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Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental
Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador
Secretaria de Vigilância em Saúde
Ministério da Saúde
Março de 2017
Reunião da Câmara Técnica de Vigilância em
Saúde Ambiental
Vigilância em Saúde de Populações Expostas à
Poluição Atmosférica - VIGIAR
VIGIAR
 A Vigilância em Saúde de Populações Exposta à Poluição atmosférica –
VIGIAR é a área do técnica do Ministério da Saúde, cujo objetivo é
desenvolver ações de vigilância para essas populações, de forma a
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 Áreas sob impacto de mineração;
 Áreas sob influência de queima de biomassa;
 Áreas de relevância para a saúde pública de acordo com a realidade loco -
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Principais ações do VIGIAR
 Identificação e priorização dos municípios de risco de exposição
humana a poluentes atmosféricos;
 A identificação dos efeitos agudos e crônicos para a caracterização da
situação de saúde de forma a contribuir para o desenvolvimento de
ações de vigilância em saúde da população exposta, subsidiando a
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Estratégias de identificação de áreas de risco
para populações expostas à poluição
atmosférica
Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental
Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador
Secretaria de Vigilância em Saúde
Ministério da Saúde
Março de 2017
WHO 68.18
A RESOLUÇÃO TRAZ UMA ABORDAGEM RESUMIDA A RESPEITO DOS TÓPICOS
ABAIXO:
 EFEITOS DA EXPOSIÇÃO À POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA NA SAÚDE;
 ESTRATÉGIAS PARA REDUZIR OS IMPACTOS DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA;
 O PAPEL DO SETOR DA SAÚDE E DOS ESTADOS MEMBROS NOS PROBLEMAS
DE POLUIÇÃO DO AR E SEUS EFEITOS NA SAÚDE;
 O PAPEL CENTRAL DA OMS DIANTE DA TEMÁTICA.
Descreve as ligações entre a poluição e saúde, e delineia algumas estratégias de
prevenção, controle e mitigação dos efeitos da poluição atmosférica na saúde,
incluindo ações coordenadas entre a saúde e outros setores.
A avaliação de risco analisa as implicações na saúde humana e as preocupações da
comunidade pela exposição aos contaminantes de interesse identificados na área
estudada, com o intuito de determinar os riscos decorrentes da situação, levando
em consideração cenários no passado, presente e futuro, bem como recomendar
ações para recuperação e proteção da saúde humana. (Ministério da Saúde)
Deve-se obter e avaliar os dados e informações sobre a história do local, os tipos e
níveis de contaminação, os mecanismos de transporte ambientais específicos, as
vias de exposição humana, as preocupações da comunidade com sua saúde, os
parâmetros pertinentes aos efeitos na saúde, e as implicações toxicológicas e
médicas dos contaminantes do local de risco.
A avaliação de risco em saúde possui 6 etapas:
Levantamento e
Avaliação da
Informação do
Local
Levantamento das
Preocupações da
Comunidade
Avaliação de
Risco
Seleção dos
Contaminantes de
Interesse
Mecanismos de
Transporte
Identificação e
Avaliação de Rotas
de Exposição
Determinação de
Implicações para a
Saúde Pública
A caracterização das fontes de riscos é um importante passo na fase de
identificação do risco.
Diversas técnicas podem ser utilizadas: árvores de eventos ou árvores de
falhas que permitem identificar os impactos de interesses potenciais;
modelos matemáticos que podem ser utilizados para caracterizar o
transporte e as transformações de poluentes particulares; o
desenvolvimento e uso de técnicas de ranking (classificação), úteis para
propiciar comparações relativas sobre o potencial do risco.
 Definir uma metodologia de identificação de áreas de risco para populações
expostas à poluição atmosférica é primordial
 Selecionar indicadores (variáveis) que poderão ser utilizados
Alguns indicadores de Efeito e Exposição , os quais podem ser usados na rotina de
trabalho do VIGIAR nos estados e municípios e na identificação de áreas
prioritárias.
Observações
Indicadores e métodos de cálculos
CONSTRUÇÃO DOS MAPAS DE RISCO
 Consolidação dos dados de População, taxa de Óbitos, Frota Veicular,
Focos de Calor de todo o Brasil no período de 2011 a 2013.
 As variáveis foram divididas por quintil (20%, 40%, 60%, 80%, 95%)
deste foi dado uma valor para estas variáveis de acordo com o quintil
sendo os valores de 20% -1 (baixo), 40%-2 (médio-baixo), 60%- 3
(médio), 80%- 4 (médio – alto), 95% -5 (alto).
 Após foi realizada a soma destes valores e com o total das 4 variáveis
foi construído o mapa.
 Os municípios considerados prioritários foram os que apresentaram
fatores de risco médio-alto e alto
Mapa de Risco
2011
REGIÃO
QUANTIDADE DE
MUNICÍPIOS
PRIORITÁRIOS
NORDESTE 135
SUDESTE 100
SUL 77
NORTE 34
CENTRO-OESTE 24
BRASIL 370
Mapa de Risco 2011
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REGIÃO
QUANTIDADE DE
MUNICÍPIOS
PRIORITÁRIOS
NORDESTE 131
SUDESTE 101
SUL 65
NORTE 34
CENTRO-OESTE 28
BRASIL 359
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REGIÃO
QUANTIDADE DE
MUNICÍPIOS
PRIORITÁRIOS
SUDESTE 146
NORDESTE 117
SUL 94
NORTE 41
CENTRO-OESTE 28
BRASIL 426
Proporção de municípios prioritários Brasil_Região
36.5
27.0
20.8
9.2
6.5
0.0
5.0
10.0
15.0
20.0
25.0
30.0
35.0
40.0
(%)
REGIÃO
2011
Brasil (nº) = 370
36.5
28.1
18.1
9.5
7.8
0.0
5.0
10.0
15.0
20.0
25.0
30.0
35.0
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9.6
6.6
0.0
5.0
10.0
15.0
20.0
25.0
30.0
35.0
40.0
(%)
REGIÃO
2013
Brasil (nº) = 426
 Orientar estados/municípios no enfrentamento da poluição do ar e
seus efeitos na saúde.
Plano de Vigilância em Saúde de Populações
Expostas à Poluição Atmosférica com base na
WHO 68.18
 Após seja identificada uma localidade como de interesse para as
ações do VIGIAR faz-se necessário estabelecer bases de dados e
informações para o conhecimento da situação de saúde da sua
população, no que diz respeito aos agravos respiratórios e
cardiovasculares e outras doenças de interesse de acordo com
aspectos regionais, frente à exposição aos poluentes atmosféricos.
Estratégias(ações) Pós identificação (Plano Vigiar)
 A implantação de Unidades Sentinelas do VIGIAR, pois permitem
conhecer a situação de saúde da localidade em tempo real e apresentam
sensibilidade suficiente para detectar mudanças que venham a modificar
essa situação, propiciando subsídios para a tomada de decisões.
 identificar os grupos populacionais mais vulneráveis que, submetidos a
condições ambientais críticas, sofrerão de forma mais aguda os efeitos da
exposição aos poluentes.
 Identificar a tipologia da fonte do poluente (indústrias de transformação
ou extração, termelétricas, frota veicular, incêndios florestais, e etc.);
 Levantar informações sobre as fontes poluidoras junto aos Inventários de
Emissões Atmosféricas;
 Georreferenciar a fonte poluidora;
 Identificar a população trabalhadora no entorno da fonte;
 Analisar os casos de morbimortalidade por doenças cardiorrespiratórias
 Acompanhar os dados do monitoramento da qualidade do ar
disponíveis pelos órgãos ambientais, e adotar medidas necessárias
para propiciar o bem estar da população;
 Realizar ações de educação em saúde para a comunidade sobre o uso
e os impactos à saúde relacionados aos poluentes atmosféricos, bem
como os meios de evitá-los ou minimizá-los;
 Produzir boletins epidemiológicos sobre doenças e agravos à saúde
decorrentes da exposição aos poluentes atmosféricos, de modo a
fornecer subsídios para o planejamento e a organização dos serviços
de saúde;
• A elevada carga de doenças atribuível à poluição do ar no
Brasil, bem como o papel dos aspectos sociais e físicos do ambiente
combinados nesse processo.
• A exposição a poluentes do ar extrapolam o controle dos
indivíduos, requerendo a adoção de medidas por parte de setores e
autoridades públicas em escala global, nacional, regional e local
• O ar de melhor qualidade proporcionaria uma economia indireta
com internação e tratamento de doenças relacionadas à poluição
atmosférica para o setor saúde.
Justificativa
 Capacidade de influenciar a tomada de decisão, relacionada a redução de
impactos na saúde;
 Fortalecer a intersetorialidade e a transversalidade necessárias na busca
contínua por políticas públicas voltadas para a melhoria das condições de
saúde e de qualidade do ar para a população brasileira.
Desafios e Perspectivas
Fábio David fabio.david@saude.gov.br
Luciana Costa luciana.costa@saude.gov.br
Alana Coêlho alana.coelho@saude.gov.br
Ysabely Pamplona ysabely.pamplona@saude.gov.br
Gustavo Souza gustavo.ssouza@saude.gov.br
Equipe Vigiar
www.saude.gov.br/svs
Disque Saúde - 136
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Vigilância em Saúde de Populações Expostas à Poluição Atmosférica - VIGIAR

  • 1. Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Março de 2017 Reunião da Câmara Técnica de Vigilância em Saúde Ambiental Vigilância em Saúde de Populações Expostas à Poluição Atmosférica - VIGIAR
  • 2. VIGIAR  A Vigilância em Saúde de Populações Exposta à Poluição atmosférica – VIGIAR é a área do técnica do Ministério da Saúde, cujo objetivo é desenvolver ações de vigilância para essas populações, de forma a recomendar e instituir medidas de prevenção, de promoção da saúde e de atenção integral, conforme preconizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS).  O campo de atuação prioriza as regiões onde existam diferentes atividades de natureza econômica ou social que gerem poluição atmosférica de modo a caracterizar a um fator de risco para as populações expostas.
  • 3. CAMPO DE ATUAÇÃO  Regiões metropolitanas;  Centros industriais;  Áreas sob impacto de mineração;  Áreas sob influência de queima de biomassa;  Áreas de relevância para a saúde pública de acordo com a realidade loco - regional.
  • 4. Principais ações do VIGIAR  Identificação e priorização dos municípios de risco de exposição humana a poluentes atmosféricos;  A identificação dos efeitos agudos e crônicos para a caracterização da situação de saúde de forma a contribuir para o desenvolvimento de ações de vigilância em saúde da população exposta, subsidiando a elaboração de políticas públicas relacionadas ao tema.
  • 5. Estratégias de identificação de áreas de risco para populações expostas à poluição atmosférica Coordenação Geral de Vigilância em Saúde Ambiental Departamento de Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador Secretaria de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Março de 2017
  • 6. WHO 68.18 A RESOLUÇÃO TRAZ UMA ABORDAGEM RESUMIDA A RESPEITO DOS TÓPICOS ABAIXO:  EFEITOS DA EXPOSIÇÃO À POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA NA SAÚDE;  ESTRATÉGIAS PARA REDUZIR OS IMPACTOS DA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA;  O PAPEL DO SETOR DA SAÚDE E DOS ESTADOS MEMBROS NOS PROBLEMAS DE POLUIÇÃO DO AR E SEUS EFEITOS NA SAÚDE;  O PAPEL CENTRAL DA OMS DIANTE DA TEMÁTICA. Descreve as ligações entre a poluição e saúde, e delineia algumas estratégias de prevenção, controle e mitigação dos efeitos da poluição atmosférica na saúde, incluindo ações coordenadas entre a saúde e outros setores.
  • 7. A avaliação de risco analisa as implicações na saúde humana e as preocupações da comunidade pela exposição aos contaminantes de interesse identificados na área estudada, com o intuito de determinar os riscos decorrentes da situação, levando em consideração cenários no passado, presente e futuro, bem como recomendar ações para recuperação e proteção da saúde humana. (Ministério da Saúde) Deve-se obter e avaliar os dados e informações sobre a história do local, os tipos e níveis de contaminação, os mecanismos de transporte ambientais específicos, as vias de exposição humana, as preocupações da comunidade com sua saúde, os parâmetros pertinentes aos efeitos na saúde, e as implicações toxicológicas e médicas dos contaminantes do local de risco. A avaliação de risco em saúde possui 6 etapas:
  • 8. Levantamento e Avaliação da Informação do Local Levantamento das Preocupações da Comunidade Avaliação de Risco Seleção dos Contaminantes de Interesse Mecanismos de Transporte Identificação e Avaliação de Rotas de Exposição Determinação de Implicações para a Saúde Pública
  • 9. A caracterização das fontes de riscos é um importante passo na fase de identificação do risco. Diversas técnicas podem ser utilizadas: árvores de eventos ou árvores de falhas que permitem identificar os impactos de interesses potenciais; modelos matemáticos que podem ser utilizados para caracterizar o transporte e as transformações de poluentes particulares; o desenvolvimento e uso de técnicas de ranking (classificação), úteis para propiciar comparações relativas sobre o potencial do risco.
  • 10.  Definir uma metodologia de identificação de áreas de risco para populações expostas à poluição atmosférica é primordial  Selecionar indicadores (variáveis) que poderão ser utilizados Alguns indicadores de Efeito e Exposição , os quais podem ser usados na rotina de trabalho do VIGIAR nos estados e municípios e na identificação de áreas prioritárias. Observações
  • 11. Indicadores e métodos de cálculos
  • 12. CONSTRUÇÃO DOS MAPAS DE RISCO  Consolidação dos dados de População, taxa de Óbitos, Frota Veicular, Focos de Calor de todo o Brasil no período de 2011 a 2013.  As variáveis foram divididas por quintil (20%, 40%, 60%, 80%, 95%) deste foi dado uma valor para estas variáveis de acordo com o quintil sendo os valores de 20% -1 (baixo), 40%-2 (médio-baixo), 60%- 3 (médio), 80%- 4 (médio – alto), 95% -5 (alto).  Após foi realizada a soma destes valores e com o total das 4 variáveis foi construído o mapa.  Os municípios considerados prioritários foram os que apresentaram fatores de risco médio-alto e alto
  • 13. Mapa de Risco 2011 REGIÃO QUANTIDADE DE MUNICÍPIOS PRIORITÁRIOS NORDESTE 135 SUDESTE 100 SUL 77 NORTE 34 CENTRO-OESTE 24 BRASIL 370 Mapa de Risco 2011
  • 14. Mapa de Risco 2012 REGIÃO QUANTIDADE DE MUNICÍPIOS PRIORITÁRIOS NORDESTE 131 SUDESTE 101 SUL 65 NORTE 34 CENTRO-OESTE 28 BRASIL 359
  • 15. Mapa de Risco 2013 REGIÃO QUANTIDADE DE MUNICÍPIOS PRIORITÁRIOS SUDESTE 146 NORDESTE 117 SUL 94 NORTE 41 CENTRO-OESTE 28 BRASIL 426
  • 16. Proporção de municípios prioritários Brasil_Região 36.5 27.0 20.8 9.2 6.5 0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0 40.0 (%) REGIÃO 2011 Brasil (nº) = 370 36.5 28.1 18.1 9.5 7.8 0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0 40.0 (%) REGIÃO 2012 Brasil (nº) = 359 34.3 27.5 22.1 9.6 6.6 0.0 5.0 10.0 15.0 20.0 25.0 30.0 35.0 40.0 (%) REGIÃO 2013 Brasil (nº) = 426
  • 17.  Orientar estados/municípios no enfrentamento da poluição do ar e seus efeitos na saúde. Plano de Vigilância em Saúde de Populações Expostas à Poluição Atmosférica com base na WHO 68.18  Após seja identificada uma localidade como de interesse para as ações do VIGIAR faz-se necessário estabelecer bases de dados e informações para o conhecimento da situação de saúde da sua população, no que diz respeito aos agravos respiratórios e cardiovasculares e outras doenças de interesse de acordo com aspectos regionais, frente à exposição aos poluentes atmosféricos.
  • 18. Estratégias(ações) Pós identificação (Plano Vigiar)  A implantação de Unidades Sentinelas do VIGIAR, pois permitem conhecer a situação de saúde da localidade em tempo real e apresentam sensibilidade suficiente para detectar mudanças que venham a modificar essa situação, propiciando subsídios para a tomada de decisões.  identificar os grupos populacionais mais vulneráveis que, submetidos a condições ambientais críticas, sofrerão de forma mais aguda os efeitos da exposição aos poluentes.
  • 19.  Identificar a tipologia da fonte do poluente (indústrias de transformação ou extração, termelétricas, frota veicular, incêndios florestais, e etc.);  Levantar informações sobre as fontes poluidoras junto aos Inventários de Emissões Atmosféricas;  Georreferenciar a fonte poluidora;  Identificar a população trabalhadora no entorno da fonte;  Analisar os casos de morbimortalidade por doenças cardiorrespiratórias
  • 20.  Acompanhar os dados do monitoramento da qualidade do ar disponíveis pelos órgãos ambientais, e adotar medidas necessárias para propiciar o bem estar da população;  Realizar ações de educação em saúde para a comunidade sobre o uso e os impactos à saúde relacionados aos poluentes atmosféricos, bem como os meios de evitá-los ou minimizá-los;  Produzir boletins epidemiológicos sobre doenças e agravos à saúde decorrentes da exposição aos poluentes atmosféricos, de modo a fornecer subsídios para o planejamento e a organização dos serviços de saúde;
  • 21. • A elevada carga de doenças atribuível à poluição do ar no Brasil, bem como o papel dos aspectos sociais e físicos do ambiente combinados nesse processo. • A exposição a poluentes do ar extrapolam o controle dos indivíduos, requerendo a adoção de medidas por parte de setores e autoridades públicas em escala global, nacional, regional e local • O ar de melhor qualidade proporcionaria uma economia indireta com internação e tratamento de doenças relacionadas à poluição atmosférica para o setor saúde. Justificativa
  • 22.  Capacidade de influenciar a tomada de decisão, relacionada a redução de impactos na saúde;  Fortalecer a intersetorialidade e a transversalidade necessárias na busca contínua por políticas públicas voltadas para a melhoria das condições de saúde e de qualidade do ar para a população brasileira. Desafios e Perspectivas
  • 23. Fábio David fabio.david@saude.gov.br Luciana Costa luciana.costa@saude.gov.br Alana Coêlho alana.coelho@saude.gov.br Ysabely Pamplona ysabely.pamplona@saude.gov.br Gustavo Souza gustavo.ssouza@saude.gov.br Equipe Vigiar
  • 24. www.saude.gov.br/svs Disque Saúde - 136 Disque Notifica 0800-644-6645 notifica@saude.gov.br www.saude.gov.br/combateaedes Obrigado pela atenção!