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Webquest Trabalho, Saúde e Habitat Urbano




         Doenças Tropicais
INTRODUÇÃO
         Doença (do latim dolentia, padecimento) é o estado
resultante da consciência da perda da homeastasia de um
organismo vivo, total ou parcial, estado este que pode cursar devido
a      infecções,     inflamações,      isquêmicas,    modificações
genéticas, sequelas de trauma, hemorragias, neoplasias ou
disfunções orgânicas. Estas disfunções podem ter diversas origens.
         Quotidianamente defrontamo-nos com notícias referentes
aos riscos que processos industriais ou produtos químicos podem
causar a nossa saúde e ao meio ambiente. O paradoxo é que, por
um lado, se os avanços científicos e tecnológicos contribuíram para
a redução da prevalência de determinadas doenças associadas à
fome e às pestilências, por outro, eles fizeram surgir novos
riscos, como os de origem química, cujo aumento contribui para o
crescimento das concentrações dessas substâncias – normalmente
inexistentes em ambientes não industrializados –, a elas expondo
todos os dias milhões de pessoas nos seus locais de habitação ou
trabalho, na cadeia alimentar, no solo em que pisam, no ar que
respiram e nas águas que consomem
TAREFA



         Ao término desta pesquisa o aluno estará melhor informado
sobre os agentes etiológicos, o vetor, os sintomas e as medidas
profiláticas em cada tipo de doença, e não irá dizer: “Se eu
soubesse antes, teria feito a minha parte e tomado cuidado com as
causas as quais também contribui para a epidemias, endemias e
pandemias!”
PROCESSO
    Sugerimos que a execução da tarefa seja feita por grupos de 3-4
alunos, seguindo as seguintes etapas:

1. O grupo deverá pesquisar três doenças infecciosas e/ou parasitárias.

 2. Deverão descrever as informações abaixo requisitadas
a) Agente etiológico - (reino, filo, classe, nome científico e nome popular)
b) Vetor (transmissor) – (reino, filo, classe, nome científico e nome popular)
c) Medidas profiláticas mais importantes
d) Vacinas – se já existem, se estão sendo pesquisadas, entre outras
e) Principais sintomas
f) Se há cura e como pode ser levada a efeito.
g) Áreas geográficas do Brasil e da América do Sul onde algumas das
   doenças pesquisadas são endêmicas.
h) Se a doença tem grupo especifico que atinge ou se está relacionada a algum
tipo de atividadel aboral.




                                                            Continua...
PROCESSO
 3. O grupo deverá colocar a imaginação para funcionar para
criar e discutir uma situação-problema realista.

Exemplo: “A hanseníase é uma moléstia de evolução
prolongada com grande potencial incapacitante. Atinge
principalmente as camadas mais pobres da população e
apresenta endemicidade em todas as macrorregiões
brasileiras. O ocultamento da doença, inclusive a recusa a se
submeter a um tratamento médico, é comum devido ao
estigma, preconceito e ignorância existentes em torno de sua
manifestação.”




                                             Continua...
PROCESSO
 Discussão: Como demonstra o texto acima, qualquer que seja o alcance de
um programa de saúde oferecido pelo setor público, ele será
inevitavelmente interpretado, avaliado e manipulado pelos indivíduos a
quem ele se destina de acordo com um determinado padrão cultural.
Focalizar esta realidade significa, portanto, contribuir não só para o
desenvolvimento da área das ciências sociais aplicadas à medicina numa
perspectiva acadêmica, como também para o sucesso de um determinado
programa de saúde pública.
        Visto ser a hanseníase uma doença curável em todas as suas
formas, o seu maior problema não se encontra tanto no âmbito médico
como no social. É nesse sentido que o estudo sobre a percepção e a
reação de doentes à doença pode contribuir decisivamente para o controle
da endemia. Para realizar este propósito, a autora enfatiza o ponto de que a
medicina precisaria ampliar a sua base reducionista biológica e projetar um
enfoque que inclua o processo saúde e doença como uma dimensão que
está inevitavelmente impregnada de fatores sociais e culturais.



                                                        Continua...
PROCESSO

    4. Por último, cada grupo deverá escolher no mínimo um tema e
construir um jogo para ser trabalhado no ensino fundamental, médio ou
junto      a      uma      comunidade        que    esteja     sendo
acometida, hipoteticamente, pela(s) doença(s)

     Tendo concluído a pesquisa, o grupo deverá se preparar para
apresentá-la à sala, no dia 31 de julho .




     Vale lembrar que os temas usados como exemplos nesta WebQuest
não poderão ser usados pelos alunos para o comprimentos desta tarefa.
RECURSOS
   Para realização da tarefa, faz-se necessária uma boa pesquisa
bibliográfica. Para isso, sugerimos alguns sites e documentos:

Conteúdos em computadores de mão na área médica):
http://www.pdamed.com.br/doeinfpar/pdamed_0001.php

Doenças infecciosas e parasitárias:
http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5D
AF-23AE-4891-AD36-1903553A3174%7D/%7B76DE1A02-8655-4D54-
9D16-
B9376E13DD23%7D/Doen%E7as%20Infecciosas%20e%20Parasit%E
1rias%20-%20Guia%20de%20Bolso.pdf

Centro de Informação em Saúde para Viajantes:
http://www.cives.ufrj.br/informacao/viagem/infeccoes.html

Engenharia de Saúde Pública:
http://www.funasa.gov.br/internet/Bibli_engSaudePub.asp
AVALIAÇÃO
   Para a avaliação o professor se baseará nos seguintes critérios:

1. Criatividade;
2. Compatibilidade da informação e da linguagem com o público alvo;
3. Interação do grupo com o restante da sala de aula;
4. Material adicional trazido: fotografias, imagens, mapas, folhetos
informativos ou tabelas informativas;
5. Qualidade da informação coletada e maneira de apresentá-la;
6. Cumprimento de todas as etapas da tarefa;
7. Participação direta ou indireta de todos os integrantes do grupo.

    Para a tarefa desenvolvida serão distribuídos um total de 7(sete)
pontos. Cada um dos critérios de avaliação tem valor de 1 (um) ponto.
No final das apresentações as discussões valerão 3 (três) pontos
atribuídos ou não a cada um dos participantes. Cabe ao professor
avaliar se eles foram ou não cumpridos.
CONCLUSÃO


        Com o desenvolvimento desse tema você foi
     capaz de transformar-se em multiplicador de
informações e estimular o autocuidado , a prevenção e
informação em muitas pessoas. Espero que você tenha
   aprendido muito e principalmente acreditado que:
             "Nós não estamos sozinhos!
                Não vivemos sozinhos!
                Cada um é responsável!
                E tudo está interligado.
         Um desequilíbrio em qualquer parte
    Poderá ser a ruptura da grande Cadeia da nossa
                      existência"
CREDITOS




Helder Neves de Albuquerque – Biólogo CRBio 27.842/5-D
Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente
Professor Substituto de Prática de Ensino em Biologia – UEPB
Ex-Coordenador de Biologia da UNAVIDA
Professor dos Cursos de Especialização da FURNE/UNIPê
Aluno do Curso de Especialização em Novas Tecnologias na Educação
Aluno do Doutorado em Ecologia Vegetal e Meio Ambiente


José da Silva Barbosa – Biólogo
Especialista em Desenvolvimento e Meio Ambiente
Biólogo da FURNE (Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão
Professor de Biologia da UNAVIDA

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Webquest doenças tropicais

  • 1. Webquest Trabalho, Saúde e Habitat Urbano Doenças Tropicais
  • 2. INTRODUÇÃO Doença (do latim dolentia, padecimento) é o estado resultante da consciência da perda da homeastasia de um organismo vivo, total ou parcial, estado este que pode cursar devido a infecções, inflamações, isquêmicas, modificações genéticas, sequelas de trauma, hemorragias, neoplasias ou disfunções orgânicas. Estas disfunções podem ter diversas origens. Quotidianamente defrontamo-nos com notícias referentes aos riscos que processos industriais ou produtos químicos podem causar a nossa saúde e ao meio ambiente. O paradoxo é que, por um lado, se os avanços científicos e tecnológicos contribuíram para a redução da prevalência de determinadas doenças associadas à fome e às pestilências, por outro, eles fizeram surgir novos riscos, como os de origem química, cujo aumento contribui para o crescimento das concentrações dessas substâncias – normalmente inexistentes em ambientes não industrializados –, a elas expondo todos os dias milhões de pessoas nos seus locais de habitação ou trabalho, na cadeia alimentar, no solo em que pisam, no ar que respiram e nas águas que consomem
  • 3. TAREFA Ao término desta pesquisa o aluno estará melhor informado sobre os agentes etiológicos, o vetor, os sintomas e as medidas profiláticas em cada tipo de doença, e não irá dizer: “Se eu soubesse antes, teria feito a minha parte e tomado cuidado com as causas as quais também contribui para a epidemias, endemias e pandemias!”
  • 4. PROCESSO Sugerimos que a execução da tarefa seja feita por grupos de 3-4 alunos, seguindo as seguintes etapas: 1. O grupo deverá pesquisar três doenças infecciosas e/ou parasitárias. 2. Deverão descrever as informações abaixo requisitadas a) Agente etiológico - (reino, filo, classe, nome científico e nome popular) b) Vetor (transmissor) – (reino, filo, classe, nome científico e nome popular) c) Medidas profiláticas mais importantes d) Vacinas – se já existem, se estão sendo pesquisadas, entre outras e) Principais sintomas f) Se há cura e como pode ser levada a efeito. g) Áreas geográficas do Brasil e da América do Sul onde algumas das doenças pesquisadas são endêmicas. h) Se a doença tem grupo especifico que atinge ou se está relacionada a algum tipo de atividadel aboral. Continua...
  • 5. PROCESSO 3. O grupo deverá colocar a imaginação para funcionar para criar e discutir uma situação-problema realista. Exemplo: “A hanseníase é uma moléstia de evolução prolongada com grande potencial incapacitante. Atinge principalmente as camadas mais pobres da população e apresenta endemicidade em todas as macrorregiões brasileiras. O ocultamento da doença, inclusive a recusa a se submeter a um tratamento médico, é comum devido ao estigma, preconceito e ignorância existentes em torno de sua manifestação.” Continua...
  • 6. PROCESSO Discussão: Como demonstra o texto acima, qualquer que seja o alcance de um programa de saúde oferecido pelo setor público, ele será inevitavelmente interpretado, avaliado e manipulado pelos indivíduos a quem ele se destina de acordo com um determinado padrão cultural. Focalizar esta realidade significa, portanto, contribuir não só para o desenvolvimento da área das ciências sociais aplicadas à medicina numa perspectiva acadêmica, como também para o sucesso de um determinado programa de saúde pública. Visto ser a hanseníase uma doença curável em todas as suas formas, o seu maior problema não se encontra tanto no âmbito médico como no social. É nesse sentido que o estudo sobre a percepção e a reação de doentes à doença pode contribuir decisivamente para o controle da endemia. Para realizar este propósito, a autora enfatiza o ponto de que a medicina precisaria ampliar a sua base reducionista biológica e projetar um enfoque que inclua o processo saúde e doença como uma dimensão que está inevitavelmente impregnada de fatores sociais e culturais. Continua...
  • 7. PROCESSO 4. Por último, cada grupo deverá escolher no mínimo um tema e construir um jogo para ser trabalhado no ensino fundamental, médio ou junto a uma comunidade que esteja sendo acometida, hipoteticamente, pela(s) doença(s) Tendo concluído a pesquisa, o grupo deverá se preparar para apresentá-la à sala, no dia 31 de julho . Vale lembrar que os temas usados como exemplos nesta WebQuest não poderão ser usados pelos alunos para o comprimentos desta tarefa.
  • 8. RECURSOS Para realização da tarefa, faz-se necessária uma boa pesquisa bibliográfica. Para isso, sugerimos alguns sites e documentos: Conteúdos em computadores de mão na área médica): http://www.pdamed.com.br/doeinfpar/pdamed_0001.php Doenças infecciosas e parasitárias: http://www.aids.gov.br/data/documents/storedDocuments/%7BB8EF5D AF-23AE-4891-AD36-1903553A3174%7D/%7B76DE1A02-8655-4D54- 9D16- B9376E13DD23%7D/Doen%E7as%20Infecciosas%20e%20Parasit%E 1rias%20-%20Guia%20de%20Bolso.pdf Centro de Informação em Saúde para Viajantes: http://www.cives.ufrj.br/informacao/viagem/infeccoes.html Engenharia de Saúde Pública: http://www.funasa.gov.br/internet/Bibli_engSaudePub.asp
  • 9. AVALIAÇÃO Para a avaliação o professor se baseará nos seguintes critérios: 1. Criatividade; 2. Compatibilidade da informação e da linguagem com o público alvo; 3. Interação do grupo com o restante da sala de aula; 4. Material adicional trazido: fotografias, imagens, mapas, folhetos informativos ou tabelas informativas; 5. Qualidade da informação coletada e maneira de apresentá-la; 6. Cumprimento de todas as etapas da tarefa; 7. Participação direta ou indireta de todos os integrantes do grupo. Para a tarefa desenvolvida serão distribuídos um total de 7(sete) pontos. Cada um dos critérios de avaliação tem valor de 1 (um) ponto. No final das apresentações as discussões valerão 3 (três) pontos atribuídos ou não a cada um dos participantes. Cabe ao professor avaliar se eles foram ou não cumpridos.
  • 10. CONCLUSÃO Com o desenvolvimento desse tema você foi capaz de transformar-se em multiplicador de informações e estimular o autocuidado , a prevenção e informação em muitas pessoas. Espero que você tenha aprendido muito e principalmente acreditado que: "Nós não estamos sozinhos! Não vivemos sozinhos! Cada um é responsável! E tudo está interligado. Um desequilíbrio em qualquer parte Poderá ser a ruptura da grande Cadeia da nossa existência"
  • 11. CREDITOS Helder Neves de Albuquerque – Biólogo CRBio 27.842/5-D Mestre em Desenvolvimento e Meio Ambiente Professor Substituto de Prática de Ensino em Biologia – UEPB Ex-Coordenador de Biologia da UNAVIDA Professor dos Cursos de Especialização da FURNE/UNIPê Aluno do Curso de Especialização em Novas Tecnologias na Educação Aluno do Doutorado em Ecologia Vegetal e Meio Ambiente José da Silva Barbosa – Biólogo Especialista em Desenvolvimento e Meio Ambiente Biólogo da FURNE (Fundação Universitária de Apoio ao Ensino, Pesquisa e Extensão Professor de Biologia da UNAVIDA