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Revista Neurociência - Introdução à Sofrologia

  1. 1. Neurociências • Volume 6 • Nº 1 • janeiro/março de 2010 63 Atualização Introdução à sofrologia William Bonnet Introdução Atualmente, o homem contemporâneo é exposto a situações di- versas que podem desencadear estresse físico e mental. As represen- tações mentais que temos de determinadas realidades, muitas vezes potencializam esse estresse e podem dificultar nossas relações sociais, afetivas, além de forma de nos relacionarmos com nós mesmos. A sofrologia é a ciência que busca a compreensão desse estresse e desenvolve ferramentas capazes de trazer a harmonia entre o corpo e a mente. Foi desenvolvida em 1960, pelo neuropsiquiatra colombia- no Afonso Caycedo, tendo como principio fundamental o pensamento positivo. Hoje, a sofrologia é utilizada em várias áreas de conhecimento, principalmente na Europa, onde tem muito sucesso. Na medicina e psicologia é utilizada como método profilático. Esse artigo foi produzido a partir do material de estudo da Escola Francesa de Somatoterapia e Sofrologia, localizada na cidade de Tours, França e apresenta ao público brasileiro uma introdução aos conceitos iniciais, definições, métodos, aplicações e práticas da sofrologia. Histórico A sofrologia é uma ciência que nasceu da hipnose e abriu as vias da psicanálise. Franz-Anton Mesmer (1734-1815), através de suas pesquisas sobre o magnetismo, foi seu precursor. Foi o padre José Custódio de Faria (1756-1819) que desmistificou o poder sobrenatural do magnetizador, ressaltando que o praticante age pela sugestão ver- bal. Ainda que suas teorias tenham sido desacreditadas durante vários anos, ele foi o primeiro codificador da hipnose. A primeira intervenção cirúrgica sob anestesia por sugestão foi re- alizada em 1814 por Jules Choquet. Em 1859 Paul Broca (1824-1880) Psicólogo, diretor da École de opera um abscesso de ânus sob hipnose. Hippolyte Bernheim (1843- somatothérapies et de sophrologie 1917) e Ambroise Auguste Liébault (1823-1904) fundaram a Escola de appliquées, França Nancy (França), onde eles reconheceram a importância da sugestão nos fenômenos hipnóticos. Correspondência: E-mail: contact@ Jean Martin Charcot (1825-1893), neurologista no Hospital La sophrologie.net, www.sophrologie. Salpêtrière (França), estudou a histeria e tentou demonstrar o poder do net www.sofrologiabrasil.blogspot. espírito sobre o corpo. Josef Breuer (1842-1925) descobriu que no caso com dos histéricos o traumatismo inicial provocado por uma emoção anterior
  2. 2. 64 Neurociências • Volume 6 • Nº 1 • janeiro/março de 2010 desaparecia quando o paciente vivia novamente a mínio dessa consciência, sendo capaz de modificar situação traumatizante. Ele é o inventor do conceito o seu conteúdo, assim como, os diferentes estados de catarse. Sigmund Freud (1856-1939), discípulo e níveis de vigilância, através do autocontrole do de Charcot criou a psicanálise em 1896. corpo e do espírito. Em 1932, Johannes Schultz (1884-1970) divul- Caycedo define a consciência segundo três es- gou seu método de relaxamento, conhecido como tados qualitativos e três níveis quantitativos. Training autogênico. Trata-se de uma técnica que se baseia no yoga e na hipnose. A consciência segundo Caycedo William Reich (1897-1957) inspirou, através dos seus trabalhos, a vegetoterapia, depois o suporte A consciência apresenta três estados qualitati- teórico das Somatoterapias. Sua obra originou os vos e três quantitativos. Os três estados qualitativos conceitos de base da sofrologia. Alexander Lowen são o estado patológico; o estado ordinário; o estado criou a Bioenergia. sofrônico. Os três níveis quantitativos são: a vigília; o sono; o nível sofroliminar. Definição O nível sofroliminar se situa entre a vigília e o sono. Trata-se de uma zona sensível utilizada para Interessado pelas técnicas orientais de rela- reforçar a consciência. Segundo Caycedo, o indivíduo xamento, o neuropsiquiatra colombiano Alfonso pode permanecer nesse estado de consciência co- Caycedo (1932-), esteve na Ásia para descobrir os mum, se instalar no estado de consciência patológica diferentes métodos praticados. Suas observações ou então progredir na consciência sofrônica positiva. permitiram-lhe chegar à seguinte conclusão: todas A escola francesa impôs a tomada de considera- essas práticas têm em comum “a busca do domínio ção do inconsciente na sofrologia. Em destaque estão do corpo pelo espírito”. Inspirado por suas formidá- o Dr. Jean Pierre Hubert, o Dr. Jacques Donnars e o veis descobertas, ele retorna ao Ocidente e cria seu Dr. Roland Cahen. próprio método de relaxamento, ocidentalizado e desprovido de todo misticismo. A somatoterapia O aperfeiçoamento deste método resulta de uma premissa científica onde cada hipótese de trabalho é Historia e fundamentos da somatoterapia verificada antes de ser aplicada. Caycedo deu o nome de Sofrologia a essa nova ciência. Em 1960, ele Vivemos uma época de grande audácia no domí- fundou a Escola de Sofrologia e deu ao seu método nio das curas, nos garantindo uma fusão espantosa a seguinte definição: a sofrologia é uma ciência, ou de terapias, muitas das quais podemos achar gra- melhor, uma Escola científica que estuda a consciên- ça. Porém é mais sensato considerarmos algumas cia, suas modificações e os meios físicos, químicos dessas terapias com interesse. Esta multiplicação ou psicológicos que podem modificá-la, com o fim de práticas simplesmente responde à diversidade terapêutico, profilático ou pedagógico em medicina. da demanda, assim como a particularidade de cada A palavra Sofrologia vem do grego sos phren terapeuta. logos onde: sos = harmonia; phren = consciência; O verdadeiro praticante sabe que precisará criar logos = estudo. uma terapia própria para cada terapeuta e a cada Portanto, a sofrologia é a ciência do espírito encontro terapêutico; a diferenciação que se fazia, sereno aplicada à consciência humana. Ela estuda durante muito tempo, espontânea e silenciosa, se a modificação dos estados de consciência, a modifi- sistematiza agora, se inscreve em um quadro estru- cação dos níveis de vigilância e os meios de produzir turado. essas modificações. Existem causas históricas para a eclosão dessas Para isso, a sofrologia utiliza as técnicas de- novas práticas. A sociedade evolui cada vez mais nominadas sofrônicas passivas ou ativas, saídas rapidamente, abrindo novos campos aos terapeutas. da hipnose e da sugestão. Além dos métodos de Quando foi preciso reagir a todas as descobertas relaxação tradicional como o Training autogênico de recentes na medicina, em técnica e organização, na Schultz, que são igualmente utilizados. metade do século XIX, no tempo de Claude Bernard, Desta forma, o indivíduo pode se encarregar foi pela psique, pelo discurso e pelos processos da sua totalidade psicossomática por uma vivência intra-psíquicos, como fizeram Charcot, Freud ou Pierre direta da sua própria consciência, alcançando o do- Janet (1859-1947). A época não era ainda do uso do
  3. 3. Neurociências • Volume 6 • Nº 1 • janeiro/março de 2010 65 corpo. Mesmo Sándor Ferenczi (1873-1933) e Reich como a psicoterapia e a socioterapia, a somatotera- ainda resistiram e só o reconhecerem 50 anos mais pia pode ser estruturada ou analítica. tarde, entre as duas guerras. No primeiro caso, o tratamento é curto, visa um O trabalho em grupo nascia, a aproximação sintoma com um meio bem circunscrito, por exemplo: franca e aberta do corpo deram-se após a derrota a sexoterapia. do totalitarismo. No segundo, o tratamento visa o sujeito na sua Mas agora a grande liberação é a possibilidade globalidade e pode durar anos, utilizando meios que o homem tem de explorar todas as suas poten- muito mais amplos. A relação com o terapeuta se cialidades. Enquanto isso, o inconveniente desta torna transferível, mas tudo isso não é elaborado de geração quase espontânea, reside na denominação maneira formal. muitas vezes incoerente das terapias. Uma clas- Da mesma forma, uma psicanálise pode perma- sificação metódica e segura das bases científicas necer estruturada por anos, uma ciência terapêutica ajudaria provavelmente a situar cada etapa em razão pode ser analítica desde o início. aos critérios objetivos, respeitando o toque inventivo pessoal. Com o objetivo de classificação científica das É nesse estado de espírito que desde 1989, a terapias, nós devemos considerar quatro critérios somatoterapia tenta se situar. A ciência do corpo em principais: terapia, que nós podemos chamar somatologia, é a • Primeiro critério: a duração. As terapias estrutura- ciência do corpo qualitativa. Assim o corpo em terapia das são geralmente curtas, atingindo uma média não é somente anatômica, biológica e psicológica, de 10 a 15 sessões. As terapias analíticas têm ele é dotado de uma qualidade suplementar: a vivên- uma duração longa e indeterminada, não definitiva cia. O nosso corpo vivencia experiências qualitativas de início. e singulares: cada pessoa vive o novo e original a • Segundo critério: finalidade da terapia. Com cada instante. efeito, o primeiro tipo de terapia se estrutura em A somatologia é a ciência desse corpo às vezes torno de um sintoma preciso e termina quando anatomo-bio-psicológico e vivido em situações. esse sintoma desaparece. Trata-se geralmente de Como a psicanálise há cem anos dava acesso um sintoma limitado mais funcional que orgânico à palavra, as somatoterapias abrem hoje o acesso abordável em 10 a 15 sessões precisamente. O ao corpo para lhe dar a palavra. segundo tipo de terapia contorna o sintoma ime- A somatoterapia é, com a psicoterapia e a diatamente para analisar o terreno, considerando socioterapia, uma das três grandes categorias de que somente uma mudança mais geral pode curar, terapia. Enquanto que a psicoterapia estuda mais isto é, eliminar toda recaída e a transferência do precisamente os processos psíquicos individuais sintoma. e a socioterapia estuda a dinâmica relacional, a • Terceiro critério: consideração dos meios utiliza- somatoterapia trabalha sobre o funcionamento e a dos. Se tomarmos o exemplo da insônia, utiliza- vivência corporal. mos uma terapia curta, algumas sessões de re- Essas três vias são interativas e inseparáveis, laxamento, por exemplo, para eliminar o sintoma, mas a prática conduz cada terapeuta a privilegiar o qual é bem circunscrito. Nós utilizaremos (de uma ou outra. preferência) uma análise bioenergética de dura- A somatoterapia reúne em um só termo todas ção indeterminada quando a insônia representa as terapias corporais e as situa no seu verdadeiro apenas a ponta do iceberg. lugar. Ela não se interessa pelo corpo plástico, mas • Quarto critério: o tipo da relação terapêutica. Em transfere toda sua atenção sobre a reatividade do uma terapia estruturada, a relação continua hierar- corpo às estimulações psíquicas, as obrigações da quizada entre um terapeuta e um paciente, entre vida social e profissional e a vida afetiva. o que se sabe e o que se aprende, entre aquele Esse conceito é destinado a introduzir o rigor que pode e aquele que fracassou até o momento, metodológico e uma nova exigência teórica. entre o professor e o aluno. Porém, não podemos Desde 1960, teoria e prática do corpo se mul- dizer que esta relação estruturada não é transfe- tiplicam e hoje necessitam de uma classificação. rível. Existe certamente uma transferência, mas Essa classificação pode se orientar essencialmente se trata de uma forma imposta de transferência, para dois pontos. Nós podemos distinguir as terapias desta forma hierarquizada precisamente. ditas estruturadas e as terapias analíticas. Assim
  4. 4. 66 Neurociências • Volume 6 • Nº 1 • janeiro/março de 2010 Em uma terapia estruturada, não é preciso sair Classificação das socioterapias desta forma de relação desejada. A relação analítica, Natureza do grupo Terapias ao contrario, consiste em uma projeção de transfe- Terapia de casal, conselho conju- rência que desloca sobre o terapeuta os tipos de Casal gal, sexo terapia relações habituais, antigas e repetitivas. Família Terapias sistêmicas Em certo momento do tratamento, esta dimen- Treinamento em grupo, grupo de são transferível se torna pré-valida e é preciso traba- Grupos terapêuticos análise, psicodrama, lhar. Agora, como não se trata mais de um sintoma Instituição Terapias institucionais simples, mas existente, a duração desta analise é indeterminada e geralmente longa. É, portanto, o cri- Classificação das somatoterapias tério relacional que condiciona a diferença de duração Função corporal Terapias entre os dois tipos de terapia, pois, nós podemos Psicomotricidade, yoga, expressão suportar em média uma relação hierárquica durante corporal, terapia através da dan- 10 a 15 sessões, mas, além disso, existe um risco, Movimento e postura ça, ginástica, método Alexander, o retorno a espontaneidade de transferência. Expressões artísticas privilegiando o movimento. Critérios distintivos das terapias estruturadas e Toque Massagem, auto-análise analíticas Musicoterapia, psicofonia, mé- Característi- Terapias Terapias Sentido todo Tomatis, terapia através do cas estruturadas analíticas instinto e do olfato, etc. Duração Curto Longo Voz Expressões vocais, ortofonia, etc. Finalidade Sintoma Terreno Respiração reberth Métodos Parcial Global Relações Hierárquico Analítico Global Bioenergia, gestalt, grito primal, somato-análise Os dois grandes critérios de classificação rela- Sofrologia, relaxamento, isolação tivos ao lugar de aplicação e a forma do emprego, Estados de consciên- sensorial, transe, meditação, permitem propor um quadro geral que diferencia seis cia hipnose, sofro-análise… grandes categorias de terapias. A sofronização As grandes classes de terapias Local de Terapias Terapias Na prática, uma ciência como a sofrologia come- aplicação estruturadas analíticas ça pelo acesso ao nível sofroliminar, com a ajuda de Psiquismo Psicoterapias Análises um processo chamado sofronização. Para isso, são Social Socioterapias Análises de grupo utilizadas técnicas precisas que permitem modificar Somáticas Somatoterapias Somato-análise os estados de consciência. No nível sofroliminar, Classificação das psicoterapias se produz uma ativação intra-sofrônica que permite Local de a consciência se reforçar. Em seguida utiliza-se um Terapias impacto processo chamado de desofronização, ou seja, o Psicoterapia de apóio sofronizado retoma progressivamente seu nível de Relacional Psicoterapia central sobre a pessoa vigilância e seu tônus muscular, necessários a atu- Terapias comportamentais alidade e a atividade. Cognitiva Terapia de Erikson Terapias familiares Descrição dos fenômenos Sistêmica Análise familiar Psicoterapia breve A técnica começa por um relaxamento muscular Psicodinâmica Psicanálise, análise dito simples. Trata-se de uma evocação dos lugares do corpo, ponto a ponto, segmento por segmento, começando pela face. Esse procedimento permite atravessar as barreiras musculares, de aceder ao relaxamento e de modificar a consciência ordinária.
  5. 5. Neurociências • Volume 6 • Nº 1 • janeiro/março de 2010 67 Figura 1 - Schéma d’une sophronisation. Do ponto de vista estritamente prático, a sofro- nização compreende três partes: 1) um acesso ao relaxamento: trata-se de uma fase física de relaxa- mento, seguida de uma fase mental transformada; 2) um trabalho ao nível sofroliminar: incluindo a ati- vação intra-sofrônica e a sugestão do sofrólogo; 3) preparação mental ao retorno: O sofronizado deve preparar-se a deixar a zona “X” e em seguida um retorno físico é necessário. A conservação do nível sofroliminar é feita com a ajuda do terpnos logos, ritmo regular da palavra que inclui a sugestão. A sofronização de base constitui o primeiro Nesse estado de consciência particular, o sofro- percurso obrigatório de qualquer terapia ou de qual- nizado vive fenômenos que podem prepará-lo a uma quer compromisso de desenvolvimento pessoal. sofro- análise e de aceder ao campo descobrindo. Isto é de alguma maneira o trampolim do começo No ponto de vista de Caycedo, a sofrologia é do compromisso no processo de mudança. A sofro- considerada como uma ciência fenomenológica. nização de base constitui por si própria, um começo Deste forma ele recusa a dimensão analítica desta de amnésia, pois permite que o paciente expresse disciplina. Nosso ponto de vista é diferente, pois a sua experiência após a sessão e que o terapeuta nós pensamos que a sofrologia oferece um terreno observe os comportamentos que constituem uma remarcável para a análise, permitindo a exploração primeira investigação. É assim que a sofronização de e a percepção da dimensão inconsciente sofrônica. base pode ir além da impossibilidade patológica de A passagem do nível sofroliminar na consciência se descontrair, até a liberação inteira do ser. modificada permite: 1) Uma hiper amnésia sofrôni- ca: aumento das capacidades de memorização; 2) Os métodos de sofronização Uma sofro-oniria: produção de imagens hipnagógicas espontâneas; 3) Não existe amnésia pós-sofrônica: Instale-se confortavelmente, feche os olhos. como é o caso para a hipnose. Comece a relaxar. Primeiramente a testa. Sua testa é Caycedo observa também o que ele chama lisa. Elimine as rugas de expressão da sua testa. Re- uma plasticidade imaginativa excepcional, que se laxe as sobrancelhas, os olhos, os músculos detrás manifesta de duas maneiras: dos olhos, ao redor dos olhos. Relaxe as bochechas, 1. Desenvolvimento de uma sofro-produtividade: as faces externas das bochechas em relação ao seu A vivência sofrônica ativa o mundo fantástico e rosto. A face interna em relação com sua boca. Sua fantasmagórico. Em certos casos pode favorecer língua é flexível, e os dentes estão relaxados. Relaxe a produção de alucinações diversas. o queixo, deixe-o cair levemente. Relaxe a sua nuca, 2. Sofro-estimulação imaginativa: O sofronizado ela estará perfeitamente relaxada. pode representar situações sob formas variadas, Em seguida os ombros. Relaxe-os. Começando que correspondam ou não a uma realidade. Esta pelos ombros, relaxe os braços, os ligamentos dos expressão pode, em seguida, ser analisada em cotovelos... Imagine-os flexíveis e relaxados. O ante- terapia. braço, os pulsos, os ligamentos dos pulsos... Imagine Na ativação intra-sofrônica, o sofronizado pode e experimente estes ligamentos leves e flexíveis. As constatar: 1) Um aumento das percepções; 2) Um mãos, os dedos até as unhas. aumento de sua atenção: esta atenção pode ser fo- Relaxe profundamente, depois de ter relaxado calizada, difusa, com relação com o mundo exterior os músculos do rosto, do pescoço, dos ombros, dos ou o mundo interior. braços; relaxe a nuca, a sua nuca está leve. Deitado O dinamismo das estruturas e das possibilida- nesta posição é muito fácil de relaxar os músculos da des que se mobilizam durante a experiência sofrôni- nuca. Relaxe-os profundamente, progressivamente. ca abre um leque de possibilidades permitindo um Agora a barriga. Relaxe a barriga. Ela é uma crescimento da integração das atividades conscien- larga área muscular abdominal. Relaxe esta cintura tes. A experiência da realidade é enriquecida pela abdominal. Desaperte. Abra profundamente esta experiência sofrônica. cintura. Sua barriga é um grande segmento do seu
  6. 6. 68 Neurociências • Volume 6 • Nº 1 • janeiro/março de 2010 corpo. Ao mesmo tempo relaxe suas costas. Relaxe “Meu braço esquerdo está pesado. Meu braço com sua respiração, com o seu tórax. Ao relaxar esquerdo está muito pesado. Meu braço esquerdo seu tórax, relaxe um pouco mais suas costas, toda esta a cada vez mais pesado. Eu estou profundamen- a região lombar, toda sua costa. Este relaxamento te descontraído, profundamente confortável, meus está agradável. Respire de forma relaxada. Uma dois braços estão pesados”. respiração calma, agradável e regular. Agora eu lhe proponho relaxar o cérebro, como Imagine agora um raio de sol projetando-se sobre se fosse outro músculo. Tente senti-lo como um mús- sua mão direita. Imagine a sua mão direita mais quen- culo em repouso. Para relaxar seu cérebro imagine te, agradavelmente quente sob este raio de sol. Pense: uma folha branca sem nada, nenhuma inscrição. Seu cérebro olha para esta folha e começa a relaxar no “Minha mão está quente. Minha mão direita mesmo instante. está muito quente. Minha mão direita está agrada- Relaxe agora as pernas. Comece pelas coxas. velmente quente” Os músculos profundos, os músculos superficiais. Os joelhos, os ligamentos dos seus joelhos... Veja-os Outro raio de sol pousa sobre sua outra mão, a leve, desligados. As panturrilhas, os tornozelos, os li- mão esquerda. Imagine sua mão esquerda quente, gamentos de seus tornozelos. Dos pés até os dedos. agradavelmente quente. E pense: Depois de ter relaxado estas partes do corpo, segmento por segmento, lugar por lugar; reúna estas “Minha mão esquerda está quente. Minha mão partes do corpo. E muito rapidamente, viva seu cor- esquerda está muito quente. Minha mão esquerda po como um lugar confortável, agradável, dentro do está agradavelmente quente. Meus braços estão qual você sente-se bem. É um corpo unitário. Viva a pesados. Minhas duas mãos estão quentes, agra- energia profunda que esta em você, principalmente davelmente quentes”. depois de cada expiração. Você passou uma barreira muscular e, dessa Aprofunde seu relaxamento. Seu coração bate forma, pode viver um pouco mais profundamente regular e eficazmente. O som das batidas do seu seu corpo, seu mundo interior. Tome o tempo que próprio coração é agradável. Aceite este som. Viva for necessário e contrate um diálogo com seu corpo; a escute com seu coração. tenha um dialogo profundo. E seu corpo responderá. Observe que ao mesmo tempo sua respiração Seu corpo responderá por diversos fenômenos e é mais eficaz, perfeitamente relaxada, presente... sensações agradáveis. Aceite esta noção de prazer. Você observa o fluxo ao nível de sua respiração. Eu Você poderá igualmente captar as sensações neu- proponho que você diga: tras. Isto é, aquelas que não têm uma verdadeira importância para você. E até mesmo qualquer outra “Eu sou respiração, eu respiro, tudo respira em forma de resposta. mim”. A importância neste estágio privilegiado é viver profundamente seu corpo, seu meio interior, próprio Você vive essa respiração agradavelmente e a si mesmo. profundamente. Aprofunde seu relaxamento. Sob o efeito do re- Imagine um raio de sol no buraco do estomago. laxamento muscular, observe que seus braços estão Seu raio solar é quente, super quente, agradavel- pesados. Eles tornam-se progressivamente pesados. mente quente. E este calor aumenta em seu corpo. Traga sua atenção sobre o seu braço direito, É uma onda que faz bem, agradável. Seu ventre é sinta-o pesado, mais e mais pesado. E formule quente. Seu ventre se torna quente. Imagine seu mentalmente: corpo mergulhado em um banho de água quente, a água agradavelmente quente. “Meu braço direito está pesado. Meu braço direito está muito pesado. Meu braço direito está a Todo o seu ser; seu corpo repousado é mergu- cada vez mais pesado”. lhado nesse banho de água quente. Imagine seu rosto que emerge desse banho. Traga sua atenção sobre o outro braço, o braço Imagine um sopro de ar fresco em sua face. Esse esquerdo. Pense agora: sopro de ar fresco vem de longe. Ele vem do alto, do mar ou da montanha.
  7. 7. Neurociências • Volume 6 • Nº 1 • janeiro/março de 2010 69 Deixe vir sobre sua tela mental uma imagem que Você está à escuta do seu corpo, das sensa- evoca esse sopro de ar fresco. Sua fonte é fresca, ções, das mensagens que ele te endereça, de todas agradavelmente fresca. as percepções. E este frescor ativa seu bem estar, sua clarivi- Você está imóvel, os olhos fechados, escutando dência, sua intuição, sua imaginação, sua presença essa música. Essa música através da qual você vai a si mesmo. Presença profunda, equilibrada. Nesse logo obter, um grande relaxamento muscular. momento, seu corpo e seu espírito estão em perfeita Preste atenção na sua respiração. Você não harmonia. Formule mentalmente: pensa mais em nada. Você respira lentamente, cal- mamente, sem esforço... E ao mesmo tempo você “Eu sou harmonia, eu sou energia, eu sou a faz silêncio em você. Você começa a perceber que vida”. seu corpo relaxa progressivamente, cada vez mais... Agora deixe vir uma imagem agradável em sua Respire calmamente percebendo o silêncio mente. Você impregna essa imagem em seu meio am- interior que se instala em você. Seu coração bate biente. Ela pode ser o mar, o campo, a montanha… calmamente. Sua respiração é sempre lenta, regu- Olhe essa imagem tranquilamente, agradavel- lar... E você sente que seus músculos abandonam mente... progressivamente suas contrações. Essa imagem é ligada ao seu relaxamento. Ela Perceba as sensações e viva plenamente o seu ocupa toda a área de sua consciência atualmente. corpo. Você esta bem, calmo, repousado. Essa imagem te será util. Cada vez que você sentir o Seus olhos estão fechados sem contrações. E estresse tomar conta de você, deixe vir essa imagem você respira lentamente, normalmente. Deixe sua na sua mente. E logo em seguida, você mergulhará cabeça se apoiar pesadamente. Você relaxa agora em um estado de relaxamento agradável e calmo. os traços do seu rosto. Você está bem, muito a vontade, e percebe que Preste atenção na sua face. Relaxe sua face. poderia prolongar durante um certo tempo seu estado Faça de uma maneira que ela se torne lisa, supri- de relaxamento. Mas você tem idéia de retomar. Para mindo as rugas de expressão. O mesmo com as isso, você presta atenção em sua respiração. Princi- sobrancelhas, os olhos, os globos oculares, os palmente sobre suas inspirações. A cada inspiração, músculos detrás dos olhos. Agora você relaxa as você encontrará seu nível de vigilância necessário maçãs do rosto. A face externa das maçãs do rosto à atualidade e seu tônus muscular necessário à em relação com o seu rosto. atividade. A face interna em relação com sua boca. Relaxe Quando você tiver a impressão de ter se recu- igualmente o espaço no interior de sua boca. Relaxe perado suficientemente, você abrirá os olhos e se os dentes. Sua língua é flexível. Relaxe o céu da boca, espreguiçará profundamente. Você retomará contato sua garganta, sua laringe. Aprecie, sobretudo, esse com todo o positivo que o cerca. agradável estiramento de toda dobra ao nível do seu rosto, da fonte e do queixo. Training autogênico de Schultz Seus braços são esticados de cada lado do seu corpo. E você pensa em suas mãos. Elas es- Você feche os olhos e sinta os pontos de apoio tão abertas. Elas repousam naturalmente sobre as de seu corpo sobre a superfície na qual ele repousa. palmas. Descontraia seus dedos. Suas mãos estão Sinta sua cabeça bem apoiada, suas costas bem en- descontraídas. Seus dedos repousados. Seus dedos caixadas ao nível da coluna vertebral, as omoplatas, estão perfeitamente relaxados. os rins, as nádegas. Verifique todos os músculos do seu corpo. Sinta os pontos de apoio das suas coxas, das Relaxe-os. suas panturrilhas, dos seus calcanhares. Os pontos Suas mãos estão descontraídas. E a partir das de apoio dos seus braços ao nível dos cotovelos, dos suas mãos, você sobe em pensamento ao longo antebraços, dos punhos, das mãos. E você se deixa dos seus braços. Você sente o torpor, uma energia invadir por essa música de relaxamento, deixando agradável subir através das suas mãos em direção de lado todas as distrações exteriores. ao antebraço, depois em seus ombros. E lentamente, progressivamente a cada expi- Suas costas também se tornam pesadas. Seus ração, você deixa seu corpo se tornar pesado, se braços estão inertes e suas costas pesadas... E se abandonando pesadamente. tornam cada vez mais pesadas... Pense nos seus rins
  8. 8. 70 Neurociências • Volume 6 • Nº 1 • janeiro/março de 2010 igualmente para relaxá-los. Seus rins estão perfeita- vidade em todo seu corpo. Observe que, após essa per- mente repousados. Descontraia também seu ventre cepção da gravidade, você tem uma sensação agradável respirando lentamente, o ventre relaxado, descontraído. de calor que invade seu corpo. Essa sensação resulta A inércia dos seus rins, do seu ventre, ganha da dilatação dos vasos sanguíneos (vasodilatação). agora seus quadris, que se apóiam pesadamente. Seus quadris se tornam pesados como chumbo. Você Formule mentalmente: está inerte, maravilhosamente bem. Tudo está calmo e você repousa. Toda parte superior do seu corpo é “Meu braço direito é quente, super quente, cada inerte, pesada... vez mais quente”. Agora descontraia os pés, como você fez com as suas mãos. Sinta suas pernas que repousam lado “Meu braço esquerdo é quente, super quente, a lado. Relaxe os seus pés. A partir dos seus pés, cada vez mais quente”. suba os seus pensamentos através das suas pernas. Relaxe os seus tornozelos, as suas panturrilhas, os “Minha perna direita é quente, super quente, ligamentos dos seus joelhos, das suas coxas, das cada vez mais quente”. suas nádegas. Faça com que seus membros inferiores sejam “Minha perna esquerda é quente, super quente, completamente inertes, completamente abandona- cada vez mais quente”. dos. Aliás, agora o abandono tomou conta de todo o seu corpo. Todos os seus músculos estão agora “Eu sinto essa sensação de calor em todo meu completamente descontraídos. Seu corpo está corpo”. pesado. Cada vez mais pesado. Você esta inerte, abandonado, descontraído. Você agora vai tomar consciência dos batimen- Seu corpo está cada vez mais descontraído, tos regulares do seu coração; em todo o seu peito. cada vez mais confortável. Você se descontrai cada Formula mentalmente: vez mais, principalmente quando expira. “Meu coração bate calmamente e regularmen- Primeiro ciclo: ciclo inferior te”. Você atingiu o nível sofroliminar, graças a esta Agora preste atenção agora na sua respiração. descontração progressiva. Eu proponho que você Observe que ela é calma e regular. Sinta o ar que formule mentalmente as sugestões seguintes obser- penetra em seus pulmões e concentre-se na seguinte vando o que se passa efetivamente no seu corpo. formula: Formule mentalmente: “Minha respiração é calma. Eu sou toda a res- “Meu braço direito é pesado, super pesado, cada piração”. vez mais pesado”. Pronuncie, em si mesmo, esta sugestão, em “Meu braço esquerdo é pesado, super pesado, cada expiração. cada vez mais pesado”. Concentre sua atenção sobre os raios solares. “Minha perna direita é pesada, super pesada, Eles se situam na saída do estômago. Sinta uma cada vez mais pesada”. sensação de calor que se desprende. E diga men- talmente: “Minha perna esquerda é pesada, super pesada, cada vez mais pesada”. “Os raios solares são quente”. “Eu sinto essa sensação da gravidade em todo Certamente você sentirá esta sensação de calor meu corpo”. se difundir em todo o seu corpo. Tome consciência do relaxamento do seu corpo, Imagine agora um sopro de ar fresco em sua que se tornou pesado. Perceba essa sensação de gra- face e diga mentalmente:
  9. 9. Neurociências • Volume 6 • Nº 1 • janeiro/março de 2010 71 Depois, veja si mesmo em sua mente. Você se “Minha face está agradavelmente fresca”. julga. Note suas atitudes. Você vai discernir seus comportamentos específicos. Segundo ciclo: ciclo superior Agora você vai interrogar sua consciência sobre Sinta agora esse estado particular de descone- as seguintes questões: xão geral. O que é a vida? “Eu sinto meu corpo como uma massa pesada, quente, tranqüila. Minha respiração é calma. Meu O que é a morte? pulso é regular”. Como os outros me percebem? Agora leve seus olhos para o centro da sua face. Você olha o centro da sua face, os olhos fechados. Para termina resta reflexão, eu proponho que Através desse exercício você acentua sua concentra- você formule uma frase que corresponda a um com- ção e aprofunda sua desconexao. portamento específico que você deseja melhorar. Deixe surgir na sua mente uma cor da sua prefe- Por exemplo, se você tem a impressão de não rência. Olhe esta cor e permita sentir as sensações. ser autônomo o suficiente, você pode formular : Observe essas sensações como se esta cor se im- pregnasse em cada uma de suas células. “Decido eu mesmo”. Eu sugiro concentrar sua atenção na cor verme- lha (ou outra cor). Se deixe invadir pela cor Se você tem a impressão de ser muito egocên- vermelha, vivendo cada uma se suas sensações. trico, pronuncie: Tente meditar sobre esta cor. O que ela evoca para você? Em que ela te faz pensar? Permita surgir todas “Eu tenho consideração pelas pessoas.” as suas reflexões sobre a cor vermelha. Agora, eu proponho que você pense em um ob- Esses diferentes exercícios vão permitir integrar jeto que possa representar a idéia que você faz da melhor sua personalidade e seu comportamento no sua personalidade. Esse objeto pode ser um galho meio ambiente em você que vive. de uma árvore se você pensa que é flexível. O tronco Você está bem, perfeitamente à vontade. E de uma árvore se você pensa ser robusto e sólido. você observa que você poderia prolongar ainda du- Ou qualquer outro objeto que o sugere a idéia que rante certo tempo seu estado de relaxamento. Você você tem da sua personalidade. vai retomar. Sair progressivamente desse nível de Agora imagine os objetos que possam evocar os consciência particular entre vigília e sono. Retomar conceitos que eu vou te propor: consciência do nível de vigilância necessária a atua- O primeiro conceito é a palavra justiça. Imagine lidade e ao tônus muscular necessário a atividade. um objeto que represente a justiça. Você inspira profundamente uma primeira vez, Imagine um objeto que represente o amor ou uma segunda vez, uma terceira vez. Você abre os a afeição. Mentalmente, olhe esse objeto por um olhos. Você retoma a consciência de todo o positivo instante. que o circula. E você se espreguiça profundamente. Agora imagine o sentimento de felicidade. De- Quando você tiver a impressão de ter se recuperado pois o sentimento de bem-estar. suficientemente, você abre os olhos e se levanta Se você desejar, pode tentar visualizar outros lentamente. conceitos que correspondam às suas preocupações do momento. Conclusão Agora você vai tentar desenvolver o seu senti- mento próprio. A sofrologia é uma ciência que se destaca no Imagine uma pessoa que você tenta julgar. cenário mundial por seu caráter heterogêneo, com- Deixe-a se impor para você sobre sua tela mental. binando diversas técnicas de relaxamento, teorias e Olhe-a. Ela ocupa toda a área da sua consciência filosofias. Através da sofrologia o indivíduo é capaz mentalmente. Essa pessoa, lhe atribui qualidades, de compreender o seu sistema de pensamento e positivas ou negativas? atuar no sentido de modificá-lo da melhor forma
  10. 10. 72 Neurociências • Volume 6 • Nº 1 • janeiro/março de 2010 possível, com o intuito tornar sua existência cada 17. Etchelecou B. Comprendre et pratiquer la sophrologie. vez mais positiva. Paris: Dunod ; 2009. 18. Fernandez L. Le test de L’arbre - un dessin pour As técnicas aplicadas na sofrologia podem se comprendre et Interpréter. Paris: Éditions in Press; utilizadas em diversas situações, por qualquer indiví- 2008. duo que seja apto, no tratamento de doenças, como 19. Freud S. A interpretação dos sonhos. Rio de Janeiro: método pedagógico, terapêutico, etc. Atualmente Imago; 2001. 20. Friedman ET. O segredo de Milton - A descoberta do muitos profissionais de saúde utilizam a sofrologia poder do agora. Lisboa: Pergaminho; 2009. como terapia complementar, preparando seus pacien- 21. Galland JS. Si je m’écoutais je m’entendrais: tes psicologicamente para o tratamento. Éditions de L’Homme; 1990. Os exercícios de relaxamento em sofrologia são 22. Gimenez JLP. As psicoses do adulto. Lisboa: Climepsi; 2006. ferramentas importantes para promover o equilíbrio 23. Goleman D. Emotional intelligence why it can matter entre o corpo e a mente, reduzindo o estresse e os more than IQ. London: Bloomsbury; 1996. problemas psicossomáticos. 24. Gray J. Quando Marte e Vénus Chocam, o que fazer Os métodos da sofrologia estão sendo estu- quando a sua cara metade lhe chega aos nervos. dados e aprofundados cada vez mais em todo o Lisboa: Pergaminho; 2009. 25. Haar M. Introdução à psicanálise de Freud. Lisboa: mundo, tendo bastante sucesso na Europa. No Edições 70; 2008. Brasil, a sofrologia está em fase de implementação. 26. Harriet Lerner PD. Sem medo de viver. Porto; 2007. Recentemente, vários grupos de estudiosos estão 27. Hartman C. O valor da auto-estima. Prior Velho: sendo formados com o objetivo de aprofundar a Instituto Missionário Filhas de S.Paulo; 2004. 28. Hay LL. O poder está dentro de si. Rio de Mouro- aplicabilidade da sofrologia no país. Sintra: Círculo de Leitores; 2008. 29. Husserl E. A ideia da fenomenologia. Lisboa: Edições Referências 70; 2008. 30. Itoh M. Quero falar-te dos meus sentimentos. Lisboa: 1. Abrezol R. Saber tudo sobre a sofrologia. Loures: Padrões Culturais; 2009. Edições Técnicas e Científicas (lusodidacta@mail. 31. Kushner HS. Como ultrapassar as desilusões da telepac.pt) ed.); 2003. vida. Cruz Quebrada; 2008. 2. André FLeC. Como gerir as personalidades difíceis. 32. Lagache D. A psicanálise. Paris: PUF ; 1989. Lisboa: Instituto Piaget; 1998. 33. Laurens-Berge F. La sophrologie à L’université: 3. André FLeC. A força das emoções, amor, cólera, Éditions du Papillon D’Or ; 2005. alegria. Cascais: Pergaminho, 2002. 34. Lelord CA. L’estime de soi - s’aimer pour mieux vivre 4. Angelina Costa JG, Amaral L. Manual de psicologia avec les autres. Paris: Odile Jacob ; 1999. A - 10º ano - Cursos Tecnológicos de Acção Socal e 35. Pincherle LT, Barsottini DT, Gonçalves AM. Desporto. Porto: Porto Editora; 2005. Psicoterapias e estados de transe. São Paulo: 5. Angelina Costa JG. Manual de psicologia A -11º Ano Summus; 1985. Cursos Tecnológicos de acção Social e Desporto. 36. Martín Á. Manual prático de psicoterapia gestalt. Rio Porto: Porto Editora; 2005 de Janeiro: Vozes; 2008. 6. Bernaud JL. Métodos de avaliação da personalidade. 37. Montagu A. Touching the human significance of the Lisboa: Climepsi; 2000. skin. New York: Harper & Row; 1986 7. Boeck DM. O que é a inteligência emocional. Lisboa: 38. Oswald Y. O poder das palavras. Lisboa: Sinais de Edições Pergaminho; 1997.. Fogo; 2009 8. Chabert C. O Rorschach na clínica do adulto. Lisboa: 39. Parot RD. Dictionnaire de psychologie. Paris: Climepsi; 1998. PUF;1991. 9. Chabert D. Les méthodes projectives. Paris: PUF ; 40. Pease A. Linguagem corporal. Lisboa: Bizâncio; 2007. 2006. 10. Ciccone A. Observação clínica. Lisboa: Climepsi; 41. Pecollo JI. La Sophrologie au quotidien - Une 2000. medicine douce pour retrouver équilibre et sérénité. 11. Corraze J. Les communications non-verbales. Paris: Paris: J’ai Lu; 2008 PUF; 1996. 42. Perreaut-Pierre E. Sophrologie et performance 12. Dryden W. Aprender a gostar de si. Cruz Quebrada: sportive. Paris: Amphora; 1997. Casa das Letras; 2008. 43. Perry C. Educação emocional - literacia emocional ou 13. Dyer WW. As suas zonas erróneas. Cascais: a arte de ler emoções. Cascais: Pergaminho; 2000. Pergaminho; 2003. 44. Davis PK. The Power of touch. Carlsbad: Hay House; 14. Dyer WW. 10 segredos para o sucesso e paz interior. 2004. Cascais; 2006. 45. Riso W. Aprender a gostar de mim. Porto: Edições 15. Ergas F. Viver sem stress com o método sofrológico. asa II; 2008. Mem Martins-Sintra: Europa-América; 2001. 46. Riso W. Não, obrigado! Alfragide: Lua de Papel; 16. Estanqueiro A. Saber lidar com as pessoas - 2009. princípios da intercomunicação pessoal. Barcarena: 47. Salomé J. Heureux qui communique. Paris: Pocket Presença; 2008. Evolution; 2008.
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