MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO  SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL E  DO ENSINO  FUNDAME...
<ul><li>PROGRAMAS E POLÍTICAS </li></ul><ul><li>Política Nacional de Educação Infantil </li></ul><ul><li>Credenciamento e ...
 
EDUCAÇÃO COM QUALIDADE SOCIAL <ul><li>democratização do acesso e da permanência; </li></ul><ul><li>reorganização dos tempo...
OBJETIVO Assegurar a todas as crianças um tempo mais longo de convívio escolar, maiores oportunidades de  aprender e, com ...
<ul><li>Lei  nº 4.024 de 20 de dezembro de 1961 </li></ul><ul><li>Estabelecia 4 anos de Ensino Fundamental </li></ul><ul><...
LEGISLAÇÃO ENCAMINHAMENTOS ATUAIS
Visa o estabelecimento de normas nacionais  para a ampliação do Ensino Fundamental  para 9 (nove) anos Aprovado em 8 de ju...
Define normas nacionais para a ampliação do Ensino Fundamental para nove anos. Art. 1º A antecipação da obrigatoriedade de...
Homologado e publicado  no Diário Oficial da União em 7 de outubro de 2005 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃ...
Lei nº 11.274, de 6 de fevereiro de 2006 Altera a redação dos arts. 29, 30, 32 e 87 da Lei n o  9.394, de 20 de dezembro d...
ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS
II - Os nove anos de trabalho escolar ELEMENTOS ORGANIZADORES I - Repensar o Ensino Fundamental em seu conjunto
I - REPENSAR O ENSINO FUNDAMENTAL EM SEU CONJUNTO RECEBER A CRIANÇA DE SEIS ANOS REQUER REORGANIZAR CURRÍCULO MATERIAIS CO...
INFÂNCIA A nova idade que integra o Ensino Fundamental de Nove Anos
<ul><li>É preciso refletir sobre: </li></ul><ul><li>as lutas sociais pelas conquistas dos direitos; </li></ul><ul><li>a  i...
POSSIBILIDADES DE ORGANIZAÇÃO LDB Art. 23 .  “ A educação básica poderá organizar-se  em séries anuais, períodos semestrai...
 
 
 
 
 
 
 
 
 
ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS  E MATERIAIS
<ul><li>I - DOCUMENTO: </li></ul><ul><li>ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS:  </li></ul><ul><li>ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS  </li...
<ul><li>Em processo de elaboração documento sobre concepção curricular. O documento será composto de textos  sobre: </li><...
A INFÂNCIA E SUA SINGULARIDADE   <ul><li>Como trabalhar com as crianças de maneira que sejam considerados seu contexto de ...
A INFÂNCIA NA ESCOLA E NA VIDA:  UMA RELAÇÃO FUNDAMENTAL   <ul><li>Que espaços e tempos estamos criando para que as crianç...
O BRINCAR COMO UM MODO DE SER E ESTAR NO MUNDO   <ul><li>Por que à medida que avançam os segmentos escolares se reduzem os...
AS DIVERSAS EXPRESSÕES E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NA ESCOLA   <ul><li>O prazer e o domínio do olhar, da escuta e do mo...
AS CRIANÇAS DE SEIS ANOS E AS ÁREAS DO CONHECIMENTO  <ul><li>Conhecer, por sua vez, implica sensibilidade, conhecimentos e...
LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO: PENSANDO A PRÁTICA PEDAGÓGICA <ul><li>Por meio da oralidade, as crianças participam de diferen...
A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO: ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO COMO EIXOS ORIENTADORES  <ul><li>O modo como organizamos ...
AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM NA ESCOLA: A PRÁTICA PEDAGÓGICA COMO EIXO DA REFLEXÃO   <ul><li>Tradicionalmente as práticas de a...
MODALIDADES ORGANIZATIVAS DO TRABALHO PEDAGÓGICO: UMA POSSIBILIDADE  <ul><li>Linguagem e poder têm andado juntos na histór...
CONTATO   MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS  DE EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL - DPE COORD...
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FILHOS SÃO COMO NAVIOS

  1. 1. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL COORDENAÇÃO GERAL DO ENSINO FUNDAMENTAL
  2. 2. <ul><li>PROGRAMAS E POLÍTICAS </li></ul><ul><li>Política Nacional de Educação Infantil </li></ul><ul><li>Credenciamento e Integração das Instituições de Educação Infantil aos Sistemas de Ensino </li></ul><ul><li>Rede Nacional de Formação Continuada de Professores da Educação Básica </li></ul><ul><li>ProInfantil </li></ul><ul><li>Pró-Licenciatura </li></ul><ul><li>Pró-Formação </li></ul><ul><li>Pró-Letramento </li></ul><ul><li>Política de Livro e Leitura </li></ul><ul><li>Ensino Fundamental de 9 Anos </li></ul>
  3. 4. EDUCAÇÃO COM QUALIDADE SOCIAL <ul><li>democratização do acesso e da permanência; </li></ul><ul><li>reorganização dos tempos e dos espaços </li></ul><ul><li>da escola; </li></ul><ul><li>concepção da escola como pólo gerador </li></ul><ul><li>e irradiador de cultura e conhecimento; </li></ul>Compromisso com a:
  4. 5. OBJETIVO Assegurar a todas as crianças um tempo mais longo de convívio escolar, maiores oportunidades de aprender e, com isso, uma aprendizagem mais ampla.
  5. 6. <ul><li>Lei nº 4.024 de 20 de dezembro de 1961 </li></ul><ul><li>Estabelecia 4 anos de Ensino Fundamental </li></ul><ul><li>Acordo Punta del Leste e Santiago </li></ul><ul><li>Compromisso de estabelecer 6 anos para o Ensino Fundamental até 1970 </li></ul><ul><li>Lei 5.692 de 11 de agosto de 1971 </li></ul><ul><li>Obrigatoriedade do Ensino Fundamental para 8 anos </li></ul><ul><li>Lei 9. 394 de 20 de dezembro de 1996 </li></ul><ul><li>Sinalizou um ensino Ensino Fundamental de 9 anos, </li></ul><ul><li>a iniciar-se aos 6 anos de idade </li></ul><ul><li>Lei nº 10. 172, de 9 de janeiro de 2001 </li></ul><ul><li>Aprovou o Plano Nacional de Educação/PNE. </li></ul><ul><li>O Ensino Fundamental de 9 anos se tornou meta da educação nacional </li></ul>FUNDAMENTAÇÃO LEGAL
  6. 7. LEGISLAÇÃO ENCAMINHAMENTOS ATUAIS
  7. 8. Visa o estabelecimento de normas nacionais para a ampliação do Ensino Fundamental para 9 (nove) anos Aprovado em 8 de junho de 2005 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PARECER Nº 06/2005
  8. 9. Define normas nacionais para a ampliação do Ensino Fundamental para nove anos. Art. 1º A antecipação da obrigatoriedade de matrícula no Ensino Fundamental aos seis anos de idade implica na ampliação da duração do Ensino Fundamental para nove anos. Art.2º A organização do Ensino Fundamental de 9 (nove) anos e da Educação Infantil adotará a seguinte nomenclatura: Etapa de ensino - Educação Infantil Creche - até 3 anos de idade - Faixa etária Pré-escola - 4 e 5 anos de idade - Faixa etária Etapa de ensino - Ensino Fundamental de nove anos- a té 14 anos de idade Anos iniciais - Faixa etária de 6 a 10 anos de idade - duração 5 anos Anos finais - Faixa etária d e 11 a 14 anos de idade - duração 4 anos CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA RESOLUÇÃO Nº 3, DE 3 DE AGOSTO DE 2005
  9. 10. Homologado e publicado no Diário Oficial da União em 7 de outubro de 2005 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PARECER Nº 18/2005
  10. 11. Lei nº 11.274, de 6 de fevereiro de 2006 Altera a redação dos arts. 29, 30, 32 e 87 da Lei n o 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, dispondo sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6 (seis) anos de idade. NOVA REDAÇÃO: &quot;Art. 32. O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: &quot;Art. 87 ...................................................................................   § 2 o O poder público deverá recensear os educandos no ensino fundamental, com especial atenção para o grupo de 6 (seis) a 14 (quatorze) anos de idade e de 15 (quinze) a 16 (dezesseis) anos de idade. § 3 o ................................................................................... I – matricular todos os educandos a partir dos 6 (seis) anos de idade no ensino fundamental Art. 5 o Os Municípios, os Estados e o Distrito Federal terão prazo até 2010 para implementar a obrigatoriedade para o ensino fundamental disposto no art. 3 o desta Lei e a abrangência da pré-escola de que trata o art. 2 o desta Lei.
  11. 12. ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS
  12. 13. II - Os nove anos de trabalho escolar ELEMENTOS ORGANIZADORES I - Repensar o Ensino Fundamental em seu conjunto
  13. 14. I - REPENSAR O ENSINO FUNDAMENTAL EM SEU CONJUNTO RECEBER A CRIANÇA DE SEIS ANOS REQUER REORGANIZAR CURRÍCULO MATERIAIS CONTEÚDOS GESTÃO PROPOSTA PEDAGÓGICA PROJETO PEDAGÓGICO METODOLOGIAS AVALIAÇÃO ESPAÇOS TEMPOS FORMAÇÃO CONTINUADA INFÂNCIA ADOLESCÊNCIA PLANEJAMENTO
  14. 15. INFÂNCIA A nova idade que integra o Ensino Fundamental de Nove Anos
  15. 16. <ul><li>É preciso refletir sobre: </li></ul><ul><li>as lutas sociais pelas conquistas dos direitos; </li></ul><ul><li>a idade da criança para além da idade cronológica; </li></ul><ul><li>a infância que constitui o ensino de 9 anos; </li></ul><ul><li>as linguagens que constituem a formação dessa infância. </li></ul><ul><li>a cultura infantil; </li></ul><ul><li>as culturas infantis; </li></ul><ul><li>o brincar; </li></ul><ul><li>o desenho; </li></ul><ul><li>a identidade; </li></ul><ul><li>a autonomia; </li></ul><ul><li>a interação; </li></ul><ul><li>a pluralidade; </li></ul><ul><li>a linguagem oral; </li></ul><ul><li>a linguagem escrita; </li></ul>
  16. 17. POSSIBILIDADES DE ORGANIZAÇÃO LDB Art. 23 . “ A educação básica poderá organizar-se em séries anuais, períodos semestrais, ciclos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não – seriados, com base na idade, na competência e outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar”. II - OS NOVE ANOS DE TRABALHO ESCOLAR
  17. 18.  
  18. 27. ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS E MATERIAIS
  19. 28. <ul><li>I - DOCUMENTO: </li></ul><ul><li>ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: </li></ul><ul><li>ORIENTAÇÕES PEDAGÓGICAS </li></ul><ul><li>PARA A INCLUSÃO </li></ul><ul><li>DAS CRIANÇAS DE SEIS ANOS DE IDADE </li></ul><ul><li>A infância e sua singularidade </li></ul><ul><li>A infância na escola e na vida: uma relação fundamental </li></ul><ul><li>O brincar como um modo de ser e estar no mundo. </li></ul><ul><li>As diversas expressões e o desenvolvimento da criança na escola. </li></ul><ul><li>As crianças de seis anos e as áreas do conhecimento </li></ul><ul><li>Letramento e a alfabetização no ensino fundamental: pensando a prática pedagógica </li></ul><ul><li>A organização do trabalho pedagógico: alfabetização e letramento como eixo </li></ul><ul><li>Avaliação e aprendizagem na escola: a prática pedagógica como eixo da reflexão </li></ul><ul><li>Modalidades organizativas do trabalho pedagógico:uma possibilidade </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>II - MATERIAIS </li></ul><ul><li>  DVD – série “Letra Viva”, 10 programas sobre alfabetização e letramento na infância </li></ul><ul><li>Jogos coletivos </li></ul><ul><li>Livros do PNBE </li></ul>
  20. 29. <ul><li>Em processo de elaboração documento sobre concepção curricular. O documento será composto de textos sobre: </li></ul><ul><li>Currículo e desenvolvimento humano </li></ul><ul><li>Os educandos, seus direitos e o currículo </li></ul><ul><li>Currículo, conhecimento e cultura </li></ul><ul><li>Currículo e avaliação </li></ul>INDAGAÇÕES SOBRE CURRÍCULO
  21. 30. A INFÂNCIA E SUA SINGULARIDADE <ul><li>Como trabalhar com as crianças de maneira que sejam considerados seu contexto de origem, seu desenvolvimento e o acesso aos conhecimentos, direito social de todos? </li></ul><ul><li>Numa sociedade desigual, as crianças desempenham, nos diversos contextos, papéis diferentes. </li></ul><ul><li>Crianças são cidadãs, pessoas detentoras de direitos, que produzem cultura e são nela produzidas. </li></ul><ul><li>As crianças não são filhotes, mas sujeitos sociais; nascem no interior de uma classe, de uma etnia, de um grupo social. </li></ul><ul><li>Educação infantil e ensino fundamental são freqüentemente separados. Porém, do ponto de vista da criança, não há fragmentação. </li></ul><ul><li>A inclusão de crianças de seis anos no ensino fundamental requer diálogo entre educação infantil e ensino fundamental, diálogo institucional e pedagógico, dentro da escola e entre as escolas, com alternativas curriculares claras . </li></ul><ul><li>Sem conhecer as interações, não há como educar crianças e jovens numa perspectiva de humanização necessária para subsidiar políticas públicas e práticas educativas solidárias </li></ul>
  22. 31. A INFÂNCIA NA ESCOLA E NA VIDA: UMA RELAÇÃO FUNDAMENTAL <ul><li>Que espaços e tempos estamos criando para que as crianças possam trazer para dentro da escola as muitas questões e inquietudes que envolvem esse período da vida? </li></ul><ul><li>Refletir sobre a infância em sua pluralidade dentro da escola é, também, pensar nos espaços que têm sido destinados para que a criança possa viver esse tempo de vida com todos os direitos e deveres assegurados. </li></ul><ul><li>Quem são essas crianças que estão chegando às nossas salas de aula. De onde vêm? Já tiveram experiências escolares anteriores? Que grupos sociais freqüentam? </li></ul><ul><li>Ao nos propormos a receber a criança de seis anos no ensino fundamental, tenha ela freqüentado, ou não, a educação infantil, devemos ter em mente que esse é o primeiro contato com o seu percurso no ensino fundamental. </li></ul><ul><li>Pensar sobre a infância na escola e na sala de aula é um grande desafio para o ensino fundamental que, ao longo de sua história, não tem considerado o corpo, o universo lúdico, os jogos e as brincadeiras como prioridade. </li></ul><ul><li>O direito efetivo à educação das crianças de seis anos não acontecerá somente com a promulgação da Lei n o 11.274, dependerá, principalmente, das práticas pedagógicas e de uma política da escola para a verdadeira acolhida dessa faixa-etária na instituição. </li></ul>
  23. 32. O BRINCAR COMO UM MODO DE SER E ESTAR NO MUNDO <ul><li>Por que à medida que avançam os segmentos escolares se reduzem os espaços e tempos do brincar e as crianças vão deixando de ser criança s para serem alunos ? </li></ul><ul><li>É preciso que as rotinas, as grades de horários, a organização dos conteúdos e das atividades abram espaço para que possamos, junto com as crianças, brincar e produzir cultura. </li></ul><ul><li>O brincar envolve complexos processos de articulação entre o já dado e o novo, entre a experiência, a memória e a imaginação, entre a realidade e a fantasia. </li></ul><ul><li>A brincadeira não é algo já dado na vida do ser humano, ou seja, aprende-se a brincar, desde cedo, nas relações que os sujeitos estabelecem com os outros e com a cultura </li></ul><ul><li>A brincadeira é um lugar de construção de culturas fundado nas interações sociais entre as crianças </li></ul><ul><li>Ao planejarmos atividades lúdicas, é importante perguntar: a que fins e a quem estão servindo? </li></ul><ul><li>O eixo principal em torno do qual o brincar deve ser incorporado em nossas práticas é o seu significado como experiência de cultura </li></ul>
  24. 33. AS DIVERSAS EXPRESSÕES E O DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA NA ESCOLA <ul><li>O prazer e o domínio do olhar, da escuta e do movimento sensíveis construídos no encontro com a arte potencializam as possibilidades de apropriação e de produção de diferentes linguagens </li></ul><ul><li>Ninguém cria no vazio e sim a partir das experiências vividas, dos conhecimentos e dos valores apropriados. </li></ul><ul><li>O criar livremente não significa fazer qualquer coisa, de qualquer forma, em qualquer momento </li></ul><ul><li>Mas como trabalhar no contexto escolar com o fazer estético que promove o encontro do homem com a humanidade? O que fazer? Como fazer? O que não fazer? Como podemos aprender com a arte e a cultura a ressignificar nosso trabalho cotidiano e o processo de ensinar e aprender? </li></ul><ul><li>Muitas vezes, à medida que a criança avança nos anos escolares ou séries do ensino fundamental, vê reduzidas suas possibilidades de expressão, leitura e produção com diferentes linguagens. </li></ul><ul><li>Compreender e expressar a realidade por meio da literatura mobiliza nossa sensibilidade, imaginação e criação </li></ul><ul><li>O desenho como forma de linguagem, não se revela nas atividades de cobrir pontilhados, colorir desenhos mimeografados </li></ul>
  25. 34. AS CRIANÇAS DE SEIS ANOS E AS ÁREAS DO CONHECIMENTO <ul><li>Conhecer, por sua vez, implica sensibilidade, conhecimentos e disponibilidade para observar, indagar, devolver respostas para articular o que as crianças sabem com os objetivos das diferentes áreas do currículo </li></ul><ul><li>Que conhecimentos são fundamentais e indispensáveis à formação das crianças? </li></ul><ul><li>É importante a criança vivenciar atividades em que possa ver, reconhecer, sentir, experienciar, imaginar e atuar sobre as diversas manifestações da arte </li></ul><ul><li>Reconhecemo-nos e diferenciamo-nos a partir do outro, por isso, as atividades devem permitir que todas as crianças possam participar, se divertir e aprender, sejam elas gordas ou magras, altas ou baixas, fortes ou franzinas, rápidas ou menos ágeis </li></ul><ul><li>O desenvolvimento dos conceitos científicos não é fruto de memorização ou de imitação </li></ul><ul><li>Quando trabalhamos um conceito científico, quais têm sido as atividades que o antecedem e as que vão sucedê-lo? </li></ul><ul><li>Uma proposta pedagógica que envolva as diferentes áreas do currículo de forma integrada se efetiva em espaços e tempos, por meio de atividades realizadas por crianças e adultos em interação </li></ul>
  26. 35. LETRAMENTO E ALFABETIZAÇÃO: PENSANDO A PRÁTICA PEDAGÓGICA <ul><li>Por meio da oralidade, as crianças participam de diferentes situações de interação social e aprendem sobre elas próprias, sobre a natureza e sobre a sociedade. </li></ul><ul><li>A leitura do texto literário é fonte de prazer e precisa, portanto, ser considerada como meio para garantir o direito de lazer das crianças e dos adolescentes </li></ul><ul><li>“ Alfabetizar letrando” é um desafio permanente </li></ul><ul><li>O entendimento sobre como funciona a nossa escrita pressupõe ter familiaridade e se apropriar das diferentes práticas sociais em que os textos circulam </li></ul>
  27. 36. A ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO: ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO COMO EIXOS ORIENTADORES <ul><li>O modo como organizamos o trabalho pedagógico está ligado aos modos como entendemos a criança; aos sentidos que damos à infância e à adolescência e aos processos de ensino-aprendizagem </li></ul><ul><li>A cada ano vivemos novas experiências e novos modos de viver a prática pedagógica porque trabalhamos com pessoas, com crianças - trabalhamos então com sujeitos vivos e pulsantes, e com conhecimentos em constante ampliação, revisão e transformação. </li></ul><ul><li>A criança de seis anos encontra-se no espaço de interseção da educação infantil com o ensino fundamental. </li></ul><ul><li>Os planejamentos de ensino, os planos de aula e os projetos de trabalho são, portanto, frutos de reflexões coletivas e individuais cujo objetivo é a aprendizagem das crianças. </li></ul><ul><li>Todo professor, de qualquer nível de ensino, é um professor de linguagem. </li></ul><ul><li>Pensar na organização da escola em função de crianças das séries/anos iniciais do ensino fundamental envolve concebê-las no sentido da inserção no mundo letrado </li></ul><ul><li>É preciso ter espaço para arriscar, em conseqüência, é preciso ter espaço, não só para acertar, mas para expor hipóteses, dúvidas </li></ul>
  28. 37. AVALIAÇÃO E APRENDIZAGEM NA ESCOLA: A PRÁTICA PEDAGÓGICA COMO EIXO DA REFLEXÃO <ul><li>Tradicionalmente as práticas de avaliação desenvolvidas na escola têm se constituído em práticas de exclusão </li></ul><ul><li>O baixo rendimento do estudante deve ser analisado e as estratégias para que ele aprenda devem ser pensadas pelo professor, juntamente com a direção da escola, a coordenação pedagógica e a família </li></ul><ul><li>É preciso não perder tempo, não deixar para os anos seguintes o que devemos assegurar desde a entrada das crianças, aos seis anos, na escola. </li></ul><ul><li>É necessário dominar o que se ensina e saber qual é a relevância social e cognitiva do ensinado para definir o que vai se tornar material a ser avaliado. </li></ul><ul><li>A diversificação dos instrumentos avaliativos, por sua vez, viabiliza um maior número e variedade de informações sobre o trabalho docente e sobre os percursos de aprendizagem </li></ul><ul><li>Não é suficiente sabermos se os estudantes dominam ou não determinado conhecimento ou se desenvolveram ou não determinada capacidade. </li></ul>
  29. 38. MODALIDADES ORGANIZATIVAS DO TRABALHO PEDAGÓGICO: UMA POSSIBILIDADE <ul><li>Linguagem e poder têm andado juntos na história da humanidade </li></ul><ul><li>O currículo escolar é construção da identidade do estudante e espaço de conflito dos interesses da sociedade </li></ul><ul><li>Uma questão fundamental a ser enfrentada no trabalho cotidiano diz respeito ao tempo, que é sempre escasso, por isto, há necessidade de qualificá-lo didaticamente </li></ul>
  30. 39. CONTATO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO – MEC DEPARTAMENTO DE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL E DO ENSINO FUNDAMENTAL - DPE COORDENAÇÃO GERAL DO ENSINO FUNDAMENTAL - COEF SANDRA DENISE PAGEL COORDENADORA GERAL DO ENSINO FUNDAMENTAL ARICELIA RIBEIRO DO NASCIMENTO ASSESSORA TÉCNICA EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS [email_address] [email_address] Telefone: (61) 2104-8650 Fax: (61) 2104-9269

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