Anibal pereira dos reis o ecumenismo e os batistas

800 visualizações

Publicada em

0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
800
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
1
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
50
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Anibal pereira dos reis o ecumenismo e os batistas

  1. 1. o ECLIMENISMO E os BATISTA¡ Dr. ANÍBAI. PEREIRA REIS ! EX-PADRE um BRADO DE ALERTA NA HORA no PERIGO
  2. 2. DO MESMO AUTOR: - carros em: :mas: NAO! !! t1' saido) Im PADRE murro DA sscmvmno no um a. - ! Moto - quam) o mn ESCBAVIZARA o cmsuosr u. - ! Mola - untada) A animou APARECIDA. um como do vuirlo iv mais) A SENHORA nn rAnMA. »um mio ao ngm» u. - uma) : su: PADRE zscnou ms omums no PAPA! !! í N D I C E o vnrcmo 1-: A meu; PODEB-SE-A coNrum Nos PADBBS? A08 "CRISTÃOW QUE NÃO GREE" NA DWÍNDAD¡ D¡ 03mm Peço ll Palavra! . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ESSAS Bmuás cAmucAsm As Razões porque Peço a Palavra e Quero ser ouvido . . . . . . , , CBENTB. LEIA A BÍBLIA O Mais Potente Petardo do Arsenal Pontifícia _ _ _ . , , . . . . , . . , . 13 o ICUMENIBMO: seus onnrnvos n sims mtooo: A BIBLIA TBMDA Objetivo Concentracionário do Ecumenismo . . . . . . . . . . . . . . . . 16 Os Batistas perante o Vaticnnocenlrismo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20 Os Batistas Brasileiros na Mira do Ecumenismo . . . . . . . . . . . . 25 A Mota Diabólica do Ecumenismo . . , . . , _ . . . . _ _ . , . . . , . , . . . 33 “E agora não é mais fácil Evangelizar? " . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 37 Sugestões Práticas de um arcebispo e a amarga experiência de 7 um Pastor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 41 R 0 Sorriso do Jacaré c o Abraço de Harada 48 A Convenção Batista Brasileira Enreduda pcln Ação Ecumenis- tizanle . . . . . . . . . . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 53 Apêndice: Para os Batistas dc Hoje . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 67 EDIÇOES "CAMINHO DE DAMASCO' CAIXA POSTAL 11.755 oiooo - sxo PAULO
  3. 3. PEÇO A PALAVRA! IN ÚTIL SOLICITÁ-LA numa das reuniões das nossas assembléias convencionais. Negar-nfa-ão como a quero e preciso. Essa circunstância, porém, c' providencial! Verba volant, acrípla mancal! As palavras voam, desvancccm- se. Diluem-se como soído. E já se definiu a memória como a facul- dade de esquecer. 0 escrito permanece e pode ser, pela leitura, relembrado a qualquer montante. t = I ¡l! NINGUÉM ME MOLESTE! TRAGO NO CORPO AS MARCAS DO SENHOR . TESUS CRISTO. Não é figura de retórica! Trago-as mesmo e como troféus. Antes de deixar o sacerdócio romano, no palácio de um bispo, fui seviciado. Toi-tarado. Suri-ado. Espancado. Aleijado! !! Despo- jado do maior e mais ineiável direito humano. . . Pelo clero tenho sido vilipendiado, injuriado, difamado, calunia- da. . . Por êle levado a TRIBUNAIS e enxovalhado com denúncias íalsas. . .
  4. 4. 0 meu sofrimento por causa do Ev o me confere uma auto- ridade incomum. ímpar, excepcional, para, nesta hora de comodismos. pedir a palavra a fim de dizer aos batistas do Brasil o que devem saber. Se depois quiserem prosseguir pelo atalho tomado, estarei isento de quaisquer compromissos. Eximir-me-ei, outrossim, da responsabilidade mesmo perante os que não lerem estas páginas porque existe a ignorância culpose a onerar sub grave. IB 3 8 Ao padre que se afaste do sacerdócio em vista do casamento, se submisso à hierarquia elerical, os bispos amparam com bons cargos. Ao padre que assume essa atitude por se converter a Jesus Cristo. o mtamento é diferente. Com os primeiros a própria imprensa se preocupa em seus nati- ciários. E para com os outros a sociedade reserva o maior desprêzo. Transforma-os numa verdadeira ebjeção, _, Abjoção inclusive para muitos evangélicos comprometidos com o mundo. Reconheço valor positivo nas medidas de prudência adotadas com relação a mim no início do meu ministério. Assim fizerem com Paulo Apóstolo (At. 9zl3-l4). “E, quando Saulo chegou a Jerusalém, pro- curava ajuntar-se aos discípulos, mas todos o temiam. não crendo que fôsse discípulo (At. 9:26). Paulo, todavia, teve um Barnabé (At. 9:27). Deus, ao querer experimentar-me, deixou-mc sem um Barnabé. . . Mas. Ele sabe como sofri. . . Como tenho sofrido! Os meus anos de ministério. porém, credenciam-me 'a absoluta confiança. E aquela atitude anterior de reserva. hoje ja' não se jus- tiíica. É verdade que os err-padres vindos para o nosso meio sempre foram suburbanizados. (Por que motivos? Justos é que não são! ) Se fôsse o contrário, o Dr. Giógia Martina teria sido muito melhor aproveitado para a Causa. Quem poderá deslustrar o seu valor? Além de haver pronunciado muitas séries de conferências no território brasileiro. onde encontra- mos tantos convertidos pela sua instrumentalidade, à frente da Pri- meire Igreja Batista do Brás. em 5. Paulo, em 17 anos, levou-a a 6 organizar mais da vinte outras igrejas. Ao seu tempo, quem fêz ae- lhantc? E por que não o aproveitaram melhor? Diz-se que a História é a Mestra da Vida. Será que a História luminosa de Giógia Martins se reduziu à insignificância de uma foto- grafia na parede de uma das salas do templo da sua última igreja e da Junta do Estado de S. Paulo? Ela não nos oferece lições? >| | Ú ! ii Não almejo nenhum pôsto na cúpula denominacional. Longe de mim a pretensão de participar de qualquer casta de privilegiados. Como padre recuse¡ os dois convites vindos diretamente de Rome para ser bispo e. por várias vêzes, as oportunidades de receber títulos hono- ríficos. Estou fartissimo de politica eclesiástica. E sei que nos redutos evangélicos ela é muito pior do que entre o clero católico romano. MINHA ÚNICA E ILIMITADA AMBIÇÃO É PREGAR 0 EVANGELHO PARA A SALVAÇÃO DOS PECADORES. Em 1971. nos campanhas em que preguei. Deus mc abençoou com mais de seis mil decisões. Qual outro missionário do Evangelho assim tão aben- çoado? Sinto. porém. o desprezo por parte de instituições corrompidas e igrejas comprometidas com a sociedade que não querem desagradar. . . Comprometidas com a amizade de bispos romanos os quais não querem melindrar. . . Comprometidas com a onda ecumcnista. . . Receiam abrir-me suas portas para pfeguf o Evangelho. . . "Des- conhecem" a minha literatura. Atiram ao silêncio as minhas cir- culares. . . Tôdas me são conhecidas. Desejo-lhes retôrno ao bom caminho. Do contrário. prognostico-lhes derrocada total quando, para serem ain- ccrns _ se pelo menos lhes sobrar um rcsquício désse sentimento _ deverão arrancar dos seus frontespícios o letreiro "Igreja Batista" para colocar em seu lugar éste outro: “Clube Social. . . " O Ú O A sevicia do clero ou o desprêzo de alguns evangélicos. . . A vio- lência dos padres ou a virulência de certos pastôres. . . O enxovalha- 7
  5. 5. mento ou o silêncio. . . Nada disso far-me-á perder a perspectiva do evangelismo. Mas tudo isso aumenta em meu intimo a capacidade de sacrifício e de combatívidade. E ativa a minha ousadia para pregar o Evangelho doa em quem doer. .. E acende na minha alma o fan- cinio contagiante de uma fé inquebranlível no poder do Evangelho. SÃO PAULO, na oportunidade da instalação da 54.3 Assembléia da CONVENÇÃO BATISTA BRASI- LEIRA, aos 19 de Janeiro de 1972. tan: : . a . na. AS RAZÕES PORQUE PEÇO A PALAVRA E QUERO SER OUVIDO PRIMEIRA: A Determinação de Deus. Acomodnr-mo por receio de desugrndar alguém seria trair minha consciência c a fidelidade devida por mim ñ Soberana Vontade de Deus. Se Jesus Cristo c' o meu Senhor, cumpre-me submeter-me à Sua orientação impostergávcl. SEGUNDA: A convicção que me vinculou o uma Igreja Batista. convertido em 8 de novembro de 1961, afastei-me do ministério eclesiástica romano en¡ 12 de maio de 1965. Três nnozs e meio após! ? renderam-me no catolicismo por todo 639!: tempo vários motivos, dentre os quais o desejo de reformar a religião do meu sacerdócio. Falava-sc muito em “nggiornamento”, atualização, c em retôrno às fontes a serem cmprecndídos pelo Concílio Ecumênico Vaticano Il, cuja prcpnrnção se intensificam o su oprt-ssnvn. Pei-cabendo posterior- mente a inviabilidade dêsscs propósitos como eu os concebia e não auportanlo mais a situação que me obrigava: : a praticar, como sacerdote. ns funções nas quais não cria, em consciência senti-me na necessidade de retirar-me. Mas para onde ir? A que grupo religioso ligar-me? 9
  6. 6. Nessa circunstância fui examinar em livros católicos escritos para combatê-lns, as doutrinas distintivas de cado denominação evangélica e protestante. Ao estudar as doutrinas caracteristicas das Igrejas Batistas, veri- fiquei a sua concordância com o Nôvo Testamento máxime quanto à eclesiologia e à teologia da salvação. Pelo fato de, om minhas idas a Santos, Estado de S. Paulo, ao celebrar missas na catedral romana situada na Praça José Bonifácio, haver notado o templo da Primeira Igreja Batista daquela cidade, loca- lizado na mesma Praça, resolvi, destituído de qualquer apresentação. procurar o seu pastor. Em certa noite dos meados da novembro de 1964, fui procura-lo desconhecendo-lho inclusive o nome. Ao invés de fazer-me êle perguntas, quem as fêz fui eu. Queria certificar-me das doutrinas e práticas adotadas por aquela Igreja a ver se concordavam com aquilo que en entendia como batista. E ao cons, tatar essa identidade. num culto de domingo, atendi ao apêlo. fazendo minha pública decisão por Cristo e 15 dias após submeti-me ao batismo bíblico. Durante os três anos e meio permanecidos no exercício do sacer- dócio católico depois de minha conversão. que, aliás se dou exclusiva- mente pelo exame das Sagradas Escrituras. estudei-as com afinco. Devo ressaltar quatro aspectos muito importantes que, dentre outros, me chamaram a atenção as Igrejas Batistas: 1.° _ O seu espírito eolcsial ao reconhecer na Igreja Invisível o Corpo de Cristo, de que fazem parte todos os salvos e que se mate- rializa ou se torna visível. para atender os reclamos de nossa persona- lidade composta também de matéria. , em Igrejas locais. Organizam-sc estas como repúblicas autônomas. independentes e democráticas. 2.° - O batismo de crentes o por imersão. 3.° - O apego 'a Bíblia como Palavra de Deus. As Igrejas Ba- tistas aceitam a Biblia. não apenas como contendo a Palavra de Deus, mas como Palavra de Deus, a Fonte Plena. Completa e Única da Reve- lação Divina, a dispensar quaisquer outras fontes rotuladas com títulos pompoaoe como tradição patrístíca ou magistério eclesiástico. 4.” - A ênfase dada 'a sotemlogia. ou seja, ao plano de salvação do pecador exclusivamente pela fe' em Cristo, o Único e TodoSufi- ciente Salvador. 10 l Absolutamente fora da minha vinculação a uma Igreja Batista o aventureirismo, o oportnnismo e o acaso. E ninguém me chamou! ESTOU NUMA IGREJA BATISTA POR ABSOLUTA CONVICÇÃO. Suponho que só éste fato me daria autoridade suficiente para tratar do assunto, objeto dêste pequeno livro. TERCEIRA: 0 meu crédito diante das Igrejas Batistas. Eis o outro fator sumamcnte importante porque peço a palavra e quero ser ouvido. O meu crédito lastreado num ministério de vários anos. Vívidos e vividos! Ao dar os primeiros passos no sentido do deixar o ministério sacer- dotal romano, foram-me oferecidas excelentes oportunidades de traba- lho porque além de ser formado cm teologia por uma faculdade da Pontifícia Universidade Católica de S. Paulo, fiz o curso de Ciências Jurídicas e de Psicologia em escolas superiores. A todos recusei, inclu- sive um pnstorado local de dois anos, a fim de atender o chamado do Senhor para o ministério de pregador ambulante do Evangelho. No- nhum outro interesse e nenhuma outra preocupação me envolvem senão a de ir, qual cigano do Evangelho. dc cidade em cidade, proclamando que SÓ CRISTO SALVA 0 PECADOR! No cumprimento désse ministério tenho rcnunciado o confõrto justo e humano da permanência no lar, enfrentado duras perseguições gostado energias em longas viagens, arriscado minha saúde já comba- lida por uma dificuldade cardíaca congênita. Sinto-me, porém, com- pensado - e altamente compensado! -- com os frutos de milhares e milhares de conversões através dêsse ministério totalmente submisso ao Espírito do Senhor, inteiramente consagrado 'a glória de Jesus e absolutamente voltado e votado para a salvação das almas. Jamais pleiteei posições de mando ou de direção em nenhum de- partamento denominacional. Desiludido de tõda e qualquer politica eclesiástica, nunca ambicionei a tutela de qualquer pôsto. Jamais o amparo financeiro de qualquer órgão da Convenção Batista Brasileira veio ao encontro das minhas necessidades materiais. Sinto-me eabnlmentc capacitado para expender esta mensagem ao povo batista do Brasil numa hora de tanta confusão religiosa a estontear os imaturos e sentimentalóides. ll
  7. 7. QUARTA: 0 meu passado dr- sacerdote ranmnu. Quinze anos e meio do sacerdócio ocupando VÚIlOS cargos de ele- vada importância, após haver feito todo o curso do seminário onda' o estudo é levado a sério. Por dentro, pelo estudo e pela experiência, conheço o catolicismo romano: suas doutrinas, suas práticas, seus métodos. seus objetivo-g sua politica. sua organização, suas táticas e suas manhas. 3 It O Todos êsses motivos me oferecem autoridade pnrn transmitir esta mensagem. Escrita com ardor característico de um apaixonado pela Cnusa que abraçou, de modo algum, ela escapa da realidade objetiva dos fatos. Ela deve, por isso, ser analisada i1 luz dêsses sinais. Esta mensagem é um clamor. Clamor angustinnte da quem ns- sistc o terrível envolvimento de que s¡ vítima o povo batista. Eln deve. então, ser ouvida com a mesmo sincrridade com que foi escrita. É, outrossim. uma séria advertência! Dave, portanto, ser meditada e ucntada antes que seja tanlu dc- mais. De uma coisa estou seguro. Acntn-la-ão e acautelar-se-ão os AJUl_ ZADOS. E os fatos se encarregnrão de nos dnr razão diante dos insonsntm nutosuficicntes. O MAIS POTENTE PETARDO DO ARSENAL PONTIFICIO SE O Vaticano e' um prodigioso laboratório de alquimia em cujas retortas, a passe de mágica. se criam dogmas e preceitos, trans- formou-se também num verdadeiro o fabuloso paiol a armazenar as armas mais cruéis. De seu labirinto sairam os instrumentos da Inqui- sição, celebre pela perversidade. Nesta época, porém, quando ae gcncralizou a estupidez humana porque a maioria. supostamente esclarecida pelos noticiários resumidos da imprensa “dirigida". quer falar e discorrer sôbre todos os assuntos sem entendem nada th: nada, a hierarquia clerical tem na BOMBA D - A BOMBA DA DESINFORDÍAÇÃO _ seu mais potente pclnrdo. O catolicismo romano se beneficia formidiavelmente dessa bomba super-potentíssima. capaz de demolir tõda e qualquer barreira levantada para lhe interceptar as pretensões. A sua espetacular rêde de emissoras _ já ascende a mais de 200 - espalhado por todo u País, se encarrega de servir-lhe nn oportu- nismo, atirando n fantástica BOMBA D cm tõdas as áreas ambieionadas por sua ganância pantsgruélica. Os crentes desinformados sôbre os reais objetivos do ECUME- NlSMO e dc suas táticas prestam-lhe um serviço valiosissimo. Trans- formam-se em seus instrumentos para derribar os obstáculos e abrir- lhe o caminho livre o dcsimpedido. 13
  8. 8. Promovem-se 'as vêzes estudos sôbre doutrinas herétieas: russelita, sabatista, astrologia, rosa-cruz. . . Sõbre catolicismo. nada! Quando esta doutrina é a base de tõdas as outras. A hierarquia romana aprecia sohremado éste nosso desinteresse em conhecer-lhe a teologia. Desinformados. os crentes se prestarâo com mais eficiência às suas manhas. 0 romanlsmo não cede em seus dogmas, mas as suas táticas mudam e são CAMALEONICAMENTE aplicadas do scõrdo com as circuns- tâncias. Por isso ha' pessoas que afirmam ser o catolicismo na Holanda, por exemplo, bem diferente do catolicismo na Itália. . Engano! E o mesmo. Em cada região êle se amoldo 'as circunstâncias para melhor se impor. Há uns anos passados um missionário norteamericano me infor- mava ser o romanismo em sua terra totalmente diverso em relação ao posto em prática aqui no Brasil. Que o catolicismo lã não 6 tão gros- seiro nem supersticioso. Dizia-me que lá nos Estados Unidos também o catolicismo sofro a influência da Bíblia (? ??), de sorte que jamais êle vira uma procisão nas ruas de sua cidade e nem uma imagem 'a beira das estradas. Meses depois aquele missionário foi passar um ano em sua pátria e, ao voltar, fui proeurá-lo. Nunca visitei aquela nação. Sei, contudo. qual o interesse do Vaticano sôbre ela. Sei quais as suas manhas para se infiltrar e depois minar a vida religiosa daquele povo. De regresso, aquêle irmão me contou, estarrccido, as novidades encontrada em sua terra. Ele viu procissões nas ruas da sua cidade, cuja população ja' acha normal. Viu nichos iluminados com imagens nos terraços de muitas residências. Viu “numas senhoras" 'a beira das estradas. Viu flâmulas e imagens de "são Cristovão" (e já esta' cas- sado! ) automoveis. Minha gente, o catolicismo não muda. É o mesmo. A sua apa- rente diferença de região para região é por simples manha. Ele não é influenciado. Nem influenciávell Às vêzes se submete temporariamente para se infiltrar. minar e dominar. Exemplo disto - e desgracadamente exemplo bem frisante - esta' nos Estados Unidos! 14 Oromanismo sabe aproveitar-se da simplicidade alheia o da desin- formaçao para envolver e permear os ambientes visados pela sua ga- DÀIHCII. Jamais a BOMBA D - a da desinformação - foi utilizada como hoje e com os mais espetaculares e surpreendentes resultados. Genernlizou-se, soh a explosão des¡ bomba D. a impressão de que o Concílio Ecumênico Vaticano II assumiu a incumbência da ro- forma das estruturas eclesiásticas oedíças, moldando-as à conjuntura atual. bem como a reformulação de sua dogmática objetivando eseoi- mar-se de certas teses por fôrça de circunstâncias assimiladas, contrárias ¡ts Escrituras. A BOMBA D, lançada nos reduto¡ batistas. explodiu causando tombos enormes por onde, em aluvião, penetram as levas medonhns do ecumcnocentrismo. E se URGENTEMENTE não erguermos comportas que barrem essa _inundaç§o, _dcntro de pouquíssimo tempo. constituir-nos-emos em irrisso e ascarmo para a nuvem de testemunhas da Fe' alcandorada pelos nomes antepassados. Se depois da leitura destas páginas, os batistas brasileiros continua- rom atotdoados pelo tcnitroar da BOMBA D, ASSUMIBÃO TÕDA A RESPONSABILIDADE DA MAIS VILIPENDIOSA TRAIÇÃO PER. PETRADA CONTRA O EVANGELHO. 15
  9. 9. OBJETIVO CONCENTRACIONÁRIO DO ECUMENISMO IMPOSSÍVEL ENFOCAR-SE o assunto sem se levar em conta a grande linha divisória entre o Evangelho e o paganismo. Enquanto o Evangelho requer para a salvaçao do peeagtgl sivamente a sua té. a sua confiançl» Ill-f' _Cmmv “m” TODQSUFICIENTE SALVADOR. cujos mentos decorrentes do Seu Sacrifício na Cruz são de valor infinito, o pngnnumo emma I n°00* : idade das “boas obras”. Entre o catolicismo e o paganismo a diferença consiste apenas no aapccoo da nomenclatura. _ Com efeito, o catolicismo exige, acrescidas 'a-fe' . em _Cnstm Il obras: esmolas, penitência, ritos. sacrnmcntos. devoçoeshigrejâ, gllñfdf de certos dias etc. Nega. evidentemente, a 'llodo-Suficiencxa do 'SBPN- iício do Cristo. porquanto exige-lhes as achegas de ritos cabalistlcos (sacramentos), da cooperaçiio de outros personagens (santos). da Ijlldl de Maria, da interferência da hierarguia clermal, do fogo acnsollador do pmggtório, do poder das indulgencms e do concurso do proprio ¡wc-dor- . . , . . . . . . Como decorrência lógica desse principio basilar cujas raizes histo- ricas se Iincam nn manifestação dos jndaizantes (At. 1521,55 Gl: 2:11- 14), a teologia católica recusa a segurança eterna de salvaçao Ja neste mundo. 16. ser Aquela vida eterna prometida por Cristo, segundo essa dogmática, é transitória porque o pecador perde-la-: i com os seus pecados “mortais”. E, outmssim, intermitente, pois, se perdida, rendquirir-se-a' mediante o sacramento da confissão. Ocorrendo, ainda a sua perda, a reconquista sc efetivará pelo mesmo processo sacramental. Uma espécie de gan- rral go Nesse caso, logicamente, a salvação depende do próprio pecador. O nome dc Jesus Cristo serve sómente para pretextar o nome de cristianismo. O catolicismo, por conseguinte, é o próprio antievangelho nascido com os judaizantea o estendido séculos em fora. O catolicismo adultera o Evangelho. O catolicismo abastarda o Evangelho. O catolicismo altera o Evangelho. O catolicismo degenera o Evangelho. O catolicismo corrompe o Evangelho. O catolicismo envilcce o Evangelho. Deturpa-ol Avilta-o! !! O catolicismo anula o Evangelho! !! POR ISSO, O CATÓLICO NÂO E CRISTÃO! !! Nenhum pecador jamais poderá encontrar no catolicismo a sal- vação. Para o católico Cristo de nada aproveita (Gl. 5:2). Pois bem, tõdns as seitas, embora mascaradas de cristianismo, ao requererem o concurso de adendas à fe' cm Cristo para que alguém ae salve (? ??), fazem parte do catolicismo. Este catolicismo se divide em inúmeras seitas: a igreja romana, a igreja grega ortodoxa, a igreja ortodoxa russa, a igreja anglicana, a igreja luterana, a igreja católica argentina, a igreja católica venezue- lana. a igreja católica polonêsa, a igreja católica japonêsa, a igreja católica de Antioquia e muitas outras. No Brasil, além da romana, há ainda a igreja católica brasileira, a igreja católica restaurada, a igreja católica livre, a igreja católico unida, a igreja católica americana. Para melhores esclarecimentos rcportamos os nossos leitores ao ea- pitulo ll do nosso livro: O ECUMENISMO: SEUS OBJETIVOS E SEUS MÉTODOS. O catolicismo é tão insidioso que tem seitas inclusive nos grandes grupos do protestantismo histórico e até entre os evangélicos, pois entre os próprios batistas há uma ala que reconhece a posibilidade da perda da salvação por parte do crente. Ora, se êste pode perder a salvação, insiatamos. é porque esta salvação depende do concurso do próprio 17
  10. 10. pecador. É salvação pelas obras! Esta doutrina e' antievangeüca! E catolicismo! !! »i- s a: De tõdaa as seitas católicas a mais importante pelo seu número de adeptos, pelas maiores áreas de sua influência, pelo seu fabuloso poder econômico-financeiro, pelo seu poderio politico. pela sua estrutura cle~ rical é o catolicismo romano. cuja sede central se constitui num país soberano e independente: o Vaticano. Ao pretender a revivescência das idéias e sentimentos do Imperia- lismo Ecumênico de Roma, o catolicismo romano eorrompe e desvirtua o conceito do eclesiologia neo-tcstamcntária. transformando o papa - o seu César Augusto - em fundamento visível da sua unidade ecumê- mea. Sobre êste aslunto dc teor histórico, o capitulo II do nosso livro O PAPA ESCRAVIZARA OS CRISTÃOS? revela identidade entre os dois imperialismo; ecumêriieos: o romano o o pontifício. Considera-sc o papa ou sumo pontífice o vigário de Cristo reves- tido com característicos podêres (governo. jurisdição c magistério) e com o dom da infaliliilídade. Como césar de uma lrierocracia, a mais importante da terra em virtude do seu poderio político-financeiro e na petulñncia de scr o sucedâneo da organização do Império Romano, PLETEIA 0 PAPA A UNIDADE ORGÂNICA DE TODAS AS OUTRAS SEITAS CATÓ- LICAS SOB A SUA AUTORIDADE. O ECUMENISMO TEM COMO TAREFA MOBILIZAR TODOS OS EXPEDIENTES EM VISTA DESSE OBJETIVO UNIONISTA. O cardeal Ernesto Ruffini, na assembléia de 18 de novembro de 1963 do Concílio Vaticano II, asim definiu _ e muito bem - o ocurnenismo: “UM APOSTOLADO ESPECIAL PARA A OBTEN~ ÇÃO DA UNIDADE SOB A AUTORIDADE DO PAPA”. O primordial intento do ecumenismo é levar as rircns católicas distantes da comunhão romaria a se render-em ao olimpo do latin-ano, o papa, o CENTRUM UNITATIS (o centro da unidade). De grande valia é n leitura dos nossos livros sôbre o assunto: O PAPA ESCRAVIZARÁ OS CRISTAOS? c O ECUMENISMO: SEUS OBJETIVOS E SEUS IVIÉTODOS. Nêles, com farta documentação, rlcrrionstramos o intento concentracioriárío do Vaticano ao propor nos 18 católicos dissidentes de Roma se integram na sua comunhão por reco- nhecer no papa o centro polnrizador da unidade ecumêniea. “O RO- MANO PONTÍFICE, COMO SUCESSOR DE PEDRO. É O PER. PÉTUO E VISÍVEL PRINCÍPIO E FUNDAMENTO DA UNIDADE QUER DOS BISPOS QUER DA MULTIDÃO DOS FIÉIS” (Consti. tuição Dogmxitico Lumen Cerrlíum, § 23). II O 49 _ Supõem os desavisados e os queimados pela BOMBA D have¡- varios ecumcnismos, inclusive um entre os evangélicos e protestantes encampnrlo pelo Consílio Mundial de Igrejas. Engano! Tõdo a ação ecumênica -~ TAMBÉM A EMPREENDIDA NAS ÁREAS PROTESTANTES - se encaminha inexoràvelmente para o vaticanocentrismo. Prova-o a propria curta história do movimento ecumenista entre os protestantes (cf. o capitulo XV do livro O PAPA ESCRAVIZARÁ OS CRISTAOS? e o capitulo III de O ECUMENISMO: SEUS OBJE- TIVOS E SEUS MÉTODOS). Prova-o o próprio Consílio Mundial de Igrejas por meio do 2.° Relatorio do Grupo Misto de Trabalho, composto de protestantes c cató- licosnyao enfatizar repetidamente que “o movimento ecumênjco é unico . Aliñâ, 0 Mcretário geral dêssc Consílio, Carson Blake, ao saudar Paulo Vl quando de sua vista, ern IO de junho de 1969 à sede dessa instituição ccumenístn, declarou: "a visita de vossa santidade é signi- ficativa, pois_ proclama a tõda a Igreja c ao mundo todo que o moyi. mento ccpmemco avança a passos cada vez mais largos e conscientes em direçao da unidade da Igreja”. lilerliante falas e documento-a, nos capítulo¡ 11] 3 VI¡ do um O ECUMENISMO: SEUS OBJETIVOS E SEUS MÉTODOS, de nossa lavra, demonstromos que A MARCHA DO CONSILIO MUNDIAL DE IGREJAS PARA ROMA E INTERCEPTAVEL HAJA VISTA SER ÚNICO O MOVIMENTO ECUMENICO QUANTO A SUA META VATICANOCENTRISTA. 19
  11. 11. r av *". .VtI. v4 _J OS BATISTAS PERANTE O VATICANOCENTRISMO É DO conhecimento dos batistas brasileiros a atitude oficial da CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA quanto ao objetivo Vaticano- centrista do ecumenismo. Na sua 50.' Assembléia Anual, celebrada em janeiro dc 1968 na cidade de Fortaleza, volowsc uma longa moção antircumcnista. No Conclave de janeiro de 1969, reunido em Niteroi. o seu ora- dor oficial, Dr. Ebenézer Gomes Cavalcanti apresentou a tese: OS BA- TISTAS E O ECUMENISMO, posteriormente enfeixada em livro edito- ratlo sob o mesmo titulo pela Casa Publicndora Batista. arm-matado com a seguinte conclusão: “Os batistas do Brasil, fiéis à Bíblia e coerentes com sua firme posição doutrinária e intransigentes na manutenção de seus princípios, recusam participar das atividades diretas ou indiretas do movimento ecumênico pró-unidade cristã". Segundo a MENSAGEM DOS BATISTAS PARA O MUNDO ATUAL, do Dr. J. Reis Pereira, inserida nos Anais da 52.' Assembléia, acontecida de 21 a 28 de janeiro de 1970, “A primeira tomada dc posição da 52.' Assembléia da Convenção Batista Brasileira foi contra o movimenta: ecumenísw. Por mais de uma vez c pela palavra de dezenas de oradores. a Assembléia manifestou-se contra este movi- mento que, sob a aparência de amor cristão e boa vontade evangélica conduz, entretanto, para o desfiguramento do Cristianismo de Jesus 20 Cristo. Do que se ouviu nesta Assembléia, podemos deduzir, sem pos- sibilidade de dúvida, que os batistas brasileiros são contra o ecume- nismo". Com efeito o batista rejeita o ccumenismo quanto à sua pretensão nnionista. eoncentracionária, por muitas, profundas e intransponíveis razões. Rcssaltaremos apenas duas, entre as tantas, de ordem dou- trinárin. PRIMEIRA: A dc aspecto sotemlõgico. Os batistas admitem intransigentemente a sola fíde. A salvação provém exclusivamente pela fé em CRISTO, ÚNICO E TODO-SUFI- CIENTE SALVADOR. Segundo as Escrituras, como Único Salvador, Jesus Cristo pres- cindc dc adcndas, de aclrcgas, de aditamcntos, de suplementos, do algo mais, ao Seu Sacrifício de valor infinito. Sacrifício, portanto, Irrepe- tivel. Irrenovávcli! ! Desaprovam o ccumenismo concentracionário porque recusam o antievangelho! SEGUNDA: A de ordem eclesialógíca. Absurdo aceitar o concentracionarismo ccumcnista por quem reco- nhecc a organização cclesial neo-testamenlária. Da IGREJA UNI- VERSAL INVISIVEL - o Corpo de Cristo - fazem parte todos os salvos por Cristo. E somente os salvos. Como povo de Deus, enquanto peregrinos nesta mundo, êles sc eongrcgam em igrejas, que à seme- lhança de repúblicas, são autônomas e independentes entre si. e se go- vernam por si mesmas em regime democrático. A união com Deus, portanto, t¡ que produz a verdadeira unidade espiritual entre os salvos pela fo' cm Cristo Jesus. Ele, a Única Religião, é o Único Centro Iltlagnético a atrair e a unir todos os cristãos! “Todos vós sois um em Cristo-. Iesus"l procla- mava Paulo (GI. 3:28). E estes, enlaçados espiritualmente na imensa unidade da Família dos filhos de Deus (II Pd. 1:4) _ a IGREJA ESPIRITUAL E INVISIVEL - na aspiração de gozar do Face de Deus c sentir a presença amorável do Salvador (Mt. 18:20), de fo- mentar o amor fraterno (At. 2:42,44,46) e multiplicar o número dos salvos (At. 8:1; Gl. 1:22 e I Ts. 2:14) se ngrupavam em comuni- 21
  12. 12. dada locais, democráticas e independentes entre si, denominadas de IGREJAS (At. 15:41; 16:5; Rm. 1624.16; l Cor. 7:17; 11:16: 14: 33,34; 1621,19; ii Cor. 8:18,19,23,24; il:8,28; 12:13; Gl. M222; 1 TI. 1:4; Apac. 1:4,11.28; 2:7,ll, l7,23.29: 1516.13.22; 22:16). Congregados em igrejas, os salvo: sc uncm no amor de Jesus Cristo. pois a autonomia das igrejas não monta barreiras entre Êlrx', como as diversos c muitos fanzílín: constituídas pelos liamt-s do sangue não dividem a socicdutlc. :nas u compõem. Todas as igrcjas 3:: enten- dem e cooperam mutuamente por sc subordinarem ao seu ÚNICO LÍDER, JESUS CRISTO! Na vivência eclcsiul. que não se circunscrevre apenas aos atos de culto. mas se derrama em todos : n «um atividades. os salvos devem se emular no cumprimento do “omni-mu- uns nus outros". Aa disñensões acontecidas provém da nossa miséria humana e não por qualquer falha do plano eclcsiul neo-tcstamentário. Aliás. as dis- scnsões no seio dos intpcrialismos religiosos atrelados ii autoridade de um papa, ou de um patriarca, são muito mais sérias porque prove nientes de ambições politicas. Unidos a Cristo pela graça salvíiicn e, por isso, unidos entre si pelo amor, cujo protótipo é a unidade entre o Pa¡ c o Filho, ns salvos, congrcgados nas assembléias locais. testemunham perante o mundo. Um em Cristo. ns snlvos têm u incumbência (ic revelar em ati- tudes o seu amor mútuo para que o mundo creia que Jesus é o enviado do Pa¡ (Jo. 17:21). "Que vos nmcis uns aos outros; como Eu vos amei a vós, que também uns aos outros vois ameis. Nisto todos conhe- CCPÍIU quv SOÍS “cus discípulos. se vos amardcs uns aos outros" (Jo. 13:34.35). A unidade estabelecida por Cristo acontece na estmlttra espiritual da Sua igreja por ter ela o próprio Cristo como cabeça e fundamento (Ef. 5:23; i Cor. 3:11). Fora de Cristo nenhum nome poderá aglutinar os salvos! Nem um soberano religioso identificado com os podêres e na riquezas da terra. Em Cristo o amor sobrcpuja tõdas ns arestas e vence tõdas as barreiras, ultrapassa tôdaa as distâncias e supera todos os tlu-snivelamen- tos sociais. Em Cristo - c somente cm Cristo › « o amor promova o ineíável relacionamento de todos os salvos porque nElc crentes. 22 Em Cristo - e somente cm Cristo porque, pelo amor. nÊle os salvos estão -- se efetiva por parte do Pai o atendimento de Sun súplica: “Pai Santo, guarda em Teu Nome nquélcs que Ma deste, para que sejam um, assim como nos" (Jo. 17:11). Guardados no Nome Santo do Pai - e não no nome de um impe- rialismo religion) _ t¡ que t» salvos a: : congregnm naquela unidade «utahclu-cida pela nmortivcl atração do Salvador. A causa exemplar dessa unidade. aliás, e' a própria unidade espi- ritual, irtdefectivel e etcma, entre o Pa¡ e o Filho. “Para que todos sejam um. como Tu, o' Pai. O és em Mim, e Eu em Ti; que também ELES SEJAM UM EM NOS: Eu neles, c Tu em Mim, para que í-lce sejam pcrfeitna em unidade. .." (Jo. 17:21 e 23). t ll li Estes princípios eelesiológicos sempre com insistência lembrados acautelnrão m batistas DIGNOS DESTE NOME quando convidados para reuniões i-t-umônicas de oração pro itnilale. À vista da cclmiologia neo-testamcnttiria essas reuniões se consti- tuem em ridiculo. pois não se pode pedir n Deus uma coisa que con- traria frontalmente : i Sua Vontade e o Seu Plano eclesial. E o que sc dirá (la presença de pastores batistas em reuniões de oração pro ttnitate como ocorreu na Gitannbara ainda em 1971? Foram rezar pela iusão de todos ns igrejas numa só Grande e Única Igreja Universal Visivel debaixo da autoridade do papa: ccntrum tmílntís. Foram implorar pela nutucrucin papai! !! Não é o cúmulo da quadradice? Da pratrazcx? I ! il il inviável. à luz dns sims doutrinas. a aceitação por parte dos ba- tistas do ecumenismo enquanto marcha para o vnticnnoct-ntrismo. A imiscibilidade, no caso. é decorrência lógica. racional, de seus prin- (tipica. Na sustentação dos seus principios caracteristicas - consentâneos. rvpilu-tc, com o Nôvo Testamento e com tõda a Bñilia! _ em suas assembléias nacionais. êlcs têm votado moções antiecumenistas. NA PRÁTICA, TODAVIA. OS BATISTAS BRASILEIROS DES- GRAÇADAMENTE COMPROMETENLSE COM A AÇÃO ECUME- 23
  13. 13. NICA. ACEITAM E FAZEM, QUAIS INOCENTES ÚTEIS, A JO- GADA ECUMENISTA. Ut* Perdoem-me! Ali no lugar de INOCENTES ÚTEIS quase que coloquei QUINTA-COLUNAS. l Ú t Neste sentido é que éste livro se constitui num hrado de alerta. É a clarinada de um atalaia convocado c posto por Deus sôbre aa mu- ralhas dos nossos armiaia a avisar o eminente perigo ameaçador. Altas horas da noite, o toque de alerta do clarim assusta. Inco- moda. Traz-nos sobrcssaltoe. . . Quando tantos tacteam nas trevas ccumenistizantea iate hrado inoomodn-los-á. Mas que, desportos de sua inconsciência e do engôdo, possam servir a Causa dc ganhar almas para o Santo Reino de Deus. . . Sc isto ocorrer, embora censurado pelo! aulosuficientu balofoa - essas oensuras, aliás, dada a sua origem, constituem-same em reconfor- tante estímulo! - dar-me-ei por recompensado e feliz por haver cum- prido meu dever. _. .- , .____~_. ..~. .-. - , .. OS BATISTAS BRASILEIROS NA MIRA DO ECUMENISMO 05 LUMINOSOS exemplos dos cristãos primitivos quanto ao cum- primento da gloriosa COMISSÃO: IDE, PREGAI . . . . 'mcítava 'a comba- tívidade evangelizante os batistas. cujo passado alteia numa torrente de heroísmo na refrega de ganhar almas para Cristo. l Ii¡ Ú Em prodígio; de audácia, aquêles discípulos encheram Jerusalém do Evangelho (At. 5:28). Tangidos pela perseguição, alastraram a Mensagem Salvifica por tôda a parte (At. 8:4). 0 sofrimento atiçava-lhea a ousadia. Enrijecia-lhea a capacidade de sacrifício. Acicatava-lhes o entusiasmo. . . A Igreja de Antioquia, a primeira da gentilidado, eehraseada em sonhos de galardões diante da acutilante Empreitada Soberana, ae ante- cipou a enviar a outras paragens Saulo de Tarso e Barnabé, os seus müaionârios. ler e meditar Atos dos Apóstolos, aplicando 'a nossa vida os seus exemplos, é manter acesa a flama do ativismo evangelíatico. i 3 Ú
  14. 14. 0 exemplo de Paulo a atração! Sua vida e' uma gloriosa epopéia épica na pregação do Evangelho o se torna para os discípulos de todos os tempos em fascinante estímulo. Militante intimorato, missionário por anlonomásia, levou a Man- sagem Salvifica aos mais distantes rincões. Chipre. Puga de Panfília. Antioquia da Pisídia. Ironia. Listra. Derhe. Cilícia. Frígia. Galá- cia. Troas. Filipos. Tessalônica. Bcréia. Atenas. Corinto. Éinso. Grécia. Açoitado, pri-so, apcdrcjado. naufragado. perseguido, scviciado, injuriado, nada o esmorece. Praga em tñdns as circunstâncias e em todos os lugares. Naa sinagogas. Nas praças públicas. À margem dos rios. No acrópngo. Naa estradas. No bõjo dos navios, E a sua voz ressoa até no fundo de uma eadeia a hradar o Evangelho a um careereiro aflito: "Crê no Senhor Jesus Crista e serás salvo. . . " (At. 16:31). á* à# * Tôdas as regiões do mundo naqueles primórdios ouvem o Evan- gelho. Nem o orgulho de Roma, a soberba capital do Império Ecumê- nico impede de que Elo ros-zoa entre as suas colinas. Carentes dos atuais recursos mecânicos de divulgação e dos meios técnicos de locomoção, aqueles nossos irmão-c cm Cristo. possuíam o ardor missionário estimulado e revitalízado pelos sofrimentos. Quando alguém cm oração agradece a Deus a liberdade que go- umos não respondo Amém por que sinto a necessidade urgente de sermos sacudidos pela perseguição. ll¡ : t1 ¡t! Foram se promovendo à glória aqueles discípulos primitivos e multidões de outros continuaram a imponente incumbência do pregar o Evangelho 'as gerações quo sa auccdiam ao longo da História. Sempre e sempre a pregação do Evangelho foi Íeeunzlada pelas perseguições. . . Sempre e sempre a violência tentou obstacular-lhe o avanço. . Produziu sempre e sempre efeito contrário porque a violência sempre e sempre atiçou e eseandiu o ânimo sôfrego dos discípulos. 26 A Inquisição, de sinistra memória, com as suas masmorras, os seus cadaialsos, os seus eutelos, suas fogueiras. seus torniquetes saerilieou centenas de milhares quo hoje so constituem na esplêndido nuvem de testemunhas a prolongar aquela nuvem mencionada em Hb. ll. O cumprimento da Grande Comissão c' um círculo vitorioso de Valentin e de lutas, do bravura e de violências, de opressões e sofri- mentos. .. De grandeza na conquista de almas para Jesus Cristo! !! É ¡l! U A História dos Batistas é uma torrente heróica de sangue! Sangue generoso que fecundou o seu estupemlo ministério evangelizante de longos séculos. . . Os seus missionários tscalaram montanhas, transpusemm rios, emhrenharam-sc pelas florestas, arrostarnm toda a sorte de sacrifícios no penctrarem regiões inôspitas. cruzaram os sertões, sohrepujaram enfermidades endêmica: : a tropicais, afrontar-am o poder eleriaal manoo- munado muitas vêzes com os podôrcs civis. ., De rijo combateram a idolatria e a feliçaria, .. Rejeitaram a tática cômoda de se anunciar doutrinas sem colocar sob a luz da Biblia os erros religiosos. Pro- cederam a exemplo de Paulo, o maior missionário não só pela ampli- tude de sua jomadn, mns também o sobretudo pela sua intrcpidoz em trazer à luz do Evnngellto, os erros para proiligá-los. Quantos crentes ¡Irctcridos! Quantos espezinhados! Quantos trans- feridosl Quantos crentes tiveram de se mudar de cidade porque o comércio nada lhes vendia! Quantos crentes viram os seus justos interesses postergadoal Quantos crentes dcsrespcitados cm suas merecida: : reivindieaçõesl Quantos crentes humilhados ao verem as portas das escolas fecha- das para os seus filhos! Quanta mt¡ vontade. quanta dilação, quanto escárnio sofreram naquele tempo os nossos irmãos em Cristo! Quantos templos batistas incendiados, destruídos, apedrejadoal A nossa curta história no Brasil é uma esteira de lutas. de sofri- mentos, de sangue. .. . lá é uma esteira de heroísmoaill Os crentes mais antigos nos relatam ainda as peripécias das per- seguições e as atas das primeiras igrejas nos transmitem informes sôbre glorinsas aventuras. 27
  15. 15. $ t t Notabilimu-cr, porém. o surto evangélico ocorrido na década de S0 e início da de 60, comando sérias preocupações aos hierarcas vnti- canos instalados na América Latina a serviço de sua seita. Em 1955. na oportunidade do Congreso¡ Eucarístico Internacional. celebrado no Rio de Janciro, reunirarihse para conlabular e adotar medidas YPPICS- soras. Em resultado, uma onda de violência contra o¡ evangelicos a_ de manaus ggpcciul, contra os batistas varreu o nosso Continente. sobre- tudo em cidades intcrioranas. Qual o evangélico brasileiro que nao se recorda de alguma perseguição no período de 1935 a 1962? Eu pro- prio, quando vigário em Guaratinguetá, em principios_ dc 1961. acn< ; ando ordena superiores, comanda¡ uma obra de vandalismo contra um tem lo evan (Êlico. P E t a ai: Em virtude da falência do romanismo na Europa - rfolno exemplo citamos a Itália, onde o papa com ll-Illí) o s_eu poder pollllw E financeiro, e apesar de ser u sua seita a religiao oficial, Vlu-M' frustrado em seus esforços de barrar a implantação do (Iivorcio - o olimpo do Vaticano. com iiisaciávcl cobiça : - grande esperança. OlhÉPGTn 0 Cm"" riente Latino Americano n. de maneira especial e particular. PM¡ 0 Brasil. _ _ _ _ d d Por ser reputado o Bflfill como a intalar naçmacatolica o mui¡ o o em vista da sua impressionante explosaa drmogralic-zi. . progmistica o papa ser o catolicismo em nosso País' o lidcrldp catolicismo mundial. E se recusar essa incumbência ficara o catolicismo : em liderança no Ocidenttf'. _ _ _ RECODhMBGP malograda a hierarquia Vaticano em sua: tentativas pela violência de subjugar os crentes. Fruatrant-m lhes foram oc me- todos inquisitoriais. Por outro lado. nem u comunismo lhe cnusn solircssallos como o surto evangélico ao Brasil. _ _ Senta-se na urgência de rrprimir a audacia dos crentes cm pri-gar o Evangelho. _ Como padre trabalhei oito anos no Recife. Pernambuco. Tive oportunidade de ans sLir as reuniões anuais dos bispos romanos do Nor- ' O Capitulo XVII do nosso livro O ECUMENISMO¡ SEUS OBIEHVOS E SEUS MÉTODOS trata imensamente déste assunto. 28 ' Hit Natal_ mi llr-uifc. rm Salvador, cm João Pessoa. '. rm (Íanipinsi (Êr: iii(lr~ c- cm Fnrtnlvvu. Em tñdue r-lns, como um r: u «lu Iirmwtti: . iiiln ii laiiln n ¡vmlrlu um rrinrlwi pPltl tlrwvh vulriviimitri ll-H but# O trulinlliu) llêltfã «ru rcspniiaúvcl pelas iiuitm: inenno: tim (lfílllilirii). nnrnloetinor. O u'. Attlültlu de AltltPlllit film-ais Júnior, ordinária da iirquidio- mw- rtvltlíttln rlo lli-t-ilo_ mupii-lii óptica. si* nxnllnvu rm gratos históricos por lllt' em' iiii¡in›. ~-'~ívn-l a ! Tui-cpu ¡ixuui rrpríinir n Llusviivolviuii-iito batista nn (Éranil- Rca-iii'. O vrlliu unit-nl Álvaro Silva. Flt' Sziluiilnr. por ñeu turno, r qiiiiizguvu inipropérius parque "Cm-cu bodas" lvrulil¡ 72111 no interior baiano. Naquele tempo houve uma ¡iulêniica por uni jürnül (la Capital Pcriixiinliur-ziiin Ptllfl' u Di'. illll| f_'| ll)H Sulmiiilin, p: i~tur da lan-ja llalista : la (hipuiigu, uin (Im t'llllllt'lllr^w lIl›l'l'll'| )~ (lüdm País. o n Dr. Antônio Pinin-nlrl, vutúlir-u Ícnvirnw). Subrin qitvm wvrr-vizi ' art-iigas ihsiun- tlzn pm' Piiin-¡ih-l? O sr. 'ilumia Jtlltiüri (Quantas i-'APH fui vu inmnio : iu _jornal lCVZl-ltli . , O ittlYtlgítllü Carola ora Fllllllllfa tcz<tzi-tli-«lt~rrni. atrás llf' vujn noim- sr- ¡ur-nmlin n : irvnliiepu Íugmn. A: : duiioiiiiiinçõcs C&! l)L(t: llt'Z]w' ligadas ul) Pmltwtunlmiin lii. ›ltiric0 foram c* são nunpn' niziii-zinlizh. (In-wont vi-gvtiilixninonti' polo linliwiio do» filhas dm nit-inliruea do mui: ¡gn-jin! v "jamais sl' deram au incô- modo do Pltlltlltinlílr ntlr-ptrh". Num-n ti . rum n = ono dm ¡irrlinairitwl 05 llitliMlít. :iléni du w vuraclnriznrviii ¡ivlu 'Z ctiirinuo". conforme a liivrarquia romana e 0 (kindilio Mundial do ILEYEJZIF mgnoiiiinam o Cvaiigvlismo, têm Fllt mu inn-in us PADRES APÓSTAYFAS para maior tll'. *t'>]lL-'X'0 clerivnl. Em qu# ¡iÊ-riii : is print-zh. uptirttiiiitlntlz-u quo ; i Cniiwuçñu But n Brasileira llivs tvni oferecido t' o pouro quL- ela trm aproveitado dêlvs. .Jimciitc n sua prcw-nçn cm nu~x~n int-iu já nluruic-iitn os' liiL-rarcas roma- tll<luñ ¡vovouIulu-llirs llUilCn (lc ])('°l| (l('l0:. . líoriivn nn Rucífc. quando andou por lai cvrtn feita o Pastor Gióia Àlartim. Cuuiu o 110150 uuianliwinio ordinário “orais Júnior pra- guojoul Para n t'lll-lft| püdl) lirasilvim c- sulirctuilo do Nordeste. onde o tra- balho ltítlirllt maia ll)t"t'l“t1)I'Ill1lt| . o iinuiv lnitistn se apresentava como um trrrur. ' Loir - (lc . t'f dcsrecpoiluxo o (Anna onlínvírio. É a cxprctsñu caiitL iiic. i para (I : nar u hi-: po (liam-xana. 29
  16. 16. O problema adquiriu dimensões alarmantes que chegou a ser con- siderado atentamente pela CELAM (Conferência Episcopal Latino- Americana). . _ _ _ l d Em suas reuniões - muitas das quais assisti - os pro a os nar- destinos examinavam o “problema” soh todos os ângulos e, ansiosos, discutiam possiveis soluções. _ _ _ _ Foi nesta atmosfera de apreensões que o Concílio Ecumenico Vati- oano II doflagrou o movimento ecumenisto. O papa é o indivíduo mais inteligente do mundo. Diabblicnmonta inleligentel _ ' _ _ _ _ _ . O que a violência da lnquisiçao nao conseguiu, conseguido-iria a virulência da hlandicia. _ _ A¡ perseguições no passado inecntivaram. estimularnm, acicataram. incita-am os crentes ao ativismo cvangclistico (proselitismo ou : aorta- rismo, conforme os hiernrcas vaticanos e o Consilio Mundial de. igre- jas) A bumdiçia_ o . sorriso, a amizade, a fraternidade, a politica da boa vizinhança nos moldes ecumcnistuây "Í'0“5“'“m- “m”°“'mm› aba' rianamm o: batistas. os BATISTAS NÃO PREOCUPAM MAIS os BISPOS ROMA- NOS NO BRASIL, SOBRETUDO os DO NORDESTE. 0 si'. Eugênio Sales, anteriormente arcebispo dos _católicos em Natal, Rio Grande (lu Norte, onde o conheci, foi escolhido a dedo e mandado para Salvador com a missão especifica de ccuinenistizur os batistas do Estado Baiano. E conseguiu! Na Bahia, os batistas hoje. com raríssimas e honrosissimas exce- ções, estão acomodados. Venceu-os o cardeal EiigemoSaIes. . E o seu sucesso credencinu-o a merecer da pai-lc do santa se irrestrita non- fiançn para completar a tarefa ecumenistizante dos batistas da Guana- bara para onde foi recentemente transferido. Se Iõsse o caso¡ dainllic-âa parabéns pelo êxito nn Bahia e, antecipadamente, piirahenizfi-lo-iílpcf: sucesso futuro na Guanabara. :i menos que os meus “iii-maos p. em Cristo e pelas eonvieçoes batistas se decidam a ¡aco! “rd” Prognostico com muito magos, alias, feliz resu ta o s imc> 'I ecumenistizaates do cardeal Sales no Rio de Janeiro porque os baustas guanabnrinos, em grande parte, já estão contaminados pelo virus-ccume- nista e também porque. inaensibilizados a enoegueirndos. reeusaraa aten- der os apelos de quem conhece por dentro os manhas e artimanhas cle- ricais e tem paixão pelo ministério evangelistico. 30 COM MUITA TRISTEZA RECONHEÇO SER MAIS FÁCIL CONVENCER OS INCREDULOS D0 QUE APELAR PARA OS CRENTES. l( 1M i Iii no cenário latino-americano, embora haja havido a Campanha de Evangelização das Américas. os batistas são considerados manso: : pelos hierarcas romanos. pois, bafejados pelas ariigens eeuinenistiznnlcs, deixaram dc ser "AQUELES PROSELJSTISTAS" e a CELAM. em suas últimas reuniões. nem mais os menciona. EMBORA, OUTROSSIM. NO BRASIL HAJA ACONTECIDO EM 1965 A CAMPANHA NACIONAL DE EVANGELIZAÇÃO. RICA DE PROGRAMAS, ORGANOGRAMAS E IMPRESSOS, OS BATIS- TAS BRASILEIROS TAMBÉM DEIXARAM DE ALARMAR AS ÁREAS ROMANISTAS. ABRANDARAM-NOS AQUELAS ARA- CENS. . . O frade Boaventura Kloppcnburg. teólogo do Concílio Vaticano ll e radicado há longos 11H03 entre nós. em um seu artigo divulgado pela Revista Eclesiástica Brasileira (exemplar de setembro de 1966) mani- festa a tranqüilidade por parte dos bispos romanistas instalados em nosso País porque os batistas se arrefeceram e o seu crescimento se assemelha ao dos prehisterinnos. É pouco mais do que vegetativo, nota o frade. “Os penteoostuis", observa Kloppenburg. "constituem atual- mente trés quartos do ¡iroteslantismo no Brasil". E, após lembrar que em 1930 êles somavam apenas 9,5% dos evangélicos no Brasil, em 1966 são 75%, afirma: “Enquanto as igrejas tradicionais, com auxilio de centenas dc missionários e milhões de dólares, cresceram de 300.000 a 1.000.000, os penteeostois, com ii ajuda de poucos missiunarios c muitas vêzes sem nenhuma assistência financeira, i-rcsizerani do 100.000 para 3.000.000”. Eslarrecido c. PÊNVERGONHADO transcrevo essas observações do frade teólogo com o intuito de demonstrar a minha assertiva de que os batistas no Brasil já deixam a hierarquia romanistn dormir a sono da tranqüilidade. O irado Cláudio llummes. subsecretário nacional do Departamento de Ecumenismo da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), em seu artigo: O Ecumenismo na Brasil, publicado no Boletim Infor- mativo drssa Conferência dos Bispos, Nacionais informam (n. “ 53, 31
  17. 17. 1 . u-mzena de abril de 1968), para a tranqüilidade dos ptelados bra- _' . l . “um” gnu-c os grupos evangélicas de crescimento slleutístiirlgzlileãja lhes o apôdn de sectários ou P'°5'~'ü¡¡““'= i5” é' 'u' vege _' _ rlstalêda Êãlisgetlemnhçnaomisericórdia de mim! E me conceda energia e ue . . - , . . - rm; h t tua! Packncm Par¡ continuar advertmdo os meus l 05 3 19 A META DIABÓLICA DO ECUMENISMO 0 INTENTO vaticanocentrista. isto. n união de tôdas as seitas ca- tólicas dissidentes da comunhão romana à autoridade do papa, o olimpo do Vaticano, é uma decorrência natural da tese antievangálica da sal- vação pelas obras. É u velha experiência sincrctistn tantas vêzes prati- cada no decurso da história do catolicismo a sc repetir. Scr ecumenista, no caso, longe de ser uma ¡Iovidudc ou um gosto praircntisla. É sintoma de anaerouismo. Cedicismo. Cheiro a naftnlinn dos gavctõcs das mu- mificadas sacristias vaticanas. Se o Evangelho e' sempre n Bon Nova, a Eterna Novidade. e o crente em Jens Cristo. conhecedor da Bíblia, não é só atual c atualizada, mas contemporâneo do futuro, o anticvnngclho (At. 1521.5; Gl. 2: 11-14) é velharía, arcuismo. E gcrontismo! Insaciúvel em suas ambições doministas, atnvismo congênita dc sua procedência do Império Romano. tudo emprcendc o romantismo no sentido de ampliar as suas nefandas glórias e de expandir os seus proveitos. Ameaçndo pelo surto evangélico, sentese na urgência urgentis- sima de reprimir a nudúcia dos crentes em pregar o Evangelho puro e simples de Jesus Cristo. Abalunrtnrlos pelo fascínio do Salvador, os crentes ativam o seu ministério evangelístico na proporção direta das perseguições contra êles movidas. Quanto mais atormentado: pela vio- lência mai¡ ncicatados em seus ¡nimos por anunciar as Boas Novas de Salvação. 33 32
  18. 18. Se a História dos Batistas é um glorioso e épico “rastro de sangue", e', outmssim, a cstunnte e notável odisséia do cumprimento da Grande Comisão. Inefícazcs e intempestivns no panorama atual do mundo os pro- : :esses inquisitorinis da fõrça, embora a hierarquia clerical reconheça a sua viabilidade em casos especiais em determinadas regiões, como ocorreu em 1969 na localidade dc Snntn Rosa no norte do Estado de Minas Gerais. É-lhe rendosc, envergando a máscara da fraternidade _ “todos somos irmãos" _ aproximar-se cordialmenle dos evangélicos. Com SOF risos e palmadinhas amigáveis cm suas costas, torna-se mais fácil ar- refecer-lbcs o ímpeto cvangeliznnte, nfrouxnr-lhes a ousadia missionária. Se ECUMENISMO significa UNIONISMO quanto aos católicos de tôdas os seitas, ECUMENISTIZAR expressa a guerra gentil a so- lnpar de manso. soh as aparências de fraternidade, as nossas energias evangelisticas. ECUMENISTIZAR OS EVANGÉLICOS ATIVISTAS, COMBA- TIVOS. SIGNIFICA COARCTAR-LHES 0 EMPENHO, O ARDOR, DE GANHAR ALMAS PARA CRISTO. Ecumenistizar significa acnnhnr-lhes a missão à vista popular por- que sc gcncrnlizou n idéia dc que “o santo padre disse que somos todos irmãos. Ninguém mais precisa mudar de religião. Todos somos filhos do mesmo Deus. Os católicos também possuem e já lêem a Biblia. O padre prega u Biblia. O vigário é muito amigo do pastor”. E quejandns. . . Ecumenistizar significa minimizar. pasteurizar, miniaturinr, li- mitar, restringir, rarcfnzcr, atenuar, npoucnr, ncanhar, acalmar a vee- mência evangelimnte. Ecumenistizar significa encurralar, confinar, enclausurar, entoear, encafunar, eneantoar, ncorrilhar, acuar os crentes debaixo dos telhados dos seus templos. ECUMENISTIZAR SIGNIFICA TIRAR DOS CRENTES A Vl- SÃO MISSIONÁRIA! Eeumenistizar significa o mais disfarçado, o mais subreplício, o mais diahólico BOICOTE à ação cvnngelistical! ! Ecumenistimr adota como método a blandícia. A insídia. A mei- gnice fingida. O afago hipócrita. 34 , Écumenislizar, por tudo isso, quer dizer cilada. Traição. Per. fídia. Emboscarln. Ardil. Estrntagema. Tática. Astúcia. Trama. É a aproximação amigável, cordata, alável, cordial, jesuíta* com o in- tuito de cercear, amacinr, afrouxar o ímpeto evangelizante dos crentes. _ Se as fogueiras da Inquisição não os deseoroçoaram, a aproxima- çao ecnmenrstizante, “fraterna”, sorridente, embotar-lhes-r¡ o ânimo. prmeagia o pontífice hierofante. Há de esmaecer-lhes a coragem. Ha' de entibiar-lhee o ardor. Há do aIrouxar-lhes o ímpeto. Há de abo- bá-lus. Há de cnleãdos. Há de abananá-los. Há de aqnietá-los. Há de nbonançá-los. Há dc aplicá-los. Há de serena-los. E, surprêsos com o mudança de trato, ha' de estnpidificá-los. , . Narcotízá-los! !! O plano ecumenistizante den certo. Seus resultados positivos su- peram todos os bons augúrios e as mais otimistas previsões da aristo- cracia clericnl. ' . E, com efeito, num passado mui próximo aplicado, já produz far. tissima seara de frutos a enriquecer mais ainda os latifúndioe Pon. tificios. Quantas igrejas, pastõrcs e crentes comprometidos! Contagiados pelo virus ecumenistizante. . . E, em conseqüência, acomodados. Con- formados. Amaciados. Ahemolndos. Ahrandccidos. Aviltados. Aca- chados. Acnchapados. E acapachados aos interesses do negro impen rialismo religioso do Vaticano. Diz-se que jamais na história houve tanta oportunidade para se evangelizar. .. Que jamais o povo foi tio accemível. Mas nío se evangelizn. . , A astúcia ecumenistizante e' tão Venenosa. tio insidiosa. que a sua vítima se torna cega. Entorpecida. lnscnsibilizada. Estuporada. Abobalbnda! Estupidifieada! !! Tão tudo isso que. corn as melhores da intenções - e de boas intenções o inferno esta' forrado e anoalhado -- cai. com o mais esfo- ' Jamile, coníonne os bens rliáunarístas, como Silveira Bueno, Buarque de Holanda, tipifica astúcia, tule-io. 35
  19. 19. xiante entusiasmo. na pnnfesta ecumenistixante. Sobe à rilnlta ecumê- nina supondo aproveitar urna excepcional oportunidade de evangelrzar. Boneco-de-engonço. cera apaletmada pelas afabilirlndcs jesuiticas do clero, qual nutômato. carnavalesco arleqtlim, cnlra na leatrílda ecumenista de marionetes cujos cordões os hierarcas vaticanos manejnm com rara habilidade sem jamais se embaraçar. 36 "E AGORA NÃO É MAIS FÁCIL EVANCELIZAB? " QUE PERGUNTA de bnsbaque! A ação ecumenista é tio insidiosn, tão encapnda, tão emfloreada, tão ardilosa. tão subtcrfúgia, tão mnnhosa. tão encapuçada, tão disfar- çada, tão dissimulada, tão emhuçnda que pessoas dotadas do desejo sincero de cumprir a Grande Comissão, mas ingênua, descuidndas e irrefletidas enem nessa esparreln. O mais grave, porém, é que, prêsas nn arapuca, se tornam ence- gueiradas e envenenadas. E dificilmente sc libertam da peçonha ecume- nistizente . Ecumenistizadas, :: pegam-ee ao seu ponto de vista que não lui argu- mentos cupons de convencê-las do lõgro em que caíram, quais insen- sntas mariposas, castigados pela própria lâmpada que as seduziu. Nem a experiência dolorosa do fracasso do seu ministério! Parece ser irrever- sível essa estupidificação complicada com a agravante do orgulho. . . QUEM ACEITA OS ACENOS ECUMENISTAS E ECUMENIS- TIZANTES PERDE O INTERESSE POR EVANGELIZAR. Quando muito se limita a aplaudir um desenvolvimento pouco mais do que vegetativo de sua igreja. . . Esse movimento deve cumprir n sua destinação: deílagrado para embaraçar o desenvolvimento evangelístico vai fazendo o seu trabalho de sopa entre os crentes ao : placar-lhes o clan de ganhar almas para 37
  20. 20. Cristo. e entre o povo ao leva-lo à indiferença diante do Evangelho. O crente embeiçado, enfeitiçado, envolvido por essa onda renuncia o alto privilégio de pregar o Evangelho genuíno. Enxovalha-ee tanto que acaba aceitando inn evangelho corrompido. E o seu interêsse se desenvolva em outras atividades. Aliás, é muito mais fácil constatar-se a presença de interêsses outros entre os batistas eeumenistóides. Quantos estão 'a cata de sine- curaa em funçõa públicas. . . E outros preparando terreno com vistas a disputa politica do cargos eletivos. . . Para si ou para parentes. . . Encontramos. porém, entre nós a prova provada de que nesta era ecumenistizante as nossas igrejas e os nossos pastôrcs marginalisaram o primordialidads da evangelização. Templos suntnosos, congressos retumbantes, corais maviosos, cultos pompoaos, passeatas embandeiradas, grandes concentrações (onde os batistas não sabem sequer guardar silêncio e ouvidor os oradores e se comportam pior do que os mundanos nos seus comícios politicos da vésperas de eleição), organizações esplêndidas, tudo são demonstrações da nossa fuga à enorme responsabilidade de estender entre os homens o Reino de Deus. Tudo isso nos mantém cercados numa terrível e labiríntica teia da enganos e nos torna cúmplices da maior e mais dia- bólica barreira levantada contra a nossa primordialíssima tarefa. Embora os templos sejam suntuosos, retumbanles os congressos, maviosoe os corais. pomposos os cultos, embandciradas as passeatas, as nossas igrejas ecumenistizadas, estão imobilizado. ; pela paralisia, negli- gentes numa criminosa frouxidão. .. Estão mortas! !! E mortas já entram no estado de putrefação do mundanismo. . . sé] Porque ao deixar de ser evangelística a igreja deixa de ser evan- rca. Deixando de ser evangélica podera' scr tudo. . . Clube social. . . On sociedade filanuópica. . . Menos Igreja de Jesus Cristo! Blandíflua. para ooonestar um cristianismo adulterado, corrupto e eorruptor, enleado pelo antievangelho c cúmplice na perda eterna das almas, hlandíflua casa igreja advoga ridículos programas existenciais aos necessitados à sombra dos “alimentos para a paz", dos favores de algum politiqueiro disposto a distribuir pequenos empregos e de algu- mas miseráveis esmolas aos famintos. Uma incontestável demonstraçio de que esta época ecumenisti- cada dificulta terrivelmente a conquista de almas para o Reino, esta' 38 no fracasso da nossa Campanha Nacional de Evangelização, nio obstan- te os triunfalistas, mesmo contra a realidade objetiva dos fatos, a considerem vitoriosa, quando nem sequer despertou na maioria abso- lutíssima dos batistas qualquer interêsse pela evangelização. Proponho-se a Campanha dobrar o número d batistas brasileiros: l + l = 500.000. Dos 250.000 existentes desejava-se atingir o maio milhão. Ainda depois da Campanha das Américas estamos mui distantes dêsse alvo. E quando lá chegaremos? Pelas estatisticas elaboradas, aliás sob um inconsistente triunfa- liamo, os batistas brasileiros têm diminuído de 1965 para cú a sua porcentagem de crescimento em relação ao passado. E ainda à luz dessas estatisticas (otimistas além da realidade - aceitando-as corn elevadíssimo dose de boa vontade paro não ser desu- manchn prazeres, apesar de incluirem elas os contados em FANTASMAS rois de membros - o nosso crescimento (inferior à porcentagem do crescimento no passado) se constitui num estarrecedor escândalo diante da explosão populacional quase geométrica experimentada pelo Brasil. Efelivamcnte, essa nossa situação demonstra opodictíea, absoluta, irrefragável. irrefuuivel c incontestàvelmonte a assertiva de que o ana- luvião ecumenistizante está barrando, sufocando e impedindo o desan- volvímento do Reino da Deus em nosso País. Recordemos! Dois são os fatõres do sucesso da empreitada ecume- nista: PRIMEIRO: O bloqueio das almas no terrível indiferentismo. “Todos somos irmãos. Temos a Bíblia também. Deus e' um só. Todos os ca- minhos conduzem ao céu. Os padres também pregam a Bíblia. As grandes transformações (que conto do vigário! ) da igreja católica (? ) estão aproximando-a da Bíblia". SEGUNDO: O amaciamento. o enfrouxecimento. o abananamento, o nbemolamento dos crentes. Diante dessa tremenda averiguação quais as medidas que os be- tistas no Brasil irão tomar? Embnlados em um pucril e nnacrônico triunfaliamo em suas As- sembléias nacionais ou regionais. em seus congressos, em seu retirou espirituais continuarão nas discussões infindáveis sôbre assuntos secun- dários e na busca promocional de “ilustres” vaidades? 39
  21. 21. Insnficientes as moções autiecnmenistas sentadas por unanimidade em nossas Assembléias. É mister encarar-ee o problema ecumenisti- : ante nas suas verdadeiras e terríveis dimensões a fim de se tomarem medidas objetivos, concretas e suficientes que nos livrem e imunizem dêsse virus satânieo se quisemos cumprir o naum dever e continuar a nossa história assinalada pela presença do espirito evangelístico. 40 SUGESTÕES PRÁTICAS DE UM ARCEBISPO E A AMARGA EXPERIÊNCIA DE UM PASTOR ABANDONEI 0 sacerdócio romano en¡ maio de 1965 e presen- ciei muitaa confahulações entre o clero visando a prática dos lances ecumenistaa. Em julho de 1964 participei de um retiro espiritual dos padres do arcebispado de Ribeirão Prêto, Estado de São Paulo, a cuja juris- diçio eclesiástica estava sujeito. Ao final dêsse exercicio, o nosso ordi- nário. hoje cardeal em Roma. o ar. Agnelo Rossi, promoveu um dia de estudos sôbre aplicações práticas da açio ecumenista. assunto palpi- tante e de máximo interesse para o clero. 0 bien-arca fomeceu-nos muitas "instruções de efeitos positivos surpreendentes”. Dentre tantas, salientou-nos que os padres vigário: de paróquias onde houvesse alguna igreja protestante (? ) deveriam fazer tudo por se tornarem amicíssimos dos crentes. mas sobretudo dos pastôres e que demonstrnasem pública e rugadamente essa amizade. E. enfeitado por um sorriso malicioso. apresentou o resultado: ai o povo concluiro' que tudo é a mesmo coisa e quando alguém fôr abordado por um pro- testante logo se sairá com a explicação de que tudo é a mesmo coisa haja visto a estreita amizade entre o "seu" vigário e o pastor. sugeriu-nos ainda o prelado procuráasemos prestigiar o pastor promovendo-lhe a participação ativa na diretoria de alguma sociedade 41
  22. 22. recreativa ou beneficente da paróquia. Lembrou-nos a ótima oportu- nidade do certas festas, como as de formatura de estudantes, recomen- dandomos eonvidássemos o ministro protestante a compor o cenário do palco. E comentava o nosso amantísimo ordinário: “os pastõra em geral são pescas simples e sentir-seão envaidecidos numa solenidade quando forem saudades entre as autoridades eclesiásticas”. Sentir-se-á notável a comboiar o sacerdote. . . sugeriu-nos o hierarca procurássemos visitar o pastor em sua casa e o convídássemos para refeições em nossa própria. Que nos prontifi- cássemos a ajuda-lo en¡ tudo e dispondo-nos com insistência a lhe en¡- prestar objetos. como bancos, quando necessários c que atendêssemos prontamente seus convites e de maneira especial os relativos a cultos religiosos. . . Tôdas essas sugestões ecumenizantes do arcebispo visavam esta meta: levar o povo 'a conclusão de que tudo é a mesma coisa e assim “os cyatóliou estariam imuniudos do insidioso proselitismo protes- tante' . Muitos pastores batistas - reconheço-os sinceros em sua boa fe' - supõem ser já tempo de se acabarem as rixas entre ministros de religiões diferentes. Entre pescas educadas, com nível escolar supe- rior. fica muito bem a cordialidade. Devem-so tratar como cavalheiros. Que candura! Cavalhcirismo, sim! E quando o cavalhcirismo pk em cheque a fidelidade a Jesus Cristo e à Sua Vontade? Cavalheirismo! Como sinônimo de suhserviência? De ingenui- dade? De cumplicidade? De pamería na trama ecumenistizante? Porveulura Jesus foi cavalheiro com os fariseus? Com os sacerdo- tes? Serão expressões oavalheíras as suas objurgatórias registradas no capítulo 23 de Mateus? Terá sido cavalheiro Paulo Apóstolo na presença dos judaizantes? Foi de cavalheiro a sua conduta na assembléia de Jerusalém? Será de cavalheiro o chamar de “bestas” os abvcrsários efesinos? (l Cor. 15:32). 8 1¡ Ú Por tras dêsse "cavalheirismo" deslanchado pela onda ecumenista existe por parte do clero interesse de neutralizar a autoridade dos crentes diante do povo. . . E por parte dos pastôres que o aceitam. existe ou ignorância - o que e' quase inconcebível - ou muito propósito es- 42 _ ouso. . . Como ocorreu com certo pastor ecumcxiisticamente cavalheiro que pretendeu preparar o terreninho a ver se conseguiam: : carguinho numa assembléia legislativa. Outro, em idêntiva situação, mnneimva o ambiente para prestigiar um mano na busca de votos numa campanha eleitoral. l? II t¡ Sobremodo apreciam os crentes verem a presença de sacerdotes em cultos evangélicos. Vêem nesse gosto uma predisposição. uma abertura para o Evan gelha, ou um ensejo para que ouçam a pregação da Palavra de Deus. Tudo isso e' utopia! A comparéucia do clérigo aos nossos cultos envolve um outro mo- tivo. Está fazendo o jôgo ecumenista o ccumenistizante! Os ingênuos teimosos - pascácios! - insistem que ouvindo po- derá algum dêles se converter. Sinal A fé c' pelo ouvir a Palavra de Deus (Rm. 10:17). Mas, como ouvi-la? Com aquela predisposição de quem e' ain- cero na busca da salvação e no desejo do atender a Vontade de Deus. Sc pelo fato de se ouvir a Palavra de Deus já se aceitasse a Cristo, quem não seria crente ncstcs brasis? Tantos clérigos têm ouvido a mensagem do Evangelho e quantos a aceitaram? O eat-padre Rondon traduziu dos originais o Nôvo Testamento e e' espírita. Aqui no Brasil quais são os padres convertidos durante esse pe- riodo de assanhamento e arreganhamcnto ecumenista? Dizem que os padres freqüentadores dos nossos cultos ou “amigos” dos crentes são QUASE crentes. . . No Recife. seguindo aa circunstân- cias locais e do meu trabalho, fui um padre quase-crente. Em Guarn- tinguetá, noutro ambiente e enfrentando outro panorama, perseguí os evangélicos com extrema violência. E perante o Evangelho QUASE quer dizer NÃO¡ Ninguém se iluda mais! Os sacerdotes se apresentam em nossos cultos cumprindo o programa da ação ecumenistiunte. ü $ ! I Qual, porém o comportamento do pastor quando da presença de um clérigo ao culto do sua igreja? 43
  23. 23. A DO BOM SENSO! !! O servo de Deus não tem o direito de ser um PAPALVO¡ . . Iaumentàvelmente no mercado das ilualificações de muitos falta êsse bom senso. Um dos grandes instrumentos que todo pastor tlvvorin possuir e usá-lo rliuturnairwntc L'- o dcsconíiõmetro. E um miríiico remédio que sempre deveria lumin- em doses maciços é Slltrl/ iNCOL. Snlrcclor dos propósitos : ln Cllllílãl. (leve tratar o reverendo (turno a outro qualquer pecador. sem anunciar-lhe sequer a presença. E na apresentação da mensagem, não se impmssionandn, fazia-lo com fideli- dade à inspiração do Espirito Santo e lealdade com n inlrircza doutri- nária da Biblia. O pastor cauteloso, antecipndmncntc, orienta o seu rebanho no sentido de não se impressionar quando isto ocorrer. Ninguém deve dar especial atenção ao sacerdote para enfatizar o seu comparecimento. Tõdn vez que vejo um clérigo presente vennnc à lembrança a olxxzrvação bíblica ao relatar a tentação e queda dos primeiros pel: : "Ora, a serpente era mais astutn que tôdas as alimúrias do campo” (Cn. 3:1). E ao se referir aos judaizantes, Paulo prevcnia os co- ríntios, lcmbrandolhes a astúcia da serpente (ll Cor. 11:3). * 3 $ A minha terceira série de conferências cirangelísticas ocorreu em uma lgreja Batista em São Paulo. cujo pastor era doutor em teologia. formado numa faculdade dos Plstndos Unidos, professor entérito e aplaudido, repulmlo grande teólogo em nosso meio. . , Todo engalatrado dc efes e erres. . . Numa das noites apareceu um bispo. Um bispo da "Igreja" Cató- lica Apostólica Brasileira, meu oii-colega de seminário. Resolveu o pastor oolocá~lo na plataforma ao lado do púlpito. Aliás. , foi um exótico enfeite naquela pnntominm, pois o ¡irclado (e pelado de quaisquer predicados morais) se encontrava lodo njaezado com os arrcios cpiscopais. Recém-chegado para o meio batista. resolvi conservar-me retraído e olmervar o desenrolar dos acontecimentos. Aliás, e' uma arte 0 saber-sc rir por dentro quando o ambiente nos inibe. . . Concluído o apêlo, o pastor, eminente lider batista, respeitável por todos os títulos, concedeu a palavra ao “ilustre” visitante. E durante 44 : .:: :.'r: -:: ::*: .:: :g: ':: ::? e meados o w- lC avmme: -' " ' . - tido; veia como êle fala. . . use amem J. e emule' esta “Men d AP” g u-IÍÍO. 0 “nobrc" personagem inflado do satisfação pelas 12:95” "ZÊÂÍ 'É Sie enwsmm** P°r PW dos membros daquela muÍJP-"làcuhr. instante de atençao para um assunto pessoal, , ,.. .'f. ?:, .:: ;:: .:f: :°, :st'°"°*°d°- ° o sw se ; unem o que o bispo Quase-crente queria? d m me convidar para ll' para a Igreja Brasileira! “Você no meio essa gentmlu? Isso nao lhe da' futuro. Somos amigo: de lo a dam desde nossa juventude. Dar-lhe-ei grandes oportunidades : ag I 'À Brasileira. . , " Em, ! i1 3-' R Agora a amarga cxperiên ' d t: _ 'd A "mllíudo- Mas. um Éodlosubfãlqlãlittiiligdcfsñ_? mrmntexl Porque ser ecumemstoide, ccumeniaoo. c' ser muito quadrado. E o cumulo da burrice. É ser tremendamente pratruu-x, _ A Biblia chama êsse conluio de PROSTITUIÇÃO. S: ecnmenuta, ecumenistíznnte, ecumeniaco, eclunenistóide e' ser ameno ado, aoomadrado, abarregado com a idolatria. os idólntras e o anuevnngelho. Poisbermhâpoucod"" "d " -- num dos subúrbios da Grmidlflsllçlaiufllc e Fresqui evangelmmns Ao chegar ao sábado à noite, encontrei o templo regurgiumte e o_povo turbulento com a notícia da vinda do vigário a convite da cs- ponn do pastor da Igreja. Fate. plzefcndendofrmsformar em ribalta ocumênica a plataforma 4°_ PUÍPIÍD. Ja havia posto uma cadeira de alto espnldar destinada ao clerigo. Rapel¡ essa idéia colocando o aimplório pastor num dilema: ou tmn' do h a cadeira ou a minha retirada. En¡ vista_ de minha inflexível decisão, julgou de melhor alvitre colocar aradeira embaixo. Eictivnmente, poucos minutos antes do inicio do culto chegou o . mario acompanhado de grande comitiva de pnroquinnos. todos mui 45
  24. 24. Foi aquela azafama para instalados todos nos primeiros assentos ao lado do pároco. Enquanto tudo isto se pmcessava, a eepõsa do pastor. como recep- cionista, posta à porta do templo, a informar a todos o seu êxito em leva-lo, Saltitante. apontava o vigário como o seu convidado especial. O pastor de cara apalermadn e enoegueirado, apesar de minhas advertências. com voa cheia de cálida adulação. apresentou o elérigo, que, com palavras repasadas de elogios e agradecimentos, de pée acenando com a mio para a assistência. retrihuiu o palanfrório entre sorrisos simpáticos de ecumenista profissional. "Lábios liaonjeiros e coração dobradoH! ” (Sl. 12:12). Naquela noite Deus me deu uma mensagem candente. lnveati dum e firme contra a idolatria. Ao fazer o apêlo houve muitas decisões. Tõda a comitiva do sacer- dote se manifestou. E o próprio vigário pôs-se de pe' e foi 'a frente. A madame do pastor não cabia em ai de juhiloaa. O extravasa- mento de sua euforia contagiava os irmãos circunstantes. “O vigário se converteu. Todos os seus acompanhantes também. A Palavra de Deus é como o martelo a esrniuçar a penha. Acabou-se a paróquia católica do nosso bairro". Alguns membros da Igreja, que haviam presenciado a minha manifestação de intransigência, vitoriosos. me olhavam com ares de censura e desdém. Cumprimentei todos os decididos. inclusive o vigário e sua ea- terva, enquanto os conselheiros anotnvam os nomes e endereços de todos. Após orar. entreguei o púlpito ao pastor daquela Igreja Batista a fim de proceder o encerramento do culto. Enxuguei lágrimas de tristeza ao ouvir as palavras finais do pae- tor, que. traindo o Evangelho, acabava de colocar a sua igreja. a reboque da onda ecumenista. Ao me despedir dêle. informou-me que o vigário queria uma entrevista com êle e pediu-me que o acompanham no dia seguinte a cana paroquial. Escusei-me. “Desde que o reverendo se converteu e precisa de orientação, sen¡ melhor que o irrnio va' sozinho. E, depois. caso julgue de mister. poderei ir também", disse-lhe eu. sabendo já qual seria o dufeoho daquela patuseaúa. 46 ttmfr: zsz. zaesff› = »w -o «me -› “Nem queira saber”, contou-me. “Logo g _i - f . . ea: paroquial. O padre 'me colocou num labirinl: :: gslàrflisindsjfnñãhel ap "ma o' N° hm* dm°m° Palavm¡ ¡5P°¡”“5~ E. após duas horas de ¡Oríllra moral, retirei-me. Quase erro o caminho de casa” : g quantos decididos freqüentam a Igmjn”, Pe¡. gun¡e¡_'u¡e_ enhulfl- êpesnr de muito visitados, todos se dizem exímio¡ P°Íq“°_ “mim” “mem 9m CHMO. mas preferem continuar ao lado do "so" vigário". O pastor, desmo li¡ d b ' - - - - › O melhor a fazer ser; nliuldalilfse . dartlálem o seu mmmeno . tramadol E que faça bom proveito da lição. _ _ 47
  25. 25. O SORRISO DO JACARÉ E O ABRAÇO DE I-IARADA DE CERTA feita um casal em "lua-dc-niel” decidiu gozar as suas delícias na Amazônia. Seria uma “lua-dc-mel" diferente. Sensa- cional! Dar-lheda fartíssimn _reserva de acontecimentos para rechear as suas conversas com os amigos. _ Qulseram os dois pombiahos fazer sortida pelas florestas. Às mar- ns de um igarapé boquiahertos. encontraram muitos jacarés em banho de so! naquclalinainhñ ensolarada no céu de una azul profundo. Jacaré-nen. laCnrÉ-cutua. ' Jacare-ile-nculps. ilacare- mpapmnmnre o. Uma aglomeração de Jacare-a. Uma jacarezadn 1h O 'Em Um dêles afastara-se do aconchego dos seus same antes] jo; to maridlnbo. no _desejo do' documentar a sua aventura, reso ven o @Ernest-Elgg sJÊÉÉiÍSÍIHÉÉgos m¡ jacarês. . . Sorrisos convldativos í¡ amizade. _ . 0 rapaz, atraído por tanta cordialidade jacnrecnse, resolveu tirar uma foto sensacional. Originalissima! Exoticnl! ! ' Um instantâneo de sua amada esposinha a cavalo no jacare sepa- rado da multidão. _ _ _ , A cavalo. no caso. é lõrça do habito. Montado no jccare. A jaearél _ j l . 36ml u . ovcm Gárrida o saltitante de felicidade pe a proezadin_ 3 J “um ¡ Pmwm_ Enm¡-. _¡. v.. n o amplo sorriso o ¡ceare- 48 Á Cavalgou num garbe de valente amamnas. Ao bater a chapa fotográfica, o rapaz constatou haver-ae tenni- nado o filme. Agastado por lhe faltar experiência com a máquina recém-adquirida na “zona franca”, recolheu-se ii sombra do frondosa árvore nltaneirn para a operação da troca. A sua amada, em gritinhos dc menina corajosa, incitava a pressa o principe dos seus amõres mui lerdo na substituição do filme. E o jacaré sorrindo. . . Sorrindo largo. . . O silêncio brusca da inôça fé-lo um pouco apreensivo. “De certo sc cansou de gritar ou está eatasiada na contemplação da exuberante natureza”. Manobra concluída, volta-sc num repente o mõço para eolhêr a mais espetacular foto instantânea. Cadê a jovem capô-ea? Desnpareeera dos lombos do jacaré. .. 0 jacaré a engulira! Mas continuava com o seu sorriso largo e amigo. . . O ecumenismo transforma cm realidade a fábula do jacaré! Os sacerdotes emboscada: no ecumenismo sorriem fraternos e louva- mínheiros aos crentes. . . Para traga-los nos meandros de seus inte- rêsscs. It à' Ú Em Belém do Para, o arcebispo romano, Alberto Ramos. andou convocando encontros com pastõres protestantes e evangélicos em seu próprio palácio. Foram quase todos e. para sumo agrado de a. excia. li¡ estavam os batistas caracterizados em passado recente pela eua intran- aigência doutrinária. Em outubro de 1967, atendendo um honrosa convite. fui pregar naquela cidade durante uma grande campanliada de evangelização pro- movida pelas igrejas batistas locais. A propaganda foi vasta. mas de água-doce. Estiraram-sc faixas sôbre as vias públicas o ostentar o lema: CRISTO, A ÚNICA ESPE- RANÇA. E a politica da boa vizinhança religiosa se distinguiu nessas lnixas com a cruz em vermelho ao lado daquele dístioo. Soube posteriormente que alguns responsáveis pelo campanha ma- nifestaram sua opinião contrária a que fosse pregador um ex-sacerdote romano porque êle poderia atacar o clero e o tempo disso já passou. 49
  26. 26. No dia B de outubro de 1967. o sr. Alberto Ramos espalhou pelos jornais locais a sua mensagem ao povo a fim de marcar a passagem das comemorações do círio na fala da Senhora de Nazare', a mais importante do Norte do País. A propósito do nosso assunto destaco o seguinte tópico da saudação do ordinaria: "Desde muitosamos. _Eli (a Virgem) nos di¡ que Cristo e' nossa vida, e nosso caminho. e a solução para todos os nossos problemas. E A NOSSA ÚNICA ESPE- RANÇA oomo ainda há pouco. andaram apregoando nossos IRMÃOS BATISTAS, em faixas e conferências pela cidade. I A Virgem de Nazare' vem às ruas para ditar-nos, como em Cana: “Fazei tudo o que Ele vos disser". Fate¡ tudo o que Jesus vos mandar. O que vale afirmar: Fazei tudo que vos preceitua «trance de Sua lgrejll. nas determinações caneiliares e nas encíclicas pena/ teias”. _ _ Ninguém apareceu na imprensa para rechaça: a sandice arqui- episcopal. O ecumcnismo arrolhou-os a todos. . . Não fica ben¡ nos dias atuais abrir-se polêmica! . E a fidelidade à Verdade do Evangelho? Ora, a fidehdadelll ¡III! A ingenuidade atinge as raias nem sei de quê. . . A lal ponto que numa campanha de evangelização levada a efeito por várias Igreja¡ de grupos protestantes e evangélicos diferentes, inclusive uma Igreja Batista l' ada à Convenção Batista Brasileira. em Porto alegre, em 1967. a omissão Central resolvem encaminhar à paroqura romana mais próxima do endereço dado pelo decidido por Cristo que escolhesse a igreja romana. inconcebível para meu intelecto uma associação de pastores pro- testantes e evangélicos. . . Em matéria de doutrina postos nas mais extremas posições. . . E ha' muito catolicismo eamuflados de protes- tantismo o até aoobertado com aparências evangélicas. Em nosso livro O ECUMENISMO: SEUS OBJETIVOS E SEUS MÉTODOS exami- namos em assunto. _ ' _ _ Em Feira de Santana, na Bahia, ha um reverendo presbiteriana. macio c envolvente, conhecido pelo seu comprometimento com a ação ecumenista. Dizem que anda de cama e mesa com os padres. . . De caso e mesa. estou certo, pois chega 'a quadradice de celebrar casamentos ecumênicos. 50 ' Um membro de sua igreja me confessou que se permanecer por mais algum tempo em spa igreja deixará inclusive de crer em Deus. Para o reverendo tudo e mito. . . A Bíblia, de conformidade com a sua baleia neo-modernista, não passa de uma coletânea (le mitos, len- das o contos da carochinha. . . E por falar em neo-modernismo informo que essa corrente here'- tica da modernismo a6 tem o nome para iludir os trouxas porque existia ja' antes de Cristo, conforme se pode verificar provado em nosso livro O VATICANO E A BÍBLIA. Pois bem, o Instituto Batista de Feira de Santana convidou o ho- mem para fazer uma palestra sôbre ecumenismo aos seus alunos. E o papalvo informou ao seu auditório que ecumenismo não quer dizer a tendência da união das religiões numa igreja só. E que nem o papa tem interesse em unir à sua autoridade nenhum outro grupo religioso. Esclareceu (? ) que ecumenismo significa simplesmente a amizade que deve existir entre os seguidores de tõdaa as religiões. As disputas reli- giosas no passado foram motivo de guerras e dcsarmonias entre nações. Desde que todos atualmente empreendem esforços em prol da pa: universal é justo e razoável que tôdas as religiões façam o mesmo. Aliás, devem ser as primeiras a se colocarem na vanguarda dêsse inten- to ecumenista. Para adocienr a sua balcla, o reverendo informou de que nata clima ecumênico os crentes têm mais facilidade para çy: ;. geliur. O : L3: q: : alguns alunos aceitaram sem nenhuma análise a pa- lavra do pastor presbiteriana. Tõdas as informações de sua palestra se constituem em men- tiras. . . E como se convida um cidadão asim comprometido para dirigir uma palestra num Instituto Bíblico? E Batista? Esse fato me trás à lembrança as preocupações a respeito da si- tuação difícil porque passam os nossos seminários. Situação financeira! Pior. todavia, é a situação espiritual e doutrinária. .. Mereceria um exame acurado e com muita responsabilidade diante de Deus e diante das Igrejas Batistas. Para um cidadão ser admitido como professor num dêsses estabe~ leeimentos além de outras deliberações imprescindíveis, dever-seda exi- girlhe FIDELIDADE COMPROVADA às doutrinas bíblicas consubs- tnncindas nos princípios batistas. 51
  27. 27. t 3 3 A astúcia ecumenistizante forme lembrar a espetacular luta de boxe que chamou a atenção desportiva do mundo inteiro entre o cam- peão nacional Éder Jofre e Massnbico Harada, ncontecidn em Tóquio, Japão, a 18 de maio de 1965. Lutaria o nosso Patrício para conservar o título máximo e o seu contcndor por conquistá-lo. Os brasileiros afixíonados da modalidade esportivo se postaram diante da TV. E, na torcida fremenle, estavam eufórioos na certeza da vitória do nosso consagrado boxista. Ao entrarem os dois lutadores no tablado da refrega, no invés do protocolar e rápido apêrto de mão, Harada deu um apertado e efnsivo abraço en¡ Éder Jofre. Admiraram-se muitos brasileiros do alto nível de educação do sim- pático japonês. Outros, porém, viram nesse gesto um sinal de sua fraqueza, uma demonstração do seu mêdo, um reconhecimento da rn- periorídade do boxer brasileiro. Sonda o gongo, assombrados os telespectadores patrícios assistiram, ao contrário do normal numa lula idêntica. Harada dar outro abraço em Éder, que, na pretensão de ser cavalheiro, aceitou. E o locutor a berrar: “Harada abraça Éder. Sensacional, »ral Esquisito! Harada d¡ um abraço em nosso campeão! Ago¡ Egg-nula dá uma cabeçada em Éder . lofrel Cabeçadn vio- lenta! 0 nosso Jofre sente o gmr. . _ __ _ Harada dá outro abraço em Éder Jofre. Agora outra eabeçana”. E, entre amplexos cordiais, Ia cabeçada; violentas se sucediaxn minando a resistência do nosso representante máximo em luta de boxe. Resultado: os brasileiros assistiram a fragorosa derrota do nosso campeão mundial. Eis o ecumenismo! Ema-e sorrisos, abraços, afabilidnde, os golpes mortais contra o evangelismo. . . 52 A CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA ENREDADA PELA AÇÃO ECUMENISTIZANTE NA SUA 50.' Assembléia Anual. ocorrida em janeiro de 1968 na cidade de Fortaleza. Capital do Ceará. dentre os diversos motivos apresentados na moção antiecumcnísta, ressalta-se o seguinte: “somos contm o movimento ecumeniato porque não vemos nenhuma vantagem em aparecerem jtmtos, em cerimônias religiosas, pustãres e padres, país o que sucede e' darem êles a impressão de que somos doutrinária- mnnin ágeis. iulgamenlo preypitado que conduz à conhecida falácia de que tôdoa na religiões são boas". E, Ein tuas conclusões, o referido documento destaca propor-se um apêlo “aos paslâres batistas brasileiros no sentida de que tenham o máximo cuidado em não se comprometeram com o movimento, ESPECIALMENTE QUANDO SÃO APRESENTA- DOS COMO REPRESENTANTES DA DENOMINAÇÃO". O Dr. Ebenézer Gomes Cavalcanti. em seu discurso proferido na 51.' Assembléia reunida em janeiro de 1969 na Capital Fluminense, Niterói. após focalizar aspectos históricos e metas do ecmnenismo, afir- mou que os batistas brasileiros “RECUSAM participar das alívidades direta: ou INDIRETAS do movimento ecumênico pró unidade cristã". Não obstante essas solenes manifestações. deploràvelmente, a Con- venção Batista Brasileira emaranliou-se na aventura ecumenistiznnte para eacárnio de nossos princípios. 53
  28. 28. Conquonto o Dr. Reis Pereira, nn MENSAGEM DOS BATISTAS PARA 0 MUNDO ATUAL, insert: : nos Anais da 52.' Assembléia, rel- lirada em Salvador, Bahia, cm janeiro de 1970, assevere CATEGORI- CAMENTE bnvcr sido o sua “primeira tomada de posição" contra “a mai-imcmo ecumvruislzi", com imensa dor o sentindo-me frnudado, de- claro que a 52." Assembléia da Convenção Batista Brasileira. ao com trário da posição oficial. adotada no caso, dou escândalo de se con» prometer com o ecuinenismo c aceitar o seu jôgo ecumenistiznntc. Define muito bem o assunto o substantivo ESCÃNDALO tomado no seu sentido original, legítimo e verdadeiro, que, na dimensão moral, designa Dictum nel [actum minas rccmm, prueberzs alteri occasíanem ruinae spiritualis. É uma palavra ou um ato menos reto que ao pró- ximo oferece ocasião de pecado ou ruína espiritual. Ao elucidar a parábola do joio, quando, ao assemelha à eoifu o fim do mundo, Jesus diz: "Assim como o joio ó colhido e queimado no fogo assim será no consumação deste mundo. Manduri¡ o Filho do Homem os Seus anjos e êles colberão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade. E lançá-los-ão na for- iiallia de fogo; ali has-cri¡ ¡irantos e ranger de dentes” (Mt. 13240-112). E, doiura feita, a sgnificar as terríveis responsabilidades do escan- daloso, adverte: “Mas qualquer que cscandalizar um dêsles pequeninos. que crêem em Mim. melhor llic fõra que se lhe pendurasse ao pescoço uma mó de azenha. e sc sulimergisse na profundcza do mar. Ai do mundo. por causa dos escândalos; porque é mister que venham escân- dalos, mas ai daquele homem por quem o cscândggle tam! ” (Ma, 18:64). Por isso, além do pecado de ação e o de omáo, lia' o pecado de CONSEQUENCIA. Do pecado de conseqüência daremos contas a Deus. Dos pecados dos outros cometidos por indução nossa não nos eximiremos! O arrependimento, então, exige reparação. , , E o ESCÂNDALO dado pela 52.' Assembléia da Convenção Ba- tista Brasileira foi ATIVO E DIRETO, circunstâncias agravantes do próprio fato e agravados pela atual conjuntura religiosa ecumenista. E, com efeito. quantas pessoas por inferência dêle se sentiram no di- reito de participar diretamente da ação ecumenistn! Antes de mais nada, ntcs mesmo de promover Campanhas de Evangeliução, patrocinar jornadas pró missões nacionais, estaduais ou estrangeiras, e mobilizar Juntas do Evangelismo, a Convenção Ba- 54 tistn Brasileira precisaria de se ARREPENDER: .E ARKEPENDER› SE com demonstrações públicas de dor o propomos de mudança_ d' posição e de tomado do novos rumos. Ou melbolí. TGÍOWPÚE_ (135 °““$°5 e gloriosm rumos daquele passado quando nos impressionavamos pelo nosso clan genuinamente evangelístico. l IR $ O cardeal Sales _ já o dissemos - incumbido denieulrnlizar o alastramento batista no Estado Baiano, teve sua incumbencia aliviada com a cumplicidade de certos pastores envolvidos por plfüculllç°e5 alheios ao seu ministério e, em resultado, É¡ _cata de promoçao popular. o que os levava à participação de cerimonia: religiosos hílrrldns Solcrte, Eugênio Sales pôs-se de tocam! ¡ . ' _ Posso avaliar-lim o alegria ao serem aceitos oscolcgios catolicos para a hospedagem dos convencionais. Tudo aintomzado com os seus prognósticos. . . _ _ _ _ _ A imprensa baiano ao sabor ecumcnistizantenarclincpiscopoguiadf ressaltam, ein seu afã de bem informar, a “minucra do seren! _Iltlll- zados colégim católicos para a acomodação dos visitantes (Diario de Notícias, Salvador, 7 de janeiro de 1970). . _ O mesmo jornal, em seu exemplar da véspera da instalaçao do conclnve (20 de janeiro de 1970), ecumenicodirigidoa Inu-ECW" 5 P** sença de autoridades civis, militares e eclesiástica: na abertura dos trabalhos. E depois de lembrar outra vez -~ porque a missaoda iin- prensn arquiepiscopoguiada é informar_ e Icmbmr - o acolhldajo! estabelecimentos católicos de ensino; ãdlenm": PARA AS REUNIOES SERÃO CONVIDADAS AUTORIDADES DA IGREJA CATÓLICA. QUE VEM COLABORANDO COM A CONVENÇÃO BATISTA. DENTRO DOS PRINCÍPIOS D0 ECUMENISMO DEFINIDO PELO CONCILIO VATICANO II”. _ Note-sc! F. estnrreçam-se os batistas de senso . a luz dos seus princípios doutrinários e das manifestações antieeumcmstas de assem- bléias anteriores! !! As autoridades da “Igreja Católica" FORAM CONVHJAPAS! !! E n solenidade de instalação dêsse Conclave porventura nao ter¡ sido uma cerimônia religiosa? _ _ _ Tanto foi uma cerimônia religiosa que, logo de mlflo» 8B an? " o hino oficial, o 154 do Cantor Cristão, seguido de 10ml? ! 555110*- 55
  29. 29. Um¡ “r3454-30 Infecípou os dois hinos entondos el _ _ p o Coral d 5 l ed . Ertnaegutda a lroen de saudações protooolares, a congregaluftioaczng: : o bmo 60 e o Corel apresentou mais dois outros hinos O P 1 5mm” Cudm Mñchado. na qualidade de orador oficial ' mnnnatf' m ° 3°" SERMÃO. H0 fim do que o Coral de Salvador cantdupoutrn m" Ao encerramento, entoou-sc a doxologia de n. ” 8 e a eongregaçãovãi dirigida em _oração_ pelo Pastor Capitulino Amorim_ E tudo isso nao se constitui em culto religioso? Ver “lí ; Êxembleia de Fortaleza não se manifestou contrária por não _ e “P” "nmgehi em aparecerem Juntos, em cerimônias reli. 8106!? pastores e padres ? ssonãoéumeontra- ? U d' - missível por Pam de pemãnrtponsãcíslãpnate? Um Paradoxo mad. Dizemos uma eoisu o fazemos outra? ãxsor que convidadas essas “autoridadesmf mu¡ B porque estavam "colaborando com a Convenção Ba. Aquelas orientações práticas de ação ec N¡ ¡ sugãidas pelo ordinário de Ribeirão Prêto em ; Idiínulñtximíxgelilñdíêpif : lato rldirlllalaigtíitlm, “o um. constam' "m" 'mma 89H1- Cln todo o sim! Os colégios católicos foram cedid s a lt 0 ' preço (poe a Convenção Batista Brasileira podlenria ; agzrkmçm ma"" ? M031 52193. antecipadamente, sabia que os responsáveis pela [Jteparaçno do 52« Conclave. ao aceitarem aquela lloipedatrem n¡ os visitantes. estariam dispostos n pagar o elevadíssimo preçobde clixamprir : dever da enquete, da bon educação, exigida pelo figurino no society “Êmcm” “md” envmrv 11° W150» convites especiais às autoridades “m0 133311101131135 euaqgagadas no espírito ecumenista do Vaticano ll" _. . . "ro os_ prznetpwado Ecumenismo definido pelo Caywaig Vu. . tucano II , sublinhou o Diario de Notícias. Í it l Desculpem-me! Insisto na análise de todos os lances ecumenistas : $593 52.' fhseltlbléin por me sentir obrigado a demonstrar a justeza ° FMM 495W ¡WN! 0 de maneira particular a verdade do título dêste capitulo: A CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA ENREDADA PELA AÇÃO ECUMENISTIZANTE. 56 Longe de mim o desejo de suscetibiliznr pessoas! Estou autop- siando fatos com o anclo aincem de oferecer minha contribuição aos batistas do Brasil a fim de que, libertos das teias ecumenistiznntos. possam retomar a antiga posição de vanguarda na refrega de conquistar almas preciosas para o Reino de Jesus Cristo, nosso Adorável Salvador. Ú ñ l Evidentemente que o ordinário* Eugênio Sales, em pessoa. se íurtnrin de comparecer. O golpe ecurnenista requer astúcia. SUBREP- TICIEDADE. | Mandou um a lalere. Um representante na figura insinuante do clérigo Félix Neefjes. diretor do Departamento de Ecumenismo da Arquidiocese do Salvador. Só a presença dêsto lá em cima na plataforma e a representar o cardeal já seria uma demonstração ecumenista. Para completa-la. porém, fêz uso da palavra em nome de “sua eminênein” e largou vo lutas de incenso ao ecumenismo. À vista do fato e eonsentâneo com êlc, no dia imediato, o jornal aoteropolitano A TARDE estampa uma entrevista intitulada: PASTOR PROTESTANTE DEFENDE O BOM ENTENDIMENTO DAS IGREJAS. Considernram-na alguns “ofensiva ao bom nome dos batistas” (Anais da 52.' Assembléia, página 24). Que “bom nome" depois daquele escândalo? ?? E nada de ofensiva! Conferiu, aliás, com a teatrada do noite de 21 e com os portas dos colégios católicos abertas para os assembleistas. Constituiu-se uma comissão que compareceu ao jornal “solicitan- do necessária retificação para a matéria infinidade” (Idem. página 26). Infundada? Ao contrário! Foi bem lastreada nos acontecimentos pm dutos do BOM ENTENDIMENTO entre alguns batistas e e aristocra- cia clericel baiana. Dado o primeiro passo num plano inclinado. eai-se até o fundo do abismo. . . A teatrada eeumenieto da 52.' Assembléia da Convenção Batista Brasileira deveria ir ao fim de sua representação tragi-cômiea. ' lembro que o voctibnlo ordinário é eanônieo e design¡ o atolado dioceum. 57
  30. 30. No dia 23 de janeiro. o Pastor Samuel de Aguiar Munguba - o nome Munguba. vinculado à História dos Batistas no Brasil, é um exemplar de fidelidade e coerência! - o Pastor Samuel de Aguiar Munguba, digno do meu profundo respeito. apresentou "um requeri- mento, assinado por outros sessenta e nove mensageiros. no qua! os signatários manifestavam "sua estranheza pela presença e PARTICIPA- ÇÃO na sessão solene de 21/1/70 do 52.' Assembléia da Convenção Batista Brasileira do sr. Félix Neehes, padre do Igreja Católica Ro- mano a encarregado do seu setor ecumêníco, representando o sr. Eugê- nio Sales, cardeal arcebispo do Bahía". A palavra PARTICIPAÇÃO, em caixa alta a meu alvitre. revela o culto ecumênico da instalação daquela Assembléia. fato esse, alias. reconhecido e provado pelas circunstâncias descritas e analisadas. O requerimento. entretanto. solicitava do plenário manifestar-sa contrário à aceitação no futuro de hospedagem em entidades católicas a da qualquer outro credo não evangélico. Explodirarn os debates. Todo mundo se reafirmou antieeurnenista! Mas, o requerimento Munguba foi vencido. Derrotado! 173 votos estiveram com êlc. 322 contra! Trezentos e vinte e dois! !! Todo¡ repelem o ecumenismo. “A Convenção reitera sua posição antiecumenista, expressa na 50.' Assembléia anna! , em Fortaleza, Cea- rá” (idem. página 27). Mas, os 322 votaram a favor do envolvimento ecurnenista. Que- rem que ea Convenção Batista Brasileira e suas Juntas e Departamentos se mantenham enredados. complicados, mancotnunados oom a ação ecumenista e ecumenistizante. Que autoridade terá a nossa Convenção diante dos desmandos que se verificam Brasil em fora ? E a maior desgraça reside na particularidade de que todos se pro- clamam avessos ao ecumenismo. A cegueira e' tio tenebroso que os impede de perceber o contra-senso, a hipocrisia, o paradoxo. a contra- dição, a incoerência entre suas palavras contrárias ao ecumenismo e as suas atitudes franca e ostensivamente poetas ao capricho ecumenisti- rante. Ser¡ normal a recusa destas advertências por parte dêles. ESTOU PREPARADO PARA SOFKER OS ACHXNCALHES VlNDOS DOS 5B _u_ Aàsunuu- ECUMENISTÓIDES. E SENTIR-ME-EI SUMAMENTE RECOM- PENSADO PORQUE É SINTOMA DE QUE ESTAS PÁGINAS LHES PERTURBARAM A CONSCIÊNCIA, O QUE JÁ SERÁ UM GRANDE BENEFÍCIO. A eaterva de papalvos, por culpa da 52.' Assembléia da Convenção Batista Brasileira, engrossou as faixas postas pelo Inimigo destinadas a barrar o desenvolvimento de evangelização. . . O nosso próprio Jornal Batista entoou ! nas 'a edição do Nôvo Testa- mento com aprovação eclesiástica lançado pela Sociedade Biblica do Brasil! 0 nosso próprio Jornal Batista. por vêm põsto a serviço da ecume- nistização dos batistas brasileiros. trás notícias de ocorrências cerimonia»- tas. Recentemente mesmo. ao relatar uma série de pregações evange- listicas aoonleoida numa Igreja Batista de Salvador, contou-nos que cm cado noite tomou parto no programa um coral diferente. inclusive o coral do Mosteiro de S. Bento. 0 pastor ecumenistáide de uma Igreja Batista da certa cidade do Interior Baiano, favorecida com um enorme templo, durante o seu pae- torado de quatro anos, nunca batizou uma pessoa. Mas o bispo roma- nista local participa dos cultos dessa Igreja. E ambos (ordinário e "re- verendo") vivem em constantes trocas de visitas. e os membros da Igreja Batista acompanham, na “santa” paz de consciências entorpe- cidas no pecado, as imponentes procisões e carregam andares dos idolos. Numa cidade fluminense. a Igreja Batista, ao promover uma cam- panha de evangelização, utilizou-se do salão nobre de um colégio de freiras. Noutra localidade, a Associação de Pastôres Evangélicos, composta na maior parte de obreiros batistas, elegeu para seu presidente um ini- nistro presbiteriano conhecido e reconhecido pelo seu franco e ostensivo ecumenisano. Um outro pastor não encontrou nenhum Salmo em sua Biblia apropriado para colocar na primeira página das atividades de sua Igreja para 1971 manualizndas em um pequeno volume. Transcreveu a "ora- çio de S. FranciseoW! ! Os now colégios batistas. alheios à tarefa evangelizante, no pro- grama de formatura dos seus alunos, incluem a missa. Que vergonha! !! A missa é o supremo culto idolátrico do catolicismo. 59

×