neuro-Cognitivo Associadado ao HIV é extremamente comum, e marcadores séricos estão em estudo
  39. 39. Obrigado pela Atenção! SAE de Infectologia HC UNESP Botucatu Faculdade de Medicina UNESP

×