SlideShare uma empresa Scribd logo
Transmissividade de Aquíferos semTransmissividade de Aquíferos sem
Ensaio de Bombeamento peloEnsaio de Bombeamento pelo
Método da Zona de CapturaMétodo da Zona de Captura
1. Universidade Federal de Ouro Preto, Departamento de Geologia, Ouro Preto/MG, Brasil
2. Oklahoma State University, School of Geology, Stillwater/OK, EUA
3. Universidade de São Paulo, Instituto de Geociências, São Paulo/SP, Brasil
Paulo GalvãoPaulo Galvão11
Todd HalihanTodd Halihan22
Ricardo HirataRicardo Hirata33
22
Quem nunca...Quem nunca...
...precisou estimar parâmetros
hidráulicos do aquífero?
...teve que planejar/executar um teste
de bombeamento?
...ficou limitado logisticamente
para executar esse teste?
33
Conceitos básicosConceitos básicos
TransmissividadeTransmissividade: quantidade de água transmitida
horizontalmente pela espessura saturada do aquífero
(Fetter, 1994).
Depende do formato, quantidade e interconectividade de espaços vazios.
Análise granulométrica, permeâmetro, teste de aquífero, slug
teste e modelo numérico.
Teste de aquíferoTeste de aquífero: bombear poço com vazão
constante e acompanhar evolução de rebaixamentos
produzidos em um (ou mais de um) poço de
observação a uma distância qualquer do bombeado.
Análise granulométrica, permeâmetro, teste de aquíferoteste de aquífero, slug
teste e modelo numérico.
44
• 70 km oeste BH
• ~ 230 mil pessoas (IBGE, 2015)
• 100% água subterrânea (SAAE)
Legenda
Área de estudo (Sete Lagoas/MG)Área de estudo (Sete Lagoas/MG)
55
Visão do centro da cidadeVisão do centro da cidade
66
Geologia regionalGeologia regional
1:100.000
Tuller et al. (2010)
77
Modelo conceitual hidrogeológicoModelo conceitual hidrogeológico
Aquífero
Cárstico
Sete Lagoas
(Pessoa, 1996;
Galvão, 2015)
Galvão (2015)
88
Objetivo inicial e problemáticaObjetivo inicial e problemática
Estimar transmissividade
do Aquífero Cárstico Sete
Lagoas
Teste de aquífero em uma
cidade 100% dependente
de água subterrânea é
quasequase que impossível.
99
Solução (teórica) para o impasseSolução (teórica) para o impasse
Zona de Captura Zona de Captura
Ponto de
estagnação
Ponto de
estagnação
XL
XL
+YL
-YL
Análise da zona de captura (Todd, 1980; Grubb, 1993)
1010
Solução (teórica) para o impasseSolução (teórica) para o impasse
Análise da zona de captura (Todd, 1980; Grubb, 1993)
T = K.bT = K.b
2πTi
2Ti
Q [L3
/t]: vazão de bombeamento
XL [L]: distância entre poço bombeado e ponto de estagnação
YL [L]: metade da largura da zona de máxima captura
i [adimensional]: gradiente hidráulico.
1111
Análise da zona de captura (Todd, 1980; Grubb, 1993)
Solução (teórica) para o impasseSolução (teórica) para o impasse
x [L]: distância paralela ao gradiente hidráulico
y [L]: distância perpendicular ao gradiente hidráulico
Equação das bordas da zona de captura
Q [L3
/t]: vazão de bombeamento
XL [L]: distância entre poço bombeado e ponto de estagnação
YL [L]: metade da largura da zona de máxima captura
i [adimensional]: gradiente hidráulico.
1212
Solução (teórica) para o impasseSolução (teórica) para o impasse
... mas a técnica geralmente é usada para um poço
bombeando...
Em alguns casos, as equações podem
ser sobrepostas para calcular a zona de
captura de múltiplos poços (Javandel e
Tsang, 1986).
1313
Solução (teórica) para o impasseSolução (teórica) para o impasse
Básico para utilizar as equações de zona de captura:
1. Mapa da superfície potenciométrica da área e contar
com a sorte de ter uma feição de zona de captura!
2. Delimitar a zona de captura
3. Calcular o gradiente hidráulico i nesse mapa
4. Ter o valor da vazão (Q) em mãos.
1414
Resultados e discussõesResultados e discussões
Mapa potenciométrico de Sete Lagoas/MG
Zona de
captura
1515
Resultados e discussõesResultados e discussões
Mapa potenciométrico de Sete Lagoas/MG
I = 0,008
I=
0,008
1616
Resultados e discussõesResultados e discussões
Zona de captura
Ponto de estagnação
(+XL = 2.000 m)
y = 8.000 m
YL = +- 4.000 m
+YL
-YL
Vazão (Q) = 75.000 m3
/dia
Σ Poços público (SAAE) e de privado
(SIAGAS) dentro da zona de captura.
750 m2
/d
1.170 m2
/d
Média: 950 m2
/d
1717
Resultados e discussõesResultados e discussões
Zona empírica de captura (análise de sensibilidade)
T=900m²/d
T=800m²/d
1818
Resultados e discussõesResultados e discussões
Comparação com testes de aquífero
Via teste de
aquífero
T = 940 – 1.500
m2
/d
1919
Resultados e discussõesResultados e discussões
Todos os valores de T
Pela zona de captura no mapa:
T = 750 – 1.170 m²/d = média de 950 m²/d
Pelos testes de aquífero:
T = 940 – 1.500 m²/d = média de 1.220 m²/d
Análise de sensibilidade:
T ≅ 900 m²/d
Como o aquífero, na região, tem espessura b = 75 m,
a condutividade hidráulica K = 10 – 16 m/d
2020
ConclusõesConclusões
As equações de zona de captura mostram-se viáveis e econômicas para
estimar T e K, substituindo, eventualmente, a necessidade de ensaios de
bombeamento em casos onde a prática seja inviável.
Requisitos mínimos: mapa potenciométrico confiável reconhecendo zona
de captura com geometria que possibilite a identificação das variáveis para
a utilização das equações analíticas.
O estudo feito em aquífero cárstico (heterogêneo e anisotrópico), podendo
resultar em discrepâncias em T e K. Porém, os valores analíticos
comparados com os de campo apresentaram similaridades, sendo
confirmados por análise de sensibilidade. Se a metodologia foi satisfatória
em região cárstica, sendo aplicada em aquíferos porosos (bem menos
heterogêneos e anisotrópicos), resultará em análises mais confiáveis.
O valor de T para trecho urbano do Aquífero Cárstico Sete Lagoas é
considerado em torno de 900 m²/d (10-2
m²/s) e K = 12 m/d (1,4 x 10-4
m/s).
2121
AgradecimentosAgradecimentos
2222
Perguntas?Perguntas?
Muito obrigado!Muito obrigado!

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Hidrologia aula 02
Hidrologia aula 02Hidrologia aula 02
Hidrologia aula 02
Ronaldo Cesar
 
Hidrologia Aula 1
Hidrologia Aula 1Hidrologia Aula 1
Hidrologia Aula 1
Ronaldo Cesar
 
Geomorfologia fluvial
Geomorfologia fluvialGeomorfologia fluvial
Geomorfologia fluvial
Pedro Wallace
 
Hidrogeologia
HidrogeologiaHidrogeologia
Hidrogeologia
Danilo Max
 
Estradas drenagem superficial - oficial
Estradas drenagem superficial - oficialEstradas drenagem superficial - oficial
Estradas drenagem superficial - oficial
Anderson Nunes
 
Escoamento Superficial
Escoamento SuperficialEscoamento Superficial
Escoamento Superficial
Hidrologia UFC
 
Hidrologiqa permeabiliade e infiltração
Hidrologiqa   permeabiliade e infiltraçãoHidrologiqa   permeabiliade e infiltração
Hidrologiqa permeabiliade e infiltração
marciotecsoma
 
Aula 11 hidrologia estatistica
Aula 11   hidrologia estatisticaAula 11   hidrologia estatistica
Aula 11 hidrologia estatistica
Charles Weider Silveira
 
Infiltraçao
InfiltraçaoInfiltraçao
Infiltraçao
Gilson Adao
 
Regularização de Vazões (Parte I)
Regularização de Vazões (Parte I)Regularização de Vazões (Parte I)
Regularização de Vazões (Parte I)
Hidrologia UFC
 
Hidrologia aula introdutória
Hidrologia   aula introdutóriaHidrologia   aula introdutória
Hidrologia aula introdutória
marciotecsoma
 
Bacia do Parnaíba
Bacia do ParnaíbaBacia do Parnaíba
Aula 7
Aula 7Aula 7
Hidrometria
HidrometriaHidrometria
Aula 3
Aula 3Aula 3
Aula04 precipitação
Aula04   precipitaçãoAula04   precipitação
Aula04 precipitação
Tener Rodrigues da Rosa
 
Introdução a Drenagem de Pluviais
Introdução a Drenagem de PluviaisIntrodução a Drenagem de Pluviais
Introdução a Drenagem de Pluviais
leosoares
 
Hidrologia escoamento superficial
Hidrologia   escoamento superficialHidrologia   escoamento superficial
Hidrologia escoamento superficial
marciotecsoma
 
11aula escoamento
11aula escoamento11aula escoamento
11aula escoamento
Rafael M Salles
 
Taa 4
Taa 4Taa 4

Mais procurados (20)

Hidrologia aula 02
Hidrologia aula 02Hidrologia aula 02
Hidrologia aula 02
 
Hidrologia Aula 1
Hidrologia Aula 1Hidrologia Aula 1
Hidrologia Aula 1
 
Geomorfologia fluvial
Geomorfologia fluvialGeomorfologia fluvial
Geomorfologia fluvial
 
Hidrogeologia
HidrogeologiaHidrogeologia
Hidrogeologia
 
Estradas drenagem superficial - oficial
Estradas drenagem superficial - oficialEstradas drenagem superficial - oficial
Estradas drenagem superficial - oficial
 
Escoamento Superficial
Escoamento SuperficialEscoamento Superficial
Escoamento Superficial
 
Hidrologiqa permeabiliade e infiltração
Hidrologiqa   permeabiliade e infiltraçãoHidrologiqa   permeabiliade e infiltração
Hidrologiqa permeabiliade e infiltração
 
Aula 11 hidrologia estatistica
Aula 11   hidrologia estatisticaAula 11   hidrologia estatistica
Aula 11 hidrologia estatistica
 
Infiltraçao
InfiltraçaoInfiltraçao
Infiltraçao
 
Regularização de Vazões (Parte I)
Regularização de Vazões (Parte I)Regularização de Vazões (Parte I)
Regularização de Vazões (Parte I)
 
Hidrologia aula introdutória
Hidrologia   aula introdutóriaHidrologia   aula introdutória
Hidrologia aula introdutória
 
Bacia do Parnaíba
Bacia do ParnaíbaBacia do Parnaíba
Bacia do Parnaíba
 
Aula 7
Aula 7Aula 7
Aula 7
 
Hidrometria
HidrometriaHidrometria
Hidrometria
 
Aula 3
Aula 3Aula 3
Aula 3
 
Aula04 precipitação
Aula04   precipitaçãoAula04   precipitação
Aula04 precipitação
 
Introdução a Drenagem de Pluviais
Introdução a Drenagem de PluviaisIntrodução a Drenagem de Pluviais
Introdução a Drenagem de Pluviais
 
Hidrologia escoamento superficial
Hidrologia   escoamento superficialHidrologia   escoamento superficial
Hidrologia escoamento superficial
 
11aula escoamento
11aula escoamento11aula escoamento
11aula escoamento
 
Taa 4
Taa 4Taa 4
Taa 4
 

Destaque

INFLUÊNCIA DE DEMANDAS HÍDRICAS AGRÍCOLAS NA RESPOSTA DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA ...
INFLUÊNCIA DE DEMANDAS HÍDRICAS AGRÍCOLAS NA RESPOSTA DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA ...INFLUÊNCIA DE DEMANDAS HÍDRICAS AGRÍCOLAS NA RESPOSTA DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA ...
INFLUÊNCIA DE DEMANDAS HÍDRICAS AGRÍCOLAS NA RESPOSTA DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA ...
Gabriella Ribeiro
 
ANÁLISE PRELIMINAR DAS CARACTERÍSTICAS HIDROGEOQUÍMICAS DO SISTEMA AQUÍFERO G...
ANÁLISE PRELIMINAR DAS CARACTERÍSTICAS HIDROGEOQUÍMICAS DO SISTEMA AQUÍFERO G...ANÁLISE PRELIMINAR DAS CARACTERÍSTICAS HIDROGEOQUÍMICAS DO SISTEMA AQUÍFERO G...
ANÁLISE PRELIMINAR DAS CARACTERÍSTICAS HIDROGEOQUÍMICAS DO SISTEMA AQUÍFERO G...
Gabriella Ribeiro
 
Apresentação dessal valors economico abas comentado fabian
Apresentação dessal valors economico abas comentado fabianApresentação dessal valors economico abas comentado fabian
Apresentação dessal valors economico abas comentado fabian
slides-mci
 
REMOÇÃO DE FLUORETO DE ÁGUA POR ELETRODIÁISE
REMOÇÃO DE FLUORETO DE ÁGUA POR ELETRODIÁISEREMOÇÃO DE FLUORETO DE ÁGUA POR ELETRODIÁISE
REMOÇÃO DE FLUORETO DE ÁGUA POR ELETRODIÁISE
Gabriella Ribeiro
 
HÁ CONEXÃO HIDRÁULICA ENTRE OS SISTEMAS AQUÍFEROS GUARANI E BAURU NA “JANELA”...
HÁ CONEXÃO HIDRÁULICA ENTRE OS SISTEMAS AQUÍFEROS GUARANI E BAURU NA “JANELA”...HÁ CONEXÃO HIDRÁULICA ENTRE OS SISTEMAS AQUÍFEROS GUARANI E BAURU NA “JANELA”...
HÁ CONEXÃO HIDRÁULICA ENTRE OS SISTEMAS AQUÍFEROS GUARANI E BAURU NA “JANELA”...
Gabriella Ribeiro
 
Workshop: Gestão dos recursos hídricos subterrâneos em regiões semiáridas: re...
Workshop: Gestão dos recursos hídricos subterrâneos em regiões semiáridas: re...Workshop: Gestão dos recursos hídricos subterrâneos em regiões semiáridas: re...
Workshop: Gestão dos recursos hídricos subterrâneos em regiões semiáridas: re...
slides-mci
 
VALOR: Redução de Perdas
VALOR: Redução de PerdasVALOR: Redução de Perdas
VALOR: Redução de Perdas
slides-mci
 
ENCONTRO DE PERFURADORES: Painel de debate - Legalização de poços e outorgas ...
ENCONTRO DE PERFURADORES: Painel de debate - Legalização de poços e outorgas ...ENCONTRO DE PERFURADORES: Painel de debate - Legalização de poços e outorgas ...
ENCONTRO DE PERFURADORES: Painel de debate - Legalização de poços e outorgas ...
slides-mci
 
GÊNESE, OCORRÊNCIA E TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO PARA O EXCESSO DE FLÚOR NA ÁGU...
GÊNESE, OCORRÊNCIA E TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO PARA O EXCESSO DE FLÚOR NA ÁGU...GÊNESE, OCORRÊNCIA E TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO PARA O EXCESSO DE FLÚOR NA ÁGU...
GÊNESE, OCORRÊNCIA E TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO PARA O EXCESSO DE FLÚOR NA ÁGU...
Gabriella Ribeiro
 
ENCONTRO DE PERFURADORES Manutenção de Poços: Tecnologias, Custo e Eficiência
ENCONTRO DE PERFURADORES Manutenção de Poços: Tecnologias, Custo e Eficiência ENCONTRO DE PERFURADORES Manutenção de Poços: Tecnologias, Custo e Eficiência
ENCONTRO DE PERFURADORES Manutenção de Poços: Tecnologias, Custo e Eficiência
slides-mci
 
AINEL DE DEBATE 10: Água: soluções inovadoras e tecnologia. Oportunidade ou s...
AINEL DE DEBATE 10: Água: soluções inovadoras e tecnologia. Oportunidade ou s...AINEL DE DEBATE 10: Água: soluções inovadoras e tecnologia. Oportunidade ou s...
AINEL DE DEBATE 10: Água: soluções inovadoras e tecnologia. Oportunidade ou s...
slides-mci
 
COMPARAÇÃO ENTRE O SISTEMA AQUÍFERO GUARANI (SAG) EM SANTA CATARINA E NO RIO ...
COMPARAÇÃO ENTRE O SISTEMA AQUÍFERO GUARANI (SAG) EM SANTA CATARINA E NO RIO ...COMPARAÇÃO ENTRE O SISTEMA AQUÍFERO GUARANI (SAG) EM SANTA CATARINA E NO RIO ...
COMPARAÇÃO ENTRE O SISTEMA AQUÍFERO GUARANI (SAG) EM SANTA CATARINA E NO RIO ...
Gabriella Ribeiro
 
Bases técnicas para a gestão de áreas contaminadas por solventes clorados em ...
Bases técnicas para a gestão de áreas contaminadas por solventes clorados em ...Bases técnicas para a gestão de áreas contaminadas por solventes clorados em ...
Bases técnicas para a gestão de áreas contaminadas por solventes clorados em ...
slides-mci
 
MODELAMENTO HIDROGEOLÓGICO REGIONAL EM LEAPFROG/FEFLOW DA REGIÃO DE VAZANTE, MG
MODELAMENTO HIDROGEOLÓGICO REGIONAL EM LEAPFROG/FEFLOW DA REGIÃO DE VAZANTE, MGMODELAMENTO HIDROGEOLÓGICO REGIONAL EM LEAPFROG/FEFLOW DA REGIÃO DE VAZANTE, MG
MODELAMENTO HIDROGEOLÓGICO REGIONAL EM LEAPFROG/FEFLOW DA REGIÃO DE VAZANTE, MG
Gabriella Ribeiro
 
ENCONTRO DE PERFURADORES: A Importância da Água Subterrânea no Sistema de Aba...
ENCONTRO DE PERFURADORES: A Importância da Água Subterrânea no Sistema de Aba...ENCONTRO DE PERFURADORES: A Importância da Água Subterrânea no Sistema de Aba...
ENCONTRO DE PERFURADORES: A Importância da Água Subterrânea no Sistema de Aba...
slides-mci
 
AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...
AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...
AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...
Gabriella Ribeiro
 
Cenário do mapeamento de áreas contaminadas nos Estados do Rio de Janeiro e S...
Cenário do mapeamento de áreas contaminadas nos Estados do Rio de Janeiro e S...Cenário do mapeamento de áreas contaminadas nos Estados do Rio de Janeiro e S...
Cenário do mapeamento de áreas contaminadas nos Estados do Rio de Janeiro e S...
Gabriella Ribeiro
 
CARTA GEOTÉCNICA DE SUSCETIBILIDADE A PROCESSOS GEOAMBIENTAIS E RISCO POTENCI...
CARTA GEOTÉCNICA DE SUSCETIBILIDADE A PROCESSOS GEOAMBIENTAIS E RISCO POTENCI...CARTA GEOTÉCNICA DE SUSCETIBILIDADE A PROCESSOS GEOAMBIENTAIS E RISCO POTENCI...
CARTA GEOTÉCNICA DE SUSCETIBILIDADE A PROCESSOS GEOAMBIENTAIS E RISCO POTENCI...
Gabriella Ribeiro
 
MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...
MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...
MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...
Gabriella Ribeiro
 
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
Gabriella Ribeiro
 

Destaque (20)

INFLUÊNCIA DE DEMANDAS HÍDRICAS AGRÍCOLAS NA RESPOSTA DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA ...
INFLUÊNCIA DE DEMANDAS HÍDRICAS AGRÍCOLAS NA RESPOSTA DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA ...INFLUÊNCIA DE DEMANDAS HÍDRICAS AGRÍCOLAS NA RESPOSTA DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA ...
INFLUÊNCIA DE DEMANDAS HÍDRICAS AGRÍCOLAS NA RESPOSTA DA ÁGUA SUBTERRÂNEA NA ...
 
ANÁLISE PRELIMINAR DAS CARACTERÍSTICAS HIDROGEOQUÍMICAS DO SISTEMA AQUÍFERO G...
ANÁLISE PRELIMINAR DAS CARACTERÍSTICAS HIDROGEOQUÍMICAS DO SISTEMA AQUÍFERO G...ANÁLISE PRELIMINAR DAS CARACTERÍSTICAS HIDROGEOQUÍMICAS DO SISTEMA AQUÍFERO G...
ANÁLISE PRELIMINAR DAS CARACTERÍSTICAS HIDROGEOQUÍMICAS DO SISTEMA AQUÍFERO G...
 
Apresentação dessal valors economico abas comentado fabian
Apresentação dessal valors economico abas comentado fabianApresentação dessal valors economico abas comentado fabian
Apresentação dessal valors economico abas comentado fabian
 
REMOÇÃO DE FLUORETO DE ÁGUA POR ELETRODIÁISE
REMOÇÃO DE FLUORETO DE ÁGUA POR ELETRODIÁISEREMOÇÃO DE FLUORETO DE ÁGUA POR ELETRODIÁISE
REMOÇÃO DE FLUORETO DE ÁGUA POR ELETRODIÁISE
 
HÁ CONEXÃO HIDRÁULICA ENTRE OS SISTEMAS AQUÍFEROS GUARANI E BAURU NA “JANELA”...
HÁ CONEXÃO HIDRÁULICA ENTRE OS SISTEMAS AQUÍFEROS GUARANI E BAURU NA “JANELA”...HÁ CONEXÃO HIDRÁULICA ENTRE OS SISTEMAS AQUÍFEROS GUARANI E BAURU NA “JANELA”...
HÁ CONEXÃO HIDRÁULICA ENTRE OS SISTEMAS AQUÍFEROS GUARANI E BAURU NA “JANELA”...
 
Workshop: Gestão dos recursos hídricos subterrâneos em regiões semiáridas: re...
Workshop: Gestão dos recursos hídricos subterrâneos em regiões semiáridas: re...Workshop: Gestão dos recursos hídricos subterrâneos em regiões semiáridas: re...
Workshop: Gestão dos recursos hídricos subterrâneos em regiões semiáridas: re...
 
VALOR: Redução de Perdas
VALOR: Redução de PerdasVALOR: Redução de Perdas
VALOR: Redução de Perdas
 
ENCONTRO DE PERFURADORES: Painel de debate - Legalização de poços e outorgas ...
ENCONTRO DE PERFURADORES: Painel de debate - Legalização de poços e outorgas ...ENCONTRO DE PERFURADORES: Painel de debate - Legalização de poços e outorgas ...
ENCONTRO DE PERFURADORES: Painel de debate - Legalização de poços e outorgas ...
 
GÊNESE, OCORRÊNCIA E TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO PARA O EXCESSO DE FLÚOR NA ÁGU...
GÊNESE, OCORRÊNCIA E TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO PARA O EXCESSO DE FLÚOR NA ÁGU...GÊNESE, OCORRÊNCIA E TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO PARA O EXCESSO DE FLÚOR NA ÁGU...
GÊNESE, OCORRÊNCIA E TECNOLOGIAS DE TRATAMENTO PARA O EXCESSO DE FLÚOR NA ÁGU...
 
ENCONTRO DE PERFURADORES Manutenção de Poços: Tecnologias, Custo e Eficiência
ENCONTRO DE PERFURADORES Manutenção de Poços: Tecnologias, Custo e Eficiência ENCONTRO DE PERFURADORES Manutenção de Poços: Tecnologias, Custo e Eficiência
ENCONTRO DE PERFURADORES Manutenção de Poços: Tecnologias, Custo e Eficiência
 
AINEL DE DEBATE 10: Água: soluções inovadoras e tecnologia. Oportunidade ou s...
AINEL DE DEBATE 10: Água: soluções inovadoras e tecnologia. Oportunidade ou s...AINEL DE DEBATE 10: Água: soluções inovadoras e tecnologia. Oportunidade ou s...
AINEL DE DEBATE 10: Água: soluções inovadoras e tecnologia. Oportunidade ou s...
 
COMPARAÇÃO ENTRE O SISTEMA AQUÍFERO GUARANI (SAG) EM SANTA CATARINA E NO RIO ...
COMPARAÇÃO ENTRE O SISTEMA AQUÍFERO GUARANI (SAG) EM SANTA CATARINA E NO RIO ...COMPARAÇÃO ENTRE O SISTEMA AQUÍFERO GUARANI (SAG) EM SANTA CATARINA E NO RIO ...
COMPARAÇÃO ENTRE O SISTEMA AQUÍFERO GUARANI (SAG) EM SANTA CATARINA E NO RIO ...
 
Bases técnicas para a gestão de áreas contaminadas por solventes clorados em ...
Bases técnicas para a gestão de áreas contaminadas por solventes clorados em ...Bases técnicas para a gestão de áreas contaminadas por solventes clorados em ...
Bases técnicas para a gestão de áreas contaminadas por solventes clorados em ...
 
MODELAMENTO HIDROGEOLÓGICO REGIONAL EM LEAPFROG/FEFLOW DA REGIÃO DE VAZANTE, MG
MODELAMENTO HIDROGEOLÓGICO REGIONAL EM LEAPFROG/FEFLOW DA REGIÃO DE VAZANTE, MGMODELAMENTO HIDROGEOLÓGICO REGIONAL EM LEAPFROG/FEFLOW DA REGIÃO DE VAZANTE, MG
MODELAMENTO HIDROGEOLÓGICO REGIONAL EM LEAPFROG/FEFLOW DA REGIÃO DE VAZANTE, MG
 
ENCONTRO DE PERFURADORES: A Importância da Água Subterrânea no Sistema de Aba...
ENCONTRO DE PERFURADORES: A Importância da Água Subterrânea no Sistema de Aba...ENCONTRO DE PERFURADORES: A Importância da Água Subterrânea no Sistema de Aba...
ENCONTRO DE PERFURADORES: A Importância da Água Subterrânea no Sistema de Aba...
 
AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...
AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...
AQDEURIM: UMA FERRAMENTA COMPUTACIONAL DESENVOLVIDA PARA AUXILIAR NA DETERMIN...
 
Cenário do mapeamento de áreas contaminadas nos Estados do Rio de Janeiro e S...
Cenário do mapeamento de áreas contaminadas nos Estados do Rio de Janeiro e S...Cenário do mapeamento de áreas contaminadas nos Estados do Rio de Janeiro e S...
Cenário do mapeamento de áreas contaminadas nos Estados do Rio de Janeiro e S...
 
CARTA GEOTÉCNICA DE SUSCETIBILIDADE A PROCESSOS GEOAMBIENTAIS E RISCO POTENCI...
CARTA GEOTÉCNICA DE SUSCETIBILIDADE A PROCESSOS GEOAMBIENTAIS E RISCO POTENCI...CARTA GEOTÉCNICA DE SUSCETIBILIDADE A PROCESSOS GEOAMBIENTAIS E RISCO POTENCI...
CARTA GEOTÉCNICA DE SUSCETIBILIDADE A PROCESSOS GEOAMBIENTAIS E RISCO POTENCI...
 
MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...
MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...
MÉTODO GEOELÉTRICO - POTENCIAL INSTRUMENTO PARA AUXILIO DA GESTÃO DO SOLO E D...
 
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
RECARGA INDUZIDA ATRAVÉS DO BOMBEAMENTO NAS MARGENS E O PAPEL DA MEIOFAUNA NO...
 

Semelhante a TRANSMISSIVIDADE DE AQUÍFEROS SEM ENSAIO DE BOMBEAMENTO PELO MÉDOTO DA ZONA DE CAPTURA

estudo sobre a constituição de BARRAGENS_REJEITOS.pdf
estudo sobre a constituição de BARRAGENS_REJEITOS.pdfestudo sobre a constituição de BARRAGENS_REJEITOS.pdf
estudo sobre a constituição de BARRAGENS_REJEITOS.pdf
DouglasDiasReisPRMG
 
Aula estudos basicos-drenagem-parte1-s (1)
Aula estudos basicos-drenagem-parte1-s (1)Aula estudos basicos-drenagem-parte1-s (1)
Aula estudos basicos-drenagem-parte1-s (1)
Lucas Couto de Oliveira
 
Hidrograma_Unitario_Parte_2-2 (1).pdf
Hidrograma_Unitario_Parte_2-2 (1).pdfHidrograma_Unitario_Parte_2-2 (1).pdf
Hidrograma_Unitario_Parte_2-2 (1).pdf
JliaMellaMassing
 
Aula método racional
Aula método racionalAula método racional
Aula método racional
Cristhiane Okawa
 
Spectrum day-2010-union
Spectrum day-2010-unionSpectrum day-2010-union
Spectrum day-2010-union
SSPI Brasil
 
06aula infiltracao
06aula infiltracao06aula infiltracao
Hidrulica e hidrologia_aplicada_30102012
Hidrulica e hidrologia_aplicada_30102012Hidrulica e hidrologia_aplicada_30102012
Hidrulica e hidrologia_aplicada_30102012
Juliana Boso Marques
 
7 escoamentos sup livre - pt4
7   escoamentos sup livre - pt47   escoamentos sup livre - pt4
7 escoamentos sup livre - pt4
João Braga
 
Apresentação - Novo estádio do Atlético
Apresentação - Novo estádio do Atlético Apresentação - Novo estádio do Atlético
Apresentação - Novo estádio do Atlético
CBH Rio das Velhas
 
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Giovanna Ortiz
 
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa
Exercício dimensionamento de lagoa facultativaExercício dimensionamento de lagoa facultativa
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa
Giovanna Ortiz
 
DEFESA - Método e instrumentação
DEFESA - Método e instrumentaçãoDEFESA - Método e instrumentação
DEFESA - Método e instrumentação
Edivagner S. Ribeiro
 
Aplicações da Derivada
Aplicações da DerivadaAplicações da Derivada
Aplicações da Derivada
Carlos Campani
 
Aula Hidrologia - Método Racional
Aula Hidrologia - Método RacionalAula Hidrologia - Método Racional
Aula Hidrologia - Método Racional
Lucas Sant'ana
 
Golpe ariete
Golpe ariete Golpe ariete
Golpe ariete
ociam
 
Experiencia 5 (1) hidraulica
Experiencia 5 (1) hidraulicaExperiencia 5 (1) hidraulica
Experiencia 5 (1) hidraulica
Joe Agassi
 
Passo a Passo_Projeto_Irrigação por Aspersão em MALHA.pdf
Passo a Passo_Projeto_Irrigação por Aspersão em MALHA.pdfPasso a Passo_Projeto_Irrigação por Aspersão em MALHA.pdf
Passo a Passo_Projeto_Irrigação por Aspersão em MALHA.pdf
Ronaldo Machado
 
Relatório permeabilidade 2017-1
Relatório   permeabilidade 2017-1Relatório   permeabilidade 2017-1
Relatório permeabilidade 2017-1
Tiago Teles
 
Cenários de mudanças climáticas
Cenários de mudanças climáticasCenários de mudanças climáticas
Barragens sandroni - 2006 - 7 erosão
Barragens   sandroni - 2006 - 7 erosãoBarragens   sandroni - 2006 - 7 erosão
Barragens sandroni - 2006 - 7 erosão
Alex Duarte
 

Semelhante a TRANSMISSIVIDADE DE AQUÍFEROS SEM ENSAIO DE BOMBEAMENTO PELO MÉDOTO DA ZONA DE CAPTURA (20)

estudo sobre a constituição de BARRAGENS_REJEITOS.pdf
estudo sobre a constituição de BARRAGENS_REJEITOS.pdfestudo sobre a constituição de BARRAGENS_REJEITOS.pdf
estudo sobre a constituição de BARRAGENS_REJEITOS.pdf
 
Aula estudos basicos-drenagem-parte1-s (1)
Aula estudos basicos-drenagem-parte1-s (1)Aula estudos basicos-drenagem-parte1-s (1)
Aula estudos basicos-drenagem-parte1-s (1)
 
Hidrograma_Unitario_Parte_2-2 (1).pdf
Hidrograma_Unitario_Parte_2-2 (1).pdfHidrograma_Unitario_Parte_2-2 (1).pdf
Hidrograma_Unitario_Parte_2-2 (1).pdf
 
Aula método racional
Aula método racionalAula método racional
Aula método racional
 
Spectrum day-2010-union
Spectrum day-2010-unionSpectrum day-2010-union
Spectrum day-2010-union
 
06aula infiltracao
06aula infiltracao06aula infiltracao
06aula infiltracao
 
Hidrulica e hidrologia_aplicada_30102012
Hidrulica e hidrologia_aplicada_30102012Hidrulica e hidrologia_aplicada_30102012
Hidrulica e hidrologia_aplicada_30102012
 
7 escoamentos sup livre - pt4
7   escoamentos sup livre - pt47   escoamentos sup livre - pt4
7 escoamentos sup livre - pt4
 
Apresentação - Novo estádio do Atlético
Apresentação - Novo estádio do Atlético Apresentação - Novo estádio do Atlético
Apresentação - Novo estádio do Atlético
 
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa (1)
 
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa
Exercício dimensionamento de lagoa facultativaExercício dimensionamento de lagoa facultativa
Exercício dimensionamento de lagoa facultativa
 
DEFESA - Método e instrumentação
DEFESA - Método e instrumentaçãoDEFESA - Método e instrumentação
DEFESA - Método e instrumentação
 
Aplicações da Derivada
Aplicações da DerivadaAplicações da Derivada
Aplicações da Derivada
 
Aula Hidrologia - Método Racional
Aula Hidrologia - Método RacionalAula Hidrologia - Método Racional
Aula Hidrologia - Método Racional
 
Golpe ariete
Golpe ariete Golpe ariete
Golpe ariete
 
Experiencia 5 (1) hidraulica
Experiencia 5 (1) hidraulicaExperiencia 5 (1) hidraulica
Experiencia 5 (1) hidraulica
 
Passo a Passo_Projeto_Irrigação por Aspersão em MALHA.pdf
Passo a Passo_Projeto_Irrigação por Aspersão em MALHA.pdfPasso a Passo_Projeto_Irrigação por Aspersão em MALHA.pdf
Passo a Passo_Projeto_Irrigação por Aspersão em MALHA.pdf
 
Relatório permeabilidade 2017-1
Relatório   permeabilidade 2017-1Relatório   permeabilidade 2017-1
Relatório permeabilidade 2017-1
 
Cenários de mudanças climáticas
Cenários de mudanças climáticasCenários de mudanças climáticas
Cenários de mudanças climáticas
 
Barragens sandroni - 2006 - 7 erosão
Barragens   sandroni - 2006 - 7 erosãoBarragens   sandroni - 2006 - 7 erosão
Barragens sandroni - 2006 - 7 erosão
 

Mais de Gabriella Ribeiro

REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE?
REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE? REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE?
REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE?
Gabriella Ribeiro
 
CICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORAS
CICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORASCICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORAS
CICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORAS
Gabriella Ribeiro
 
Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...
Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...
Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...
Gabriella Ribeiro
 
Caracterização, Tendências e Custos para a Sociedade
Caracterização, Tendências e Custos para a SociedadeCaracterização, Tendências e Custos para a Sociedade
Caracterização, Tendências e Custos para a Sociedade
Gabriella Ribeiro
 
Banco Mundial e Mobilidade Urbana
Banco Mundial e Mobilidade UrbanaBanco Mundial e Mobilidade Urbana
Banco Mundial e Mobilidade Urbana
Gabriella Ribeiro
 
Projetos de Transporte de Massa
Projetos de Transporte de MassaProjetos de Transporte de Massa
Projetos de Transporte de Massa
Gabriella Ribeiro
 
Mobilidade, cidade, metrópole e custeio
Mobilidade, cidade, metrópole e custeioMobilidade, cidade, metrópole e custeio
Mobilidade, cidade, metrópole e custeio
Gabriella Ribeiro
 
DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...
DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...
DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...
Gabriella Ribeiro
 
Experiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na Sociedade
Experiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na SociedadeExperiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na Sociedade
Experiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na Sociedade
Gabriella Ribeiro
 
A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE
A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE
A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE
Gabriella Ribeiro
 
A Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte Ativo
A Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte AtivoA Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte Ativo
A Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte Ativo
Gabriella Ribeiro
 
Técnicas de Restauração de Pavimentos Rígidos
Técnicas de Restauração de Pavimentos RígidosTécnicas de Restauração de Pavimentos Rígidos
Técnicas de Restauração de Pavimentos Rígidos
Gabriella Ribeiro
 
O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana
O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana
O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana
Gabriella Ribeiro
 
ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...
ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...
ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...
Gabriella Ribeiro
 
“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...
“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...
“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...
Gabriella Ribeiro
 
ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...
ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...
ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...
Gabriella Ribeiro
 
ESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SP
ESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SPESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SP
ESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SP
Gabriella Ribeiro
 
Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...
Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...
Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...
Gabriella Ribeiro
 
AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...
AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...
AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...
Gabriella Ribeiro
 
DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...
DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...
DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...
Gabriella Ribeiro
 

Mais de Gabriella Ribeiro (20)

REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE?
REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE? REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE?
REALIZING THE TRANSPORT WE WANT – WHAT WILL IT TAKE?
 
CICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORAS
CICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORASCICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORAS
CICLOMOBILIDADE: A EXPERIÊNCIA HOLANDESA; IDEIAS SUSTENTÁVEIS E INOVADORAS
 
Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...
Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...
Orientações quanto a aplicação da receita arrecadada com a cobrança das multa...
 
Caracterização, Tendências e Custos para a Sociedade
Caracterização, Tendências e Custos para a SociedadeCaracterização, Tendências e Custos para a Sociedade
Caracterização, Tendências e Custos para a Sociedade
 
Banco Mundial e Mobilidade Urbana
Banco Mundial e Mobilidade UrbanaBanco Mundial e Mobilidade Urbana
Banco Mundial e Mobilidade Urbana
 
Projetos de Transporte de Massa
Projetos de Transporte de MassaProjetos de Transporte de Massa
Projetos de Transporte de Massa
 
Mobilidade, cidade, metrópole e custeio
Mobilidade, cidade, metrópole e custeioMobilidade, cidade, metrópole e custeio
Mobilidade, cidade, metrópole e custeio
 
DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...
DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...
DIÁLOGO SOBRE MOBILIDADE OU EXPERIÊNCIAS E INOVAÇÕES IMPLANTADAS E SEUS IMPAC...
 
Experiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na Sociedade
Experiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na SociedadeExperiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na Sociedade
Experiências e Inovações Implantadas e seus Impactos na Sociedade
 
A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE
A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE
A VISÃO DA UNIVERSIDADE SOBRE A MOBILIDADE
 
A Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte Ativo
A Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte AtivoA Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte Ativo
A Política Nacional de Mobilidade Urbana e o Transporte Ativo
 
Técnicas de Restauração de Pavimentos Rígidos
Técnicas de Restauração de Pavimentos RígidosTécnicas de Restauração de Pavimentos Rígidos
Técnicas de Restauração de Pavimentos Rígidos
 
O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana
O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana
O Papel do Transporte Privado na Mobilidade Urbana
 
ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...
ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...
ANÁLISE SOBRE A IMPORTÂNCIA E OS CRITÉRIOS PARA O CONSENTIMENTO DE OUTORGA QU...
 
“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...
“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...
“DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GER...
 
ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...
ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...
ANÁLISE DOS PONTOS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE ARA...
 
ESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SP
ESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SPESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SP
ESTIMATIVA DA RECARGA PARA O SISTEMA AQUÍFERO BAURU NO MUNÍCIPIO DE ASSIS/SP
 
Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...
Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...
Mapeamento da recarga de águas subterrâneas no Sistema Aquífero Bauru (SAB) e...
 
AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...
AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...
AVALIAÇÃO DA GESTÃO COMPARTILHADA DO AQUÍFERO JANDAÍRA , REGIÃO LIMÍTROFE DOS...
 
DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...
DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...
DUPLA DOMINIALIDADE DAS ÁGUAS NO BRASIL: ENTRAVES LEGAIS PARA O ADEQUADO GERE...
 

TRANSMISSIVIDADE DE AQUÍFEROS SEM ENSAIO DE BOMBEAMENTO PELO MÉDOTO DA ZONA DE CAPTURA

  • 1. Transmissividade de Aquíferos semTransmissividade de Aquíferos sem Ensaio de Bombeamento peloEnsaio de Bombeamento pelo Método da Zona de CapturaMétodo da Zona de Captura 1. Universidade Federal de Ouro Preto, Departamento de Geologia, Ouro Preto/MG, Brasil 2. Oklahoma State University, School of Geology, Stillwater/OK, EUA 3. Universidade de São Paulo, Instituto de Geociências, São Paulo/SP, Brasil Paulo GalvãoPaulo Galvão11 Todd HalihanTodd Halihan22 Ricardo HirataRicardo Hirata33
  • 2. 22 Quem nunca...Quem nunca... ...precisou estimar parâmetros hidráulicos do aquífero? ...teve que planejar/executar um teste de bombeamento? ...ficou limitado logisticamente para executar esse teste?
  • 3. 33 Conceitos básicosConceitos básicos TransmissividadeTransmissividade: quantidade de água transmitida horizontalmente pela espessura saturada do aquífero (Fetter, 1994). Depende do formato, quantidade e interconectividade de espaços vazios. Análise granulométrica, permeâmetro, teste de aquífero, slug teste e modelo numérico. Teste de aquíferoTeste de aquífero: bombear poço com vazão constante e acompanhar evolução de rebaixamentos produzidos em um (ou mais de um) poço de observação a uma distância qualquer do bombeado. Análise granulométrica, permeâmetro, teste de aquíferoteste de aquífero, slug teste e modelo numérico.
  • 4. 44 • 70 km oeste BH • ~ 230 mil pessoas (IBGE, 2015) • 100% água subterrânea (SAAE) Legenda Área de estudo (Sete Lagoas/MG)Área de estudo (Sete Lagoas/MG)
  • 5. 55 Visão do centro da cidadeVisão do centro da cidade
  • 7. 77 Modelo conceitual hidrogeológicoModelo conceitual hidrogeológico Aquífero Cárstico Sete Lagoas (Pessoa, 1996; Galvão, 2015) Galvão (2015)
  • 8. 88 Objetivo inicial e problemáticaObjetivo inicial e problemática Estimar transmissividade do Aquífero Cárstico Sete Lagoas Teste de aquífero em uma cidade 100% dependente de água subterrânea é quasequase que impossível.
  • 9. 99 Solução (teórica) para o impasseSolução (teórica) para o impasse Zona de Captura Zona de Captura Ponto de estagnação Ponto de estagnação XL XL +YL -YL Análise da zona de captura (Todd, 1980; Grubb, 1993)
  • 10. 1010 Solução (teórica) para o impasseSolução (teórica) para o impasse Análise da zona de captura (Todd, 1980; Grubb, 1993) T = K.bT = K.b 2πTi 2Ti Q [L3 /t]: vazão de bombeamento XL [L]: distância entre poço bombeado e ponto de estagnação YL [L]: metade da largura da zona de máxima captura i [adimensional]: gradiente hidráulico.
  • 11. 1111 Análise da zona de captura (Todd, 1980; Grubb, 1993) Solução (teórica) para o impasseSolução (teórica) para o impasse x [L]: distância paralela ao gradiente hidráulico y [L]: distância perpendicular ao gradiente hidráulico Equação das bordas da zona de captura Q [L3 /t]: vazão de bombeamento XL [L]: distância entre poço bombeado e ponto de estagnação YL [L]: metade da largura da zona de máxima captura i [adimensional]: gradiente hidráulico.
  • 12. 1212 Solução (teórica) para o impasseSolução (teórica) para o impasse ... mas a técnica geralmente é usada para um poço bombeando... Em alguns casos, as equações podem ser sobrepostas para calcular a zona de captura de múltiplos poços (Javandel e Tsang, 1986).
  • 13. 1313 Solução (teórica) para o impasseSolução (teórica) para o impasse Básico para utilizar as equações de zona de captura: 1. Mapa da superfície potenciométrica da área e contar com a sorte de ter uma feição de zona de captura! 2. Delimitar a zona de captura 3. Calcular o gradiente hidráulico i nesse mapa 4. Ter o valor da vazão (Q) em mãos.
  • 14. 1414 Resultados e discussõesResultados e discussões Mapa potenciométrico de Sete Lagoas/MG Zona de captura
  • 15. 1515 Resultados e discussõesResultados e discussões Mapa potenciométrico de Sete Lagoas/MG I = 0,008 I= 0,008
  • 16. 1616 Resultados e discussõesResultados e discussões Zona de captura Ponto de estagnação (+XL = 2.000 m) y = 8.000 m YL = +- 4.000 m +YL -YL Vazão (Q) = 75.000 m3 /dia Σ Poços público (SAAE) e de privado (SIAGAS) dentro da zona de captura. 750 m2 /d 1.170 m2 /d Média: 950 m2 /d
  • 17. 1717 Resultados e discussõesResultados e discussões Zona empírica de captura (análise de sensibilidade) T=900m²/d T=800m²/d
  • 18. 1818 Resultados e discussõesResultados e discussões Comparação com testes de aquífero Via teste de aquífero T = 940 – 1.500 m2 /d
  • 19. 1919 Resultados e discussõesResultados e discussões Todos os valores de T Pela zona de captura no mapa: T = 750 – 1.170 m²/d = média de 950 m²/d Pelos testes de aquífero: T = 940 – 1.500 m²/d = média de 1.220 m²/d Análise de sensibilidade: T ≅ 900 m²/d Como o aquífero, na região, tem espessura b = 75 m, a condutividade hidráulica K = 10 – 16 m/d
  • 20. 2020 ConclusõesConclusões As equações de zona de captura mostram-se viáveis e econômicas para estimar T e K, substituindo, eventualmente, a necessidade de ensaios de bombeamento em casos onde a prática seja inviável. Requisitos mínimos: mapa potenciométrico confiável reconhecendo zona de captura com geometria que possibilite a identificação das variáveis para a utilização das equações analíticas. O estudo feito em aquífero cárstico (heterogêneo e anisotrópico), podendo resultar em discrepâncias em T e K. Porém, os valores analíticos comparados com os de campo apresentaram similaridades, sendo confirmados por análise de sensibilidade. Se a metodologia foi satisfatória em região cárstica, sendo aplicada em aquíferos porosos (bem menos heterogêneos e anisotrópicos), resultará em análises mais confiáveis. O valor de T para trecho urbano do Aquífero Cárstico Sete Lagoas é considerado em torno de 900 m²/d (10-2 m²/s) e K = 12 m/d (1,4 x 10-4 m/s).

Notas do Editor

  1. 1. análises granulométricas, permeâmetros, testes de aquíferos, slug testes e modelos numéricos que geram valores tanto em escalas locais, como regionais. parâmetro hidráulico que corresponde à quantidade de água transmitida horizontalmente por toda a espessura saturada do aquífero (Fetter, 1994). Teste de aquífero: bombear um poço com vazão constante e acompanhamento da evolução dos rebaixamentos produzidos em um (ou mais de um) poço de observação a uma distância qualquer do bombeado.
  2. parâmetro hidráulico que corresponde à quantidade de água transmitida horizontalmente por toda a espessura saturada do aquífero (Fetter, 1994). quantificado via análises granulométricas, permeâmetros, testes de aquíferos, slug testes e modelos numéricos que geram valores tanto em escalas locais, como regionais.
  3. Área de um aquífero em que toda a água será removida por um poço, ou poços de bombeamento, dentro de um determinado período de tempo (Todd, 1980; Grubb, 1993).
  4. Área de um aquífero em que toda a água será removida por um poço, ou poços de bombeamento, dentro de um determinado período de tempo (Todd, 1980; Grubb, 1993).