Morfologia
• Não possuia forma cística, somente a trofozoítica.
• São elipsóides ou ovais e algumas vezes esféricos
• O protozoário é muito plástico, tendo a capacidade de
formar pseudópodes, os quais são usados para capturar
os alimentos e se fixar em partículas sólidas.
• É um organismo anaeróbio facultativo.
4.
Morfologia
• 9,7 mmC / 7 mm L;
• 04 flagelos anteriores livres;
• 01 quinto flagelo, que forma uma membrana
ondulante;
• Núcleo: grande, central e ovóide;
• Axóstilo: atravessa todo o corpo e exterioriza- se
na parte posterior;
• Ingestão por fagocitose e pinocitose, onde na
parte posterior formam- se finos pseudópodes.
Patologia
• Promove atransmissão do vírus da imunodeficiência
humana
• É causa de baixo peso,
• Nascimento prematuro;
Em mulheres:
• Doença inflamatória pélvica atípica,
• Câncer cervical e
• Infertilidade.
13.
Patologia
• Problemas relacionadoscom a gravidez
▫ Parto prematuro,
▫ Endometrite pós-parto,
▫ Natimorto e morte neonatal
• Problemas relacionados com a fertilidade
▫ Resposta inflamatória que destrói a estrutura tubária
▫ danifica as células ciliadas da mucosa tubária
14.
Patologia
• Transmissão doHIV:
Surgimento de uma resposta imune celular local
Induz uma infiltração de leucócitos, incluindo células-alvo do HIV
(linfócitos TCD4+ e macrófagos)
O T. vaginalis causa pontos hemorrágicos na mucosa, permitindo o
acesso direto do vírus para a corrente sanguínea.
15.
Sintomas
Mulher
Fase aguda
Assintomática
Período deincubação
▫ 3 a 20 dias
• Secreção cervical mucopurulenta em infecções genitais associadas a
Neisseria gonorrhoeae, Chlamydia trachomatis ou herpes simples.
16.
Sintomas
Mulher
• Vaginite: Corrimentovaginal fluido abundante
- cor amarelo-esverdeada bolhoso
- odor fétido (mais frequentemente no período pós-
menstrual)
Prurido ou irritação vulvovaginal
Dores no baixo ventre.
Dor e dificuldade nas relações sexuais desconforto nos genitais
externos
Dor ao urinar (disúria) e
Frequência miccional (poliúria).
17.
Sintomas
Homem
Comumente assintomática
Uretrite comfluxo leitoso ou purulento e uma leve sensação de prurido na
uretra
Desconforto ao urinar
O parasito desenvolve-se melhor no trato urogenital do homem, em que o
glicogênio é mais abundante. Nos portadores assintomáticos, o parasito
permanece na uretra e talvez na próstata.
Complicações:
Prostatite,
Balanopostite
Cistite.
18.
Diagnóstico
Clínico
• O diagnósticoda tricomoníase não pode ter como base
somente a apresentação clínica, pois a infecção poderia
ser confundida com outras DSTs.
19.
Diagnóstico
Laboratorial
Homens:
• O materialuretral é colhido com uma alça de platina ou com swab
de algodão não-absorvente ou de poliéster.
Uma amostra fresca poderá ser obtida pela masturbação em um
recipiente limpo e estéril.
Obs.:
• Comparecer ao local da colheita pela manhã, sem terem urinado no
dia e sem terem tomado nenhum medicamento tricomonicida há 15
dias.
20.
Diagnóstico
Mulheres:
• O materialé usualmente coletado na vagina com swab
de algodão não-absorvente ou de poliéster, com o auxílio
de um espéculo não-lubrificado.
Obs.:
• Realizar a higiene vaginal durante um período de 18 a 24 horas
anterior a colheita do material, e não devem ter feito uso de
medicamentos tricomonicidas, tanto vaginais como orais, há 15 dias
Epidemiologia
• A tricomoníaseé a DST não-viral mais comum no
mundo.
• A incidência da infecção depende de vários fatores
incluindo
▫ idade, atividade sexual, número de parceiros sexuais,
outras DSTs, fase do ciclo menstrual, técnicas de
diagnóstico e condições socioeconômicas.
• A tricomoníase é incomum na infância (de 1 a 10 anos de
idade).
23.
Profilaxia
• Uso depreservativos;
• Abstinência de contatos sexuais com pessoas infectadas
• Tratamento simultâneo, mesmo que a doença tenha sido
diagnosticada em apenas um dos membros do casal.
24.
Tratamento
• Metronidazol (Flagyl),
•Tinidazol (Fasigyn),
• Omidazol (Tiberal),
• Nimorazol (Nagoxin),
• Carnidazol
• Secnidazol.
Em gestantes esses medicamentos não devem ser usados via oral,
somente pela aplicação local.