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Vírus Anglo Santos Dumont | Prof. Pedro Tavares
Vírus: piratas de células Virus, do latim, veneno. Descoberta: 1892 Invisível ao microscópio ótico 200 nm de diâmetro Acelulares Constituição Proteínas Ácidos nucléicos Alguns possuem também glicoproteínas e lipídios
Vírus: piratas de células
Vírus: piratas de células
Vírus: piratas de células Capsídio viral Proteínas Envelope externo (alguns) Lipídios e glicoproteínas (origem  célula) Ácido Nucléico DNA (ácido desoxirribonucléico) RNA (ácido ribonucléico) Citomegalovírus DNA e RNA  AO MESMO TEMPO
Vírus: piratas de células Não possui metabolismo próprio Parasitas intracelulares obrigatórios Invasão de uma célula Tomada do controle do seu metabolismo Pode levar à morte da célula Fora das células Nenhuma atividade vital Crescimento; metabolismo; reação a estímulos
Seres vivos ou não? Argumentos contra Partículas infecciosas sem metabolismo próprio Ausência de estrutura celular Apenas dois tipos de substâncias Ácidos nucléicos Proteínas Argumentos à favor Simplicidade: adaptação Ácidos nucléicos e proteínas  substâncias vitais Manifestação típica da vida: reprodução Seres vivos mais “econômicos” do planeta
Bacteriófago
Vírus da gripe (Influenza)
Vírus da Aids (HIV)
Mecanismos de invasão Injeção Bacteriófagos Aderência à parede da célula bacteriana Injeção apenas do material genético Fusão HIV Aderência à membrana plasmática Fusão Penetração na célula hospedeira (com capa e tudo)
Mecanismos de invasão Englobamento A própria célula introduz os microorganismos em seu interior (com proteína e material genético) Processo que “lembra” a fagocitose
Bacteriófago Vírus que atacam bactérias Injeção do seu DNA na bactéria Multiplicação do DNA viral  CICLO LÍTICO Bloqueio dos genes bacterianos (ação do vírus) Síntese de proteínas virais (capsídio – “cabeça” e “cauda”) Montagem dos novos vírus Ação de lisozimas  rompimento da parede bacteriana Liberação dos novos vírus Reinício do ciclo
Bacteriófago Provírus Em certos bacteriófagos, em vez de se multiplicar logo que entra na célula hospedeira, o DNA viral é integrado ao DNA bacteriano DNA viral  provírus  CICLO LISOGÊNICO Não afeta a bactéria Multiplicação  produção de novas bactérias contendo o provírus Em determinadas situações o provírus pode se soltar do DNA bacteriano e voltar à atividade Destruição de toda a população bacteriana portadora do provírus
HIV Vírus da Aids Parasita de linfócitos T CD4 (auxiliadores) Células que comandam toda a defesa contra infecções Estrutura Envelope externo (proteínas e lipídios) Capsídio 2 moléculas de RNA Enzima transcriptase reversa
HIV
HIV Retrovírus RNA  DNA (transcriptase reversa) Mecanismo de ação Aderência à célula hospedeira Fusão à membrana celular (semelhança molecular) Capsídio viral penetra no citoplasma Liberação do RNA e da transcriptase reversa Produção de DNA viral complementar Penetração no núcleo Integração a um cromossomo (provírus) Fabricação de RNA viral, capsídio e transcriptase reversa Montagem dos novos vírus Saída das células (fusão dos capsídios com a membrana plasmática) Rompimento da membrana  morte celular
HIV
Influenza: o vírus da gripe Vários tipos diferentes Composição Envelope lipoprotéico esférico Capsídio RNA viral Mecanismo de ação Aderência a substâncias receptoras nas células das vias respiratórias Células do epitélio respiratório fagocitam o vírus inteiro para o citoplasma Destruição do envelope e do capsídio Duplicação do RNA viral Utilização da maquinaria celular para traduzir o RNA viral, produzindo os componentes protéicos do capsídio Montagem dos novos vírus Saída das células (carregando fragmentos da membrana plasmática, que formam seu envelope protéico) Não há, necessariamente, a morte da célula hospedeira Céluals morrem devido às perturbações provocadas pela infecção
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H1N1 Denominação H  hemaglutinina Proteína que facilita a entrada dovírus na célula 16 tipos conhecidos (H1 a H16) N  neuraminidase Proteína que facilita a saída do vírus da célula 9 tipos conhecidos (N1 a N9)
H1N1
H1N1 Mutações nas proteínas H e N evitam o reconhecimento dos vírus pelo sistema imunológico, facilitando novas infecções Como surge uma nova cepa? Vírus da Gripe Humana Vírus da Gripe Aviária Vírus da Gripe Suína Vírus que infectam humanos, aves e porcos podem realizar contágios simultâneos em suínos. Nas células dos porcos, ocorre a mistura do material genético das diferentes cepas. Surge então uma nova cepa que reúne genes dos vários tipos de vírus. Os novos vírus infectam seres humanso e não são reconhecidos.
Verdadeiros donos do mundo? “Os verdadeiros donos do mundo – vírus e bactérias não atacam apenas a sua saúde, eles são a maior ameaça à existência humana. Saiba por que nunca estivemos tão vulneráveis nessa guerra”
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Virus - Anglo Santos Dumont

  • 1. Vírus Anglo Santos Dumont | Prof. Pedro Tavares
  • 2. Vírus: piratas de células Virus, do latim, veneno. Descoberta: 1892 Invisível ao microscópio ótico 200 nm de diâmetro Acelulares Constituição Proteínas Ácidos nucléicos Alguns possuem também glicoproteínas e lipídios
  • 5. Vírus: piratas de células Capsídio viral Proteínas Envelope externo (alguns) Lipídios e glicoproteínas (origem  célula) Ácido Nucléico DNA (ácido desoxirribonucléico) RNA (ácido ribonucléico) Citomegalovírus DNA e RNA  AO MESMO TEMPO
  • 6. Vírus: piratas de células Não possui metabolismo próprio Parasitas intracelulares obrigatórios Invasão de uma célula Tomada do controle do seu metabolismo Pode levar à morte da célula Fora das células Nenhuma atividade vital Crescimento; metabolismo; reação a estímulos
  • 7. Seres vivos ou não? Argumentos contra Partículas infecciosas sem metabolismo próprio Ausência de estrutura celular Apenas dois tipos de substâncias Ácidos nucléicos Proteínas Argumentos à favor Simplicidade: adaptação Ácidos nucléicos e proteínas  substâncias vitais Manifestação típica da vida: reprodução Seres vivos mais “econômicos” do planeta
  • 9. Vírus da gripe (Influenza)
  • 10. Vírus da Aids (HIV)
  • 11. Mecanismos de invasão Injeção Bacteriófagos Aderência à parede da célula bacteriana Injeção apenas do material genético Fusão HIV Aderência à membrana plasmática Fusão Penetração na célula hospedeira (com capa e tudo)
  • 12. Mecanismos de invasão Englobamento A própria célula introduz os microorganismos em seu interior (com proteína e material genético) Processo que “lembra” a fagocitose
  • 13. Bacteriófago Vírus que atacam bactérias Injeção do seu DNA na bactéria Multiplicação do DNA viral  CICLO LÍTICO Bloqueio dos genes bacterianos (ação do vírus) Síntese de proteínas virais (capsídio – “cabeça” e “cauda”) Montagem dos novos vírus Ação de lisozimas  rompimento da parede bacteriana Liberação dos novos vírus Reinício do ciclo
  • 14. Bacteriófago Provírus Em certos bacteriófagos, em vez de se multiplicar logo que entra na célula hospedeira, o DNA viral é integrado ao DNA bacteriano DNA viral  provírus  CICLO LISOGÊNICO Não afeta a bactéria Multiplicação  produção de novas bactérias contendo o provírus Em determinadas situações o provírus pode se soltar do DNA bacteriano e voltar à atividade Destruição de toda a população bacteriana portadora do provírus
  • 15. HIV Vírus da Aids Parasita de linfócitos T CD4 (auxiliadores) Células que comandam toda a defesa contra infecções Estrutura Envelope externo (proteínas e lipídios) Capsídio 2 moléculas de RNA Enzima transcriptase reversa
  • 16. HIV
  • 17. HIV Retrovírus RNA  DNA (transcriptase reversa) Mecanismo de ação Aderência à célula hospedeira Fusão à membrana celular (semelhança molecular) Capsídio viral penetra no citoplasma Liberação do RNA e da transcriptase reversa Produção de DNA viral complementar Penetração no núcleo Integração a um cromossomo (provírus) Fabricação de RNA viral, capsídio e transcriptase reversa Montagem dos novos vírus Saída das células (fusão dos capsídios com a membrana plasmática) Rompimento da membrana  morte celular
  • 18. HIV
  • 19. Influenza: o vírus da gripe Vários tipos diferentes Composição Envelope lipoprotéico esférico Capsídio RNA viral Mecanismo de ação Aderência a substâncias receptoras nas células das vias respiratórias Células do epitélio respiratório fagocitam o vírus inteiro para o citoplasma Destruição do envelope e do capsídio Duplicação do RNA viral Utilização da maquinaria celular para traduzir o RNA viral, produzindo os componentes protéicos do capsídio Montagem dos novos vírus Saída das células (carregando fragmentos da membrana plasmática, que formam seu envelope protéico) Não há, necessariamente, a morte da célula hospedeira Céluals morrem devido às perturbações provocadas pela infecção
  • 23. H1N1 Denominação H  hemaglutinina Proteína que facilita a entrada dovírus na célula 16 tipos conhecidos (H1 a H16) N  neuraminidase Proteína que facilita a saída do vírus da célula 9 tipos conhecidos (N1 a N9)
  • 24. H1N1
  • 25. H1N1 Mutações nas proteínas H e N evitam o reconhecimento dos vírus pelo sistema imunológico, facilitando novas infecções Como surge uma nova cepa? Vírus da Gripe Humana Vírus da Gripe Aviária Vírus da Gripe Suína Vírus que infectam humanos, aves e porcos podem realizar contágios simultâneos em suínos. Nas células dos porcos, ocorre a mistura do material genético das diferentes cepas. Surge então uma nova cepa que reúne genes dos vários tipos de vírus. Os novos vírus infectam seres humanso e não são reconhecidos.
  • 26. Verdadeiros donos do mundo? “Os verdadeiros donos do mundo – vírus e bactérias não atacam apenas a sua saúde, eles são a maior ameaça à existência humana. Saiba por que nunca estivemos tão vulneráveis nessa guerra”
  • 28. Verdadeiros donos do mundo? Revista Superinteressante, Agosto de 2009.