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UNIVERSIDADE
SÉNIOR INAUGURA
NOVAS
INSTALAÇÕES
Pág. _3 e 4
Real e JOMA
chegam a acordo histórico
O Real Sport Clube e a JOMA celebraram um acordo
para voltar a dar vida à pista de atletismo existente no
complexo desportivo do clube de Massamá e Monte
Abraão. Atletas da JOMA já correm na pista do Real.
Pág. _7
Obras na freguesia
Intervenção na Av. D. António Correia de Sá em Monte
Abraão é uma realidade.
Construção de um parque infantil na urbanização da
Cidade Desportiva de Monte Abraão está concluído.
Moradores reclamavam-no há mais de 25 anos.
Pág. _5
ACONTECE
MASSAMÁ E MONTE ABRAÃO EM NOTÍCIAS ANO 1 GRATUITO OUTUBRO 2015 N.º 2
ACONTECE OUTUBRO 2015 2
Informalidade da educação
A sociedade tem por função ser educativa e promotora de
comportamentos através da educação. Por estes dias, o
arranque de mais um ano letivo escolar leva inúmeras fa-
mílias à ginástica financeira para a aquisição dos livros e
materiais didáticos, para cumprir os horários de entrada
e saída do trabalho, para levar as crianças às atividade ex-
tracurriculares e à coordenação com os avós para assegu-
rar um acompanhamento familiar durante o dia.
No entanto, em casa, no trabalho e no círculo de amigos
todos estamos envolvidos num processo de aprendizagem
e partilha de saberes que vai para além da escolaridade.
Os valores, a formação individual, a participação cívica e a
atitude de cidadania são processos que se desenvolvem e
adquirem ao longo da nossa vida.
Aquilo que verificamos ao nosso redor é uma oferta cada
vez mais estruturada da educação informal e de projetos
educativos que complementam a ação educativa, e fun-
cionam como o prolongamento da estrutura familiar. Será,
então possível, formar jovens e aproveitar os saberes dos
mais idosos fora do contexto escolar e profissional? A res-
posta é inequívoca, sim!
Este caminho valoriza a nossa comunidade. Aliás, os resul-
tados que obtemos nos projetos desenvolvidos pela junta
de freguesia e a sua procura, cada vez maior, são revela-
dores desse pensamento de aprendizagem e partilha dos
saberes. A Universidade Sénior, o projeto Raízes, o projeto
musical “Música na Escola”, o Orçamento Participativo de-
finem a finalidade de conhecimento e promoção da partilha
de saberes ao mesmo tempo que se valoriza a componente
humana e trabalho de interajuda, criando consciências de
grupos e a valorização de eu.
São desafios e tarefas de uma educação que sai de quatro
paredes e atravessa uma comunidade e para a qual vamos
continuar a contribuir.
Pedro Oliveira Brás
Presidente
A Acontecer
É Notícia
Discurso Direto
É Notícia
Instituição
A Nossa Rua
Voz aos Eleitos
PS
SCMA
CDU
PSD
CDS
BE
Independente
Contactos: União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão
Massamá | Morada: Rua Dr. Francisco Ribeiro de Spínola, s/n, Massamá, 2745-872 Queluz
Telefone: 21 439 23 31/ 21 438 91 71 Fax: 21 438 91 70 Email: geral@uf-massamamabraao.pt
Horário: 2ª, 3ª, 4ª e 6ª feira das 9h às 17h. 5ª feira das 9h às 18h.
Monte Abraão | Morada: Avenida da Liberdade, nº 29 e 31, Monte Abraão, 2745-300 Queluz
Telefone: 21 437 36 35/21 439 08 39 Fax: 21 437 36 60 Email: geral@uf-massamamabraao.pt
Horário: 2ª, 3ª, 5ª e 6ª feira das 9h às 17h. 4ª feira das 9h às 18h
Ficha Técnica: Acontece - Massamá e Monte Abraão em Notícias
Ano I - N.º 2 - Outubro de 2015 - Periodicidade Trimestral - Distribuição gratuita
Propriedade: União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão Diretor: Pedro Brás
Coordenação e Gestão de Conteúdos: União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão,
R. Dr. Francisco Ribeiro de Spínola, s/n, Massamá, 2745-872 Queluz
Email: geral@uf-massamamabraao.pt Telefone: 214 392 331 / 214 389 171 Fax: 214 389 170
Projeto Gráfico e Paginação: Quotidian Protagonist, Lda.
Bela Vista Office - Estrada de Paço de Arcos, nº 66 - 66 A | 2735-336 Cacém
Email: quotidianprotagonistcreative@gmail.com Telemóvel: 932 116 758 Telefone: 210 136 137
Impressão: Sogapal,
Estrada de São Marcos, 27 – São Marcos, 2715-521 Agualva-Cacém Email: geral@sogapal.pt
Telefone: 214 347 100 Depósito Legal: 394185/15 Tiragem: 20.000 exemplares
Nota: Isento de registo na ERC ao abrigo do Decreto Regulamentar 8/99 de 9 de junho, artigo 12º nº1 b.
03_ 04
05_ 07
08_ 09
10
11
12
13_ 15
Índice
Pelouros: Ação Social/ Relações Institucionais/ Proteção Civil/ Gestão
Participada/ Comunicação e Informação/ Recursos Humanos/ Saúde
Horário de Atendimento: 3ª feira, entre as 17h30 e as 19h00 e 5ª feira,
entre as 17h30 e as 18h30 (alternado entre Massamá e Monte Abraão)
Pelouros: Educação/ Cultura/ Feiras e Mercados/ Serviços/ Associativismo/
Autocarro Horário de Atendimento: 3ª feira, entre as 17h30 e as 19h00
(alternado entre Massamá e Monte Abraão)
Pelouros: Gestão Financeira/ Espaços Verdes/ Ambiente e Higiene Urbana/
Toponímia/ Obras Horário de Atendimento: 5ª feira, entre as 17h30
e as 18h30 (alternado entre Massamá e Monte Abraão)
Pelouros: Comércio Local/ Património/ Recenseamento
Horário de Atendimento: 4ª feira, entre as 18h30 e as 19h30
(alternado entre Massamá e Monte Abraão)
Pelouros: Juventude Horário de Atendimento: 5ª feira, entre as 17h30
e as 18h30 (alternado entre Massamá e Monte Abraão)
Pelouros: Voluntariado/ Terceira Idade/ Mobilidade e Espaço Público
Horário de Atendimento: 4ª feira, entre as 18h30 e as 19h30
(alternado entre Massamá e Monte Abraão)
Pelouros: Parques Infantis/ Recintos Desportivos/ Atividades Desportivas/
Iluminação/ Segurança/ Trânsito/ Efemérides Horário de Atendimento:
2ª feira, entre as 14h00 e as 16h00 (alternado entre Massamá e Monte Abraão)
EDITORIAL
PRESIDENTE
Pedro Oliveira Brás (PS)
SECRETÁRIO
João António Correia Vinha (PS)
tesoureiro
João Maria Canhoto Russo (PS)
vogal
Manuel AGOSTINHO Lourenço Marques (PS)
vogal
Mónica Sofia Monteiro Russo (PS)
vogal
Armindo dos Santos Batista (PSD)
vogal
Catarina Mendes Soares (CDS/PP)
Freguesia
Massamá e Monte Abraão
ACONTECE OUTUBRO 2015 3
a acontecer
Dia 25 de setembro fica marcado
na história da Universidade Sé-
nior de Massamá e Monte Abraão
como o dia em que viu alargada
as suas instalações, em sinal de
reconhecimento do trabalho re-
alizado, do aumento da procura
por parte da população sénior
da freguesia e ainda do cumpri-
mento de um compromisso do
atual executivo de dotar a fre-
guesia de uma ferramenta como
o Orçamento Participativo.
Foi na presença de centenas de
pessoas, muitas delas alunos da
universidade, e de representan-
tes de diversas instituições da
freguesia, que decorreu a ceri-
mónia de inauguração do novo
pavilhão, edificado em espaço
adjacente às atuais instalações.
O projeto da Universidade Sénior
de Massamá nasceu em 2008,
vindo a dar lugar à Universida-
de Sénior de Massamá e Monte
Abraão (USMMA), fruto da última
reorganização administrativa de
freguesias. Mantendo o espírito
inicial de constituir uma respos-
ta educativa, social e cultural
para aquela faixa da população,
hoje dispõe de mais alunos, mais
professores e de mais discipli-
nas ministradas, tendo-se reve-
lando exíguas as instalações até
agora existentes.
À efeméride da inauguração das
novas instalações, juntou-se
uma outra, dado que a viabili-
zação deste projeto surge no
seguimento da primeira edição
do Orçamento Participativo da
Universidade Sénior de Massamá
e Monte Abraão inaugura novas instalações
Oferta formativa alargada a Monte Abraão
União das Freguesias de Massa-
má e Monte Abraão. A proposta
de ampliação de instalações foi
um dos projetos a concurso,
acabando por ser aquele que
mais votos recolheu dos cida-
dãos e como tal o escolhido para
se concretizar, representando
esta iniciativa um investimento
da autarquia, decidido direta-
mente pelos cidadãos de Mas-
samá e Monte Abraão, no valor
de 45.000,00€.
Nas semanas que antecederam
aquele dia muitos foram os ci-
dadãos que acompanharam,
dia-a-dia, a edificação do novo
pavilhão e que, após isso, foram
assistindo à decoração do novo
espaço, alusiva aos saberes pra-
ticados na universidade, conce-
bida pelos serviços da própria
junta de freguesia. Aliás numa
das paredes exteriores do novo
pavilhão é visível a participação
de muitos dos alunos da univer-
sidade sénior que daquele modo
“deram a cara” para a decoração
do equipamento. Naquele dia foi
frequente verem-se os alunos
acompanhados dos seus fami-
liares a procurar naquele local
o seu retrato. Ao longo de toda
a cerimónia muitos foram aque-
les que ao lado do retrato do seu
familiar fizeram as tão populares
“selfies”. Sentia-se ali um am-
biente de festa.
As bancadas do anfiteatro do
Parque Salgueiro Maia, em Mas-
samá foram ocupadas pelos
presentes para que pudessem
desfrutar de um momento mu-
sical proporcionado pelo grupo
“Moçoilas da Universidade”.
Nesta sessão em que marcou
presença o vice-presidente da
Câmara Municipal de Sintra, Rui
Pereira, bem como a maioria dos
autarcas do executivo como da
assembleia de freguesia, foi o
ACONTECE OUTUBRO 2015 4
a acontecer
secretário da junta, João Vi-
nha, o primeiro a usar da pa-
lavra. O autarca traçou na sua
intervenção um breve historial
da universidade sénior desde o
seu nascimento até aos dias de
hoje, destacando a importância
da mesma como “mais do que
uma troca de conhecimento,
a USMMA pretende combater
o isolamento social, atuando,
muitas vezes, como um anti-
depressivo e um canal de cons-
trução de amizades e convívio”.
Coube ao presidente da junta,
Pedro Oliveira Brás, a interven-
ção mais demorada que have-
ria de lembrar aos presentes
que aquele é um “projeto fei-
to com e para as pessoas. Um
projeto que não é só a oportu-
nidade de aprender e partilhar
o saber mas sim a melhor fer-
ramenta de intervenção social
que se pode utilizar”. O autarca
destacou como novidade para
este novo ano letivo que as au-
las da universidade passariam
também a ser ministradas em
Monte Abraão, o que até agora
apenas ocorria em Massamá.
Com a ampliação do espaço,
na sequência da aquisição do
novo pavilhão, a universidade
sénior ganha a possibilidade de
aumentar o número de alunos e
de professores que, voluntaria-
mente, ali dão aulas. Este ano
letivo a universidade tem mais
de 300 inscritos e 60 discipli-
nas disponíveis. No decurso da
sua intervenção o presidente
da junta afirmava que “estamos
muito orgulhosos com este
momento e sabemos bem aqui-
lo que representa para todos
os nossos alunos, professores
e colaboradores da autarquia
que durante anos deram o seu
contributo, direta ou indire-
tamente, de uma forma muito
empenhada. Uns porque pro-
curam e apreciam a nossa res-
posta social, outros que de uma
forma voluntariosa dão muito
do seu tempo e desenvolvem
um trabalho incansável a troco
de quase nada, a não ser o con-
forto das palavras, um carinho
mais emotivo de um aluno ou
colega, e outras que dão todo
o seu empenho, dedicação e
entrega pela autarquia no dia-
a-dia e executam um trabalho
sem paralelo na freguesia e no
concelho”, referiu Pedro Brás,
Presidente da União das Fre-
guesias de Massamá e Monte
Abraão. O autarca haveria ain-
da de relembrar aos presentes
que a escolha dos cidadãos
que recaiu sobre aquele proje-
to da universidade, era apenas
um dos 27 a votação, no âmbi-
to do orçamento participativo,
sendo este “um exercício de
cidadania plena” e constituía
para ele “o cumprimento de
uma promessa eleitoral quan-
do se comprometeu a dotar a
freguesia de um orçamento
participativo”, afirmou.
O encerramento das interven-
ções coube ao representante
da Câmara Municipal de Sintra,
Rui Pereira, que se congratulou
pelo facto de os autarcas da
freguesia de Massamá e Mon-
te Abraão terem realizado ta-
manha aposta na promoção de
atividades que possibilitam à
população sénior a sua perma-
nente integração, assegurando
assim um combate permanente
ao isolamento sénior. Finaliza-
das as intervenções foi descer-
rada uma placa alusiva à oca-
sião existente junto a uma das
portas de entrada do pavilhão
e visitada a exposição de foto-
grafia, da autoria dos alunos da
universidade. Foram muitos os
que não quiseram perder aque-
le momento e em breves minu-
tos o pavilhão ficou repleto de
pessoas que queriam conhecer
as novas instalações, visitar a
exposição e registar com o seu
telefone ou máquina fotográfi-
ca aquele momento de festa.
Veja as fotos desta iniciativa em:
www.uf-massamamabraao.pt
ACONTECE OUTUBRO 2015 5
É Notícia
Há muito que era sentida a necessidade de
ser realizada uma intervenção de fundo na
Av. António Correia de Sá em Monte Abraão,
por forma a regular melhor o trânsito, reper-
filar a via e requalificar o seu piso. Por aquela
via circula todos os dias um volume de tráfe-
go bastante intenso o que faz dela uma das
mais congestionadas da freguesia de Massa-
má e Monte Abraão.
Em dezembro do ano passado e no âmbito da
presidência aberta realizada pelo presidente
da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Hor-
ta, foi divulgado o plano de intervenção para
aquela via que se encontrava inserido num
Plano de Recuperação das Vias Rodoviárias
para o Município de Sintra.
A intervenção tão necessária naquela arté-
ria foi concebida para ser realizada em duas
fases. Foi durante o mês de abril que se ini-
ciou a 1ª fase da intervenção e que consis-
tiu na fresagem do velho pavimento, com
recarga betuminosa e retificação de pontos
de captação de águas pluviais e ainda de
marcações rodoviárias, visando a reposição
Av. António Correia de Sá
com obras de melhoramento
Intervenção repõe condições de segurança e mobilidade
de melhores condições na circulação e se-
gurança na via. Esta primeira intervenção
teve um custo de 34.200,00€.
Em julho, aproveitando o período por ex-
celência para gozo de férias de verão dos
residentes de Massamá e Monte Abraão,
tiveram início as obras no troço compre-
endido entre a Praceta 1.º de Maio e a Av.
Luís de Camões. Esta intervenção resultou
da necessidade de se proceder ao me-
lhoramento das condições de segurança
e mobilidade neste eixo viário. Nesta 2ª
fase da intervenção pretendeu-se reper-
filar a avenida com o objetivo da diminui-
ção de tráfego, incrementar a oferta de
lugares de estacionamento e a melhoria
da mobilidade pedonal. Naturalmente que
estas obras provocaram durante dois me-
ses alguns constrangimentos à circulação
rodoviária e pedonal, facto pelo qual agra-
decemos a compreensão das pessoas afe-
tadas. Esta 2ª fase da obra teve um custo
de 46.000,00€.
Iniciaram-se no passado mês de agosto as
obras da construção de um espaço de jogo
e recreio com equipamento de parque infan-
til na urbanização da Cidade Desportiva de
Monte Abraão.
A obra, a cargo da Câmara Municipal de Sin-
tra abrange uma área de 280 m2 e tem pro-
jetado a construção de um parque infantil.
Aquele espaço será equipado com diverso
mobiliário urbano, constituído por um ban-
co, uma papeleira e uma placa de informa-
ções úteis. O parque infantil será dotado de
um boneco com mola, um escorrega e um
pórtico com dois baloiços, para usufruto
dos mais novos.
Esta obra resulta de um compromisso assu-
mido pela Câmara Municipal de Sintra du-
rante a visita a Massamá e Monte Abraão no
âmbito da presidência aberta realizada em
dezembro de 2014 pelo presidente da câma-
ra, Basílio Horta, que logo ali se comprome-
teu com a associação de moradores a cons-
truir o parque infantil.
Há mais de 25 anos que a associação de mo-
radores daquela urbanização reclamava a
Parque infantil na Cidade Desportiva
Associação de Moradores reclamava esta obra há 25 anos
construção deste equipamento infantil ao
qual a União das Freguesias de Massamá e
Monte Abraão não ficou indiferente, tendo
sido a este, dada prioridade de execução.
Acompanhe as obras realizadas na sua fre-
guesia em: www.uf-massamamabraao.pt
ACONTECE OUTUBRO 2015 6
É notícia
O Stuart Hóquei Clube de Massamá desde sempre que tem como objetivo
a formação de atletas, tendo dado privilégio à modalidade desportiva que
mais títulos internacionais deu ao nosso país – Hóquei em Patins.
Tendo nascido de um projeto escolar, sendo a única escola secundária a
ter a prática do hóquei em patins como desporto federado, pretendem
manter intacta a filosofia do seu fundador (Prof. João Campelo) possi-
bilitando a prática da patinagem e do hóquei em patins aos jovens.
O clube ministra a formação de atletas desde os 3 anos de idade, po-
dendo ali aprender a patinar, disponibilizando todo o equipamento
necessário para a sua iniciação. Os treinos realizam-se aos sábados
e domingos das 10h às 11h, no pavilhão da Escola Secundária Stuart
Carvalhais, em Massamá.
Mais informações em: http://stuarthcm.webnode.pt/
A equipa de Sub14 masculinos do Clube Basket
de Queluz (CBQ) renovou o título de cam-
peão nacional de Sub14 masculinos na época
2014/2015. Mas este não foi a única distinção
alcançada por este escalão já que a equipa
Sub14 feminina colocou também o CBQ no pó-
dio, consagrando-se vice-campeãs nacionais,
bem como a equipa Sub18 masculina que con-
seguiu o 2º lugar da Associação de Basquete-
bol de Lisboa.
Acompanhe a vida do clube em:
http://www.clubebasketqueluz.com/
Foi no passado mês de julho, dias 11 e 12, que a União das
Freguesias de Massamá e Monte Abraão celebrou o seu
XVIII aniversário, recuando assim ao ano de 1997, oca-
sião em que foram criadas as freguesias de Massamá e
Monte Abraão, até então inseridas numa única freguesia
a que se juntava ainda Queluz.
Para celebração desta efeméride foram organizadas Fei-
ras do Artesanato, Velharias e Antiguidades, no Parque
25 de Abril em Monte Abraão, e no Parque Salgueiro Maia
em Massamá. Além disso e na noite de sábado houve ain-
da animação musical pela banda Trio Charme, no Parque
25 de Abril onde se juntaram algumas centenas de po-
pulares que dançaram ao som da música. Para além des-
tas manifestações culturais, no domingo, decorreram as
tradicionais eucaristias.
Freguesia de
Massamá e Monte
Abraão celebrou
aniversário
Música, artesanato,
dança e muita animação
Stuart Hóquei Clube de Massamá
Disponibiliza aulas de patinagem
Clube Basket de Queluz
soma e segue
Sub14 masculinos e femininos vitoriosos
Foi um grande sucesso as celebrações deste ano dos Santos Populares em Mas-
samá e Monte Abraão. A autarquia apostou em realizar três dias de festa em
honra do São Pedro, santo padroeiro do Concelho de Sintra.
Àsemelhança do ano passado a autarquia convidou diversas marchas populares para
animarem as nossas ruas, tendo marcado presença no desfile as marchas da Asso-
ciação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Massamá, da Associação Cultural e
Recreativa de Cabriz, de São João das Lampas e ainda contámos com a participação
especial da marcha da freguesia de Marvila (adulta e infantil) do Concelho de Lisboa.
Nos três dias de festa, o Parque Salgueiro Maia, em Massamá acolheu um autên-
tico arraial popular onde não faltou cor, animação, bancas de artesanato, tascas,
o tradicional bailarico e milhares de residentes que por ali estiveram em animado
convívio. Apesar do vento que se fez sentir na noite do desfile, as bancadas exis-
tentes na Av. 25 de abril, encheram-se por completo de espectadores.
Veja as fotos desta iniciativa em: www.uf-massamamabraao.pt
Santos Populares
recordados em Massamá e Monte Abraão
Foram três dias de festa com muita cor e alegria
ACONTECE OUTUBRO 2015 7
É notícia
Depois de seis anos sem poder usar a pista
de atletismo existente no complexo des-
portivo do Real Sport Clube, construída
pela autarquia sintrense nos anos 90, os
atletas da Juventude Operária de Monte
Abraão (JOMA) voltam ali a treinar.
Foi no passado dia 21 de setembro, que as
direções do Real e da JOMA celebraram
um acordo que possibilita utilizar de novo
a pista de atletismo. Depois de a JOMA ter
utilizado aquele equipamento entre 1997
e 2009, nunca mais ali tinha treinado. O
diferendo nascido entre os dois clubes,
levou a um afastamento institucional e à
cessação do protocolo de cooperação es-
tabelecido. Após isso a JOMA foi exigindo,
ao longo de anos, à Câmara Municipal de
Sintra a construção de umas novas ins-
talações desportivas. Porém a autarquia
nunca acedeu a tal pretensão, apesar das
muitas promessas dos seus responsáveis.
Desde hà dois anos que a autarquia de
Massamá e Monte Abraão tem tentan-
do que aqueles clubes se voltassem a
aproximar resolvendo o diferendo que as
afastava. As conversações vieram agora
a dar frutos materializados na celebra-
ção do um novo acordo. O protocolo as-
sinado por Adelino Ramos, presidente do
Real Sport Clube, e por João Pedro Car-
doso, presidente da JOMA, teve em Pedro
Brás, presidente da União das Freguesias
JOMA volta a treinar na pista do Real
Real e JOMA celebram novo acordo
Cientes da importância para a nossa economia local que desempenha o comér-
cio de proximidade, a União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão decidiu
criar o Cartão Freguês.
Esta iniciativa, única no concelho de Sintra, visa ser um meio para fomentar as
compras em lojas de rua por parte dos que residem, trabalham ou estudam na
freguesia de Massamá e Monte Abraão. Através da emissão do cartão, sem cus-
tos associados, o seu titular fica apto de imediato a beneficiar de descontos em
muitos estabelecimentos comerciais desta freguesia.
O cartão pode ser solicitado nas instalações da junta, em Massamá ou Monte
Abraão, ou ainda nas lojas aderentes que estão identificadas com um autocolan-
te e pode ser utilizado de imediato.
A si, enquanto consumidor caberá o papel de nos ajudar a conseguir concretizar
os objetivos desta iniciativa. Já tem o seu Cartão Freguês? Pergunte por ele nas
lojas que frequenta ou solicite-o nas instalações da junta.
Mais informações em http://www.uf-massamamabraao.pt/
Faça compras
nas lojas da sua rua
Já tem o Cartão Freguês?
Adira já, sem custos!
Adesão gratuita
Descontos imediatos em produtos e
serviços
Grande variedade de lojas/serviços
Consulta fácil da lista de lojas
aderentes
PEÇA JÁ O SEU!
Mais informações em:
www.uf-massamamabraao.pt
de Massamá e Monte Abraão, um aliado
empenhado. Na ocasião, Adelino Ramos
afirmaria que ”este acordo histórico con-
seguido entre o Real e a JOMA irá, cer-
tamente, trazer resultados”. Com a cele-
bração do acordo, o Real irá disponibilizar,
para além do acesso à pista de atletismo,
instalações de apoio para que os atletas
e treinadores possam guardar todo o ma-
terial de treino. Por seu lado, João Pedro
Cardoso, haveria de relembrar o papel
empenhado e esforçado da autarquia de
Massamá e Monte Abraão na concreti-
zação deste acordo. “Era uma pena esta
pista não estar a ser utilizada depois da
JOMA ter corrido por aqui durante tantos
anos. Agora só me resta agradecer à di-
reção do Real pela forma como abordou a
questão com objetivo de encontrar a me-
lhor solução. Queremos desenvolver um
grande trabalho na pista do Real que pres-
tigie a freguesia, mas também o clube. Por
isso, este é um grande momento de ale-
gria por pudermos voltar ao Real. Tenho a
certeza que a relação entre os dois cubes
vai melhorar bastante”, afirmou o dirigen-
te da JOMA. Para Pedro Brás, presidente
da autarquia de Massamá e Monte Abraão
“a não utilização da pista de atletismo era
algo que o incomodava”, tendo o autarca
logo após as últimas eleições autárqui-
cas de 2013, onde veio a ser eleito, pro-
movido uma reunião entre aqueles dois
clubes para “tentar fazer ver às direções
que aquilo que as separava não podia ser
maior que aquilo que as unia”, afirmou o
autarca na cerimónia realizada.
ACONTECE OUTUBRO 2015 8
“Como é que o Presidente deixou passar
o acordo/desacordo ortográfico?”
Questiona-se Daniel González, professor na Universidade Sénior
Discurso direto
Celebrando a abertura das novas instalações
da Universidade Sénior de Massamá e Monte
Abraão, estivemos à conversa com o profes-
sor Daniel Casasnovas González. Desde o ano
letivo transato que ministra a disciplina de
Castelhano e Alemão na universidade sénior.
Com 93 anos de idade, o professor é o exem-
plo de que nunca é tarde para ensinar e apren-
der. Conversador nato, homem charmoso é
possuidor de uma história de vida muito rica.
Tem apelido espanhol, mas é português.
Onde nasceu?
O meu nome é Daniel Casas Novas Gonzalez
e nasci em Lisboa, mas sou de origem espa-
nhola. Sou filho de pais Galegos. Fiquei órfão
de pai aos 6 anos e com a minha mãe gra-
vemente doente. Não foram fáceis aqueles
primeiros anos de vida.
Como entrou na sua vida o ensino das lín-
guas estrangeiras?
Inicialmente enquanto jovem fiz o curso co-
mercial e empreguei-me. No entanto foi o
apelo do estudo das línguas estrangeiras,
que me motivou a obter o curso de Francês e
Inglês na École Francaise. Mas não fiquei por
aqui. Continuei a investir nas línguas estran-
geiras e obtive formação no Instituto Britâ-
nico. Após isso decidi ir para a universidade
onde me licenciei em Filologia Germânicas,
a que juntei um curso de Castelhano. Nunca
pensei que o Castelhano me viesse a ser tão
útil. Após esta formação concorri ao cargo
de professor no ensino público oficial. Ao
longo da minha vida profissional em que tra-
balhei no estrangeiro fiz uso da minha forma-
ção como professor de línguas estrangeiras,
ministrando aulas para muitos quadros de
empresas. O ensino das línguas estrangeiras
e a tradução sempre fizeram parte da minha
vida. Dei aulas até aos 70 anos e gostei muito
da experiência.
Como tem acompanhado as polémicas do
novo Acordo Ortográfico?
O novo acordo ortográfico é um desacordo.
Admira-me como é que o senhor Presiden-
te da República deixou passar esta situação.
Hoje fala-se e escreve-se mal. Por exemplo, a
omissão dos artigos. Acho formidável como
é que se faz a abolição dos artigos. A nossa
língua é uma língua articulada onde todos os
substantivos são sempre precedidos de arti-
gos. Eu continuo a escrever de acordo com o
anterior acordo ortográfico.
Como chegou à universidade sénior?
Faz tempo que em conversa com outras pes-
soas percebi que estava a sentir-me isolado
e que isso me estava a deixar doente. Eu te-
nho sempre muito que fazer no meu escritó-
rio. Mas sentia-me isolado. Assim é que iniciei
as minhas funções na universidade sénior no
ano letivo de 2014/2015, tendo lecionado au-
las de Castelhano. Este ano vou também mi-
nistrar aulas de Alemão. A minha experiência
de ter ministrado aulas a adultos na escola
Machado Castro em Lisboa durante 4 anos,
tem-me sido útil para esta minha nova fase
na universidade sénior. As turmas da uni-
versidade sénior são compostas por alunos
muito diferentes uns dos outros. Penso que o
melhor método para lhes ensinar as línguas é
não perder tempo com miudezas. Eu apren-
di isso com o meu bisneto que tem 4 anos.
Quando ele começou a falar ele não conhe-
cia nenhuma regra gramatical. Foi falando
e aprendendo. Tenho aplicado este método
com os meus novos alunos. Lemos um texto,
não muito grande, faço perguntas de seguida
e eles começam a responder. O que quer di-
zer que estão a perceber o que estão a ler.
ACONTECE OUTUBRO 2015 9
“Vale a pena investir nestes alunos”
Afirma Nancy Gaudêncio do Agrupamento de Escolas Ruy Belo
Discurso direto
Nancy Gaudêncio é natural dos Estados
Unidos. Filha de emigrantes, regressou aos
Açores ainda criança, estudando ali e licen-
ciando-se em Matemática, e tornando-se
professora. Tem 42 anos e há 18 que é pro-
fessora. Há 4 anos rumou ao continente, à
procura de novos desafios. Desde então di-
rige o Agrupamento de Escolas Ruy Belo, em
Monte Abraão. Gosta do que faz atualmente,
mas sente saudades de ensinar.
Que retrato faz do território onde se insere
este agrupamento de escolas?
É um território muito complicado. Infeliz-
mente não existe uma aproximação dos
pais à escola. Exige-se demasiado à escola,
pedindo-se condições que muitas vezes os
alunos não têm em casa, e deviam ter. Ape-
sar disso conseguimos resolver problemas
que os pais não conseguem tratar em casa. É
um problema social, de estruturas familiares,
sendo que é o professor na escola o primeiro
a tentar resolver essa questão. A escola ten-
ta hoje resolver problemas para os quais não
tem competências. A população escolar de
Monte Abraão não é estável e isso provoca
problemas, pois está sempre em mobilidade.
Temos muitos alunos à guarda de pessoas
que não são o pai ou a mãe do aluno. A esta-
bilidade familiar aqui é difícil e isso reflete-se
na falta de apoio familiar dos alunos.
Como funciona o Agrupamento de Escolas
Ruy Belo?
O agrupamento tem cerca de 1650 alunos.
Temos a vantagem de as nossas escolas se-
rem muito próximas umas das outras, o que
facilita o trabalho em equipa. No entanto, te-
mos estado a perder alunos, o agrupamen-
to já teve mais de 2000 alunos. Existe uma
taxa de abandono nos níveis escolares mais
elevados. Como somos uma escola de inter-
venção prioritária temos metas e objetivos a
alcançar. Por isso temos muitos aspetos que
temos de monitorizar. Temos a vantagem de
ter um plano de melhorias decorrente de
sermos uma escola de intervenção prioritá-
ria, o que nos permite reforçar a oferta aos
alunos, como seja no caso da alimentação.
Existe no agrupamento uma predisposi-
ção de ter sempre a porta aberta aos pais.
A escola existe porque eles existem, sendo
desejável que exista um ambiente positivo.
Gerir esta comunidade de alunos e famílias
não é fácil. Este é um trabalho aliciante.
Apesar das dificuldades existentes que ba-
lanço faz do agrupamento?
A escola são não só os professores, assis-
tentes operacionais ou administrativos. O
sucesso resulta do envolvimento de todos
que faz com que a escola seja de todos.
Quem faz a escola são os alunos e esta
população estudantil é muito diversifica-
da, mas temos um corpo docente que acha
que vale a pena investir nestes alunos. E
fazem-no! Os professores acham que esta
comunidade é um desafio para eles. Os
alunos são acarinhados, o que muitas ve-
zes não acontece em casa. Observo mui-
tas vezes, nos corredores, os professores
ou os funcionários a terem para com os
alunos sinais de carinho, afeto e atenção,
muito para além do seu trabalho. Os alu-
nos entendem que esta também é a sua fa-
mília. Na maioria dos casos, quando estes
seguem para o ensino secundário são alu-
nos brilhantes, bem preparados. Temos um
corpo docente excecional. A escola tem
conseguido ter sucesso no que faz.
Onde se inserem as autarquias neste
quadro escolar?
Eu vinha preparada para um cenário difí-
cil, mas o que encontrei foi um quadro de
grande proximidade entre a autarquia, tan-
to da junta de Massamá e Monte Abraão,
como de Sintra. A aproximação existente
é muito enriquecedora para a escola. A
experiência que tinha anteriormente não
era assim. As escolas não tinham esta re-
lação com as autarquias, dado que tudo
era tratado com o Governo Regional. Aqui
encontrei um quadro de relação estabe-
lecido em que existe um estreitar do ca-
minho entre a escola e as autarquias em
muitas situações, a que não estava habi-
tuada. Todas as organizações participam,
colaboram, no sentido de resolver todos
os problemas. Esta relação é uma grande
mais-valia para as escolas.
ACONTECE OUTUBRO 2015 10
Atenta à realidade social e económica de muitas famílias,
a União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão ce-
lebrou uma parceria com a empresa de consultoria e re-
cuperação financeira “Teixeira & Gonçalves - Recuperar
Para Crescer”.
A partir do dia 15 de outubro e mediante a marcação de
atendimento prévio nas instalações da autarquia, será
possível realizar consultas gratuitas, destinadas a par-
ticulares e empresas, para elaboração do diagnóstico
financeiro e obter orientações para a sua melhoria. Às
quintas-feiras, nas instalações da junta em Monte Abraão
e em Massamá.
Marcações: 21 439 23 31 ou 21 437 36 35.
é notícia
No ano transato iniciámos na freguesia de Massamá e Monte Abraão
o Orçamento Participativo. Esta iniciativa visa contribuir para o
exercício de uma intervenção informada, ativa e responsável dos ci-
dadãos nos processos de governação local, garantindo a sua parti-
cipação e a das organizações da sociedade civil na decisão sobre a
afetação de recursos às políticas públicas. A II edição já teve o seu
início. Participe! A sua opinião conta!
Saiba mais em http://www.op-massamamabraao.pt/
II Edição do Orçamento
Participativo
Vote nas propostas a concurso
Recuperação
Financeira
para famílias
Autarquia disponibiliza
informação qualificada
A União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão, em
parceria com o Agrupamento de Centros de Saúde de
Sintra (ACES Sintra) e o Centro Social da Sagrada Fa-
mília, realizaram no dia 11 de setembro mais uma sessão
para a comunidade, inscrita no programa “InfoSaúde” e
subordinada ao tema da tuberculose.
A sessão foi conduzida pela enfermeira Fernanda Ma-
daleno, especialista de Saúde Pública no ACES Sintra e
decorreu no Centro Lúdico de Massamá.
Ainiciativa dos Ciclos Informativos para a Comunidade “In-
foSaúde” pretende constituir-se como uma ferramenta ao
dispor da população que atue preventivamente por via da
partilha de informações diversificadas na área da saúde.
Informar
para prevenir
Uma comunidade mais saudável
O Clube Desportivo da Escola Secundária Miguel Torga nasce em julho de 2006, com 22 ginastas,
2 classes e 1 professora, surgindo da necessidade sentida pelos seus promotores para dar res-
posta a um conjunto de pessoas que queriam integrar um clube, mas com uma dinâmica diferen-
te, e tendo como fio condutor a família e a comunidade onde se insere.
Passados nove anos de existência, o clube cresceu significativamente, contando atualmente com 180
ginastas, repartidos em 10 classes, treinados por 8 técnicos e 2 monitores.
Todos os anos, o clube participa em vários eventos e saraus, tendo vindo a ter uma crescente solicita-
ção de presenças. A título de destaque referencia-se a participação no Gym For Life, no Portugalgym,
no Eurogym e na Gymnastrada, que decorreu em Helsínquia-Finlândia, cuja participação envolveu
uma comitiva de 50 elementos, de entre eles 45 atletas.
Clube Desportivo da Miguel Torga
Um clube para toda a família
Em parceria com a Câmara Municipal de Sintra e a DECO - Defesa do
Consumidor, a União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão pro-
moveu uma sessão informativa subordinada ao tema “Água – um bem
essencial ao seu serviço”.
O salão paroquial da Igreja de Nossa Senhora da Fé, em Monte Abraão
acolheu no passado dia 3 de setembro a iniciativa.
Durante a sessão foram ministrados diversos conselhos para um uso
mais racional deste bem tão precioso.
Não desperdice água!
Bem essencial
Calendário
Assembleias Participativas
De 15 de abril a 4 de setembro 2015
Apresentação de Propostas
De 15 de abril a 4 de setembro 2015
Análise das propostas pelos serviços e transformação em projetos
De 7 de setembro a 2 de outubro de 2015
Afixação da lista provisória de projetos
De 5 a 9 de outubro 2015
Período de reclamação
De 12 a 16 de outubro 2015
Decisão sobre as reclamações
De 19 a 23 de outubro 2015
Divulgação dos projetos para votação
De 26 a 30 de outubro 2015
Votação
2 Urnas fixas (serviços da UFMMA)
De 30 de outubro a 27 de novembro 2015
Apresentação pública de proposta (s) vencedora (s)
De 1 a 14 de dezembro 2015
ACONTECE OUTUBRO 2015 11
instituição
O Real Sport Clube foi constituído em 7 de
agosto de 1995, resultando da fusão do Gru-
po Desportivo de Queluz, fundado em 25 de
dezembro de 1951, e do Clube Desportivo e
Recreativo de Massamá, fundado em 9 de
abril de 1950. Oficialmente foi adotado o dia
25 de dezembro de 1951, como data da fun-
dação do Real Sport Clube, por ser na altura
o clube que tinha a filiação mais antiga na
Associação de Futebol de Lisboa.
O Real Sport Clube possui instalações nas
duas freguesias da Cidade de Queluz, loca-
lizando-se em Massamá e Monte Abraão a
sede social, com a parte administrativa, um
salão de espetáculos, dois ginásios e ainda
gabinetes de apoio às secções e departa-
mentos. Além disso integra ainda o comple-
xo, uma piscina, um espaço para a prática de
Real Sport Clube
O clube mais eclético da Cidade de Queluz
Real Sport Clube - Sede: Rua Firmina Celestino Cardoso, nº 10 – Massamá
Email: geral@realsportclube.com Telefone: 21 437 51 26 / 21 437 10 73 Web: www.realsportclube.com
Complexo Desportivo: Rua Cidade Desportiva de Monte Abraão – Massamá Email: secretariafutebol@realsportclube.com
Telefone: 21 439 42 16 / 21 430 74 12 Delegação Queluz: Rua Heliodoro Salgado, nº 2, - Queluz, Telefone 21 435 03 37
Em 1973 nasceu a Juventude Operária de
Monte Abraão, inicialmente com a designa-
ção ICOSAL (para fomentar a ideia de clube
de bairro), fruto do empenho de um grupo
de rapazes adeptos de futebol.
O arranque do clube não foi fácil. Pen-
sou-se nos equipamentos, desenhou-se
o emblema, e como sede ficou uma gara-
gem alugada, começando por viver para
o futebol (jogando em campos alugados).
Mais tarde a JOMA viria a diversificar
as suas atividades, aderindo também ao
atletismo, desporto esse que dado o seu
cariz popular, se coadunava com o espíri-
to da coletividade.
Ao longo dos anos o clube foi granjeando um
sucesso particular no atletismo, sendo hoje
uma das maiores referências nacionais na
modalidade. Inicialmente vocacionada para
o atletismo fundo, dada a falta de infraes-
truturas, a modalidade começou por viver da
carolice e empenhamento de colaboradores
como Eduardo Vicente e Manuel Cardoso,
começando a evidenciar-se na década de
80, sendo que daí para a frente o clube con-
Juventude Operária de Monte Abraão
Uma referência nacional na prática do atletismo
JOMA: Rua Prof. Dr. Virgílio Machado Edifício Olimpo, nº 22/24 - Loja B - Monte Abraão
Email: geral@clubejoma.com.pt Telefone: 21 133 29 86 - 91 868 50 82 Web: www.clubejoma.com.pt
tinuou a sua caminhada de prestígio. Ali se revelaram muitos campeões ao longo dos anos.
Mas, para além do atletismo, o clube oferece à comunidade a possibilidade da prática de
outras modalidades, nomeadamente; futsal, pool, zumba, karaté, kizomba, pilates e dança.
ténis com três courts. Na freguesia de Que-
luz-Belas, no edifício que albergou aquela
que foi a sede do antigo Grupo Desportivo
de Queluz, próximo do Palácio Nacional, está
agora instalada a delegação do clube. Ain-
da na freguesia de Massamá-Monte Abraão,
situa-se o complexo desportivo, constituído
por um edifício de três pisos, três campos,
dois de futebol de 11, sendo o principal com
relva natural, com pista de tartan e com
bancadas com capacidade para 1200 pesso-
as sentadas. O segundo campo tem relvado
sintético e o terceiro, destinado à prática do
futebol sete, tem também relva sintética.
O clube tem prática da modalidade de fu-
tebol, artes marciais, atividades gímnicas,
danças, música e secções de bilhar, pesca
e tiro com arco.
ACONTECE OUTUBRO 2015 12
Praceta João de Deus - Massamá
João de Deus – Autor da Cartilha Maternal
A nossa rua
João de Deus Ramos Nogueira
nasceu a 8 de março de 1830 em
São Bartolomeu de Messines.
Durante a sua infância estudou
com o pároco da sua aldeia e
mais tarde foi para o Seminá-
rio de Coimbra onde estudou
aritmética, latim e português,
preparando-se com conheci-
mentos sólidos para um futuro
sacerdote. Porém não foi esse
o futuro escolhido por João de
Deus. Tinha 19 anos quando saiu
do seminário e se matriculou em
Direito na Universidade de Coim-
bra. Logo no ano de ingresso na
universidade revelou o seus do-
tes líricos, escrevendo versos
que circularam manuscritos no
meio académico e com os quais
obtinha modestos rendimentos
que ajudavam na sua parca sub-
sistência. De 1851 conhece-se o
poema Pomba e a elegia Oração,
a qual foi a sua primeira obra
publicada, tendo saído a público
na Revista Académica em 1855,
tendo merecido imediata acla-
mação pública. Como forma de
ajuda, os amigos e condiscípu-
los coligiram as suas poesias,
as quais foram aparecendo na
imprensa coimbrã da época.
São desta fase os poemas pu-
blicados na Estreia Literária, na
Ateneu e no Instituto de Coim-
bra. Com aquelas publicações
a sua reputação de poeta lírico
foi crescendo, com a sua obra a
merecer, já em 1858, uma crítica
fortemente elogiosa no artigo “A
propósito de um Poeta”, publica-
do no Instituto de Coimbra por
Antero de Quental.
Em 1862 aceita o convite para ir
para Beja como redator do perió-
dico O Bejense, então o jornal de
maior expansão no Alentejo. Nes-
te período colaborou em diversos
periódicos da imprensa regional
do sul de Portugal. Permaneceu
em Beja até 1864, regressando
nesse ano à sua terra natal.
Mantendo colaboração com a im-
prensa regional alentejana e al-
garvia e redigindo a Folha do Sul,
em São Bartolomeu de Messines
e em Silves tentou sem sucesso
a advocacia, tendo em 1868
optado por partir para Lisboa,
cidade onde passou a residir.
Foi eleito como deputado à As-
sembleia Nacional em 1868. So-
bre o Parlamento, em declara-
ções que foram publicadas pelo
Correio da Noite em 1869, terá
dito: “Que diacho querem vocês
que eu faça no Parlamento? Can-
tar? Recitar versos? Deve ser (…)
gaiola que talvez sirva para dor-
mir lá dentro a ouvir a música dos
outros pássaros. Dormirei com
certeza!” Essas palavras retra-
tam a sua atitude perante a ativi-
dade parlamentar: em 1868 ainda
participou, embora sem intervir,
na maioria das sessões, mas no
ano seguinte, faltou a 10 das 13
sessões que se realizaram.
Escreverá em 1870, um método
de leitura a que chamou Cartilha
Maternal. Com Casimiro Freire,
fundou a Associação de Esco-
las Móveis pelo Método João de
Deus em 1882. Começou a dar
formação gratuita de Cartilha
Maternal ou Arte de Leitura, Arte
de Escrita e Arte de Contas em
sua casa a adultos que iriam tra-
balhar como professores do Mé-
todo João de Deus, percorrendo
o país em missões de alfabetiza-
ção. Este método, relativamente
inovador na época, foi dois anos
depois, e por proposta do depu-
tado Augusto de Lemos Álvares
Portugal Ribeiro, aprovado como
o método nacional de aprendiza-
gem da escrita da língua portu-
guesa. Graças a esta decisão,
João de Deus teria a nomeação
vitalícia de “Comissário Geral da
Leitura” para essa forma de en-
sinar, com uma pensão anual de
900$000 réis.
Foi agraciado pelo Rei D. Carlos
com a Grã Cruz de Santiago que
fez questão de pessoalmente se
deslocar a casa de João de Deus
no dia em que faz 65, anos estan-
do este já debilitado pela doença.
Foi considerado o poeta do amor.
Faleceu a 11 de janeiro de 1896 e
no dia 1 de dezembro de 1966 fo-
ram os seus restos mortais tras-
ladados para o Panteão Nacional.
Fonte: Wikipédia, Blogue de Su-
sete Evaristo http://freguesia-
demassama.blogspot.pt/
ACONTECE OUTUBRO 2015 13
voz aos eleitos
PS
Carlos m. Rodrigues
SCMA
Carlos Saldanha
Há muito que temos denunciado diversas situações que conside-
ramos inaceitáveis referentes à atuação do Executivo da União de
Freguesias e às suas opções políticas que, contrariamente, ao que
apregoam, não defendem os interesses das pessoas. Todavia, essas
opções políticas são reflexo do que se vai fazendo no Município, com
uma aliança sui generis entre PS, PSD e CDU a conduzir os desti-
nos de Sintra, esquecendo-se bastas vezes dos sintrenses. Enquanto
segunda força política mais votada no concelho, o Movimento Sin-
trenses com Marco Almeida tem procurado apresentar soluções que
defendam as famílias e a população do concelho.
O exemplo mais recente prende-se com o famoso IMI. De há 2 anos a
esta parte que temos vindo a defender a redução dos impostos mu-
nicipais tendo em conta a solidez financeira dos cofres da Câmara
Municipal. Sintra fechou o ano de 2013 com cerca de 20 milhões e
2014 com 48,4 milhões de euros.
Tendo em conta que o Imposto Municipal sobre Imóveis é definido
pelas câmaras municipais e tendo o governo informado que até dia 15
de setembro remeteria às autarquias municipais a composição dos
agregados familiares, solicitámos ao Presidente de Câmara que esta
informação seja connosco partilhada com carácter de urgência, uma
vez que a redução varia entre os 10 e os 20% de acordo com o núme-
ro de filhos. Fazemos questão que a proposta tenha o respetivo estu-
do de impacto financeiro na tesouraria municipal, mas sobretudo no
valor da redução de que as famílias podem beneficiar.
Pelos comentários proferidos pelo Presidente de Câmara (PS), pelos
vereadores do PSD e da CDU, dificilmente a proposta que apresen-
taremos será viabilizada, uma vez que todos manifestaram oposição
à redução de receitas por via dos impostos que as famílias e as em-
presas pagam.
Não deixaremos, no entanto, de cumprir o desígnio social do manda-
to que nos foi confiado pelas comunidades de Sintra.
É tempo dos sintrenses beneficiarem dos impostos que pagam.
É nosso entendimento que, independentemente de pertencer ao
mesmo partido político ou não, os executivos das Uniões de Fregue-
sia têm a obrigatoriedade de autonomia na defesa dos interesses
dos seus fregueses e, neste caso, importa saber qual a posição que o
Presidente da UF de Massamá e Monte Abraão irá defender em sede
própria em relação a um assunto que, nos dias que vivemos, assume
vital importância para grande número de famílias, nomeadamente,
numa freguesia com as características e densidade populacional da
que habitamos.
Esta é mais uma oportunidade de fazer pelos sintrenses e pela po-
pulação de Massamá e Monte Abraão. Mas, aparentemente, outros
interesses se levantarão.
Não deixe de nos contactar através do email:
sintrensescommarcoalmeida@gmail.com
No próximo dia 29 de Setembro assinalaremos a vitória do Partido So-
cialista (PS) nas últimas eleições autárquicas. Em 2013, apresentámos
48 medidas, 7 linhas orientadoras para a freguesia. É por isso, tempo
de realizar um balanço do trabalho do PS na presidência da freguesia.
O PS centra a sua ação nas pessoas, nas empresas, no comércio
local, nas associações e nas instituições, potencializando as suas va-
lências tornando a sociedade mais solidária e dinamizadora.
A reforma administrativa, que agregou duas freguesias, foi o maior
desafio, que se supera diariamente fruto da promoção de uma consti-
tuição de uma equipa só, da uniformização de procedimentos, da es-
tabilização de novas formas de trabalhar e de uma dinâmica que mini-
mizasse o efeito da agregação, que tem sido bastante prejudicial para
a comunidade. A proximidade com a população sempre nos pautou e
por isso mesmo mantivemos as duas instalações abertas ao público.
Enfrentámos as dificuldades orçamentais, com menos 500 mil eu-
ros, ao mesmo tempo que executámos uma nova governação na
freguesia. O incentivo à participação da população, designadamente
com o Orçamento Participativo - que hoje resulta em 51 propostas
apresentadas pela comunidade - as dezenas de reuniões públicas
realizadas, a transparência da gestão, de que a criação de um site e
lançamento do jornal “Acontece” são exemplo, reforçam a proximi-
dade e a clareza das nossas ações junto da nossa gente.
Tendo em consideração a delegação de competências e o enquadra-
mento legal para as freguesias, procuramos encontrar soluções que
promovam o bem-estar das pessoas com o nosso parceiro, a Camara
Municipal de Sintra. Sendo este um trabalho contínuo, os principais
aspetos que procuramos desenvolver estão relacionados preserva-
ção do equipamento urbano e melhoria do espaço público. Para tal, e
fruto da atividade municipal designada de Presidência Aberta, conse-
guimos um conjunto de compromissos de melhoria do espaço públi-
co, tal como a requalificação da Av. António Correa de Sá ou o parque
infantil da Urbanização da Cidade Desportiva. Lançámos um concurso
público internacional, o primeiro desta autarquia, para a manutenção
e conservação de espaços verdes como forma de melhor responder
às necessidades de um espaço verde bem tratado, aprazível e que nos
orgulhemos. Aliás, basta visitar a Estufa da Quinta das Flores.
A política social implementada privilegiou a continuidade e reforço
dos projetos sociais complementando com a aposta em ferramen-
tas preventivas em lugar da reação. Para tal, estabeleceram-se no-
vas parcerias com agentes locais e valorizou-se a importância da
Universidade Sénior com o alargamento das instalações, do Raízes
com a mudança para novas instalações e do alargamento do progra-
ma “Música na Escola” às crianças de Monte Abraão.
A dinamização da freguesia tem sido uma aposta forte do PS. Por
um lado, a aposta na dinamização cultural, através da realização do
mês da Juventude, das feiras de artesanato, das festas de verão, da
celebração das marchas populares ao mesmo tempo que procura-
mos promover atividades de dinamização do comércio local, com o
cartão Freguês a ser um projeto inovador que visa o estímulo do co-
mércio da nossa freguesia.
Este é o nosso compromisso que assumimos há dois anos e que o
temos cumprido. É um compromisso de todos, é um compromisso de
envolver com dinâmica a nossa comunidade.
É tempo de beneficiarmos
dos impostos que pagamos!!
Envolver com dinâmica,
um compromisso cumprido.
ACONTECE OUTUBRO 2015 14
voz aos eleitos
CDU
bancada da Assembleia de Freguesia
PSD
bancada da Assembleia de Freguesia
Não é necessário ser um poeta impressionista para olhar à nossa volta
e sentir que o aspecto deteriorado da freguesia reflecte o estado des-
olado do país. Vejamos algumas questões que a CDU tem levado aos
órgãos autárquicos:
- O lixo que o vento espalha pelas ruas e pelos jardins. A Câmara Mu-
nicipal, que tem responsabilidade neste assunto, parece não estar in-
comodada pois não providencia os serviços com o pessoal e os meios
necessários. E, em dias de feira, o lixo tanto sobe pelo Monte Abraão
como se estende ao longo da linha do comboio. Neste caso compete à
Junta de Freguesia a sua limpeza, mas o serviço deixa muito a desejar.
- Terrenos ao abandono, a transbordarem de mato e que são vaza-
douro de detritos. Encontramo-los no cimo de Monte Abraão, na
ligação com Belas e um pouco por toda a freguesia. Esta situação é
um perigo para a saúde pública e deve merecer uma resposta célere
das autoridades.
- A iluminação pública, ou a sua regular falta em locais tão centrais
como a estação de comboios em Massamá. A reparação de lâmpadas
fundidas nos bairros também se arrasta sem justificação, com a pas-
sividade dos serviços camarários.
E o país? Pois parece também andar às escuras, na crise global do
capitalismo. Ao nacionalizar os prejuízos do sector financeiro, este
A infância reveste-se de grande importância pelo facto de repre-
sentar a fase inicial da estruturação da personalidade. É um período
crítico do desenvolvimento humano porque constitui uma etapa de
mudanças intensas ao nível físico e intelectual, crescimento e desen-
volvimento das aptidões físicas ligadas à motricidade e das aptidões
cognitivas. No plano social, é uma fase de socialização e de aprendi-
zagens vastas, facultadas por uma capacidade de memória elevada e
em crescimento. Não obstante a inexistência de critérios de selecção,
a ausência de valores, de padrões de referência e a incapacidade de
filtragem, tudo isto dá uma enorme vulnerabilidade às crianças.
Sendo assim ela deve assentar em políticas educativas com orien-
tações curriculares bem estruturadas e abrangentes. O espaço es-
cola como local de permanência prolongada de muitas crianças deve
ser concebido racionalmente tendo em atenção rigorosas normas
de segurança e um projecto arquitectónico pensado para a função a
que se destina - o harmonioso crescimento da criança.
Por isso o PSD propõe:
1. A educação pré-escolar deve transformar-se em Educação para a
Infância, segundo a OCDE, devendo nela incluir “todos os contextos
que proporcionem cuidados e educação para as crianças antes do
ingresso na escolaridade obrigatória”. Deste modo se melhorará o
sucesso educativo pela igualdade de oportunidades e no apoio às
Assegurar o bem-estar: na freguesia como no país!
Educação para a Infância.
governo e o anterior comprometeram-se com políticas ditas de aus-
teridade – que mais não são do que tirar a quem vive do seu trabalho
e dar a quem especula.
O lixo acumula-se: o desemprego atingiu máximos, sofremos a maior
vaga de emigração, a pobreza e as desigualdades sociais aumenta-
ram... Sacrifícios impostos ao povo por um governo de ideologia ex-
tremista, que tudo privatiza e que deteriora os serviços públicos, fal-
hando as suas metas de dívida e défice públicos!
A CDU propõe nas eleições legislativas de 4 de Outubro um caminho
alternativo. Promover o crescimento económico e o emprego com o
imprescindível comando político dos sectores estratégicos do país,
aumentar a produção nacional, superar os défices estruturais e di-
namizar o mercado interno. A assumpção de tal política soberana só
pode ser levada a cabo com a renegociação da dívida nos seus prazos,
juros e montantes e é condição para valorizar o trabalho e assegurar
os direitos sociais: serviço nacional de saúde, segurança social, es-
cola pública, mobilidade e habitação. (Conheça o programa eleitoral
em www.cdu.pt)
Eleger deputados da CDU, comprometidos com uma política patrióti-
ca e de esquerda, garante que quem trabalha tem a sua voz na As-
sembleia da República!
famílias, competindo ao Estado garantir o direito do acesso à edu-
cação através da gratuitidade da componente educativa.
2. A Educação para a Infância deve ser um modelo coerente e se-
quencial dos 0 aos 5 anos de idade para o qual seja estabelecido
metas, princípios, conteúdos de desenvolvimento e aprendizagens.
3. A universalidade da escolarização dos 5 anos como ensino de pré-
aprendizagem de conteúdos de literacia e de numeracia que pos-
sam, por um lado, dar um suporte de conhecimentos que facilitem
a integração das crianças na escolaridade obrigatória e um nivela-
mento de conhecimentos e de comportamentos indutores de maior
igualdade entre alunos e reguladores, e das diferenças que as desi-
gualdades sociais pressupõem ao nível do desenvolvimento da cri-
ança e da amplitude de competências e conhecimentos que separa
o sucesso do insucesso escolar.
4. A difusão no território nacional dos estabelecimentos de “Educação
para a Infância” em colaboração com as autarquias locais sobretudo
as juntas de freguesia, misericórdias e outras instituições sociais.
5. A nossa preocupação é que tudo o que repensamos poderão
subsumir-se nas competências da Junta de Freguesia de Massamá
- Monte Abraão, que melhor servirá os interesses da sua população
se optar por uma política local de educação da infância segundo a
nossa proposta.
ACONTECE OUTUBRO 2015 15
voz aos eleitos
CDS/PP
Jorge P. Gomes
BE
Massamá
e Monte Abraão
INDEPENDENTE
Mª Deolinda Da Piedade
Após o retemperador período de férias, voltamos ao quotidiano e
aos problemas do dia-a-dia nos seus diversos níveis e agregados.
Foi a pensar precisamente nestas questões que algumas inquietudes
surgiram na minha mente e que, espero, não venham a ser uma nos-
sa preocupação constante nos próximos meses na Freguesia.
Pairou na minha mente a última Assembleia de Freguesia realiza-
da e a discussão da moção sobre Limpeza Pública e que mereceu
unanimidade e concordância aos aspectos discutidos, mesmo pelo
executivo e seu Presidente, o que revela a pertinência da causa e a
preocupação que gera em todos nós.
Não me recordo de neste Concelho de Sintra se tratar tão mal da Hi-
giene Pública, Limpeza Urbana e Espaço Público como neste manda-
to. Lembro-me dos tempos em que o concelho era inovador e estava
na vanguarda e inclusivamente ganhava prémios.
Uma Freguesia predominantemente urbana, geograficamente diver-
sa, fustigada muitas vezes pelo vento, não tem equipamentos urba-
nos como papeleiras em quantidade e disponíveis para mobilizar os
cidadãos a depositar, os seus resíduos gerados ao momento e con-
sequentemente, temos grandes quantidades de resíduos ao sabor
do vento vagueando pelos nossos passeios e estradas a que se junta
as enormes quantidades de folhagem, de árvores que felizmente te-
mos, mas de espécies muitas vezes inadequadas ao espaço urbano.
Não importa, será? Mas, juntemos a isto a proximidade do Outono e
da época das chuvas, teremos acumulação de resíduos nas valetas,
sarjetas, ribeiras e pontos de drenagem e consequentemente cheias,
transtornos ao Fregueses com garagens inundadas e…
Enfim, prevenir seria bom, mas se recordarmos o estado de muitos
dos pavimentos das estradas na Freguesia temos seguramente um
panorama muito sombrio para os tempos que se aproximam, o que
é pena, de verdade!
Por isso, creio, estaremos todos implicados no futuro, alertando,
denunciando as situações mais criticas e tão-somente pedindo se
cumpra o prometido!
Volvidos dois anos da tomada de posse do executivo da União de
Freguesias (PS/PSD/CDS), muito haveria para escrever sobre o
balanço desta primeira metade do mandato, porém, selecciona-
mos para esta nossa reflexão dar “Voz” à questão da manutenção
e limpeza dos espaços públicos, que muito tem preocupado os
nossos moradores.
Ao questionarmos um residente de Massamá ou de Monte Abraão se
a sua freguesia está melhor ou pior do que há 2 anos atrás, dificil-
mente ouviremos uma resposta com exemplos de melhorias ou de
bom grado ao executivo.
E porquê? Porque, entre muitas outras, subsistem as queixas quanto
ao estado crítico do pavimento das estradas e passeios; à sujidade
das ruas e cheiros nauseabundos junto a alguns contentores de lixo;
a deficiente iluminação pondo em causa a segurança dos morado-
res; o “empurra” de competências entre a Junta e a Câmara, no que
concerne à poda das árvores e que tem originado várias reclama-
ções dos residentes junto dos órgãos competentes, pouco impor-
tando aos moradores a quem cabe essa responsabilidade.
No que diz respeito aos espaços verdes, cuja manutenção e limpe-
za parece agravada, ao invés de melhorada, impõe-se uma questão,
desde há muito, recorrente: Terá sido um benefício em prol do cida-
dão a decisão do actual executivo em “delegar” a prestação de tais
serviços para empresas privadas da especialidade? Estamos em crer
que a resposta só poderá ser: Não!
Estas e muitas outras realidades teimam em perdurar no decurso
deste mandato e carecem de uma (re)avaliação e resolução por par-
te do executivo da UF de Massamá e Monte Abraão. É ambição do
Bloco de Esquerda, e para isso sempre contribuirá, que Massamá e
Monte Abraão sejam freguesias seguras, limpas, agradáveis e onde
dê gosto viver.
http://www.bloco.org/
https://pt-pt.facebook.com be.sintra
besintra@yahoo.com
Em tempo de Campanha Eleitoral, onde todos os intervenientes
políticos fazem promessas, assumem compromissos em relação
aos Idosos, Seniores, Velhos, O Que Lhe Queiram Chamar, mas para
além de todos estes adjetivos há uma pessoa, pessoa essa que já
contribuiu para o enriquecimento da Nação. Com uma percentagem
tão grande é uma força que vota, é uma força que continua a susten-
tar não só quem governa, mas, também, filhos, netos que, não tendo
outra alternativa, se encosta a esta muralha, a este porto seguro,
que são os pais e os avós.
Espaços Públicos
Solidão dos Idosos
Aflige-me esta realidade social onde os governantes pouco ou nada
investem, deixando ao abandono as pessoas que mais precisam. Os
bancos dos jardins estão cheios de homens e mulheres que outrora
trabalharam no duro e que hoje são considerados como algo que
está a mais.
Não fossem as Instituições Particulares de Solidariedade Social e o
Voluntariado e tudo estaria muito pior.
Não sei explicar este sentimento porque não é de pena nem com-
paixão. É um sentimento que vem de muito profundo dentro de mim
e as tratar iguais a si mesmas, porque vejo beleza em todas eles e
sinto vontade de os acariciar.
No fundo, foi a geração que me criou e eu tenho uma dívida para
com eles.
Por isso, faço aqui um apelo a todas as forças políticas. É preciso
incentivar as famílias a tratar os seus idosos com carinho e digni-
dade. A velhice não é um fim. Se o idoso for tratado como merece,
ele poderá continuar a ter uma vida de qualidade e com isso viverá
os dias com alegria e prazer.
“Só Chega A Velho Quem Tem Saúde Para Lá Chegar”
ACONTECE OUTUBRO 2015 16
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  • 1. UNIVERSIDADE SÉNIOR INAUGURA NOVAS INSTALAÇÕES Pág. _3 e 4 Real e JOMA chegam a acordo histórico O Real Sport Clube e a JOMA celebraram um acordo para voltar a dar vida à pista de atletismo existente no complexo desportivo do clube de Massamá e Monte Abraão. Atletas da JOMA já correm na pista do Real. Pág. _7 Obras na freguesia Intervenção na Av. D. António Correia de Sá em Monte Abraão é uma realidade. Construção de um parque infantil na urbanização da Cidade Desportiva de Monte Abraão está concluído. Moradores reclamavam-no há mais de 25 anos. Pág. _5 ACONTECE MASSAMÁ E MONTE ABRAÃO EM NOTÍCIAS ANO 1 GRATUITO OUTUBRO 2015 N.º 2
  • 2. ACONTECE OUTUBRO 2015 2 Informalidade da educação A sociedade tem por função ser educativa e promotora de comportamentos através da educação. Por estes dias, o arranque de mais um ano letivo escolar leva inúmeras fa- mílias à ginástica financeira para a aquisição dos livros e materiais didáticos, para cumprir os horários de entrada e saída do trabalho, para levar as crianças às atividade ex- tracurriculares e à coordenação com os avós para assegu- rar um acompanhamento familiar durante o dia. No entanto, em casa, no trabalho e no círculo de amigos todos estamos envolvidos num processo de aprendizagem e partilha de saberes que vai para além da escolaridade. Os valores, a formação individual, a participação cívica e a atitude de cidadania são processos que se desenvolvem e adquirem ao longo da nossa vida. Aquilo que verificamos ao nosso redor é uma oferta cada vez mais estruturada da educação informal e de projetos educativos que complementam a ação educativa, e fun- cionam como o prolongamento da estrutura familiar. Será, então possível, formar jovens e aproveitar os saberes dos mais idosos fora do contexto escolar e profissional? A res- posta é inequívoca, sim! Este caminho valoriza a nossa comunidade. Aliás, os resul- tados que obtemos nos projetos desenvolvidos pela junta de freguesia e a sua procura, cada vez maior, são revela- dores desse pensamento de aprendizagem e partilha dos saberes. A Universidade Sénior, o projeto Raízes, o projeto musical “Música na Escola”, o Orçamento Participativo de- finem a finalidade de conhecimento e promoção da partilha de saberes ao mesmo tempo que se valoriza a componente humana e trabalho de interajuda, criando consciências de grupos e a valorização de eu. São desafios e tarefas de uma educação que sai de quatro paredes e atravessa uma comunidade e para a qual vamos continuar a contribuir. Pedro Oliveira Brás Presidente A Acontecer É Notícia Discurso Direto É Notícia Instituição A Nossa Rua Voz aos Eleitos PS SCMA CDU PSD CDS BE Independente Contactos: União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão Massamá | Morada: Rua Dr. Francisco Ribeiro de Spínola, s/n, Massamá, 2745-872 Queluz Telefone: 21 439 23 31/ 21 438 91 71 Fax: 21 438 91 70 Email: geral@uf-massamamabraao.pt Horário: 2ª, 3ª, 4ª e 6ª feira das 9h às 17h. 5ª feira das 9h às 18h. Monte Abraão | Morada: Avenida da Liberdade, nº 29 e 31, Monte Abraão, 2745-300 Queluz Telefone: 21 437 36 35/21 439 08 39 Fax: 21 437 36 60 Email: geral@uf-massamamabraao.pt Horário: 2ª, 3ª, 5ª e 6ª feira das 9h às 17h. 4ª feira das 9h às 18h Ficha Técnica: Acontece - Massamá e Monte Abraão em Notícias Ano I - N.º 2 - Outubro de 2015 - Periodicidade Trimestral - Distribuição gratuita Propriedade: União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão Diretor: Pedro Brás Coordenação e Gestão de Conteúdos: União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão, R. Dr. Francisco Ribeiro de Spínola, s/n, Massamá, 2745-872 Queluz Email: geral@uf-massamamabraao.pt Telefone: 214 392 331 / 214 389 171 Fax: 214 389 170 Projeto Gráfico e Paginação: Quotidian Protagonist, Lda. Bela Vista Office - Estrada de Paço de Arcos, nº 66 - 66 A | 2735-336 Cacém Email: quotidianprotagonistcreative@gmail.com Telemóvel: 932 116 758 Telefone: 210 136 137 Impressão: Sogapal, Estrada de São Marcos, 27 – São Marcos, 2715-521 Agualva-Cacém Email: geral@sogapal.pt Telefone: 214 347 100 Depósito Legal: 394185/15 Tiragem: 20.000 exemplares Nota: Isento de registo na ERC ao abrigo do Decreto Regulamentar 8/99 de 9 de junho, artigo 12º nº1 b. 03_ 04 05_ 07 08_ 09 10 11 12 13_ 15 Índice Pelouros: Ação Social/ Relações Institucionais/ Proteção Civil/ Gestão Participada/ Comunicação e Informação/ Recursos Humanos/ Saúde Horário de Atendimento: 3ª feira, entre as 17h30 e as 19h00 e 5ª feira, entre as 17h30 e as 18h30 (alternado entre Massamá e Monte Abraão) Pelouros: Educação/ Cultura/ Feiras e Mercados/ Serviços/ Associativismo/ Autocarro Horário de Atendimento: 3ª feira, entre as 17h30 e as 19h00 (alternado entre Massamá e Monte Abraão) Pelouros: Gestão Financeira/ Espaços Verdes/ Ambiente e Higiene Urbana/ Toponímia/ Obras Horário de Atendimento: 5ª feira, entre as 17h30 e as 18h30 (alternado entre Massamá e Monte Abraão) Pelouros: Comércio Local/ Património/ Recenseamento Horário de Atendimento: 4ª feira, entre as 18h30 e as 19h30 (alternado entre Massamá e Monte Abraão) Pelouros: Juventude Horário de Atendimento: 5ª feira, entre as 17h30 e as 18h30 (alternado entre Massamá e Monte Abraão) Pelouros: Voluntariado/ Terceira Idade/ Mobilidade e Espaço Público Horário de Atendimento: 4ª feira, entre as 18h30 e as 19h30 (alternado entre Massamá e Monte Abraão) Pelouros: Parques Infantis/ Recintos Desportivos/ Atividades Desportivas/ Iluminação/ Segurança/ Trânsito/ Efemérides Horário de Atendimento: 2ª feira, entre as 14h00 e as 16h00 (alternado entre Massamá e Monte Abraão) EDITORIAL PRESIDENTE Pedro Oliveira Brás (PS) SECRETÁRIO João António Correia Vinha (PS) tesoureiro João Maria Canhoto Russo (PS) vogal Manuel AGOSTINHO Lourenço Marques (PS) vogal Mónica Sofia Monteiro Russo (PS) vogal Armindo dos Santos Batista (PSD) vogal Catarina Mendes Soares (CDS/PP) Freguesia Massamá e Monte Abraão
  • 3. ACONTECE OUTUBRO 2015 3 a acontecer Dia 25 de setembro fica marcado na história da Universidade Sé- nior de Massamá e Monte Abraão como o dia em que viu alargada as suas instalações, em sinal de reconhecimento do trabalho re- alizado, do aumento da procura por parte da população sénior da freguesia e ainda do cumpri- mento de um compromisso do atual executivo de dotar a fre- guesia de uma ferramenta como o Orçamento Participativo. Foi na presença de centenas de pessoas, muitas delas alunos da universidade, e de representan- tes de diversas instituições da freguesia, que decorreu a ceri- mónia de inauguração do novo pavilhão, edificado em espaço adjacente às atuais instalações. O projeto da Universidade Sénior de Massamá nasceu em 2008, vindo a dar lugar à Universida- de Sénior de Massamá e Monte Abraão (USMMA), fruto da última reorganização administrativa de freguesias. Mantendo o espírito inicial de constituir uma respos- ta educativa, social e cultural para aquela faixa da população, hoje dispõe de mais alunos, mais professores e de mais discipli- nas ministradas, tendo-se reve- lando exíguas as instalações até agora existentes. À efeméride da inauguração das novas instalações, juntou-se uma outra, dado que a viabili- zação deste projeto surge no seguimento da primeira edição do Orçamento Participativo da Universidade Sénior de Massamá e Monte Abraão inaugura novas instalações Oferta formativa alargada a Monte Abraão União das Freguesias de Massa- má e Monte Abraão. A proposta de ampliação de instalações foi um dos projetos a concurso, acabando por ser aquele que mais votos recolheu dos cida- dãos e como tal o escolhido para se concretizar, representando esta iniciativa um investimento da autarquia, decidido direta- mente pelos cidadãos de Mas- samá e Monte Abraão, no valor de 45.000,00€. Nas semanas que antecederam aquele dia muitos foram os ci- dadãos que acompanharam, dia-a-dia, a edificação do novo pavilhão e que, após isso, foram assistindo à decoração do novo espaço, alusiva aos saberes pra- ticados na universidade, conce- bida pelos serviços da própria junta de freguesia. Aliás numa das paredes exteriores do novo pavilhão é visível a participação de muitos dos alunos da univer- sidade sénior que daquele modo “deram a cara” para a decoração do equipamento. Naquele dia foi frequente verem-se os alunos acompanhados dos seus fami- liares a procurar naquele local o seu retrato. Ao longo de toda a cerimónia muitos foram aque- les que ao lado do retrato do seu familiar fizeram as tão populares “selfies”. Sentia-se ali um am- biente de festa. As bancadas do anfiteatro do Parque Salgueiro Maia, em Mas- samá foram ocupadas pelos presentes para que pudessem desfrutar de um momento mu- sical proporcionado pelo grupo “Moçoilas da Universidade”. Nesta sessão em que marcou presença o vice-presidente da Câmara Municipal de Sintra, Rui Pereira, bem como a maioria dos autarcas do executivo como da assembleia de freguesia, foi o
  • 4. ACONTECE OUTUBRO 2015 4 a acontecer secretário da junta, João Vi- nha, o primeiro a usar da pa- lavra. O autarca traçou na sua intervenção um breve historial da universidade sénior desde o seu nascimento até aos dias de hoje, destacando a importância da mesma como “mais do que uma troca de conhecimento, a USMMA pretende combater o isolamento social, atuando, muitas vezes, como um anti- depressivo e um canal de cons- trução de amizades e convívio”. Coube ao presidente da junta, Pedro Oliveira Brás, a interven- ção mais demorada que have- ria de lembrar aos presentes que aquele é um “projeto fei- to com e para as pessoas. Um projeto que não é só a oportu- nidade de aprender e partilhar o saber mas sim a melhor fer- ramenta de intervenção social que se pode utilizar”. O autarca destacou como novidade para este novo ano letivo que as au- las da universidade passariam também a ser ministradas em Monte Abraão, o que até agora apenas ocorria em Massamá. Com a ampliação do espaço, na sequência da aquisição do novo pavilhão, a universidade sénior ganha a possibilidade de aumentar o número de alunos e de professores que, voluntaria- mente, ali dão aulas. Este ano letivo a universidade tem mais de 300 inscritos e 60 discipli- nas disponíveis. No decurso da sua intervenção o presidente da junta afirmava que “estamos muito orgulhosos com este momento e sabemos bem aqui- lo que representa para todos os nossos alunos, professores e colaboradores da autarquia que durante anos deram o seu contributo, direta ou indire- tamente, de uma forma muito empenhada. Uns porque pro- curam e apreciam a nossa res- posta social, outros que de uma forma voluntariosa dão muito do seu tempo e desenvolvem um trabalho incansável a troco de quase nada, a não ser o con- forto das palavras, um carinho mais emotivo de um aluno ou colega, e outras que dão todo o seu empenho, dedicação e entrega pela autarquia no dia- a-dia e executam um trabalho sem paralelo na freguesia e no concelho”, referiu Pedro Brás, Presidente da União das Fre- guesias de Massamá e Monte Abraão. O autarca haveria ain- da de relembrar aos presentes que a escolha dos cidadãos que recaiu sobre aquele proje- to da universidade, era apenas um dos 27 a votação, no âmbi- to do orçamento participativo, sendo este “um exercício de cidadania plena” e constituía para ele “o cumprimento de uma promessa eleitoral quan- do se comprometeu a dotar a freguesia de um orçamento participativo”, afirmou. O encerramento das interven- ções coube ao representante da Câmara Municipal de Sintra, Rui Pereira, que se congratulou pelo facto de os autarcas da freguesia de Massamá e Mon- te Abraão terem realizado ta- manha aposta na promoção de atividades que possibilitam à população sénior a sua perma- nente integração, assegurando assim um combate permanente ao isolamento sénior. Finaliza- das as intervenções foi descer- rada uma placa alusiva à oca- sião existente junto a uma das portas de entrada do pavilhão e visitada a exposição de foto- grafia, da autoria dos alunos da universidade. Foram muitos os que não quiseram perder aque- le momento e em breves minu- tos o pavilhão ficou repleto de pessoas que queriam conhecer as novas instalações, visitar a exposição e registar com o seu telefone ou máquina fotográfi- ca aquele momento de festa. Veja as fotos desta iniciativa em: www.uf-massamamabraao.pt
  • 5. ACONTECE OUTUBRO 2015 5 É Notícia Há muito que era sentida a necessidade de ser realizada uma intervenção de fundo na Av. António Correia de Sá em Monte Abraão, por forma a regular melhor o trânsito, reper- filar a via e requalificar o seu piso. Por aquela via circula todos os dias um volume de tráfe- go bastante intenso o que faz dela uma das mais congestionadas da freguesia de Massa- má e Monte Abraão. Em dezembro do ano passado e no âmbito da presidência aberta realizada pelo presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Hor- ta, foi divulgado o plano de intervenção para aquela via que se encontrava inserido num Plano de Recuperação das Vias Rodoviárias para o Município de Sintra. A intervenção tão necessária naquela arté- ria foi concebida para ser realizada em duas fases. Foi durante o mês de abril que se ini- ciou a 1ª fase da intervenção e que consis- tiu na fresagem do velho pavimento, com recarga betuminosa e retificação de pontos de captação de águas pluviais e ainda de marcações rodoviárias, visando a reposição Av. António Correia de Sá com obras de melhoramento Intervenção repõe condições de segurança e mobilidade de melhores condições na circulação e se- gurança na via. Esta primeira intervenção teve um custo de 34.200,00€. Em julho, aproveitando o período por ex- celência para gozo de férias de verão dos residentes de Massamá e Monte Abraão, tiveram início as obras no troço compre- endido entre a Praceta 1.º de Maio e a Av. Luís de Camões. Esta intervenção resultou da necessidade de se proceder ao me- lhoramento das condições de segurança e mobilidade neste eixo viário. Nesta 2ª fase da intervenção pretendeu-se reper- filar a avenida com o objetivo da diminui- ção de tráfego, incrementar a oferta de lugares de estacionamento e a melhoria da mobilidade pedonal. Naturalmente que estas obras provocaram durante dois me- ses alguns constrangimentos à circulação rodoviária e pedonal, facto pelo qual agra- decemos a compreensão das pessoas afe- tadas. Esta 2ª fase da obra teve um custo de 46.000,00€. Iniciaram-se no passado mês de agosto as obras da construção de um espaço de jogo e recreio com equipamento de parque infan- til na urbanização da Cidade Desportiva de Monte Abraão. A obra, a cargo da Câmara Municipal de Sin- tra abrange uma área de 280 m2 e tem pro- jetado a construção de um parque infantil. Aquele espaço será equipado com diverso mobiliário urbano, constituído por um ban- co, uma papeleira e uma placa de informa- ções úteis. O parque infantil será dotado de um boneco com mola, um escorrega e um pórtico com dois baloiços, para usufruto dos mais novos. Esta obra resulta de um compromisso assu- mido pela Câmara Municipal de Sintra du- rante a visita a Massamá e Monte Abraão no âmbito da presidência aberta realizada em dezembro de 2014 pelo presidente da câma- ra, Basílio Horta, que logo ali se comprome- teu com a associação de moradores a cons- truir o parque infantil. Há mais de 25 anos que a associação de mo- radores daquela urbanização reclamava a Parque infantil na Cidade Desportiva Associação de Moradores reclamava esta obra há 25 anos construção deste equipamento infantil ao qual a União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão não ficou indiferente, tendo sido a este, dada prioridade de execução. Acompanhe as obras realizadas na sua fre- guesia em: www.uf-massamamabraao.pt
  • 6. ACONTECE OUTUBRO 2015 6 É notícia O Stuart Hóquei Clube de Massamá desde sempre que tem como objetivo a formação de atletas, tendo dado privilégio à modalidade desportiva que mais títulos internacionais deu ao nosso país – Hóquei em Patins. Tendo nascido de um projeto escolar, sendo a única escola secundária a ter a prática do hóquei em patins como desporto federado, pretendem manter intacta a filosofia do seu fundador (Prof. João Campelo) possi- bilitando a prática da patinagem e do hóquei em patins aos jovens. O clube ministra a formação de atletas desde os 3 anos de idade, po- dendo ali aprender a patinar, disponibilizando todo o equipamento necessário para a sua iniciação. Os treinos realizam-se aos sábados e domingos das 10h às 11h, no pavilhão da Escola Secundária Stuart Carvalhais, em Massamá. Mais informações em: http://stuarthcm.webnode.pt/ A equipa de Sub14 masculinos do Clube Basket de Queluz (CBQ) renovou o título de cam- peão nacional de Sub14 masculinos na época 2014/2015. Mas este não foi a única distinção alcançada por este escalão já que a equipa Sub14 feminina colocou também o CBQ no pó- dio, consagrando-se vice-campeãs nacionais, bem como a equipa Sub18 masculina que con- seguiu o 2º lugar da Associação de Basquete- bol de Lisboa. Acompanhe a vida do clube em: http://www.clubebasketqueluz.com/ Foi no passado mês de julho, dias 11 e 12, que a União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão celebrou o seu XVIII aniversário, recuando assim ao ano de 1997, oca- sião em que foram criadas as freguesias de Massamá e Monte Abraão, até então inseridas numa única freguesia a que se juntava ainda Queluz. Para celebração desta efeméride foram organizadas Fei- ras do Artesanato, Velharias e Antiguidades, no Parque 25 de Abril em Monte Abraão, e no Parque Salgueiro Maia em Massamá. Além disso e na noite de sábado houve ain- da animação musical pela banda Trio Charme, no Parque 25 de Abril onde se juntaram algumas centenas de po- pulares que dançaram ao som da música. Para além des- tas manifestações culturais, no domingo, decorreram as tradicionais eucaristias. Freguesia de Massamá e Monte Abraão celebrou aniversário Música, artesanato, dança e muita animação Stuart Hóquei Clube de Massamá Disponibiliza aulas de patinagem Clube Basket de Queluz soma e segue Sub14 masculinos e femininos vitoriosos Foi um grande sucesso as celebrações deste ano dos Santos Populares em Mas- samá e Monte Abraão. A autarquia apostou em realizar três dias de festa em honra do São Pedro, santo padroeiro do Concelho de Sintra. Àsemelhança do ano passado a autarquia convidou diversas marchas populares para animarem as nossas ruas, tendo marcado presença no desfile as marchas da Asso- ciação de Reformados, Pensionistas e Idosos de Massamá, da Associação Cultural e Recreativa de Cabriz, de São João das Lampas e ainda contámos com a participação especial da marcha da freguesia de Marvila (adulta e infantil) do Concelho de Lisboa. Nos três dias de festa, o Parque Salgueiro Maia, em Massamá acolheu um autên- tico arraial popular onde não faltou cor, animação, bancas de artesanato, tascas, o tradicional bailarico e milhares de residentes que por ali estiveram em animado convívio. Apesar do vento que se fez sentir na noite do desfile, as bancadas exis- tentes na Av. 25 de abril, encheram-se por completo de espectadores. Veja as fotos desta iniciativa em: www.uf-massamamabraao.pt Santos Populares recordados em Massamá e Monte Abraão Foram três dias de festa com muita cor e alegria
  • 7. ACONTECE OUTUBRO 2015 7 É notícia Depois de seis anos sem poder usar a pista de atletismo existente no complexo des- portivo do Real Sport Clube, construída pela autarquia sintrense nos anos 90, os atletas da Juventude Operária de Monte Abraão (JOMA) voltam ali a treinar. Foi no passado dia 21 de setembro, que as direções do Real e da JOMA celebraram um acordo que possibilita utilizar de novo a pista de atletismo. Depois de a JOMA ter utilizado aquele equipamento entre 1997 e 2009, nunca mais ali tinha treinado. O diferendo nascido entre os dois clubes, levou a um afastamento institucional e à cessação do protocolo de cooperação es- tabelecido. Após isso a JOMA foi exigindo, ao longo de anos, à Câmara Municipal de Sintra a construção de umas novas ins- talações desportivas. Porém a autarquia nunca acedeu a tal pretensão, apesar das muitas promessas dos seus responsáveis. Desde hà dois anos que a autarquia de Massamá e Monte Abraão tem tentan- do que aqueles clubes se voltassem a aproximar resolvendo o diferendo que as afastava. As conversações vieram agora a dar frutos materializados na celebra- ção do um novo acordo. O protocolo as- sinado por Adelino Ramos, presidente do Real Sport Clube, e por João Pedro Car- doso, presidente da JOMA, teve em Pedro Brás, presidente da União das Freguesias JOMA volta a treinar na pista do Real Real e JOMA celebram novo acordo Cientes da importância para a nossa economia local que desempenha o comér- cio de proximidade, a União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão decidiu criar o Cartão Freguês. Esta iniciativa, única no concelho de Sintra, visa ser um meio para fomentar as compras em lojas de rua por parte dos que residem, trabalham ou estudam na freguesia de Massamá e Monte Abraão. Através da emissão do cartão, sem cus- tos associados, o seu titular fica apto de imediato a beneficiar de descontos em muitos estabelecimentos comerciais desta freguesia. O cartão pode ser solicitado nas instalações da junta, em Massamá ou Monte Abraão, ou ainda nas lojas aderentes que estão identificadas com um autocolan- te e pode ser utilizado de imediato. A si, enquanto consumidor caberá o papel de nos ajudar a conseguir concretizar os objetivos desta iniciativa. Já tem o seu Cartão Freguês? Pergunte por ele nas lojas que frequenta ou solicite-o nas instalações da junta. Mais informações em http://www.uf-massamamabraao.pt/ Faça compras nas lojas da sua rua Já tem o Cartão Freguês? Adira já, sem custos! Adesão gratuita Descontos imediatos em produtos e serviços Grande variedade de lojas/serviços Consulta fácil da lista de lojas aderentes PEÇA JÁ O SEU! Mais informações em: www.uf-massamamabraao.pt de Massamá e Monte Abraão, um aliado empenhado. Na ocasião, Adelino Ramos afirmaria que ”este acordo histórico con- seguido entre o Real e a JOMA irá, cer- tamente, trazer resultados”. Com a cele- bração do acordo, o Real irá disponibilizar, para além do acesso à pista de atletismo, instalações de apoio para que os atletas e treinadores possam guardar todo o ma- terial de treino. Por seu lado, João Pedro Cardoso, haveria de relembrar o papel empenhado e esforçado da autarquia de Massamá e Monte Abraão na concreti- zação deste acordo. “Era uma pena esta pista não estar a ser utilizada depois da JOMA ter corrido por aqui durante tantos anos. Agora só me resta agradecer à di- reção do Real pela forma como abordou a questão com objetivo de encontrar a me- lhor solução. Queremos desenvolver um grande trabalho na pista do Real que pres- tigie a freguesia, mas também o clube. Por isso, este é um grande momento de ale- gria por pudermos voltar ao Real. Tenho a certeza que a relação entre os dois cubes vai melhorar bastante”, afirmou o dirigen- te da JOMA. Para Pedro Brás, presidente da autarquia de Massamá e Monte Abraão “a não utilização da pista de atletismo era algo que o incomodava”, tendo o autarca logo após as últimas eleições autárqui- cas de 2013, onde veio a ser eleito, pro- movido uma reunião entre aqueles dois clubes para “tentar fazer ver às direções que aquilo que as separava não podia ser maior que aquilo que as unia”, afirmou o autarca na cerimónia realizada.
  • 8. ACONTECE OUTUBRO 2015 8 “Como é que o Presidente deixou passar o acordo/desacordo ortográfico?” Questiona-se Daniel González, professor na Universidade Sénior Discurso direto Celebrando a abertura das novas instalações da Universidade Sénior de Massamá e Monte Abraão, estivemos à conversa com o profes- sor Daniel Casasnovas González. Desde o ano letivo transato que ministra a disciplina de Castelhano e Alemão na universidade sénior. Com 93 anos de idade, o professor é o exem- plo de que nunca é tarde para ensinar e apren- der. Conversador nato, homem charmoso é possuidor de uma história de vida muito rica. Tem apelido espanhol, mas é português. Onde nasceu? O meu nome é Daniel Casas Novas Gonzalez e nasci em Lisboa, mas sou de origem espa- nhola. Sou filho de pais Galegos. Fiquei órfão de pai aos 6 anos e com a minha mãe gra- vemente doente. Não foram fáceis aqueles primeiros anos de vida. Como entrou na sua vida o ensino das lín- guas estrangeiras? Inicialmente enquanto jovem fiz o curso co- mercial e empreguei-me. No entanto foi o apelo do estudo das línguas estrangeiras, que me motivou a obter o curso de Francês e Inglês na École Francaise. Mas não fiquei por aqui. Continuei a investir nas línguas estran- geiras e obtive formação no Instituto Britâ- nico. Após isso decidi ir para a universidade onde me licenciei em Filologia Germânicas, a que juntei um curso de Castelhano. Nunca pensei que o Castelhano me viesse a ser tão útil. Após esta formação concorri ao cargo de professor no ensino público oficial. Ao longo da minha vida profissional em que tra- balhei no estrangeiro fiz uso da minha forma- ção como professor de línguas estrangeiras, ministrando aulas para muitos quadros de empresas. O ensino das línguas estrangeiras e a tradução sempre fizeram parte da minha vida. Dei aulas até aos 70 anos e gostei muito da experiência. Como tem acompanhado as polémicas do novo Acordo Ortográfico? O novo acordo ortográfico é um desacordo. Admira-me como é que o senhor Presiden- te da República deixou passar esta situação. Hoje fala-se e escreve-se mal. Por exemplo, a omissão dos artigos. Acho formidável como é que se faz a abolição dos artigos. A nossa língua é uma língua articulada onde todos os substantivos são sempre precedidos de arti- gos. Eu continuo a escrever de acordo com o anterior acordo ortográfico. Como chegou à universidade sénior? Faz tempo que em conversa com outras pes- soas percebi que estava a sentir-me isolado e que isso me estava a deixar doente. Eu te- nho sempre muito que fazer no meu escritó- rio. Mas sentia-me isolado. Assim é que iniciei as minhas funções na universidade sénior no ano letivo de 2014/2015, tendo lecionado au- las de Castelhano. Este ano vou também mi- nistrar aulas de Alemão. A minha experiência de ter ministrado aulas a adultos na escola Machado Castro em Lisboa durante 4 anos, tem-me sido útil para esta minha nova fase na universidade sénior. As turmas da uni- versidade sénior são compostas por alunos muito diferentes uns dos outros. Penso que o melhor método para lhes ensinar as línguas é não perder tempo com miudezas. Eu apren- di isso com o meu bisneto que tem 4 anos. Quando ele começou a falar ele não conhe- cia nenhuma regra gramatical. Foi falando e aprendendo. Tenho aplicado este método com os meus novos alunos. Lemos um texto, não muito grande, faço perguntas de seguida e eles começam a responder. O que quer di- zer que estão a perceber o que estão a ler.
  • 9. ACONTECE OUTUBRO 2015 9 “Vale a pena investir nestes alunos” Afirma Nancy Gaudêncio do Agrupamento de Escolas Ruy Belo Discurso direto Nancy Gaudêncio é natural dos Estados Unidos. Filha de emigrantes, regressou aos Açores ainda criança, estudando ali e licen- ciando-se em Matemática, e tornando-se professora. Tem 42 anos e há 18 que é pro- fessora. Há 4 anos rumou ao continente, à procura de novos desafios. Desde então di- rige o Agrupamento de Escolas Ruy Belo, em Monte Abraão. Gosta do que faz atualmente, mas sente saudades de ensinar. Que retrato faz do território onde se insere este agrupamento de escolas? É um território muito complicado. Infeliz- mente não existe uma aproximação dos pais à escola. Exige-se demasiado à escola, pedindo-se condições que muitas vezes os alunos não têm em casa, e deviam ter. Ape- sar disso conseguimos resolver problemas que os pais não conseguem tratar em casa. É um problema social, de estruturas familiares, sendo que é o professor na escola o primeiro a tentar resolver essa questão. A escola ten- ta hoje resolver problemas para os quais não tem competências. A população escolar de Monte Abraão não é estável e isso provoca problemas, pois está sempre em mobilidade. Temos muitos alunos à guarda de pessoas que não são o pai ou a mãe do aluno. A esta- bilidade familiar aqui é difícil e isso reflete-se na falta de apoio familiar dos alunos. Como funciona o Agrupamento de Escolas Ruy Belo? O agrupamento tem cerca de 1650 alunos. Temos a vantagem de as nossas escolas se- rem muito próximas umas das outras, o que facilita o trabalho em equipa. No entanto, te- mos estado a perder alunos, o agrupamen- to já teve mais de 2000 alunos. Existe uma taxa de abandono nos níveis escolares mais elevados. Como somos uma escola de inter- venção prioritária temos metas e objetivos a alcançar. Por isso temos muitos aspetos que temos de monitorizar. Temos a vantagem de ter um plano de melhorias decorrente de sermos uma escola de intervenção prioritá- ria, o que nos permite reforçar a oferta aos alunos, como seja no caso da alimentação. Existe no agrupamento uma predisposi- ção de ter sempre a porta aberta aos pais. A escola existe porque eles existem, sendo desejável que exista um ambiente positivo. Gerir esta comunidade de alunos e famílias não é fácil. Este é um trabalho aliciante. Apesar das dificuldades existentes que ba- lanço faz do agrupamento? A escola são não só os professores, assis- tentes operacionais ou administrativos. O sucesso resulta do envolvimento de todos que faz com que a escola seja de todos. Quem faz a escola são os alunos e esta população estudantil é muito diversifica- da, mas temos um corpo docente que acha que vale a pena investir nestes alunos. E fazem-no! Os professores acham que esta comunidade é um desafio para eles. Os alunos são acarinhados, o que muitas ve- zes não acontece em casa. Observo mui- tas vezes, nos corredores, os professores ou os funcionários a terem para com os alunos sinais de carinho, afeto e atenção, muito para além do seu trabalho. Os alu- nos entendem que esta também é a sua fa- mília. Na maioria dos casos, quando estes seguem para o ensino secundário são alu- nos brilhantes, bem preparados. Temos um corpo docente excecional. A escola tem conseguido ter sucesso no que faz. Onde se inserem as autarquias neste quadro escolar? Eu vinha preparada para um cenário difí- cil, mas o que encontrei foi um quadro de grande proximidade entre a autarquia, tan- to da junta de Massamá e Monte Abraão, como de Sintra. A aproximação existente é muito enriquecedora para a escola. A experiência que tinha anteriormente não era assim. As escolas não tinham esta re- lação com as autarquias, dado que tudo era tratado com o Governo Regional. Aqui encontrei um quadro de relação estabe- lecido em que existe um estreitar do ca- minho entre a escola e as autarquias em muitas situações, a que não estava habi- tuada. Todas as organizações participam, colaboram, no sentido de resolver todos os problemas. Esta relação é uma grande mais-valia para as escolas.
  • 10. ACONTECE OUTUBRO 2015 10 Atenta à realidade social e económica de muitas famílias, a União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão ce- lebrou uma parceria com a empresa de consultoria e re- cuperação financeira “Teixeira & Gonçalves - Recuperar Para Crescer”. A partir do dia 15 de outubro e mediante a marcação de atendimento prévio nas instalações da autarquia, será possível realizar consultas gratuitas, destinadas a par- ticulares e empresas, para elaboração do diagnóstico financeiro e obter orientações para a sua melhoria. Às quintas-feiras, nas instalações da junta em Monte Abraão e em Massamá. Marcações: 21 439 23 31 ou 21 437 36 35. é notícia No ano transato iniciámos na freguesia de Massamá e Monte Abraão o Orçamento Participativo. Esta iniciativa visa contribuir para o exercício de uma intervenção informada, ativa e responsável dos ci- dadãos nos processos de governação local, garantindo a sua parti- cipação e a das organizações da sociedade civil na decisão sobre a afetação de recursos às políticas públicas. A II edição já teve o seu início. Participe! A sua opinião conta! Saiba mais em http://www.op-massamamabraao.pt/ II Edição do Orçamento Participativo Vote nas propostas a concurso Recuperação Financeira para famílias Autarquia disponibiliza informação qualificada A União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão, em parceria com o Agrupamento de Centros de Saúde de Sintra (ACES Sintra) e o Centro Social da Sagrada Fa- mília, realizaram no dia 11 de setembro mais uma sessão para a comunidade, inscrita no programa “InfoSaúde” e subordinada ao tema da tuberculose. A sessão foi conduzida pela enfermeira Fernanda Ma- daleno, especialista de Saúde Pública no ACES Sintra e decorreu no Centro Lúdico de Massamá. Ainiciativa dos Ciclos Informativos para a Comunidade “In- foSaúde” pretende constituir-se como uma ferramenta ao dispor da população que atue preventivamente por via da partilha de informações diversificadas na área da saúde. Informar para prevenir Uma comunidade mais saudável O Clube Desportivo da Escola Secundária Miguel Torga nasce em julho de 2006, com 22 ginastas, 2 classes e 1 professora, surgindo da necessidade sentida pelos seus promotores para dar res- posta a um conjunto de pessoas que queriam integrar um clube, mas com uma dinâmica diferen- te, e tendo como fio condutor a família e a comunidade onde se insere. Passados nove anos de existência, o clube cresceu significativamente, contando atualmente com 180 ginastas, repartidos em 10 classes, treinados por 8 técnicos e 2 monitores. Todos os anos, o clube participa em vários eventos e saraus, tendo vindo a ter uma crescente solicita- ção de presenças. A título de destaque referencia-se a participação no Gym For Life, no Portugalgym, no Eurogym e na Gymnastrada, que decorreu em Helsínquia-Finlândia, cuja participação envolveu uma comitiva de 50 elementos, de entre eles 45 atletas. Clube Desportivo da Miguel Torga Um clube para toda a família Em parceria com a Câmara Municipal de Sintra e a DECO - Defesa do Consumidor, a União das Freguesias de Massamá e Monte Abraão pro- moveu uma sessão informativa subordinada ao tema “Água – um bem essencial ao seu serviço”. O salão paroquial da Igreja de Nossa Senhora da Fé, em Monte Abraão acolheu no passado dia 3 de setembro a iniciativa. Durante a sessão foram ministrados diversos conselhos para um uso mais racional deste bem tão precioso. Não desperdice água! Bem essencial Calendário Assembleias Participativas De 15 de abril a 4 de setembro 2015 Apresentação de Propostas De 15 de abril a 4 de setembro 2015 Análise das propostas pelos serviços e transformação em projetos De 7 de setembro a 2 de outubro de 2015 Afixação da lista provisória de projetos De 5 a 9 de outubro 2015 Período de reclamação De 12 a 16 de outubro 2015 Decisão sobre as reclamações De 19 a 23 de outubro 2015 Divulgação dos projetos para votação De 26 a 30 de outubro 2015 Votação 2 Urnas fixas (serviços da UFMMA) De 30 de outubro a 27 de novembro 2015 Apresentação pública de proposta (s) vencedora (s) De 1 a 14 de dezembro 2015
  • 11. ACONTECE OUTUBRO 2015 11 instituição O Real Sport Clube foi constituído em 7 de agosto de 1995, resultando da fusão do Gru- po Desportivo de Queluz, fundado em 25 de dezembro de 1951, e do Clube Desportivo e Recreativo de Massamá, fundado em 9 de abril de 1950. Oficialmente foi adotado o dia 25 de dezembro de 1951, como data da fun- dação do Real Sport Clube, por ser na altura o clube que tinha a filiação mais antiga na Associação de Futebol de Lisboa. O Real Sport Clube possui instalações nas duas freguesias da Cidade de Queluz, loca- lizando-se em Massamá e Monte Abraão a sede social, com a parte administrativa, um salão de espetáculos, dois ginásios e ainda gabinetes de apoio às secções e departa- mentos. Além disso integra ainda o comple- xo, uma piscina, um espaço para a prática de Real Sport Clube O clube mais eclético da Cidade de Queluz Real Sport Clube - Sede: Rua Firmina Celestino Cardoso, nº 10 – Massamá Email: geral@realsportclube.com Telefone: 21 437 51 26 / 21 437 10 73 Web: www.realsportclube.com Complexo Desportivo: Rua Cidade Desportiva de Monte Abraão – Massamá Email: secretariafutebol@realsportclube.com Telefone: 21 439 42 16 / 21 430 74 12 Delegação Queluz: Rua Heliodoro Salgado, nº 2, - Queluz, Telefone 21 435 03 37 Em 1973 nasceu a Juventude Operária de Monte Abraão, inicialmente com a designa- ção ICOSAL (para fomentar a ideia de clube de bairro), fruto do empenho de um grupo de rapazes adeptos de futebol. O arranque do clube não foi fácil. Pen- sou-se nos equipamentos, desenhou-se o emblema, e como sede ficou uma gara- gem alugada, começando por viver para o futebol (jogando em campos alugados). Mais tarde a JOMA viria a diversificar as suas atividades, aderindo também ao atletismo, desporto esse que dado o seu cariz popular, se coadunava com o espíri- to da coletividade. Ao longo dos anos o clube foi granjeando um sucesso particular no atletismo, sendo hoje uma das maiores referências nacionais na modalidade. Inicialmente vocacionada para o atletismo fundo, dada a falta de infraes- truturas, a modalidade começou por viver da carolice e empenhamento de colaboradores como Eduardo Vicente e Manuel Cardoso, começando a evidenciar-se na década de 80, sendo que daí para a frente o clube con- Juventude Operária de Monte Abraão Uma referência nacional na prática do atletismo JOMA: Rua Prof. Dr. Virgílio Machado Edifício Olimpo, nº 22/24 - Loja B - Monte Abraão Email: geral@clubejoma.com.pt Telefone: 21 133 29 86 - 91 868 50 82 Web: www.clubejoma.com.pt tinuou a sua caminhada de prestígio. Ali se revelaram muitos campeões ao longo dos anos. Mas, para além do atletismo, o clube oferece à comunidade a possibilidade da prática de outras modalidades, nomeadamente; futsal, pool, zumba, karaté, kizomba, pilates e dança. ténis com três courts. Na freguesia de Que- luz-Belas, no edifício que albergou aquela que foi a sede do antigo Grupo Desportivo de Queluz, próximo do Palácio Nacional, está agora instalada a delegação do clube. Ain- da na freguesia de Massamá-Monte Abraão, situa-se o complexo desportivo, constituído por um edifício de três pisos, três campos, dois de futebol de 11, sendo o principal com relva natural, com pista de tartan e com bancadas com capacidade para 1200 pesso- as sentadas. O segundo campo tem relvado sintético e o terceiro, destinado à prática do futebol sete, tem também relva sintética. O clube tem prática da modalidade de fu- tebol, artes marciais, atividades gímnicas, danças, música e secções de bilhar, pesca e tiro com arco.
  • 12. ACONTECE OUTUBRO 2015 12 Praceta João de Deus - Massamá João de Deus – Autor da Cartilha Maternal A nossa rua João de Deus Ramos Nogueira nasceu a 8 de março de 1830 em São Bartolomeu de Messines. Durante a sua infância estudou com o pároco da sua aldeia e mais tarde foi para o Seminá- rio de Coimbra onde estudou aritmética, latim e português, preparando-se com conheci- mentos sólidos para um futuro sacerdote. Porém não foi esse o futuro escolhido por João de Deus. Tinha 19 anos quando saiu do seminário e se matriculou em Direito na Universidade de Coim- bra. Logo no ano de ingresso na universidade revelou o seus do- tes líricos, escrevendo versos que circularam manuscritos no meio académico e com os quais obtinha modestos rendimentos que ajudavam na sua parca sub- sistência. De 1851 conhece-se o poema Pomba e a elegia Oração, a qual foi a sua primeira obra publicada, tendo saído a público na Revista Académica em 1855, tendo merecido imediata acla- mação pública. Como forma de ajuda, os amigos e condiscípu- los coligiram as suas poesias, as quais foram aparecendo na imprensa coimbrã da época. São desta fase os poemas pu- blicados na Estreia Literária, na Ateneu e no Instituto de Coim- bra. Com aquelas publicações a sua reputação de poeta lírico foi crescendo, com a sua obra a merecer, já em 1858, uma crítica fortemente elogiosa no artigo “A propósito de um Poeta”, publica- do no Instituto de Coimbra por Antero de Quental. Em 1862 aceita o convite para ir para Beja como redator do perió- dico O Bejense, então o jornal de maior expansão no Alentejo. Nes- te período colaborou em diversos periódicos da imprensa regional do sul de Portugal. Permaneceu em Beja até 1864, regressando nesse ano à sua terra natal. Mantendo colaboração com a im- prensa regional alentejana e al- garvia e redigindo a Folha do Sul, em São Bartolomeu de Messines e em Silves tentou sem sucesso a advocacia, tendo em 1868 optado por partir para Lisboa, cidade onde passou a residir. Foi eleito como deputado à As- sembleia Nacional em 1868. So- bre o Parlamento, em declara- ções que foram publicadas pelo Correio da Noite em 1869, terá dito: “Que diacho querem vocês que eu faça no Parlamento? Can- tar? Recitar versos? Deve ser (…) gaiola que talvez sirva para dor- mir lá dentro a ouvir a música dos outros pássaros. Dormirei com certeza!” Essas palavras retra- tam a sua atitude perante a ativi- dade parlamentar: em 1868 ainda participou, embora sem intervir, na maioria das sessões, mas no ano seguinte, faltou a 10 das 13 sessões que se realizaram. Escreverá em 1870, um método de leitura a que chamou Cartilha Maternal. Com Casimiro Freire, fundou a Associação de Esco- las Móveis pelo Método João de Deus em 1882. Começou a dar formação gratuita de Cartilha Maternal ou Arte de Leitura, Arte de Escrita e Arte de Contas em sua casa a adultos que iriam tra- balhar como professores do Mé- todo João de Deus, percorrendo o país em missões de alfabetiza- ção. Este método, relativamente inovador na época, foi dois anos depois, e por proposta do depu- tado Augusto de Lemos Álvares Portugal Ribeiro, aprovado como o método nacional de aprendiza- gem da escrita da língua portu- guesa. Graças a esta decisão, João de Deus teria a nomeação vitalícia de “Comissário Geral da Leitura” para essa forma de en- sinar, com uma pensão anual de 900$000 réis. Foi agraciado pelo Rei D. Carlos com a Grã Cruz de Santiago que fez questão de pessoalmente se deslocar a casa de João de Deus no dia em que faz 65, anos estan- do este já debilitado pela doença. Foi considerado o poeta do amor. Faleceu a 11 de janeiro de 1896 e no dia 1 de dezembro de 1966 fo- ram os seus restos mortais tras- ladados para o Panteão Nacional. Fonte: Wikipédia, Blogue de Su- sete Evaristo http://freguesia- demassama.blogspot.pt/
  • 13. ACONTECE OUTUBRO 2015 13 voz aos eleitos PS Carlos m. Rodrigues SCMA Carlos Saldanha Há muito que temos denunciado diversas situações que conside- ramos inaceitáveis referentes à atuação do Executivo da União de Freguesias e às suas opções políticas que, contrariamente, ao que apregoam, não defendem os interesses das pessoas. Todavia, essas opções políticas são reflexo do que se vai fazendo no Município, com uma aliança sui generis entre PS, PSD e CDU a conduzir os desti- nos de Sintra, esquecendo-se bastas vezes dos sintrenses. Enquanto segunda força política mais votada no concelho, o Movimento Sin- trenses com Marco Almeida tem procurado apresentar soluções que defendam as famílias e a população do concelho. O exemplo mais recente prende-se com o famoso IMI. De há 2 anos a esta parte que temos vindo a defender a redução dos impostos mu- nicipais tendo em conta a solidez financeira dos cofres da Câmara Municipal. Sintra fechou o ano de 2013 com cerca de 20 milhões e 2014 com 48,4 milhões de euros. Tendo em conta que o Imposto Municipal sobre Imóveis é definido pelas câmaras municipais e tendo o governo informado que até dia 15 de setembro remeteria às autarquias municipais a composição dos agregados familiares, solicitámos ao Presidente de Câmara que esta informação seja connosco partilhada com carácter de urgência, uma vez que a redução varia entre os 10 e os 20% de acordo com o núme- ro de filhos. Fazemos questão que a proposta tenha o respetivo estu- do de impacto financeiro na tesouraria municipal, mas sobretudo no valor da redução de que as famílias podem beneficiar. Pelos comentários proferidos pelo Presidente de Câmara (PS), pelos vereadores do PSD e da CDU, dificilmente a proposta que apresen- taremos será viabilizada, uma vez que todos manifestaram oposição à redução de receitas por via dos impostos que as famílias e as em- presas pagam. Não deixaremos, no entanto, de cumprir o desígnio social do manda- to que nos foi confiado pelas comunidades de Sintra. É tempo dos sintrenses beneficiarem dos impostos que pagam. É nosso entendimento que, independentemente de pertencer ao mesmo partido político ou não, os executivos das Uniões de Fregue- sia têm a obrigatoriedade de autonomia na defesa dos interesses dos seus fregueses e, neste caso, importa saber qual a posição que o Presidente da UF de Massamá e Monte Abraão irá defender em sede própria em relação a um assunto que, nos dias que vivemos, assume vital importância para grande número de famílias, nomeadamente, numa freguesia com as características e densidade populacional da que habitamos. Esta é mais uma oportunidade de fazer pelos sintrenses e pela po- pulação de Massamá e Monte Abraão. Mas, aparentemente, outros interesses se levantarão. Não deixe de nos contactar através do email: sintrensescommarcoalmeida@gmail.com No próximo dia 29 de Setembro assinalaremos a vitória do Partido So- cialista (PS) nas últimas eleições autárquicas. Em 2013, apresentámos 48 medidas, 7 linhas orientadoras para a freguesia. É por isso, tempo de realizar um balanço do trabalho do PS na presidência da freguesia. O PS centra a sua ação nas pessoas, nas empresas, no comércio local, nas associações e nas instituições, potencializando as suas va- lências tornando a sociedade mais solidária e dinamizadora. A reforma administrativa, que agregou duas freguesias, foi o maior desafio, que se supera diariamente fruto da promoção de uma consti- tuição de uma equipa só, da uniformização de procedimentos, da es- tabilização de novas formas de trabalhar e de uma dinâmica que mini- mizasse o efeito da agregação, que tem sido bastante prejudicial para a comunidade. A proximidade com a população sempre nos pautou e por isso mesmo mantivemos as duas instalações abertas ao público. Enfrentámos as dificuldades orçamentais, com menos 500 mil eu- ros, ao mesmo tempo que executámos uma nova governação na freguesia. O incentivo à participação da população, designadamente com o Orçamento Participativo - que hoje resulta em 51 propostas apresentadas pela comunidade - as dezenas de reuniões públicas realizadas, a transparência da gestão, de que a criação de um site e lançamento do jornal “Acontece” são exemplo, reforçam a proximi- dade e a clareza das nossas ações junto da nossa gente. Tendo em consideração a delegação de competências e o enquadra- mento legal para as freguesias, procuramos encontrar soluções que promovam o bem-estar das pessoas com o nosso parceiro, a Camara Municipal de Sintra. Sendo este um trabalho contínuo, os principais aspetos que procuramos desenvolver estão relacionados preserva- ção do equipamento urbano e melhoria do espaço público. Para tal, e fruto da atividade municipal designada de Presidência Aberta, conse- guimos um conjunto de compromissos de melhoria do espaço públi- co, tal como a requalificação da Av. António Correa de Sá ou o parque infantil da Urbanização da Cidade Desportiva. Lançámos um concurso público internacional, o primeiro desta autarquia, para a manutenção e conservação de espaços verdes como forma de melhor responder às necessidades de um espaço verde bem tratado, aprazível e que nos orgulhemos. Aliás, basta visitar a Estufa da Quinta das Flores. A política social implementada privilegiou a continuidade e reforço dos projetos sociais complementando com a aposta em ferramen- tas preventivas em lugar da reação. Para tal, estabeleceram-se no- vas parcerias com agentes locais e valorizou-se a importância da Universidade Sénior com o alargamento das instalações, do Raízes com a mudança para novas instalações e do alargamento do progra- ma “Música na Escola” às crianças de Monte Abraão. A dinamização da freguesia tem sido uma aposta forte do PS. Por um lado, a aposta na dinamização cultural, através da realização do mês da Juventude, das feiras de artesanato, das festas de verão, da celebração das marchas populares ao mesmo tempo que procura- mos promover atividades de dinamização do comércio local, com o cartão Freguês a ser um projeto inovador que visa o estímulo do co- mércio da nossa freguesia. Este é o nosso compromisso que assumimos há dois anos e que o temos cumprido. É um compromisso de todos, é um compromisso de envolver com dinâmica a nossa comunidade. É tempo de beneficiarmos dos impostos que pagamos!! Envolver com dinâmica, um compromisso cumprido.
  • 14. ACONTECE OUTUBRO 2015 14 voz aos eleitos CDU bancada da Assembleia de Freguesia PSD bancada da Assembleia de Freguesia Não é necessário ser um poeta impressionista para olhar à nossa volta e sentir que o aspecto deteriorado da freguesia reflecte o estado des- olado do país. Vejamos algumas questões que a CDU tem levado aos órgãos autárquicos: - O lixo que o vento espalha pelas ruas e pelos jardins. A Câmara Mu- nicipal, que tem responsabilidade neste assunto, parece não estar in- comodada pois não providencia os serviços com o pessoal e os meios necessários. E, em dias de feira, o lixo tanto sobe pelo Monte Abraão como se estende ao longo da linha do comboio. Neste caso compete à Junta de Freguesia a sua limpeza, mas o serviço deixa muito a desejar. - Terrenos ao abandono, a transbordarem de mato e que são vaza- douro de detritos. Encontramo-los no cimo de Monte Abraão, na ligação com Belas e um pouco por toda a freguesia. Esta situação é um perigo para a saúde pública e deve merecer uma resposta célere das autoridades. - A iluminação pública, ou a sua regular falta em locais tão centrais como a estação de comboios em Massamá. A reparação de lâmpadas fundidas nos bairros também se arrasta sem justificação, com a pas- sividade dos serviços camarários. E o país? Pois parece também andar às escuras, na crise global do capitalismo. Ao nacionalizar os prejuízos do sector financeiro, este A infância reveste-se de grande importância pelo facto de repre- sentar a fase inicial da estruturação da personalidade. É um período crítico do desenvolvimento humano porque constitui uma etapa de mudanças intensas ao nível físico e intelectual, crescimento e desen- volvimento das aptidões físicas ligadas à motricidade e das aptidões cognitivas. No plano social, é uma fase de socialização e de aprendi- zagens vastas, facultadas por uma capacidade de memória elevada e em crescimento. Não obstante a inexistência de critérios de selecção, a ausência de valores, de padrões de referência e a incapacidade de filtragem, tudo isto dá uma enorme vulnerabilidade às crianças. Sendo assim ela deve assentar em políticas educativas com orien- tações curriculares bem estruturadas e abrangentes. O espaço es- cola como local de permanência prolongada de muitas crianças deve ser concebido racionalmente tendo em atenção rigorosas normas de segurança e um projecto arquitectónico pensado para a função a que se destina - o harmonioso crescimento da criança. Por isso o PSD propõe: 1. A educação pré-escolar deve transformar-se em Educação para a Infância, segundo a OCDE, devendo nela incluir “todos os contextos que proporcionem cuidados e educação para as crianças antes do ingresso na escolaridade obrigatória”. Deste modo se melhorará o sucesso educativo pela igualdade de oportunidades e no apoio às Assegurar o bem-estar: na freguesia como no país! Educação para a Infância. governo e o anterior comprometeram-se com políticas ditas de aus- teridade – que mais não são do que tirar a quem vive do seu trabalho e dar a quem especula. O lixo acumula-se: o desemprego atingiu máximos, sofremos a maior vaga de emigração, a pobreza e as desigualdades sociais aumenta- ram... Sacrifícios impostos ao povo por um governo de ideologia ex- tremista, que tudo privatiza e que deteriora os serviços públicos, fal- hando as suas metas de dívida e défice públicos! A CDU propõe nas eleições legislativas de 4 de Outubro um caminho alternativo. Promover o crescimento económico e o emprego com o imprescindível comando político dos sectores estratégicos do país, aumentar a produção nacional, superar os défices estruturais e di- namizar o mercado interno. A assumpção de tal política soberana só pode ser levada a cabo com a renegociação da dívida nos seus prazos, juros e montantes e é condição para valorizar o trabalho e assegurar os direitos sociais: serviço nacional de saúde, segurança social, es- cola pública, mobilidade e habitação. (Conheça o programa eleitoral em www.cdu.pt) Eleger deputados da CDU, comprometidos com uma política patrióti- ca e de esquerda, garante que quem trabalha tem a sua voz na As- sembleia da República! famílias, competindo ao Estado garantir o direito do acesso à edu- cação através da gratuitidade da componente educativa. 2. A Educação para a Infância deve ser um modelo coerente e se- quencial dos 0 aos 5 anos de idade para o qual seja estabelecido metas, princípios, conteúdos de desenvolvimento e aprendizagens. 3. A universalidade da escolarização dos 5 anos como ensino de pré- aprendizagem de conteúdos de literacia e de numeracia que pos- sam, por um lado, dar um suporte de conhecimentos que facilitem a integração das crianças na escolaridade obrigatória e um nivela- mento de conhecimentos e de comportamentos indutores de maior igualdade entre alunos e reguladores, e das diferenças que as desi- gualdades sociais pressupõem ao nível do desenvolvimento da cri- ança e da amplitude de competências e conhecimentos que separa o sucesso do insucesso escolar. 4. A difusão no território nacional dos estabelecimentos de “Educação para a Infância” em colaboração com as autarquias locais sobretudo as juntas de freguesia, misericórdias e outras instituições sociais. 5. A nossa preocupação é que tudo o que repensamos poderão subsumir-se nas competências da Junta de Freguesia de Massamá - Monte Abraão, que melhor servirá os interesses da sua população se optar por uma política local de educação da infância segundo a nossa proposta.
  • 15. ACONTECE OUTUBRO 2015 15 voz aos eleitos CDS/PP Jorge P. Gomes BE Massamá e Monte Abraão INDEPENDENTE Mª Deolinda Da Piedade Após o retemperador período de férias, voltamos ao quotidiano e aos problemas do dia-a-dia nos seus diversos níveis e agregados. Foi a pensar precisamente nestas questões que algumas inquietudes surgiram na minha mente e que, espero, não venham a ser uma nos- sa preocupação constante nos próximos meses na Freguesia. Pairou na minha mente a última Assembleia de Freguesia realiza- da e a discussão da moção sobre Limpeza Pública e que mereceu unanimidade e concordância aos aspectos discutidos, mesmo pelo executivo e seu Presidente, o que revela a pertinência da causa e a preocupação que gera em todos nós. Não me recordo de neste Concelho de Sintra se tratar tão mal da Hi- giene Pública, Limpeza Urbana e Espaço Público como neste manda- to. Lembro-me dos tempos em que o concelho era inovador e estava na vanguarda e inclusivamente ganhava prémios. Uma Freguesia predominantemente urbana, geograficamente diver- sa, fustigada muitas vezes pelo vento, não tem equipamentos urba- nos como papeleiras em quantidade e disponíveis para mobilizar os cidadãos a depositar, os seus resíduos gerados ao momento e con- sequentemente, temos grandes quantidades de resíduos ao sabor do vento vagueando pelos nossos passeios e estradas a que se junta as enormes quantidades de folhagem, de árvores que felizmente te- mos, mas de espécies muitas vezes inadequadas ao espaço urbano. Não importa, será? Mas, juntemos a isto a proximidade do Outono e da época das chuvas, teremos acumulação de resíduos nas valetas, sarjetas, ribeiras e pontos de drenagem e consequentemente cheias, transtornos ao Fregueses com garagens inundadas e… Enfim, prevenir seria bom, mas se recordarmos o estado de muitos dos pavimentos das estradas na Freguesia temos seguramente um panorama muito sombrio para os tempos que se aproximam, o que é pena, de verdade! Por isso, creio, estaremos todos implicados no futuro, alertando, denunciando as situações mais criticas e tão-somente pedindo se cumpra o prometido! Volvidos dois anos da tomada de posse do executivo da União de Freguesias (PS/PSD/CDS), muito haveria para escrever sobre o balanço desta primeira metade do mandato, porém, selecciona- mos para esta nossa reflexão dar “Voz” à questão da manutenção e limpeza dos espaços públicos, que muito tem preocupado os nossos moradores. Ao questionarmos um residente de Massamá ou de Monte Abraão se a sua freguesia está melhor ou pior do que há 2 anos atrás, dificil- mente ouviremos uma resposta com exemplos de melhorias ou de bom grado ao executivo. E porquê? Porque, entre muitas outras, subsistem as queixas quanto ao estado crítico do pavimento das estradas e passeios; à sujidade das ruas e cheiros nauseabundos junto a alguns contentores de lixo; a deficiente iluminação pondo em causa a segurança dos morado- res; o “empurra” de competências entre a Junta e a Câmara, no que concerne à poda das árvores e que tem originado várias reclama- ções dos residentes junto dos órgãos competentes, pouco impor- tando aos moradores a quem cabe essa responsabilidade. No que diz respeito aos espaços verdes, cuja manutenção e limpe- za parece agravada, ao invés de melhorada, impõe-se uma questão, desde há muito, recorrente: Terá sido um benefício em prol do cida- dão a decisão do actual executivo em “delegar” a prestação de tais serviços para empresas privadas da especialidade? Estamos em crer que a resposta só poderá ser: Não! Estas e muitas outras realidades teimam em perdurar no decurso deste mandato e carecem de uma (re)avaliação e resolução por par- te do executivo da UF de Massamá e Monte Abraão. É ambição do Bloco de Esquerda, e para isso sempre contribuirá, que Massamá e Monte Abraão sejam freguesias seguras, limpas, agradáveis e onde dê gosto viver. http://www.bloco.org/ https://pt-pt.facebook.com be.sintra besintra@yahoo.com Em tempo de Campanha Eleitoral, onde todos os intervenientes políticos fazem promessas, assumem compromissos em relação aos Idosos, Seniores, Velhos, O Que Lhe Queiram Chamar, mas para além de todos estes adjetivos há uma pessoa, pessoa essa que já contribuiu para o enriquecimento da Nação. Com uma percentagem tão grande é uma força que vota, é uma força que continua a susten- tar não só quem governa, mas, também, filhos, netos que, não tendo outra alternativa, se encosta a esta muralha, a este porto seguro, que são os pais e os avós. Espaços Públicos Solidão dos Idosos Aflige-me esta realidade social onde os governantes pouco ou nada investem, deixando ao abandono as pessoas que mais precisam. Os bancos dos jardins estão cheios de homens e mulheres que outrora trabalharam no duro e que hoje são considerados como algo que está a mais. Não fossem as Instituições Particulares de Solidariedade Social e o Voluntariado e tudo estaria muito pior. Não sei explicar este sentimento porque não é de pena nem com- paixão. É um sentimento que vem de muito profundo dentro de mim e as tratar iguais a si mesmas, porque vejo beleza em todas eles e sinto vontade de os acariciar. No fundo, foi a geração que me criou e eu tenho uma dívida para com eles. Por isso, faço aqui um apelo a todas as forças políticas. É preciso incentivar as famílias a tratar os seus idosos com carinho e digni- dade. A velhice não é um fim. Se o idoso for tratado como merece, ele poderá continuar a ter uma vida de qualidade e com isso viverá os dias com alegria e prazer. “Só Chega A Velho Quem Tem Saúde Para Lá Chegar”
  • 16. ACONTECE OUTUBRO 2015 16 Adesão gratuita Descontos imediatos em produtos e serviços Grande variedade de lojas/serviços Consulta fácil da lista de lojas aderentes PEÇA JÁ O SEU! Mais informações em: www.uf-massamamabraao.pt