RF NERVOS PERIFÉRICOS.pptx

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  • Com a tecnologia do ultrassom os bloqueios passaram a ser mais seguros, objetivos e precisos. O uso do ultrassom tambem esta sendo estimulado na tentativa de diminuir o uso da radiação
  • RF NERVOS PERIFÉRICOS.pptx

    1. 1. Dr. FABRÍCIO DIAS ASSIS
    2. 2.  Corrente elétrica alternada de alta frequência (500-1.000 KHz)  Aplicada através de um eletrodo  Corrente é produzida por um gerador  Placa dispersiva em contato com o paciente possibilita a circulação da corrente
    3. 3. PLACA DE ATERRAMENTO ELETRODO GERADOR
    4. 4.  1965 - Cordotomia lateral percutânea - Mullan  1975 - Dor espinhal - Shealy  1980 - Novos eletrodos - Sluijter-Meta  1996 - RF Pulsátil – Sluijter  2007 – RF Resfriada - Kapural
    5. 5. Região distal da agulha que não é revestida. Varia entre 2 e 15 mm.
    6. 6. Atua como resistor. Resistores são componentes que têm por finalidade oferecer uma oposição à passagem de corrente elétrica, através de seu material. A essa oposição damos o nome de impedância, que possui como unidade o ohm (Ω) . A exposição a passagem da corrente gera oscilação de moléculas ionizadas, levando a aquecimento do tecido, que por sua vez aquece a ponta ativa do eletrodo.
    7. 7.  A corrente de RF aquece o tecido; o tecido aquece a ponta do eletrodo  O tamanho da lesão depende:  tamanho do eletrodo  Temperatura  Tempo  Fatores locais (imprevisíveis)
    8. 8.  Aplicar corrente de RF em uma voltagem comumente utilizada durante a RF convencional  Permitir um período silente para eliminar o calor formado ◦ Condutividade ◦ Circulação  20 msec ativo / 480 msec silente
    9. 9.  Método não ablativo  Possibilidade de uso em estruturas com funções não exclusivas sensitivas.  Restaura o limiar sensitivo alterado das fibras C. Sem alteração nas fibras grossas.
    10. 10. 37˚C 40˚C 45˚C 60˚C 55˚C 50˚C 67˚C |E|=2,750 V/m |E|=17,000 V/m |E|=8,940 V/m |E|=55,300 V/m CORTESIA COSMAN&COSMAN, MIT
    11. 11.  Movimentos de íons alternados  Influência nos canais voltagem- dependentes  Mudanças na composição eletrolítica  Expressão Genética potencial
    12. 12.  Higuchi et al; van Zundert et al ◦ Rat DRG  Transsynaptal induction  Cahana et al ◦ Mice hippocampus slice cultures  Cont RF damages response to stimulation  PRF modulates regeneration  Erdine et al ◦ El.microscopy of DRG  No vital damage following PRF
    13. 13. Damage Score L C-fiber 1- 1+ 2+ 3+ 10 0 Group/Fiber Types A-beta 80 70 60 50 40 30 20 10 0 A-delta C-fiber A-beta A-delta C-fiber R (Sham Group) L (PRF Group) 90 100 UNDAMAGED DAMAGED Fibersofeachtypeandgroup(%)Fiber
    14. 14. RF CONVENCIONAL RF PULSÁTIL  DEGENERAÇÃO WALERIANA DAS FIBRAS NERVOSAS  PROCEDIMENTO NEUROLÍTICO NEUROABLATIVO  NÃO HÁ LESÃO TECIDUAL CLINICAMENTE DETECTÁVEL APLICADA A 42°C  PROCEDIMENTO NEUROMODULADOR PROCEDIMENTOS DIFERENTES COM INDICAÇÕES DIFERENTES!!!
    15. 15. 0 1 2 3 38 39 40 41 42 43 final tip temperature result(Likertscale) RESULTS VS TIP TEMPERATURE TIP TEMPERATURE IS IRRELEVANT
    16. 16. -0,5 0 0,5 1 1,5 2 2,5 3 3,5 0 200 400 600 800 1000 IMPEDANCE (OHMS) RESULT(LIKERTSCALE) P<.05
    17. 17. Calor Campo Eletro- Magnético
    18. 18. Calor Campo Eletro - Magnético
    19. 19.  NERVO SUPRA-ESCAPULAR  NERVO MEDIANO  NERVO OCCIPITAL  NERVO OBTURADOR  NERVO ÍLIO-INGUINAL / ÍLIO-HIPOGÁSTRICO  NERVO CIÁTICO  NERVO FEMURAL  NERVOS INTERCOSTAIS  NERVO ULNAR  NERVO RADIAL  NERVO SAFENO  NERVOS CLUNEAIS  NERVO MENTONIANO  NERVO SURAL  RF INTRA-ARTICULAR
    20. 20.  Shah RV, Racz GB. Pulsed radiofrequency lesioning of the suprascapular nerve for the treatment of chronic shoulder pain. Pain Physician. 2003;6:503–506.
    21. 21.  ORIGINA-SE DOS TRONCOS SUPERIORES DO PLEXO BRAQUIAL (C5 & C6)  CORRE LATERALMENTE PROFUNDO AO TRAPÉZIO E OMOHIÓIDEO  ENTRA NA FOSSA SUPRAESPINHOSA ATRAVÉS DA INCISURA DA ESCÁPULA ABAIXO DO LIGAMENTO ESCAPULAR SUPERIOR TRANSVERSAL  CONTORNA A BORDA LATERAL DA ESPINHA DA ESCÁPULA DIRIGINDO-SE PARA A FOSSA INFRAESPINHOSA
    22. 22.  FOSSA SUPRAESPINHOSA Ao Supraespinhoso Ramos articulares para o ombro  FOSSA INFRAESPINHOSA  Ao Infraespinhoso Ramos articulares para o ombro
    23. 23. DORES ORIGINADAS NAS ARTICULAÇÕES DO OMBRO
    24. 24.  TRACE UMA LINHA AO LONGO DA BORDA SUPERIOR DA ESPINHA ESCÁPULA, DE SUA BORDA MEDIAL ATÉ A ARTICULAÇÃO AC  MARQUE O PONTO MÉDIO  TRACE UMA LINHA PARALELA À LINHA DA COLUNA PASSANDO PELO PONTO MÉDIO MARCADO ANTERIORMENTE  TRACE A BISSETRIZ DAS 2 LINHAS E MARQUE NESTA LINHA UM PONTO 2,5cm NO QSE  INSERIR A AGULHA PERPENDICULAR AOS PLANOS
    25. 25.  PNEUMOTÓRAX  LESÃO DOS VASOS SUPRA- ESCAPULARES
    26. 26. O NERVO OCCIPITAL MAIOR É FORMADO PELO RAMO MEDIAL DA DIVISÃO POSTERIOR DA RAIZ DE C2
    27. 27. O NERVO OCCIPITAL MENOR É FORMADO PELO RAMO MEDIAL DA DIVISÃO POSTERIOR DA RAIZ DE C3
    28. 28. ENTRAR COM A AGULHA PERPENDICULAR AOS PLANOS 2,5cm LATERAL À LINHA MÉDIA, AO NÍVEL DA LINHA SUB-OCCIPITAL IMEDIATAMENTE MEDIAL À ARTÉRIA OCCIPITAL
    29. 29. É FORMADO PELAS DIVISÕES ANTERIORES DAS RAÍZES DE L2-L4 DO PLEXO LOMBAR
    30. 30. • EMERGE DA BORDA MEDIAL DO PSOAS EM DIREÇÃO CAUDAL E ANTERIOR AO CANAL DO OBTURADOR • DENTRO DO CANAL DIVIDE-SE EM RAMOS POSTERIOR E ANTERIOR
    31. 31. • RAMO ANTERIOR – RAMOS PARA OS ADUTORES E PARA A ARTICULAÇÃO COXO-FEMURAL • RAMO POSTERIOR – RAMOS PARA OS ADUTORES E PARA A ARTICULAÇÃO DO JOELHO
    32. 32. É FORMADO PELAS RAÍZES DE L2-L4 DO PLEXO LOMBAR
    33. 33. • O NERVO FEMURAL É O MAIOR NERVO DO PLEXO LOMBAR • EMERGE DA BORDA LATERAL DO PSOAS E DESCE EM DIREÇÃO À COXA, ATINGINDO-A ATRAVÉS DO LIGAMENTO INGUINAL
    34. 34. • DIVISÃO ANTERIOR – RAMOS PARA OS MÚSCULOS SARTÓRIO E PECTÍNEO E RAMOS CUTÂNEOS PARA A PARTE ANTERIOR DA COXA E MEDIAL DA PERNA • DIVISÃO POSTERIOR – RAMOS PARA O QUADRÍCEPS FEMURAL E RAMOS CUTÂNEOS ATRAVÉS DO NERVO SAFENO RAMOS PARA AS ARTICULAÇÕES DO JOELHO E COXO-FEMURAL
    35. 35. RF PULSÁTIL 60V 10min AGULHA PONTA ATIVA 10mm
    36. 36. 0 2 4 6 8 10 12 14 16 PRF NERVOS PERIFÉRICOS N. Supra-escapular N. Mediano N. Ciático N. Femural N. Obturador N. Sural N. Safeno N. Occipital
    37. 37. USG  SEGURO  OBJETIVO  PRECISO  DIMINUIÇÃO DA RADIAÇÃO  MENOR CUSTO
    38. 38. VISUALIZAÇÃO VASOS, MÚSCULOS, NERVOS LOCALIZAÇÃO DO ALVO

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