Trabalho de Conclusão de Curso

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Trabalho de Conclusão de Curso

  1. 1. TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO Profª Ma. Solange Toldo Soares [email_address]
  2. 2. CONHECIMENTO <ul><li>“ O homem é um ser jogado no mundo, condenado a viver sua existência. Por ser existencial, tem que interpretar a si e ao mundo em que vive, atribuindo-lhes significações. Cria intelectualmente representações significativas da realidade. A essas representações chamamos conhecimento”. </li></ul><ul><li>(José Carlos Köche) </li></ul>
  3. 3. SENSO COMUM X CONHECIMENTO CIENTÍFICO <ul><li>O que é o senso comum? </li></ul><ul><li>Qual a diferença entre o senso comum e o conhecimento científico? </li></ul><ul><li>Qual deles usamos para a elaboração de um TCC? </li></ul>
  4. 4. <ul><li>SENSO COMUM </li></ul><ul><li>Solução de problemas imediatos </li></ul><ul><li>O conhecimento do senso comum, está relacionado com a necessidade de resolver problemas diários e, portanto, não planejado. É elaborado de forma espontânea e instintiva (KÖCHE, 1997). </li></ul><ul><li>CONHECIMENTO CIENTÍFICO </li></ul><ul><li>1. Princípios explicativos e </li></ul><ul><li>visão unitária da realidade </li></ul><ul><li>Busca um critério orientador, um princípio explicativo que esclarece e proporciona a compreensão do tipo de relação que estabelece entre os fatos, coisas e fenômenos, unificando a visão de mundo. (KÖCHE, 1997). </li></ul>
  5. 5. <ul><li>SENSO COMUM </li></ul><ul><li>2. Caráter utilitarista </li></ul><ul><li>Permanece num nível superficial sem aprofundamento crítico e racionalista. (KÖCHE, 1997). </li></ul><ul><li>Não especifica as razões ou fundamentos teóricos que demonstram ou justificam seu uso. Não é confiável. (KÖCHE, 1997). </li></ul><ul><li>CONHECIMENTO CIENTÍFICO </li></ul><ul><li>2. Dúvida, investigação e conhecimento </li></ul><ul><li>Desejo de fornecer explicações sistemáticas que possam ser testadas e criticadas através de provas empíricas e da discussão intersubjetiva. (KÖCHE, 1997). </li></ul><ul><li>Necessidade de alcançar um conhecimento seguro. (KÖCHE, 1997). </li></ul>
  6. 6. <ul><li>O SENSO COMUM </li></ul><ul><li>3. Subjetividade e baixo poder de crítica </li></ul><ul><li>“ O conhecimento do senso comum tem uma objetividade muito superficial e limitada por estar demasiadamente preso à vivência, à ação e à percepção orientadas pelo interesse prático imediatista e pelas crenças pessoais. Os aspectos da realidade ou dos fatos que não se enquadram dentro desse enfoque de interesse utilitário, geralmente são excluídos, ocasionando uma visão fragmentada e, algumas vezes, distorcida dessa realidade” (KÖCHE, 1997, p. 25). </li></ul><ul><li>CONHECIMENTO CIENTÍFICO </li></ul><ul><li>3. Ideal da racionalidade e a verdade sintática </li></ul><ul><li>Atingir uma sistematização coerente do conhecimento presente em todas as suas leis e teorias. (KÖCHE, 1997). </li></ul><ul><li>Os enunciados científicos procuram evitar a ambiguidade e a contradição lógica e estabelecer um padrão de verdade sintática. (KÖCHE, 1997). </li></ul>
  7. 7. <ul><li>O SENSO COMUM </li></ul><ul><li>4. Linguagem vaga e baixo poder de crítica </li></ul><ul><li>Linguagem que dificulta a delimitação da significação dos conceitos, impossibilita a realização de experimentos controlados que permitam esclarecer a manifestação dos fatos ou fenômenos. (KÖCHE, 1997). </li></ul><ul><li>CONHECIMENTO CIENTÍFICO </li></ul><ul><li>4 . Linguagem específica e poder de crítica </li></ul><ul><li>A significação dos conceitos é definida à luz das teorias que servem de marcos teóricos. (KÖCHE, 1997). </li></ul><ul><li>Teoria assume um caráter hipotético, de aceitação poovisória, até que “se prove o contrário”. (KÖCHE, 1997). </li></ul>
  8. 8. <ul><li>O SENSO COMUM </li></ul><ul><li>5.Desconhecimento dos limites de validade </li></ul><ul><li>Por ser vivencial, preso a convicções pessoais e desenvolvido de forma espontânea, torna-se impreciso ou até mesmo incoerente. Dessa forma, não proporciona uma visão global e unitária da interpretação dos fenômenos. (KÖCHE, 1997). </li></ul><ul><li>CONHECIMENTO CIENTÍFICO </li></ul><ul><li>5. Historicidade dos critérios de cientificidade </li></ul><ul><li>Conhecimento elaborado a partir de um método científico, conjunto de procedimentos nem sempre padronizados adotados pelo investigador, orientados por postura e atitudes críticas e adequados ao problema de investigação. (KÖCHE, 1997). </li></ul>
  9. 9. <ul><li>ELABORAÇÃO DO TCC </li></ul><ul><li>Elementos pré-textuais: </li></ul><ul><li>Capa </li></ul><ul><li>Folha de rosto </li></ul><ul><li>Dedicatória </li></ul><ul><li>Agradecimentos </li></ul><ul><li>Epígrafe </li></ul><ul><li>Resumo </li></ul><ul><li>Abstract </li></ul><ul><li>Lista de ilustrações/ siglas/ símbolos </li></ul><ul><li>Sumário </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Elementos textuais: </li></ul><ul><li>1 Introdução: Tema, linha de pesquisa, justificativa, problema, objetivos e metodologia, descrição da organização do trabalho. </li></ul><ul><li>A introdução é a “propaganda” do seu trabalho, o leitor precisa ficar interessado em ler. Não coloque dados de conclusão sobre o assunto, desperte a curiosidade. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>2 DESENVOLVIMENTO </li></ul><ul><li>Depende da metodologia adotada: </li></ul><ul><li>Revisão de literatura: baseada em autores </li></ul><ul><li>Revisão de literatura + apresentação/ análise dos dados. </li></ul><ul><li>Revisão de literatura + proposta de ação </li></ul>
  12. 12. <ul><li>ELABORAÇÃO DO TEXTO DE REVISÃO DE LITERATURA </li></ul><ul><li>Citação : Menção de uma informação extraída de outra fonte. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002) </li></ul><ul><li>Citação de citação : Citação direta ou indireta de um texto em que não se teve acesso ao original. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002) </li></ul><ul><li>Citação direta : Transcrição textual de parte da obra de um autor consultado. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002) </li></ul><ul><li>Citação indireta : Texto baseado na obra do autor consultado. (ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS, 2002) </li></ul>
  13. 13. <ul><li>DISCUSSÃO DE DADOS OU PROPOSTA DE AÇÃO </li></ul><ul><li>Baseada na revisão de literatura elaborada. </li></ul><ul><li>Buscar formas de apresentar ao leitor, comprovar o que pesquisou. Os dados precisam trazer as evidências, pode comprovar uma hipótese ou descartá-la. </li></ul><ul><li>Proposta de ação baseada em critérios específicos e na literatura utilizada. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>CONSIDERAÇÕES FINAIS </li></ul><ul><li>Contribuições do trabalho para a área, resposta ao problema de pesquisa ou ação proposto. </li></ul>
  15. 15. <ul><li>ELEMENTOS PÓS-TEXTUAIS </li></ul><ul><li>REFERÊNCIAS </li></ul><ul><li>APÊNDICES </li></ul><ul><li>ANEXOS </li></ul><ul><li>GLOSSÁRIO </li></ul><ul><li>BOM TRABALHO!! </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>
  16. 16. <ul><li>INDICAÇÃO DE REFERÊNCIAS </li></ul><ul><li>KÖCHE, J.C. Fundamentos de metodologia científica.: teoria da ciência e prática da pesquisa . Petrópolis: Vozes, 1997. </li></ul><ul><li>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 10520: </li></ul><ul><li>informação e documentação: citações em documentos: apresentação. </li></ul><ul><li>Rio de Janeiro, 2002. </li></ul><ul><li>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. 14724 Informação e documentação — Trabalhos </li></ul><ul><li>acadêmicos — Apresentação. Rio de Janeiro, 2005. </li></ul><ul><li>ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023 Informação e documentação -Referências – Elaboração. Rio de Janeiro, 2002. </li></ul><ul><li>SENAC. DN. Manual do Sics, 7 : guia para elaboração de </li></ul><ul><li>trabalhos acadêmicos, referências e citações / Klytia de Souza </li></ul><ul><li>Brasil Dias da Costa; Maria Auxiliadora de Souza Nogueira; </li></ul><ul><li>Jacymara de Assumpção Amorim. Rio de Janeiro : </li></ul><ul><li>SENAC/DIPLAN/CEDOC, 2004. 27p. Inclui bibliografia. </li></ul>

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