História da educação brasileira

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Anos 80

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História da educação brasileira

  1. 1. História daEducação Brasileirao Anos 80: Ausência de projetos em educaçãoo Educação estratégica para fazer “Justiça Social”
  2. 2. Anos 80: Ausência deprojetos em educação A partir de 1974 teve início no país um longo período que ficou conhecido como “período de transição”, “declínio da ditadura” ou “ abertura política lenta, gradual e controlada”. Uma transição negociada pelos “notáveis do regime”, por militares e por setores das velhas lideranças interessadas na continuidade e não na ruptura.
  3. 3. Uma Política Controladapelos Donos do Poder O início dos anos 80 foi marcado por intensas mobilizações e greves (como a do ABC) em São Paulo e também por um quadro altamente repressivo. Em 1981 ocorreu a fundação da ANDES- Associação Nacional de Professores do Ensino Superior, ela nasceu da união das Associações Docentes das universidades, principalmente públicas e comunitárias. Bombas foram lançadas em diversos locais públicos e sedes de instituições (OAB e Câmara Municipal do Rio de Janeiro) Do ponto de vista econômico, os anos 80 foi até chamado de “ a década perdida”
  4. 4. Restauração do QuadroInstitucional Em 1987 formou-se o Fórum Nacional de Defesa da Escola Pública o qual teve um papel decisivo no processo constituinte e na elaboração dos artigos relativos à Educação na Carta Constitucional de 88. O lançamento do Fórum foi acompanhado de um manifesto em defesa da escola pública e gratuita. O Fórum demandou um projeto de educação como um todo e não apenas reformas no sistema escolar.
  5. 5. Constituição de 1988Esta apresentou alguns avanços, tais como: Ampliação das liberdades individuais; Restrição ao poder das forças armadas; Ampliação da licença-gestante e a criação da licença-paternidade; Aumento da remuneração nas férias e; Diminuição da jornada de trabalho; Não-interferência do Estado nas organizações sindicais e o reconhecimento do direito de greve.Como ficou a educação diante desse quadro?
  6. 6. Elaboração de uma NovaLDBEN: os “Novos” VelhosEmbates A luta pelo poder público e gratuito ressurge com novo alento, ultrapassando até os limites, na nova constituição brasileira. Podemos verificar que o debate sobre uma nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional já vinha sendo realizado desde de outubro de 1988. No semestre de 1990 começa a fase de discussão e votação do texto que se estende até julho do mesmo ano.
  7. 7.  Em julho de 1991 o Fórum Nacional em Defesa da Escola Pública analisou as emendas apresentadas até então com o objeto de verificar a manutenção de alguns princípios considerados básicos, tais como: Gratuidade e laicidade; Democratização para todos em todos os níveis; Qualidade e recursos financeiros.
  8. 8.  Em 1992, começou a ser comandado, por parlamentares ligados ao governo do então presidente, Fernando Collor, um processo de obstrução ao Projeto de LDB que tramitava, democraticamente, na Câmara dos Deputados. O Senador Darcy Ribeiro, junto com o então Senador Marco Maciel e, com a aprovação do MEC, apresentou um novo Projeto de LDB, no Senado Federal.
  9. 9. o A nova Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional foi aprovada na Câmara dos Deputados em 17/12/96 e sancionada pelo presidente Fernando Henrique Cardoso no dia 20/12/96.
  10. 10. Educação Estratégica ParaFazer “Justiça Social Diante do quadro de profundas crises (política, econômica e social), o Estado procura instrumentos de aproximação e de incorporação das massas populares mostrando a “intenção” de diminuir as desigualdades e de assistir os despossuídos. A educação passa a representar umas das estratégias destinadas a realizar a “justiça social” No âmbito da economia, o Plano Cruzado I, o Cruzadinho e o Plano Cruzado II representaram estratégias de estabilização da economia no período
  11. 11. Muitos são os Excluídos Dentro do quadro de concessão de privilégios a alguns setores, e de exclusão de muitos outros do estoque de bens considerados básicos para uma sociedade sobreviver com dignidade, com saúde, educação, habitação, infraestrutura urbana, lazer...é que se coloca o perfil do nosso país hoje, onde os EXCLUÍDOS representam uma parte significativa da nossa população. Assim se torna difícil falar em cidadania diante dessas constatações.
  12. 12. Um Assistencialismo para osDespossuídos A preocupação com os EXCLUÍDOS seria observada mais ainda no III PND (Plano Nacional de Desenvolvimento. “O objetivo-síntese desse III PND é a construção de uma sociedade desenvolvida e livre em benefício de todos os brasileiros, no menor prazo possível e que o processo de desenvolvimento deve orientar-se para o melhor equilíbrio setorial e regional da economia brasileira e para a melhoria da renda das classes sociais de menor poder aquisitivo”.
  13. 13.  Sobre as áreas densamente povoadas e carentes de recursos o texto do III PND era enfático:Deve-se beneficiar o desenvolvimento “nocaso do Nordeste e das periferias das grandescidades, através de ações que beneficiemdiretamente a expansão e a melhoria daeducação e cultura, saúde e saneamento,previdência social, habitação popular edesenvolvimento comunitário”.
  14. 14. Vários Planos participativos (teoria) Discurso do Governo Sarney:“Educação para Todos” – “Tudo pelo Social” Surge o I PND/NR – com orientação básica de combate á pobreza. No âmbito da questão educacional ele se apropria das principais bandeiras e símbolos críticos existentes na produção teórica e nas expressões de luta professorado.
  15. 15. UNIÃO Melhoria doProfessores Sistema Governo Escolar brasileiro
  16. 16. Redefinição das funções daescola de acordo com arealidade brasileira Universalizar o ensino de 1° grau; Melhorar e ampliar o 2° grau; Melhorar o Supletivo e a Educação especial; Atualizar o Sistema acadêmico; Integrar a educação física e o desporto; Utilizar recursos tecnológicos para fins educativos; Redefinir as competências institucionais no exercício dos encargos públicos.
  17. 17. Apresentação do clipe motivacional: Acreditar na vida...

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