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  1. 1. História da Cultura e das Artes Módulo 6 – A Cultura do Palco Ano Letivo 2016/2017 Prof. Ana Sofia Victor Êxtase de Santa Teresa (1647–1652), Gian Bernini, Igreja de Santa Maria della Vittoria, Roma, Itália Tempo: 29 aulas
  2. 2. • A Arte ou Estilo Barroco foi um estilo artístico dos séculos XVII e XVIII, que designa a arte após período renascentista e maneirista, que surgiu em Itália e que se estendeu à arte, música, literatura e teatro. • Esta designação veio do termo português “barroco” que designava um tipo de pérolas, encontradas no Oriente de aspeto rugoso e irregular. Inicialmente, esta designação tinha uma intenção depreciativa. A arte barroca
  3. 3. O primeiro cliente dos arquitetos, dos pintores e dos escultores dos séculos XVII e XVIII foi a Igreja. Sujeita às preocupações da Contrarreforma, a arte ia ter como objetivo essencial, o fervor das multidões, criar a surpresa, o encantamento, o deslumbramento. A arte ia tender para o espetáculo, pôr em cena os espaços que lhe eram propostos, tornar-se ela própria um espetáculo. A procura do efeito, arrasta então a fusão dos elementos que nela colaboram, as técnicas fundem-se. Indo buscar as suas fontes às festas e shows do Renascimento, o século XVII cria o ballet e a ópera. Ele joga então com os meios possíveis, combinando luzes e movimentos, associando arquitetura, escultura, pintura, música, retórica, sugerindo por intermédio de efeitos de ótica e de mascarada metamorfose, a ilusão, todos os aléns do imaginário. Everard Upjohn (dir.), História Mundial da Arte, Lisboa, Bertrand Editora, 1997.
  4. 4. A arte barroca era direccionada para a sociedade em geral e daí o apelo aos sentidos e emoções, isto é, o desejo de provocar, de fascinar, de impressionar, através do gosto pelo acentuado movimento, pela intensidade decorativa e ornamental, pelo jogo da luz e da sombra e pelo teatral. A pintura caracteriza-se pelos contrastes, movimento, dramatismo ... dado que os pintores jogavam com a luz/sombra, a cor, as formas e a perspectiva. O domínio das leis da perspectiva manifestava-se particularmente nos frescos que decoravam paredes e tectos, em efeitos de ilusão óptica.... Foi também a arte da encenação e do espectáculo. ... Nesta época assiste-se ao grande desenvolvimento das artes decorativas: a talha dourada, o azulejo, a cerâmica, o mobiliário, a tapeçaria e a ourivesaria. Em Portugal as artes decorativas tiveram igualmente um forte impulso: a talha dourada tornou-se o revestimento por excelência dos altares e de outras zonas nobres das igrejas... JORGE, Ana [et. all.] – História Cronos 8. Carnaxide: Constância Editores, 2003. p. 93-94
  5. 5. A arte barroca
  6. 6. • usada como forma de propaganda dos poderes políticos e da igreja da Contra-Reforma. • Apelava à emoção, afetividade e misticismo. • Rompeu com a harmonia, proporção e o racionalismo da arte renascentista. • Serviu para cativar, ensinar e impressionar. • Foi uma arte de imagens onde todas as expressões artísticas eram usadas para produzir espetáculo. A arte barroca
  7. 7. • A arte barroca surgiu em Itália no contexto de uma reforma urbanística levada a cabo em Roma que pretendia ligar os principais lugares religiosos da cidade à Basílica de São Pedro. • Com a comemoração do jubileu “1600”, o papa Sisto V (1585-1590) promoveu uma reforma da cidade de Roma. • Esta reforma marca o aparecimento do Urbanismo moderno. Surgimento da arte barroca
  8. 8. Surgimento da arte barroca Piazza Navona, Roma
  9. 9. • Roma tornou- se numa cidade espetáculo com a construção e reforma de igrejas, palácios, villas, etc… Bernini, Fonte dos Quatro rios, Piazza Navona, Roma, 1648-1651. Surgimento da arte barroca
  10. 10. • Dois vultos trabalharam neste projeto: Bernini e Borromini. Surgimento da arte barroca Bernini (1598-1680)Borromini (1599-1667)
  11. 11. Borromini (1599-1667) • Francesco Borromini deixou o seu génio inquieto em obras que refletem a teatralidade e complexidade do barroco. A partir de 1619 trabalhou com Bernini em Roma mas, o seu temperamento impossibilitou esta colaboração. Após 1633, trabalhou sozinho deixando algumas das obras mais significativas da arquitetura barroca. Bernini (1598-1680) • Gian Lourenzo Bernini foi um dos mais importantes artistas do barroco. Pintor, arquiteto mas, sobretudo escultor trabalhou principalmente em Roma. • Foi protegido pelos papas. Surgimento da arte barroca
  12. 12. • Algumas obras de Bernini:  David,(Mármore),Galleria Borghese,1623–1624 • Expressão dramática da figura que transmite tensão física e psicológica Surgimento da arte barroca
  13. 13. • Algumas obras de Bernini: • Praça de São Pedro, Vaticano, 1656-1667 Surgimento da arte barroca
  14. 14. Surgimento da arte barroca
  15. 15. • O projeto da Praça de São Pedro (1656-1667): A obra culminante de Bernini foi a Praça de São Pedro diante do templo mais emblemático da cristandade e a partir do qual o papa dava a sua bênção urbi et orbi, “à cidade e ao mundo”: A basílica de São Pedro. As condicionantes eram várias: Bernini devia enquadrar e valorizar a fachada de Carlo Maderno e a cúpula de Miguel Ângelo; devia integrar o obelisco egípcio ali colocado pelo papa Sisto V (1585-1590); devia conceber espaços cobertos para proteção dos fiéis contra a chuva e o sol; e, sobretudo, devia projetar uma área suficientemente ampla, de modo a receber multidões que ali se deslocavam para grandes cerimónias religiosas. Bernini desenhou um espaço austero, simbólico e eficaz. Diante da Basílica concedeu um espaço trapezoidal, do qual saem duas colunatas, como dois braços formando uma enorme oval. Assumindo o seu simbolismo, o próprio Bernini considerou que as colunatas representavam “os braços maternais da Igreja, abraçando os católicos para reforçar a sua fé, os hereges para trazê-los de novo ao seio da Santa Igreja e os ateus para iluminá-los com a luz da verdadeira fé”. Surgimento da arte barroca
  16. 16. • Em 1545, e depois de várias tentativas frustradas, o papa Paulo III convocou o primeiro de vários concílios gerais da Igreja, que se reuniu em Trento para responder à rebelião Protestante. Os decretos finais do Concílio de Trento foram deliberada e decididamente duros para com os protestantes, de modo que a rutura no seio da Igreja tornou-se irreparável. (…) O Concílio de Trento
  17. 17. (Algumas questões) estavam relacionadas diretamente com o dogma, mas havia outros aspetos que incidiam sobre o traçado das igrejas e as imagens visuais. Lutero (e, depois, Calvino) rejeitava a veneração dos santo, mas o concílio reafirmou vigorosamente essa prática. Onde os calvinistas propunham a eliminação de qualquer estímulo sensorial ao culto, o concilio confirmou a música, a pintura, a escultura e a arquitetura como instrumentos mais poderosos para realçar a devoção religiosa. Consequentemente, o Concílio fomentou vigorosamente, o uso da arquitetura, da pintura e das imagens como meio de criar um ambiente místico para o culto”. Leland Roth, Entender la Arquitectura, Barcelona, Gustavo Gilli, 1999 O Concílio de Trento
  18. 18. • Muita decoração; • Busca da fantasia e do movimento • Grandiosidade; • Uso de esculturas e pinturas; • Antítese entre espaços interiores e exteriores. • Efeitos em perspetiva e criando ilusões nas plantas, tetos, cúpulas e decoração Caraterísticas da Arquitetura Barroca Borromini, Igreja de S. Carlos das Quatro Fontes, Roma, 1667
  19. 19. • Libertação espacial • Jogos de claro/escuro • Formas onduladas e dinâmicas em oposição ao equilíbrio, à ordem e à simetria renascentistas. • Utiliza ainda assim os elementos arquitetónicos renascentistas de origem clássica: colunas, pilastras, frontões, arcos, frisos. Arquitetura Barroca Igreja de Santa Inês, Borromini e Rainaldi, Piazza Navona, Roma, c. 1653.
  20. 20. • Arquitetura religiosa: - Uso de grandes cúpulas que remetem para o misticismo celeste; - Decoração escultórica no exterior. - Decoração interior: paredes, abóbadas e cúpulas com pinturas a fresco; mármores; talha dourada; esculturas; retábulos. • Grande diversidade de plantas: curvas, elípticas e ovais. Arquitetura Barroca Bramante, Basílica de São Pedro, 1506- 1626, Vaticano, Roma
  21. 21. Arquitetura Barroca Bramante, Planta e interior da Basílica de São Pedro, 1506-1626, Vaticano, Roma
  22. 22. Arquitetura civil (Palácios): • Pertencentes a reis, pontífices, nobres e alta burguesia • Fachada muito valorizada • Jardins que lhe davam continuidade • Planta em forma de U ou duplo U • Jardim com traçado geometrizante • Primeiro andar com um grande salão Arquitetura Barroca Palácio do Luxemburgo, Salomoe de Brosse, Jean Chalgrin Alphonse de Gisors,Clément Métezeau, Paris, França, 1615
  23. 23. Exemplos de Arquitetura Barroca em Itália FachadaIgreja de Santo André do Quirinal, Bernini, 1658-1670 Caraterísticas: - Jogos de formas côncavas e convexas - Planta elíptica com capelas radiantes Planta
  24. 24. Exemplos de Arquitetura Barroca em Itália Igreja de Santo André do Quirinal, Bernini (1658-1670) - Caraterísticas: - Torção, desequilíbrio e instabilidade - Decoração e ornamentação excessiva - Entablamentos curvos, formas ovais e triangulares. - Utilização de elementos arquitetónicos para efeitos cenográficos. detalhe do portal Interior
  25. 25. Exemplos de Arquitetura Barroca em Itália Igreja de San Carlo alle Quatro Fontane, Borromini, 1634-1680 Caraterísticas: - Forma triangular na planta e fachada; - Fachada com formas sinuosas e ondulantes; - Planta com a forma de dois triângulos equiláteros inseridos numa elipse (forma anti- clássica). Planta Fachada
  26. 26. • arte mais usada para expressão das imagens e dos sentidos do barroco. • Utilizada para enriquecer espaços públicos e privados. Escultura barroca Êxtase de Santa Teresa (mármore), Bernini, Igreja Santa Maria della Vittoria, Roma, 1647–1652
  27. 27. • Igrejas, palácios, ruas, praças, jardins são como “palcos” onde a escultura constitui um elemento dinâmico de cenografia. • Funções contemplativa, alegórica e persuasiva através do deslumbramento (expressão do pathos) Escultura barroca Êxtase de Santa Teresa (mármore), Bernini, Igreja Santa Maria della Vittoria, Roma, 1647–1652
  28. 28. • Associada à arquitetura, pintura ou isolada • Encomendadores:  Igreja  Rei  Famílias Ricas • Materiais:  Pedra (sobretudo mármore)  Bronze  Ouro e prata  Marfim  Estuques  Madeiras policromadas Escultura barroca Tipologias: imbutida na arquitetura e solta (monumentos comemorativos, retratos, bustos, túmulos, fontes) Temas /AspetosTemáticos: ligados à igreja, retratos oficiais de reis ou papas, mitológicos e monumentos fúnebres.
  29. 29. Características: - Aspetos técnicos e expressivos: • Expressividade: dramatismo, sentimento, paixão, sofrimento e dor • Exuberância, fragmentação e torção das formas • movimento • Rigor da execução técnica • Perfeição das formas: anatomia e pormenores • Teatralidade • Personagens captadas em ação • Dinamismo. Escultura barroca David, Bernini, Galleria Borghese, Roma, 1623- 1624.
  30. 30. Características: - Aspetos Plásticos: • Contrastes claro/escuro • Dinamismo e abertura das composições • Composições complexas e desequilibradas Escultura barroca Apolo e Dafne, Bernini, Galleria Borghese, Roma, 1622-1625 (mármore), 2, 34 m
  31. 31. Escultura barroca Êxtase de Santa Teresa (mármore), Capela Cornaro, Bernini, Igreja Santa Maria della Vittoria, Roma, 1647–1652
  32. 32. Escultura barroca Êxtase de Santa Teresa (mármore), Capela Cornaro, Bernini, Igreja Santa Maria della Vittoria, Roma, 1647–1652 Obra onde Bernini conseguiu maior efeito cenográfico uma vez que integrou todas as artes formando um todo unitário. É a fusão da ficção com a realidade. É a arte como espetáculo. A capela é como o palco de um teatro onde nas galerias laterais, se observa o Êxtase de Santa Teresa.
  33. 33. Escultura barroca Em 1632, o papa Urbano VIII assumiu o pontificado e Bernini recebeu várias encomendas para a Basílica de São Pedro, onde ficou responsável pela decoração interior e criou uma oficina com mais de 40 escultores. O baldaquino é o seu principal projeto. Tratava-se de executar um dossel em bronze dourado para incorporar o altar-mor e o túmulo de S. Pedro, o primeiro papa. Ângelo. Baldaquino de São Pedro, Bernini, 1624-1633, Basílica de S. Pedro.
  34. 34. Escultura barroca Encontra-se sob a cúpula de Miguel Ângelo. Tem 29 metros de altura e é uma obra inserida na arquitetura. De plintos em mármore que mostram o escudo de armas do papa, erguem-se quatro colunas torsas que suportam o peso do baldaquino com um globo e uma cruz.Baldaquino de São Pedro, Bernini, 1624-1633, Basílica de S. Pedro.
  35. 35. Escultura barroca Caraterísticas: Jogo de Curvas e contracurvas Rematado com volutas e anjos Jogo de movimento que evoca as ascensão aos céus. Efeito teatral e cénico. Baldaquino de São Pedro, Bernini, 1624-1633, Basílica de S. Pedro.
  36. 36. Pintura barroca em Itália Recorre também aos contrastes, tensões e efeitos ilusionistas. Diversidade cromática Enquadrada no programa cultural e artístico desencadeado pela Contra-Reforma. Objetivos: - Divulgação das determinações ideológicas saídas da Contra-Reforma. - Sedução pelos sentidos, persuasão das ideias. Tipologias: - Pintura sobre Tela e Madeira (Pintura móvel) - Frescos (Pintura mural)
  37. 37. Pintura barroca em Itália Temas: Religiosos: vida dos santos e episódios sagrados Retratísticos Mitológicos Paisagens Cenas de género e naturezas-mortas. Aspetos Técnicos e Expressivos: - Tratamento realista dos assuntos - Criação de efeitos ilusórios - Preferência pelo aspeto cenográfico - Conceção da perspetiva Sotto in Su - Extensão espacial, sensação de profundidade e trompe d’oeil.
  38. 38. Pintura barroca em Itália Aspetos Plásticos: - Protagonismo da Luz - Composições exuberantes, com energia e ação - Contrastes cromáticos - Tensões internas - Formas vigorosas e sinuosas - Colorido vibrante Caravaggio, A ceia de Emaus, 1601, National Gallery, Londres (Óleo sobre tela), 141 x 196,2
  39. 39. O mais importante artista do barroco pictórico romano foi Caravaggio. A sua obra distanciou-se da propaganda da Igreja Católica. • Biografia Italiano, Michelangelo adotou o nome de Caravaggio por ter nascido na pequena aldeia lombarda de Caravaggio. O pai inscreveu-o num atelier de pintura. Envolvido sempre em discussões, tornou-se um pintor fascinante: "Não sou um pintor valentão como me chamam, mas sim um pintor valente. Sei pintar e imitar bem as coisas naturais." - Usou roupas chamativas e carregava uma espada na cintura. Levou uma vida boémia e afundou-se em dívidas. Acabou por morrer de malária, próximo de Roma. Pintura barroca em Itália
  40. 40. Caraterísticas da obra de Caravaggio: - Pintura próxima da vida, das suas contradições e dos seus mistérios. - Retrata personagens sagradas com pessoas vulgares. - Tratamento da luz/luz contrastante - Contraste claro/escuro - Tenebrismo: atmosfera densa, expressiva e de intensa espiritualidade. Pintura barroca em Itália Retrato de Caravaggio, OTTAVIO LEONI, 1621, Biblioteca Marucelliana, Florença (Giz branco e vermelho sobre papel azul), 23,4 x 16,3
  41. 41. Caraterísticas da obra de Caravaggio: - Intensidade dramática - Detalhes realistas - Visão crua sobre a realidade humana - Pintou sobretudo o homem do Povo - Rompeu com o Homem idealizado do Renascimento - Privilegiou os temas de costumes e os religiosos. Pintura barroca em Itália
  42. 42. Pintura barroca em Itália Caravaggio, A Dúvida de São Tomé, 1602-1603 Óleo sobre tela, 107 x 146 Utiliza homens comuns do povo
  43. 43. Pintura barroca em Itália CARAVAGGIO, A conversão de São Paulo, 1601, Capela Cerasi da Igreja Santa Maria del Popolo, Roma (Óleo sobre tela), 230 x 175 Intensidade dramática
  44. 44. Pintura barroca Mural Frescos: - Locais: Imbutidos nas paredes e tetos das igrejas e palácios - Técnicas: técnica do quadri riportati (imitação dos quadros de cavelete) - Perspetiva de soto in sú(vistas de baixo para cima) - Trompe-l’oeil (truques de perspetiva que criam uma ilusão óptica de objetos ou formas que não existem realmente). Glória de Santo Inácio, frescos do teto da Igreja de Santo Inácio, Andrea Pozzo, Roma, 1684
  45. 45. Pintura barroca Mural Glória de Santo Inácio, frescos do teto da Igreja de Santo Inácio, Andrea Pozzo, Roma, 1684
  46. 46. Este pintor era também padre jesuíta. Com esta pintura pretendia glorificar e enaltecer os santos da Igreja como modo de combater o protestantismo. Pintura barroca Mural Glória de Santo Inácio, frescos do teto da Igreja de Santo Inácio, Andrea Pozzo, Roma, 1684 Tema religioso: Santo Inácio guiado pela luz divina a iluminar as quatro partes do mundo, representadas pelas alegorias de cada canto da composição. O espaço tende para o infinito.
  47. 47. Tema: - Evoca a entrada do Santo no Paraíso. Técnicas: - Uso do trompe- l’oeil - Uso do sotto in sú. Caraterísticas: - Dá a ideia de que a abóbada não existe. - Contraste luz/sombra Pintura barroca Mural Glória de Santo Inácio, frescos do teto da Igreja de Santo Inácio, Andrea Pozzo, Roma, 1684 Tema religioso: Santo Inácio guiado pela luz divina a iluminar as quatro partes do mundo, representadas pelas alegorias de cada canto da composição. O espaço tende para o infinito.
  48. 48. Tema: - Evoca a entrada do Santo no Paraíso. Técnicas: - Uso do trompe- l’oeil - Uso do sotto in sú. Caraterísticas: - Dá a ideia de que a abóbada não existe. - Contraste luz/sombra Pintura barroca Mural Glória de Santo Inácio, frescos do teto da Igreja de Santo Inácio, Andrea Pozzo, Roma, 1684 Tema religioso: Santo Inácio guiado pela luz divina a iluminar as quatro partes do mundo, representadas pelas alegorias de cada canto da composição. O espaço tende para o infinito.
  49. 49. Pintura barroca Mural Glorificação do Pontificado de Urbano VIII, Frescos do Palazzo Barberini, Pietro da Cortona, Roma, 1633-1639.
  50. 50. Técnicas: - Uso do trompe- l’oeil - Uso do sotto in sú. Caraterísticas: - Espaço de grande fluidez - efeito ilusionista - Dá a ideia de um espaço mistico e imaginário Pintura barroca Mural Glorificação do Pontificado de Urbano VIII, Frescos do Palazzo Barberini, Pietro da Cortona, Roma, 1633-1639. Trompe-l'oeil - técnica que, com truques de perspetiva, cria ilusão ótica e faz com que formas de duas dimensões aparentem possuir três dimensões. Provém de uma expressão em língua francesa que significa "engana o olho”.
  51. 51. Pintura barroca Mural Annibale Carracci, Frescos da Galleria Farnese, 1560-1609
  52. 52. Pintura barroca Mural Annibale Carracci, Frescos da Galleria Farnese, 1560- 1609 Tema: cenas mitológicas Caraterísticas: Estudos de modelos naturais Formas vigorosas Cromatismo vibrante Naturalismo exuberância

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