Fenda Palatina, Lábio Leporino  Fístula Traqueoesofágica
FENDA PALATINAResulta de uma fusão defeituosa entre o palatoprimitivo e os processos palatinos dos processosmaxilares. Pod...
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Classificação:    Fendas do palato anterior ou primário: também conhecidas como fendas anteriores à fossa incisiva, result...
Fendas do palato posterior ou secundário: conhecidostambém como fendas posteriores à fossa incisiva resultam da nãoaproxim...
Fendas das partes anterior e posterior do palato oufendas dos palatos primário e secundário: Resultam da nãoaproximação e ...
Riscos Pneumonia Aspirativa; Otite;                          7
Conduta Terapêutica- Procedimento Cirúrgico;                                     Palatoplastia             A correção da f...
LÁBIO LEPORINO (LL) ou FENDA          LABIAL- Incapacidade de fusão dos processos  maxilares e nasais medianos, podendo va...
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- A fenda labial é mais comum no sexo masculino;- A incidência de LL com ou sem fenda palatina é de cerca de 1/750 nascido...
- A fusão do lábio superior na linha média completa-se por volta da 7 e 8 semanas de gestação;- Podem ser unilaterais ( fr...
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Conduta Terapêutica- Procedimento Cirúrgico;                                       Zetaplastia               O fechamento ...
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Etiologia LL e Fenda palatina:Exposição    a     drogas   (Medicamentos,Drogas ilícitas, etc.), Defeitos Genéticos,Radiaçã...
Cuidados Como a fenda palatina cria uma abertura continua entre a boca e a cavidade nasal, o lactente é incapaz de gerar u...
Técnicas de alimentação-Sonda Nasogástrica;-Seringa com tubo de Borracha(Dispositivo de breck ou seringa asepto).-Disposit...
ATRESIA DO ESÔFAGO EFÍSTULA TRAQUEOESOFÁGICA- O esôfago e a traquéia surgem no embrião  como um tubo único;- A separação c...
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ATRESIA DO ESÔFAGO-malformação     rara   que                              Traquéia erepresenta a incapacidade      esôfag...
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- A causa da atresia esofágica e da FTE é  desconhecida, e a incidência da atresia  esofágica ocorre em 1/3000 - 4500  nas...
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DIAGNÓSTICORN                 Regurgita saliva          Houver demora noRN                com muitas bolhas             di...
- São efetuadas radiografias  do tórax, em geral  confirmam o diagnóstico,  mas se houver duvida é  instalada uma ou duas ...
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Tratamento - Prevenção da pneumonia e reparo cirúrgico   da anomalia;Suspeita de                      Interromper ingestão...
Complicações- Prematuridade;- Pneumonia por aspiração;                             32
Procedimento Cirúrgico                        Fístula                              Varia de acordo com a localização e o t...
Procedimento Cirúrgico                       Atresia                              Geralmente requer um procedimento       ...
Cuidados      A responsabilidade pela detecção desta grave malformação começa      imediatamente após o nascimento. Prefer...
Referências•   BARONEZA, J. E. Dados epidemiológicos de portadores de fissuras labiopalatinas de uma instituição    especi...
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Fenda palatina, ll e fistula traqueoesofagica

  1. 1. Fenda Palatina, Lábio Leporino Fístula Traqueoesofágica
  2. 2. FENDA PALATINAResulta de uma fusão defeituosa entre o palatoprimitivo e os processos palatinos dos processosmaxilares. Pode ser tanto unilateral quanto bilateral. 2
  3. 3. 3
  4. 4. Classificação: Fendas do palato anterior ou primário: também conhecidas como fendas anteriores à fossa incisiva, resultam da não aproximação e fusão das massas mesenquimais nos processos palatinos laterais com o mesênquima do palato primário. Fig.: E- Fenda labial e do processo alveolar da maxila, unilateral completa, com fenda unilateral do palato anterior ou primário. F- Fenda bilateral completa do lábio e dos processos alveolares das maxilas com fenda bilateral do palato anterior. 4
  5. 5. Fendas do palato posterior ou secundário: conhecidostambém como fendas posteriores à fossa incisiva resultam da nãoaproximação e fusão das massas mesenquimais dos processospalatinos laterais entre si e com o septo nasal. Fig.: C- Fenda unilateral do palato posterior ou secundário. D- Fenda bilateral do palato posterior 5
  6. 6. Fendas das partes anterior e posterior do palato oufendas dos palatos primário e secundário: Resultam da nãoaproximação e fusão das massas mesenquimais dos processospalatinos laterais com o mesênquima no palato primário entre si ecom o septo nasal. Fig.: G- Fenda bilateral completa do lábio e dos processos alveolares das maxilas com fenda bilateral do palato anterior e fenda unilateral do palato posterior . H- Fenda bilateral completa do lábio e dos processos alveolares das maxilas com fenda bilateral completa do palato anterior e posterior. 6
  7. 7. Riscos Pneumonia Aspirativa; Otite; 7
  8. 8. Conduta Terapêutica- Procedimento Cirúrgico; Palatoplastia A correção da fissura do palato ocorre geralmente entre o 12 e o 18 meses de vida.A terapêutica visa o fechamento da fenda,ou seja, fechando o palato duro com ostecidos moles adjacentes da fissura,prevenção de complicações e facilitação docrescimento e desenvolvimento da criança. 8
  9. 9. LÁBIO LEPORINO (LL) ou FENDA LABIAL- Incapacidade de fusão dos processos maxilares e nasais medianos, podendo variar desde uma pequena chanfradura até uma fenda completa que se estende até a base do nariz. (WONG, 1999)- Malformação facial que ocorre no desenvolvimento embrionário; 9
  10. 10. 10
  11. 11. - A fenda labial é mais comum no sexo masculino;- A incidência de LL com ou sem fenda palatina é de cerca de 1/750 nascidos brancos, sendo mais comum em meninos. (BEHRMAN; KLIEGMAN; JENSON, 2009). 11
  12. 12. - A fusão do lábio superior na linha média completa-se por volta da 7 e 8 semanas de gestação;- Podem ser unilaterais ( freqüentes no lado esquerdo) ou bilaterais e envolver a crista alveolar; 12
  13. 13. 13
  14. 14. 14
  15. 15. Conduta Terapêutica- Procedimento Cirúrgico; Zetaplastia O fechamento cirúrgico da fenda labial ocorre geralmente aos 3 meses de vida. O lactente necessita ter ganho ponderal satisfatório e estar livre de qualquer infecção oral, respiratória ou sistêmica.Pode-se revisar o reparo inicial aos 4 ou 5 anos deidade. A cirurgia corretiva do nariz pode ser adiada 15até a adolescência.
  16. 16. 16
  17. 17. Etiologia LL e Fenda palatina:Exposição a drogas (Medicamentos,Drogas ilícitas, etc.), Defeitos Genéticos,Radiação.Diagnóstico: - Exame Físico; - Exames genéticos. 17
  18. 18. Cuidados Como a fenda palatina cria uma abertura continua entre a boca e a cavidade nasal, o lactente é incapaz de gerar uma pressão negativa para fazer a sucção na cavidade oral, prejudicando a alimentação. cabe orientar e achar a melhor forma de alimentar o RN. 18
  19. 19. Técnicas de alimentação-Sonda Nasogástrica;-Seringa com tubo de Borracha(Dispositivo de breck ou seringa asepto).-Dispositivos Comerciais:(Bico de Lamb, Bico com Borda,Bico especial para mamadeira) 19
  20. 20. ATRESIA DO ESÔFAGO EFÍSTULA TRAQUEOESOFÁGICA- O esôfago e a traquéia surgem no embrião como um tubo único;- A separação completa ocorre entre a 4 e a 6 semanas de gestação, motivo por que em 87% dos casos de atresia há uma fístula do esôfago distal com a traquéia próxima à sua bifurcação. (ALMEIDA, 1997). 20
  21. 21. 21
  22. 22. 22
  23. 23. ATRESIA DO ESÔFAGO-malformação rara que Traquéia erepresenta a incapacidade esôfagodo esôfago de se normaisdesenvolver como uma Esôfagopassagem contínua. parte Traquéia superior normal Esôfago parte inferior 23
  24. 24. 24
  25. 25. - A causa da atresia esofágica e da FTE é desconhecida, e a incidência da atresia esofágica ocorre em 1/3000 - 4500 nascidos vivos.- As principais manifestações clínicas da FTE é salivação excessiva acompanhada de tosse, asfixia e cianose; apnéia; aumento da angústia respiratória após alimentação e distensão abdominal. 25
  26. 26. 26
  27. 27. DIAGNÓSTICORN Regurgita saliva Houver demora noRN com muitas bolhas diagnóstico Apresentará pneumonia pelo refluxo gastroesofágico, por meio da fístula Fístula e pela aspiração da saliva. Comum distensão abdominal, pelo ar que passa para o estômago pela fístula na inspiração.A incapacidade de passar uma sonda até oestômago confirma a suspeita. AtresiaAusência total de ar no trato GI indicaatresia esofágica sem FTE. 27
  28. 28. - São efetuadas radiografias do tórax, em geral confirmam o diagnóstico, mas se houver duvida é instalada uma ou duas gotas de contraste. 28
  29. 29. 29
  30. 30. 30
  31. 31. Tratamento - Prevenção da pneumonia e reparo cirúrgico da anomalia;Suspeita de Interromper ingestão oral Administrar líquidos IV FTE Colocar RN na posição + conveniente Evitar a ocorrência de aspiração das secreções da boca ou do estômago. Aspirar continuamente as secreções da boca e da bolsa superior Entubação naso ou orotraqueal 31
  32. 32. Complicações- Prematuridade;- Pneumonia por aspiração; 32
  33. 33. Procedimento Cirúrgico Fístula Varia de acordo com a localização e o tipo de fístula, costuma-se fazer uma incisão no tórax direito. A seção do esôfago que contém a fístula é removida.Requer intervenção imediata 33
  34. 34. Procedimento Cirúrgico Atresia Geralmente requer um procedimento dividido em estágios. Isso envolve a colocação de um tubo no estômago (tubo de gastrostomia), a fim de descomprimir o estômago e evitar que o líquido no estômago suba para o esôfago, atravesse a fístula (se houver) e penetre os pulmões. O bebê então é observado em uma UTI até que esteja bem o suficiente para ser submetido à remoção da fístula (caso haja) e à correção definitiva do esôfago.Requer intervenção imediata 34
  35. 35. Cuidados A responsabilidade pela detecção desta grave malformação começa imediatamente após o nascimento. Preferencialmente, deve ser diagnosticada antes da primeira mamada. Deveria ser rotina fornecer água ao RN como primeira alimentação ou estar presente quando a mãe alimentar o lactente, a fim de observar a sua resposta. Não deve ser fornecido líquidos A melhor posição para o RN com suspeita deorais no caso de suspeita da FTE, FTE é a posição supina, com a cabeça elevada 35sendo administrados líquidos IV. num plano inclinado de pelo menos 30 graus.
  36. 36. Referências• BARONEZA, J. E. Dados epidemiológicos de portadores de fissuras labiopalatinas de uma instituição especializada de Londrina, Estado do Paraná. Acta Sci. Health Sci. Maringá, v. 27, n. 1, 2005.• FENHA, Madalena, et al. Avaliação das dimensões cognitivas e sócio-afectivas de crianças com fenda lábio-palatina. Psic., Saúde & Doenças, vol.1, n°.1, 2000.• FIGUEIREDO, I. M. B. et al. Tratamento cirúrgico de fissuras palatinas completas. Revs. Bras. Pediatria Social, vol. 3, n° 17, 2004.• MOORE, K. L; PERSAUD, T. V. N. Embriologia Clínica. 6° ed. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan, 2000.• THOMPSN, E. D. et al. Uma introdução à Enfermagem Pediátrica. 6° ed. Porto Alegre. Ed. Artes Médicas. 1996.• ZIEGEL, E. E; GRANLEY, M. S. Enfermagem Obstétrica. 8° Ed. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan, 1986.• WAY, L. W; DOHERTY, G. M. Cirurgia: diagnóstico e tratamento. 11° ed. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan, 2004.• BEHRMAN, R. E.; KLIEGMAN, R. M.; JENSON, H. B. Nelson Tratado de pediatria. Ed. Guanabara Koogan,18 edição, 2009.• ALMEIDA, H. C. Atresia do esôfago. In: MIURA, E.; PROCIANOY e colaboradores. Neonatologia princípios e prática. 2 ed. Porto Alegre: Ed. Artes Médicas, 1997.• WONG, D. L. Enfermagem Pediátrica: Elementos Essenciais à intervenção efetiva. 5° ed. Rio de Janeiro. Ed. Guanabara Koogan, 1999. 36

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