Uso Racional de Antimicrobianos na Prática Clínica
Uma visão abrangente sobre infecções bacterianas, resistência aos antimicrobianos e estratégias de stewardship**, com foco em **aprimorar a tomada de decisão clínica e melhorar os desfechos dos pacientes
Infecções Bacterianas eResistência
Antimicrobiana
Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa
Chefe do Depto. Infectologia UNESP
Membro da Diretoria da SBCM
3.
Vínculos e Conflitosde Interesse (CFM e ANVISA)
Vínculos:
- UNESP/Medicina: Professor Doutor MD PhD, Chefe do Departamento de Infectologia
- HC FMB Botucatu: Infectologista Serviços Público e Privado
- SAE Infectologia Botucatu: Diretor Clínico (HIV, VHB, VHC e HTLV)
- Ministério da Saúde - Médico de Referência em Genotipagem do HIV
- SBCM: Membro da Diretoria
- SBI: Membro do Comitê Científico HIV/Aids
- Membro Associado: IAS, EACS, SBI, SBMT e SBIm
Potenciais Conflitos de Interesse (Incentivos Diretos/Indiretos 36 meses)
Públicos: CAPES, CNPq, FAPESP.
Privados (Farmacêuticas): AbbVie, Amgen Bergamo, AstraZeneca, Boehringer Ingelheim, Blanver, Celltrion, Dr. Reddy’s Laboratories, Eurofarma,
Gilead Sciences, GSK-ViiV Healthcare, Hypera, Janssen, Knight Therapeutics, Moderna, MSD (Merck Sharp & Dohme), Pfizer, Procter & Gamble, Roche,
Sanofi Pasteur, SC Johnson (Johnson & Johnson), Takeda e Wyeth.
Privados (Outras): Atheneu, GEN Educação, Guanabara Koogan, Manole Educação, Medictalks, Med IQ, Tribe.MD, Uber e Unimed.
4.
Antes de prescrever:eu preciso mesmo de antibiótico?
Ref: WHO. The WHO AWaRe (Access, Watch, Reserve) Antibiotic Book. Geneva: World Health Organization; 2022
5.
Nem toda síndromerespiratória é uma indicação de antibiótico
Ref: avers FP et al. Outpatient Antibiotic Prescribing for Acute Respiratory Tract Infections During Influenza Seasons. JAMA Network Open. 2018;1(2):e180243.
6.
Nem toda bactériaencontrada precisa ser tratada
Ref: Harding GK, et al. Antimicrobial treatment in diabetic women with asymptomatic bacteriuria. N Engl J Med. 2002;347:1576-1583
7.
Como transformar diagnósticoem prescrição?
Ref: Barlam TF, et al. Implementing an Antibiotic Stewardship Programrs. Clin Infect Dis. 2016
8.
PAC: a mesmasíndrome, diferentes decisões
Ref: Corrêa RA et al. J Bras Pneumol. 2018;44:405-423. | Metlay JP et al. AJRCCM. 2019;200:e45-e67.
9.
Reavaliar, otimizar edefinir o plano final
Ref: WHO. The WHO AWaRe (Access, Watch, Reserve) Antibiotic Book. Geneva: World Health Organization; 2022
10.
Antimicrobial Stewardship: dodiagnóstico à cura
Ref: WHO. The WHO AWaRe (Access, Watch, Reserve) Antibiotic Book. Geneva: World Health Organization; 2022
11.
Escolha do antibiótico:muito além dos protocolos e guidelines
Ref: WHO. The WHO AWaRe (Access, Watch, Reserve) Antibiotic Book. Geneva: World Health Organization; 2022
12.
Equilíbrio na escolhado espectro do antibiótico: a arma correta para o alvo específico
Ref: WHO. The WHO AWaRe (Access, Watch, Reserve) Antibiotic Book. Geneva: World Health Organization; 2022
13.
Efeitos da escolhainadequada de antibióticos na vida real: Revisão sistemática
Ref. Costelloe C et al. Effect of antibiotic prescribing in primary care on antimicrobial resistance in individual patients: systematic review and meta-analysis. BMJ. 2010;340:c2096
14.
Duração do antibiótico:7, 10 ou 14 dias: evidência ou tradição?
Ref: BALANCE Investigators. N Engl J Med. 2025;392:1065–78. doi:10.1056/NEJMoa2404991.
15.
Duração excessiva: doconsultório à alta hospitalar
Ref: Pouwels et al. BMJ. 2019;364:l440. • Vaughn et al. Clin Infect Dis. 2021;72:293–301.
16.
Controle do foco:quando o antibiótico não basta
Ref: STOP-IT Trial - Sawyer et al. N Engl J Med. 2015;372:1996–2005.
17.
Antimicrobial Stewardship nãoé tratar menos: é tratar certo
Ref: WHO. The WHO AWaRe (Access, Watch, Reserve) Antibiotic Book. Geneva: World Health Organization; 2022
18.
Take Home Messages:Cinco perguntas para cada prescrição de antibiótico
@drbarbosa